Passaram 2 dias desde a última conversa, aquela conversa bendita e maliciosa que tivemos por mensagem. Eu tava com uma puta necessidade de ter ela de volta, queria minha santiagueña slut de novo, queria que ela ficasse louca por mim de novo e fizesse loucuras ou desse um jeito de vir na minha casa de novo algum dia com a "permissão" do marido dela. Não tava nem aí pra nada, queria foder com ela de novo custasse o que custasse. Fui na quarta até a casa dos meus pais, que moram do lado da dela, pra ver se o comércio dela tava aberto, mas infelizmente não. Eu tinha o pressentimento de que não íamos conseguir resolver as coisas por mensagem e a única chance que eu tinha era cara a cara.
No dia seguinte, eu tinha que trabalhar, mas a incerteza de saber se ela estava lá tomou conta de mim. Quando saí de casa rumo ao trabalho, me desviei pra passar rapidinho na rua da casa dela, só queria saber se o local tava aberto. E foi o que aconteceu — com sorte ou azar, vi ela entrando em casa pela garagem, usando uma leggings rosa linda. Sei que ela me viu, e ela sabe que eu vi, mas fechou a porta sem nem se virar. Meu coração disparou, e eu tive vontade de parar, mas não podia — o carro do marido tava na calçada. Fui o caminho inteiro pensando nela e em como aquele rabo enorme dela se marcava. Cheguei no trabalho e, no meu escritório, não conseguia tirar ela da cabeça. A Ingrid entrou rapidinho no meu escritório com outra colega pra eu explicar o trabalho que elas tinham que fazer naquele dia. Ficamos sozinhos por alguns segundos, mas não conversamos muito — eu tava ocupado com coisas do trabalho e pensando na outra.
Fiquei sozinho no meu escritório quando o telefone tocou, era ela e eu sabia porque tinha colocado um toque diferente.
L: Por que você passou por aqui pra ir pro trabalho? Você tá se desviando.
Eu: Queria passar pra ver se tinha alguém na casa dos meus velhos.
L: E por que você não freou então?
Eu: Porque te vi lá fora e quis evitar um climão pra nós dois.
L: Mentiroso, você veio pra ver se eu tinha chegado. Ontem fez a mesma coisa.
Eu: Ontem fui na casa dos meus pais, não é porque vou pra lá que é necessariamente pra te ver.
L: Continua mentindo, cê gostou da minha legging? Comprei outro dia… bom, na verdade foi meu marido que me deu.
Eu: Não te dei tanta atenção. Não era verdade, ela ficava gostosa pra caralho e eu não conseguia tirar ela da minha cabeça.
L: Você continua mentindo, mas como sou boazinha, vou te mostrar. Aproveito que tô sozinha no pátio arrumando umas coisas do local. Me mandou uma foto.
Eu: Fica bem em você. Continuava mentindo, ficava perfeita nela.
L: Só bem?
Eu: É, o que cê tá querendo me mandando foto e falando comigo?
L: Pra tu ver o que você tava comendo e nunca mais vai fazer de novo.
Eu: Isso é pra se ver.
L: Não dá pra ver nada, é um NÃO. Tchau.
Que baba me deixou com muito tesão, não consegui evitar de ver aquela foto e mais algumas no computador. Me masturbei no meu trampo, uma coisa levou à outra e nem sei direito quando aconteceu, mas quando me dei conta, já tava com a pica pra fora da calça, batendo uma igual um adolescente, olhando as fotos na tela e apertando as setinhas do teclado com a mão esquerda pra ir vendo uma por uma. De repente, ouvi uma caminhonete chegando de longe e várias vozes conversando, tinha chegado o primeiro dos dois grupos que eu tinha mandado fazer as tarefas. Tive que parar na hora.
Uma das garotas que tinha vindo ao meu escritório mais cedo, junto com a Ingrid, voltou e bateu na porta pra me avisar quem ia ficar mais tempo trabalhando, pra eu ficar sabendo, já que eu ia encerrar meu expediente daqui a pouco. Entre elas estava a Ingrid. Me lamentei por dentro porque, num momento de punheta, ela passou pela minha cabeça e eu pensei que talvez pudesse dar um boquete no carro enquanto fechava os olhos pensando na "L". Tudo estava dando errado, mas no calor do momento eu mandei uma mensagem pra minha colega. Não queria fazer isso porque minha cabeça estava em outro lugar e queria tentar manter uma certa distância dela, pra não parecer desesperado, senão não ia me livrar dela nunca mais.
Eu: Oi Ingrid, você fica até o final?
I: Oi chefe, sim por quê? Precisa de alguma coisa?
Eu: Sim, mas não tem problema, a gente vê outro dia.
I: O que você precisava?
Eu: Não, nada, não se preocupa.
I: Fala aí.
Eu: Precisava que você chupasse minha pica no carro e engolisse toda a porra.
I: Nem precisava falar da porra, se eu chupo a pica é óbvio que vou engolir, não vou ser tão burra de desperdiçar. Se tivesse falado antes, eu não tinha ido embora.
Eu: Que puta que tu é, adoro quando você fala assim comigo.
I: Quando o senhor precisar, é só me avisar. Eu não vou incomodar falando nada, quero me sentir usada pelo senhor.
Eu: Ok, então vai ser assim mesmo.
I: Por último, me avisa quando estiver de boa em casa, tenho uma parada pra você.
Eu: Ok, beleza. Daqui a pouco te mando mensagem.
Cheguei em casa e entrei praticamente correndo pra tomar um banho frio, precisava me acalmar de qualquer jeito, mesmo sabendo que a noite ia terminar numa punheta. Deitei como sempre, separei um papel no criado-mudo, um lubrificante que tinha por ali e me preparei pra ver a série de fotos que eu tinha. Quando comecei, com as mãos meio sujas, lembrei da Ingrid.
Eu: Oi Ingrid, tô na minha casa.
I: Antes de te dar o que tenho pra você, tenho uma pergunta.
Por dentro, eu pensava: "Pelo amor de Deus, já chega, quero bater uma de uma vez por todas".
Eu: Faz então.
I: Precisava que eu chupasse ela porque tava com tesão ou porque queria ficar comigo?
Sabia que a pergunta podia ser pegadinha, mas ela tinha me dito antes que queria se sentir "Usada por mim", então fui nessa resposta.
Eu: Tô com tesão e preferia usar você pra me chupar, do que bater uma sozinho como vou ter que fazer agora.
I: Você está sendo um pouco mau comigo me dizendo isso, me desculpe por não poder ajudar como você queria. Mas ontem à noite eu estava pensando em você e tenho essas fotos, espero que pelo menos sirvam de algo.
Ela me mandou umas fotos dela na casa dela.
Eu: Valeu, te aviso se servir. Falei algo meio grosso, ela queria que eu tratasse ela assim e ainda não descobri o porquê, mas as fotos me deixaram com mais tesão ainda.
Fiz uma punheta da pesada vendo as duas, alternando as fotos delas, lembrando das várias fodas que tivemos com a Lorena e do que a gente fez no hotel com a Ingrid. Tava me acabando e, mesmo estando perto, não conseguia gozar, até que na minha mente tive uma fantasia que a essa altura já não era nada distorcida.
Eu: E se eu tivesse as duas juntas aqui? O que eu faria? Me perguntei e minha mente começou a imaginar um monte, mas um monte de coisas.
E se a gente fizer um ménage? E se eu passar o tempo comendo a buceta das duas? Ou vocês duas chupam meu pau juntas até uma cansar?
E aí, que tal a gente vestir os uniformes com a Ingrid e comprar uma fantasia de presidiária pra Lorena?
E aí, e se a Ingrid empresta um uniforme pra Lorena e as duas são policiais e eu sou o preso?
E aí, Ingrid faz de presa e a Lorena usa o uniforme dela?
E aí, e se as duas forem minhas presas?
E aí, compro lingerie ou fantasias pra elas?
Qual eu poderia escolher? Qual vocês escolheriam? Eu tinha cada vez mais ideias, e mais taradas, que me deixavam mais e mais excitada. Eu imaginava tudo e tudo me agradava.
Continuei batendo uma, o lubrificante e a velocidade da minha mão estavam me dando um prazer imenso. De tanto que usei a imaginação, conseguia sentir o cheiro de puta dela, conseguia sentir o gosto. Gozei de um jeito que nunca tinha gozado antes, me sujei pra caralho, tinha muito leite acumulado.
Antes de dormir, escrevi pra Ingrid do jeito que deu.
Eu: Suas fotos me ajudaram, mas da próxima vez quero você mais puta, senão não vão me servir. Depois te conto direito.
I: Tá bom, fico feliz de ter conseguido te ajudar.
Ela me tratava de "senhor" e eu chamava ela de puta, me excitava pra caralho.
No outro dia acordei decidido a comer a Lorena de qualquer jeito, já tava precisando e não ia aceitar um “Não” como resposta. Cheguei na casa dos meus pais com a desculpa de sempre, passar um tempo, mas eles não estavam. Ela tava varrendo a calçada com roupa normal, mas com a excitação que eu tava, era como se tivesse de lingerie. Ela se virou e me olhou.
L: Oi. Falou como se estivesse cumprimentando qualquer um.
Eu: Agora largo as coisas e vamos nós dois conversar.
L: Não tenho nada pra conversar com você.
Eu: Não tô nem aí, então você vai me ouvir.
L: Entende que não, além disso tão vindo trazer um pedido pro negócio.
Eu: Tô de boa, enfia aí dentro e me espera.
Embora ela não quisesse fazer caretas com o rosto, eu a conhecia muito bem. Ela estava um pouco surpresa, mas com um leve sorrisinho no canto da boca e os olhos, esses sim não mentiam, eram os mesmos que eu vi tantas vezes cheios de pura safadeza.
No dia seguinte, eu tinha que trabalhar, mas a incerteza de saber se ela estava lá tomou conta de mim. Quando saí de casa rumo ao trabalho, me desviei pra passar rapidinho na rua da casa dela, só queria saber se o local tava aberto. E foi o que aconteceu — com sorte ou azar, vi ela entrando em casa pela garagem, usando uma leggings rosa linda. Sei que ela me viu, e ela sabe que eu vi, mas fechou a porta sem nem se virar. Meu coração disparou, e eu tive vontade de parar, mas não podia — o carro do marido tava na calçada. Fui o caminho inteiro pensando nela e em como aquele rabo enorme dela se marcava. Cheguei no trabalho e, no meu escritório, não conseguia tirar ela da cabeça. A Ingrid entrou rapidinho no meu escritório com outra colega pra eu explicar o trabalho que elas tinham que fazer naquele dia. Ficamos sozinhos por alguns segundos, mas não conversamos muito — eu tava ocupado com coisas do trabalho e pensando na outra.
Fiquei sozinho no meu escritório quando o telefone tocou, era ela e eu sabia porque tinha colocado um toque diferente.
L: Por que você passou por aqui pra ir pro trabalho? Você tá se desviando.
Eu: Queria passar pra ver se tinha alguém na casa dos meus velhos.
L: E por que você não freou então?
Eu: Porque te vi lá fora e quis evitar um climão pra nós dois.
L: Mentiroso, você veio pra ver se eu tinha chegado. Ontem fez a mesma coisa.
Eu: Ontem fui na casa dos meus pais, não é porque vou pra lá que é necessariamente pra te ver.
L: Continua mentindo, cê gostou da minha legging? Comprei outro dia… bom, na verdade foi meu marido que me deu.
Eu: Não te dei tanta atenção. Não era verdade, ela ficava gostosa pra caralho e eu não conseguia tirar ela da minha cabeça.
L: Você continua mentindo, mas como sou boazinha, vou te mostrar. Aproveito que tô sozinha no pátio arrumando umas coisas do local. Me mandou uma foto.
Eu: Fica bem em você. Continuava mentindo, ficava perfeita nela.
L: Só bem?
Eu: É, o que cê tá querendo me mandando foto e falando comigo?
L: Pra tu ver o que você tava comendo e nunca mais vai fazer de novo.
Eu: Isso é pra se ver.
L: Não dá pra ver nada, é um NÃO. Tchau.
Que baba me deixou com muito tesão, não consegui evitar de ver aquela foto e mais algumas no computador. Me masturbei no meu trampo, uma coisa levou à outra e nem sei direito quando aconteceu, mas quando me dei conta, já tava com a pica pra fora da calça, batendo uma igual um adolescente, olhando as fotos na tela e apertando as setinhas do teclado com a mão esquerda pra ir vendo uma por uma. De repente, ouvi uma caminhonete chegando de longe e várias vozes conversando, tinha chegado o primeiro dos dois grupos que eu tinha mandado fazer as tarefas. Tive que parar na hora.
Uma das garotas que tinha vindo ao meu escritório mais cedo, junto com a Ingrid, voltou e bateu na porta pra me avisar quem ia ficar mais tempo trabalhando, pra eu ficar sabendo, já que eu ia encerrar meu expediente daqui a pouco. Entre elas estava a Ingrid. Me lamentei por dentro porque, num momento de punheta, ela passou pela minha cabeça e eu pensei que talvez pudesse dar um boquete no carro enquanto fechava os olhos pensando na "L". Tudo estava dando errado, mas no calor do momento eu mandei uma mensagem pra minha colega. Não queria fazer isso porque minha cabeça estava em outro lugar e queria tentar manter uma certa distância dela, pra não parecer desesperado, senão não ia me livrar dela nunca mais.
Eu: Oi Ingrid, você fica até o final?
I: Oi chefe, sim por quê? Precisa de alguma coisa?
Eu: Sim, mas não tem problema, a gente vê outro dia.
I: O que você precisava?
Eu: Não, nada, não se preocupa.
I: Fala aí.
Eu: Precisava que você chupasse minha pica no carro e engolisse toda a porra.
I: Nem precisava falar da porra, se eu chupo a pica é óbvio que vou engolir, não vou ser tão burra de desperdiçar. Se tivesse falado antes, eu não tinha ido embora.
Eu: Que puta que tu é, adoro quando você fala assim comigo.
I: Quando o senhor precisar, é só me avisar. Eu não vou incomodar falando nada, quero me sentir usada pelo senhor.
Eu: Ok, então vai ser assim mesmo.
I: Por último, me avisa quando estiver de boa em casa, tenho uma parada pra você.
Eu: Ok, beleza. Daqui a pouco te mando mensagem.
Cheguei em casa e entrei praticamente correndo pra tomar um banho frio, precisava me acalmar de qualquer jeito, mesmo sabendo que a noite ia terminar numa punheta. Deitei como sempre, separei um papel no criado-mudo, um lubrificante que tinha por ali e me preparei pra ver a série de fotos que eu tinha. Quando comecei, com as mãos meio sujas, lembrei da Ingrid.
Eu: Oi Ingrid, tô na minha casa.
I: Antes de te dar o que tenho pra você, tenho uma pergunta.
Por dentro, eu pensava: "Pelo amor de Deus, já chega, quero bater uma de uma vez por todas".
Eu: Faz então.
I: Precisava que eu chupasse ela porque tava com tesão ou porque queria ficar comigo?
Sabia que a pergunta podia ser pegadinha, mas ela tinha me dito antes que queria se sentir "Usada por mim", então fui nessa resposta.
Eu: Tô com tesão e preferia usar você pra me chupar, do que bater uma sozinho como vou ter que fazer agora.
I: Você está sendo um pouco mau comigo me dizendo isso, me desculpe por não poder ajudar como você queria. Mas ontem à noite eu estava pensando em você e tenho essas fotos, espero que pelo menos sirvam de algo.
Ela me mandou umas fotos dela na casa dela.
Eu: Valeu, te aviso se servir. Falei algo meio grosso, ela queria que eu tratasse ela assim e ainda não descobri o porquê, mas as fotos me deixaram com mais tesão ainda.
Fiz uma punheta da pesada vendo as duas, alternando as fotos delas, lembrando das várias fodas que tivemos com a Lorena e do que a gente fez no hotel com a Ingrid. Tava me acabando e, mesmo estando perto, não conseguia gozar, até que na minha mente tive uma fantasia que a essa altura já não era nada distorcida.
Eu: E se eu tivesse as duas juntas aqui? O que eu faria? Me perguntei e minha mente começou a imaginar um monte, mas um monte de coisas.
E se a gente fizer um ménage? E se eu passar o tempo comendo a buceta das duas? Ou vocês duas chupam meu pau juntas até uma cansar?
E aí, que tal a gente vestir os uniformes com a Ingrid e comprar uma fantasia de presidiária pra Lorena?
E aí, e se a Ingrid empresta um uniforme pra Lorena e as duas são policiais e eu sou o preso?
E aí, Ingrid faz de presa e a Lorena usa o uniforme dela?
E aí, e se as duas forem minhas presas?
E aí, compro lingerie ou fantasias pra elas?
Qual eu poderia escolher? Qual vocês escolheriam? Eu tinha cada vez mais ideias, e mais taradas, que me deixavam mais e mais excitada. Eu imaginava tudo e tudo me agradava.
Continuei batendo uma, o lubrificante e a velocidade da minha mão estavam me dando um prazer imenso. De tanto que usei a imaginação, conseguia sentir o cheiro de puta dela, conseguia sentir o gosto. Gozei de um jeito que nunca tinha gozado antes, me sujei pra caralho, tinha muito leite acumulado.
Antes de dormir, escrevi pra Ingrid do jeito que deu.
Eu: Suas fotos me ajudaram, mas da próxima vez quero você mais puta, senão não vão me servir. Depois te conto direito.
I: Tá bom, fico feliz de ter conseguido te ajudar.
Ela me tratava de "senhor" e eu chamava ela de puta, me excitava pra caralho.
No outro dia acordei decidido a comer a Lorena de qualquer jeito, já tava precisando e não ia aceitar um “Não” como resposta. Cheguei na casa dos meus pais com a desculpa de sempre, passar um tempo, mas eles não estavam. Ela tava varrendo a calçada com roupa normal, mas com a excitação que eu tava, era como se tivesse de lingerie. Ela se virou e me olhou.
L: Oi. Falou como se estivesse cumprimentando qualquer um.
Eu: Agora largo as coisas e vamos nós dois conversar.
L: Não tenho nada pra conversar com você.
Eu: Não tô nem aí, então você vai me ouvir.
L: Entende que não, além disso tão vindo trazer um pedido pro negócio.
Eu: Tô de boa, enfia aí dentro e me espera.
Embora ela não quisesse fazer caretas com o rosto, eu a conhecia muito bem. Ela estava um pouco surpresa, mas com um leve sorrisinho no canto da boca e os olhos, esses sim não mentiam, eram os mesmos que eu vi tantas vezes cheios de pura safadeza.
7 comentários - Milf kiosquera 28