Fala galera, faz um tempão que não posto nada, mas tô sempre escrevendo minhas experiências. Tenho várias outras pra subir, principalmente segundas partes de uns relatos que já escrevi, mas tô com muito trampo e, sinceramente, adoro tirar um tempo pra lembrar direitinho, colocar todos os detalhes e tentar achar ou criar umas imagens que pareçam com a realidade. Ainda falta realizar aquela experiência/fantasia com uma poringueira ou alguma mina que tope se fotografar ou filmar. Mas tá foda, hoje em dia qualquer uma já quer te arrancar uma grana por essas coisas. Bom, sem mais enrolação nem reclamação, essa é uma experiência bem recente, talvez não das melhores, mas tá bem fresca na memória e eu não queria deixar passar muito tempo antes de escrever. Com a Mai, a gente tinha transado umas duas vezes. Éramos bem brothers. A primeira foi bem meia-boca, foi na casa dela, muito na correria no quarto, porque os pais podiam chegar do nada. A segunda, paguei um motel e foi uma noite gostosa com dois puta sexos bons. Antes de rolar uma terceira vez, eu saí correndo igual um desesperado no primeiro "te amo" dela, ou depois de me chamar de "meu amor" umas duas ou três vezes. Fui meio otário da minha parte, porque depois de um tempo — nem lembro direito quanto, deve ter passado um ano — quando vi ela de novo, tava muito mais gostosa do que quando a gente tinha ficado. Ela tava namorando um babaca, uns anos mais velho e cheio da grana. Mas naquela época eu não queria saber de nada sério, então passei batido e segui minha vida. Só que uns dias atrás cruzei com ela na rua, quase 8 anos depois das nossas fodas. Ela tava igual, talvez até melhor fisicamente: corpo bonito, claramente malhado na academia. Sempre teve uma bunda gostosa, mas agora tava divina, uns peitos durinhos de uns 85. Rosto bonito, nada espetacular, nada super hegemônico, mas bonito. Cabelo loiro acinzentado, melhor pintado do que da outra vez.
Ela saía de um lugar, e eu vinha pela calçada, me surpreendeu que ela me cumprimentou super de boa, mesmo eu tendo cortado ela feio na época. A gente conversou uns 5 minutos, quando o papo deu uma travada, me joguei e pedi o número dela, caso ela quisesse ir tomar alguma coisa. Vi ela hesitar, pensou uns segundos, mas passou. Deixei passar uns dias e mandei uma mensagem numa sexta pra ver se ela queria ir tomar umas cervejas à noite. O tempo tava lindo pra esse plano. Uma parada muito foda da Mai é que ela é bem cervejeira e bebe igual pedreiro que acabou de receber, então sabia que esse plano ia ser aceito. Passei pra buscar ela em casa e levei ela pra uma cervejaria muito da hora uns 30 km da nossa cidade. Ela tava bem simples, com uma jeans e um topzinho, pouco produzida mas tava gostosa, às vezes essa simplicidade cai melhor na mulher do que uma superprodução ou reboco extremo. Durante o caminho a gente conversou sobre tudo um pouco, colocou o papo em dia depois de tanto tempo. A verdade é que quando cheguei no lugar, achava que não ia passar da saída, umas cervejas e uma conversa. No carro, o papo tava bem de amizade, de boa, mas zero aproximação, muito pouca química no ar. Ofereci um baseado antes de descer do carro, pra ver se mudava um pouco o clima, já que a gente tinha fumado junto uma vez. Ela disse que por enquanto não, que preferia comer algo antes. Entramos no lugar, muito bonito e tranquilo, pouca gente. Começamos a beber, aí mudou tudo. Comemos algo, ela tava mais solta, me lembrou muito mais a que eu tinha comido anos antes. Ela me contou que tava num relacionamento há 6 anos. Mas que tavam mais ou menos, por vários motivos, não sei por que, mas senti que tinha aberto de novo a porta da amizade com esse assunto. Ela ficou um bom tempo falando sobre isso, enquanto comia e não parava de beber. Eu depois do segundo copo me segurei porque tinha que dirigir de volta. Ficamos mais um tempinho falando de outros assuntos e aí eu mandei a braba. pergunta: - Quer fazer mais alguma coisa?
Ela hesitou de novo. Mas finalmente me respondeu: - Vamos indo pro carro ver qual é.
Paguei e fomos pro carro. Quando chegamos, me aproximei e peguei ela pela cintura. Ela claramente ainda tava pensando e duvidando se ia cruzar essa linha. Não falei nada, só aproximei minha boca da dela, fingi umas duas vezes que ia beijar, até que na terceira ela se jogou no beijo. Muito devagar começamos, mas aos poucos a língua entrou e o chupão ficou mais quente. Devemos ter ficado uns 5 minutos nessa, aí parei, me afastei e abri a porta do carona pra ela entrar. Ela me disse:
- Por que a gente não vai atrás?
Na hora abri a porta de trás mais perto, ela entrou e eu fui atrás, fechando o carro. Logo voltei pro beijo e na mesma hora fui buscar a buceta dela com uma das mãos, desabotoei a calça jeans, que era daquelas bem justinhas que esticam igual leggings. Comecei a tocar ela por cima da calcinha fio dental, e logo senti na minha mão a umidade dela, já tava pronta pra foda.
Ela, depois de um tempo, foi tocar no meu pau, desabotoou o meu, tirou o pau da cueca e começou a me bater uma bem devagar e gostoso. Nesse estilo de masturbação.
A corte foi bem rápida, porque aquela punheta tava tão boa que eu não aguentava mais de vontade de comer ela. Tirei o top dela, que não tinha sutiã por baixo, a calcinha fio dental e a saia. Tirei toda a minha roupa e chupei os peitos dela por um tempo. Mai tava louca, enquanto eu chupava as tetas dela, eu dedava ela com força e ela gemia pra caralho, qualquer um que passasse por ali ia ouvir, mas a rua tava deserta. Depois de uns minutinhos assim, me preparei pra comer ela. Ia dar uma passada pra frente pra pegar as camisinhas que estavam no porta-luvas, mas a safada disse: - O que cê tá fazendo?. Falou com uma voz desafiadora. - Me come logo, que eu tô tomando a pílula. Que beleza ouvir isso, fazia tempo que não comia sem camisinha e, mesmo desesperado pra meter, fiquei na dúvida, porque sentia que ia gozar na hora. Mesmo assim, quando penetrei ela, de uma vez e direto até o fundo, ela tava tão molhada que me deu tempo de recuperar a vontade de gozar. Meti com muita força, por um bom tempo, vocês não imaginam a quantidade de líquido que essa mulher soltava da buceta dela, me encharcou a virilha toda, sem falar no chão e nos bancos de trás, tudo molhado que a putinha deixou. Claramente, esse era o maior dos problemas dela com o namorado, o cara não comia ela direito, a gostosa tava desesperada por uma boa pirocada. Com a quantidade de líquido que ela soltou, ficou difícil pra mim gozar e, mesmo morrendo de vontade de encher ela de porra, já tava tudo muito escorregadio. E ela tava cheia de espasmos depois de tanto orgasmo.
Saí da buceta e fui pro cu pra ver se conseguia gozar nela por ali, mas ele tava muito fechado, era uma delícia pra meter, mas não sei se dava pra fazer esse trampo no carro, talvez em outro lugar e com mais paciência desse certo. — Chupa minha boca. — Ela falou. Obedeci, enfiei a pica na boca dela, ela parecia sem vontade de mamar, mas dava uns movimentos de língua espetaculares, que me deixavam louco. E uma parada muito foda, que ela engolia tudo, impressionante o fundo que ela conseguia ir na garganta, pra mim ela tava tão relaxada depois de gozar que eu podia fazer qualquer coisa com a boca dela, poucas vezes tinha literalmente comido uma boca de verdade. Depois de um tempo, deixei toda a porra na boca dela, lembrei que na segunda vez que a gente transou, eu tinha gozado dentro e ela cuspiu. Dessa vez, com certeza por causa de tudo que rolou na noite, ela engoliu tudo e ainda ficou um pouco com minha pica na mão, lambendo, chupando e engolindo tudo até eu broxar.
Nos trocamos, fumamos um baseado e ficamos um tempinho conversando e rindo de toda a sequência. Depois de um tempo, fomos pra frente e voltamos pra cidade. Ela ficava tirando uma onda que eu tinha marcado o carro, com toda a porra dela e o cheiro que ela deixou. A verdade é que o cheirinho tava bem forte e eu tive que lavar o carro bem fundo no dia seguinte. Mas fazer o quê, quem me acompanha sabe que isso é o de menos em troca dessas histórias. Deixei ela na casa de uma amiga porque ela não queria chegar assim na casa dela com o parceiro lá. Combinamos de repetir, com promessas de mais gozadas e com ela aguentando mais. — E você quer? Faz tempo que não sou comida assim. Ela sorriu, me beijou e desceu do carro. Como sempre aviso, exceto as fotos do meu pau, o resto é só ilustrativo pra dar uma ideia das situações. Abraço.
Ela saía de um lugar, e eu vinha pela calçada, me surpreendeu que ela me cumprimentou super de boa, mesmo eu tendo cortado ela feio na época. A gente conversou uns 5 minutos, quando o papo deu uma travada, me joguei e pedi o número dela, caso ela quisesse ir tomar alguma coisa. Vi ela hesitar, pensou uns segundos, mas passou. Deixei passar uns dias e mandei uma mensagem numa sexta pra ver se ela queria ir tomar umas cervejas à noite. O tempo tava lindo pra esse plano. Uma parada muito foda da Mai é que ela é bem cervejeira e bebe igual pedreiro que acabou de receber, então sabia que esse plano ia ser aceito. Passei pra buscar ela em casa e levei ela pra uma cervejaria muito da hora uns 30 km da nossa cidade. Ela tava bem simples, com uma jeans e um topzinho, pouco produzida mas tava gostosa, às vezes essa simplicidade cai melhor na mulher do que uma superprodução ou reboco extremo. Durante o caminho a gente conversou sobre tudo um pouco, colocou o papo em dia depois de tanto tempo. A verdade é que quando cheguei no lugar, achava que não ia passar da saída, umas cervejas e uma conversa. No carro, o papo tava bem de amizade, de boa, mas zero aproximação, muito pouca química no ar. Ofereci um baseado antes de descer do carro, pra ver se mudava um pouco o clima, já que a gente tinha fumado junto uma vez. Ela disse que por enquanto não, que preferia comer algo antes. Entramos no lugar, muito bonito e tranquilo, pouca gente. Começamos a beber, aí mudou tudo. Comemos algo, ela tava mais solta, me lembrou muito mais a que eu tinha comido anos antes. Ela me contou que tava num relacionamento há 6 anos. Mas que tavam mais ou menos, por vários motivos, não sei por que, mas senti que tinha aberto de novo a porta da amizade com esse assunto. Ela ficou um bom tempo falando sobre isso, enquanto comia e não parava de beber. Eu depois do segundo copo me segurei porque tinha que dirigir de volta. Ficamos mais um tempinho falando de outros assuntos e aí eu mandei a braba. pergunta: - Quer fazer mais alguma coisa? Ela hesitou de novo. Mas finalmente me respondeu: - Vamos indo pro carro ver qual é.
Paguei e fomos pro carro. Quando chegamos, me aproximei e peguei ela pela cintura. Ela claramente ainda tava pensando e duvidando se ia cruzar essa linha. Não falei nada, só aproximei minha boca da dela, fingi umas duas vezes que ia beijar, até que na terceira ela se jogou no beijo. Muito devagar começamos, mas aos poucos a língua entrou e o chupão ficou mais quente. Devemos ter ficado uns 5 minutos nessa, aí parei, me afastei e abri a porta do carona pra ela entrar. Ela me disse:
- Por que a gente não vai atrás?
Na hora abri a porta de trás mais perto, ela entrou e eu fui atrás, fechando o carro. Logo voltei pro beijo e na mesma hora fui buscar a buceta dela com uma das mãos, desabotoei a calça jeans, que era daquelas bem justinhas que esticam igual leggings. Comecei a tocar ela por cima da calcinha fio dental, e logo senti na minha mão a umidade dela, já tava pronta pra foda.
Ela, depois de um tempo, foi tocar no meu pau, desabotoou o meu, tirou o pau da cueca e começou a me bater uma bem devagar e gostoso. Nesse estilo de masturbação.
A corte foi bem rápida, porque aquela punheta tava tão boa que eu não aguentava mais de vontade de comer ela. Tirei o top dela, que não tinha sutiã por baixo, a calcinha fio dental e a saia. Tirei toda a minha roupa e chupei os peitos dela por um tempo. Mai tava louca, enquanto eu chupava as tetas dela, eu dedava ela com força e ela gemia pra caralho, qualquer um que passasse por ali ia ouvir, mas a rua tava deserta. Depois de uns minutinhos assim, me preparei pra comer ela. Ia dar uma passada pra frente pra pegar as camisinhas que estavam no porta-luvas, mas a safada disse: - O que cê tá fazendo?. Falou com uma voz desafiadora. - Me come logo, que eu tô tomando a pílula. Que beleza ouvir isso, fazia tempo que não comia sem camisinha e, mesmo desesperado pra meter, fiquei na dúvida, porque sentia que ia gozar na hora. Mesmo assim, quando penetrei ela, de uma vez e direto até o fundo, ela tava tão molhada que me deu tempo de recuperar a vontade de gozar. Meti com muita força, por um bom tempo, vocês não imaginam a quantidade de líquido que essa mulher soltava da buceta dela, me encharcou a virilha toda, sem falar no chão e nos bancos de trás, tudo molhado que a putinha deixou. Claramente, esse era o maior dos problemas dela com o namorado, o cara não comia ela direito, a gostosa tava desesperada por uma boa pirocada. Com a quantidade de líquido que ela soltou, ficou difícil pra mim gozar e, mesmo morrendo de vontade de encher ela de porra, já tava tudo muito escorregadio. E ela tava cheia de espasmos depois de tanto orgasmo.
Saí da buceta e fui pro cu pra ver se conseguia gozar nela por ali, mas ele tava muito fechado, era uma delícia pra meter, mas não sei se dava pra fazer esse trampo no carro, talvez em outro lugar e com mais paciência desse certo. — Chupa minha boca. — Ela falou. Obedeci, enfiei a pica na boca dela, ela parecia sem vontade de mamar, mas dava uns movimentos de língua espetaculares, que me deixavam louco. E uma parada muito foda, que ela engolia tudo, impressionante o fundo que ela conseguia ir na garganta, pra mim ela tava tão relaxada depois de gozar que eu podia fazer qualquer coisa com a boca dela, poucas vezes tinha literalmente comido uma boca de verdade. Depois de um tempo, deixei toda a porra na boca dela, lembrei que na segunda vez que a gente transou, eu tinha gozado dentro e ela cuspiu. Dessa vez, com certeza por causa de tudo que rolou na noite, ela engoliu tudo e ainda ficou um pouco com minha pica na mão, lambendo, chupando e engolindo tudo até eu broxar.
Nos trocamos, fumamos um baseado e ficamos um tempinho conversando e rindo de toda a sequência. Depois de um tempo, fomos pra frente e voltamos pra cidade. Ela ficava tirando uma onda que eu tinha marcado o carro, com toda a porra dela e o cheiro que ela deixou. A verdade é que o cheirinho tava bem forte e eu tive que lavar o carro bem fundo no dia seguinte. Mas fazer o quê, quem me acompanha sabe que isso é o de menos em troca dessas histórias. Deixei ela na casa de uma amiga porque ela não queria chegar assim na casa dela com o parceiro lá. Combinamos de repetir, com promessas de mais gozadas e com ela aguentando mais. — E você quer? Faz tempo que não sou comida assim. Ela sorriu, me beijou e desceu do carro. Como sempre aviso, exceto as fotos do meu pau, o resto é só ilustrativo pra dar uma ideia das situações. Abraço.
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