outro capítulo dessa história
Seguimos arrumando nossa casa.
Espero que vocês curtam muito.
OBRIGADO POR ME LER
POR COMENTAR
E PELOS PONTOS
Na segunda-feira, meu velho me ligou e passou o contato do pedreiro dele, que fui ver quando saí do trabalho. Na terça, ele ia dar uma olhada no que a gente queria fazer e me passar o orçamento. Se o encanador já tinha me parecido desagradável, o Juan era intragável. Pensar que aquele cara desleixado e vulgar ia botar a mão na minha mina me fazia sentir um verdadeiro perdedor. Qualquer zé-ninguém podia comer a minha namorada, isso me fazia sentir o homem mais frouxo do mundo inteiro. Tava convencido de que a Anita nem ia conseguir olhar pra ele, e falei do meu jeito quando cheguei em casa.
Amor, amanhã vem o Juan, o pedreiro, pra ver o trabalho que a gente quer fazer.
Ana: Nossa, amor, pensei que isso ia ser semana que vem. Tô muito cansada ainda, espero que você atenda ele.
Não, bebê, a gente vai atender ele junto. Mas não se empolga muito, a verdade é que escolhi ele bem direitinho.
Ana: Não entendi, o que cê quer dizer com isso, corno?
Que tenho certeza que você não encosta no Juan nem a pau.
Ana: Mas ainda não entendi, será que você não quer mais chifrinhos?
A verdade é que nunca quis, mas fazer o quê, você me colocou eles e depois entendi por que fez isso.
Ana: E então, por que cê acha que coloquei?
Porque com o que eu tenho, você nem sente cócegas.
Ana: Não, corno, não é por isso. Você me empurrou a te fazer cada dia mais corno, me incentivava a me vestir como uma puta, te excita que outros homens me desejem, que fiquem olhando minha bunda e até que dance com alguns na sua frente. Você sempre quis ser corno, não me dizia, mas bem que dava a entender. E além disso, quando a gente transa, você se encarrega de me deixar bem molhada, goza tão rápido que mal sinto e me deixa com uma vontade danada de ser bem comida.
E por isso você comeu meu velho, meu primo e o amigo dele, e meu tio.
Ana: Claro que foi por isso. Além disso, percebi que assim você me faz gozar de verdade.
Como assim?
Ana: Te excita tanto pensar que um cara qualquer me comeu que você curte pra caralho. Quando você me beija... com a porra do teu primo foi a melhor coisa, tu não queria que eu parasse de te beijar e nem me fala quando tu tava chupando a porra do teu tio que tinha deixado em mim usa a palavra: pussy, céu, isso tu adora
Sim, sim, é verdade, eu sei que a minha não te faz feliz e tu é muito feliz não só com a dos outros, tenho certeza que fazendo isso eu te faço mais feliz que eles
Ana e nem te conto o que seria fazer isso contigo love, que seja você quem me entregue pra outro macho
Por enquanto não tenho coragem pra tanto, mas tenho certeza que no Juan tu nem encosta
Ana, tu tá me desafiando?
Não love, pelo contrário
Ana, tu é tão bobinha céu. Quem escolheu ele? Por que cê acha que fez isso? Porque ele trabalha bem bebê?
Ah, a puta que pariu, meu velho que escolheu, que idiota, deve ter um dick
Ana love, se tu quer que não aconteça nada de verdade então não vai acontecer
Tá bem love, melhor que não aconteça nada céu
No outro dia o Juan veio, a Anita tava vestida como uma dona de casa, bem discreta e só se apresentou como minha mulher, mostrei pro Juan o que a gente queria fazer e depois disso ele me passou a lista de materiais que eu tinha que comprar e claro também o preço da mão de obra dele, não era algo impagável já que incluía o ajudante dele, eu disse que sim e combinamos que na quarta-feira ele começaria a trabalhar, comprei os materiais que meu velho pagou e quando voltei pra casa à noite eles já estavam lá
Ana, a verdade é que tu tem razão, mas tu viu como ele me olhou? Não tirava os olhos de mim céu
Sério? Mas se tu não tava nada gostosa
Ana, alguma coisa teu velho deve ter dito love, de verdade tu não viu como ele me comia com o olhar céu, eu não quero que aconteça nada mas vai ser difícil bebê, tenho certeza que isso vai rolar
E bom, se vai rolar é porque tu quer que role
Ana, juro que eu não quero céu, mas tu já sabe como é isso, só te prometo que vou resistir
Por mais que tu resista, ele vai te vencer
Ana, tu sabe o que acontece se ele me vencer bebê, vou embora a se transformar no depósito de sêmen dele e isso te excita, não é verdade? Te excita muito que sua namoradinha seja o depósito de sêmen de outro macho e que ele se torne o dono dela, não minta pra mim, amor, olha como seu pintinho ficou, love.
Sim, meu love, me excita e muito, por favor, faz uma punheta pra mim.
Ana fez com a boca e depois me deu um beijão, realizei o desejo dela, o desejo dela era que eu tomasse toda a minha própria porra e depois chupasse bem a buceta dela, coisa que fiz. Sabia que tudo isso ia acabar muito mal, Juan ia comer ela, transformaria minha namoradinha na puta dele durante todos os dias que trabalhasse em casa. Pensar em como ele ia detonar ela me enlouquecia e eu morria de vontade de ver como ele a destruía. Sonhei com isso a noite toda, de manhã preparei o café da manhã e tomamos juntos.
Love, assim vestida você tá pedindo.
Ana: Ai, bebê, o que foi? Não gostou dessa calcinha?
Sim, bebê, adoro, mas dá pra ver toda a fio dental e um macho como Juan não perdoa isso.
Ana: Ai, não fala isso, bebê, o que tem a ver como eu me visto? Tô na minha casa, mas tudo bem, se não gostou, troco agora.
Não, não, tá tudo bem, bebê.
Ana: O que tá tudo bem? Que eu esteja vestida assim ou que Juan me parta ao meio como uma puta?
As duas coisas, céu.
Ana: Já te falei, não vou ser a puta daquele preto.
Saí de casa sabendo que a Anita ia perder e quando chegasse à noite a encontraria completamente destruída por aquela besta. Será que ele seria capaz de comer ela na nossa cama? Não achava que chegaria a tanto, nossa cama deveria ser sagrada, mas se ele fizesse lá, seria perder minha posição de homem da casa, isso seria como perder a cabeceira da mesa, esses são os lugares sagrados de todo macho, ou melhor, do verdadeiro homem da casa. Perder isso não me irritava, pelo contrário, ao pensar nisso meu pintinho ficava duro, e se realmente usassem minha cama, supunha que pelo menos minha namorada trocaria os lençóis pra eu não sentir o cheiro de macho e muito menos me deitar sobre a porra seca dele. embora, como um bom cuck, eu consentisse que ela fosse usada pelo tal de macho alfa, e o macho alfa é muito dominante, justamente por isso eu não queria estar presente quando ele estivesse em casa. Tinha certeza de que ele me dominaria à vontade e me mostraria o que realmente sou: um perdedor, coisa que sempre fui destinado a ser. Não conseguia tirar da cabeça a imagem do Juan sendo um vitorioso vencedor, me submetendo aos caprichos mais sórdidos dele. Raramente, só de pensar nisso, eu gozava nas calças. Cheguei em casa com medo do que encontraria. Será que o Juan estaria em casa? Com certeza ele tinha trazido o ajudante dele. Seria outro grande macho alfa? Enquanto viajava, não parava de pensar na minha pobre Anita. Será que o Juan já tinha derrotado ela e os dois já tinham comido ela? Como será que deixaram minha namoradinha? Esses pensamentos que consumiam minha cabeça me excitavam tanto que me faziam explodir de ansiedade. E quando cheguei em casa, nada disso tinha acontecido. A Anita estava terminando de cozinhar como se nada tivesse acontecido, parecia bem relaxada. Eu a cumprimentei e fui pro quarto me sentir confortável. Devo dizer, não era o que eu esperava encontrar. E enquanto jantávamos, tivemos uma longa conversa.
— E como foi seu dia hoje?
— Ana: Tudo bem, amor. O Juan chegou com o Ricardo, o ajudante dele. Entraram com todos os materiais e começaram a trabalhar. Passaram o dia inteiro cavando valas. A verdade é que eles são muito fortes, bebê. Eu pensei que não seriam tão fortes, mas enfim. Segundo eles, amanhã fazem não sei o quê, e depois de amanhã já começam a fazer as paredes.
— Então se comportaram bem?
— Ana: Sim, amor, muito bem. Em casa, só estiveram quando eu chamei pra comer.
— E não aconteceu nada, então?
— Ana: Não, bebê. Viu que nem todo mundo morre de vontade de me comer, por mais que eu esteja vestida de puta, como você diz que eu estava hoje.
— Sim, minha vida, você tem razão.
— Ana: Por isso amanhã vou me vestir mais confortável, do jeito que eu gosto.
— Vai provocar eles pra te partirem ao meio entre os dois?
— Ana: Se é isso que você quer, claro. que se ela bebe
Se não me engano, você me disse que não queria saber de nada com o Juan e que ia resistir se ele tentasse alguma coisa
Ana sim, love, mas por enquanto ele não tentou
Não podia acreditar que o Juan não tentou nada com a puta da minha namorada, talvez no dia seguinte eu não perdoasse ela, e a Anita com seu vestidinho me mostrava que tinha mudado de ideia. Naquela noite perguntei de novo
Love, tudo bem?
Ana sim, bebe, fica tranquilo, corno manso, nem o Juan nem o Ricardo tentaram nada, claro que eu fiquei longe dos dois
E por que, bebe?
Ana te falei que ia resistir e parece que tá dando resultado, sim. Hoje vi o Juan mijando, ele não percebeu, fui bem discreta
E como é que vem, love?
Ana pelo que vi, enorme, tá no nível do seu pai e olha que vi de longe
Pensa bem então, com isso não se brinca
Ana claro que não se brinca, corno, tenho certeza que me arrebenta
Por isso mesmo te digo, com certeza vai doer pra caralho
Ana não dói tanto não, céu, você não sabe como é bom quando uma coisa dessas vai entrando no seu cu, você não quer que pare de entrar, céu. Você devia experimentar uma vez, e se não gostar, não faz mais, mas tenho certeza que vai gostar muito. Lembra que você não é só um corno manso, também é um perdedor
Sim, isso eu já sei, bebe
Ana e você gosta pra caralho disso tudo, só que tem muito medo
Tenho pânico, bebe
Já tinha certeza que a Anita ia perder, iam comer ela pior do que os pedreiros comeram, era só questão de tempo. Em casa tava tudo normal
Afinal é verdade que você tá resistindo
Ana não, love, não preciso. Nenhum dos dois tenta nada, verdade, não sei o que tá rolando
E como tão indo com o quincho?
Ana com isso tão indo rápido, amanhã já colocam o telhado
Eles dois sozinhos?
Ana não, love, vêm mais dois, já me avisaram, céu
E com a vontade que você tem de transar, vão te comer os quatro, amorzinho
Ana ai, bebe É que não quero resistir, não aguento mais, bebê. Você não sabe as picas que eles têm e os filhos da puta me fazem querer. Vou ter que fazer alguma coisa.
Faz isso, bebê, faz e depois me conta.
Ana, sério, amanhã você tem que trabalhar? Quatro caras é demais pra mim sozinha. Por que você não fica e me ajuda?
Ah, não, bebê, tenho medo de que, se eu ficar, eles me comam também.
Ana, e se, meu céu? Você sabe que um dia isso vai acontecer.
Melhor não, bebê, tenho muito medo de que doa.
Ana, não, bebê, juro que não vai doer. Talvez um pouquinho, mas no final você vai sentir o mesmo que eu sinto. Não é isso que você tanto quer?
Sim, bebê, mas agora não.
Naquela noite, a Anita chupou minha rola e me fez gozar como nunca, dizendo como era bom chupar uma rola e receber o gozo do macho na boca, mostrar como engole tudo e depois se entregar pra que o macho só desse prazer. A gente deitou, e ela me virou de bruços, disse que ia chupar minha bunda. Sentir a língua dela brincando com meu buraquinho me esquentava demais, e quando tava no melhor, a Anita enfiou um dedo dela até o fundo e começou um vai e vem tremendo. Doeu muito pouco, mas me deu um prazer imenso. Minha namorada tava arrombando meu cu, e eu deixava. Comecei a gemer, e aí ela enfiou dois, depois três, e sem perceber eu pedia mais. Anita não parou até enfiar os quatro dedos, e enquanto me comia, meu pau ficou duro como nunca e eu gozei de novo. Ela parou de me comer, tirou os dedos do meu cu arrombado e me abraçou.
Ana, viu, bebê? Viu como você gostou?
Sim, meu amor, já sinto que tô com o cu arrombado.
Ana, amanhã não vai trabalhar, amor. Você vai se divertir muito mais.
Seguimos arrumando nossa casa.
Espero que vocês curtam muito.
OBRIGADO POR ME LER
POR COMENTAR
E PELOS PONTOS
Na segunda-feira, meu velho me ligou e passou o contato do pedreiro dele, que fui ver quando saí do trabalho. Na terça, ele ia dar uma olhada no que a gente queria fazer e me passar o orçamento. Se o encanador já tinha me parecido desagradável, o Juan era intragável. Pensar que aquele cara desleixado e vulgar ia botar a mão na minha mina me fazia sentir um verdadeiro perdedor. Qualquer zé-ninguém podia comer a minha namorada, isso me fazia sentir o homem mais frouxo do mundo inteiro. Tava convencido de que a Anita nem ia conseguir olhar pra ele, e falei do meu jeito quando cheguei em casa.
Amor, amanhã vem o Juan, o pedreiro, pra ver o trabalho que a gente quer fazer.
Ana: Nossa, amor, pensei que isso ia ser semana que vem. Tô muito cansada ainda, espero que você atenda ele.
Não, bebê, a gente vai atender ele junto. Mas não se empolga muito, a verdade é que escolhi ele bem direitinho.
Ana: Não entendi, o que cê quer dizer com isso, corno?
Que tenho certeza que você não encosta no Juan nem a pau.
Ana: Mas ainda não entendi, será que você não quer mais chifrinhos?
A verdade é que nunca quis, mas fazer o quê, você me colocou eles e depois entendi por que fez isso.
Ana: E então, por que cê acha que coloquei?
Porque com o que eu tenho, você nem sente cócegas.
Ana: Não, corno, não é por isso. Você me empurrou a te fazer cada dia mais corno, me incentivava a me vestir como uma puta, te excita que outros homens me desejem, que fiquem olhando minha bunda e até que dance com alguns na sua frente. Você sempre quis ser corno, não me dizia, mas bem que dava a entender. E além disso, quando a gente transa, você se encarrega de me deixar bem molhada, goza tão rápido que mal sinto e me deixa com uma vontade danada de ser bem comida.
E por isso você comeu meu velho, meu primo e o amigo dele, e meu tio.
Ana: Claro que foi por isso. Além disso, percebi que assim você me faz gozar de verdade.
Como assim?
Ana: Te excita tanto pensar que um cara qualquer me comeu que você curte pra caralho. Quando você me beija... com a porra do teu primo foi a melhor coisa, tu não queria que eu parasse de te beijar e nem me fala quando tu tava chupando a porra do teu tio que tinha deixado em mim usa a palavra: pussy, céu, isso tu adora
Sim, sim, é verdade, eu sei que a minha não te faz feliz e tu é muito feliz não só com a dos outros, tenho certeza que fazendo isso eu te faço mais feliz que eles
Ana e nem te conto o que seria fazer isso contigo love, que seja você quem me entregue pra outro macho
Por enquanto não tenho coragem pra tanto, mas tenho certeza que no Juan tu nem encosta
Ana, tu tá me desafiando?
Não love, pelo contrário
Ana, tu é tão bobinha céu. Quem escolheu ele? Por que cê acha que fez isso? Porque ele trabalha bem bebê?
Ah, a puta que pariu, meu velho que escolheu, que idiota, deve ter um dick
Ana love, se tu quer que não aconteça nada de verdade então não vai acontecer
Tá bem love, melhor que não aconteça nada céu
No outro dia o Juan veio, a Anita tava vestida como uma dona de casa, bem discreta e só se apresentou como minha mulher, mostrei pro Juan o que a gente queria fazer e depois disso ele me passou a lista de materiais que eu tinha que comprar e claro também o preço da mão de obra dele, não era algo impagável já que incluía o ajudante dele, eu disse que sim e combinamos que na quarta-feira ele começaria a trabalhar, comprei os materiais que meu velho pagou e quando voltei pra casa à noite eles já estavam lá
Ana, a verdade é que tu tem razão, mas tu viu como ele me olhou? Não tirava os olhos de mim céu
Sério? Mas se tu não tava nada gostosa
Ana, alguma coisa teu velho deve ter dito love, de verdade tu não viu como ele me comia com o olhar céu, eu não quero que aconteça nada mas vai ser difícil bebê, tenho certeza que isso vai rolar
E bom, se vai rolar é porque tu quer que role
Ana, juro que eu não quero céu, mas tu já sabe como é isso, só te prometo que vou resistir
Por mais que tu resista, ele vai te vencer
Ana, tu sabe o que acontece se ele me vencer bebê, vou embora a se transformar no depósito de sêmen dele e isso te excita, não é verdade? Te excita muito que sua namoradinha seja o depósito de sêmen de outro macho e que ele se torne o dono dela, não minta pra mim, amor, olha como seu pintinho ficou, love.
Sim, meu love, me excita e muito, por favor, faz uma punheta pra mim.
Ana fez com a boca e depois me deu um beijão, realizei o desejo dela, o desejo dela era que eu tomasse toda a minha própria porra e depois chupasse bem a buceta dela, coisa que fiz. Sabia que tudo isso ia acabar muito mal, Juan ia comer ela, transformaria minha namoradinha na puta dele durante todos os dias que trabalhasse em casa. Pensar em como ele ia detonar ela me enlouquecia e eu morria de vontade de ver como ele a destruía. Sonhei com isso a noite toda, de manhã preparei o café da manhã e tomamos juntos.
Love, assim vestida você tá pedindo.
Ana: Ai, bebê, o que foi? Não gostou dessa calcinha?
Sim, bebê, adoro, mas dá pra ver toda a fio dental e um macho como Juan não perdoa isso.
Ana: Ai, não fala isso, bebê, o que tem a ver como eu me visto? Tô na minha casa, mas tudo bem, se não gostou, troco agora.
Não, não, tá tudo bem, bebê.
Ana: O que tá tudo bem? Que eu esteja vestida assim ou que Juan me parta ao meio como uma puta?
As duas coisas, céu.
Ana: Já te falei, não vou ser a puta daquele preto.
Saí de casa sabendo que a Anita ia perder e quando chegasse à noite a encontraria completamente destruída por aquela besta. Será que ele seria capaz de comer ela na nossa cama? Não achava que chegaria a tanto, nossa cama deveria ser sagrada, mas se ele fizesse lá, seria perder minha posição de homem da casa, isso seria como perder a cabeceira da mesa, esses são os lugares sagrados de todo macho, ou melhor, do verdadeiro homem da casa. Perder isso não me irritava, pelo contrário, ao pensar nisso meu pintinho ficava duro, e se realmente usassem minha cama, supunha que pelo menos minha namorada trocaria os lençóis pra eu não sentir o cheiro de macho e muito menos me deitar sobre a porra seca dele. embora, como um bom cuck, eu consentisse que ela fosse usada pelo tal de macho alfa, e o macho alfa é muito dominante, justamente por isso eu não queria estar presente quando ele estivesse em casa. Tinha certeza de que ele me dominaria à vontade e me mostraria o que realmente sou: um perdedor, coisa que sempre fui destinado a ser. Não conseguia tirar da cabeça a imagem do Juan sendo um vitorioso vencedor, me submetendo aos caprichos mais sórdidos dele. Raramente, só de pensar nisso, eu gozava nas calças. Cheguei em casa com medo do que encontraria. Será que o Juan estaria em casa? Com certeza ele tinha trazido o ajudante dele. Seria outro grande macho alfa? Enquanto viajava, não parava de pensar na minha pobre Anita. Será que o Juan já tinha derrotado ela e os dois já tinham comido ela? Como será que deixaram minha namoradinha? Esses pensamentos que consumiam minha cabeça me excitavam tanto que me faziam explodir de ansiedade. E quando cheguei em casa, nada disso tinha acontecido. A Anita estava terminando de cozinhar como se nada tivesse acontecido, parecia bem relaxada. Eu a cumprimentei e fui pro quarto me sentir confortável. Devo dizer, não era o que eu esperava encontrar. E enquanto jantávamos, tivemos uma longa conversa.
— E como foi seu dia hoje?
— Ana: Tudo bem, amor. O Juan chegou com o Ricardo, o ajudante dele. Entraram com todos os materiais e começaram a trabalhar. Passaram o dia inteiro cavando valas. A verdade é que eles são muito fortes, bebê. Eu pensei que não seriam tão fortes, mas enfim. Segundo eles, amanhã fazem não sei o quê, e depois de amanhã já começam a fazer as paredes.
— Então se comportaram bem?
— Ana: Sim, amor, muito bem. Em casa, só estiveram quando eu chamei pra comer.
— E não aconteceu nada, então?
— Ana: Não, bebê. Viu que nem todo mundo morre de vontade de me comer, por mais que eu esteja vestida de puta, como você diz que eu estava hoje.
— Sim, minha vida, você tem razão.
— Ana: Por isso amanhã vou me vestir mais confortável, do jeito que eu gosto.
— Vai provocar eles pra te partirem ao meio entre os dois?
— Ana: Se é isso que você quer, claro. que se ela bebe
Se não me engano, você me disse que não queria saber de nada com o Juan e que ia resistir se ele tentasse alguma coisa
Ana sim, love, mas por enquanto ele não tentou
Não podia acreditar que o Juan não tentou nada com a puta da minha namorada, talvez no dia seguinte eu não perdoasse ela, e a Anita com seu vestidinho me mostrava que tinha mudado de ideia. Naquela noite perguntei de novo
Love, tudo bem?
Ana sim, bebe, fica tranquilo, corno manso, nem o Juan nem o Ricardo tentaram nada, claro que eu fiquei longe dos dois
E por que, bebe?
Ana te falei que ia resistir e parece que tá dando resultado, sim. Hoje vi o Juan mijando, ele não percebeu, fui bem discreta
E como é que vem, love?
Ana pelo que vi, enorme, tá no nível do seu pai e olha que vi de longe
Pensa bem então, com isso não se brinca
Ana claro que não se brinca, corno, tenho certeza que me arrebenta
Por isso mesmo te digo, com certeza vai doer pra caralho
Ana não dói tanto não, céu, você não sabe como é bom quando uma coisa dessas vai entrando no seu cu, você não quer que pare de entrar, céu. Você devia experimentar uma vez, e se não gostar, não faz mais, mas tenho certeza que vai gostar muito. Lembra que você não é só um corno manso, também é um perdedor
Sim, isso eu já sei, bebe
Ana e você gosta pra caralho disso tudo, só que tem muito medo
Tenho pânico, bebe
Já tinha certeza que a Anita ia perder, iam comer ela pior do que os pedreiros comeram, era só questão de tempo. Em casa tava tudo normal
Afinal é verdade que você tá resistindo
Ana não, love, não preciso. Nenhum dos dois tenta nada, verdade, não sei o que tá rolando
E como tão indo com o quincho?
Ana com isso tão indo rápido, amanhã já colocam o telhado
Eles dois sozinhos?
Ana não, love, vêm mais dois, já me avisaram, céu
E com a vontade que você tem de transar, vão te comer os quatro, amorzinho
Ana ai, bebe É que não quero resistir, não aguento mais, bebê. Você não sabe as picas que eles têm e os filhos da puta me fazem querer. Vou ter que fazer alguma coisa.
Faz isso, bebê, faz e depois me conta.
Ana, sério, amanhã você tem que trabalhar? Quatro caras é demais pra mim sozinha. Por que você não fica e me ajuda?
Ah, não, bebê, tenho medo de que, se eu ficar, eles me comam também.
Ana, e se, meu céu? Você sabe que um dia isso vai acontecer.
Melhor não, bebê, tenho muito medo de que doa.
Ana, não, bebê, juro que não vai doer. Talvez um pouquinho, mas no final você vai sentir o mesmo que eu sinto. Não é isso que você tanto quer?
Sim, bebê, mas agora não.
Naquela noite, a Anita chupou minha rola e me fez gozar como nunca, dizendo como era bom chupar uma rola e receber o gozo do macho na boca, mostrar como engole tudo e depois se entregar pra que o macho só desse prazer. A gente deitou, e ela me virou de bruços, disse que ia chupar minha bunda. Sentir a língua dela brincando com meu buraquinho me esquentava demais, e quando tava no melhor, a Anita enfiou um dedo dela até o fundo e começou um vai e vem tremendo. Doeu muito pouco, mas me deu um prazer imenso. Minha namorada tava arrombando meu cu, e eu deixava. Comecei a gemer, e aí ela enfiou dois, depois três, e sem perceber eu pedia mais. Anita não parou até enfiar os quatro dedos, e enquanto me comia, meu pau ficou duro como nunca e eu gozei de novo. Ela parou de me comer, tirou os dedos do meu cu arrombado e me abraçou.
Ana, viu, bebê? Viu como você gostou?
Sim, meu amor, já sinto que tô com o cu arrombado.
Ana, amanhã não vai trabalhar, amor. Você vai se divertir muito mais.
3 comentários - Albañiles Gostosos