cueros consentidos VIII - enfiestada nuevamente

Os dias seguintes foram de uma conexão incrível entre nós. A gente tava pegando fogo o dia inteiro.
Não demorei pra cobrar a segunda parte do trato, um encontro dos três.

- Não falei com ele ainda - ela disse - mas hoje eu falo.

No fim da tarde, na volta da praia, ela chamou ele.
Ficaram trocando mensagem um tempão.
Eu fiquei na minha.

- Pronto - ela disse - quarta-feira ele vem.
Só pediu pra gente ficar um tempo sozinha e depois você vem só pra olhar. Mas só pra olhar.

- Ok - respondi.
Eu tava explodindo de alegria, mesmo que aquilo de só olhar me deixasse meio desconfortável.

Na quarta, fomos pra praia de manhã, ao meio-dia voltamos pra almoçar e transamos gostoso, bem suave. Raquel gozou só uma vez e, quando os dois tavam muito quentes, gozei tudo na boca dela, deixando ela com gosto de quero mais.
- Não vai me deixar assim - ela reclamou.
- Não aguento mais - respondi, desabando na cama.
- Não importa, à noite vou ter minha vingança - ela disse com uma malícia que me excitou.
Mas preferi deixar tudo como tava.
Queria que ela chegasse muito quente à noite.

Rodrigo chegaria às 19h, e eu tinha que sair um pouco antes. Eles me avisariam quando eu pudesse entrar.
Raquel tomou banho e passou um tempão passando cremes e se maquiando. Eu fingia que tava distraído vendo TV, mas na real tava ligado em cada movimento dela.

Ela ia gastar todo aquele tempo pra se preparar antes de ficar comigo? No começo do nosso relacionamento, com certeza, mas já não era mais como antes.

Às 18h, tomei banho e, quando saí, encontrei ela vestida com um vestido preto bem curto, sandália de salto, as pernas finas e bronzeadas um sonho, e um colar que sumia entre os peitos sem sutiã.

- Por que você não sai assim comigo? - perguntei, num tom de cobrança.
- Não vou sair - ela disse rindo, sabendo que tava com todo o poder.
- Ciumento? - perguntou, curtindo o momento.
- Sim, claro - respondi.
- Sabe que é só um jogo, eu te amo, e me excita que Vamos ter essa cumplicidade e você me dar essas permissões, mas não se engane, é só sexo - ele disse me tranquilizando.

18:30 fui caminhar. primeiro até a praia, depois entrei num bar na rua principal que tinha música ao vivo. sentei. pedi uma cerveja e deixei o tempo passar com o celular na mão esperando a mensagem que me deixasse entrar no apartamento.

depois de um tempo, sentam na mesa ao lado 2 mulheres, eram muito gostosas as duas, me olhavam e riam, até que uma me perguntou algo sobre a cadeira que sobrava. estavam esperando mais gente. em qualquer outro momento teria sido uma oportunidade clara de conhecê-las, mas minha cabeça não estava ali, só conseguia pensar e imaginar minha linda mulher se entregando completamente pra outro homem.

Umas 21h chega a mensagem da Raquel,
- vem? dizia, só isso
não consegui esperar o garçom trazer a conta, fui pagar no balcão e fui correndo pro apartamento.
subi com uma agitação que parecia taquicardia, haha
ao abrir a porta encontrei os dois num sofá. Ele sentado nu mas coberto com um lençol e Raquel de sandália e fio dental só. estavam tomando um drink.
cumprimentei amigavelmente, tirando a pressão do momento e ao perguntar o que estavam bebendo, ele respondeu, mas não entendi direito. (não fala muito português, só o básico) era algo que ele trouxe.
- te preparo um? - perguntou cordialmente.
- sim love, prova, é muito tasty - insistiu Raquel
Rodrigo levantou amarrando o lençol na cintura e foi até a bancada preparar o drink.
olhei pra Raquel e ela sorriu com malícia.

Quando Rodrigo me dá o drink, agradeço e falo.
- vocês façam o de vocês, não vou atrapalhar nem interromper.

Eu queria ver eles transando, queria presenciar o momento em que Raquel estava curtindo.
Ver sua mulher num estado de excitação assim é muito poderoso.
Comigo ela experimentava isso sempre, mas vê-la assim com outro é de um nível superior.

A música Ela era baixinha, as luzes estavam fracas, o clima impecável, mas minha presença, imaginei que fosse desconfortável pra eles. Aumentei a música.

— Vou comprar cigarros — falei — Querem que traga algo doce?
— Sim — disse Raquel — Chocolate!

Saí rápido, demorei 5 minutos pra conseguir chocolates e cigarros, mas esperei um pouco pra dar tempo a eles.
Meia hora depois subi e, sem acender a luz do corredor pra não perceberem minha presença, entrei bem devagar.

No sofá não estavam mais. Fui até o quarto e vi a Raquel de pernas abertas enquanto ele a penetrava suavemente.
A música fez com que não me ouvissem, e por uns instantes fiquei olhando e curtindo o espetáculo.
Ela gozou gemendo (conheço o som que ela faz quando goza)
e só aí percebeu que eu estava olhando de fora do quarto, na penumbra.

Quando me aproximei, ele se assustou.
— Façam de conta que eu não tô aqui — falei.
Ele saiu, e ela tirou a camisinha e começou a chupar a rola dele, tentando fazê-lo gozar.

Ver ela com a rola de outro na boca era um espetáculo incrível.

— Deixa ele te comer sem camisinha — implorei.
— Nem louca — respondeu meio irritada.

Enquanto ele colocava outra camisinha, beijei ela e senti a boca dela com gosto de gozo. Entrei num estado em que já não tinha mais controle de mim.
Ele a penetrou de novo.

Peguei o celular e tirei várias fotos deles.

Não aguentei mais e tirei a roupa.
Coloquei minha rola na boca dela e via em primeiro plano ele bombando cada vez mais forte.

Ele gozou num grito. Depois soube que era o terceiro.
Ele desabou na cama, e eu fui chupar a buceta da Raquel. Ela estava encharcada.
Abri as pernas dela e a penetrei com fúria.
A buceta dela estava muito molhada e muito quente.
Gozei na hora.

Fiquei abraçado nela.
Depois de alguns minutos, Rodrigo se levantou e levou a roupa dele pra sala.
Quando fui, ele já estava vestido.
Acompanhei ele até a porta da rua.
Quando ele foi embora, nos demos um abraço e agradecemos um ao outro. Espero que a gente se veja de novo" — falei.
Ele levantou o polegar e subiu no carro.

Quando entrei, a Raquel tava atravessada na cama, dormindo, do mesmo jeito que a gente tinha deixado...cueros consentidos VIII -  enfiestada nuevamente





 
amador argentino

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