No dia seguinte ao que aconteceu (ler relato anterior), acordei cedo porque minha filha ia para a escola e eu precisava levá-la. Ela estuda o ensino médio na cidade de Toluca, e de onde mora leva uns 30 minutos (como vocês podem ver, é uma cidadezinha afastada da cidade). Depois que a deixei na escola, voltei o mais rápido possível para a casa do meu ex-marido para tomar banho e me arrumar, porque tinha que estar na casa do tio às 8h15.
Cheguei na casa do tio 5 minutos atrasada, ele e a sobrinha do meu ex-marido já estavam lá. É que demorei pra escolher o que vestir: coloquei um legging ou calça esportiva, como preferir, preta, e uma camiseta bem justinha também. Fiquei meio envergonhada porque tudo ficava muito apertado, parecia até que minha legging ia rasgar a qualquer momento. Nós três subimos na caminhonete dele, eu sentei atrás com a sobrinha e, enquanto chegávamos na Cidade do México, aproveitei para terminar de me maquiar.
Quando chegamos no centro da Cidade do México (onde fica o ponto de venda), o tio disse pra sobrinha que ela ia ficar sozinha no local e que nós dois iríamos para Cuernavaca ver um fornecedor.
Fiquei chocada porque isso significava que eu ia ficar sozinha com ele e era bem provável que ele tentasse passar dos limites, igual no dia anterior.
O tio me mandou passar para o banco da frente. Queria dizer não, mas também tinha feito uma promessa ao pai da minha filha, que era ajudar em tudo.
A verdade é que eu estava bem nervosa com medo de ele fazer ou falar alguma coisa, mas felizmente não aconteceu nada, foi tudo bem tranquilo.
Chegamos perto do meio-dia no lugar onde íamos ver o fornecedor em Cuernavaca. Ao chegar, fomos recebidos por um senhor mais ou menos da idade do tio.
Fornecedor: — Olá, boa tarde… Puxa, que gostosa é sua esposa.
Era pra eu ter dito alguma coisa, mas sei perfeitamente como esse meio funciona, então não falei nada, nem sim nem não. negação.
Ela nos convidou pra entrar na casa dela, tava muito gostosa, a verdade. Ficamos no jardim dela, e ela até nos chamou pra comer, tudo isso enquanto eles falavam de negócios. Aqui umas fotos daquele dia.
Voltamos pra Cidade do México perto das 6 da tarde, só pra pegar a sobrinha e voltar pra cidade de Toluca. Do mesmo jeito, na volta, o tio não deu em cima de mim, e isso me aliviou pra caralho. No dia seguinte, terça-feira, foi exatamente a mesma rotina de manhã: acordei cedo pra preparar o café da manhã da minha filha, levei ela na escola e voltei o mais rápido possível pra casa pra não me atrasar. Quando tava voltando pra casa, o tio me mandou uma mensagem dizendo que eles iam passar lá em casa porque precisavam pegar uma mercadoria que tava na casa. Depois que desliguei a ligação, fiz as coisas com mais calma, até deu tempo de preparar um café da manhã pra mim. Tomei meu banho sem pressa, como sabia que ele não ia demorar pra chegar e eu tinha que abrir o portão pra ele entrar com a caminhonete, não queria me arrumar toda. Quando ele chegou com a sobrinha na caminhonete, subi pro que era antes meu quarto e comecei a me arrumar. Revirei minha mala pra ver o que ia vestir (lembrem que não deu tempo de arrumar ela direito e só joguei o primeiro que achei). Tive a surpresa de que só tinha roupa inútil, até peguei roupa da minha irmã que ela tinha deixado em casa quando veio me visitar. Decidi vestir o macacão da minha irmã, mesmo a gente não sendo fisicamente iguais, já que ela é um pouco menos proporcionada que eu, mas sempre trocávamos roupa. Como era de se esperar, ficou meio apertado e justo; era listrado, muito bonito, e por ser curto em mim, ficou meio decotado, mas tudo bem, ia arrumar deixando o cabelo solto. Depois desci pra ver se já tava tudo pronto, mas agora o problema era que a caminhonete tava cheia: tinha mercadoria no porta-malas, nos bancos de trás, e até eu tive que levar umas coisas. Isso fez com que a sobrinha fosse sozinha atrás e eu na frente com o resto das coisas. Tive que colocar umas coisas do lado da minha porta e o restante eu levei no colo. minhas pernas, isso fez com que eu ficasse perto da alavanca de câmbio.
Durante o trajeto, como vocês já devem imaginar, ele ficava roçando a mão nas minhas pernas, até acariciando elas.
Quando chegamos no local, na Cidade do México, enquanto eles descarregavam e organizavam a mercadoria, eu fui limpar o lugar.
Fiquei no meu posto de trabalho, que é no caixa. Tudo estava normal, até que meu tio me chama pra ir até o escritório, que é na parte de cima do local, onde também guardam um pouco de mercadoria.
Tio: — Vem aqui, Yanet.
Pensei que ele fosse se insinuar ou falar algo sobre o que aconteceu de manhã, mas só conversamos sobre trabalho; foi só no final que ele começou a me seduzir de novo.
Tio: — Você tá muito gostosa hoje, Yanet.
Ele se levantou, até ficar do meu lado, e me obrigou a levantar junto com ele.
Tio: — Senti sua falta, Yanet.
Yanet: — O que você quer, tio?...
Tio: — Quero sentir você de novo… Ele me abraçou por trás, me puxando pra perto, o pau dele já tava duro, enfiado bem na racha da minha bunda.
Tio: — Tô precisando dessa sua bunda enorme… Como você sente isso?!... Não consigo parar de pensar em você, Yanet.
Não dava pra negar, era tão gostoso esfregar ele no meio da minha bunda.
Yanet: — Não me faz ir contar pra sua sobrinha o que você faz.
Tio: — Por favor, só mais uma vez.
Yanet: — Isso você disse da outra vez.
Tio: — Não consigo parar de pensar no seu corpo.
Ele me abraçou pela frente, segurou minha bunda com as duas mãos, massageando ela; se aproximou pra beijar meu pescoço, e todas essas sensações me deixavam com muito tesão.
Tio: — Você cheira tão bem, Yanet.
Mesmo que eu dissesse que não, sabia que ele não ia me deixar em paz, e aos poucos meu corpo pedia pra sentir o calor de um homem.
Yanet: — Tá bom… mas essa é a última vez.
Começamos a nos beijar, eu podia sentir o pau dele totalmente duro roçando na minha barriga; a gente se beijava como se fosse casado há anos, e a cada beijo eu soltava um gemido.
A língua dele percorria meu queixo e de novo se Juntamos as duas línguas pra nos beijar de novo; eu tava começando a gostar disso tudo, a curtir de verdade, meus gemidos ficavam mais quentes, eu já tava me sentindo úmida, molhada, como que só com os beijos dele eu já tava me molhando.
As mãos dele eram como pinças apertando minha bunda, ele não parava de apertar. Desabotoei meu macacão por trás, deixando minha bunda à mostra em todo seu esplendor.
Tio.–Mmmm… Yanet… você tá de fio dental… fica perfeito nessa bunda enorme que você tem.
Ele era tão intenso em tudo que fazia; se afastou por um momento e começou a desabotoar a calça até ficar pelado, me mostrando o pauzão dele.
Parecia grande, era grosso, comprido, mais de 20 centímetros, levemente curvado, dava pra ver as veias, a cabeça era morena com um pouco de pelos pubianos; fiquei hipnotizada olhando pro membro dele enquanto ele o movia com a mão pra mim.
Tio.–O que foi, Yanet!?… Você ficou sem falar nada… vi que gostou porque não para de olhar.
Tio.–Vem, chupa ele.
Yanet.–Não… não vou fazer isso.
Tio.–Vai, só dessa vez… lembra do que eu fiz com você no domingo… é sua vez de me pagar o favor.
Yanet.–Tá bom, mas é a última vez.
Sentei de novo, peguei o pau dele com a mão direita, tava durasso, quente e pulsando. Devagar, levei até minha boca, tinha um cheiro ruim, mistura de suor, urina e um pouco de gozo.
Abri a boca aos poucos pra chupar, começando pela cabeça, e conforme eu ia mamando, o cheiro ruim foi sumindo.
Fiquei de olhos fechados, concentrada na rola do tio, enquanto chupava imaginava como seria sentir aquilo tudo dentro de mim. Isso fazia minha buceta ficar ainda mais molhada.
Tio.–Nunca imaginei que isso ia acontecer… sempre fantasiei com isso… seus lábios gostosos mamando minha rola.
Ele segurou minha cabeça e começou a me empurrar pra eu mamar mais fundo, até começar a se mover mais rápido.
Tio.–Aaaaih!… Yanet, gozei
Ele gozou inteiro dentro da minha boca. boca, o esperma dele era bem grosso, acho que nunca tinha visto um esperma tão grosso daquele jeito, tinha esperma na boca, um pouco no meu rosto, até nos meus peitos. Aqui a foto daquele dia.
Cheguei na casa do tio 5 minutos atrasada, ele e a sobrinha do meu ex-marido já estavam lá. É que demorei pra escolher o que vestir: coloquei um legging ou calça esportiva, como preferir, preta, e uma camiseta bem justinha também. Fiquei meio envergonhada porque tudo ficava muito apertado, parecia até que minha legging ia rasgar a qualquer momento. Nós três subimos na caminhonete dele, eu sentei atrás com a sobrinha e, enquanto chegávamos na Cidade do México, aproveitei para terminar de me maquiar.
Quando chegamos no centro da Cidade do México (onde fica o ponto de venda), o tio disse pra sobrinha que ela ia ficar sozinha no local e que nós dois iríamos para Cuernavaca ver um fornecedor.
Fiquei chocada porque isso significava que eu ia ficar sozinha com ele e era bem provável que ele tentasse passar dos limites, igual no dia anterior.
O tio me mandou passar para o banco da frente. Queria dizer não, mas também tinha feito uma promessa ao pai da minha filha, que era ajudar em tudo.
A verdade é que eu estava bem nervosa com medo de ele fazer ou falar alguma coisa, mas felizmente não aconteceu nada, foi tudo bem tranquilo.
Chegamos perto do meio-dia no lugar onde íamos ver o fornecedor em Cuernavaca. Ao chegar, fomos recebidos por um senhor mais ou menos da idade do tio.
Fornecedor: — Olá, boa tarde… Puxa, que gostosa é sua esposa.
Era pra eu ter dito alguma coisa, mas sei perfeitamente como esse meio funciona, então não falei nada, nem sim nem não. negação.
Ela nos convidou pra entrar na casa dela, tava muito gostosa, a verdade. Ficamos no jardim dela, e ela até nos chamou pra comer, tudo isso enquanto eles falavam de negócios. Aqui umas fotos daquele dia.

Voltamos pra Cidade do México perto das 6 da tarde, só pra pegar a sobrinha e voltar pra cidade de Toluca. Do mesmo jeito, na volta, o tio não deu em cima de mim, e isso me aliviou pra caralho. No dia seguinte, terça-feira, foi exatamente a mesma rotina de manhã: acordei cedo pra preparar o café da manhã da minha filha, levei ela na escola e voltei o mais rápido possível pra casa pra não me atrasar. Quando tava voltando pra casa, o tio me mandou uma mensagem dizendo que eles iam passar lá em casa porque precisavam pegar uma mercadoria que tava na casa. Depois que desliguei a ligação, fiz as coisas com mais calma, até deu tempo de preparar um café da manhã pra mim. Tomei meu banho sem pressa, como sabia que ele não ia demorar pra chegar e eu tinha que abrir o portão pra ele entrar com a caminhonete, não queria me arrumar toda. Quando ele chegou com a sobrinha na caminhonete, subi pro que era antes meu quarto e comecei a me arrumar. Revirei minha mala pra ver o que ia vestir (lembrem que não deu tempo de arrumar ela direito e só joguei o primeiro que achei). Tive a surpresa de que só tinha roupa inútil, até peguei roupa da minha irmã que ela tinha deixado em casa quando veio me visitar. Decidi vestir o macacão da minha irmã, mesmo a gente não sendo fisicamente iguais, já que ela é um pouco menos proporcionada que eu, mas sempre trocávamos roupa. Como era de se esperar, ficou meio apertado e justo; era listrado, muito bonito, e por ser curto em mim, ficou meio decotado, mas tudo bem, ia arrumar deixando o cabelo solto. Depois desci pra ver se já tava tudo pronto, mas agora o problema era que a caminhonete tava cheia: tinha mercadoria no porta-malas, nos bancos de trás, e até eu tive que levar umas coisas. Isso fez com que a sobrinha fosse sozinha atrás e eu na frente com o resto das coisas. Tive que colocar umas coisas do lado da minha porta e o restante eu levei no colo. minhas pernas, isso fez com que eu ficasse perto da alavanca de câmbio. Durante o trajeto, como vocês já devem imaginar, ele ficava roçando a mão nas minhas pernas, até acariciando elas.
Quando chegamos no local, na Cidade do México, enquanto eles descarregavam e organizavam a mercadoria, eu fui limpar o lugar.
Fiquei no meu posto de trabalho, que é no caixa. Tudo estava normal, até que meu tio me chama pra ir até o escritório, que é na parte de cima do local, onde também guardam um pouco de mercadoria.
Tio: — Vem aqui, Yanet.
Pensei que ele fosse se insinuar ou falar algo sobre o que aconteceu de manhã, mas só conversamos sobre trabalho; foi só no final que ele começou a me seduzir de novo.
Tio: — Você tá muito gostosa hoje, Yanet.
Ele se levantou, até ficar do meu lado, e me obrigou a levantar junto com ele.
Tio: — Senti sua falta, Yanet.
Yanet: — O que você quer, tio?...
Tio: — Quero sentir você de novo… Ele me abraçou por trás, me puxando pra perto, o pau dele já tava duro, enfiado bem na racha da minha bunda.
Tio: — Tô precisando dessa sua bunda enorme… Como você sente isso?!... Não consigo parar de pensar em você, Yanet.
Não dava pra negar, era tão gostoso esfregar ele no meio da minha bunda.
Yanet: — Não me faz ir contar pra sua sobrinha o que você faz.
Tio: — Por favor, só mais uma vez.
Yanet: — Isso você disse da outra vez.
Tio: — Não consigo parar de pensar no seu corpo.
Ele me abraçou pela frente, segurou minha bunda com as duas mãos, massageando ela; se aproximou pra beijar meu pescoço, e todas essas sensações me deixavam com muito tesão.
Tio: — Você cheira tão bem, Yanet.
Mesmo que eu dissesse que não, sabia que ele não ia me deixar em paz, e aos poucos meu corpo pedia pra sentir o calor de um homem.
Yanet: — Tá bom… mas essa é a última vez.
Começamos a nos beijar, eu podia sentir o pau dele totalmente duro roçando na minha barriga; a gente se beijava como se fosse casado há anos, e a cada beijo eu soltava um gemido.
A língua dele percorria meu queixo e de novo se Juntamos as duas línguas pra nos beijar de novo; eu tava começando a gostar disso tudo, a curtir de verdade, meus gemidos ficavam mais quentes, eu já tava me sentindo úmida, molhada, como que só com os beijos dele eu já tava me molhando.
As mãos dele eram como pinças apertando minha bunda, ele não parava de apertar. Desabotoei meu macacão por trás, deixando minha bunda à mostra em todo seu esplendor.
Tio.–Mmmm… Yanet… você tá de fio dental… fica perfeito nessa bunda enorme que você tem.
Ele era tão intenso em tudo que fazia; se afastou por um momento e começou a desabotoar a calça até ficar pelado, me mostrando o pauzão dele.
Parecia grande, era grosso, comprido, mais de 20 centímetros, levemente curvado, dava pra ver as veias, a cabeça era morena com um pouco de pelos pubianos; fiquei hipnotizada olhando pro membro dele enquanto ele o movia com a mão pra mim.
Tio.–O que foi, Yanet!?… Você ficou sem falar nada… vi que gostou porque não para de olhar.
Tio.–Vem, chupa ele.
Yanet.–Não… não vou fazer isso.
Tio.–Vai, só dessa vez… lembra do que eu fiz com você no domingo… é sua vez de me pagar o favor.
Yanet.–Tá bom, mas é a última vez.
Sentei de novo, peguei o pau dele com a mão direita, tava durasso, quente e pulsando. Devagar, levei até minha boca, tinha um cheiro ruim, mistura de suor, urina e um pouco de gozo.
Abri a boca aos poucos pra chupar, começando pela cabeça, e conforme eu ia mamando, o cheiro ruim foi sumindo.
Fiquei de olhos fechados, concentrada na rola do tio, enquanto chupava imaginava como seria sentir aquilo tudo dentro de mim. Isso fazia minha buceta ficar ainda mais molhada.
Tio.–Nunca imaginei que isso ia acontecer… sempre fantasiei com isso… seus lábios gostosos mamando minha rola.
Ele segurou minha cabeça e começou a me empurrar pra eu mamar mais fundo, até começar a se mover mais rápido.
Tio.–Aaaaih!… Yanet, gozei
Ele gozou inteiro dentro da minha boca. boca, o esperma dele era bem grosso, acho que nunca tinha visto um esperma tão grosso daquele jeito, tinha esperma na boca, um pouco no meu rosto, até nos meus peitos. Aqui a foto daquele dia.
3 comentários - Tiozão 2