Relato gay de Viedma

Isso começa assim... sempre explorei meu lado gay com meu primo, a gente se tocava na pika, chupava um do outro... uma vez, a gente tava muito bêbado e eu pedi pra ele me comer. Aquela explosão de porra na bunda me batizou pra vida toda como passivo. Meu primo tinha a pika pequena, uma dinga de um moleque de 13 anos, igual eu... foi uma delícia. Era os anos 2000 em Viedma, e os caras que queriam explorar a sexualidade não tinham muito espaço pra isso. Meu primo também se dedicou às gostosas, igual eu. A gente continuou fingindo demência. Uma tarde de verão em 2007, navegando no cyber, aparece na minha frente o patagoniagay.com. Uma página linda, com um chat, minha curiosidade voltou, minha pika subiu e eu tava louco, tinha acabado de fazer 18, queria tudo. Me cadastrei no chat e, a partir daí, entrava todo dia e procurava alguma coisa que, sei lá, mas procurava. Era eu buscando segurança, trocando putaria, vivendo minha sexualidade. Um dia, entro e me escreve um usuário chamado "patagônico", de 35 anos. A gente conversa, ele me passa altura e medidas: eram 18x6. Pra minha bunda virgem, era muito. Ele disse que era de Neuquén, que tava hospedado em tal lugar e que, se eu quisesse, a gente se via agora. Ele tinha 35 anos. Eu não sabia o que tinha que fazer antes do sexo, li na hora, então, enquanto combinava com ele, planejei minha preparação rústica. Fui pra casa, me higienizei e parti. Cheguei no lugar combinado, um homem passou, me olhou e seguiu em frente. Voltou e disse: "Que gostosa que você é, vem, eu sou o patagônico." Eu segui ele de longe e entramos num lugar bem escondido, em frente aonde fica o cinema. Eu tava tremendo de nervoso. Tava super nervoso. Entramos num apartamento e ele disse: "Senta aí." Era uma sala de jantar. Ele se aproximou e encostou a pika no meu rosto, ela tava toda dentro da calça dele. Senti ela endurecer e falei: "Quero aprender a chupar uma pika, vamos pro quarto." Ele me levou pro quarto, eu tava entregue, disposto a tudo. Na cama de casal, ele tirou minha camiseta e começou a chupar meus mamilos, tirou minha calça, me colocou de quatro e me... Tirei a cueca, ele me disse: "que bunda gostosa você tem, vagabunda", "quer chupar minha pica?". Eu estava pelado, pronto pra ser a putinha dele. Ele tirou a pica e enfiou na minha boca. Me tratou com tanto respeito e amor. Pensei que iam me estuprar, mas não, foi um cavalheiro. Me apalpou inteiro e disse: "como você quer que eu te coma?" E eu pedi de lado. Aquela pica era cabeçuda demais, quando batia na porta eu sentia meu cu babando. Pedi pra ele cuspir, ele disse: "sente como sua bunda fica lubrificada". Continuou metendo e cada vez ficava mais molhado. Ele disse: "vou te dilatar devagar porque você tá bem apertado". E foi assim, bem devagar. Quando a cabeça entrou, eu gritei de dor e prazer. Tirar e meter virou uma rotina de 3 minutos. Amava como entrava e saía. Ele disse: "respira", e eu senti uma sensação linda. A pica dele tinha entrado mais do que eu esperava, e daí começou forte. Ele me deu tudo que eu merecia. Quando perguntou onde eu queria a porra, eu disse dentro. Ele encheu minha bunda de porra, literalmente. Todo melado, eu disse: "vou me lavar e você me come de quatro", e ele aceitou. Nunca tinham me comido de quatro, então voltei super animado pra ver como aquela mina tinha morrido. Tentei revivê-la esfregando minha bunda nela, depois bati uma punheta até que por fim ele falou: "se você quer que ela levante de novo, vai ter que chupar". Ele segurou minha cara com força e colocou contra a pica dele e disse: "até o fundo". Quase vomitei, mas aquela pica tava dura de novo. Agora vem a melhor parte. Aquela comida de quatro foi digna de filme pornô. Ele era um touro e eu a vaca dele. Eu era uma puta e ele me comia sem freio. Era dono da minha cintura e do meu couro. De repente ele disse: "senta". Sentei, vi a pica vindo e ele disse: "abre". Senti a porra na minha boca, tinha a boca cheia de leite. Ele fechou minha boca e disse: "engole". Como uma puta submissa, eu fiz. Chupei mais um pouco e ele comeu minha bunda de novo e gozou rápido mais uma vez. Ele exausto na cama e eu pedindo mais. Comecei a bater punheta e ele mostrou pornô caseiro. até eu gozar. Enquanto eu me masturbava, ele enfiou os dedos em mim, lambeu meu pescoço, mordeu meus mamilos, cuspiu na minha mão. Um ser humano lindo... nunca mais o vi, mas ele me educou nesse mundo e me ensinou muito.. onde quer que esteja, patagônico, um beijo pra essa rola.

2 comentários - Relato gay de Viedma