Capítulo 1: O Primeiro Homem

O letreiro de entrada da Universidade Feminina de San Águeda brilhava sob o sol de setembro, com suas letras douradas e o lema gravado: Pela excelência da mulher". Mas hoje, algo tinha mudado. Um post-it, discretamente colocado no canto inferior direito, anunciava: A partir deste semestre, a gente começa a transição pra educação mista".

Lucas Mendoza, vinte anos, com uma mala numa mão e o coração batendo igual um tambor de guerra no peito, encarava aquele prédio gótico de pedra cinza que seria a casa dele pelos próximos quatro anos. Ele tinha sido aceito pelo currículo foda em engenharia de sistemas, mas também, sabia disso, como um experimento social.primeiro homemao pisar nesses corredores não como visitante, mas como aluna de pleno direito.Capítulo 1: O Primeiro HomemOs primeiros murmúrios começaram quando ele cruzou o arco principal. Um grupo de garotas carregando livros parou no meio do caminho, suas conversas morrendo de repente. Lucas sentiu dezenas de olhos sobre ele: curiosos, surpresos, alguns francamente céticos. Um perfume coletivo de flores, xampu e algo doce inundou seus sentidos.

— É ele? — ouviu uma loira de rabos de cavalo altos sussurrar. — Parece... normal — respondeu outra, mais baixa, de óculos. — Normal não — corrigiu uma terceira, de voz mais grave. — Olha os ombros dele. E esse olhar.

Lucas apertou a alça da mala e continuou andando em direção à secretaria. Cada passo ecoava no silêncio repentino do pátio central. Das janelas das salas de aula, rostos apareciam colados nos vidros. Algumas sorriam. Outras franziam a testa. Um par piscou descaradamente para ele.

A recepcionista, uma mulher madura com um tailleur impecável, deixou cair a caneta quando Lucas anunciou seu nome. — Ah, sim. O Sr. Mendoza — disse, recuperando a compostura com um rubor claro nas bochechas. — Temos... tudo preparado. O quarto dele fica na ala norte, terceiro andar. Normalmente é só para alunas de pós-graduação, mas... foi adaptado.

O "adaptado" acabou sendo uma suíte individual que devia ter pertencido a uma bolsista de destaque. Era espaçosa, com uma cama de casal, uma escrivaninha de carvalho e — Lucas notou com um nó na garganta — um banheiro privativo com um chuveiro de vidro transparente. Não tinha cortina.

— As regras — disse a recepcionista, seguindo-o para dentro. — O horário do refeitório é das 7 às 9 para o café, 12 às 2 para o almoço e 7 às 9 para o jantar. A biblioteca fecha às 10. E o... toque de recolher para visitas nos quartos é às 11.

— Visitas? — perguntou Lucas, largando a mala na cama.

A mulher tossiu levemente. — Sim, bem. Supomos que... eventualmente... você possa ter companhia. Embora recomendemos discrição. É um ambiente novo para todas.

Antes Antes que pudesse responder, um novo som chamou sua atenção: passos apressados no corredor. Vários pares de passos.

A primeira a aparecer na porta foi Valeria Ríos, capitã do time de debate e, segundo o folheto que Lucas tinha lido no ônibus, a aluna com a média mais alta da universidade. Alta, cabelo preto liso até a cintura e olhos cor de mel, usava um vestido de malha que grudava em cada curva do corpo como uma segunda pele.

— Oi — disse ela, com um sorriso que não chegava aos olhos —. Somos a comissão de boas-vindas. Achamos que você talvez precisasse de um tour pelo campus.

Atrás dela apareceram outras três. Camila, a presidente do conselho estudantil, com sardas e um sorriso genuinamente caloroso. Renata, a estrela do time de natação, cujos ombros musculosos se tensionavam sob a camiseta justa. E Sofia, a bibliotecária assistente, que ajustava os óculos com dedos trêmulos enquanto olhava para Lucas como se ele fosse um espécime raro.

— Não quero ser um incômodo — disse Lucas, sentindo o quarto parecer encolher.

— De jeito nenhum — respondeu Valeria, entrando sem pedir permissão —. Pelo contrário. Queremos garantir que sua... transição seja suave. Afinal, você é o primeiro homem na uni.

O olhar dela percorreu o corpo dele de cima a baixo, parando nas mãos, na boca, na linha do maxilar. Lucas sentiu um calor inesperado no baixo ventre.

O tour foi, em uma palavra, avassalador. Cada prédio, cada sala de aula, cada canto da universidade estava cheio de mulheres. Jovens, milf, tímidas, seguras, curiosas, desconfiadas. E todas, sem exceção, olhavam para ele. Algumas se aproximavam com desculpas triviais: perguntar as horas, oferecer direções que ele não precisava, comentar sobre o clima. Outras apenas observavam de longe, cochichando entre si.

— A piscina — anunciou Renata quando chegaram ao prédio esportivo —. Temos sessões livres das 6 às 8 da Amanhã. E das 8 às 10 da noite.

A água brilhava sob a luz dos holofotes, azul e tentadora. Renata parou na borda, olhando para Lucas com um sorriso safado.

— Sabe nadar?

— Sim — respondeu ele, reparando como o maiô de uma peça que Renata usava deixava pouco para a imaginação.

— Que bom. Talvez a gente possa treinar junto um dia. Às vezes preciso de um parceiro para treinos de resistência.

A mão dela roçou a de Lucas ao passar, um contato deliberado que deixou um rastro de eletricidade na pele dele.

O clímax da tarde chegou na biblioteca. Sofia, a bibliotecária assistente, mostrou a ele as seções especializadas, os dedos tremendo levemente toda vez que se aproximavam.

— Aqui está a coleção de engenharia — disse ela, num sussurro —. Tio... talvez você se interesse também pela nossa seção de literatura clássica. É bem... íntima. Quase ninguém vai lá.

Ela o guiou para um canto afastado, entre estantes de carvalho que iam até o teto. O ar cheirava a papel velho e poeira. Quando Sofia se inclinou para pegar um livro de uma prateleira baixa, a saia plissada esticou sobre as curvas da bunda dela. Lucas desviou o olhar, mas não antes de notar como ela jogou um olhar por cima do ombro, as bochechas coradas.

— Este é o meu favorito — murmurou, passando a ele um volume de
Cumes Borrascosos—. Tem passagens muito... apaixonadas.

Os dedos deles se encontraram sobre a capa do livro. Sofia não tirou os dela. Em vez disso, mexeu-os levemente, roçando nos nós dos dedos dele.
— Sua pele é mais macia do que eu imaginava — sussurrou.

O som de uns saltos se aproximando os separou. Valéria apareceu no fim do corredor, os olhos dela se apertando ao ver a cena.
— Sofia, a reitora quer ver nosso novo aluno. Agora.

O escritório da reitora ocupava a torre mais alta do prédio principal. Das janelas arqueadas dava pra ver todo o campus, os jardins perfeitamente cuidados, as residências, a capela. Mas Lucas mal reparou na vista. A atenção dele estava completamente presa na mulher sentada atrás da escrivaninha de ébano.

Dra. Elena Montenegro tinha a elegância de uma rainha e a presença de uma leoa. Aparentava quarenta e poucos anos, mas carregava cada um deles com uma autoridade que fazia o tempo parecer irrelevante. O cabelo castanho-avermelhado dela estava preso num coque perfeito, deixando à mostra um pescoço longo e gracioso. O tailleur cor de vinho que ela vestia era cortado pra acentuar ombros estreitos e uma cintura fininha, enquanto a saia, que terminava bem acima dos joelhos, revelava pernas cruzadas com meia de seda.

— Sr. Mendoza — disse ela, e a voz era quente mas ao mesmo tempo sensual, escondendo algo por trás, com uma profundidade que ressoou no peito de Lucas —. Sente-se, por favor.

Ele obedeceu, sentindo a maciez do couro da poltrona na frente dela.
— Obrigado, reitora.

— Elena, por favor — corrigiu ela, com um sorriso que transformou o rosto severo em algo surpreendentemente próximo —. Neste escritório, podemos dispensar formalidades. Afinal, sua presença aqui representa uma mudança histórica para nossa instituição.

Ela se levantou e caminhou até a janela, os saltos fazendo um som firme contra o assoalho de madeira. Lucas não conseguiu evitar notar o balanço da bunda dela. quadris, o jeito que o tecido da saia dela esticava a cada movimento.

—Minha família fundou esta universidade há oitenta anos — continuou, olhando para o campus —. Sempre foi um espaço para as mulheres se educarem sem distrações, sem as pressões que geralmente acompanham ambientes mistos. Mas o mundo muda. E nós precisamos mudar com ele.

Ela se virou, apoiando-se na borda da mesa. Daquela posição, Lucas tinha uma vista perfeita das pernas dela, do jeito que a meia-calça desenhava cada músculo da panturrilha. —Você é essa prova de mudança, Lucas. Posso te chamar de Lucas?

Ele assentiu, com a boca de repente seca. —Claro.
—Ótimo. Então, Lucas, deixa eu ser clara: seu sucesso aqui é minha prioridade pessoal. Qualquer problema, qualquer dificuldade, vem direto pra mim. Entendido?
—Sim, reitora. Elena.

O sorriso dela se alargou. —Excelente. Agora, tem mais uma coisa. Minhas filhas estudam aqui. Cláudia, no quarto ano de Direito, e Antônia, no segundo de Medicina. Pedi pra elas... Cuidarem de você. E te ajudarem a se enturmar.

Como se tivessem sido convocadas por mágica, a porta do escritório se abriu e duas jovens entraram. Cláudia, a mais velha, tinha a altura e a presença da mãe, mas com o cabelo solto em ondas acobreadas que caíam sobre os ombros. Usava um vestido de jaqueta azul-marinho que abria o suficiente pra mostrar um decote tentador. Antônia, mais baixa mas com curvas mais generosas, tinha o cabelo preto curto e um sorriso safado. A calça jeans justa e o top de renda preta deixavam pouco pra imaginação.

—Mamãe disse que tinha uma missão importante — disse Cláudia, se aproximando de Lucas com a mão estendida —. Prazer.

O aperto dela foi firme, mas os dedos deslizaram pela palma dele de um jeito que não foi acidental. Antônia, por sua vez, só o encarou de cima a baixo com uma expressão de pura apreciação. —É, com certeza uma missão importante — murmurou.

Elena observava a cena com uma expressão impenetrável, mas Lucas notou como os olhos dela escureciam ligeiramente, como seus dedos brincavam com a borda da jaqueta.

—Bom, meninas, não atropelem nosso convidado. Lucas precisa se preparar pras aulas de amanhã.
—Ah, é por isso que estamos aqui —disse Claudia, o sorriso ficando perigoso—. A gente tava pensando em ajudar ele com... a orientação. Mostrar os lugares menos conhecidos do campus.

—Os lugares íntimos —completou Antonia, mordendo o lábio inferior de leve.

Elena fez um gesto de concordância.—Só garantam que ele esteja no quarto antes do toque de recolher. E, Lucas...
Ele olhou pra ela.
—Sim?
—Lembre da minha oferta. Minha porta tá sempre aberta pra você. Pra qualquer coisa que precisar.

A ênfase nas últimas palavras foi inconfundível. E quando os olhos dela encontraram os dele, Lucas sentiu algo que não tinha sentido o dia inteiro: não curiosidade, não desejo juvenil, mas fome. Uma fome madura, segura de si mesma, e profundamente perigosa.

A "orientação" com Claudia e Antonia começou nos jardins botânicos, mas rapidamente foi pra lugares mais privados. A capela vazia, onde o eco dos passos ressoava entre os bancos de madeira. Os vestiários da piscina, ainda úmidos e com cheiro de cloro. O observatório astronômico no terraço da torre de ciências, onde as estrelas começavam a aparecer no céu do entardecer.

—Aqui é onde a gente vem quando quer ficar sozinha —disse Claudia, se apoiando no telescópio—. Ou quando quer ficar com alguém... especial.

Antonia sentou na borda de uma mesa, abrindo as pernas só o suficiente pra Lucas ver a renda preta da calcinha dela por baixo da jeans.—Mamãe tá muito interessada em você —comentou, brincando com a borda da blusa—. Mais do que o normal.

—Como assim? —perguntou Lucas, sentindo a temperatura no quartinho subir uns dez graus.

—Que normalmente ela não convida pra alunas no escritório dele depois do expediente — respondeu Cláudia, se aproximando —. E com certeza não pede pras filhas cuidarem delas pessoalmente.

Agora ela estava a só alguns centímetros dele. Lucas podia sentir o calor do corpo dela, sentir o perfume, algo picante e caro.
— E vocês? — ele conseguiu perguntar —. O que querem?

Antônia riu, um som baixo e sensual.
— Queremos ver do que você é feito, Lucas. Queremos saber se você é tão especial quanto a mamãe acha.

Cláudia levantou uma mão e pousou os dedos no peito dele, bem em cima do coração.
— Seu coração tá batendo muito rápido — murmurou —. Tá nervoso?
— Um pouco — ele admitiu.
— Não devia — disse Antônia, deslizando da mesa e se aproximando pelo outro lado —. Aqui, entre a gente, você pode ser você mesmo. Pode... explorar.

As mãos delas estavam agora dos dois lados do corpo dele, Cláudia na frente, Antônia atrás. Lucas sentiu o corpo de Antônia se pressionar contra suas costas, os peitos dela macios mas firmes através do tecido fino do top. Cláudia, na frente dele, deslizou as mãos pelo peito dele até os ombros, depois até o pescoço.

— A universidade inteira fala de você — sussurrou Cláudia, os lábios a um sopro dos dele —. As alunas, as professoras, até as moças da cantina. Querem saber como você é. Como você cheira. Como você tem gosto.

— Mas a gente — completou Antônia, mordendo de leve o lóbulo da orelha dele — é a primeira. E as primeiras sempre têm... privilégios.

O primeiro beijo foi de Cláudia. Os lábios dela eram macios mas insistentes, a língua buscando entrada quase de imediato. Lucas respondeu instintivamente, as mãos encontrando os quadris dela e puxando ela pra mais perto. Enquanto fazia isso, Antônia deslizou as mãos pela barriga dele, descendo e descendo, até a borda da calça jeans.

— Nossa, já tá duro — murmurou contra o pescoço dele, desabotoando o botão —. Tudo isso é por causa da gente?

Lucas não conseguiu responder porque Cláudia tinha aprofundado o beijo, as mãos dela agora no cabelo dele, puxando de leve. Era uma sensação avassaladora: dois corpos femininos se pressionando contra ele, dois pares de mãos explorando, duas bocas buscando sua pele. Antônia abaixou o zíper da calça jeans dele e deslizou a mão para dentro, encontrando a ereção dele por cima da cueca.

—Tão grande —sussurrou, apertando de leve—. E a gente mal começou.

Cláudia rompeu o beijo, ofegante. —Mamãe disse que a gente tinha que levar ele de volta antes do toque de recolher —falou, mas os olhos dela brilhavam de pura safadeza—. Mas não disse nada sobre o que a gente podia fazer antes.

Antônia se ajoelhou na frente dele, olhando pra ele de baixo com uma cara de adoração obscena. —Quero provar você —disse, e antes que Lucas pudesse responder, já tinha puxado a cueca dele pra baixo e segurado o pau com as duas mãos—. Quero ser a primeira nessa universidade a te ter na minha boca.

A língua dela apareceu, rosa e molhada, e lambeu a ponta do pau dele com uma lentidão de matar. Lucas prendeu a respiração, as mãos se agarrando nos ombros de Cláudia pra não cair. Cláudia, por sua vez, olhava com olhos escuros de tesão, uma mão deslizando por baixo do próprio vestido.

—Vai, mana —sussurrou—. Faz ele se sentir bem-vindo.

Antônia não precisou de mais convite. Abriu a boca e engoliu tudo, descendo até os lábios encontrarem a base. Lucas gritou, um som abafado que ecoou na cúpula do observatório. A sensação era de explodir: o calor molhado da boca dela, a pressão na garganta, o movimento da língua. E, por cima de tudo, a visão de Cláudia olhando pra ele enquanto se tocava, os dedos se mexendo por baixo do vestido.

—Isso —ofegou Cláudia—. É assim que o primeiro homem em Santa Águeda deve ser recebido.

Antônia começou a se mover, subindo e descendo num ritmo que logo virou frenesi. Uma mão brincava com as bolas dele, a outra deslizava pelas coxas dele. Lucas sentiu o gozo se acumulando, rápido e inevitável. Mas bem quando ele ia... À beira, Claudia também se ajoelhou, empurrando a irmã de lado.

—Minha vez —disse, e tomou seu lugar, os lábios envolvendo ele sem a menor hesitação.

A mudança foi eletrizante. Onde Antônia tinha sido ágil e brincalhona, Claudia era metódica, profunda, cada movimento calculado para extrair o máximo prazer. Enquanto ela fazia isso, Antônia desabotoou a calça jeans e a puxou pra baixo, revelando que não usava nada por baixo. Montou numa mesa, esfregando a buceta enquanto observava a irmã trabalhar.

—Olha ela —ofegou Antônia—. Sempre foi a mais competitiva. Quer ser a melhor em tudo. Até nisso.

Lucas já não conseguia pensar. Só sentir. O estímulo duplo, as duas irmãs, a proibição de tudo, a novidade... foi demais. Com um grito abafado, explodiu na boca de Claudia, que engoliu tudo, cada gota, enquanto os olhos dela se fechavam em êxtase.

Quando terminou, os três ficaram ofegando no chão do observatório. Claudia limpou a boca com as costas da mão, um sorriso triunfante nos lábios. —Bem-vindo a San Águeda, Lucas —disse, com a voz rouca.

Antônia se inclinou e beijou ele, compartilhando o gosto dele entre as bocas. —Isso é só o começo —sussurrou—. Quando a gente terminar com você, a universidade inteira vai estar implorando por uma vez.

De volta ao quarto, finalmente sozinho, Lucas desabou na cama. O corpo ainda tremia com os ecos do prazer, a mente girava com as implicações do que tinha acontecido. E enquanto olhava pro teto, o celular vibrou.

Uma mensagem de número desconhecido:
Meu escritório. Amanhã às 21h. Temos muito o que discutir. —ElenaOutra mensagem, de outro número:A piscina às 6 da manhã. Não se atrase. -RenataE mais um:A seção de literatura clássica. Durante a hora livre. Tenho algo pra te mostrar. —SofiaLucas desligou o telefone e fechou os olhos. O primeiro dia mal tinha terminado, e ele já tinha um harém engatinhando. A pergunta não era se ele conseguiria lidar com a atenção. A pergunta era quanto tempo levaria até que essa atenção o consumisse por completo.

E no fundo do seu ser, uma parte dele ansiava por descobrir.

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