CAPÍTULO 8Fiquei calado, mas sem parar de chupar e agarrar aquela tetona enorme e carnuda dela!
Mamãe: Você acabou de dizer que sou uma mamãe peituda...! – disse Renata erguendo uma sobrancelha.
Os peitos alugados dela pareciam mais inclinados na direção do rosto dela. Ficavam ainda mais imponentes e suculentos, uma verdadeira vaca leiteira. Dava pra amamentar uma cidade inteira, fácil.
Filho: Não, só falei que são muito grandes pra caralho...! - dizia enquanto continuava chupando ou passando a língua ao redor do mamilão lindo e gostoso dela.
Mamãe: Agora você tá me dizendo que eu tenho umas tetas de vaca? – disse a senhora com leves gemidos pelas chupadas do filho no peito dela. – tão grandes assim?
Filho: Agora que você falou...! Parecem mesmo de uma vaca......! - minhas mãos desceram até os quadris dela, sem parar de chupar. - Ei, mãe, que tal tirar sua camiseta? Não quero que você se machuque. Tá muito apertada aí...!
Mamãe: Acho que você tem razão. – Renata tirou o outro peito pra fora da blusa. Já estava com os dois peitões enormes de fora, a blusa empurrava eles pra cima. Ficou tudo debaixo dos peitos carnudos dela. – É a blusa, gostoso! Kkk – Quando eles já estavam pra fora, ela apertou um peito, saíram gotas de porra, escorrendo pelos dedos dela, nos bicos. Pareciam duas melancias cheias de porra.

Filho: Desculpa, não consigo distinguir bem a roupa das mulheres. - Via aqueles peitões dela saindo da blusa, ela era tão gostosa. - E se você tirasse? - Fiz uma cara de quem tava implorando, tava completamente excitado. Elas eram tão lindas... os peitões dela eram de outro mundo! Tava morrendo de vontade, o corpo dela era divino.
Mamãe: Não sei... querido! - disse enquanto apertava a outra teta enorme, e dessa saiu mais porra, já que tava nova e o Sam ainda não tinha mamado nela.
Na hora que apertou, apontou pro rosto do filho e toda a porra caiu na cara dele. - Ai! Já te respinguei. Haha! É, você tem razão, sou uma vaca leiteira mesmo, hehe!

Filho: Não se preocupa, mãe! - com minha língua, tento lamber tudo que espirrou na minha cara. - você já disse isso, mãe...!
Mamãe: haha! Tanto que cê gosta da minha porra, amor? - Renata começou a se massagear aquelas enormidades de peitos. Com uma mão, mal dava pra segurar toda aquela carne, que escapava entre os dedos dela. - Cê gosta da vaca da sua mãe...!

Nossa, tava babando vendo como minha mãe se tocava nos peitos, ela parecia tão gostosaaa.....! Não acreditava que aqueles peitões enormes já tinham estado na minha boca e ainda vão estar de novo.
Me aproximo dos peitos dela, e ela mesma, com uma mão, levanta a teta enorme dela, e eu começo a lamber e depois a chupar. Sem nenhum controle.
Mamãe: Ai.... filho....! Ah..... am........! - com uma mão segurava a bochecha do filho e com a outra o próprio peito. - uh..... mais devagar.....!
Não conseguia parar, tava no meio dela, os dois cobertos pelo edredom, continuei chupando aquelas tetonas, e a outra eu apertava, parecia a melhor carne do mundo, além do tamanhão que ela tem, não são moles pro tamanho delas, não sei se é por causa da porra que tem dentro, mas são durinhas.
Mamãe: Querido....! Es....pera! Am........! - tento afastar o rosto do filho. - melhor eu tirar a blusa. - e sorriu olhando pro Sam toda gostosa.
Era música pros meus ouvidos ouvir o que ela dizia. Mas eu tinha que ver tudo aquilo, estávamos nas montanhas, tudo pago, mal dava pra enxergar. A gente tinha uma lanterna. Sabia que tinha deixado ela nessa barraca.
E quando ela disse isso, me ajoelhei, óbvio, tirei os cobertores. E procurei rápido a lanterna, tava embaixo de uns travesseiros, peguei ela rápido e acendi, bom que tinha ajuste de luz, coloquei no mais baixo, e ficou muito melhor. Quando mamãe viu o que eu fiz, ela falou.
Mamãe: Nossa! Meu filho não quer perder nenhum detalhe...! Kkkk! - Renata falava com graça, claro, em voz baixa pra ninguém ouvir. Pra isso, começou a tirar a blusa, levantou as mãos com a blusa, e caíram aqueles peitos enormes e pesadões. Até chegaram a escorrer gozo na hora que caíram, de tão pesados e grandões que são.
Filho: elas são tão... pre...ciosas...! A ver...dade, mãe! — falei bem envergonhado, mas falei olhando nos olhos dela.
Mamãe: Obrigada, filho, mas são os peitos da sua mãe, não deviam te parecer "tão gostosos" como você diz, kkkk..! - Renata fez com a mão um gesto de pouquinho. Sem tirar os olhos do filho, olhando bem safada pra ele.
Em segundos percebi que a legging que ela usava ficava transparente com a luz, dava pra ver as coxas grossas dela. Dava até pra ver a calcinha fio dental tentando esconder a buceta linda dela, dava pra ver que tinha pelos, igual uma dona de casa gostosa.

E depois com aquelas tetonas enormes pra fora, ela era tão gostosa, pareciam montanhas de carne, tava me deixando louco. O corpo dela era a tentação em pessoa. Literalmente, meu olhar se perdeu na buceta dela, que o fio dental cobria, parecia tão boa...!
Mamãe: Ei! Querido, não olha pra lá...! - e com a mão levantou o rosto do filho, pra ele olhar pra cara dela. - isso não, melhor olha aqui! - falou enquanto pegava uma teta, amassando ela. - vem se alimentar, meu bebê!

Filho: si.... des...culpa mãe...! - me aproximei, ela mesma abriu as pernas pra eu ficar mais perto, agora sim eu tava entre ela naquela posição clássica de "papai e mamãe".
Mamãe: Você gosta... hmm... muito da minha porra, querido? Auh...! - disse Renata quando Sam já estava desesperado chupando de novo os peitos dela.
Filho: siiiim.......! Eu adoro....! - sem perceber, meu pau já estava raspando na buceta dela.
Mamãe: Então... são seus, meus... pei...tos... quer dizer... meu lei... te amo... Amm... ah...! - geme devagar Renata.
Filho: mamãe…! quero chupar elas pra sempre, até tirar toda a porra…! E não te complicar pra gerar tanta… - continuava chupando as suculentas tetas dela, e começava a meter a pica na buceta dela. Sentia tão gostoso que até raspava com meu pau e ela com a buceta melada.
Mamãe: Querido.... ammm.... tô sentindo uma coisa.... aqui embaixo coçando...... ummm....! - geme a mamãe, sem parar de acariciar a cabeça do Sam, enquanto chupava as tetonas dela.
Filho: Mamãe.... acho que é minha perna. - fui direto com a mão na bunda dela. Apertava e passava a mão.
Mamãe: Tá sentindo..... bem dura a sua.... perna Filho......! Continua.... ahm...... mmmmmm.....! - O que eu tô fazendo... meu filho tá encostando o pau dele em mim, de onde será que saiu, enquanto mama nos meus peitos, e eu tô adorando....! Preciso parar com isso ou vai dar merda. Pensou Renata.
Cada vez que Sam se movia mais, via como balançavam os peitões pesados da mãe dele, via ela abrir a boca pra gemer mas sem fazer barulho, também fechava os olhos em segundos.

Tava chegando no clímax, ou pelo menos era o que Sam pensava — que momento melhor pra dizer que ele podia ajudar ela. Tava tão na pica que ia falar que podia engravidar ela.
Filho: Ei mãe... ouvi o que você tava falando com minha tia... lulu! - continuou com o movimento, já era mais como se a gente tivesse transando semi-nus.
Mamãe: Mmmmm..... o que você ouviu, querido.....! Auh....! Mais devagar, bebê! - disse ela, enquanto mordia os lábios de tanto prazer que sentia com a esfregada que o filhote estava dando nela.
Filho: Eu poderia te ajudar...... a ser..... mãe de novo.....! - eu não acreditava no que estava dizendo, mas já tinha dito.
Mamãe: Ahm... Ai.... mas o que você tá dizendo, meu amor.....!? - disse enquanto deixava o filho continuar mamando nas suas tetonas enormes.
Filho: sim, mãe...! Eu podia te ajudar a ser mãe...! - ele tava muito excitado, já não importava o que ele dissesse.
Mamãe: Mas.... mm.... como assim, meu amor...? Quer que eu volte pro seu pai..? Ah...... ai.... continua.... - dizia toda tesuda, agarrando as costas do filho, como se o abraçasse pra ele continuar enfiando a pica.
Filho: Não... quero dizer... que eu poderia te ajudar com meu sêmen... - já tinha dito, não importava o que acontecesse.
Mamãe: Mas o que você tá dizendo.... ahm.... meu bem, ai.... que delícia que você chupa minhas tetas de vaquinha, amor... ai....! - ela levou as mãos na cabeça do filho, apertando ela com os peitões. - você quer fazer inseminação artificial.... amor....!
Filho: Não... mãe! Isso sai caro... Quer dizer, eu poderia te fazer mãe de novo, já sou grande...! Eu posso te... deixar... bem barriguda...! - a última parte eu falei mais devagar.
Mamãe: mas você tá falando sério, amor? Quer dizer que você quer me penetrar e gozar dentro de mim...? – disse Renata surpresa, ainda sem perder o tesão.
Filho: Sim, mãe, não seria sexo, só enfio e saio... rapidinho, só deixo os espermatozoides... você me encanta...! – falava enquanto encostava mais meu pau na buceta dela, já de forma bem descarada. Era óbvio o que eu tava fazendo com meus movimentos, os peitos dela balançavam pra todo lado. Uma das minhas mãos já tava agarrando aquele rabão dela.

Mamãe: Ah..... mas o que você tá dizendo, amor? Isso é pecado, e é nojento você querer me engravidar, sendo sua mãe....!
Filho: eu faria isso por você, mãe, por favor, me deixa... — falei, puxando meu pau pra fora e encostando ele nos lábios da buceta dela, mesmo com a calça jeans e a calcinha fio dental, sentia minha cabeça tentando abrir espaço entre os lábios, e passava ele por toda a fenda, como se fosse um pincel pintando, agora era eu quem gemia e resfolegava.
Mamãe: Aí... amm..............! - gemendo tentando falar - Mas o que você tá... fazendo...!??? Isso é doentio....! - disse Renata, enquanto Sam primeiro começou a tocar a buceta dela, e depois começou a puxar pra baixo o shortinho com a calcinha fio dental, sentia os pelos pubianos da mãe dele. - mas... o que cê tá fazendo...! Isso seria muito doentio pras pessoas...! Não acredito que tenho um filho tão pervertido, que queira engravidar a própria mãe....! Você é dodói da cabeça! - disse Renata já puta e afastando o filho com força.
Filho: Mãe... desculpa, eu só queria te ajudar. - vi que ela tinha ficado brava de verdade, que porra de cabeça acha que eu podia engravidar minha mãe, tava tão tesudo que foi fácil, me deixei levar pela sensação...! - desculpa, mãe! Só pensei que podia te ajudar... - falei já separado da minha mãe, ainda com minha rola completamente dura, claro que minha mãe tava vendo, ainda mais porque a luz tava acesa.
Mamãe: Nada de desculpas, isso não tá certo, de jeito nenhum eu deixaria você me engravidar...! Cê tá louco ou o quê?! - disse Renata olhando pro filho, via como ele tava com o pau duro. - olha só como cê tá com isso, tava disposto a me penetrar e me engravidar, doente! - disse olhando pro filho. - nunca deixaria você me penetrar.....!
Filho: desculpa...! Só queria ajudar.! - falei guardando minha pica, e abaixando a cabeça bem envergonhado e repreendido. - me desculpa de verdade, mãe, é que por você eu faria de tudo, achei que nisso podia ajudar.
Mamãe: Já chega, não quero falar sobre isso...! Tô furiosa! — disse enquanto vestia a blusa de novo. — É melhor você ir dormir com sua tia, depois do que acabou de me propor, não me sinto bem com você aqui, ainda mais com isso tudo duro. — disse apontando para a barraca do Sam.
Porra, eu tinha cagado tudo de vez, não sei como consegui falar aquilo enquanto chupava os peitos dela, devia ser numa conversa muito séria. Agora já tava perdendo toda a confiança que ela tava me dando.
Filho: de novo, desculpa, mãe. – falei pegando a lanterna, pra já sair da barraca.
Mamãe: E amanhã em casa a gente vai conversar sobre isso, por que você propõe uma coisa dessas, que cabeça doente você tem...! E eu vou te castigar...! Hein...! - disse ela enquanto franzia as sobrancelhas. - Até amanhã, seu menino pervertido.
................
Saí da barraca e fiquei pensando antes de entrar na casa da minha tia, me sentindo completamente arrependido — como pude propor uma coisa dessas? Tava tão na pica que nem percebi. Talvez a relação com minha mãe tivesse se quebrado por eu ter sugerido algo assim, e capaz que ela me mande pra casa do meu pai. Umas 15 minutos se passaram e eu fui pra barraca da minha tia Lourdes.
Treinando, perdi o susto que tinha levado com minha mãe, já que treinando com minha tia, ela tava com meio rabão pelado, por cima dava pra ver que não tinha nada, tava de costas e dava pra ver umas bundonas. Pareciam enormes e gordas. E não dava pra ver que ela tava de sutiã.

Enfiei rápido e fechei o zíper da porta, na mesma hora, dei uma apertada na bunda gorda dela, e abraçando ela, falei no ouvido.
Filho: Tia, cheguei...! — e começou a beijar o pescoço dela. Acho que minha tia já estava meio dormindo. Depois da merda que fiz com minha mãe, pelo menos hoje eu ia dormir abraçado com essa mulher tão gostosa quanto minha mãe, e o mais erótico é que é minha tia, irmã da minha mãe.
Meu pau começou a crescer de novo, ainda mais sentindo aquelas bundonas enormes e gostosas.
Lulú: Pensei que não ia mais vir, sobrinho...! — disse ronronando. — Pensei que não queria entrar. — falou, levando a mão do sobrinho até a buceta dela. — Olha só como me deixou...! Ela tá te esperando...! Hum...!
CONTINUA
BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT. NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.
JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS REMOVERAM OS CAPÍTULOS DE AMAMENTAÇÃO E SCORT.
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E o cronograma deste mês tá público. Tem dois níveis, diamante e platina.
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