Papai me vendeu pra pagar a dívida dele

Aqui está a parte 1: https://www.poringa.net/posts/relatos/6233690/Mi-papa-me-vendio-para-pagar-su-deuda.html

A Giuliana, o primeiro que ia provar ela completamente dominada e submissa era nada mais nada menos que o filho do traficante, que ia ter o privilégio de usar ela e dividir com o pai pelo menos por um tempo. Depois eles viam o que iam fazer com ela, já que não deixava de ser só mais uma qualquer, por mais que tenha custado uma boa grana.

Mandaram ela ir rastejando pela casa de quatro, mas o filho do traficante não conseguiu esperar o brinquedo novo chegar e foi buscar ela.

Filho do traficante: Tá demorando muito, putinha.
Giuliana: Desculpa, meu dono, é devagar andar assim.
Filho do traficante: Não. Você tá enrolando.Papai me vendeu pra pagar a dívida deleEntão ele pega ela pelo cabelo e leva ela às pressas, já com a pica dura pronta pra começar a comer ela.
Filho do narco: Manda ver, putinha (dá um tapa na bunda dela)
Giuliana: Ahh, vou fazer o mais rápido que puder, meu senhor
Filho do narco: Não te perguntei se tava fazendo rápido, faz mais rápido (dá outro tapa mais forte na bunda dela)
Assim ele levou ela pro quarto, puxando ela pelo cabelo e enchendo ela de tapas na bunda, mas Giuliana aguentou firme, soltando uns gemidos de dor, porque ele batia forte com a mão aberta, deixando a bunda dela vermelha e ardendo, mas ela não reclamou de nada.vadiaO filho do narco nem quis chegar no quarto, ali mesmo no pátio de baixo ia meter nela, não aguentava mais, a pica tava explodindo e aquela puta andando de quatro deixou ele todo excitado. Então ele parou na frente dela.

Filho do narco: Vem aqui e chupa.

Giuliana abriu a boca e se aproximou dele de quatro, a altura dava certinho pra fazer isso de quatro, ele começou a recuar enquanto ela mal tinha enfiado a ponta da pica na boca.

Filho do narco: Vai, vai puta, vem chupar.

Filho do narco: Quase isso, mais um pouco, chupa, vai chupa que eu mandei.

Ele a levou de quatro, rastejando com a ponta da pica na boca, enquanto Giuliana o seguia tentando enfiar tudo pra poder mamar, completamente submissa. O filho do narco aproveitou a situação, ficando ainda mais excitado com a cena, e a fez andar de quatro enquanto ela tentava desesperadamente chupar. Ela queria, queria chupar a pica dele, queria satisfazê-lo, tinha virado uma escrava sexual completa.

Então o filho do narco se aproveitava e ia se movendo, assim ele a levou de quatro como uma puta por todo o pátio e metade do andar de baixo, até que se cansou e quis usar a boca dela.dominacaoFilho do narcotraficante: Chega, hora de te botar pra lutar.
Parou seco e agarrou ela pela cabeça.
Filho do narcotraficante: Ajoelha.
(Imediatamente Giuliana se ajoelha já com a pica na boca)
Filho do narcotraficante: Boa putinha.
E começa a meter até o fundo da garganta, enquanto puxava ela pelo cabelo, travando a cabeça dela pra não deixar ela recuar, vinha uma garganta profunda, bem bem profunda, onde ia meter cada milímetro de pica na boca, não importava quantas ânsias Giuliana fizesse, o filho do narcotraficante só queria a pica toda lá dentro.
Filho do narcotraficante: Mmm assimmm, muito bem, boa garota.
Giuliana: Gghgh
Filho do narcotraficante: Tenta não morrer afogada, ainda quero te usar mais um pouco (enquanto empurrava a pica com mais força na garganta dela)
Giuliana: ggghh ghhg (fazendo força pra respirar como podia e não se afogar enquanto já começava a babar)
Infelizmente pra ela, ele aguentou bastante assim, comeu a boca dela de forma muito agressiva por quase 15 minutos, de garganta profunda raspando a garganta e o colar de gargantilha, até que ia gozar.submissaoQuando ele estava prestes a gozar, tira o pau da boca dela sem soltar o cabelo e começa a bater uma rápido.
Filho do narco: Abre a boca e engole.
Ele falava enquanto soltava toda a carga, mas a pontaria era uma merda, acertou do lado da bochecha, esporrou tudo na bochecha e um jato quase acertou o olho dela, enquanto ela abria a boca mas não conseguiu engolir nada.
Filho do narco: Falei pra você engolir. (puto)
Giuliana: Mas, amor, você jogou na minha bochecha.
Filho do narco: Cala a boca. (Empurra ela contra o chão)
Filho do narco: Vira.
Giuliana, no chão, vira como uma lesma e levanta um pouco a bunda, já sabia o que vinha.submissaFilho do narcotraficante: Boa vadia.
Ele sobe nela e começa a meter devagar no cu dela, mas só a pontinha ia suave, depois vinham as estocadas.
Assim que enfiou tudo no cu da Giuliana, começou a foder sem dó. Não teve jeito suave, nem aquecimento e muito menos lubrificante, só uma trepada violenta e bruta.

Giuliana: Ahh, amor, devagar mmm, por...
Filho do narcotraficante: Cala a boca. Isso é por não engolir.
Enquanto enfiava o cu dela com força, cada estocada vinha com mais raiva que a outra, batendo fundo na cavidade anal dela, seco, porque o único lubrificante que ele tinha era a baba da Giuliana. Tavam arrebentando a buceta dela e ela não podia fazer nada além de aceitar enquanto era comida.

Filho do narcotraficante: E isso pra você aprender a me respeitar (enquanto metia com ódio).
Giuliana: Ahh, mmjjjj, sim, amor, mmmj desculpa amor ahh.
Ela já tava se forçando, por mais bruto e forte que tivessem metendo, não conseguia evitar de gemer, tava até gostando um pouco, embora claramente doesse mais do que ela curtia.
De novo ele aguentou muito e dessa vez gozou dentro do cu dela, enchendo ele, mas não era muito. Na segunda carga, mal saiu um pouco, mas ele durou até mais que antes. Giuliana ficou ofegante com o cu arrebentado depois da trepada violenta que ele deu, pensou que finalmente podia descansar um pouco, mas não funciona assim. Giuliana ainda tinha o narcotraficante pela frente. Quando foi, ainda escorrendo um pouco de sêmen pelo cu, o narcotraficante fez uma cara de nojo. Ele era diferente, tinha classe e elegância.

Narcotraficante: Vai tomar um banho, toma algo pra dor e veste a roupa que tá no meu quarto, aí sim vem pra cá, não assim. (Enquanto olha ela de cima a baixo com um olhar de desaprovação)
Giuliana: Sim, amor.troca de corpoSaiu correndo pra fazer tudo que ele mandou, ficou vestida de um jeito muito sexy e gostosa, definitivamente parecia outra pessoa, era simplesmente outro nível.mudanca de generoQuando ele voltou, parecia outra pessoa. Aquela roupa era de classe, exalava elegância, bem diferente do filho. Mal chegou na frente do narco, ele olhou pra ela, não disse nada, pegou no queixo dela, não falou nada, só ficou olhando. Depois virou ela de costas e apoiou ela de leve na mesa, acariciou um pouco e começou a dar palmadas na bunda dela, forte, mas seco, não ardia, não queimava, só doía um pouco, mas era uma dor excitante. Ela tava experimentando o que é a verdadeira submissão por vontade própria, se sentir submissa e se entregar a uma pessoa dominante por vontade, por desejo próprio.

Narco: De quem você é? (palmada)
Giuliana: Ah, sua, meu amor
Narco: Boa garota. (palmada)

Ele deu mais umas palmadas só pra ouvir ela soltar aqueles gritos de dor, pequenos gemidos de dor e prazer misturados, e parou. Se afastou dela e sentou.Desculpe nao posso ajudar comCom as pernas abertas, ela disse vem, vem com o dedo, e Giuliana foi.
Narco: Não. Assim não. Volta. (Giuliana voltou)
Narco: Senta. (Giuliana senta)
Narco: Vem. (Giuliana vai de quatro, engatinhando, enquanto olha pra ele com cara de puta)
Quando chega, ele para ela na hora, manda desabotoar o cinto e tirar a pica pra fora, ele não moveu um dedo sequer.De homem para mulherDepois, pra fazer ela começar a chupar, ele ainda sem mover um dedo, sentado na cadeira dele olhando, mas fez ela mamar sem usar as mãos, com as mãos cruzadas nas costas, ela mamava como dava, o mais fundo que conseguia. Era difícil, complicado e exigente, sob o olhar atento do narco. Giuliana estava engolindo como podia, com o olhar pra baixo, aquilo era uma submissão não forçada e cheia de estilo, típica dele. Isso fez a pussy dela molhar num nível absurdo, ela estava sendo submetida sem força e o pior: estava mais fascinada do que nunca.

Ele parou ela de repente, não queria gozar, ia fazer ela esperar. Gozar era a recompensa e ele não ia dar tão fácil, ela tinha que lutar por isso.

Narco: Vai e me espera na cama, já vou.

Giuliana se levantou e foi pra cama esperar. Passaram 5, 10, 15 e 20 minutos, ela estava na cama esperando, sentia cada passo na casa como se fosse dele, olhava a porta ansiosa, estava de bruços olhando de lado, exatamente na posição que ele mandou, até que depois de muita espera, ele finalmente chegou.genero xEle se aproximou devagar, bem devagar, sem pressa na direção dela. Ela estava rebolando a bunda, de calcinha e com a raba empinada, pronta pra deixarem descer a fio dental ou arrancarem e começarem a meter, mas ele tinha outros planos. Pegou os pés dela e puxou pra beirada da cama, deu umas palmadas pra esquentar, enquanto Giuliana morria de vontade de ser comida, tava muito tesuda. Ele foi tirando a fio dental dela aos poucos, devagar, e ela arrancou o sutiã depois, mas ele fez tudo sem pressa, apalpou, deu tapas na bunda e encostou o pacote, duro. Ela sentia ele perto, mas tão longe, eram só roçadas. Ela tava tendo sexo de alto nível.Papai me vendeu pra pagar a dívida deleAté que o próprio narco não aguentou mais, se pelou e começou a meter nela, puxou ela pelo cabelo só pra se mostrar superior, mas nem precisava, ela já tava esticada na cama, completamente dominada, deixando fazer de tudo, enquanto só gemia e curtia a trepada que tava levando. Foi uma delícia, o narco durou pouco mais de 40 minutos, comeu ela de quatro na beirada da cama, depois subiu ela na cama e colocou de papo pra cima até que finalmente ia gozar.vadiaQuando ele tava gozando, tirou a rola e esporrou tudo nos peitos e na cara dela, lambuzando o corpo dela com o leite dele, marcando ela. Ela era propriedade do traficante, que ela não se esquecesse disso. Fim. Continua???

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