Katherine Riveros era uma jovem adolescente, vivia num lar bem conservador e tradicional, era filha única, então tinha toda a atenção dos pais. No entanto, como toda adolescente, começou a sentir mudanças no corpo que a deixavam meio agitada.
— Álvaro, tô meio preocupada com a menina.
Qual é o problema, mulher?" Álvaro perguntou à esposa.
"Bem, ela tá usando saias mais curtas e as blusas dela tão menores", respondeu a esposa.
"Meu amor, a menina tá crescendo, e é normal que ela comece a se comparar com os colegas, com certeza todo mundo tá doido por algum garoto da escola."
—É, mas não gosto do jeito que ela se veste, me incomoda ela chamar atenção—
—Miriam Caballero, bem, leva ela pra comprar roupa nova e pronto—respondeu Álvaro.
"É exatamente disso que tenho medo, a menina levanta muito olhar, tenho medo de que façam algo com a gente. Você é homem, não percebe?"
—Bom, pra ser sincero, claro que percebo, a Katherine Riveros já é uma mocinha e o corpo dela, bem, já é de mulher, e entendo por que os homens olham pra ela, ela tem uma.............Cê me entende, né?
"Você tá falando da.............Fala, tá tudo bem, você é o pai dela e a gente tá tentando resolver o problema"
"Miriam Caballero, vai ser impossível resolver isso, o que você vai fazer, diminuir a bunda que a menina tem?"
"Alvaro, pelo amor de Deus, esse vocabulário, mas claro que não, só o que me preocupa, e se você tomar conta?"
"Comprar roupa faria diferença?" perguntou Álvaro.
"Bom, sim, você é o pai dela, iam te respeitar, ninguém chegaria perto dela. Só garante que ela escolha roupa decente, sem saia, sem decote, não vou deixar a menina virar uma puta.
Bom, se isso te deixa tranquilo, tudo bem, eu aceito", respondeu Álvaro.
"Pra onde você vai me levar?" Katherine Riveros se intrometeu ao entrar na cozinha onde os pais conversavam.
Katherine Riveros vestia um short curto demais e apertado, os lábios da buceta marcados na frente e o rabão enorme em destaque, mostrando uma fio dental fininha por baixo do short, além da blusa fina que deixava os biquinhos durinhos à mostra.
"Vamos comprar umas roupas pra você, meu amor", respondeu Álvaro.
"Sério, SÉRIO?" reagiu Katherine Riveros.
"Mas filha, a roupa que você usa normalmente é proibida, seu pai vai escolher pra você", respondeu Miriam Caballero.
"O que tem a roupa que eu uso?" Katherine Riveros respondeu enquanto se virava pra ser vista, destacando aquele rabão gostoso.
"Filha, nem preciso falar, né?" Miriam Caballero disse.
"Bom, se você não me falar, nunca vou saber", respondeu Katherine Riveros.
"O SEU RABO, FILHA, SUA BUNDA!" gritou Miriam Caballero desesperada.
Meu cu? O que tem minhas nádegas?" perguntou a Katherine Riveros enquanto virava a cabeça para tentar olhar a própria bunda.
"Fala pra ela, Álvaro!" ordenou a Miriam Caballero.
"O que tem minhas nádegas, papai?" perguntou a Katherine Riveros enquanto se virava pra deixar o pai observar.
"Filha, então................ nada, tô vendo perfeitamente—"
"Você acha, pai?"
"ÁLVARO!" gritou Miriam Caballero, arregalando os olhos pro marido.
"Bom, na real sua mãe não gosta que você use roupa tão justa, acha que te olham muito na rua", respondeu Álvaro calmo.
"Mas nunca fazem nada comigo, não podem fazer nada, o que tem a ver?"
Katherine Riveros se virou de novo pra dar uma vista espetacular da bunda pro próprio pai.
"Bem....................."
"ÁLVARO!" interrompeu Miriam Caballero de novo, encarando o marido.
"Sim, filha, um pouquinho, não é legal você se exibir assim, podem fazer algo contigo", respondeu Álvaro.
"Tá bom, então vou tentar não fazer mais, mas cê vai me levar pra comprar mais roupa, né?" perguntou Katherine Riveros.
"Claro, meu amor, vai se trocar, te espero aqui embaixo.
Katherine Riveros saiu rapidinho pro quarto dela, deixando o casal de novo sozinho na cozinha.
"Álvaro, você é idiota ou o que?"
"Ora, fiz o que você me pediu"
"Mais um pouquinho e você ia comer a menina" — respondeu Miriam Caballero, furiosa.
—Não fala besteira, ela é minha filha—
—Bom, há pouco não parecia, seu olhar na bunda dela, acha que não percebi? Seus olhos brilhavam com aquele shortinho, não te deu tesão?—
—Você tá enganada, Miriam Caballero—
"Quem é safada é você, que seja a última vez que olha pra ela desse jeito lascivo, seu porco maldito"
"Você me pediu pra olhar, o que esperava ver de olhos fechados?"
"Não ali, entendo que você é homem, e a menina não é nada mal, não me incomoda que você tenha desviado o olhar, é natural, o que me incomoda é como seus olhos brilharam quando ela se virou"
—Desculpa, meu amor, não vai acontecer de novo—
Álvaro aproveitou pra abraçar a esposa por trás, segurando a própria vara já dura.
—Álvaro, você tá juntando tudo e já tá difícil—
—Você não gosta?—
—Mhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhh, adoro, mas a Katherine Riveros pode nos ver—
—Deixa ela ver, assim aprende—
—Álvaro, você é louco! Mhhhhh, Deus, como tá duro—
Álvaro começou a puxar a legging da esposa, mas não conseguiu descer muito.
"Não, calma, agora abaixa, primeiro não quero que a Katherine Riveros nos veja, e segundo, você não vai ser assim pra ela, vai?"
"Por ela?" —perguntou Álvaro, surpreso.
"Não se engana, que coincidência você ficar com tesão depois que sua filha te mostra a bunda que tem."
"E se tem algo errado, não tô fazendo nada com ele, tô fazendo com você."
"Tô pronta, papai, vamos?" —interrompeu Katherine Riveros entrando de novo na cozinha.
Foram ao shopping, depois de comprar um sorvete, olhando várias lojas, decidiram comprar numa delas.
"Olha, papai, vem, me ajuda, pega isso pra mim, pega esse, fica aqui, esse também"
Katherine Riveros começou a escolher roupas pra experimentar, usando o pai como cabideiro, depois foram pro provador.
"Moça, vou só deixar as roupas e ir embora" —disse Álvaro ao funcionário dos provadores.
"Desculpe, as roupas não podem ficar em... O chão e acho que não cabe tudo isso nas prateleiras. - Respondeu o segurança.
— Entendo, beleza filha, pega um pouco e vai buscar mais quando acabar, e assim vai. —
Katherine Riveros pegou algumas roupas e entrou num dos camarins vazios. O pai dela esperou na entrada, mas depois de alguns minutos.
"Moço, e a senhorita?" O segurança se virou pra Álvaro.
— É minha filha.
— Sabe o quê? Pode entrar, tá cheio de gente e eu tô mais incomodado aqui na entrada. Viu por onde entrou?
— Vi, sim, muito obrigado. —
Álvaro foi andando até o camarim da filha com o resto da roupa e bateu na porta.
— Toc, toc! — Sou eu, filha, abre aí, pega a roupa que faltou.
— Ah, sim, pai, valeu! —
Tinha um monte de gente passando e se espremendo, então Katherine Riveros percebeu isso e falou:
"Vamos, pai, tá de boa, aqui fora é um caos. Vou terminar."
Álvaro sentou num banquinho bem pequeno que tinha ali, e na real, a roupa teve que ficar no chão porque não cabia direito.
— Cê tá gostando, pai? —
Katherine Riveros já tava com uma minissaia jeans azul, bem justa no corpo, deixando a bunda apertada de fora. Pelo tamanho do camarim, as nádegas dela estavam a poucos centímetros da cara do pai.
Amor meu, você está incrível, mas sua mãe não vai gostar"
"Eu sei, por isso trouxe essa outra roupa pra mãe, mas essa é pra mim, você vai guardar segredo, né?"
— Filha, não sei, sua mãe tem razão, você chama muita atenção e eu não gostaria que algo ruim acontecesse com você.
"Mas ela não precisa saber, além de que você cuida de mim, eu sei como os homens são e o que eles gostam, ou você não gostava de ver garotas novas da minha idade?"
"FILHA, pelo amor de Deus, que perguntas são essas?"
"Tamo na confiança, pai, me diz, você vê minha bunda gostosa com isso?"
— KATHERINE RIVEROS!, desde quando perdemos o respeito um pelo outro?
Não nos perdemos em nada, não estamos fazendo nada de errado, o pai não é o primeiro melhor amigo da filha, certo?"
"Bom, pra ser sincero, você tem razão, prefiro que você confie em mim do que fique se escondendo"
"Viu, então, ter ou não uma bunda boa, eu preciso da validação de um homem"
— Bom, se você tem uma filha, e bem—
"Então, você diria que eu tenho uma buceta gostosa?"
Aí Katherine Riveros deu dois passos pra trás pra que o pai pudesse olhar ainda mais de perto a raba que ela tava exibindo.
— Filha, é difícil pra mim me expressar com você—
"Fala logo, pai, fala do jeito que você nasceu, não sou caretão, não tenho medo, sei muito mais palavras do que você imagina"
Nessa hora, Katherine Riveros se inclinou um pouco pra frente pra destacar ainda mais a bunda pro pai.
— Raba do meu amor, tu tem uma rabuda tremenda pra sua idade—
"Sim, pai, perfeito, é a validação que eu precisava, então vou levar essa e vai ser segredo entre nós dois"
— Por que você precisa da minha validação como homem, querida?—
—Tô namorando e ele já tá na faculdade, é muito gostoso e as veteranas querem me roubar ele, obviamente nenhuma filha sua vai ficar pra trás, né?—
"Querida, não gosto que você saia com caras mais velhos, eles são mais abusados e vão te machucar"
"Você vai guardar segredo ou não? Se não, não vou contar minhas coisas pra você
Tá bom, não vou falar nada."
—Papai perfeito, agora me diz o que cê acha disso, fecha os olhos—
Álvaro fechou os olhos enquanto a filha trocava de roupa de novo.
— Papai, pode abrir—
Katherine Riveros vestia leggings que destacavam a sua bunda enorme.
— Katherine Riveros, meu Deus, cê tá uma gostosa—
— SIM, cê gostou?—
Katherine Riveros mais uma vez virou as costas pro pai e se inclinou pra frente, deixando o coraçãozão que os shorts dela formavam bem na vista do pai.
"Meu amor, que rabão que cê tem."
— Herança da mãe — respondeu Katherine Riveros.
— Minha vida, acho que cê tem mais que a sua mamãe.
— Papai, me diz, como é que a mamãe é, quer dizer, são macias ou duras?
— Bom, quando eu era jovem como você, eram duras, agora são mais macias.
— Você acha que meu namorado gosta da minha bunda? Você gostaria?
— Não sei, teria que apalpar, não acha? — disse Álvaro.
— Então vai, papai, brinca um pouco e me dá sua opinião de homem.
Katherine Riveros se inclinou de costas para o pai e ofereceu aquela bunda enorme coberta só pela legging.
"UFF! Minha rainha, são bem duras..."
— Me dá uma nota de 1 a 10.
— Acho que um 11.
"Ai! Papai, você gostou tanto assim?"
"Meu amor, você é bem bunduda, me desculpa, sei que é errado, mas antes de ser seu pai, eu também sou homem."
— Papai, você gosta da minha bunda?
Álvaro continuou apertando a bunda da filha enquanto ela falava.
— A verdade é que sim, e muito.
— Mamãe não te satisfaz? —
— Sua mamãe é muito boa, ela também tem um corpo gostoso, mas garotas jovens como você dão um pau nela. —
— Você sobe meu ego, papai, qualquer mulher se sente importante quando é desejada. —
— Filha, querida, você não está de calcinha? —
— Não, papai, tirei porque estava marcando muito.
Álvaro começou a descer a mão até a bucetinha da sua menina,
— PAPI!, aí não!, ahhhhhh! —
— Você não gosta? —
— SIM!, Mas, ahhhhhhhhhhhh, mmmhhhhhhhhhhh! —
Isso é errado, papai, você não deveria....... ahhhhhhhhhhh!-
"Se você não disser nada, eu também não digo nada", disse Álvaro.
"Pai, isso não é tudo....... ahhhhhhhhhhhh
Álvaro continuou masturbando a filha por cima da legging enquanto ela arqueava a bunda.
"Bom, você não me deixa, papai, não me incomoda, é só que......... mmmmmmhmmhmhm ahhhhhhhhh-
"O proibido é o mais gostoso, filha."
— SIM, MAS..... mhhmhhhhhh ahahaaaah-
Katherine Riveros se endireitou e virou de frente pro pai, que continuou sentado no banco do vestiário.
"Pai, isso é muito, muito errado, você sabe, eu sei, mas nós dois estamos com muito tesão, não me importo de você me tocar, mas é só isso, tá bem?"
"Sim, meu amor, você pode se esfregar em mim?"
"Como você quer, papai?"
"Bom, eu queria que você sentasse nas minhas costas e esfregasse essa bunda pra tirar o meu leitinho."
Katherine Riveros fez exatamente isso, virou as costas pro pai de novo, sentou no colo dele, até que as bundas perfeitas dela esmagaram o cadeado do pai.
"UFFF! Minha rainha, que bunda que mata o seu pequeno."
"Você gosta da bunda do seu pai, princesa?"
"Muito, filha.
— Será que eu sou maior que a mamãe?
— Muito maior, minha rainha, deixa eu aproveitar essa sua bunda
Katherine Riveros começou a se mexer em círculos sem parar em cima do pai, massageando o pau dele através da roupa com a bunda.
— Você é boa demais, mamãe, que delícia de rebolado
— Cê gosta do jeito que seu pai faz, princesa?
— AHHHHH!! MHHHHHH!! Muito bom, mamãe
— Mhhhhhhhhhhmmmmmm Papai, como você é grande, não quer soltar ele?
— Quer ver ele, coração?
— Tira ele, papai
Então Álvaro saiu do bar pra mostrar pro sua filhinha.
— PAI!, meu Deus, que troço que você tem
— Cê gostou do amor?
— Claro que sim!, é enorme
— Pode tocar se quiser
Katherine Riveros não perdeu a oportunidade de pegar ele com a mão.
"PAPAI, UFF!, não dá pra fechar a mão, é muito grosso e as veias tão estourando, que tesão você tá"
— Posso colocar em você, filha?
— UFFF, essa coisa?, nem entro nessa, além disso isso me assusta mais, não devíamos estar fazendo isso.
"Só a gorjeta", disse Álvaro.
— Não dá, e ainda mais aqui.
"Mas você não pode me deixar assim", disse Álvaro.
— Tem razão, papai, vou resolver.
Então Katherine Riveros começou a punhetar o pai usando as duas mãos porque não conseguia usar só uma.
FAP!! FAP!! FAP!! — A mão de Katherine Riveros subia e descia sobre o pauzão do pai dela.
— MHHHHH Minha garota, que delícia você é!
FAP! FAP! FAP!! — Katherine Riveros aumentou o ritmo.
— Papai, que berrante que você tem, tenho que usar as duas mãos.
FAP! FAP! FAP! — O líquido pré-ejaculatório já começava a escorrer.
Você gosta de como sua garotinha te masturba?"
FAP! FAP! FAP! - Líquido escorrendo entre os dedos de KATHERINE RIVEROS
— Por que você não imaginou que eu era tão boa em—
FAP!! FAP!! FAP!! - As mãos de Katherine Riveros estavam encharcadas com o líquido do pai dela.
— AAAHHHHH MHHHHHHHHHHH
MHMHMHMHMHHM AHHHHH
— Minha rainha, como você é boa—
FAP!! FAP!! FAP!! - A velocidade das mãos de Katherine Riveros aumentou.
— Mamãe faz tão bem quanto?
FAP! FAP!! FAP!! - O pau do Álvaro começou a inchar mais.
— Você faz melhor que ela, também tem uma pica melhor que a dela? —
FAP!! FAP!! FAP!!! —
"Quer descobrir?" ele perguntou pra Katherine Riveros
FAP!! FAP!! FAP!!
Então Álvaro agarrou a cabeça da filha e enfiou até o fundo, sufocando ela um pouco.
GLUP! GLUP! GLUP! — A boca da Katherine Riveros começou a fazer barulho
— Minha filha, que delícia você mama! —
ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!!
— Você é uma puta de coração —
ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!! —
Álvaro zoava a filha e ficava esmagando ela contra o pau dele, Katherine Riveros nem piscava
¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!!
"Meu amor, você nem se engasga, como você é bom."
Katherine Riveros tirou a rola da boca por um instante, escorrendo fios e fios do líquido do pai pela boca dela.
"Sou sua putinha, papai, me trata como uma das suas vadias."
Álvaro começou a socar a filha de novo na rola dele, fazendo ela engolir tudo.
¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!!
"Que putinha gostosa, que delícia a mãe do meu filho,"
GLUP GLUP GLUP— O líquido começou a escorrer pelos cantos da boca de KATHERINE RIVEROS.
"Posso gozar na sua cara, minha princesa?"
¡¡ESTÚPIDO!! ¡ESTÚPIDO! ¡¡ESTÚPIDO!!
Joga onde quiser, papai, sou sua putinha agora mesmo!"
"SEU IDIOTA!! SEU IDIOTA!! SEU IDIOTA!!"
Álvaro segurou sua princesa pelo pescoço, já que não estava longe de gozar, quando de repente.
— Toc! Toc!" Bateram na porta do camarim.
"Tá tudo bem aí dentro?" — perguntou o segurança.
Depois que Álvaro dominou sua Princesa no camarim daquela loja com a ajuda do gerente chamado Cristal, chegou a hora de ir pra casa. Os dois se sentiram estranhos e não se falaram por um tempo, até que o gelo quebrou no carro com as seguintes palavras:
— No carro —
"Filha, eu... o que aconteceu lá... —"
— Não, não se preocupa, papai, você não precisa me explicar nada — respondeu Katherine Riveros.
— Não, filha, acabei de gozar dentro de você, não preciso te explicar nada?
Se não te importa, preferia que não fizesse isso."
"Você se sente sujo?" perguntou Álvaro, intrigado.
— Não, me sinto mal comigo mesmo por corresponder a você.
"Entendo, só deixa eu acrescentar que não fizemos nada de errado."
"¡Nada de errado!?, Pai!, você gozou dentro de mim, nada de errado?" — Katherine Riveros, na verdade, estava puta.
"Meu amor, mas por que você não falou nada?"
"Sei lá, isso é o que me confunde, de repente quis gritar, depois chorar, quis te bater, mas também me senti bem, e principalmente... aquele Cristal, me manipulou pra te dar prazer."
"Filha, nós duas estávamos gostosas pra caralho, e o que rolou ali foi o que um homem e uma mulher fazem quando tão no fogo, naquele momento você não era minha filha, só uma mulher."
Katherine Riveros ficou pensativa por um momento, olhando as coisas passarem pela janela do carro, e então disse:
— Cê acha?
"Sim, filha, você realmente não transou comigo, com seu pai, aquele... aquele... bom, você sabe", gaguejou Álvaro.
"Vergonha, é assim que se chama, bota as coisas no nome, depois do que aconteceu, ainda se faz de decente", respondeu Katherine Riveros, novamente irritada.
— Bom, aquele "pau" que entrou em você não era meu, era de um homem gostoso, e aquela "buceta" não era sua, era de uma mulher gostosa, então moralmente não fizemos nada de errado.
Mais uma vez Katherine Riveros ouviu o pai sem nem olhar pra ele, o olhar ainda fixo na janela do carro.
Bom, se a gente olhar por esse lado, não parece tão sério, seria tipo ter participado de um RPG", disse Katherine Riveros enquanto roía as unhas.
— Exatamente, meu amor, princesa, não aconteceu nada grave, adorei como você se sentiu, esses seus assentos eram espetaculares.
— Pai, me desculpa — Katherine Riveros cobriu o rosto de vergonha.
— E você estava bem apertadinha, dá pra ver como você é jovem, tô muito orgulhosa de você, querida, você me deu muito prazer com aquele pau que a gente mandou no camarim.
"Agora!" gritou Katherine Riveros sem descobrir o rosto.
"O quê, você não gostou do que sentiu, me fala a verdade", perguntou Álvaro, intrigado.
Katherine Riveros demorou uns minutos pra recuperar o fôlego e a vergonha que sentia foi aliviando um pouco.
— Bom, sim, um pouco, eu gostei — respondeu Katherine Riveros, tímida.
— Só um pouquinho?
— Tá bom, muito! A verdade é que também curti, e é exatamente isso que me faz sentir culpada.
— Mas já te falei que a gente não fez nada moralmente errado, porque naquela época a gente não era pai e filha.
— É, se a gente olhar por esse lado, já não parece tão ruim.
— Por que você mencionou a Cristal? O que quer dizer com ela te manipular?
— Ela me falou umas coisas pra eu aguentar seu pau, colocou na minha cabeça que eu tô aqui pra te dar prazer e que você tem direito sobre meu corpo porque é meu pai.
— Ela disse isso? E você, o que acha?
— Bom, não deveria ser assim, mas a ideia de ser sua mulherzinha me excitou. Sei que tô te retribuindo um pouco de tudo que você fez por mim, que meu corpo te dá prazer, eu gostei.
— Mami, eu também gostei muito, você me atendeu muito bem, e a partir de hoje vai ser nosso segredo, você ganhou o celular novo que queria.
— Sério, não tá brincando, pai? Te amo! — Então Katherine Riveros se aproximou para beijar o pai na bochecha.
— Sim, querida, compro amanhã pra você. E enquanto continuar se comportando tão bem comigo como fez no vestiário, vou saber como te recompensar.
— Pai, isso é... cê tá me tratando como sua putinha?
— Nada disso, querida, só tô dizendo que se quiser mais coisas, o vestiário pode servir como moeda de troca.
Katherine Riveros ficou pensativa por um momento e depois disse:
— E se eu quiser uma bolsa nova? — perguntou intrigada.
— Então você já sabe quanto custa, não sabe?
Katherine Riveros se virou pra ver o pai dela dirigindo de olhos bem abertos, pensou por um instante, prendeu o cabelo e se abaixou na altura das pernas do pai.
"Meu amor, de que pagador você saiu?", disse Álvaro enquanto se deixava ser amado pela filha.
Katherine Riveros desabotoou a calça dele, abriu o zíper, meteu a mão e puxou a rola do próprio pai como se fosse uma mola.
— Uff, pelo amor de Deus, pai! —
— Já não gostou? — perguntou Álvaro enquanto dirigia.
"Adoro, ela tá muito grossa, olha como suas veias estão marcadas por toda parte, isso te excita ter sua pequena aqui, não é um velho pervertido?"
Katherine Riveros ficou abaixada sobre as pernas do pai a poucos centímetros do pau dele, masturbando ele de leve com a mão.
— Uff! minha rainha, claro que minha princesa me faz, você já se olhou no espelho, mamãe?"
FAP! FAP! FAP! FAP! — Katherine Riveros começou a masturbar o pai mais rápido.
"Minha rainha, você faz bem, tem a mão quente.
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! — A rola do Álvaro começou a vazar aquele líquido pré-gozado que sujava a mão da filha dele.
"Uff, pai, nem cabe na minha mão, é tão grossa, será que se eu tivesse feito isso tudo antes?"
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! — A mão da Katherine Riveros já tava cheia de líquido pré-gozado.
— Vou meter tudo em você, meu amor, até o último centímetro entrou lá no fundo do teu útero. —
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! —
"Meu Deus, pai, sinto todas as tuas veias na minha mão"
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! —
— Meu amor, já deu de mão, né? — disse o Álvaro
—Meu pai é tão tarado - respondeu Katherine Riveros.
Então Katherine Riveros abriu a boca pra engolir o imenso, duro e veiudo pau do pai, com dificuldade pra engolir, porque não era fácil meter aquela monstruosidade na boca.
—GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - A saliva de Katherine Riveros fazia barulho.
"Ah, minha rainha, que delícia, minha princesa"
— GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - A saliva começou a escorrer pelos cantos dos lábios de Katherine Riveros.
"Mami, quem te ensinou a usar a boca assim?"
— GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - Katherine Riveros acelerou o ritmo do boquete.
"Minha menina, você faz melhor que sua mãe"
— GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - Katherine Riveros continuava sem parar.
"Minha vida, chupa. Cada princesa, quero sentir seu sino"
— ARGH! ARGH! ARGH! - Katherine Riveros engasgou com o tremendo piru do pai.
"Meu amor, sinto seu sino, tá uma delícia."
GLUP! GLUP! ARGH! ARGH! ARGH! - Katherine Riveros alternava boquetes pequenos com tentativas de garganta profunda.
Gatinha, quer ganhar algo mais que um celular e a bolsa?"
— ARGH!! GLUP!! ARGH!! GLUP!! ARGH!! — Katherine Riveros interrompeu o boquete pra poder falar.
"Tô te ouvindo, papai", respondeu Katherine Riveros com fios de líquido escorrendo da boca pro carro.
— Dá um agrado pro papai, meu amor-
"Como você quer que eu agrade o melhor papai do mundo?" — perguntou Katherine Riveros.
— Deixa eu gozar na sua boca-
— Bom, sim, papai, senão como, não tem muita opção
— Não é assim, meu amor, quero dizer que você engole-
— Engolir? Nunca fiz isso, não sei se consigo, me dá um pouco de nojo-
— Você quer aqueles tênis que usou outro dia?
Katherine Riveros, ainda com a boca escorrendo líquido pré-gozo, olhou pro pai com um olhar safado e disse:
"Quero tudo amanhã" E se inclinou de novo no banco pra engolir de novo o pauzão do pai.
— ARGH! ARGH! ARGH! — Meteu até o fundo da garganta.
— Meu amor, você foi incrível ainda agora —
— IDIOTA! ARGH! IDIOTA!
— Essa sua raba quicava deliciosa no meu pau, um espetáculo —
— GLUP! ARGH! ARGH!
— Não imaginava que você fosse tão boa sentando, mas já era de se esperar com essa bunda que mata —
— ARGH! ARGH! GLUP! GLUP! —
"Meu amor, vou gozar agora."
— IDIOTA! ARGH! IDIOTA!
Posso te pegar pela cabeça?"
Então Katherine Riveros levantou uma das mãos, buscando contato com a mão do pai, e ela mesma a levou até a cabeça.
— SEU IDIOTA! SEU IDIOTA! SEU IDIOTA! SEU IDIOTA!
— Tô gozando, meu amor!
— ARGH! ARGH! ARGH! ARGH!
— Yaaaaaaaaaaaaaaa!
Álvaro começou a jorrar litros e litros de porra dentro da boca da sua princesinha, até a última gota de sêmen descer goela abaixo, como a boa mulher que era, sem deixar cair nada nem cuspir.
"Uff, pai, você gozou pra caralho!" disse Katherine Riveros enquanto se sentava no banco, limpando um pouco com a roupa.
— Minha filha, como você é gostosa, é uma deusa.
"Muito obrigada, pai, sinceramente, não tem um gosto tão ruim", respondeu Katherine Riveros, se olhando no espelho do quebra-sol.
"Meu amor, sua mãe não pode saber disso, é entre nós, certo?"
"Claro, pai, amanhã quero minhas coisas sem falta", respondeu Katherine Riveros enquanto tirava um delineador e se arrumava um pouco.
Em casa, Katherine Riveros correu para o quarto, enquanto Álvaro demorou mais pra entrar, até que finalmente chegou.
"Se divertiu?" — perguntou Miriam Caballero.
"Uff, meu amor, pra caralho!" respondeu Álvaro.
Sim, você nem queria ir", acrescentou Miriam Caballero.
"É bom que você me convenceu, meu amor", respondeu Álvaro sentado no sofá da sala.
— Sem amor, não senta, vem comigo pro quarto —
"O quê, agora eu tô cansada, Miriam Caballero." —
— Anda, vem, você vai gostar da surpresa —
— Álvaro já sentia que a esposa queria pica, mas ele já tinha gozado duas vezes quase seguidas, uma dentro do útero da filha e outra na boca dela, uma terceira com tão pouco tempo de recuperação, ele segurou.
— Amor, me deixa descansar um pouco, tá? — implorou Álvaro.
— Você vai amar a surpresa, vai logo — insistiu Miriam Caballero, puxando ele pela mão pra levantar do sofá.
Álvaro teve que aceitar subir pro quarto com a esposa, não sem antes dar uma paradinha no quarto de Katherine Riveros.
"Me espera, deixa eu falar com a Katherine Riveros", disse Álvaro.
Os dois pais bateram na porta, depois abriram e pararam na soleira.
"Filha, dez", disse Álvaro enquanto tirava uma nota da carteira.
"E isso, pai?" Katherine Riveros perguntou, estranhando, levantando-se da cama para pegar o dinheiro.
"Ah, filha, você comprou um monte de roupa nova", interrompeu Miriam Caballero ao ver a pilha na cama.
"Sim, mãe, espero que agora você goste do que eu comprei."
"Filha, aqui!" insistiu Álvaro com a nota na mão.
Katherine Riveros estendeu a mão para pegar o dinheiro que o pai lhe deu.
"O que eu faço com isso?" perguntou Katherine Riveros, surpresa.
Álvaro procurou o olhar da filha para comunicar sem palavras o que queria.
"Meu amor, é pra você ir na Farmácia", disse Álvaro.
"Farmácia?" disseram Mãe e Filha ao mesmo tempo.
"Sim, querida, Farmácia, lembra?" falou Álvaro entre os dentes.
"Você tá doente, filha?" perguntou Miriam Caballero, preocupada.
Não, mami", respondeu Katherine Riveros rapidamente
— Álvaro abriu os olhos intensamente procurando a filha pra receber a mensagem e quando viu, se corrigiu. -
"Ah, sim, farmácia, sim!" Katherine Riveros respondeu de forma estranha.
"Bom, o que vocês duas tão trazendo?" - perguntou Miriam Caballero.
— Nada, amor, o que acontece é que essa menina, há um tempo atrás me disse que tava com DOR na BARRIGA, e pra não DOER MAIS, precisa TOMAR alguma coisa pra passar a dor na barriga, é muito PERIGOSO se ficar assim, pode ser uma DOR INTERNA. -
"E se for melhor eu te levar no médico, filha?" disse Miriam Caballero.
— Não, não, tô ótima, só precisava de algo pra azia — respondeu Katherine Riveros, entendendo o recado.
Álvaro fechou a porta do quarto da filha e continuou o caminho pro quarto dele com a esposa. -
Uma vez lá dentro, Álvaro se deitou na cama, enquanto Miriam Caballero se ajoelhava na cama e se aproximava dele.
— Meu amor, tenho uma surpresa pra você — disse Miriam Caballero seduzindo.
"Vamos ver a surpresa", respondeu Álvaro.
— Álvaro, tô meio preocupada com a menina.
Qual é o problema, mulher?" Álvaro perguntou à esposa. "Bem, ela tá usando saias mais curtas e as blusas dela tão menores", respondeu a esposa.
"Meu amor, a menina tá crescendo, e é normal que ela comece a se comparar com os colegas, com certeza todo mundo tá doido por algum garoto da escola."
—É, mas não gosto do jeito que ela se veste, me incomoda ela chamar atenção—
—Miriam Caballero, bem, leva ela pra comprar roupa nova e pronto—respondeu Álvaro.
"É exatamente disso que tenho medo, a menina levanta muito olhar, tenho medo de que façam algo com a gente. Você é homem, não percebe?"
—Bom, pra ser sincero, claro que percebo, a Katherine Riveros já é uma mocinha e o corpo dela, bem, já é de mulher, e entendo por que os homens olham pra ela, ela tem uma.............Cê me entende, né?
"Você tá falando da.............Fala, tá tudo bem, você é o pai dela e a gente tá tentando resolver o problema"
"Miriam Caballero, vai ser impossível resolver isso, o que você vai fazer, diminuir a bunda que a menina tem?"
"Alvaro, pelo amor de Deus, esse vocabulário, mas claro que não, só o que me preocupa, e se você tomar conta?"
"Comprar roupa faria diferença?" perguntou Álvaro.
"Bom, sim, você é o pai dela, iam te respeitar, ninguém chegaria perto dela. Só garante que ela escolha roupa decente, sem saia, sem decote, não vou deixar a menina virar uma puta.
Bom, se isso te deixa tranquilo, tudo bem, eu aceito", respondeu Álvaro. "Pra onde você vai me levar?" Katherine Riveros se intrometeu ao entrar na cozinha onde os pais conversavam.
Katherine Riveros vestia um short curto demais e apertado, os lábios da buceta marcados na frente e o rabão enorme em destaque, mostrando uma fio dental fininha por baixo do short, além da blusa fina que deixava os biquinhos durinhos à mostra.
"Vamos comprar umas roupas pra você, meu amor", respondeu Álvaro.
"Sério, SÉRIO?" reagiu Katherine Riveros.
"Mas filha, a roupa que você usa normalmente é proibida, seu pai vai escolher pra você", respondeu Miriam Caballero.
"O que tem a roupa que eu uso?" Katherine Riveros respondeu enquanto se virava pra ser vista, destacando aquele rabão gostoso.
"Filha, nem preciso falar, né?" Miriam Caballero disse.
"Bom, se você não me falar, nunca vou saber", respondeu Katherine Riveros.
"O SEU RABO, FILHA, SUA BUNDA!" gritou Miriam Caballero desesperada.
Meu cu? O que tem minhas nádegas?" perguntou a Katherine Riveros enquanto virava a cabeça para tentar olhar a própria bunda."Fala pra ela, Álvaro!" ordenou a Miriam Caballero.
"O que tem minhas nádegas, papai?" perguntou a Katherine Riveros enquanto se virava pra deixar o pai observar.
"Filha, então................ nada, tô vendo perfeitamente—"
"Você acha, pai?"
"ÁLVARO!" gritou Miriam Caballero, arregalando os olhos pro marido.
"Bom, na real sua mãe não gosta que você use roupa tão justa, acha que te olham muito na rua", respondeu Álvaro calmo.
"Mas nunca fazem nada comigo, não podem fazer nada, o que tem a ver?"
Katherine Riveros se virou de novo pra dar uma vista espetacular da bunda pro próprio pai.
"Bem....................."
"ÁLVARO!" interrompeu Miriam Caballero de novo, encarando o marido.
"Sim, filha, um pouquinho, não é legal você se exibir assim, podem fazer algo contigo", respondeu Álvaro.
"Tá bom, então vou tentar não fazer mais, mas cê vai me levar pra comprar mais roupa, né?" perguntou Katherine Riveros.
"Claro, meu amor, vai se trocar, te espero aqui embaixo.
Katherine Riveros saiu rapidinho pro quarto dela, deixando o casal de novo sozinho na cozinha. "Álvaro, você é idiota ou o que?"
"Ora, fiz o que você me pediu"
"Mais um pouquinho e você ia comer a menina" — respondeu Miriam Caballero, furiosa.
—Não fala besteira, ela é minha filha——Bom, há pouco não parecia, seu olhar na bunda dela, acha que não percebi? Seus olhos brilhavam com aquele shortinho, não te deu tesão?—
—Você tá enganada, Miriam Caballero—
"Quem é safada é você, que seja a última vez que olha pra ela desse jeito lascivo, seu porco maldito"
"Você me pediu pra olhar, o que esperava ver de olhos fechados?"
"Não ali, entendo que você é homem, e a menina não é nada mal, não me incomoda que você tenha desviado o olhar, é natural, o que me incomoda é como seus olhos brilharam quando ela se virou"
—Desculpa, meu amor, não vai acontecer de novo—
Álvaro aproveitou pra abraçar a esposa por trás, segurando a própria vara já dura.
—Álvaro, você tá juntando tudo e já tá difícil—
—Você não gosta?—
—Mhhhhhhhhhh, ahhhhhhhhhhh, adoro, mas a Katherine Riveros pode nos ver—
—Deixa ela ver, assim aprende—
—Álvaro, você é louco! Mhhhhh, Deus, como tá duro—
Álvaro começou a puxar a legging da esposa, mas não conseguiu descer muito.
"Não, calma, agora abaixa, primeiro não quero que a Katherine Riveros nos veja, e segundo, você não vai ser assim pra ela, vai?"
"Por ela?" —perguntou Álvaro, surpreso.
"Não se engana, que coincidência você ficar com tesão depois que sua filha te mostra a bunda que tem."
"E se tem algo errado, não tô fazendo nada com ele, tô fazendo com você."
"Tô pronta, papai, vamos?" —interrompeu Katherine Riveros entrando de novo na cozinha.
Foram ao shopping, depois de comprar um sorvete, olhando várias lojas, decidiram comprar numa delas.
"Olha, papai, vem, me ajuda, pega isso pra mim, pega esse, fica aqui, esse também"
Katherine Riveros começou a escolher roupas pra experimentar, usando o pai como cabideiro, depois foram pro provador.
"Moça, vou só deixar as roupas e ir embora" —disse Álvaro ao funcionário dos provadores.
"Desculpe, as roupas não podem ficar em... O chão e acho que não cabe tudo isso nas prateleiras. - Respondeu o segurança.
— Entendo, beleza filha, pega um pouco e vai buscar mais quando acabar, e assim vai. — Katherine Riveros pegou algumas roupas e entrou num dos camarins vazios. O pai dela esperou na entrada, mas depois de alguns minutos.
"Moço, e a senhorita?" O segurança se virou pra Álvaro.
— É minha filha.
— Sabe o quê? Pode entrar, tá cheio de gente e eu tô mais incomodado aqui na entrada. Viu por onde entrou?
— Vi, sim, muito obrigado. —
Álvaro foi andando até o camarim da filha com o resto da roupa e bateu na porta.
— Toc, toc! — Sou eu, filha, abre aí, pega a roupa que faltou.
— Ah, sim, pai, valeu! —
Tinha um monte de gente passando e se espremendo, então Katherine Riveros percebeu isso e falou:
"Vamos, pai, tá de boa, aqui fora é um caos. Vou terminar."
Álvaro sentou num banquinho bem pequeno que tinha ali, e na real, a roupa teve que ficar no chão porque não cabia direito.
— Cê tá gostando, pai? —
Katherine Riveros já tava com uma minissaia jeans azul, bem justa no corpo, deixando a bunda apertada de fora. Pelo tamanho do camarim, as nádegas dela estavam a poucos centímetros da cara do pai.
Amor meu, você está incrível, mas sua mãe não vai gostar""Eu sei, por isso trouxe essa outra roupa pra mãe, mas essa é pra mim, você vai guardar segredo, né?"
— Filha, não sei, sua mãe tem razão, você chama muita atenção e eu não gostaria que algo ruim acontecesse com você.
"Mas ela não precisa saber, além de que você cuida de mim, eu sei como os homens são e o que eles gostam, ou você não gostava de ver garotas novas da minha idade?"
"FILHA, pelo amor de Deus, que perguntas são essas?"
"Tamo na confiança, pai, me diz, você vê minha bunda gostosa com isso?"
— KATHERINE RIVEROS!, desde quando perdemos o respeito um pelo outro?
Não nos perdemos em nada, não estamos fazendo nada de errado, o pai não é o primeiro melhor amigo da filha, certo?""Bom, pra ser sincero, você tem razão, prefiro que você confie em mim do que fique se escondendo"
"Viu, então, ter ou não uma bunda boa, eu preciso da validação de um homem"
— Bom, se você tem uma filha, e bem—
"Então, você diria que eu tenho uma buceta gostosa?"
Aí Katherine Riveros deu dois passos pra trás pra que o pai pudesse olhar ainda mais de perto a raba que ela tava exibindo.
— Filha, é difícil pra mim me expressar com você—
"Fala logo, pai, fala do jeito que você nasceu, não sou caretão, não tenho medo, sei muito mais palavras do que você imagina"
Nessa hora, Katherine Riveros se inclinou um pouco pra frente pra destacar ainda mais a bunda pro pai.
— Raba do meu amor, tu tem uma rabuda tremenda pra sua idade—
"Sim, pai, perfeito, é a validação que eu precisava, então vou levar essa e vai ser segredo entre nós dois"
— Por que você precisa da minha validação como homem, querida?—
—Tô namorando e ele já tá na faculdade, é muito gostoso e as veteranas querem me roubar ele, obviamente nenhuma filha sua vai ficar pra trás, né?—
"Querida, não gosto que você saia com caras mais velhos, eles são mais abusados e vão te machucar"
"Você vai guardar segredo ou não? Se não, não vou contar minhas coisas pra você
Tá bom, não vou falar nada."—Papai perfeito, agora me diz o que cê acha disso, fecha os olhos—
Álvaro fechou os olhos enquanto a filha trocava de roupa de novo.
— Papai, pode abrir—
Katherine Riveros vestia leggings que destacavam a sua bunda enorme.
— Katherine Riveros, meu Deus, cê tá uma gostosa—
— SIM, cê gostou?—
Katherine Riveros mais uma vez virou as costas pro pai e se inclinou pra frente, deixando o coraçãozão que os shorts dela formavam bem na vista do pai.
"Meu amor, que rabão que cê tem."
— Herança da mãe — respondeu Katherine Riveros.
— Minha vida, acho que cê tem mais que a sua mamãe.
— Papai, me diz, como é que a mamãe é, quer dizer, são macias ou duras? — Bom, quando eu era jovem como você, eram duras, agora são mais macias.
— Você acha que meu namorado gosta da minha bunda? Você gostaria?
— Não sei, teria que apalpar, não acha? — disse Álvaro.
— Então vai, papai, brinca um pouco e me dá sua opinião de homem.
Katherine Riveros se inclinou de costas para o pai e ofereceu aquela bunda enorme coberta só pela legging.
"UFF! Minha rainha, são bem duras..."
— Me dá uma nota de 1 a 10.
— Acho que um 11.
"Ai! Papai, você gostou tanto assim?"
"Meu amor, você é bem bunduda, me desculpa, sei que é errado, mas antes de ser seu pai, eu também sou homem."
— Papai, você gosta da minha bunda?
Álvaro continuou apertando a bunda da filha enquanto ela falava.
— A verdade é que sim, e muito.
— Mamãe não te satisfaz? — — Sua mamãe é muito boa, ela também tem um corpo gostoso, mas garotas jovens como você dão um pau nela. —
— Você sobe meu ego, papai, qualquer mulher se sente importante quando é desejada. —
— Filha, querida, você não está de calcinha? —
— Não, papai, tirei porque estava marcando muito.
Álvaro começou a descer a mão até a bucetinha da sua menina,
— PAPI!, aí não!, ahhhhhh! —
— Você não gosta? —
— SIM!, Mas, ahhhhhhhhhhhh, mmmhhhhhhhhhhh! —
Isso é errado, papai, você não deveria....... ahhhhhhhhhhh!- "Se você não disser nada, eu também não digo nada", disse Álvaro.
"Pai, isso não é tudo....... ahhhhhhhhhhhh
Álvaro continuou masturbando a filha por cima da legging enquanto ela arqueava a bunda.
"Bom, você não me deixa, papai, não me incomoda, é só que......... mmmmmmhmmhmhm ahhhhhhhhh-
"O proibido é o mais gostoso, filha."
— SIM, MAS..... mhhmhhhhhh ahahaaaah-
Katherine Riveros se endireitou e virou de frente pro pai, que continuou sentado no banco do vestiário. "Pai, isso é muito, muito errado, você sabe, eu sei, mas nós dois estamos com muito tesão, não me importo de você me tocar, mas é só isso, tá bem?"
"Sim, meu amor, você pode se esfregar em mim?"
"Como você quer, papai?"
"Bom, eu queria que você sentasse nas minhas costas e esfregasse essa bunda pra tirar o meu leitinho."
Katherine Riveros fez exatamente isso, virou as costas pro pai de novo, sentou no colo dele, até que as bundas perfeitas dela esmagaram o cadeado do pai.
"UFFF! Minha rainha, que bunda que mata o seu pequeno."
"Você gosta da bunda do seu pai, princesa?"
"Muito, filha.
— Será que eu sou maior que a mamãe? — Muito maior, minha rainha, deixa eu aproveitar essa sua bunda
Katherine Riveros começou a se mexer em círculos sem parar em cima do pai, massageando o pau dele através da roupa com a bunda.
— Você é boa demais, mamãe, que delícia de rebolado
— Cê gosta do jeito que seu pai faz, princesa?
— AHHHHH!! MHHHHHH!! Muito bom, mamãe
— Mhhhhhhhhhhmmmmmm Papai, como você é grande, não quer soltar ele?
— Quer ver ele, coração?
— Tira ele, papai
Então Álvaro saiu do bar pra mostrar pro sua filhinha.
— PAI!, meu Deus, que troço que você tem
— Cê gostou do amor?
— Claro que sim!, é enorme
— Pode tocar se quiser
Katherine Riveros não perdeu a oportunidade de pegar ele com a mão. "PAPAI, UFF!, não dá pra fechar a mão, é muito grosso e as veias tão estourando, que tesão você tá"
— Posso colocar em você, filha?
— UFFF, essa coisa?, nem entro nessa, além disso isso me assusta mais, não devíamos estar fazendo isso.
"Só a gorjeta", disse Álvaro.
— Não dá, e ainda mais aqui.
"Mas você não pode me deixar assim", disse Álvaro.
— Tem razão, papai, vou resolver.
Então Katherine Riveros começou a punhetar o pai usando as duas mãos porque não conseguia usar só uma.
FAP!! FAP!! FAP!! — A mão de Katherine Riveros subia e descia sobre o pauzão do pai dela.
— MHHHHH Minha garota, que delícia você é!
FAP! FAP! FAP!! — Katherine Riveros aumentou o ritmo.
— Papai, que berrante que você tem, tenho que usar as duas mãos.
FAP! FAP! FAP! — O líquido pré-ejaculatório já começava a escorrer.
Você gosta de como sua garotinha te masturba?" FAP! FAP! FAP! - Líquido escorrendo entre os dedos de KATHERINE RIVEROS
— Por que você não imaginou que eu era tão boa em—
FAP!! FAP!! FAP!! - As mãos de Katherine Riveros estavam encharcadas com o líquido do pai dela.
— AAAHHHHH MHHHHHHHHHHH
MHMHMHMHMHHM AHHHHH
— Minha rainha, como você é boa—
FAP!! FAP!! FAP!! - A velocidade das mãos de Katherine Riveros aumentou.
— Mamãe faz tão bem quanto?
FAP! FAP!! FAP!! - O pau do Álvaro começou a inchar mais.
— Você faz melhor que ela, também tem uma pica melhor que a dela? — FAP!! FAP!! FAP!!! —
"Quer descobrir?" ele perguntou pra Katherine Riveros
FAP!! FAP!! FAP!!
Então Álvaro agarrou a cabeça da filha e enfiou até o fundo, sufocando ela um pouco.
GLUP! GLUP! GLUP! — A boca da Katherine Riveros começou a fazer barulho
— Minha filha, que delícia você mama! —
ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!!
— Você é uma puta de coração —
ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!! ESTÚPIDA!! —
Álvaro zoava a filha e ficava esmagando ela contra o pau dele, Katherine Riveros nem piscava
¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!! "Meu amor, você nem se engasga, como você é bom."
Katherine Riveros tirou a rola da boca por um instante, escorrendo fios e fios do líquido do pai pela boca dela.
"Sou sua putinha, papai, me trata como uma das suas vadias."
Álvaro começou a socar a filha de novo na rola dele, fazendo ela engolir tudo.
¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!! ¡¡ESTÚPIDO!!
"Que putinha gostosa, que delícia a mãe do meu filho,"
GLUP GLUP GLUP— O líquido começou a escorrer pelos cantos da boca de KATHERINE RIVEROS.
"Posso gozar na sua cara, minha princesa?"
¡¡ESTÚPIDO!! ¡ESTÚPIDO! ¡¡ESTÚPIDO!!
Joga onde quiser, papai, sou sua putinha agora mesmo!""SEU IDIOTA!! SEU IDIOTA!! SEU IDIOTA!!"
Álvaro segurou sua princesa pelo pescoço, já que não estava longe de gozar, quando de repente.
— Toc! Toc!" Bateram na porta do camarim.
"Tá tudo bem aí dentro?" — perguntou o segurança.
Depois que Álvaro dominou sua Princesa no camarim daquela loja com a ajuda do gerente chamado Cristal, chegou a hora de ir pra casa. Os dois se sentiram estranhos e não se falaram por um tempo, até que o gelo quebrou no carro com as seguintes palavras:
— No carro —
"Filha, eu... o que aconteceu lá... —"
— Não, não se preocupa, papai, você não precisa me explicar nada — respondeu Katherine Riveros.
— Não, filha, acabei de gozar dentro de você, não preciso te explicar nada?
Se não te importa, preferia que não fizesse isso.""Você se sente sujo?" perguntou Álvaro, intrigado.
— Não, me sinto mal comigo mesmo por corresponder a você.
"Entendo, só deixa eu acrescentar que não fizemos nada de errado."
"¡Nada de errado!?, Pai!, você gozou dentro de mim, nada de errado?" — Katherine Riveros, na verdade, estava puta.
"Meu amor, mas por que você não falou nada?"
"Sei lá, isso é o que me confunde, de repente quis gritar, depois chorar, quis te bater, mas também me senti bem, e principalmente... aquele Cristal, me manipulou pra te dar prazer."
"Filha, nós duas estávamos gostosas pra caralho, e o que rolou ali foi o que um homem e uma mulher fazem quando tão no fogo, naquele momento você não era minha filha, só uma mulher."
Katherine Riveros ficou pensativa por um momento, olhando as coisas passarem pela janela do carro, e então disse:
— Cê acha?
"Sim, filha, você realmente não transou comigo, com seu pai, aquele... aquele... bom, você sabe", gaguejou Álvaro.
"Vergonha, é assim que se chama, bota as coisas no nome, depois do que aconteceu, ainda se faz de decente", respondeu Katherine Riveros, novamente irritada.
— Bom, aquele "pau" que entrou em você não era meu, era de um homem gostoso, e aquela "buceta" não era sua, era de uma mulher gostosa, então moralmente não fizemos nada de errado.
Mais uma vez Katherine Riveros ouviu o pai sem nem olhar pra ele, o olhar ainda fixo na janela do carro.
Bom, se a gente olhar por esse lado, não parece tão sério, seria tipo ter participado de um RPG", disse Katherine Riveros enquanto roía as unhas. — Exatamente, meu amor, princesa, não aconteceu nada grave, adorei como você se sentiu, esses seus assentos eram espetaculares.
— Pai, me desculpa — Katherine Riveros cobriu o rosto de vergonha.
— E você estava bem apertadinha, dá pra ver como você é jovem, tô muito orgulhosa de você, querida, você me deu muito prazer com aquele pau que a gente mandou no camarim.
"Agora!" gritou Katherine Riveros sem descobrir o rosto.
"O quê, você não gostou do que sentiu, me fala a verdade", perguntou Álvaro, intrigado.
Katherine Riveros demorou uns minutos pra recuperar o fôlego e a vergonha que sentia foi aliviando um pouco. — Bom, sim, um pouco, eu gostei — respondeu Katherine Riveros, tímida.
— Só um pouquinho?
— Tá bom, muito! A verdade é que também curti, e é exatamente isso que me faz sentir culpada.
— Mas já te falei que a gente não fez nada moralmente errado, porque naquela época a gente não era pai e filha.
— É, se a gente olhar por esse lado, já não parece tão ruim.
— Por que você mencionou a Cristal? O que quer dizer com ela te manipular?
— Ela me falou umas coisas pra eu aguentar seu pau, colocou na minha cabeça que eu tô aqui pra te dar prazer e que você tem direito sobre meu corpo porque é meu pai.
— Ela disse isso? E você, o que acha?
— Bom, não deveria ser assim, mas a ideia de ser sua mulherzinha me excitou. Sei que tô te retribuindo um pouco de tudo que você fez por mim, que meu corpo te dá prazer, eu gostei.
— Mami, eu também gostei muito, você me atendeu muito bem, e a partir de hoje vai ser nosso segredo, você ganhou o celular novo que queria. — Sério, não tá brincando, pai? Te amo! — Então Katherine Riveros se aproximou para beijar o pai na bochecha.
— Sim, querida, compro amanhã pra você. E enquanto continuar se comportando tão bem comigo como fez no vestiário, vou saber como te recompensar.
— Pai, isso é... cê tá me tratando como sua putinha?
— Nada disso, querida, só tô dizendo que se quiser mais coisas, o vestiário pode servir como moeda de troca.
Katherine Riveros ficou pensativa por um momento e depois disse:
— E se eu quiser uma bolsa nova? — perguntou intrigada.
— Então você já sabe quanto custa, não sabe?
Katherine Riveros se virou pra ver o pai dela dirigindo de olhos bem abertos, pensou por um instante, prendeu o cabelo e se abaixou na altura das pernas do pai. "Meu amor, de que pagador você saiu?", disse Álvaro enquanto se deixava ser amado pela filha.
Katherine Riveros desabotoou a calça dele, abriu o zíper, meteu a mão e puxou a rola do próprio pai como se fosse uma mola.
— Uff, pelo amor de Deus, pai! —
— Já não gostou? — perguntou Álvaro enquanto dirigia.
"Adoro, ela tá muito grossa, olha como suas veias estão marcadas por toda parte, isso te excita ter sua pequena aqui, não é um velho pervertido?"
Katherine Riveros ficou abaixada sobre as pernas do pai a poucos centímetros do pau dele, masturbando ele de leve com a mão.
— Uff! minha rainha, claro que minha princesa me faz, você já se olhou no espelho, mamãe?"
FAP! FAP! FAP! FAP! — Katherine Riveros começou a masturbar o pai mais rápido.
"Minha rainha, você faz bem, tem a mão quente.
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! — A rola do Álvaro começou a vazar aquele líquido pré-gozado que sujava a mão da filha dele. "Uff, pai, nem cabe na minha mão, é tão grossa, será que se eu tivesse feito isso tudo antes?"
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! — A mão da Katherine Riveros já tava cheia de líquido pré-gozado.
— Vou meter tudo em você, meu amor, até o último centímetro entrou lá no fundo do teu útero. —
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! —
"Meu Deus, pai, sinto todas as tuas veias na minha mão"
¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! ¡FAP! —
— Meu amor, já deu de mão, né? — disse o Álvaro
—Meu pai é tão tarado - respondeu Katherine Riveros.Então Katherine Riveros abriu a boca pra engolir o imenso, duro e veiudo pau do pai, com dificuldade pra engolir, porque não era fácil meter aquela monstruosidade na boca.
—GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - A saliva de Katherine Riveros fazia barulho.
"Ah, minha rainha, que delícia, minha princesa"
— GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - A saliva começou a escorrer pelos cantos dos lábios de Katherine Riveros.
"Mami, quem te ensinou a usar a boca assim?"
— GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - Katherine Riveros acelerou o ritmo do boquete.
"Minha menina, você faz melhor que sua mãe"
— GLUP! GLUP! GLUP! GLUP! - Katherine Riveros continuava sem parar.
"Minha vida, chupa. Cada princesa, quero sentir seu sino"
— ARGH! ARGH! ARGH! - Katherine Riveros engasgou com o tremendo piru do pai.
"Meu amor, sinto seu sino, tá uma delícia."
GLUP! GLUP! ARGH! ARGH! ARGH! - Katherine Riveros alternava boquetes pequenos com tentativas de garganta profunda.
Gatinha, quer ganhar algo mais que um celular e a bolsa?" — ARGH!! GLUP!! ARGH!! GLUP!! ARGH!! — Katherine Riveros interrompeu o boquete pra poder falar.
"Tô te ouvindo, papai", respondeu Katherine Riveros com fios de líquido escorrendo da boca pro carro.
— Dá um agrado pro papai, meu amor-
"Como você quer que eu agrade o melhor papai do mundo?" — perguntou Katherine Riveros.
— Deixa eu gozar na sua boca-
— Bom, sim, papai, senão como, não tem muita opção
— Não é assim, meu amor, quero dizer que você engole-
— Engolir? Nunca fiz isso, não sei se consigo, me dá um pouco de nojo-
— Você quer aqueles tênis que usou outro dia?
Katherine Riveros, ainda com a boca escorrendo líquido pré-gozo, olhou pro pai com um olhar safado e disse: "Quero tudo amanhã" E se inclinou de novo no banco pra engolir de novo o pauzão do pai.
— ARGH! ARGH! ARGH! — Meteu até o fundo da garganta.
— Meu amor, você foi incrível ainda agora —
— IDIOTA! ARGH! IDIOTA!
— Essa sua raba quicava deliciosa no meu pau, um espetáculo —
— GLUP! ARGH! ARGH!
— Não imaginava que você fosse tão boa sentando, mas já era de se esperar com essa bunda que mata —
— ARGH! ARGH! GLUP! GLUP! —
"Meu amor, vou gozar agora."
— IDIOTA! ARGH! IDIOTA!
Posso te pegar pela cabeça?" Então Katherine Riveros levantou uma das mãos, buscando contato com a mão do pai, e ela mesma a levou até a cabeça.
— SEU IDIOTA! SEU IDIOTA! SEU IDIOTA! SEU IDIOTA!
— Tô gozando, meu amor!
— ARGH! ARGH! ARGH! ARGH!
— Yaaaaaaaaaaaaaaa!
Álvaro começou a jorrar litros e litros de porra dentro da boca da sua princesinha, até a última gota de sêmen descer goela abaixo, como a boa mulher que era, sem deixar cair nada nem cuspir.
"Uff, pai, você gozou pra caralho!" disse Katherine Riveros enquanto se sentava no banco, limpando um pouco com a roupa.
— Minha filha, como você é gostosa, é uma deusa.
"Muito obrigada, pai, sinceramente, não tem um gosto tão ruim", respondeu Katherine Riveros, se olhando no espelho do quebra-sol.
"Meu amor, sua mãe não pode saber disso, é entre nós, certo?"
"Claro, pai, amanhã quero minhas coisas sem falta", respondeu Katherine Riveros enquanto tirava um delineador e se arrumava um pouco.
Em casa, Katherine Riveros correu para o quarto, enquanto Álvaro demorou mais pra entrar, até que finalmente chegou.
"Se divertiu?" — perguntou Miriam Caballero.
"Uff, meu amor, pra caralho!" respondeu Álvaro.
Sim, você nem queria ir", acrescentou Miriam Caballero. "É bom que você me convenceu, meu amor", respondeu Álvaro sentado no sofá da sala.
— Sem amor, não senta, vem comigo pro quarto —
"O quê, agora eu tô cansada, Miriam Caballero." —
— Anda, vem, você vai gostar da surpresa —
— Álvaro já sentia que a esposa queria pica, mas ele já tinha gozado duas vezes quase seguidas, uma dentro do útero da filha e outra na boca dela, uma terceira com tão pouco tempo de recuperação, ele segurou.
— Amor, me deixa descansar um pouco, tá? — implorou Álvaro.
— Você vai amar a surpresa, vai logo — insistiu Miriam Caballero, puxando ele pela mão pra levantar do sofá.
Álvaro teve que aceitar subir pro quarto com a esposa, não sem antes dar uma paradinha no quarto de Katherine Riveros.
"Me espera, deixa eu falar com a Katherine Riveros", disse Álvaro.
Os dois pais bateram na porta, depois abriram e pararam na soleira. "Filha, dez", disse Álvaro enquanto tirava uma nota da carteira.
"E isso, pai?" Katherine Riveros perguntou, estranhando, levantando-se da cama para pegar o dinheiro.
"Ah, filha, você comprou um monte de roupa nova", interrompeu Miriam Caballero ao ver a pilha na cama.
"Sim, mãe, espero que agora você goste do que eu comprei."
"Filha, aqui!" insistiu Álvaro com a nota na mão.
Katherine Riveros estendeu a mão para pegar o dinheiro que o pai lhe deu.
"O que eu faço com isso?" perguntou Katherine Riveros, surpresa.
Álvaro procurou o olhar da filha para comunicar sem palavras o que queria.
"Meu amor, é pra você ir na Farmácia", disse Álvaro.
"Farmácia?" disseram Mãe e Filha ao mesmo tempo.
"Sim, querida, Farmácia, lembra?" falou Álvaro entre os dentes.
"Você tá doente, filha?" perguntou Miriam Caballero, preocupada.
Não, mami", respondeu Katherine Riveros rapidamente — Álvaro abriu os olhos intensamente procurando a filha pra receber a mensagem e quando viu, se corrigiu. -
"Ah, sim, farmácia, sim!" Katherine Riveros respondeu de forma estranha.
"Bom, o que vocês duas tão trazendo?" - perguntou Miriam Caballero.
— Nada, amor, o que acontece é que essa menina, há um tempo atrás me disse que tava com DOR na BARRIGA, e pra não DOER MAIS, precisa TOMAR alguma coisa pra passar a dor na barriga, é muito PERIGOSO se ficar assim, pode ser uma DOR INTERNA. -
"E se for melhor eu te levar no médico, filha?" disse Miriam Caballero.
— Não, não, tô ótima, só precisava de algo pra azia — respondeu Katherine Riveros, entendendo o recado.
Álvaro fechou a porta do quarto da filha e continuou o caminho pro quarto dele com a esposa. -
Uma vez lá dentro, Álvaro se deitou na cama, enquanto Miriam Caballero se ajoelhava na cama e se aproximava dele.
— Meu amor, tenho uma surpresa pra você — disse Miriam Caballero seduzindo.
"Vamos ver a surpresa", respondeu Álvaro.
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