Essa é uma daquelas histórias que você nunca imaginaria que aconteceria. Eu teria jurado que era só um sonho muito tarado se não fosse pelo vídeo que tenho salvo no meu celular. Desde aquele dia, minha mãe não olha na minha cara, mas sinto que ela tá tão desesperada quanto eu pra que aquilo se repita. Naquele dia, eu tava podre de bêbado. Saí com uns amigos pra beber sem motivo nenhum, só pra colocar o papo em dia, e a gente exagerou na cerveja. Depois de sair do bar, achei que já tinha passado o efeito, tava consciente de tudo, mas um descuido fez com que eu terminasse com a calça encharcada de cerveja. Então, decidimos ir todo mundo pra casa encerrar a noitada. Quando cheguei em casa, tentei disfarçar que não tava tão bêbado, ignorando completamente o cheiro que minha roupa carregava. Ao entrar, encontrei minha mãe na sala, vestindo um roupão e vendo TV. — Olha a hora que é, já ia dormir, só tava esperando você chegar — ela disse. — Desculpa, é que chegou uma banda no bar e a gente ficou pra ver — respondi. — Meu pai já chegou? Pensei que você tava esperando ele. Meu pai tinha viajado a trabalho, ficou fora uns dias e devia voltar naquela noite. — Ele me ligou há pouco, vai ter que ficar mais um dia. E eu que já tinha o presente dele pronto — ela falou, enquanto ajustava o roupão e cruzava as pernas. — Bom, eu vou dormir, amanhã tenho que trabalhar — disse, tentando disfarçar que tudo tava girando ao meu redor. Tentei andar sem cambalear, mas subir as escadas foi impossível. Não cheguei nem no terceiro degrau quando minha mãe se levantou pra me ajudar. — Olha só como você vem, e até a roupa tá encharcada, milagre você não desmaiar — ela disse. — Nem pense em ir trabalhar amanhã. Subimos as escadas devagar até chegar na porta do meu quarto. Abri e entramos juntos. Ela ia acender a luz, mas... Quase não pensei duas vezes antes de deixar ela entrar. É aqui que tudo começa a parecer uma fantasia sexual. Eu já tinha reparado nas pernas grossas da minha mãe enquanto conversava com ela, e no decote do roupão semiaberto que deixava ver os peitões dela através de uma renda vermelha da lingerie. Embora eu tenha inventado que não queria que ela acendesse a luz porque ia me incomodar, na verdade foi porque queria criar o clima. — Mãe, me ajuda a tirar a calça, deixa eu tirar a camisa — falei. Ela viu como eu estava bêbado e, quase sem pensar, começou a me ajudar com a calça. Desabotoou meu cinto e foi abaixando a calça devagar enquanto eu me sentava na beira da cama. Ela estava de joelhos tirando minhas meias. Quando se levantou, me viu quase nu, só de cueca, que cada vez ficava mais apertada por causa da ereção que estava crescendo. Ela parecia desconfortável, mas não parava de me olhar. — Vai dormir, Miguel, amanhã você não vai querer levantar. — Fica tranquila, mãe, não tô com sono. Na verdade, tô com vontade de outra coisa. Ela se levantou, nervosa, e só me olhou para dizer "ai, filho". Eu segurei ela pela cintura e abracei. Desci minhas mãos devagar pelos quadris dela até acariciar as pernas. Dava pra sentir ela resistindo, tentando me empurrar para se soltar, enquanto dizia "O que você tá fazendo, Miky? Você tá muito bêbado". — Será que você não tá afim também, mãe? Porque tá até com o conjuntinho que ia estrear pro meu pai. Dá pra ver que faz tempo que você não transa — falei. — Cala a boca, Miguel, não fala assim comigo que ainda sou sua mãe. Me larga agora — ela me puxou de novo. Aí eu tirei o roupão dela. Acho que foi sem querer, mas ver ela daquele jeito só me deixava mais excitado. — Cê é muito gostosa, mãe — dei um tapa na bunda dela. Ela se assustou, mas de repente as tentativas de se afastar pararam. Só pedia pra eu me acalmar. — Olha, só me ajuda com o que você causou — tirei meu pau duro pra fora da cueca —. Puxa ele um pouquinho e amanhã nenhum de nós dois vai lembrar. E pelo menos foi assim que aconteceu, não lembro como. Chegamos lá, mas ela tava me batendo uma enquanto a gente se beijava intensamente, a expressão dela era diferente, e dava pra ouvir ela gemendo por causa do beijo. Aí eu me afastei, parei ela e me deitei na cama, peguei meu celular e comecei a gravar, fiz sinal pra ela se aproximar e quase por instinto ela começou a me chupar. Ela sugava meu pau como uma expert, e com a língua lambia minha cabeça com experiência, foi difícil aguentar os boquetes dela sem gozar tão rápido.
Então ela se virou e começou a montar no meu pau, eu batia na bunda dela e ouvia os gemidos abafados dela pra não fazer muito barulho, ainda não consigo acreditar que eu tava comendo minha mãe. Quando eu tava quase gozando, ela se levantou e chupou de novo pra engolir meu leite. Ficamos assim a noite inteira sem parar, e no dia seguinte não falamos nada. Ela sabe o que rolou e eu tenho o vídeo que prova, mas nunca tocamos no assunto. Não nos olhamos mais na cara nem conversamos, mas sei que os dois queremos transar de novo do mesmo jeito que naquela noite.

Então ela se virou e começou a montar no meu pau, eu batia na bunda dela e ouvia os gemidos abafados dela pra não fazer muito barulho, ainda não consigo acreditar que eu tava comendo minha mãe. Quando eu tava quase gozando, ela se levantou e chupou de novo pra engolir meu leite. Ficamos assim a noite inteira sem parar, e no dia seguinte não falamos nada. Ela sabe o que rolou e eu tenho o vídeo que prova, mas nunca tocamos no assunto. Não nos olhamos mais na cara nem conversamos, mas sei que os dois queremos transar de novo do mesmo jeito que naquela noite.

5 comentários - Folle con mamá mientras estaba borracho
Papá no este en casa y tu vengas con unas copas de mas