Gostosa do quiosque 30

No dia seguinte era sexta-feira, eu entrava no trabalho da tarde/noite até o outro dia ao meio-dia ou um pouco mais, dependendo do que precisava ser feito. O celular tocou.

L: Oi, você vai estar em casa hoje à tarde?

Ela foi direta, queria o que eu tinha negado a ela no dia anterior.

Eu: Oi, eu trabalho hoje à tarde. Por quê?
L: Queria passar aí pra te ver um pouco, o fim de semana fica muito complicado pra mim, acho que não vou conseguir escapar.
Eu: Você não escapa, o otário do seu marido sabe que você vem pra ser fodida.
L: Chega, não seja mau, não fale assim com ela. Bom, sim, ela sabe. Que pena, só na próxima semana então vamos poder nos ver.
Eu: Com certeza, segunda ou terça talvez, não lembro qual dia eu tô livre.
L: Não dá pra passar um tempinho antes de você ir trabalhar? 10 ou 15 minutos pelo menos.

O que eu tinha feito tinha funcionado, eu estava louca pra dar uma fudida, nem que fosse só um pouco.

Eu: Olha, tô vendo que tá difícil, tô fazendo mil coisas. Vou tentar me apressar pra conseguir passar, mas não te garanto nada.

A verdade é que eu tava largado no sofá vendo TV, não era que eu não tava afim de passar na casa dela, mas eu sabia que quanto mais a espera se arrastasse, mais puta ela ia ficar e, além do mais, se eu precisasse relaxar um pouco, podia pedir pra Ingrid no trabalho de boa.

L: Coloquei uma calcinha fio dental linda pra você, caso você venha. Te espero, beijos. Essa mensagem veio junto com uma foto.
Eu: É assim que eu gosto, beijos.

Não disse se ficava bem, mal ou se ela parecia uma puta, sei que ela esperava e que eu estava com vontade de dizer que me dá uma vontade terrível de arrebentar a bunda dela, mas me segurei.

Fui pro trabalho, a noite tava meio agitada e quase não tinha pessoal na base, lá pela madrugada a Ingrid voltou com o grupo dela. Tinha começado a chover e uma tempestade tava se aproximando, não dei muita bola mas ela tava me olhando pra caramba. Quase todo mundo foi dormir, são moleques que trabalham até 2 dias seguidos às vezes. Quando tava tudo calmo, a Ingrid me mandou uma mensagem.

Estou sozinha acordada, quer companhia?
Eu: Vem, então. Tô cheia de trabalho, acho que não vou poder conversar muito, mas se não se importa, vem.
I: Só de estar aqui com você já me satisfaz, trouxe mate?
Eu: Vai lá, seria bom pra mim.

Ele bateu na porta e entrou, me cumprimentou com um beijo na bochecha, tomamos mate, e depois de um tempo comecei a notar que ela estava meio nervosa, como se quisesse dizer ou fazer alguma coisa mas não se animava. Olhei pra ela algumas vezes pra ver se ela falava, mas nada.

Eu: Tem algo de errado?
I: Não, por quê?
Eu: Sei lá, tô te achando estranha.
Queria te fazer uma pergunta.
Eu: Fala aí, eu disse. Deixei o teclado de lado e girei a cadeira pra encarar ela.
Gostou do que te mandei no outro dia?
Eu: Sim, muito. Adoro quando você me manda fotos.
E aí... você já sabe
Eu: Não sei do que você tá falando.
Se te ajudaram, para te tocar.
Eu: Sim, fiz uma punheta terrível.
Que bom que pude te ajudar.
Você me fez acordar e meu pau ficou duro. Olha, toca aqui.

Agarrei sua mão e a apoiei no meu pau, ela apertou um pouco dizendo "Uff" e massageou por cima da calça. "Vem, chega mais" - arrumei minha cadeira novamente de frente para o computador para continuar trabalhando. Ela não entendeu, mas se aproximou e com um gesto que fiz com a cabeça indicando meu pau, disse: "Cuida disso, tenho que continuar trabalhando".

Ela entrou no modo putinha submissa do nada e começou a massagear por cima da calça. Eu continuei fazendo meu trabalho, só focado nisso, nem olhava nem falava com ela. Ela não existia pra mim, eu tratava ela como se fosse só uma mão dando prazer pro meu pau.

O que mais você precisa que eu faça?
Eu: Eu disse pra você cuidar disso, não ficar perguntando.

Ela tentou se abaixar na minha frente, mas não conseguia entrar embaixo da escrivaninha, e eu também não me mexi. Ela se levantou e ficou em pé na frente da mesa, se agachou e veio de quatro até a minha virilha. Ela teve dificuldade para tirá-la, e eu quase não mexia nem ajudava. Eu a ouvia lutando e dizendo: "Quero pau, preciso chupar". Até que ela conseguiu e colocou na boca. Eu me segurei para não fazer careta, nem gemer, e nem dizer uma palavra, mas estava adorando.

Eu estava curtindo tanto que não conseguia me concentrar no trabalho, mas queria fingir que sim para que ela sentisse o que eu queria que ela sentisse, que eu a usasse para o meu prazer e nada mais. Abri o Word no computador e fiquei digitando letras aleatórias só para fazer barulho. Minutos depois eu estava quase gozando, mas lá fora começamos a ouvir nossos colegas e, por precaução, tivemos que parar. Me veio uma ideia, "L" tinha me dito que esse fim de semana estaria ocupada e eu estaria livre, não queria ficar me masturbando o fim de semana inteiro vendo fotos.

Eu: O que você vai fazer esse fim de semana, depois de sair daqui? A gente só volta segunda.
Nada, não tenho planos.
Eu: Vai de folga, vai pra casa e se prepara, esse fim de semana você passa na minha casa.
I: Tá certo? Pra quê?
Eu: Vou ficar sozinho e entediado, prefiro te usar.

Ela sorriu, gostou da ideia.

Tá bom, vou preparar umas coisinhas que com certeza você vai gostar. Te espero ou você me passa a localização?
Eu: Vai lá e depois a gente se encontra por aqui perto, mas vai de carro.
Pronto, me avisa.

Ela se levantou e foi embora, algumas horas depois combinamos de nos encontrar num lugar e partimos para minha casa. Entramos, mostrei um pouco da casa e logo a coloquei para trabalhar. Sentei no sofá e coloquei uma almofada no chão à minha frente, entre minhas pernas.

Eu: Vem, termina o que começou.

Ela se ajoelhou de um jeito bem provocante, bem putinha. E começou a chupar de um jeito espetacular, fez muito bem seu trabalho e eu gozei bem rápido, além de muito leite que ela me mostrou abrindo a boca para engolir depois. Tomei um banho e pedi para ela me esperar na cama, me deitei fresquinho, depois de uma longa noite de trabalho uma soneca caía bem.

Meu celular tocou várias vezes com mensagens, nem olhei quem era, estava morto de sono, só silenciei e voltamos a dormir. Alguém tocando a campainha insistentemente nos acordou, saí de shorts para ver quem era enquanto a Ingrid me esperava na cama, deitada com um conjunto de lingerie lindo.

Abri a porta e lá estava ela, a Lorena, com uma mochila no ombro, e assim que eu abri a porta ela falou.

L: Surpresa!

Não sabia o que fazer, nem onde enfiar a cara.

Eu: O que você tá fazendo aqui?
L: Vim passar o resto do fim de semana com você, no final os planos foram cancelados.
Eu: Por que você não avisou?
L: Te mandei um monte de mensagens, mas você não parece muito animado em me ver como eu esperava.
Eu: Tô sim, mas... não, não dá agora.

Ingrid, acho que ela percebeu que era ela e de longe gritou "Vai logo, vem comigo

L: Você tá com ela, né? ABRE AÍ.
Eu: Não, você não pode entrar agora.
L: ABRE AÍ.

Ingrid se aproximou da porta por trás de mim e a abriu um pouco

O que tá rolando aqui?

O rosto da Lorena mudou completamente, mas quando me virei, olhei para a Ingrid e ela estava igual.

L: VOCÊ?

Eu entrei na surpresa das duas.

Eu: Vocês se conhecem?

Olhei para a Ingrid e ela disse: "Abrile, vamos resolver as coisas".

12 comentários - Gostosa do quiosque 30

Tremenda saga. Ya esperando el
Próx capítulo y foto de las tetas de las dos.
Pelea de culos!!
Y próximamente de otra cosa, quedate atento
La saga que me va a llevar al hospital totalmente deshidratado...
GRACIAS HERMANO, SOS CRACK COMENTANDO ESAS COSAS. COMPARTILA ASI TENES MAS COMPAÑEROS DESHIDRATADOS CON VOS EN EL HOSPITAL
Tremendo. Maestro, no aguanto la espera. Un genio que me tiene entrando todos los días esperando la continuación.
gracias amigo, ya esta lista. tal vez hoy a la noche lo suba. solo me falta elegir las fotos