Cecília 2: Buceta Gostosa

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As imagens são ilustrativas…


Nico sentiu uma mistura de humilhação e tesão brutal enquanto continuava chupando com mais dedicação, movendo a cabeça pra cima e pra baixo e sugando com força.

Cecília era muito mente aberta e tinha pouquíssimos preconceitos, mas custou a sair do espanto ao ver o marido completamente perdido no boquete que estava dando numa travesti.

Camila começou a respirar mais ofegante. A mão dela apertou com mais força o cabelo do Nico e os quadris começaram a empurrar suavemente pra frente.
—Assim, amor… adoro como você chupa minha buceta —disse ela, extasiada de prazer—. Parece que você nasceu pra chupar pau… Chupa melhor que sua mulher.
A Cecília não gostou muito de ouvir aquilo, mas ainda tava cansada demais e sensível pra reclamar.



Cecília 2: Buceta Gostosa

Nico continuou chupando com mais intensidade, sugando a cabeça grossa enquanto movia a língua com dedicação. Desde sempre, o prazer dele estava muito ligado a satisfazer os outros, e as palavras de Camila, longe de ofendê-lo, o excitavam ainda mais. Ele sentia que sua missão naquele momento era extrair até a última gota de porra da pica que tinha na boca.

De repente, Camila soltou um gemido profundo e o pau dela pulsou forte dentro da boca dele. O primeiro jato foi generoso e quente, enchendo a boca dele quase na hora. Nico não soube bem o que fazer e teve que segurar um engasgo. Engoliu como deu, mas não deu conta: o segundo e o terceiro jatos saíram com a mesma força, escapando pelos cantos dos lábios e escorrendo pelo queixo e peito dele. O gosto era forte, levemente salgado e com um toque doce. Camila continuou gozando por mais alguns segundos, se esvaziando completamente na boca de Nico enquanto gemia de prazer.

Quando terminou, ele puxou lentamente a pica de entre os lábios dela, deixando um fio grosso de porra pendurado na boca de Nico. Depois apertou a base da pica e a aproximou pra oferecer as últimas gotas que sobravam. Nico, com total submissão, lambeu tudo sem reclamar.

Camila se levantou e foi pro banheiro sem falar mais nada.

Naquele momento, caiu a ficha de tudo que Nico tinha feito. A realidade bateu forte nele. Ele estava com o pau duro de novo, mas ao mesmo tempo sentia uma mistura de vergonha e tesão. Olhou com um certo medo pra Cecilia, que ainda estava deitada na cama, pelada e com as bochechas coradas.

—Já chega por hoje —disse Cecília com voz suave, mas firme—. Vem cá, me dá um beijo.

Nico se aproximou e beijou ela. Cecilia sentiu claramente o gosto forte da porra da Camila ainda nos lábios e na língua dela. O beijo foi longo, profundo e meio estranho. Nenhum dos dois falou nada sobre isso.

Depois se vestiram em silêncio e partiram de volta pra casa.

Nico tava no volante. Viajaram em silêncio quase todo o caminho, até que a Cecília quebrou o gelo com a voz baixa:
—Você gostou?
—Mais do que eu imaginava —respondeu Nico sem olhar pra ela—. E você?
Cecília demorou uns segundos pra responder.
—Foi… estranho. Sei lá. Tipo, curti sim, mas ainda preciso processar isso.
Quando chegaram em casa, Cecilia largou a bolsa e falou na lata:
—Preciso tomar um banho.
—Me excita sentir o perfume dela ainda no teu corpo —disse Nico, se aproximando.
Cecília parou e encarou ele fixamente.
—O perfume… ou a buceta dela?
Nico ficou quieto por um instante, visivelmente sem graça.
—Não é isso… Pra mim, sexo é tudo uma coisa só. Você também gostou, né?
Cecília soltou um suspiro.
—Foi estranho. Não se ofenda, mas foi você quem pediu… Eu nem sabia que existiam paus daquele tamanho.
(A da Camila não era imensa, mas era claramente mais comprida — pelo menos três centímetros — e bem mais grossa que a do Nico).
—Sim, até maiores —ele admitiu—. Mas não é só a pica… é a situação toda. Poder soltar as inibições, te ver assim…
Ele se aproximou mais dela, com a pica já dura, e encostou ela na coxa da gostosa.
—Você continua me excitando como sempre.
Cecília olhou pra ele por um instante, entre cansada e irritada. Entendeu perfeitamente o que ele queria, mas não tava com humor. Mesmo assim, começou a bater uma pra ele devagar com a mão.
—Ficou bem excitada, vejo… —disse com tom seco—. Mas pra mim, desculpa o francês, minha pussy ficou toda arrebentada. Não tô acostumada a ser aberta assim.
—Adorei ver ele te comendo —murmurou Nico, excitado.
—Me pegou de surpresa te ver chupando ele —respondeu ela, sem conseguir esconder um certo incômodo.
—Quero que a gente volte —disse Nico, quase sem respirar.
—Quando?
—Semana que vem.
Cecília parou a mão por um segundo e olhou nos olhos dele.
—Não sei… Tem que ver se eu me recupero. Hoje quase nem consigo andar direito.
—Adorei ver você gozando com o pau dele dentro de você —insistiu ele, cada vez mais perto do orgasmo—. Me toca mais um pouco… que eu vou gozar.

Cecília acelerou o ritmo da mão, batendo uma punheta pra ele com movimentos mais firmes e rápidos. Nico soltou um gemido baixinho e fechou os olhos, encostando a testa no ombro dela.
—Assim… mais forte — pediu ele com a voz entrecortada.
Cecília obedeceu, mas o tom dela ainda tava carregado de cansaço e um toque de irritação.
—Cê ficou tão excitada assim de me ver sendo comida por ela? —perguntou sem parar de bater uma pra ele—. Porque eu ainda sinto tudo pulsando aqui.
—Sim… —admitiu Nico, respirando ofegante—. Me deixou louco ver sua cara quando eu metia… como você gemia. Nunca tinha te visto assim.

Cecília soltou uma risadinha curta, quase sarcástica.

—Claro, porque nunca tinham me fodido com um pau desse tamanho.


Nico mordeu o lábio. A mistura de humilhação e tesão tava levando ele ao limite.


—Gostei… gostei muito de te ver assim —confessou quase num sussurro—. E também gostei de chupar ela depois.


Cecília parou a mão por um segundo e olhou diretamente nos olhos dele.


—Você gostou de chupar ele? Sério?


Nico assentiu, envergonhado mas excitado demais pra mentir.


—Muito...


Cecília retomou o movimento, agora mais rápido e apertado, quase como se quisesse acabar logo com aquilo.

—Que doido você é… —murmurou—. Primeiro me pede pra comer uma travesti e depois termina chupando ela como se fosse a coisa mais normal do mundo.


Nico começou a ofegar mais forte, as pernas tremiam levemente.


—Tô gozando… não para…


Cecília continuou batendo uma punheta com decisão, sentindo o pau do marido ficar ainda mais duro entre os dedos.


—Vai, termina —disse Cecília em voz baixa e com um tom meio provocador—. Não teve coragem de pedir pra Camila te bater uma punheta?

Já chega. Nico soltou um gemido abafado e gozou com força na mão de Cecilia e no próprio ventre. Vários jatos quentes saíram enquanto seu corpo tremia.
Quando terminou, ficou uns segundos recuperando o fôlego, com a respiração pesada.

Cecília limpou a mão numa camiseta que tava por perto e se jogou de costas na cama, exausta.

—Já foi… —disse com tom definitivo—. Vou dormir. Tô destruída.
Nico se deitou ao lado dela, ainda com o coração batendo forte. Depois levantou e foi ao banheiro. Quando voltou, a Cecília já estava roncando suavemente. Abraçou ela de conchinha e dormiu, mas a cabeça ainda estava a mil.

Durante a semana, a tensão sexual entre eles foi sumindo aos poucos e voltaram ao normal. Na quarta-feira, deram uma trepada tranquila e sem complicações. Na quinta, Cecilia deixou chupar a buceta dela por um bom tempo enquanto Nico se masturbava ajoelhado entre as pernas dela.
Quando ele sentiu que ela estava chegando ao clímax, com a respiração ofegante e as mãos apertando os lençóis, Nico levantou a cabeça e perguntou quase sem fôlego:
—Vamos sábado de novo?
Cecília demorou uns segundos pra responder. Ainda tava com os olhos semicerrados e o corpo tremendo por causa do orgasmo que tava chegando. Abriu a boca, hesitou, e no fim soltou um suspiro.
— Não sei, Nico… — disse com voz cansada —. Gostei, mas… ainda me dá muitas dúvidas. Foi muito intenso. Me senti estranha depois. Não sei se tô pronta pra repetir tão cedo.
Nico não disse nada, só continuou lambendo mais devagar, esperando.
Cecília soltou um gemido quando a língua dele tocou o clitóris dela de novo.
—…É que não sei o que acontece comigo quando tô lá —ela continuou—. Me excita, mas depois fico pensando. E se a gente tá se metendo em algo que não controla? E se muda tudo entre nós?
Ele fez uma pausa longa, respirando ofegante.
—Além disso... a Camila é muito dominante. Gostei, mas me dá um pouco de medo o quão rápido me deixei levar.
Nico ergueu o olhar para ela, com os lábios brilhando de tanto que estavam molhados.
—Só se você quiser —disse em voz baixa—. Não vou te pressionar.
Cecília fechou os olhos por um momento, aproveitando as lambidas da língua dele. Quando estava prestes a gozar de novo, murmurou quase sem pensar:
—…Tá bom. Vamos sábado. Mas dessa vez quero ir mais devagar… e se em algum momento eu me sentir desconfortável, a gente para. Entendeu?
Nico concordou rapidamente, com os olhos brilhando de excitação.
—Entendido.
Cecília soltou um gemido mais forte e gozou na boca dele, apertando a cabeça do Nico contra sua buceta peluda enquanto tremia.

No sábado à noite, voltaram pro apartamento da Camila. Mal abriu a porta, Camila sorriu pra eles com aquele misto de safadeza e confiança que já conheciam.

—Beeeem, voltou meu casalzinho preferido… Tô vendo que se divertiram na semana passada.

Cecília entrou primeiro, mais decidida do que da outra vez. Fechou a porta atrás de Nico e, sem rodeios, olhou Camila bem nos olhos.

—Desta vez quem olha sou eu —disse com voz firme—. Beijem-se.

Nico e Camila se aproximaram. No começo foi um beijo tímido, mas logo ficou mais intenso. As línguas deles se enroscaram enquanto Cecilia observava eles sentada no sofá, de pernas cruzadas.

—Agora chupa ela —ordenou Cecília, olhando para o marido.

Nico se ajoelhou sem reclamar. Puxou a minissaia da Camila pra baixo e tirou a pica dela, que já tava meia dura. Era visivelmente mais grossa e comprida que a dele. Começou a chupar com dedicação, movendo a cabeça pra cima e pra baixo enquanto Camila gemia baixinho e passava a mão no cabelo dele.

Cecilia os observava com atenção, sentindo a buceta ficar molhada. Depois de um tempo, disse com voz decidida:

—Agora você, Camila. Chupa a pica do Nico.
Camila sorriu, ajoelhou-se na frente do Nico e pegou o pau dele entre os lábios. Chupou com habilidade, embora fosse evidente a diferença de tamanho: a rola do Nico cabia inteira na boca dela sem esforço. Nico gemia, mas o olhar dele ia constantemente para a Cecília, buscando a aprovação dela.

Depois de alguns minutos, Cecilia se levantou e se aproximou da cama.

—Camila, fica de quatro —ordenou.

Camila obedeceu, apoiando os joelhos e as mãos na cama, levantando a bunda redonda e firme. Cecília sentou-se ao lado, bem pertinho, e olhou pro marido dela.

—Agora você, Nico. Mete nela.

Nico se posicionou atrás da Camila, colocou uma camisinha que a esposa passou pra ele e, meio nervoso, enfiou o pau dentro dela. Começou a meter com movimentos desajeitados mas cheios de vontade. Cecília observava tudo bem de perto. No fundo, queria ver o marido agindo como um macho, dominando, comendo com força. Queria sentir orgulho dele.

Mas a própria buceta dela já estava encharcada e pulsando de tesão. Só olhar não bastava. Ela queria mais.

Enquanto Nico metia em Camila por trás, Cecília se aproximou ainda mais. Passou a mão na piroca dura de Camila, que pendia pesada e ereta debaixo do corpo dela. Acariciou devagar, sentindo a grossura e o calor. Pegou outra camisinha e colocou na travesti.

Sem dizer nada, deitou-se de costas debaixo da Camila, abriu as pernas e guiou a piroca grossa da travesti até a entrada peluda e molhada dela.

—Mete em mim —sussurrou pra Camila, com a voz carregada de desejo.

Camila sorriu e empurrou devagar. Cecília soltou um gemido longo quando sentiu aquela rola grossa abrindo e preenchendo ela por completo, enquanto Nico continuava bombando a Camila por trás. Os três corpos se moviam em corrente: cada estocada do Nico fazia a rola da Camila entrar mais fundo na Cecília.

Cecília fechou os olhos e se deixou levar, gemendo sem controle.

Nico tava muito tesudo, mas a bunda da Camila já tinha dado muito uso e não apertava a pica dele o suficiente. Isso, paradoxalmente, fez ele durar mais do que esperava. Ele meteu por uns dois minutos num ritmo constante, olhando como a mulher dele recebia a rola grossa da Camila ao mesmo tempo.

Finalmente, com um gemido abafado, Nico gozou dentro da camisinha. As pernas dele tremeram por um instante enquanto esvaziava os ovos. Quando tirou a piroca, o preservativo ficou pendurado na bunda da Camila, meio pra fora e cheio de porra.

Camila nem parou. Continuou fodendo a Cecília com estocadas profundas e firmes, seu pau grosso entrando e saindo daquela buceta ruiva e encharcada.
Cecília gemia cada vez mais alto, com o rosto afundado no travesseiro e a bunda empinada. Sentia perfeitamente como a piroca da Camila a preenchia muito mais do que o Nico jamais tinha feito.

—Ahh… isso… continua… —implorou entre gemidos.

Camila acelerou o ritmo, segurando ela firme pelos quadris. Os gemidos dela ficaram mais roucos e urgentes. Uns minutos depois, soltou um grunhido profundo e enterrou até o fundo.

—Senti, senti, que vou te dar toda a minha porra… —avisou com a voz entrecortada.

Cecília sentiu claramente como a rola da Camila pulsava violentamente dentro dela e como os jatos quentes de porra enchiam a camisinha. Camila continuou metendo mais algumas vezes, se esvaziando por completo enquanto rangia os dentes e tremia.


Quando terminou, ficou uns segundos parada, ainda enterrada na Cecilia, recuperando o fôlego. Devagar, tirou a pica dela, deixando a camisinha bem cheia e pendurada no pau.
Cecília ficou deitada de bruços, respirando ofegante, com a buceta pulsando e as pernas ainda abertas. Ela estava com o rosto vermelho e uma expressão entre satisfeita e sobrecarregada.

Camila saiu devagar de dentro da Cecilia e se jogou ao lado dela na cama, toda suada e respirando ofegante. O pau dela ainda meio duro continuava coberto pela camisinha cheia de porra, e ainda tinha o preservativo do Nico enfiado no cu, pendurado frouxo.

—Vem tirar a camisinha que você deixou em mim —disse Camila, sem ser cruel, mas com um tom claro de exigência e autoridade.

Nico obedeceu na hora. Chegou perto e, com cuidado, tirou a camisinha do cu da Camila. Depois, sem ninguém pedir, também tirou a que tinha usado pra foder a Cecília. As duas camisinhas ficaram na mão dele: uma claramente mais cheia e pesada que a outra.

Foi pro banheiro pra jogar fora, mas antes de chegar parou. Não conseguiu evitar de comparar a diferença na quantidade de porra. A da Camila era visivelmente mais abundante e grossa. Sentiu uma pontada de humilhação e tesão ao mesmo tempo.
Em vez de jogar no lixo, ele deixou escondidos dentro da roupa dela, guardando como um troféu secreto.

Quando voltou pro quarto, Camila e Cecília ainda estavam deitadas na cama, se recuperando. Cecília olhou pra ele com uma mistura de cansaço e curiosidade, enquanto Camila sorria satisfeita, com as pernas levemente abertas.
— Se quiserem, podem ficar mais um tempo… Depois de vocês, minha noite está livre — disse Camila, ainda deitada na cama, suada e relaxada —. Querem beber algo?
Nico olhou para a Cecilia, esperando a opinião dela.
—Como quiser… —respondeu ele.
—Tá bom —aceitou Cecília com um sorriso tímido.
Camila apontou pra porta com a cabeça.

—Vai na esquina, Nico, que tão vendendo cerveja. Traz umas latinhas. A chave tá pendurada do lado da porta.

Nico obedeceu, pegou a chave e saiu. Quando voltou alguns minutos depois com as cervejas geladas, a cena que encontrou o deixou pregado no lugar.

Cecília e Camila continuavam na cama. Cecília estava deitada sobre o corpo de Camila, beijando os peitos dela devagar enquanto acariciava suavemente a piroca, que ainda estava mole e pesada depois do orgasmo.

Nico guardou as cervejas em silêncio na geladeira e ficou de pé, olhando. As duas pareciam estar numa espécie de transe íntimo e tranquilo.

Cecília desceu lentamente pelo torso de Camila até chegar na sua piroca. Começou a brincar com ela do mesmo jeito que brincava com a do Nico quando eram adolescentes: puxava o prepúcio com os dedos, cheirava com curiosidade, e depois passou a língua na cabeça ainda pegajosa, sentindo o gosto residual de porra.

Quando percebeu que o Nico tava olhando pra elas, chamou ele com uma voz suave:

—Vem… chega mais.

Nico se aproximou da cama. Cecília segurou a piroca meio mole da Camila com uma mão e levou até a boca do marido. Sem dizer nada, os dois começaram a chupar ela juntos.

As línguas delas se encontravam em volta do tronco grosso, lambendo e chupando devagar. Cecilia lambia um lado enquanto Nico lambia o outro. Às vezes os lábios delas se roçavam num beijo molhado sobre a cabeça da pica. Camila soltou um suspiro de prazer e acariciou a cabeça das duas, curtindo o trabalho duplo.

Pouco a pouco, a pica da Camila começou a endurecer de novo entre as bocas delas.
Cecília se levantou da cama com determinação e pegou uma cadeira no quarto. Colocou ela perto da cama e olhou pro Nico.

Senta" —ordenou com voz suave, mas firme.

Nico obedeceu e sentou na cadeira, com a pica ainda dura e apontando pra cima. Cecília se aproximou, montou nele de frente e, sem colocar nenhuma camisinha, guiou o pau dela pra dentro da sua buceta peluda e molhada. Ela foi descendo devagar, mas mal sentiu a penetração. A buceta dela tava muito aberta e sensível depois de ter sido fodida pela Camila.

Com um suspiro de frustração, ela se levantou um pouco, pegou a rola do Nico e encostou no cu dela. Apoiou as mãos nos ombros do marido e começou a descer bem devagar.

Nico soltou um gemido quando sentiu o cu apertado envolvendo ele centímetro por centímetro. Cecilia mordeu o lábio e continuou descendo até que a bunda dela engoliu por completo a piroca do marido. Assim que entrou, começou a se mover devagar, subindo e descendo com movimentos controlados.

Camila, que não tinha perdido tempo, se aproximou com o pau já duro e grosso. Parou na frente da Cecília e encostou a cabeça inchada nos lábios dela.

Sem hesitar, Cecília abriu a boca e recebeu. Camila empurrou de leve, enfiando vários centímetros enquanto Cecília gemia em volta da piroca. Agora ela estava completamente cheia: a pica do Nico no cu e a piroca grossa da Camila na boca.

Camila segurou a cabeça dela com as duas mãos e começou a meter na boca dela com movimentos suaves, mas profundos, enquanto Cecilia cavalgava o cu do marido num ritmo cada vez mais acelerado. Os gemidos dela ficavam abafados pela rola que tinha na boca, e o quarto se enchia do som molhado da carne e das respirações pesadas dos três.

Nico, sentado debaixo dela, sentia cada movimento: como o cu da Cecilia apertava em volta do pau dele cada vez que a Camila empurrava mais fundo na garganta dela.


Cecília cavalgava devagarzinho na pica do Nico, sentindo ela encher o cu dela, enquanto chupava com dedicação a rola grossa da Camila. De repente, sem tirar a boca, olhou pro marido e murmurou com voz rouca:

—Vem… me ajuda…

Nico não precisou ouvir duas vezes. Inclinou-se pra frente e colou a boca na de Cecilia. Os dois começaram a chupar juntos a pica da Camila: as línguas se roçavam, se lambiam mutuamente e percorriam o tronco grosso e cheio de veias. Às vezes um sugava a cabeça enquanto o outro lambia os ovos pesados.
Camila gemia de prazer, com uma mão na cabeça de cada um.

—Que lindo que chupam minha buceta, minhas putinhas… —sussurrou excitada—. Olha como elas comem juntas…

Enquanto isso, Cecilia continuava subindo e descendo, enfiando a pijinha do Nico no cu dela. O ritmo ficou mais rápido e desesperado. Os três ofegavam e gemiam em uníssono.

Foi a Camila quem soltou a porra primeiro. Ela soltou um gemido profundo e enfiou o pau até o fundo da boca da Cecilia. Jatos quentes e grossos de leite encheram a garganta dela. Cecilia engoliu o que deu, mas um pouco escapou pelos cantos da boca e caiu no pau que o Nico também tava lambendo.
Quase ao mesmo tempo, Nico sentiu que não aguentava mais. Com um gemido abafado, gozou dentro do cu da mulher, enchendo ela com vários jatos. Cecília, sentindo o marido se esvaziando no rabo dela e com o gosto forte da porra da Camila na boca, teve um orgasmo intenso e trêmulo, apertando com força o cu em volta da pica do Nico.

Os três ficaram parados por alguns segundos, respirando ofegantes, unidos num emaranhado de corpos suados.

Quando tudo acabou, Cecília se levantou devagar. Ao tirar a pica do Nico do cu dela, ele pôde ver claramente um restinho marrom na cabeça do pau e ao redor do prepúcio. Um cheirinho leve de merda chegou no nariz dele. Ele sentiu uma pontada forte de humilhação e nojo misturada com uma excitação doentia.

Cecília, ainda ofegante, olhou pra baixo e percebeu. Sorriu meio sem graça e murmurou:

—Desculpa… tava muito tesuda…

Nico não disse nada. Só ficou olhando pra própria pica suja dele, com o coração batendo forte.


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7 comentários - Cecília 2: Buceta Gostosa

y amigo, no me digas que termino aca el relato!!!
Si me inspiro lo termino hoy
dios largo acabe dos veces joder y no termine de leer
Te Imagino acabando con esa tanguita puesta... que rico!