O gordo e a gostosa 3

Passaram poucas semanas até que eu contei pra minha melhor amiga Luciana que tava saindo com o Lauti. Ela me olhava estranho, até achando que eu tava zoando, enquanto eu não conseguia parar de sorrir ao falar dele. A reação dela não me agradou nada, ela riu tirando sarro de mim e do meu namorado.

Luciana: Como é que você vai sair com o Lautaro, tá maluca?
Eu: Por que você tá me dizendo isso? Sou sua melhor amiga, devia estar feliz por mim.
Luciana: É que eu não posso ficar, cê viu ele direito? Tu pode pegar o cara que quiser.
Eu: Por isso, e eu quero ele.
Luciana: Cê tá doida, garota, pensa direito.
Eu: Não tenho nada pra pensar, já percebi que você não é a pessoa que eu achava que era.

Levantei enfurecida e fui sentar sozinha lá no fundo. Naquele dia, o Lauti faltou porque tava doente, e umas lágrimas escorreram pela minha bochecha. Como que eu não percebi antes que tipo de pessoa era a minha "melhor amiga"?
Fui ver ele na casa depois que saí da escola, a mãe dele já sabia, não demorou muito pra gente se apaixonar um pelo outro, ele era uma pessoa muito boa, do tipo que te dá ou oferece até o que não tem.

Com um carinho de mãe, ela me perguntou o que estava acontecendo, que eu não estava alegre como sempre e dava pra notar. Só falei que tinha brigado com minha melhor amiga e que ela não era a pessoa que eu pensava. "Na vida você vai levar muita decepção, princesa, leva na boa", foram as palavras dela enquanto me abraçava e me beijava na bochecha, me fazendo sentir em casa.

Tive a mesma conversa com o Lauti, ele me acolheu me abraçando de um jeito que era impossível não me sentir cuidada.


O problema foi quando, dias depois, Lauti voltou pra escola e, num horário livre que a gente tinha, a Luciana começou a querer encher o saco por causa do nosso relacionamento. A turma toda caiu na risada, e um cara ainda teve a coragem de levantar, chegar perto de mim e falar: “Larga ele, cê não tá vendo o que ele é? Vem comigo, não seja otária.” E quando eu respondi “sai daqui”, ele cometeu o grave erro de puxar meu cabelo, meio que de um jeito brusco. Meu namorado chegou perto e disse calmamente: “Te espero lá fora.” Meu colega riu nervoso, tentando disfarçar, mas eu não queria que ele brigasse, só que não ia ter como impedir.

Quando a briga começou, Lauti venceu por uma boa margem, mas foi expulso da escola no dia seguinte. Fomos pra minha casa, meus pais estavam lá e contamos a situação; eles já sabiam que a gente tava namorando e nunca falaram nada. Mas quando contei que Lauti tinha sido expulso, meu pai praticamente quis botar ele pra fora. Ele se levantou em silêncio e só disse: "Obrigado por tudo". Não dava pra deixar ele ir embora assim, então expliquei pros meus pais o que tinha rolado. Corri pra alcançar ele, olhei nos olhos dele e abracei, dizendo "Obrigada". Como ele teve que esperar o ano acabar pra outra escola aceitá-lo, começou a trabalhar com meu pai pra ajudar a família e passou a ir mais vezes em casa. Nosso relacionamento, a partir desse momento, mudou pra melhor, até que um dia pedi permissão pros meus pais pra ele dormir aqui, e eles aceitaram.

Tava muito nervosa e ansiosa ao mesmo tempo, em outras vezes depois de transar eu tinha tirado umas mini sonecas nos braços fortes dele, mas era a primeira vez que ia poder passar a noite inteira assim. A gente comeu e chegou a hora de todo mundo ir dormir, tudo era novo pra nós dois. Coloquei um pijama bonito que, sei lá, mesmo não sendo pra ficar sexy, me deixava muito gostosa. Ele me abraçou e eu me aninhei no peito dele vendo um filme.

Não conseguia me concentrar no filme, só queria colocar minha mão no pau dele, tocar, sentir. Fiquei acariciando o peito e a barriga dele por um tempo, depois apoiei a mão na coxa dele, perto da virilha. Ele se ajeitou um pouco pra frente e abriu mais as pernas — a gente se entendia sem falar nem se olhar. Eu olhava de relance pra virilha dele e notava um volume que minutos antes não estava ali. Meu corpo começou a se preparar, a buceta foi ficando molhada aos poucos e minha boca produzia mais saliva que o normal. Não aguentava mais, mas também não tinha coragem de quebrar o gelo. Já ele, sim.

L: Segura ela.

Disse levantando o elástico do short e da cueca juntos, pra eu poder enfiar a mão. Só olhei e enfiei a mão direita, ainda tinha pelos, mas não como antes, isso me esquentava, não entendo como as mina podem gostar de homem depilado, o homem macho tem que ser assim. Peguei na pica dele ainda meio dormindo, um calor percorreu meu corpo e senti tanto prazer fazendo isso que gemia baixinho de olhos fechados, segurei desde a base e mesmo assim, do jeito que tava, faltavam pelo menos dois dedos pra conseguir tocar a cabeça. Que pica enorme que o meu gordo tem, meu deus.

Masturbei ele devagar, bem lentinho e com amor por um bom tempo até tentar tirar ela, ele teve que me ajudar. Quando saiu, os dois ovos dele caíram em cima do short, pesados, pretos e com uns pelinhos. Abaixei a cabeça devagar e me propus a dar prazer pra ele, sem pressa e pelo tempo que fosse necessário. Não sou expert, tive que me informar vendo uns vídeos pornô online e o que faltava eu tentava deixar minha imaginação fluir. O pau dele tinha um cheiro forte, mas não de sujeira, era cheiro de homem.

Peguei nas bolas dele, chupei, passei a língua, cheirei e esfreguei no meu rostinho lindo enquanto ele apoiava a mão na minha bunda. "Fica de quatro na minha frente, quero ver sua cara, princesa" — eu derreto quando ele me chama de "princesa, babe ou coisas assim". Claro que fiz, mas antes fiquei só de lingerie, me ajoelhei de quatro e empinei bem a bunda, o máximo possível, pra meu homem curtir a vista.

Me acariciava, me olhava e curtia, enquanto eu, feliz, chupava o pau dele e lambia as bolas, tinha um monte de saliva no meu rosto e boca. Peguei no meu vibrador e ele fez eu me aproximar da boca dele pra me beijar, quis limpar a saliva, mas ele não deixou: "Não limpa, me beija". Enfiou a língua até o fundo da minha boca, era um beijo espetacular. Queria chupar o pau dele de novo, mas ele colocou uma mão na minha bunda. Com um pouco de força, me puxou pra cima dele, me preparei pra sentar enquanto a gente se beijava, o pau dele estava na minha entradinha, as duas mãos dele seguraram minhas pernas e bundas pra abri-las, me levantou como se eu fosse uma pluma e me deixou cair como se fosse uma bigorna contra o corpo dele, enfiando o pau até o fundo num movimento só. Doeu, se a gente tivesse sozinho eu teria gritado igual uma puta, mas não podia, meus pais dormiam no quarto ao lado.

Não queria me mexer até me acostumar por alguns segundos, mas ele precisava de mim e tive que aguentar ele movendo meu corpo por mim. Me segurando pela bunda, me levantava e me abaixava, me puxava contra o peito dele e depois para os pés dele, fazia meu quadril rodar em círculos sobre o dele. Tocou meu cu, roçou, enfiou uma falange — "Ai" — falei baixinho perto da boca dele, enfiou outra. Não dava nem pra me acostumar com o pau dele na minha buceta e já tinha meio dedo na minha booty, e ainda por cima com uma vontade danada de gozar, que poucos segundos depois, virou realidade. Gozei no pau dele de um jeito incrível, me ajoelhei na lateral da cama pra chupar o pau dele até ele gozar e encher minha boca de porra, grossa, quente — engoli tudo.

Subi na cama, me deitei no peito dela, eu queria mais, na verdade tinha pensado numa surpresa, mas era impossível, meu corpo precisava descansar.

Eu: Tinha uma surpresa pra você, mas vai ser melhor te dar amanhã, acho que meus pais vão cedo e a gente fica sozinho.
L: Fica tranquila, vamos descansar. Amanhã a gente vê o que rola.

Na manhã seguinte…

5 comentários - O gordo e a gostosa 3

A la mierda, flor de pija tiene!
Algo tendra que la rubia lo ama no ? jaja