35: Mais relatórios semanais…




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Compêndio III35: MAIS RELATÓRIOS SEMANAIS…

Era uma manhã de sexta-feira normal e quente de verão. Eu estava revisando alguns dos locais ao redor de Camberra quando ela entrou sem se anunciar e colocou o relatório financeiro arrumadinho em cima da minha mesa. Ginny tinha esse jeito de se mover: como se não estivesse só entrando num cômodo, mas tomando conta dele. O ar mudou quando ela entrou, carregando aquele cheirinho suave de baunilha e algo mais forte, tipo cítrico.
35: Mais relatórios semanais…Fiquei surpreso ao vê-la ali. Quando voltei das minhas férias de verão, na minha primeira reunião de diretoria do ano, o próprio Horatio (chefe de finanças e superior direto da Ginny) junto com a Cristina da TI me informaram que o problema com o software financeiro tinha sido resolvido. Os relatórios trimestrais estavam limpos, as discrepâncias apagadas. Minha supervisão não era mais necessária. Na verdade, todo o grupo de trabalho investigativo tinha sido dissolvido por completo e eu tinha voltado às minhas funções normais.

Mas ali estava a Ginny, tão gostosa como sempre: seus cachos selvagens tingidos de cobre pegando a luz da manhã que entrava pela janela do meu escritório como brasas espalhadas. O cheiro do perfume de baunilha dela chegou até mim antes mesmo de ela cruzar a porta, leve mas persistente, igual ao jeito que ela batia os nós dos dedos na moldura da minha porta aberta. A sombra dela se estendeu sobre meu teclado, o suficiente pra cobrir a tecla ‘ESC’. Os saltos dela marcaram um ritmo sensual no chão, parando bem na frente da minha mesa. O relatório nas mãos dela tremeu um pouco, embora a voz dela não tenha tremido.

Na verdade, até eu me assustei quando ela falou.

• Marco! — Ela começou, inclinando a cabeça daquele jeito que mulheres lindas como ela sabem instintivamente.

Ela colocou a pasta na minha mesa com uma precisão deliberada (bordas alinhadas, cantos retos), como se fosse uma troca formal de documentos em vez do pretexto mal disfarçado que nós dois sabíamos que era. As pontas dos dedos dela demoraram na superfície do envelope um batimento cardíaco a mais do que o necessário, as unhas pintadas de um rosa tão sutil que parecia que ela tinha mergulhado elas em pétalas de rosa trituradas.

• Horatio achou que você ia querer ver isso. Pessoalmente.

Eu me recostei na cadeira, hipnotizado pela beleza profissional dela, o couro rangendo sob meu peso. O sol da manhã através das janelas riscou a blusa dela com ouro, iluminando as sardas suaves no pescoço dela. clavículas, como constelações que eu tinha traçado com meus lábios em inúmeras manhãs de sexta-feira, quando os relatórios se tornavam irrelevantes.

Abri a pasta devagar, como um veado tímido bebendo água. Os olhos da Ginny queimavam sobre mim, observando o movimento dos meus dedos, os lábios dela entreabertos o suficiente pra ver a ponta da língua pressionando contra os dentes da frente: um hábito que ela tinha quando tava nervosa ou excitada. Lá dentro, colunas de números se estendiam como grades de prisão ao longo da página.

— Pensei que o problema já tinha sido resolvido... — murmurei, folheando páginas cheias de jargão financeiro que faziam minhas têmporas pulsarem. Sinceramente, me senti sobrecarregado.

Ela se endireitou com orgulho…
mamada• Esses são os dados do último trimestre!Até o último centavo.!
Os olhos dela percorreram meu escritório, parando com um sorriso no meu sofá novo: um móvel moderno e elegante, vermelho, estofado em couro com pernas de madeira.

Até o último centavo.! —repetiu, mais suave desta vez, os dedos trêmulos nas laterais como se resistissem à vontade de tocar algo.

Depois, aquele sorriso. Aquele maldito sorriso cúmplice que mal curvava os cantos dos lábios dela, o suficiente pra acelerar meu pulso. Naquele momento, eu não entendi. Depois (muito depois), percebi que ela tinha planejado tudo. Cada detalhe.
Até o último centavo.*.
Me senti confuso, pra dizer o mínimo. Os números na página não faziam sentido pra mim: só colunas de dígitos e decimais arrumados tipo um haicai financeiro enigmático. Mas a Ginny continuou ali, me observando folhear as páginas com a intensidade de uma puta seguindo um ponteiro laser. Foi aí que eu soltei:

- Sabe que isso podia estar escrito em chinês e eu provavelmente ia entender a mesma merda, né?

De repente, o ar-condicionado em cima da minha cabeça ligou com um sopro frio e cortante. Ginny inclinou o queixo na direção da grade do teto, aqueles cachos cor de cobre balançando como folhas de outono pegas numa brisa. Os lábios dela se curvaram (não um sorriso debochado, não exatamente um sorriso), mas algo mais quente, algo íntimo.

• Ah, eu sei! – Ela falou com naturalidade, como se a gente tivesse pedindo café em vez de tramando esquemas corporativos.

Aí ela se inclinou pra frente, cotovelos apoiados na minha mesa, dedos entrelaçados. O movimento fez a blusa dela abrir um pouco… o suficiente pra mostrar a borda de renda de um sutiã que eu reconheci. O branco com o lacinho entre as copas. Meu coração bateu forte contra as costelas.

• Só precisava de uma desculpa pra vir te ver…
sexo no escritorioDe repente, senti os lábios quentes dela nos meus: macios mas insistentes, com um leve gosto de balm labial de framboesa e algo distintamente da Ginny. Ela soltou o ar pelo nariz, a respiração quente contra minha bochecha, lábios apertados no começo antes de ceder com uma urgência silenciosa. O cacho na têmpora dela tremeu contra meus dedos quando levantei a mão, afastando ele sem quebrar o beijo. Era o tipo de momento que fazia o resto do mundo desaparecer (o zumbido do ar condicionado, as vozes distantes no corredor, a pilha de relatórios inacabados na minha mesa) nada disso importava. Me deixou sem fôlego do melhor jeito possível, como sair de um quarto abafado pro ar fresco da montanha.

Assim que recuperou o fôlego, ela sorriu e continuou explicando.

• Porque quando eu disse pro Horácio que, pra evitar mais irregularidades, seria prudente te mostrar nossos relatórios semanais...
infidelidade consentidaOs dedos dela se apertaram em volta da minha gravata, torcendo a seda entre os nós dos dedos enquanto me puxava pra perto dela. O movimento brusco fez a cadeira chiar, mas ninguém ligou: não quando ela já tava jogando um joelho na minha coxa, montando em mim antes que eu pudesse piscar.

• Ele topou. — murmurou contra meus lábios, as palavras quentes e apressadas entre os beijos. — Então tô aqui.

Afastei o relatório, pensando que a gente ia usar a superfície firme da minha mesa. O papel ainda tinha um calor fraco onde as mãos dela tinham estado... ou talvez fosse só minha imaginação lembrando o toque dela em todo lugar.

• E você acha que...? — comecei, mas ela não tava ouvindo, já desfazendo minha gravata com dedos ágeis e me desabotoando, os nós dos dedos roçando minha garganta de um jeito que me cortou a respiração.

• Agora, esse sofá é bem novo... — disse com um sorriso provocador, mordendo o lábio.

Os dedos dela largaram minha camisa meio desabotoada enquanto ela se levantava do meu colo com aquela graça sem esforço: a mesma que usaria pra desmontar de um cavalo ou sair de um carro esportivo. Antes que eu pudesse reclamar, ela já tava andando na direção dele, quadril balançando naquele ritmo lento e deliberado que secava minha garganta. O couro vermelho brilhava sob as luzes do escritório enquanto ela passava as pontas dos dedos pelo braço do sofá, parando pra examinar a costura com um interesse exagerado.
Colega de trabalhoEu estudei ela de longe. A Ginny era incrível: o tipo de mulher que entrava num lugar e fazia qualquer homem esquecer o próprio nome. Mas ali estava ela, solteira, sem compromisso, passando as noites de sexta sozinha com uma coca zero gelada antes de ir pra casa fazer sei lá o quê. Esse pensamento era ao mesmo tempo desconcertante e eletrizante. Não era tão ingênuo a ponto de achar que ela tava se guardando pra mim… mas também sabia que ela não tava enrolada com o Horácio. O cara tinha o charme de uma auditoria fiscal, era velho o bastante pra ser tio esquisito dela e tinha a cara de uma massa mal cozida. Além disso, a Ginny tinha padrões. Altos.

E não sei exatamente por quê, mas ela me queria.
a mimTirou a jaqueta como se fosse de papel molhado, deixando escorregar pelos braços até formar uma poça no chão perto do sofá. Os botões da blusa dela se abriram com movimentos rápidos e impacientes dos dedos.pop, pop, pop), como se o próprio tecido a tivesse ofendido. O sutiã branco de renda era elegante, se misturando tão perfeitamente com o tom da pele dela que poderia ter sido pintado nela. As bordas delicadas e recortadas seguiam as curvas dos peitos dela, o lacinho de cetim entre as copas agora torto pela pressa. Quando ela se levantou e tirou a saia, meu coração pulou uma batida: calcinha combinando por baixo de uma meia perolada linda, coroada na parte de cima por aquela bunda esplêndida. O tecido sussurrou contra as coxas dela enquanto ela abaixava a saia, as meias pegando a luz como prata líquida. Ela saiu da saia com a graça esperada de uma mulher que sabia exatamente o que estava fazendo: sabia como meu olhar ia demorar na curva do quadril dela, na cintura fina, em como aquela calcinha abraçava ela como uma segunda pele. A renda recortada ao longo das bordas, delicada como asas de mariposa, o lacinho de cetim bem em cima da curva da bunda dela. No meu caso, eu tava ferrado: minha vara grossa de carne já tava no tamanho máximo, dificultando desabotoar a calça, meus movimentos atrapalhados e duros. A porra do cinto não cooperava, meus dedos hesitando como se eu tivesse esquecido como cinto funcionava. Até minha cueca tava fazendo uma barraca, o tecido esticando contra o contorno da minha rola. Ginny percebeu, claro (ela percebia tudo), e a risada dela foi algo quente e rouco que se enrolou em volta de mim como fumaça. •Precisa de ajuda com isso?— zombou, já se aproximando, seus pés descalços silenciosos sobre o tapete do escritório.

Riu como uma menina com um brinquedo novo e grande, lambendo os lábios: a ponta rosada da língua aparecendo para umedecer a curva macia do lábio inferior. O zumbido do ar-condicionado preencheu o silêncio, um ruído branco de fundo enquanto Ginny se aproximava, suas meias sussurrando entre si a cada movimento deliberado. Afastou minhas mãos do fecho do cinto com um bufado brincalhão, seus dedos roçando os meus com intenção elétrica.

• Deixa comigo! — murmurou, já soltando a correia de couro com movimentos hábeis e acostumados.

O metal tilintou suavemente: um som pequeno e íntimo que fez meu pulso pular na garganta.

Suas palmas frias e úmidas deslizaram pelas minhas coxas, quentes mesmo através do tecido da calça, suas pontas pressionando o suficiente para deixar impressões fantasmas na minha pele. O cheiro do seu shampoo (algo floral, talvez jasmim) se misturou com aquele aroma persistente de baunilha do seu perfume, e me peguei inspirando fundo, ávido, como um homem se afogando nela. Quando finalmente me libertou da calça, sua respiração cortou levemente, seus lábios se separando em um silencioso
Oh.ao me ver.
• Bom… —disse ele, a voz descendo uma oitava, áspera nas bordas como uísque derramado sobre gelo.
alguém tá ansiosoQuase tive um infarto quando ela se ajoelhou na minha frente. O carpete do escritório não devia ser nada confortável contra os joelhos nus dela, mas a Ginny se ajoelhou com a facilidade treinada de alguém que passou vidas de joelhos… não por submissão, mas no controle total do momento. O hálito quente dela roçou a ponta da minha piroca, e algo primitivo se contorceu no meu peito: não só tesão, mas esse entendimento aterrorizante de que elaqueria isso, me queriaa mim, com uma intensidade que beirava a adoração. O sol da manhã, através das persianas, riscou seus ombros dourados, iluminando os finos pelinhos ao longo das clavículas enquanto ela inclinava levemente a cabeça, me estudando como se eu fosse a última peça do quebra-cabeça que ela precisava para completar algum mosaico obsceno.

O tempo pareceu se esticar até o infinito, até que finalmente ela quebrou o silêncio.

• Deixa eu te refrescar! Posso?

Os lábios dela brilhavam de umidade antecipatória: aquele leve brilho de saliva capturando a luz da manhã como orvalho numa pétala. Ela não esperou resposta.
35: Mais relatórios semanais…Senti como se ela chupava até minha alma. Durante meu ano como membro do conselho, recebi minha cota de boquetes: alguns protocolares, outros entusiasmados, nenhum como esse. Tinha a Cristina da TI, que tratava como uma transação entre departamentos; a Maddie do RH, que fazia aqueles gemidinhos suaves; até a Letícia de Relações Públicas, que transformou o oral corporativo num exercício de poder. Mas a Ginny? A Ginny adorava.

No entanto, eu era o único que conhecia o
segredo mais antigoda Ginny: o enterrado sob camadas de polimento corporativo e postagens cuidadosamente editadas no LinkedIn. Anos atrás, antes de ser a Ginny das Finanças, eraNicoleseus cachos cor de cobre mais bagunçados, sua risada num tom brilhante demais enquanto contava notas amassadas de universitários inexperientes. Solicitei os serviços dela só uma vez, e me deixou uma marca: Ginny realmente fazia isso pra pagar os estudos, a grana correndo no sangue dela como segunda natureza, e só precisava deuma chance de brilhar... a qual eu, por acaso, prometi e depois dei pra ela.
Mas ela deixou pra trás o personagem de
Nicolee se tornou essa nova profissional competente...ela é extremamente habilidosa fazendo boquete.mamadaGinny se divertia como nunca com meu pau na boca dela, a língua traçando padrões que pareciam assinaturas em cursiva escritas diretamente nos meus nervos. Ela se movia com a confiança tranquila de quem sabia exatamente quanta pressão aplicar; quando provocar com lambidas suaves como pluma e quando chupar com tanta intensidade repentina que meus quadris se sacudiam involuntariamente. A cadeira de escritório ao meu lado rangeu, as rodas travadas gemendo enquanto eu a usava para manter o equilíbrio, como um homem se preparando para aguentar turbulências.

Cheguei num ponto em que tive que me segurar na borda da mesa (aquele mogno rangendo sob meus dedos) enquanto Ginny me lembrava
exatamentepor que ela subiu tão rápido em Finanças.
- Meu Deus, Ginny! —consegui balbuciar, minha voz rachando como piso laminado barato sob peso demais.
Ela parou e senti minha alma voltar ao corpo com um suspiro. Ela se afastou com um estalo molhado, sorrindo pra mim. Um fio fino de saliva fez uma ponte entre o lábio inferior dela e a minha ponta antes de se romper.
Demais?- O polegar dele rodeou a glande, espalhando líquido pré-ejaculatório em movimentos lentos e provocantes.Ou não é suficiente?

sexo no escritorioNão deu tempo de eu responder. Provavelmente, ela não queria ouvir… não quando já sabia a resposta. A boca de Ginny desceu de novo com a precisão de uma mergulhadora entrando em águas conhecidas, os lábios selando em volta de mim com uma facilidade ensaiada. Dessa vez, ela me engoliu mais fundo, o nariz roçando os pelos aparados na minha base enquanto me chupava. O calor repentino foi de tirar o fôlego, como entrar numa sauna depois de rolar na neve.

A mão livre dela subiu, as pontas dos dedos traçando a barra da minha camisa antes de deslizar por baixo. Unhas frias arrastando sobre meus abdominais, depois mais alto, roçando a borda das minhas costelas. Eu me arqueei sob o toque dela, minha respiração acelerando agora: parte pela sensação, parte pelo absurdo de tudo. Ali estávamos nós, enroscados nessa dança de carne e papelada, com os sons abafados do escritório zumbindo do lado de fora da porta. O contraste era de enlouquecer: o cheiro estéril do toner da impressora misturado com o almíscar salgado e doce da pele dela, o clique rítmico dos saltos corporativos lá fora se sincronizando com os sons molhados e silenciosos da boca dela me trabalhando.
infidelidade consentidaE de novo, tudo parou. Ginny sorriu, rosto manchado de líquido pré-gozo, lábios inchados de tanto esforço… se afastou tão de repente que quase me joguei no ar vazio.

Ela se levantou e foi na frente.

• Vem aqui!

O sofá era vermelho escuro, o couro frio na minha pele enquanto eu a seguia: mais obediente do que jamais admitiria. Ginny se espreguiçou nele como uma pantera marcando território, um braço pendurado preguiçosamente no encosto, o outro me chamando pra perto com um dedo curvado. O jeito dela se mover era hipnótico: deliberado, pausado, como se tivesse todo o tempo do mundo, embora os dois soubéssemos que o relógio tava correndo.
Colega de trabalhoAli estava deitada, pernas abertas, buceta trêmula e molhada.

Segurei meu pau duro, guiando a ponta molhada entre as dobras encharcadas dela, sentindo o calor que irradiava do centro dela antes mesmo de penetrá-la. A respiração de Ginny prendeu (não em protesto, mas em
antecipação), seus quadris se arqueando pra me encontrar no meio do caminho. Nunca tinha pedido camisinha, nem uma vez em todos esses encontros roubados no escritório. Nem mesmo naquela primeira vez no Hyatt, quando eraNicolee eu só mais um cliente com desejo reprimido demais. Então, a gente conversou, ela se empolgou e implorou pra gente fazer sem proteção. Agora? Agora ela adora quando eu entro pelado, as unhas dela marcando o sofá de couro.

Eu me movi dentro dela devagar. Parecia irreal: três meses sem o calor dela, e agora ela se apertava em volta de mim feito um punho enluvado de seda. O sofá gemeu sob nosso peso, o couro vermelho grudando levemente na pele molhada da Ginny onde a meia-calça tinha subido. Ela soltou o ar bruscamente pelo nariz, os lábios entreabertos em maldições silenciosas enquanto eu me acomodava por completo, meu quadril colado no dela. Os dedos dela se cravaram no braço do sofá, as unhas deixando marcas no estofado.
35: Mais relatórios semanais…Eu fui devagar nas primeiras estocadas, saboreando como o corpo dela resistia e depois cedia: cada centímetro conquistado com um gemido silencioso dos lábios dela, um bater de cílios. Ginny se arqueou debaixo de mim, os dedos cravando no sofá de couro com tanta força que quase esperava encontrar marcas de unhas depois.

- Caralho, que buceta apertada!... - murmurei, segurando o quadril dela com uma mão enquanto a outra traçava a borda de renda da meia onde cortava a coxa.

Ela riu sem fôlego, unhas arranhando meu antebraço.

- Sentiu tanto a minha falta? - A voz dela era grossa como melaço, provocante.
mamadaAs palavras se enrolaram ao meu redor como fumaça, seus quadris girando para cima para encontrar minha próxima estocada com precisão ensaiada. Suas meias rangiam contra o couro do sofá — aquele mesmo som enlouquecedor que tinha me perseguido nas férias de verão, aparecendo em chuveiros de hotel e cabanas à beira-mar quando eu menos esperava. Três meses sem ela, e meu corpo lembrava cada curva e reentrância sua como braille.

Respondi empurrando mais fundo, arrancando dela um gemido cortante que soou como um segredo rasgado. Suas pernas se engancharam na minha cintura com a precisão de uma manobra de ginástica, os calcanhares cravando na minha lombar através da minha camisa amassada. O atrito era elétrico — não a corrente domada de máquinas de escritório, mas o estalo selvagem de cabos de alta tensão arrancados numa tempestade. Cada estocada, cada recuo mandava faíscas pela minha espinha que se acumulavam atrás das minhas pálpebras como fogos de artifício. Os quadris de Ginny giravam para me encontrar, seu ritmo frenético como um pregão em queda livre, desesperado como um financista vendo dígitos despencarem.
sexo no escritorioO escritório ao nosso redor sumiu: o zumbido do ar-condicionado, o tique fraco do relógio de parede, o murmúrio distante do corredor… Só existia o barulho molhado da pele, o rangido do couro, os gemidos abafados da Ginny cada vez que eu batia naquele ponto dentro dela. O mundo se resumiu ao couro vermelho debaixo das costas arqueadas dela, o contato suado das coxas dela contra meus quadris, os dedos dela arranhando meus ombros como se quisesse rasgar até o osso. Cada som que ela fazia — cada suspiro, cada gemido preso — parecia um sinalizador no escuro, me guiando mais fundo, mais forte, até que as pernas de madeira do sofá marcavam um ritmo frenético no piso de cerâmica.

Ela agarrou minha camisa com desespero, torcendo o tecido entre os dedos como se quisesse rasgar.

— Porra, Marco! … Aí mesmo! Não para! … — As palavras saíram quebradas, arrancadas entre dentes apertados, a voz dela se partindo no meu nome.
infidelidade consentidaO corpo dela se arqueou debaixo de mim, cada músculo tenso, os dedos dos pés se enrolando nas minhas coxas. O sofá gemeu em protesto, suas pernas de madeira marcando um ritmo frenético no chão: código morse praalguém vai perceberNão parei. Não consegui. As coxas dela tremiam contra as minhas, a respiração ofegante embaçando o ar entre nós. Observei o rosto dela: o rubor se espalhando pelo pescoço como vinho derramado, os dentes cravados no lábio inferior até ficar branco, o tremor das pálpebras quando eu inclinei meus quadris exatamente daquele jeito. Aquele gemido minúsculo que soou como um choro preso na garganta dela foi minha perdição.

O primeiro orgasmo dela bateu como um colapso na bolsa: repentino, devastador, impossível de ignorar. Ginny arqueou as costas para fora do sofá, formando uma curva perfeita enquanto as coxas se fechavam ao redor dos meus quadris com uma força de quebrar ossos. O som que ela fez não foi um grito, mas sim um suspiro rasgado que se dissolveu num gemido trêmulo, as unhas dela gravando marcas nos meus ombros através do tecido amassado da minha camisa. Dava pra sentir ela pulsando ao meu redor, o aperto rítmico dos músculos dela me puxando mais fundo enquanto os fluidos dela encharcavam minhas coxas.

Sorri, sentindo os fluidos dela esfriando enquanto ela se apertava em volta do meu pau: um abraço molhado e trêmulo que não deixava dúvidas de quanto ela tinha sentido minha falta.

— Parece que você também sentiu minha falta!... — zombei, minha voz rouca pelo esforço.
Colega de trabalhoA resposta da Ginny foi imediata: agarrou minha gravata solta como se fosse uma coleira, me puxando até nossas bocas se chocarem. O beijo dela foi feroz, dentes raspando meu lábio como se fosse me punir pelo comentário. Quando se afastou, com a respiração quente contra minha bochecha, bufou:

• Cala a boca! — antes de morder meu lóbulo da orelha forte o bastante pra me fazer gemer.

Eu continuei e continuei. Não só pelo meu tamanho, mas pela resistência pura do treino diário com minha esposa, Marisol. Ginny podia gozar uma dúzia de vezes antes de eu chegar perto, mas hoje? Hoje nosso ângulo era pura geometria a nosso favor. Meu peso imobilizou os quadris dela contra o couro do sofá, me deixando meter com uma precisão que fazia ela ver estrelas. Cada vez que a cabeça da minha pica beijava o colo do útero dela, ela soltava um som (metade zumbido, metade gemido) como uma corda de violoncelo vibrando depois de um beliscão forte demais.

O ponteiro dos segundos do relógio avançou com um clique audível, cortando os sons molhados dos nossos corpos. A respiração da Ginny falhou, as costelas expandidas sob minhas palmas enquanto eu me apoiava nela. Ela enrolou minha gravata no punho até a seda morder meu pescoço, usando como âncora pra arrastar minha boca de volta pra dela. Nossos dentes se chocaram antes da língua dela investir contra a minha, com gosto de framboesa e sal. Os lábios dela inchados de tanto morder: marquinhas brancas ainda visíveis no rosa carnudo.

Me afastei o suficiente pra observar o rosto dela enquanto eu girava meus quadris num círculo lento e deliberado. A respiração dela falhou, as pálpebras tremendo.

• Você…! — ofegou. — É cruel!
35: Mais relatórios semanais…A palavra saiu sem fôlego, a voz dela se quebrando na acusação enquanto os dedos se cravavam nos meus ombros com força suficiente pra deixar marcas. Ela se arqueou debaixo de mim, o corpo traindo o protesto: quadril subindo, coxas se apertando, o rubor no peito escurecendo pra um vinho onde o sutiã tinha escorregado. O sofá gemeu sob nós, o couro chiando contra a pele molhada dela como um bicho vivo reclamando do abuso.

- Cruel? - Eu ri, enfiando mais fundo. O sofá gemeu debaixo da gente, o couro vazando onde as coxas dela pressionavam. - Ou só meticuloso?

O gemido dela se dissolveu num suspiro quando eu torci o quadril o bastante pra arrastar a cabeça da minha pica naquele ponto dentro dela que fazia os dedos dela se enroscarem. A renda do sutiã raspou no mamilo endurecido, a fricção tão precisa que vi o rubor se espalhar pelo peito dela como tinta derramada.

Ela se arqueou contra os almofadões com um gemido, as unhas arranhando minhas costas. A ardência era aguda, me ancorando. Mais uma camada de sensação na névoa de calor e atrito. Quatro linhas paralelas de fogo brotaram na minha pele, as unhas perfeitas dela deixando tatuagens temporárias que eu descobriria depois no espelho. A dor era perfeita: só o suficiente pra me impedir de gozar cedo demais, como um interruptor reiniciando meus nervos sobrecarregados. A respiração da Ginny vinha em rajadas contra minha clavícula, os lábios dela roçando minha pele a cada exalação como se tentasse imprimir o calor ali pra sempre.
mamadaLá fora, o mundo podia estar acabando: mercados desabando, asteroides colidindo com a Terra, o prédio do escritório em chamas... e a gente nem ficaria sabendo. O isolamento acústico do meu escritório funcionava nos dois sentidos, engolindo os gemidos da Ginny por inteiro antes que escapassem porta afora. Por um instante suspenso, não existia nada além do martelar dos nossos corações se sincronizando desritmicamente, do roçar úmido das coxas dela contra meus quadris e da respiração compartilhada entre nossos lábios, que tinha gosto de framboesa e desespero.

Mas eu precisava gozar. Apertei a bunda dela, me xingando mentalmente por ainda não ter comido ela ali mesmo. Mas a buceta dela já era um prêmio por si só: apertada e molhada, me apertando com pulsos rítmicos que ecoavam o bater frenético dos saltos dela no sofá. A ideia de pegá-la ali, dobrada sobre minha mesa com aquelas meias de pérola rasgadas, atravessou minha mente como um anúncio publicitário. Depois. Sempre depois.

O relógio marcou de novo. Vinte e seis minutos tinham passado. As coxas da Ginny tremiam contra as minhas, a respiração dela em arquejos curtos e desesperados. O quinto orgasmo dela se aproximava: eu sentia em como as paredes dela vibravam ao meu redor, na falha da respiração dela quando eu inclinava meus quadris exatamente daquele jeito. Os dedos dela se cravaram no braço do sofá, os nós dos dedos ficando brancos enquanto ela se arqueava contra mim, o corpo dela como uma corda de arco prestes a estalar. O couro gemeu debaixo da gente, protestando contra o ritmo implacável dos nossos corpos.

• Seu filho da puta! — ela ofegou, me encarando com fúria.

As unhas dela se cravaram nos meus ombros, não o bastante pra sangrar, mas o suficiente pra deixar marcas em meia-lua que durariam horas. A palavra pairou entre nós como fumaça (metade acusação, metade súplica) e eu sorri, curtindo como as coxas dela tremiam contra as minhas. A buceta dela se apertou ao meu redor em protesto, um abraço de veludo que ameaçava quebrar meu controle.
Não deu pra evitar. O ângulo mudou. (sutilmente, acidentalmente), e de repente, o clitóris dela se esfregou em mim a cada empurrão, roçando de um jeito que fez o corpo inteiro dela travar. Ginny ofegou, as coxas dela se fechando em volta do meu quadril feito um torno, as unhas cavando trincheiras nos meus ombros.
sexo no escritorio• Porra!... O que você fez? - A voz dela era um sussurro rasgado, acusação e tesão misturados.

O ritmo ficou implacável: não aquele passo calculado de revisar planilhas, mas algo primal e descontrolado. Cada movimento dos meus quadris levava Ginny a outro micro clímax, o corpo dela arqueando do sofá como um fio elétrico. Os gemidos dela vinham em rajadas curtas (metade suspiro, metade gemido), cada um sincronizado com o momento em que a cabeça da minha roça roçava aquele ponto fraco dentro dela. O couro protestava debaixo da gente, a superfície vermelha agora marcada com o contorno molhado das coxas dela e a marca suada das omoplatas.
infidelidade consentidaO impacto veio com a força de um terremoto: quatro jatos implacáveis que deixaram minha visão embaçando nas bordas, meus dedos cravando nos quadris da Ginny com força suficiente pra deixar marcas. Ela se arqueou debaixo de mim com um gemido abafado, o corpo esticando como corda de arco antes de tremer violentamente, as paredes dela ordenhando cada gota minha com apertos gananciosos e ritmados. Por um instante, ficamos suspensos ali… as coxas dela tremendo contra as minhas, a pele grudenta de suor colando, meu pau pulsando dentro dela enquanto as réplicas percorriam os dois.

O couro do sofá grudava nas costas nuas da Ginny a cada movimento, soltando com um barulho de fita arrancada de papelão. Ela não pareceu se importar: a boca dela já estava na minha de novo, preguiçosa e quente, a língua traçando a costura dos meus lábios com uma possessividade que beirava o territorial. Dava pra sentir meu gosto nela, amargo-salgado, misturado com o brilho de framboesa que ela tinha passado entre as rodadas. Os dedos dela se enroscaram no meu cabelo, unhas raspando de leve no meu couro cabeludo de um jeito que fez minhas costas arquearam sem querer.
Colega de trabalho- Então... E esses relatórios? - perguntei, quando o mundo voltou a fazer sentido pra mim.

• Sim? - respondeu, brincando com minha gravata de seda, enrolando ela nos dedos como uma fita enquanto as coxas apertavam meus quadris reflexivamente.

O movimento mandou uma onda de calor por mim: o corpo dela reagindo mais rápido do que as palavras jamais conseguiriam.

- Tem alguma coisa que eu deveria saber de verdade sobre eles? - perguntei, olhando sério pra ela, mesmo com minha rola presa firme dentro dela.

A mudança de tom fez a respiração dela falhar, a expressão brincalhona hesitando por meio segundo antes de compor o rosto num semblante de inocência.

• Ah, não! Nada disso! - respondeu, corando de um jeito cômico, um rubor se espalhando das clavículas até as bochechas em manchas irregulares.

Os dedos dela pararam na minha gravata, o aperto se fechando só o bastante pra entregar o nervosismo.

• Só que se o Horácio perguntar, tá tudo bem.
35: Mais relatórios semanais…— Tá mesmo, né? Posso confiar em você de verdade? — perguntei, fazendo ela gemer quando meu pau se mexeu dentro dela, uma contração deliberada que fez seus quadris se sacudirem pra cima.

O movimento deslocou ainda mais a saia dela, que estava cuidadosamente esticada ao nosso lado, o tecido subindo pra revelar a renda amassada da calcinha onde tinha sido afastada.

• Sim! — ela ofegou… mais pelo solavanco, mas também como resposta.

As coxas dela se apertaram reflexivamente em volta dos meus quadris, as paredes dela vibrando de um jeito que ameaçava meu controle de novo.

• Eu mesma conferi duas vezes! — ela acrescentou sem fôlego, os dedos finalmente soltando minha gravata pra apoiar a cabeça no meu peito.

— Ótimo! — falei, beijando ela nos lábios, dessa vez suave, ficando naquele brilho apesar do protesto imediato do meu corpo.

Ginny suspirou no beijo, os dedos descansando nas minhas costas suadas até eu me afastar.

Quando consegui sair, Ginny olhou pro meu pau com admiração: ainda duro, ainda vermelho, pulsando contra minha barriga como um fio elétrico. Um sorriso lento se espalhou pelos lábios dela, os olhos escurecendo com intenção.
mamada• Tá tirando com a minha cara? - murmurei, passando a ponta do dedo pela veia que corria ao longo do meu pau.

O toque foi leve como uma pluma, quase reverente, e ainda assim mandou um choque direto pros meus nervos já moídos. Tava pronto pra mais uma rodada, mas, por outro lado, não tinha trabalhado a manhã toda, então tive que cortar os planos dela.

Nos vestimos e garanti que eu, a Ginny e o escritório ficássemos impecáveis — mas não consegui me livrar daquele zumbido elétrico que ainda vibrava nas minhas veias. Ela alisou a saia, ajustando com dedos hábeis a renda da calcinha com um puxão de expert. O jeito que ela mordeu o lábio enquanto arrumava a blusa (sabendo muito bem que eu tava olhando) foi quase tão distrativo quanto quando eu tinha desabotoado ela uma hora antes.

• Então, mesmo horário, semana que vem? - A voz dela foi casual, como se tivesse marcado uma revisão de orçamento.

Eu congelei no meio de abotoar a camisa, olhando o reflexo dela na janela do escritório, onde ela ficou passando brilho labial de novo. O sol da tarde pegou os reflexos acobreados dos cachos selvagens dela, deixando-os incandescentes.

- Claro... Por que não?

As palavras saíram da minha boca antes de eu processar, meu cérebro ainda se ligando que ela não tava brincando: isso tava virando uma peregrinação semanal agora. O pensamento devia ter me alarmado mais do que me alarmou.

Ginny fechou o estojo com um clique satisfeito.

• Devo trazer... lubrificante anal semana que vem? - Ela pontuou a pergunta se abaixando desnecessariamente pra pegar o prendedor de cabelo que caiu, me dando uma vista deliberada da bunda redonda dela apertando contra a saia lápis justa.
sexo no escritorioMeu pau tremeu violentamente contra o zíper, o pano de repente três números menor…

(Mas infelizmente, ainda não consegui cobrar aquela dívida…)
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1 comentários - 35: Mais relatórios semanais…

Con que app o ia hiciste las imagenes ? Muy bueno
Gracias por comentar. Te comparto los links por privado.