Obrigado pelo apoio. Continuando com o que aconteceu, eu tinha a bunda gorda da dona Mariana na minha frente, os shorts dela estavam tão transparentes que dava pra ver um par de pintas na bunda esquerda dela... Fiquei mudo com a visão. _Me responde, querido, de que cor é?_ ela disse suavemente e de um jeito muito provocante, quase como um pedido. Fiquei pensando uns instantes e quase respondi, mas me veio outra ideia na cabeça _não sei, não tenho raio-x_ falei _vou ter que descobrir_ segurei aquela bunda gorda tão provocante que eu via toda manhã, dona Mariana soltou um suspiro como se tivesse levado um balde de água fria. Era uma bunda firme e ao mesmo tempo macia, meus dedos afundavam na carne dela e eu brincava como um menino, apertava, esticava e dei umas palmadas nela. _vamos ver de que cor é a calcinha dela_ falei de um jeito brincalhão. Estiquei o short que ela usava e, pra minha surpresa, rasgou mais fácil do que eu pensei, rasgou pela costura do meio, aquele short era praticamente uma rede fina. A bunda dela, ao ser liberada da pressão, parecia ainda maior. _quem diria, a calcinha dela é rosa_ falei enquanto pegava a calcinha dela e puxava pra cima, fazendo ela entrar no meio da bunda. Ela só soltou um gemido de susto, a respiração dela era tão intensa que era o que mais se ouvia naquele quartinho apertado. _você é um atrevido_ ela disse com um tom de irritada _mas como você respondeu certo, não me resta outra opção a não ser deixar você aproveitar sua surpresa_ ela disse enquanto com uma mão afastava a calcinha dela, me deixando de frente pra um close dos lábios inchados e completamente depilados dela e do cu rosinha dela. Eu estava como um cachorro na frente de um pedaço de carne, babava e passava a língua nos lábios, sem dizer uma palavra me ajoelhei e aproximei meu rosto, o cheiro era incrível, um cheiro puramente sexual e safado que aumentou minha tesão pra níveis altíssimos, sentindo aquele cheiro qualquer homem saberia que ela estava implorando pra ter o cu arrombado. Estiquei minha língua e passei por ela Clítoris, depois pela sua vulva inchada e finalmente pelo cu dela, o líquido era levemente salgado e bem viscoso, claro como água. Dona Mariana gemia e mexia os quadris, aproximando eles do meu rosto. Voltei a lamber de baixo pra cima, lambi de novo e lambi de novo. A cada passada, deixava a buceta dela quase livre dos fluidos, mas não demorava nada pra ela se molhar de novo. Os gemidos da minha chefe ficavam mais fortes e ecoavam no depósito. Me concentrei na buceta dela, devagar fui enfiando minha língua, e se eu já achava que por fora ela era quente, por dentro da buceta dela ela tava um forno, literalmente. Ela se apoiou numa caixa de papelão enquanto eu lambia o fundo dela. Num momento, ela puxou meu cabelo, empurrando minha cara contra a buceta dela, a ponta do meu nariz esfregava o cu dela, que se contraía e relaxava. Pra minha surpresa, a buceta dela era bem apertada, e cada vez que eu tirava minha língua, dava pra sentir a buceta dela sugando ela de volta, suave... Parecia uma fonte que nunca seca, minhas bochechas e meu nariz estavam lambuzados com os sucos de Dona Mariana, impregnando um cheiro de sexo no ar. Qualquer um teria adivinhado o que tava rolando só de sentir o cheiro. Comecei a massagear o cu dela com meu polegar, desde o início aquele furinho rosado me atraía, enquanto eu chupava e lambia aquela buceta, meu polegar brincava com o cu dela, já molhado com os fluidos da buceta. Pelo tesão e sem avisar, enfiei meu polegar inteiro no cu dela. Ela deu um grito seco e teve que se segurar como pôde numa prateleira. As pernas dela, antes firmes, agora tremiam e ela rebolava, aproximando o cu da minha cara. _Você é um haaa. Você é haaa, um idiota_ dizia Dona Mariana, tentando não gemer entre cada palavra, enquanto eu enfiava minha língua mais fundo na buceta dela _por favor haaa por haaaa por favor pa haaaa, da próxima vez me avisa haaa_ ela dizia, sem conseguir parar de gemer... Sem dar muita bola, continuei no que tava fazendo, tirei minha língua de entre os lábios dela, tirei meu dedo do cu apertado dela, com Suavidade, chupei o cu dela, quase beijando ele, o cu rosado dela se contraía e dilatava, continuei chupando cada vez mais forte. Quando deixei bem molhado, tentei enfiar minha língua, mas só a pontinha entrava. Fiquei um tempão tentando enfiar a língua toda naquele cu lindo, mas era muito apertado. Como não tinha parado de dedilhar o clitóris dela com uma mão, meus dedos estavam escorrendo os fluidos da minha chefinha, então, de novo sem avisar, enfiei o indicador no cu dela. _Aaai, aaai_ ela disse, mas dessa vez não teve reclamação, até notei que ela abriu um pouco mais as coxas pálidas. Enfiei o indicador da outra mão na buceta dela pra lubrificar e enfiei também no cu dela... Ela, com meus dedos no rabo, gemia e virava por cima do ombro me vendo brincar com os buracos dela, mordia os lábios e os olhos dela diziam: faz o que quiser comigo... Depois de um tempinho brincando com o cu dela, tirei os dedos e o cu dela ficou mais dilatado, aproximei minha boca e dessa vez minha língua entrou inteirinha, perdi a noção do tempo naquele cu, quando finalmente me afastei um pouco daquele cu branco, vi que minha saliva e os sucos da dona Mariana tinham lubrificado as duas nádegas dela, nádegas que já não estavam pálidas, mas vermelhas com marcas dos meus dedos e um cu abrindo e fechando, as coxas dela tremiam e tinham pequenos espasmos... _Você tá gostando?_ minha chefa me pergunta, eu só sorrio e continuo contemplando essa raba perfeita, fico de pé e tento tirar meu cinto, quando ela diz _ai, querido, espera_ Dona Mariana fica de pé e se vira, não tenta arrumar nem por um segundo o cabelo bagunçado dela, o short rasgado que já pendia nas coxas dela nem a calcinha que estava de lado no rabo _não pega na sua roupa com as mãos sujas_ disse com um tom muito safado, me olhou fixamente, segurou minha mão que ainda escorria os fluidos da buceta dela e começou a chupar e lamber dedo por dedo das duas mãos, limpou os próprios líquidos com a língua dela. _Agora é minha vez_ disse me beijando do jeito mais sujo possível possível, enquanto nos comíamos de beijos eu a envolvi com meus braços e massageava as nádegas dela, as coxas e o cu. Ela desceu lentamente pelo meu pescoço até ficar de joelhos, tirou meu cinto e abriu minha calça, baixou minha cueca e meu pau saltou pra fora, ela ficou parada um segundo com o olhar fixo no meu pênis... Continua... deixem seus pontos, por favor...
0 comentários - Jogando com a patroa no depósito II