Pintava os lábios com líquido pré-gozo

Ela pintava os lábios delicadamente com o suquinho que saía do meu pau, esfregava suavemente no rosto, lambia como se fosse um sorvete, dava beijinhos na ponta uma vez e outra, formava um fiozinho de líquido entre a ponta e os lábios dela. E outras coisas que me deixavam louco de tesão. Até enfiava os dois ovos na boca e ficava todo o cabelo comprido do meu pau parecendo uma barba de cadeado. E sim, como se lê, nunca meteu o pau na boca porque, segundo ela, não sabia mentir e tinha prometido ao parceiro que nunca ia chupar outro pau. Então honrava a palavra dela. Embora fosse muito infiel, porque pra mim aquela sequência toda esquentava mais do que transar. A pica ficava dura por horas, sério, ela fazia de propósito, amava como me olhava brava porque eu demorava pra gozar. Essas bizarrices ela fez muitas vezes. A última vez que fizemos foi a melhor, ela faltou no trabalho e eu me masturbei por 8 horas na cara dela. Gozei 4 vezes no rosto dela e não deixei ela limpar entre uma gozada e outra. Segundo ela, nunca tinham jogado uma gozada na cara dela. E eu demorei pelo menos duas horas pra gozar pela primeira vez. Falei — Só gozo se você deixar eu banhar sua carinha — continuei batendo punheta esfregando na cara dela. Amava ver como ela ficava vesga com a ponta do pau entre os olhos. Naquele dia, cansei dela fechar a boca com tanta força e de não me chupar. Eu não podia nem roçar a buceta dela, a gente só fazia as coisas que o namorado dela achava imorais, e além disso ela queria dar pra ele uma imagem de puritana. Por exemplo, não chupava os ovos, me contava isso com meus ovos na boca. Amava falar com a boca cheia porque sabia que me enlouquecia. O careta do namorado dela, segundo ela, tinha nojo de chupar o cu dela. E eu não só não tinha nojo, como quando ela se cansava de eu bater pica na cara dela, ou seja, quando se sentia humilhada ou mal porque até doía um pouco, eu adorava esfregar a ponta no nariz dela e perguntar -Tá cheirosinho? Enfim, quando a situação esfriava por algum motivo, eu me abaixava e enfiava a cara na raba. Geralmente com roupa, porque ela ficava vestida e eu completamente pelado. Enfim, eu baixava a calça dela e falava: -Vamos ver como essa raba pede beijo. Começava com beijinhos tipo bicadinhas no cu e terminava lambendo a bunda toda, enfiando a cara naquela raba linda. Lembrando que ela não deixava eu tocar na buceta, mas gozava como se molhava toda. Assim que via ela molhada, eu levantava de novo. Ainda não entendo como tudo isso acontecia. A última vez eu que defini, pedi pra ela não voltar mais, que já tinha enjoado, era verdade. Era só punheta e uma gulosa que não me satisfazia por completo. Acho que já tinha começado a contar o último dia, termino com cada gozada escorrendo na cara dela e deixei o rosto dela vermelho de tanto leite. Que delícia ver ela com a porra escorrendo na cara e de quatro pedindo beijo na bunda. Quando ela me perguntou se eu não deixava claro que ia ser a última vez, ela ia continuar vindo. Então humilhei ela verbalmente, falei que ela era mais infiel do que eu jamais imaginei que alguém pudesse ser. Não gosto muito de dar palmadas em alguém a menos que me peçam, e quando faço, preciso sentir que a pessoa que está apanhando curte. Então deixei a bunda dela vermelha, mas devagar. De menos pra mais, fui batendo devagar no começo, mais pra apreciar como a raba se mexia, e no final terminei batendo forte porque me excitava como ela gemia a cada tapa. Enfim, termino ela chorando com a cara escorrida e esticada de tanto leite que começava a secar. A bunda igual uma maçã vermelha viva. Um olho bem vermelho por causa de um pouco de porra que tinha entrado, e ela me dizendo pra eu nunca mais fazer algo assim com ela, me agradeceu por ter colocado um ponto final. Ela tinha o carro na porta, mas escolhi não levar ela em casa. Pedi um Remédios pra marcar distância e aconselhei ela a tomar um banho e ir na casa do namorado buscar um pouco de carinho. Falei que eu a amava e sempre amei, mas assim que ela pediu pra ver um vídeo da minha pica. Foi quase sem querer. O que não consigo entender é como uma mulher que tem parceiro não obriga o namorado a chupar a bunda dela. Que ele não chupe as bolas, até entendo, que não deixe ele gozar na cara dela, também entendo. Lembrando que, na maior parte do tempo, tirando as últimas vezes, o nosso rolê era sutil. Ela me olhava enquanto eu batia uma e amava meu melzinho transparente. Ela usava batom matte... e o brilho a gente já sabe de onde vinha.Se pintaba los labios con líquido preyaculador

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