Com a Sofi continuamos nos vendo até junho, e decidimos terminar porque ambos percebemos que como casal não dávamos certo, e preferimos deixar nosso vínculo como uma ajuda mútua para superar nossos relacionamentos anteriores. Algum encontro ou outro pra transar a gente tinha, mas já não como namorados, e sim como ficantes.
Naquela época, estavam se aproximando as provas de fim de semestre, e com a turminha a gente se encontrava quase todo dia.
Uma tarde, os únicos que podiam se encontrar éramos a Elenita e eu. O chimarrão passava de mão em mão, mas a conversa rapidamente mudou de estudos para um papo sobre a vida. De repente, a Elena me confessou que sabia de tudo sobre a intimidade minha e da Sofia, e ficou bem perguntadeira. Ela me encarava com aqueles olhos verdes e me contava encontros com a Sofia com luxo de detalhes. A fragilidade da silhueta dela contrastava com a intensidade do olhar. Eu não sabia onde me esconder, a namorada de um dos meus melhores amigos estava dando em cima de mim, e a tesão que estava gerando estava pra explodir.
A única coisa que eu desejava naquele momento era pegar a Elena no colo, levar ela até a cama, arrancar a blusa preta que ela tava usando e comer ela com muita força até gozar, mas não podia fazer isso com meu amigo. Fiz o melhor possível pra agir como um otário, e ignorei todas as investidas dela, como pude mudei de assunto, e depois de um tempo fui pra casa.
Assim que cheguei, pensei sobre o que tinha acontecido e não conseguia acreditar. O famoso bigode que a gente coloca nas namoradas dos amigos tinha desaparecido, e agora não conseguia tirar a silhueta da Elena da minha cabeça.
Fiz o que todo mortal faria, olhei o Instagram dela pra ver as fotos com menos roupa, queria descarregar meu desejo com a imagem dela, meu pau não aguentava mais, tava duro igual naquelas manhãs que a gente acorda sem despertador. Aí voltou a culpa. Metade das fotos de biquíni eram da viagem pro Brasil que eles fizeram com o Dani.
Optei por entrar aqui no fórum e me aliviar com alguma gostosa da Poringa que me fizesse lembrar dela, e tentar apagar as ideias taradas. da minha cabeça. Terminamos aquele período de provas e fomos muito bem, todos nós, então decidimos sair para dançar e comemorar. Fomos primeiro a um boteco por umas pizzas e cerveja, e depois acabamos numa balada. Compramos algumas garrafas de fernet, e íamos nos revezando para ir recarregar os copos. Quando era minha vez de ir buscar a rodada, Elena se ofereceu para me ajudar a carregar tudo. Enquanto esperávamos no bar, na penumbra da boate e com a música bombando, ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou: "Não consigo tirar da cabeça as histórias da Sofia, eu também quero viver isso". Meu coração e minha cabeça dispararam. "Elena, você tá maluca... você namora o Dani, não podemos" foi a primeira coisa que me veio à mente, e a resposta dela me deixou gelado: "Pelo Dani não se preocupa, ele já sabe o que eu quero". Não sabia o que fazer naquela situação. Ela, com uma cara de boneca de porcelana e um corpo ultra sensual, estava se entregando para mim. Pensei em dizer: "Bom, se o Dani der o ok, vamos nessa, mas deixa eu falar com ele sóbrios em outro momento". Voltamos com as bebidas, e continuamos a comemoração com os outros, mas assim que terminei aquele copo, fui embora dizendo que não estava me sentindo bem – foi a desculpa mais fácil que encontrei para fugir daquela confusão. Passou uma semana, e o Dani me convidou para o futebol de sempre com a galera porque faltava um. Aproveitei o cigarrinho depois da pelada para me aproximar do Dani. Contei o que aconteceu na boate, com a hesitação de quem teme estragar uma amizade de anos. Dani me olhou, exalou a fumaça com calma e disse: "Vai em frente, cara. Faz um tempo que estamos pensando em abrir o relacionamento, e me passa confiança que seja você o primeiro a entrar. Sei que ela está em boas mãos". Tentei agir tranquilo, mas minha cabeça estava a mil. Aquele desejo que começou naquela tarde de chimarrão, finalmente tinha luz verde para ser realizado. A única coisa que consegui perguntar foi se ele queria saber quando ia acontecer ou se preferia descobrir depois, e aí ele me disse que depois, que ficava excitado com a ideia de que Elena contasse com todos os detalhes depois que a gente já tivesse se encontrado.
Voltei pra casa com a cabeça a mil, não entendia nada do que estava acontecendo, sabia que agora só me restava marcar o encontro com Elena, mas o que aconteceria depois?
Parte 1: https://www.poringa.net/posts/relatos/6303973/Primeros-pasos-com-Elena-y-Dani.html
Naquela época, estavam se aproximando as provas de fim de semestre, e com a turminha a gente se encontrava quase todo dia.
Uma tarde, os únicos que podiam se encontrar éramos a Elenita e eu. O chimarrão passava de mão em mão, mas a conversa rapidamente mudou de estudos para um papo sobre a vida. De repente, a Elena me confessou que sabia de tudo sobre a intimidade minha e da Sofia, e ficou bem perguntadeira. Ela me encarava com aqueles olhos verdes e me contava encontros com a Sofia com luxo de detalhes. A fragilidade da silhueta dela contrastava com a intensidade do olhar. Eu não sabia onde me esconder, a namorada de um dos meus melhores amigos estava dando em cima de mim, e a tesão que estava gerando estava pra explodir.
A única coisa que eu desejava naquele momento era pegar a Elena no colo, levar ela até a cama, arrancar a blusa preta que ela tava usando e comer ela com muita força até gozar, mas não podia fazer isso com meu amigo. Fiz o melhor possível pra agir como um otário, e ignorei todas as investidas dela, como pude mudei de assunto, e depois de um tempo fui pra casa.
Assim que cheguei, pensei sobre o que tinha acontecido e não conseguia acreditar. O famoso bigode que a gente coloca nas namoradas dos amigos tinha desaparecido, e agora não conseguia tirar a silhueta da Elena da minha cabeça.
Fiz o que todo mortal faria, olhei o Instagram dela pra ver as fotos com menos roupa, queria descarregar meu desejo com a imagem dela, meu pau não aguentava mais, tava duro igual naquelas manhãs que a gente acorda sem despertador. Aí voltou a culpa. Metade das fotos de biquíni eram da viagem pro Brasil que eles fizeram com o Dani.
Optei por entrar aqui no fórum e me aliviar com alguma gostosa da Poringa que me fizesse lembrar dela, e tentar apagar as ideias taradas. da minha cabeça. Terminamos aquele período de provas e fomos muito bem, todos nós, então decidimos sair para dançar e comemorar. Fomos primeiro a um boteco por umas pizzas e cerveja, e depois acabamos numa balada. Compramos algumas garrafas de fernet, e íamos nos revezando para ir recarregar os copos. Quando era minha vez de ir buscar a rodada, Elena se ofereceu para me ajudar a carregar tudo. Enquanto esperávamos no bar, na penumbra da boate e com a música bombando, ela se aproximou do meu ouvido e sussurrou: "Não consigo tirar da cabeça as histórias da Sofia, eu também quero viver isso". Meu coração e minha cabeça dispararam. "Elena, você tá maluca... você namora o Dani, não podemos" foi a primeira coisa que me veio à mente, e a resposta dela me deixou gelado: "Pelo Dani não se preocupa, ele já sabe o que eu quero". Não sabia o que fazer naquela situação. Ela, com uma cara de boneca de porcelana e um corpo ultra sensual, estava se entregando para mim. Pensei em dizer: "Bom, se o Dani der o ok, vamos nessa, mas deixa eu falar com ele sóbrios em outro momento". Voltamos com as bebidas, e continuamos a comemoração com os outros, mas assim que terminei aquele copo, fui embora dizendo que não estava me sentindo bem – foi a desculpa mais fácil que encontrei para fugir daquela confusão. Passou uma semana, e o Dani me convidou para o futebol de sempre com a galera porque faltava um. Aproveitei o cigarrinho depois da pelada para me aproximar do Dani. Contei o que aconteceu na boate, com a hesitação de quem teme estragar uma amizade de anos. Dani me olhou, exalou a fumaça com calma e disse: "Vai em frente, cara. Faz um tempo que estamos pensando em abrir o relacionamento, e me passa confiança que seja você o primeiro a entrar. Sei que ela está em boas mãos". Tentei agir tranquilo, mas minha cabeça estava a mil. Aquele desejo que começou naquela tarde de chimarrão, finalmente tinha luz verde para ser realizado. A única coisa que consegui perguntar foi se ele queria saber quando ia acontecer ou se preferia descobrir depois, e aí ele me disse que depois, que ficava excitado com a ideia de que Elena contasse com todos os detalhes depois que a gente já tivesse se encontrado.
Voltei pra casa com a cabeça a mil, não entendia nada do que estava acontecendo, sabia que agora só me restava marcar o encontro com Elena, mas o que aconteceria depois?
Parte 1: https://www.poringa.net/posts/relatos/6303973/Primeros-pasos-com-Elena-y-Dani.html
0 comentários - Primeiros passos com Elena e Dani 2