No outro dia foi sexta-feira, eu entrava no trampo de tarde/noite até o meio-dia do dia seguinte ou um pouco mais, dependendo do que tivesse pra fazer. O celular tocou.
L: Oi, hoje você vai estar em casa à tarde?
Foi direta, queria o que eu tinha negado pra ela no dia anterior.
Eu: Oi, trabalho hoje à tarde. Por quê?
L: Queria passar pra te ver um pouco, o fim de semana fica complicado pra mim, acho que não vou conseguir dar um jeito de escapar.
Eu: Você não escapa, o otário do seu marido sabe que você vem pra tomar na buceta.
L: Para, não seja mau, não fala assim com ela. Bom, é, ela sabe. Que pena, só semana que vem então a gente vai poder se ver.
Eu: Com certeza sim, segunda ou terça talvez, não lembro que dia eu tô de folga.
L: Não dá pra passar um tempinho antes de ir trabalhar? Uns 10 ou 15 minutos, pelo menos.
O que eu tinha feito tinha funcionado, ela tava morrendo de vontade de dar pra mim, nem que fosse por um tempinho.
Eu: Olha, tô achando difícil, tô fazendo mil coisas. Vou tentar me apressar pra conseguir passar, mas não te garanto nada.
A real é que eu tava largado no sofá vendo TV, não era que não tivesse afim de passar na casa dela, mas sabia que quanto mais demorasse a espera, mais piranha ela ia ficar. E além disso, se eu precisasse relaxar um pouco, podia pedir tranquilamente pra Ingrid no trabalho.
L: Coloquei uma fio dental gostosa pra você, caso apareça por aqui. Tô te esperando, beijos. Essa mensagem veio junto com uma foto.
Eu: Assim que eu gosto, beijos.
Não falei se ficava bem, mal ou se parecia uma puta. Sei que ela esperava e que eu tava morrendo de vontade de dizer que tô com uma puta vontade de arrebentar a bunda dela, mas me segurei.
Fui pro trabalho, a noite tava meio agitada e quase não tinha pessoal na base, já de madrugada a Ingrid voltou com o grupo dela, tinha começado a chover e uma tempestade tava chegando, não dei muita bola pra ela, mas ela ficava me encarando um monte. Quase todo mundo foi dormir, são uns caras que às vezes trabalham até dois dias seguidos. Quando tudo ficou calmo, a Ingrid me mandou uma mensagem.
I: Tô sozinha acordada, quer companhia?
Eu: Fala, vem. Tô cheio de trampo, acho que não vou conseguir falar muito, mas se não se importa, vem.
I: Só de estar aqui com você já me satisfaz, trouxe chimarrão?
Eu: Fala sério, tô precisando.
Bateu na porta e entrou, me cumprimentou com um beijo na bochecha, tomamos chimarrão, e depois de um tempo comecei a notar ela meio nervosa, como se quisesse dizer ou fazer alguma coisa mas não se animava. Olhei pra ela algumas vezes pra ver se falava, mas nada.
Eu: Aconteceu alguma coisa contigo?
I: Não, por quê?
Eu: Sei lá, tô te achando estranha.
I: Queria te fazer uma pergunta.
Eu: "Me fala", eu disse. Larguei o teclado de lado e girei a cadeira pra olhar pra ela.
I: Cê gostou do que te mandei outro dia?
Eu: Sim, pra caralho. Adoro quando você me manda fotos.
I: E aí.. já sabe, né.
Eu: Não sei do que você tá falando.
Se te ajudaram, pra te tocar.
Eu: Sim, me masturbei pra caralho.
I: Que bom que pude te ajudar.
Eu: Você me fez lembrar e meu pau ficou duro. Olha, pega nele.
Peguei a mão dela e coloquei no meu pau. Ela apertou um pouco, dizendo "Uff", e massageou por cima da calça. "Vem, chega mais." Ajeitei minha cadeira de novo na frente do computador pra continuar trabalhando. Ela não entendeu, mas se aproximou. Com um gesto de cabeça apontando pro meu pau, falei: "Cuida disso, tenho que continuar trabalhando.
Ela entrou no modo putinha submissa do nada e ficava massageando ele por cima da calça, eu continuei fazendo meu trabalho só focado nisso, não olhava pra ela nem falava, ela não tava ali pra mim, tratava ela como se fosse uma mão dando prazer pro meu pau.
I: O que mais você precisa que eu faça?
Eu: Falei pra tu assumir, não ficar perguntando.
Ela quis se abaixar na minha frente, mas não conseguia entrar embaixo da mesa, e eu também não me mexi. Ela se levantou, ficou na frente da escrivaninha, se abaixou e foi de quatro até a minha virilha. Teve trabalho pra tirar ela pra fora, eu quase não me mexia nem ajudava. Ficava ouvindo ela lutar e dizer “Quero pau, preciso chupar ele”. Até que conseguiu e colocou na boca. Me segurei pra não fazer careta, nem gemer, e também não falar uma palavra, mas tava adorando aquilo.
Eu tava curtindo tanto que não conseguia me concentrar no trabalho, mas queria fingir que sim pra que ela sentisse o que eu queria que ela sentisse: que eu tava usando ela só pelo meu prazer e mais nada. Abri o Word no computador e ficava digitando letras aleatórias só pra fazer barulho. Minutos depois, eu tava perto de gozar, mas do lado de fora começou a ouvir nossos colegas e, por precaução, tivemos que parar. Aí me veio uma ideia: a "L" tinha me dito que esse fim de semana ia estar ocupada e eu ia ficar livre, não queria passar o fim de semana inteiro batendo punheta vendo foto.
Eu: O que você vai fazer esse fim de semana, depois de sair daqui? A gente só volta na segunda.
I: Nada, não tenho planos.
Eu: Vai embora, vai pra sua casa e se prepara, esse fim de semana tu vai passar na minha casa.
I: Tem certeza? Pra quê?
Eu: Vou ficar sozinho e entediado, prefiro usar você.
Sorriu, gostou da ideia.
I: Tá bom, vou preparar umas coisinhas que tenho certeza que você vai gostar. Te espero ou você me manda a localização?
Eu: Vai lá e depois a gente se encontra por aqui perto, mas vai no teu carro.
I: Beleza, me avisa.
Levantou e foi embora, poucas horas depois combinamos de nos encontrar num lugar e pegamos a estrada pra minha casa. Entramos, mostrei um pouco da casa e logo pus ela pra trabalhar. Sentei no sofá e coloquei uma almofada no chão na minha frente, entre minhas pernas.
Eu: Vem, termina o que você começou.
Ela se ajoelhou de um jeito bem provocante, bem putinha. E começou a chupar de um jeito espetacular, fez o trabalho dela direitinho e eu gozei bem rápido, além de muito leite que ela me mostrou abrindo a boca pra engolir depois. Tomei um banho e falei pra ela me esperar na cama, me deitei fresquinho, depois de uma longa noite de trabalho, uma soneca cairia bem pra nós.
Meu celular tocou várias vezes com mensagens de texto, nem olhei quem era, tava morto de sono, só silenciei e continuamos dormindo. Alguém tocando a campainha sem parar nos acordou, saí de shorts pra ver quem era enquanto a Ingrid me esperava na cama, deitada com um conjunto lindo de lingerie.
Abri a porta e ela estava lá fora, Lorena, com uma mochila no ombro. Quando abri a porta, ela disse.
L: Surpresa!
Não sabia o que fazer, nem onde me enfiar.
Eu: O que cê tá fazendo aqui?
L: Vim passar o que restou do fim de semana com você, no final os planos foram cancelados.
Eu: Por que você não avisou?
L: Te mandei um monte de mensagens, mas não te vejo muito animado em me ver como eu esperava.
Eu: Tô sim, mas... não, não posso agora.
Ingrid, acho que ela percebeu que era ela e de longe gritou "Vai, se apressa, vem comigo".
L: Você tá com ela, né? ME ABRE.
Eu: Não, não pode passar agora.
L: ABRE.
Ingrid chegou por trás de mim até a porta e abriu ela um pouco.
I: O que tá rolando aqui?
O rosto da Lorena mudou completamente, mas quando me virei, olhei pra Ingrid e ela continuava do mesmo jeito.
L: VOCÊ?
Entrei na surpresa das duas.
Eu: Elas se conhecem?
Olhei pra Ingrid e ela disse “Abre a porta, vamos resolver as coisas”..
L: Oi, hoje você vai estar em casa à tarde?
Foi direta, queria o que eu tinha negado pra ela no dia anterior.
Eu: Oi, trabalho hoje à tarde. Por quê?
L: Queria passar pra te ver um pouco, o fim de semana fica complicado pra mim, acho que não vou conseguir dar um jeito de escapar.
Eu: Você não escapa, o otário do seu marido sabe que você vem pra tomar na buceta.
L: Para, não seja mau, não fala assim com ela. Bom, é, ela sabe. Que pena, só semana que vem então a gente vai poder se ver.
Eu: Com certeza sim, segunda ou terça talvez, não lembro que dia eu tô de folga.
L: Não dá pra passar um tempinho antes de ir trabalhar? Uns 10 ou 15 minutos, pelo menos.
O que eu tinha feito tinha funcionado, ela tava morrendo de vontade de dar pra mim, nem que fosse por um tempinho.
Eu: Olha, tô achando difícil, tô fazendo mil coisas. Vou tentar me apressar pra conseguir passar, mas não te garanto nada.
A real é que eu tava largado no sofá vendo TV, não era que não tivesse afim de passar na casa dela, mas sabia que quanto mais demorasse a espera, mais piranha ela ia ficar. E além disso, se eu precisasse relaxar um pouco, podia pedir tranquilamente pra Ingrid no trabalho.
L: Coloquei uma fio dental gostosa pra você, caso apareça por aqui. Tô te esperando, beijos. Essa mensagem veio junto com uma foto.
Eu: Assim que eu gosto, beijos.
Não falei se ficava bem, mal ou se parecia uma puta. Sei que ela esperava e que eu tava morrendo de vontade de dizer que tô com uma puta vontade de arrebentar a bunda dela, mas me segurei.
Fui pro trabalho, a noite tava meio agitada e quase não tinha pessoal na base, já de madrugada a Ingrid voltou com o grupo dela, tinha começado a chover e uma tempestade tava chegando, não dei muita bola pra ela, mas ela ficava me encarando um monte. Quase todo mundo foi dormir, são uns caras que às vezes trabalham até dois dias seguidos. Quando tudo ficou calmo, a Ingrid me mandou uma mensagem.
I: Tô sozinha acordada, quer companhia?
Eu: Fala, vem. Tô cheio de trampo, acho que não vou conseguir falar muito, mas se não se importa, vem.
I: Só de estar aqui com você já me satisfaz, trouxe chimarrão?
Eu: Fala sério, tô precisando.
Bateu na porta e entrou, me cumprimentou com um beijo na bochecha, tomamos chimarrão, e depois de um tempo comecei a notar ela meio nervosa, como se quisesse dizer ou fazer alguma coisa mas não se animava. Olhei pra ela algumas vezes pra ver se falava, mas nada.
Eu: Aconteceu alguma coisa contigo?
I: Não, por quê?
Eu: Sei lá, tô te achando estranha.
I: Queria te fazer uma pergunta.
Eu: "Me fala", eu disse. Larguei o teclado de lado e girei a cadeira pra olhar pra ela.
I: Cê gostou do que te mandei outro dia?
Eu: Sim, pra caralho. Adoro quando você me manda fotos.
I: E aí.. já sabe, né.
Eu: Não sei do que você tá falando.
Se te ajudaram, pra te tocar.
Eu: Sim, me masturbei pra caralho.
I: Que bom que pude te ajudar.
Eu: Você me fez lembrar e meu pau ficou duro. Olha, pega nele.
Peguei a mão dela e coloquei no meu pau. Ela apertou um pouco, dizendo "Uff", e massageou por cima da calça. "Vem, chega mais." Ajeitei minha cadeira de novo na frente do computador pra continuar trabalhando. Ela não entendeu, mas se aproximou. Com um gesto de cabeça apontando pro meu pau, falei: "Cuida disso, tenho que continuar trabalhando.
Ela entrou no modo putinha submissa do nada e ficava massageando ele por cima da calça, eu continuei fazendo meu trabalho só focado nisso, não olhava pra ela nem falava, ela não tava ali pra mim, tratava ela como se fosse uma mão dando prazer pro meu pau.
I: O que mais você precisa que eu faça?
Eu: Falei pra tu assumir, não ficar perguntando.
Ela quis se abaixar na minha frente, mas não conseguia entrar embaixo da mesa, e eu também não me mexi. Ela se levantou, ficou na frente da escrivaninha, se abaixou e foi de quatro até a minha virilha. Teve trabalho pra tirar ela pra fora, eu quase não me mexia nem ajudava. Ficava ouvindo ela lutar e dizer “Quero pau, preciso chupar ele”. Até que conseguiu e colocou na boca. Me segurei pra não fazer careta, nem gemer, e também não falar uma palavra, mas tava adorando aquilo.
Eu tava curtindo tanto que não conseguia me concentrar no trabalho, mas queria fingir que sim pra que ela sentisse o que eu queria que ela sentisse: que eu tava usando ela só pelo meu prazer e mais nada. Abri o Word no computador e ficava digitando letras aleatórias só pra fazer barulho. Minutos depois, eu tava perto de gozar, mas do lado de fora começou a ouvir nossos colegas e, por precaução, tivemos que parar. Aí me veio uma ideia: a "L" tinha me dito que esse fim de semana ia estar ocupada e eu ia ficar livre, não queria passar o fim de semana inteiro batendo punheta vendo foto.
Eu: O que você vai fazer esse fim de semana, depois de sair daqui? A gente só volta na segunda.
I: Nada, não tenho planos.
Eu: Vai embora, vai pra sua casa e se prepara, esse fim de semana tu vai passar na minha casa.
I: Tem certeza? Pra quê?
Eu: Vou ficar sozinho e entediado, prefiro usar você.
Sorriu, gostou da ideia.
I: Tá bom, vou preparar umas coisinhas que tenho certeza que você vai gostar. Te espero ou você me manda a localização?
Eu: Vai lá e depois a gente se encontra por aqui perto, mas vai no teu carro.
I: Beleza, me avisa.
Levantou e foi embora, poucas horas depois combinamos de nos encontrar num lugar e pegamos a estrada pra minha casa. Entramos, mostrei um pouco da casa e logo pus ela pra trabalhar. Sentei no sofá e coloquei uma almofada no chão na minha frente, entre minhas pernas.
Eu: Vem, termina o que você começou.
Ela se ajoelhou de um jeito bem provocante, bem putinha. E começou a chupar de um jeito espetacular, fez o trabalho dela direitinho e eu gozei bem rápido, além de muito leite que ela me mostrou abrindo a boca pra engolir depois. Tomei um banho e falei pra ela me esperar na cama, me deitei fresquinho, depois de uma longa noite de trabalho, uma soneca cairia bem pra nós.
Meu celular tocou várias vezes com mensagens de texto, nem olhei quem era, tava morto de sono, só silenciei e continuamos dormindo. Alguém tocando a campainha sem parar nos acordou, saí de shorts pra ver quem era enquanto a Ingrid me esperava na cama, deitada com um conjunto lindo de lingerie.
Abri a porta e ela estava lá fora, Lorena, com uma mochila no ombro. Quando abri a porta, ela disse.
L: Surpresa!
Não sabia o que fazer, nem onde me enfiar.
Eu: O que cê tá fazendo aqui?
L: Vim passar o que restou do fim de semana com você, no final os planos foram cancelados.
Eu: Por que você não avisou?
L: Te mandei um monte de mensagens, mas não te vejo muito animado em me ver como eu esperava.
Eu: Tô sim, mas... não, não posso agora.
Ingrid, acho que ela percebeu que era ela e de longe gritou "Vai, se apressa, vem comigo".
L: Você tá com ela, né? ME ABRE.
Eu: Não, não pode passar agora.
L: ABRE.
Ingrid chegou por trás de mim até a porta e abriu ela um pouco.
I: O que tá rolando aqui?
O rosto da Lorena mudou completamente, mas quando me virei, olhei pra Ingrid e ela continuava do mesmo jeito.
L: VOCÊ?
Entrei na surpresa das duas.
Eu: Elas se conhecem?
Olhei pra Ingrid e ela disse “Abre a porta, vamos resolver as coisas”..
12 comentários - Kiosqueira MILF 30
Próx capítulo y foto de las tetas de las dos.