A madura do escritório: a viagem... parte 2 de 3

A madura do escritório: a viagem... parte 2 de 3
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milfNo domingo acordei cedo, arrumei minha mala com roupa pra dois dias, desci do apartamento, fui comprar umas coisas pra viagem. Uma das vantagens de morar sozinho é que eu imponho meus horários, o que visto e o que como. A desvantagem é o custo alto do aluguel, carro, contas — em parte é isso que me impede de levar minha namorada Irene pra morar comigo, fora que ela tem 22 anos e tá terminando a faculdade, então não trabalha. Voltei pro apartamento depois das compras e de tomar café no restaurante perto do mirante da cidade. Cheguei e a primeira coisa que fiz foi tomar um banho demorado.

Me vesti com calça social, camisa branca e paletó, sapatos lustrados e uma borrifada de loção. Peguei meus óculos escuros e fui pro escritório. Eram 5 da tarde.

Em uns 10 minutos, chegou uma caminhonete fechada. Desceu um cara — pela roupa, dava pra ver que era alguém importante. Ele abriu a porta do carona e também a de trás. Desceu a Soledad e uma menina simpática de uns 11 anos. A menina chamava ela de mãe: "Mãe, então eu vou ficar com o papai? Não posso ir também?" Ela balançou a cabeça, negando. Virou pro homem, que claramente era o marido, e disse: "Ernesto, você fica com a Emília, e na terça eu passo pra buscá-la." O marido não parecia nada feliz. Nem se despediu com um beijo, só falou: "Que dê tudo certo pra você..." Ele virou, me olhou e disse: "Cuidado pra não dirigir cansado ou de noite, moço. Que tudo dê certo pra vocês." Deram partida e ficamos só eu e a Soledad no estacionamento do escritório. Ela vinha impecável: de novo saia e blusa bem combinadas, mas diferente do que costuma usar no trabalho, dessa vez a saia estava um pouco acima do joelho. Dava pra ver umas pernas torneadas lindas.

Pegamos o Fiat do escritório, tanque cheio, e um envelope com dinheiro vivo no porta-luvas pros nossos gastos. Coloquei a mala da Soledad e a minha no carro, e partimos pra cidade costeira. No caminho, a chuva começou a pegar forte, tive que encostar. Enquanto a chuva dava uma trégua, tentei... Conversar com a Soledad, que viagem e tanto, doutora. Vejo que tem uma família bonita... Ela me agradeceu, mas disse que fica desconfortável falar disso comigo, pra focar no trabalho. Fiquei em silêncio... Ela pediu desculpa, disse que realmente a incomoda muito falar sobre o pai da menina. Não é meu marido, é meu ex-marido. Faz uns 4 meses, a situação complicou e não tive outra escolha a não ser aceitar a proposta de divórcio. A guarda da Emilia, minha filha, é compartilhada, mas a maior parte do tempo ela fica comigo. Ele prefere ter tempo de sobra pros negócios dele, e nem eu nem minha filha sentimos falta dele, mas tem ocasiões como essa...

Chegamos na cidade, direto pro hotel. O bar tava aberto, sugeri a ela tomar um drink. Ela recusou, mas disse: "Te acompanho com um refrigerante, e lembra que as diárias não cobrem bebida alcoólica." Ficamos conversando sobre outras coisas, e aí entrou no papo meu relacionamento com a Irene. Ela tava acompanhando a conversa, quando dois americanos chegaram no balcão e começaram a trocar olhares com ela.

O cara, uns 50 anos, bem arrumado, acompanhado de uma coroa gostosa, corpo delicioso, mas com curvas não tão generosas quanto as da Soledad. O homem tomou a iniciativa e falou com ela: "Hello, good evening, friend. What are you doing wasting your time with this boy? I suppose it's not fun. My wife and I would love, if you're interested and respectfully, to have a private evening, just you, my wife, and me... My wife and I think you're a beautiful Latina; you have a hot body."

Ela só sorriu, negou com a mão e completou pra ele: "Agradeço muito o elogio. Diz pra sua esposa que acho ela particularmente sexy, e que se não fosse por essa reunião de trabalho, adoraria comer ela."

Ele riu, ela também. O americano voltou com a parceira, e a mulher ficou corada e mandou um beijo pra Soledad, que devolveu outro.

Uns minutos depois, perguntei: "Então você também acha que eu sou um menino?" Ela riu e respondeu: "Pra mim, sim. 16 anos. São uma boa diferença e não acho que o que você está pensando seja uma boa ideia, você está igual a Irene, precisa crescer, garoto... Ela tocou meu cabelo, então, sem rodeios, falei o que sentia por ela, as fotos e as punhetas pensando nela.

Ela continuou com um olhar sorridente, disse no meu ouvido: "Isso eu já imaginava, bobinho... Você não faz ideia de quantos tributos uma mulher pode levar sem saber, e também sabendo. Aposto que a Irene já levou vários tributos com ela sabendo de tudo... Aqui o garoto é você, essa história das fotos... A ligação já estava entrando antes de sua caneta cair, pensei em desligar, mas resolvi dar um presentinho pra esse garoto..."

Fiquei vermelho, não soube o que dizer... Ela disse: "Já chega de conversa, vamos descansar que amanhã vamos ter que acordar cedo..." Chegando nos nossos quartos, ela me pegou pela mão... Disse: "Vou fazer você amadurecer, garoto..." E me puxou para o quarto dela, me jogou na cama, eu estava feliz, com o pau bem duro. Ela se ajoelhou em cima de mim, se virou, desabotoou minha calça e puxou até os joelhos, fez o mesmo com minha cueca, e riu: "Esse pelinho precisa de cuidado", disse...

Ela começou a levantar a saia, com uma mão tirou uma linda calcinha fio-dental preta de renda, que emoldurava a bunda dela, algo que eu nunca tinha visto nem nas minhas melhores fodas, uma pinta na nádega direita, uns lábios vaginais que se destacavam como cristas, e peluda.

Pensei que ela fosse montar em mim, mas ela só disse: "Me diz o que você deseja, isso, agora você é meu cachorro!!!" Eu ia responder quando ela apertou um dos meus ovos com a mão e começou a girar. A dor era insuportável, eu disse: "Sim, sim, sou seu cachorro!!!" "Ok, nos entendemos", disse ela. Aproximou a bunda e a buceta até minha cara, disse: "Bebe, toma todo meu suco, você precisa, meu garoto." Eu estava com o pau bem vermelho, ela viu, não tocava nem fazia nada, eu só chupava e chupava. Ela tirou um elástico de cabelo e enrolou no corpo do meu pau, a pressão era forte mas gostosa, começou a lamber minhas virilhas. depois os ovos, o pau começou a só esfregar com as mãos dela, e ela colocou uma camisinha saborizada em mim, a pressão da liga aumentava, então ela pegou minha glande, afastou a bunda do meu rosto, e se sentou de uma vez no meu pau, fazia movimentos de oito, eu tava quase gozando. Ela disse "ainda não, meu cachorrinho", e me deu um beliscão entre os dois ovos, juro que senti toda a gozada reprimida voltando pros ovos. "Primeiro come", ela aproximou de novo a buceta dela, molhada, e disse "agora chupa, depois lambe, não quero dentes, aprende a lamber direito, cachorrinho". Eu tava submisso a ela, ela se levantou um pouco e disse "bem bem, agora aqui, meu cachorrinho", mostrou o cu, lindo, limpo, com tons roxos e preto, comecei a beijar ele, ela disse "não, cachorrinho, agora morde entre meu cu e minha buceta", "assim, assim", ela falava entre gemidos, disse "rápido, chupa minha buceta", e ela gozou litros na minha boca, disse "engole tudo, cachorrinho", era muito fluido dela, e ficou o gosto, junto com o gosto da camisinha de morango... CONTINUA

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