Minha Primeira Traição Parte 4 - Final - 2/2

Oi pessoal, tudo bem com vocês?

Vocês sabem que cada relato leva tempo e dedicação, e eu faço com todo prazer no meu tempo livre. Lembro que se quiserem colaborar, podem fazer isso pelas minhas redes do OnlyFans ou Cafecito, me procurem como Zuley9573. Com isso, me motivam a criar mais relatos, que levam tempo e esforço, e tenho certeza de que vocês adoram ler minhas experiências/histórias. Obrigada pela colaboração.

Continuamos com a última parte deste relato:

Ele se deitou, eu abaixei a calça dele, e através da cueca já vi ela, divina, me esperando.
Olhei nos olhos dele com a melhor carinha, ele me olhou também.
Abaixei a cueca dele e comecei a chupar. Estava incrivelmente dura e quente. Comecei pela cabecinha, beijinhos, linguinha, pequenas mordidinhas.

Pablo: "Me olha"
Levantei o olhar, olhei pra ele, e baixei de novo.
Pablo: "Não, não para de me olhar".

Gostei da proposta, fiz isso, comecei a chupar ela toda, sem tirar o olhar, adoro, até hoje, adoro ver a cara dele quando estou chupando. Tem vezes que ele não consegue segurar o olhar de prazer, aí eu adoro mais. Eu enfiava toda a pica na boca, faltava um pouco mais, mas não entrava. Continuamos nos olhando.

Pablo: "Cospe nela"
Eu: "O quê?"
Pablo: "Cospe nela"

Fiquei com bastante vergonha, mas fiz.

Pablo: "Isso, assim, mas, cospe mais, com barulho, mais safadinha"

Tudo isso, ele falando, também era novo pra mim, os que eu tinha ficado até então eram mais quietos.
Cuspi nela, com o barulho que ele pedia, bem babada. Ele gemeu de prazer.
Tirou a pica da minha boca e começou a bater na minha cara com ela, e esfregou por todo o meu rosto.

Pablo: "Chupa minhas bolas".

No ponto em que eu estava, já era tudo aceitável, entre a tesão, que ele me fez gozar 2 vezes, que eu estava super molhada e com tesão de novo, ele podia pedir pra eu fazer um churrasco, e eu fazia!
Coloquei uma bola na boca, chupei, depois a outra, depois tentei com as duas, mas não consegui, com A mão dele batia uma punheta, e a carinha que ele fazia era incrível.
Depois, ele agarrou minha cabeça com as duas mãos e enfiou o pau todinho na minha garganta, sem aviso. Fiquei com os olhos cheios d’água, mas não de dor — foi porque engasguei.

Ele tirou, me disse: “Cospe.” Eu cuspi, e ele meteu de novo até a garganta. Tirou, eu cuspi, ele meteu de novo, e repetimos isso mais algumas vezes.
Algumas vezes ele até cuspiu na minha boca, MEU DEUS!

Pela intensidade, achei que ele ia gozar — e foi mesmo, mas aí ele falou:

**Pablo:** “Chupa bem devagar, assim eu não gozo agora e a gente continua.”

Essa é uma prática que a gente usava muito: quando ele não queria gozar pra não cansar, pedia pra eu chupar bem devagar. Assim, a intensidade e a tesão diminuíam, e ele aguentava mais tempo. GRANDE DICA!

Ele me fez deitar de costas, com a cabeça pra fora da cama, pendurada. Inclinei a cabeça pra trás e ele começou a foder minha garganta.
Gente, vocês não têm ideia do nível de tesão que eu tava, hahaha.
Eu fazia o que dava: tinha que respirar, não lacrimejar, não engasgar, não vomitar… hahaha, é uma concentração total.

Terminou essa fase, e voltei a acalmá-lo, mas dessa vez num 69 lindo, onde ele chupou toda minha buceta e o cuzinho. Primeiro a buceta, enquanto me dedava o cuzinho e cuspia, depois alternava, e assim ia.
Na posição em que eu tava, era mais fácil engolir o pau dele inteiro, então foi isso.

Aqui tinha uma espécie de competição, porque dava pra ver que, quando um tava muito excitado, não conseguia se concentrar no que tava fazendo. Então, se eu fazia direitinho, ele parava o que tava fazendo, e vice-versa.

Enfim, não sei quanto tempo ficamos assim — minutos, horas, dias, anos, sei lá. Perdi a noção de muita coisa.
A gente cansou de todo tipo de oral, era hora do prato principal: eu queria ele todinho dentro.

Ele me deitou, missionário, e, entre olhares profundos e sem parar, me penetrou.
Lindo. Em poucos minutos, ele tava pronto pra gozar pela terceira vez. Não parava de manter contato visual. Visual, cada vez que ele me beijava, com uma doçura mentolada, e me comia num ritmo que alternava entre lento e médio (acho que ele não queria ir forte para não gozar), mas de qualquer forma, eu adorei. Depois de alguns minutos, ele me colocou de lado, e continuamos, continuamos, suados, quentes, foi tudo tão divino.

No final, eu assumi o controle, deitei ele, e subi por cima, e continuamos, eu comandava o ritmo, também não queria que ele acabasse, não queria que aquilo terminasse nunca, ele apertava meus peitos, o rosto dele, claramente - e não é pra me achar a gostosa - mas até aquele momento estava superando todas as expectativas hahaha.

Pablo: “Vira de costas, deixa eu ver sua bunda.”

Obedeci, virei, continuei por cima, ele dava tapas na minha bunda, e enfiava algum dedinho, alguns dedos ele lambia, outros colocava na minha boca pra eu lamber também.
A coisa foi esquentando, cada vez mais e mais, mesmo parecendo impossível.

Pablo: “Quer tomar?”
Eu não respondi.
Pablo: “Quer tomar, putinha?”
Eu não respondi.
Pablo: “Te perguntei se quer tomar?”
Eu: “Shhhh”
Pablo: “Vou dar tudo na sua boca, e você vai tomar tudinho”

Eu não respondia, nunca tinha engolido porra, e as vezes que gozaram na minha boca eu cuspi.
Mas de nada, eu estava no modo “COMPLACER” e a verdade é que estava me divertindo pra caralho.
Em um momento, vi que ele ia gozar, mas ele não tinha vontade de se mexer, ou seja, ia gozar onde fosse e pronto, porque não aguentava mais de tesão e cansaço.
E, aqui eu roubei o coração dele, Saí antes, desci, e engoli tudo na garganta, então engoli tudinho mesmo. Desde aquele dia sou “a putinha dele que engole leite”. Acho que nem passou pela minha língua, foi direto pra garganta.
Ele gemeu como um louco, o pau dele ficou super sensível depois de gozar.

Pablo: “Tomou tudinho?”
Acenei com a cabeça.
Pablo: “Vem, me dá um beijo.”
Eu: “Mas você gozou faz dois minutos”
Pablo: “Não importa.”

Nos beijamos, ambos cansados, suados, morrendo de calor, com sede. Bebemos água. Nem três minutos tinham passado. de que acabo e ele me diz. Pablo: “Continua chupando?” Eu: “De novo?” Pablo: “Sim, assim você me deixa duro de novo e eu te fodo outra vez” Eu não podia acreditar, ele ainda estava com vontade de continuar, e pra falar a verdade, eu também estava, então me coloquei na nova tarefa, que, realmente, não me levou muito tempo. Fodemos de novo, mais do mesmo, anal, oral, algumas posições diferentes, pra falar a verdade essa segunda rodada não lembro tão bem. Eu gozei pela terceira vez, ele pela segunda, nas minhas costas depois de me foder de 4, enquanto puxava meu cabelo e dava palmadas na minha bunda, ou enfiava o polegar no meu cu. Pablo: “Chupa” ele me diz depois de gozar. Eu fiz, pra falar a verdade, já estava interessada em ver até onde isso ia, também não queria que ele morresse, o coração dele batia a mil. Aqui comecei a entender, porque ele me disse no começo, “enquanto eu estiver excitado, isso só piora” (ou melhora?). Como disse, perdi a noção do tempo, só sei que naquela noite não dormi ou dormimos pouco, fodemos até o amanhecer, com alguns intervalos, para beber água, ou descansos de 15 minutos. Não lembro quantas ejaculações houve, só algumas delas. Depois ele me disse: Pablo: “Fica de quatro” Fiquei de quatro. Pablo: “Me dá suas mãos” Pablo guiou minhas mãos para que passassem pela lateral das minhas pernas. Pablo: “Segura seus joelhos”. Ele colocou a mão nas minhas costas, e me inclinou, dessa forma meu torso tocava o colchão. Entendi a ideia no final, ele queria minha bundinha bem no alto, bem aberta. Assim que terminou de me posicionar, ele cuspiu na minha bunda, e com a língua começou a me foder. Enfiava a língua toda bem fundo, quanto mais melhor. E fazia o movimento com a cabeça. Eu estava escorrendo de novo, ele notou. Pablo: “Se toca se quiser” Comecei a tocar minha buceta, enquanto ele me fodia a bunda com a língua. Em um momento ele parou, e eu senti, ele estava apoiando a cabeça. Eu: “Devagar” Pablo: “Me avisa se doer” E pronto, hahaha, ele começou, acho que eu gozei mais uma vez, por favor. Ele só me comeu nessa posição, não sei por quanto tempo foi bastante tempo, alternando entre ritmo lento, médio e rápido e forte (aí doía um pouco, mas tava com tanto tesão), até que ele encheu minha bundinha de porra. Quando ele metia forte, arrombava minha bundinha mesmo, mas nada, eu amava tudo. Ele também dava uns tapas na minha cara, leves, não tão fortes. Eu não podia voltar pra casa com nenhuma marca visível. E ele me perguntava:

Pablo: “Tá gostando?”
Eu: “Tô” (às vezes com um pouco de dor)
Pablo: “O que você tá gostando?”
Eu: “De você me comer”
Pablo: “Comer onde?”
Eu: “Na bunda”
Pablo: “Então? O que você gosta?”
Eu: “Gosto que você coma minha bunda”
Pablo: “Que eu coma sua bundinha ou prefere que eu arrombe seu cu?”
Eu: “Shhh”
Pablo: “Vai, me responde!”
Eu: “Que você arrombe meu cu!”
Pablo: “Então pede!”
Eu: “Me come!”
Pablo: “Pede o que eu tô fazendo!”
Eu: “Arromba minha raba, vai!”
Pablo: “De novo”
Eu: “Por favor, arromba toda minha raba, por favor! Enche de leite!”
Pablo: “Quer ser minha putinha de porra?”
Eu: “Me dá tudo bem lá dentro, por favor!

Imaginem meu (nosso) estado de tesão!
O que aconteceu daí pra frente, já não lembro mais, teve mais gozadas ou foram essas, sinceramente, não sei, mas enfim.
Por algum motivo, eu tinha que voltar pra casa cedo, tipo 6 ou 7 da manhã, não lembro a desculpa que dei, mas já tinha ficado ausente bastante tempo.
Agora, no final, tomamos um banho, eu me troquei, ele colocou um shorts pra me abrir a porta, tinha chamado um táxi pra eu não pegar ônibus, o táxi estava a caminho. Quando eu estava terminando de me trocar, ele me olhava da cama, e começou a se masturbar.

Eu: “Ainda tá com tesão?”
Pablo: “Tô, com você sim, você me deixa muito excitado”
Eu: “Não gostou?”
Pablo: “Amei”
Eu: “E então?” faço sinal com a cabeça pra ele que estava se masturbando.
Pablo: “Quero que você tome uma porra antes de ir”
Eu já estava pronta, tinha escovado os dentes, tudo, já estava pra sair pro táxi.
Eu: “Não! Tenho que ir, o táxi já chegou”
Pablo: “Vem aqui,” eu te dou" Não resisti, ele gozou na minha boca de novo, fez todo o trabalho, dessa vez na língua, e eu engoli tudinho. Não foi muita quantidade. Essa foi uma sequência que se repetia quase toda vez que nos víamos. Não importava se eu ia trabalhar, encontrar meu marido, buscar meu filho na escola ou ir à missa, ele me dava leitinho antes de eu ir embora. Também percebi que era uma das coisas que ele mais gostava: uma boa chupada no pau e que engolissem a porra. Ele gosta mais disso do que anal, vaginal ou qualquer outra coisa. Pablo: "Gostosa safada". Olhei pra ele com cara de malandra. Lá embaixo, o táxi estava esperando, e eu estava com um cheiro de porra terrível. Ele me deu um beijo na bochecha e se despediu. Cheguei em casa – o motorista me deixou a cinco quadras pra não levantar suspeitas – e tudo transcorreu como sempre: escovei os dentes de novo (foi a primeira coisa), meu marido ainda dormia, e fui buscar meu filho na casa dos meus sogros. ---------------------------------------------------------------------FIM!--------------------------------------------------------------------- Com Pablo, continuamos nos vendo, sim, mas essa realmente é minha experiência como "Minha Primeira Infidelidade". As outras... bem, essas já não são mais a primeira, haha. Para quem pergunta, a última vez que o vi foi na quinta-feira, 2 de março, anteontem, quando ele me ajudou a gerar conteúdo para minhas redes. Aprendi muitas outras coisas com ele, mas isso... esses serão outros relatos. Espero que tenham adorado, assim como eu adorei escrever e relembrar. Beijos, amo vocês!
Minha Primeira Traição Parte 4 - Final - 2/2

8 comentários - Minha Primeira Traição Parte 4 - Final - 2/2

333354 +1
Excelente relato yo también te quiero dar leche en la boquita y colita saludos dejo puntos
gracias!
Ayyy yo quiero que me toque un Pablo a miiii jajajjaja!!! Éxitos y disfruten muuchooooooooo!!! Excelente relato y bieb escrito(sin faltas,buena redacción y signos ortográficos. GROSA TOTAL. Te mereces ser la putitatragaleche y mas jaja)🌷❤️
si queres te paso el contacto, seguro que te trata bien si lo tratas bien jajaja
@putitaanonima bueno
Ojalaaa fuera yo tu marido para comerte a besos la boquita despues de que Pablo te da de tomar la leche
jajaja