Mi novia 2

Minha noiva, Arabela, é, aos meus olhos, a mulher mais gostosa do mundo e eu amo ela com toda a minha alma. A gente vai casar logo e é o que eu mais quero, viver ao lado dela. Uns meses atrás, numa sexta à tarde, a gente tava de mãos dadas, eu tinha chamado ela pra tomar um negócio, queria conversar sobre os preparativos do casamento que já tava chegando. Eu tava felizão. Do nada, passa um cara numa caminhonete, um moleque novo, adolescente, mas bem bonito, e faz um sinal pra minha noiva, eu vi. Ela se afasta de mim por um segundo e vai até a caminhonete pra cumprimentar ele, e dá um beijo na boca, rápido, na disfarçada pra eu não perceber, mas eu percebi e, como sou respeitador e na minha (e corno manso), fingi que não vi. Era óbvio que eles já se conheciam. Cheguei a pensar que fosse algum ex, mas quando vi a idade dele, descartei essa ideia. Eles trocam umas palavras e ela me chama pra chegar perto, evita me apresentar e o desgraçado nem olha pra mim. Ela fala que ele é um amigo e que vai acompanhar ele num lugar, mas se eu quisesse, podia me deixar perto de casa. Fiquei de boca aberta com aquela decisão firmeza, ela decide ir com ele e minha opinião não vale nada. Confuso e só pra ficar um pouco mais perto dela e processar o que tava rolando, subi na parte de trás, a de carga, porque a cabine era só pra dois. Confirmei que era um moleque bem mais novo que eu, um adolescente. Quando a gente tava indo pra minha casa, eles conversavam e, claro, eu não conseguia ouvir. Ela tava de mini-shorts curtíssimos que deixavam ela super gostosa, mostrando aquelas pernas esculturais que, verdade, são uma tentação. O garoto ficava passando a mão nelas enquanto dirigia e ela sorria, toda satisfeita. Eu perdi o fôlego, impressionado de ver um moleque aproveitando ela na minha frente. Aí ela virou pra me olhar e, ao ver minha cara de otário, virou pra ele e os dois riram juntos, os dois celebrando a cumplicidade deles diante da minha covardia. Me deixaram na porta de casa. Assim que pulei da caçamba, a caminhonete arrancou e num instante sumiu. Desapareceram. Não se despediu de mim. Ali caí na real de como aquele maldito adolescente de pau grande ia comer ela, com uns ovos bem de macho, já que tinha coragem de roubar a namorada de alguém mais velho que ele, mas com cara de perdedor e de corno. Dois dos meus vizinhos estavam conversando ali na porta da minha casa, tenho certeza que já tinham aproveitado minha namorada, porque eram bem bonitos os dois e várias vezes vi eles conversando com ela. Riram juntos e um deles me disse: "O que houve, vizinho, levaram a namorada?" E soltaram uma risada cruel. Caí na real olhando por onde tinham desaparecido e comecei a desesperar. Chorando, esperei por ela sem conseguir apagar da minha mente como um adolescente me roubou na minha cara, na porta da minha casa. Como desci da caminhonete e ele já arrancou e me tomou minha namorada rumo ao hotel que vim a descobrir era o lugar onde ela queria que eu a acompanhasse. Com certeza ele tava de pau duro e pediu pra ela chupar. Endureceu ao vê-la de longe, vê-la andar com essas pernas maravilhosas que levantam até os mortos. Ela sumiu por umas três horas. Chegou com o cabelo ainda molhado e relaxada, me beijou como de costume com a língua na minha boca e ali senti o impacto, o gosto da luxúria. Então não dava mais pra perguntar o que tinham feito, era óbvio se a boca dela tinha gosto de porra. Ela me olhou com aqueles olhos verdes lindos e aquele sorrisinho que dizia: "O que você vai perguntar? Esse moleque é mais macho que você, me usou e eu curti, usou meu cu, me comeu. Deixa assim, você perdeu por ser tão pouco homem, por não ter coragem de me segurar, de se fazer respeitar. Corno." Eu entendi, baixei a cabeça e me afoguei num choro silencioso enquanto ela me olhava com aquele sorriso, com pena, sem me tocar, esperando passar e eu me acalmar. Ela e o macho dela tinham me humilhado e já não dava pra fazer nada. Na hora eu devia ter reagido, mas covarde e medroso, tendo que ela se irrite e me expulse da vida dela e, sendo lerdo como sou, eu tenha deixado me humilhar. Assim ele se repetia sempre e quase todo dia aparecia um macho escroto que curtia ela, algo que pra mim é proibido. Sou um cuck e todos os caras parecem saber disso. Talvez vá de boca em boca, mas já sem nenhum pudor levam ela na minha cara, como se diz. Mesmo assim, eu amo ela e quero que seja minha esposa. E é por causa do meu jeito de amar e respeitar ela que aceito que saia pra se divertir sem mim. Aos sábados, ela sai sempre com um homem diferente, e segundo ela, não quer sair comigo porque precisa do espaço dela e, por outro lado, diz que sou sem graça. As amigas dela, as poucas que tem, estão com seus parceiros e ela teve problemas com todas. Acusam ela de já ter experimentado todos os namorados delas, o que ela nega e eu tenho que acreditar, acho um absurdo essa acusação, embora, vendo pelo que aconteceu hoje, já me parece mais provável que seja verdade. A real é que aos sábados ela vem pra minha casa e lá se arruma pras saídas dela, pois usa meu endereço pros encontros. Eu tolero que todo sábado os caras venham buscá-la, sempre carros diferentes. Eu fico em casa esperando enquanto vejo um filme. Uma vez um deles me mandou um vídeo curto onde aparece uma mina parecida com minha gata chupando uma rola enorme com um texto que dizia "como tua namorada chupa bem" ou algo assim, mas, embora a garota fosse muito parecida, tenho certeza de que não era ela, ou pelo menos quero acreditar. Na manhã seguinte, trazem ela de volta. Não dou ouvidos às fofocas dos meus vizinhos, que segundo eles todo mundo já comeu ela. Eu ainda não vi ela pelada, tô me guardando pro casamento.

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