Relato corno: a casada ninfomaníaca 2

Relato corno: a casada ninfomaníaca 2Javier soltou uma risada rouca, profunda, daquelas que vibram no peito e molham a buceta sem nem tocar. Ele tava deitado na cama de casal, pelado, com aquela barriga macia e peluda, o pau ainda meio duro descansando na coxa dele igual uma cobra satisfeita. Acendeu um cigarro com toda a calma do mundo, puxou a fumaça e soltou pro teto enquanto me olhava com aqueles olhos escuros e safados. — Que puta que você é, Mariela… — disse entre risadas —. Gostou tanto assim que já quer que eu te encha de novo? Fala a verdade, mamita… seu marido te come direito? Ou ele tem a pica pequena e mole como eu suspeito? Eu mordi o lábio, ainda com o gosto do sêmen dele na garganta. Tava sentada na beira da cama, os peitos pesados balançando, a buceta inchada e escorrendo. — Não… o Alberto nunca me comeu igual você — confessei com a voz trêmula —. O pau dele é fino, normalzinho… dura uns minutos e pronto. Eu sempre termino batendo uma depois com meus brinquedos pensando em algo mais grosso… igual o seu. Javier sorriu satisfeito e deu mais uma tragada. — Você ia gostar da gente se ver direto? De eu vir te comer toda vez que seu maridinho sair pra trabalhar ou pras porcarias das reuniões dele? — Sim… — sussurrei sem hesitar —. Pô… verdade. Quero, quero sim. Ele soltou a fumaça e me olhou bem nos olhos. — E posso gozar dentro da sua buceta? Quer que eu te deixe cheia de porra bem quentinha? Eu tremi. Meu clitóris pulsava só de ouvir aquilo. — Fiz laqueadura, Javier. Não posso mais ter filhos. Pode gozar dentro todas as vezes que quiser… me enche. — Beleza — ele grunhiu com aprovação —. Devia ter falado antes, agora vou inundar esse cuzinho caseiro até escorrer pelas suas pernas. Ele se sentou um pouco e me ordenou com aquela voz grave que não aceitava resposta: — Me traz uma bebida, mamita. Uma cerveja ou o licor que seu marido tiver por aí. Algo forte. Eu levantei pelada, sentindo os olhos dele queimarem minha bunda grande e redonda enquanto eu andava até a cozinha. Servi um Vaso generoso de uísque que Alberto guarda pra "ocasiões especiais". Quando entreguei, ele virou de uma vez, fez uma careta de prazer e me devolveu o copo vazio. —Agora dança pra mim. Mexe essa bunda enorme que você tem, enquanto eu me recupero. Quero ver você rebolando feito a cadela no cio que você é. Obedeci sem pensar duas vezes. Fiquei de pé na frente dele, de costas, e comecei a girar o quadril em círculos lentos e provocantes. Minhas nádegas grandes e firmes balançavam, se separavam levemente, deixando ver minha buceta inchada e meu cu apertado. Dançava nua no quarto onde durmo com meu marido, sentindo o ar fresco na minha pele suada. Tava tão excitada que minha buceta escorria no chão. De repente virei a cabeça e olhei pra ele por cima do ombro. O pau dele... Meu Deus. Já tava inchando de novo, crescendo, engrossando até voltar a ser aquela monstruosidade preta e cheia de veias, com a cabeça igual a um cogumelo inchado. Era realmente enorme. Ele me chamou com um dedo. —Vem cá, peituda. Sobe na cama. Subi de quatro. Javier me agarrou pelos quadris e me colocou de quatro. Senti o hálito quente dele entre minhas nádegas antes da língua grossa e experiente começar a lamber. Primeiro meu cu, rodeando o ânus com giros lentos e molhados, depois desceu pra minha buceta escorrendo. Me comeu como um expert, chupando meu clitóris, enfiando a língua dentro de mim, mordiscando de leve meus lábios inchados. —Nunca comi uma mulher tão gostosa, peituda e de bunda grande como você, Mariela... —rosnou contra minha carne—. Peitão, rabão de puta, cara de mãe boa... e buceta que jorra igual fonte. Você é uma puta de luxo. Essas palavras me atravessaram como um raio. Gozei violentamente na boca dele, gritando, tremendo, empurrando minha bunda contra a cara dele enquanto meus sucos inundavam a língua dele. Javier bebeu tudo, lambendo até a última gota. Sem me dar tempo de me recuperar, me virou de lado, levantou uma das minhas pernas e colocou aquela cabeça enorme na entrada da minha buceta. Dessa vez sem proteção e doeu mais. Tava toda inchada, dolorida da primeira foda selvagem. Soltei um grito longo e agudo quando ele empurrou. —Aaaahhh! Javier, dói…! Mas ele não parou. Empurrou devagar, implacável, me abrindo de novo. Aos poucos minha buceta foi se adaptando àquela grossura brutal. E então… glopppp. Um som molhado e obsceno quando finalmente me encheu por completo. O pau dele sumiu até o fundo, a cabeça pressionando contra meu colo do útero. Ficamos transando assim por vários minutos, trocando de posição: eu por cima cavalgando ele selvagemente, ele por trás dando tapas fortes na minha bunda que deixavam minha pele vermelha, eu de quatro com a cara afundada no travesseiro do Alberto. Até que ele me carregou como se eu não pesasse nada. Meus braços em volta do pescoço dele, minhas pernas abertas em volta da cintura dele, o pau dele cravado até o fundo. Ele me fodia de pé, me segurando pela bunda e pelas coxas. Cada penetração era profundíssima. Eu sentia o volume do pau dele marcando na minha barriga baixa. Gemi tão alto que tenho certeza que os vizinhos me ouviram. O prazer era tão intenso que perdi o controle… fiz xixi. Um jorro quente saiu de mim, molhando a barriga dele, escorrendo no chão e sujando os azulejos.vadiaJavier grunhiu que nem um bicho. —Porra, que puta… olha pra você, se mijando toda de tão gostoso que eu tô te comendo. Acelerou as estocadas e, com um rugido gutural, me encheu a buceta. Jorros grossos e quentes de porra me encheram até transbordar. Tinha tanto que, quando ele tirou a pica devagar, um rio branco e grosso escorreu de mim, caindo no chão com sons molhados.milfNós caímos na cama, ofegantes. Ele me olhou com um sorriso satisfeito e safado. —Que puta que você é, Mariela. Adorei te foder. Você tem a buceta mais apertada e gostosa que eu provei em anos. Ele se levantou e foi tomar banho. Eu, ainda tremendo, o segui. Entramos juntos debaixo da água quente. Nos beijamos de língua, as mãos grandes dele amassando meus peitos. Tentamos sexo anal… mas foi impossível. O pau dele era largo demais. Mal aguentei a cabeça e gritei de dor. No final, ele só enfiou um dedo grosso no meu cu enquanto beijava meu pescoço e me masturbava o clitóris até eu gozar de novo, fraquinha. Saímos do banho, nos vestimos em silêncio. Antes de ir embora, Javier pegou minha calcinha do body de renda marrom, ainda encharcada dos meus fluidos e do sêmen dele. Ele cheirou fundo, fechando os olhos. —Mmm… isso fica comigo. Cheira a puta casada bem comida. Ele me avisou com aquela voz grave: —Isso não termina aqui, Mariela. Semana que vem a gente se vê de novo. Quero te foder por mais tempo, em mais posições, e quero que você prepare esse cu pra que um dia eu meta tudo. Entendido? Eu assenti, mordendo o lábio, sentindo minha buceta ainda pulsando e escorrendo sêmen dentro da calça jeans que eu acabava de vestir. —Sim, Javier… Ele me deu um último beijo brusco, apertou um peito com força e foi embora. Fiquei sozinha em casa, com o cheiro de sexo e cigarro pairando no ar, o chão sujo dos meus fluidos e do sêmen, e a buceta dolorida e cheia. Me olhei no espelho do corredor: o cabelo bagunçado, os lábios inchados, as marcas vermelhas nas nádegas e nos peitos. Sorri. Alberto voltaria em algumas horas. E eu já estava contando os dias para Javier voltar e arrebentar minha buceta de novo na cama do meu marido. (Continua…)

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