Aproximadamente 2 semanas antes de casar com minha atual esposa, que vou chamar de CA, ela me disse que ia sair com uma amiga chamada Daniela, tipo uma "despedida de solteira". Foram pra capital, pra um bar. Lembro que mandei várias mensagens, mas ela demorou pra responder, porque só falamos no dia seguinte, quando voltamos de noite. Deitamos, e ela começou a chorar, dizendo que tinha errado e transado com outro cara chamado Esteban, e que ainda tinha doído. Segundo a história da minha esposa, foi assim:
"Daniela e eu estávamos no bar, sabe? Tomando shots, dançando... me sentia tão livre. Aí ele chegou." A voz dela baixou pra um sussurro. "Esteban. Era gato e tinha uma energia que fazia a mulher se sentir desejada."
"Ele nos convidou pra mais um drink. Daniela também tava flertando com ele, mas ele... ele só olhava pra mim. Falou que meus olhos eram muito lindos." CA tocou o próprio rosto. "Nunca ninguém tinha me dito algo assim."
"Depois de mais uns drinks, a Daniela sugeriu a gente ir pra um motel. Só pra se divertir. Ela foi com o amigo do Esteban no carro, e eu fui com ele. Não pensei direito."
O motel era aconchegante e tinha um banheiro no quarto. CA percebeu que a Daniela entrou no quarto ao lado com o amigo.
"O Esteban pagou. Não sei como. Meu cérebro tava nublado." Ela se virou, e Esteban a empurrou contra a parede, começando a beijá-la até o pescoço, enquanto apalpava os peitos dela.
"O Esteban mandou eu tirar a roupa, mas eu tava tão bêbada que não sabia como fazer." Ela riu amargamente. "Fiquei parada ali, sem jeito, com a mão no zíper. Ele perdeu a paciência e só levantou meu vestido."
As mãos dela se moveram sobre o próprio corpo, recriando o momento: "Ele me empurrou pra cama e se ajoelhou na minha frente. 'Abre a boca', ordenou. Eu hesitei, mas ele segurou meu queixo e forçou meus lábios a se abrirem. O pau dele tava duro, quente, com um gosto salgado e ácido. Ele me fez fazer boquete por vários minutos, guiando minha cabeça. cabeça com as mãos, dizendo 'Assim, sim, toma tudo.'"
Ela fechou os olhos, lembrando: "Quando senti que ia vomitar, ele me afastou e deitou em cima de mim. Não estava preparada—nem física nem mentalmente. Ele entrou bruscamente, sem lubrificação, sem carinho. Ai! Gritei, mas ele só sorriu e disse 'Vou te partir ao meio, gatinha'."
CA sentou na cama e abriu as pernas, mostrando onde tudo tinha acontecido: "Doía muito. Cada estocada era como fogo. Mas ele não parou. Segurou meus pulsos e me penetrou forte e rápido, grunhindo como um animal. 'Você é minha putinha,' ele dizia. Sentia o pau grande e duro dele dentro de mim, roçando partes que nunca tinham sido tocadas assim." Depois me colocou de quatro e meteu com tudo, diz CA que ela só segurava as mãos dele e mordia o travesseiro. Depois de umas horas de trepada.
Parece que o amigo dele bateu na porta do quarto e disse que já tinham que ir, então ele me tirou da cama e mandou eu me ajoelhar de novo. 'Bate uma pra mim,' ordenou. Eu reclamei que não dava, que estava dolorida.
Segundo CA, ele a obrigou a bater uma até gozar, os dois sentados na câmera, e o leite só caiu na perna dela.
CA deixou a cabeça cair nas mãos, soluçando forte enquanto terminava de contar a parte do Esteban.
Disse que ele vestiu a cueca com o pau duro ainda pingando.
CA levantou o olhar para mim, os olhos suplicantes. "Mas agora... agora quero que seja você quem decida. Quero que me faça sentir bem, mas desta vez com sua boca."
Eu fiquei confuso, por que com a boca se podia comer naquela hora (só anos depois entendi que ela não tinha feito um oral nele).
Me aproximei dela, com uma mistura de raiva contida e desejo voraz. Peguei ela pelos pulsos e forcei a abrir as pernas, olhando fixo nos olhos dela enquanto descia até a virilha.
Me deitei entre as pernas dela, sentindo a respiração acelerar ao me ver ali, no lugar onde Esteban tinha estado horas antes. antes. Comecei lambendo suavemente seus lábios internos, provando aquele gosto que era estranho. Ela arqueou as costas, um gemido abafado escapando da garganta dela.
CA se contorceu debaixo de mim, os dedos dela se enroscando no meu cabelo enquanto eu aprofundava minha atenção. Lambi cada dobra, cada superfície sensível, saboreando a essência dela misturada com as lembranças de outra noite.
"É... assim..." ela gemeu, os quadris se erguendo pra encontrar minha boca. "Não para..."
Minha língua mergulhou na umidade escorregadia dela enquanto eu continuava o ritmo, alternando lambidas longas e chupões intensos. Ela começou a falar putaria, repetindo as palavras que Esteban tinha usado:
"Se eu sou uma puta, uma puta"
O som daquelas palavras acendeu algo primitivo em mim. Acelerei o ritmo, focando no clitóris inchado dela, chupando ele entre meus lábios enquanto meus dedos entravam e saíam dela com movimentos rápidos.
Senti os músculos dela se tensarem, a respiração parar por um momento antes do corpo inteiro tremer num orgasmo violento. Os quadris dela se sacudiram contra meu rosto enquanto ela gritava.
Quando os espasmos pararam, CA estava tremendo, coberta de suor, os olhos fechados com lágrimas frescas escorrendo pelas têmporas dela.
"Eu te amo... me desculpa tanto... amo só você," ela soluçou, me puxando pra perto pra me abraçar.
Abracei ela forte, sentindo o coração dela bater contra o meu, prometendo pra mim mesma que essa seria nossa última noite lembrando do Esteban. De agora em diante, só existiria nós—nosso amor, nossas cicatrizes, e esse novo começo.
MAS 2 ANOS DEPOIS, ACONTECEU ALGO E DESSA VEZ EU TAVA MAIS QUE PREPARADA. QUER OUVIR A HISTÓRIA E VER ESSAS FOTOS???
5 ANOS DEPOIS, UM CARA QUE ELA CONHECEU NO ÔNIBUS (HARDCORE ANAL E MENAGE)
6 ANOS DEPOIS, UM EX-NAMORADO (HARDCORE, VOLTOU A TOMAR REMÉDIO PRA DEIXAR ELE GOZAR DENTRO DELA DEPOIS DE 6 ANOS SEM EU FAZER ISSO)
"Daniela e eu estávamos no bar, sabe? Tomando shots, dançando... me sentia tão livre. Aí ele chegou." A voz dela baixou pra um sussurro. "Esteban. Era gato e tinha uma energia que fazia a mulher se sentir desejada."
"Ele nos convidou pra mais um drink. Daniela também tava flertando com ele, mas ele... ele só olhava pra mim. Falou que meus olhos eram muito lindos." CA tocou o próprio rosto. "Nunca ninguém tinha me dito algo assim."
"Depois de mais uns drinks, a Daniela sugeriu a gente ir pra um motel. Só pra se divertir. Ela foi com o amigo do Esteban no carro, e eu fui com ele. Não pensei direito."
O motel era aconchegante e tinha um banheiro no quarto. CA percebeu que a Daniela entrou no quarto ao lado com o amigo.
"O Esteban pagou. Não sei como. Meu cérebro tava nublado." Ela se virou, e Esteban a empurrou contra a parede, começando a beijá-la até o pescoço, enquanto apalpava os peitos dela.
"O Esteban mandou eu tirar a roupa, mas eu tava tão bêbada que não sabia como fazer." Ela riu amargamente. "Fiquei parada ali, sem jeito, com a mão no zíper. Ele perdeu a paciência e só levantou meu vestido."
As mãos dela se moveram sobre o próprio corpo, recriando o momento: "Ele me empurrou pra cama e se ajoelhou na minha frente. 'Abre a boca', ordenou. Eu hesitei, mas ele segurou meu queixo e forçou meus lábios a se abrirem. O pau dele tava duro, quente, com um gosto salgado e ácido. Ele me fez fazer boquete por vários minutos, guiando minha cabeça. cabeça com as mãos, dizendo 'Assim, sim, toma tudo.'"
Ela fechou os olhos, lembrando: "Quando senti que ia vomitar, ele me afastou e deitou em cima de mim. Não estava preparada—nem física nem mentalmente. Ele entrou bruscamente, sem lubrificação, sem carinho. Ai! Gritei, mas ele só sorriu e disse 'Vou te partir ao meio, gatinha'."
CA sentou na cama e abriu as pernas, mostrando onde tudo tinha acontecido: "Doía muito. Cada estocada era como fogo. Mas ele não parou. Segurou meus pulsos e me penetrou forte e rápido, grunhindo como um animal. 'Você é minha putinha,' ele dizia. Sentia o pau grande e duro dele dentro de mim, roçando partes que nunca tinham sido tocadas assim." Depois me colocou de quatro e meteu com tudo, diz CA que ela só segurava as mãos dele e mordia o travesseiro. Depois de umas horas de trepada.
Parece que o amigo dele bateu na porta do quarto e disse que já tinham que ir, então ele me tirou da cama e mandou eu me ajoelhar de novo. 'Bate uma pra mim,' ordenou. Eu reclamei que não dava, que estava dolorida.
Segundo CA, ele a obrigou a bater uma até gozar, os dois sentados na câmera, e o leite só caiu na perna dela.
CA deixou a cabeça cair nas mãos, soluçando forte enquanto terminava de contar a parte do Esteban.
Disse que ele vestiu a cueca com o pau duro ainda pingando.
CA levantou o olhar para mim, os olhos suplicantes. "Mas agora... agora quero que seja você quem decida. Quero que me faça sentir bem, mas desta vez com sua boca."
Eu fiquei confuso, por que com a boca se podia comer naquela hora (só anos depois entendi que ela não tinha feito um oral nele).
Me aproximei dela, com uma mistura de raiva contida e desejo voraz. Peguei ela pelos pulsos e forcei a abrir as pernas, olhando fixo nos olhos dela enquanto descia até a virilha.
Me deitei entre as pernas dela, sentindo a respiração acelerar ao me ver ali, no lugar onde Esteban tinha estado horas antes. antes. Comecei lambendo suavemente seus lábios internos, provando aquele gosto que era estranho. Ela arqueou as costas, um gemido abafado escapando da garganta dela.
CA se contorceu debaixo de mim, os dedos dela se enroscando no meu cabelo enquanto eu aprofundava minha atenção. Lambi cada dobra, cada superfície sensível, saboreando a essência dela misturada com as lembranças de outra noite.
"É... assim..." ela gemeu, os quadris se erguendo pra encontrar minha boca. "Não para..."
Minha língua mergulhou na umidade escorregadia dela enquanto eu continuava o ritmo, alternando lambidas longas e chupões intensos. Ela começou a falar putaria, repetindo as palavras que Esteban tinha usado:
"Se eu sou uma puta, uma puta"
O som daquelas palavras acendeu algo primitivo em mim. Acelerei o ritmo, focando no clitóris inchado dela, chupando ele entre meus lábios enquanto meus dedos entravam e saíam dela com movimentos rápidos.
Senti os músculos dela se tensarem, a respiração parar por um momento antes do corpo inteiro tremer num orgasmo violento. Os quadris dela se sacudiram contra meu rosto enquanto ela gritava.
Quando os espasmos pararam, CA estava tremendo, coberta de suor, os olhos fechados com lágrimas frescas escorrendo pelas têmporas dela.
"Eu te amo... me desculpa tanto... amo só você," ela soluçou, me puxando pra perto pra me abraçar.
Abracei ela forte, sentindo o coração dela bater contra o meu, prometendo pra mim mesma que essa seria nossa última noite lembrando do Esteban. De agora em diante, só existiria nós—nosso amor, nossas cicatrizes, e esse novo começo.
MAS 2 ANOS DEPOIS, ACONTECEU ALGO E DESSA VEZ EU TAVA MAIS QUE PREPARADA. QUER OUVIR A HISTÓRIA E VER ESSAS FOTOS???
5 ANOS DEPOIS, UM CARA QUE ELA CONHECEU NO ÔNIBUS (HARDCORE ANAL E MENAGE)
6 ANOS DEPOIS, UM EX-NAMORADO (HARDCORE, VOLTOU A TOMAR REMÉDIO PRA DEIXAR ELE GOZAR DENTRO DELA DEPOIS DE 6 ANOS SEM EU FAZER ISSO)
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