Transformei minha esposa numa puta

Meu nome é Juan e minha esposa se chama Sandra. Estamos casados há 12 anos e desde o começo a gente falava em fazer ménage e essas paradas, mas tudo ficava só na fantasia. Só que tudo mudou uns 3 anos atrás — é uma história real de várias que a gente já viveu. Ela é morena clara, tem 1,70 de altura, corpo cheinho, o que dá umas pernona e uma rabuda do caralho. Também tem uns peitões grandes, não tão firmes, com uns bicos escuros lindos, cabelo preto e comprido que vai até o quadril.

Tudo começou numa noite que a gente decidiu sair pra tomar uns drinks com uns amigos. Era eu, Sandra, mais 3 casais e 2 amigos solteiros. Fomos pra uma balada, pedimos cerveja e uma garrafa de tequila. A gente dançava, ria e trocava de par pra continuar dançando. A noite passou voando e, sem perceber, já eram 3 da manhã e a balada tava fechando. A gente conversou pra ver se continuava em algum lugar, mas um dos casais falou que já tava muito bêbado e ia descansar. Os mais animados pra continuar eram Carlos e Andrés, os dois solteiros, e meu melhor amigo Pablo, mas a esposa dele não queria. No fim, Pablo disse que ia deixar a mulher em casa e depois encontrar a gente. Por comodidade, sugeri que fôssemos pra minha casa, e foi o que fizemos. Pegamos um táxi.

No caminho, compramos mais cerveja e mais uma garrafa de tequila. Quando chegamos em casa, colocamos música baixa pra dar pra ouvir a conversa. Sandra foi na cozinha pegar uns copos e tava meio cambaleando porque já tinha bebido um pouco. Percebi que Carlos e Andrés não tiravam os olhos da bunda dela enquanto ela ia buscar os copos, mas, em vez de me incomodar, senti um certo tesão. Sandra voltou, abrimos umas cervejas e servimos mais doses. Começamos a conversar e rir de um monte de besteira que vinha na cabeça. Sandra já tava bem bêbada e começou a ficar mais à vontade com Carlos e Andrés — toda vez que eles falavam alguma merda, ela ria e dava em cima. um tombo ou ela ia cair em cima deles enquanto ria, e como já tava bêbada, não conseguia segurar bem o corpo. Numa dessas, ela escorregou em cima do Andrés e eu vi que, pra evitar que ela se machucasse, ele agarrou ela pelos peitos. Na hora, ela falou entre risadas, batendo na mão dele: "NÃO VAI SE APROVEITAR DA SITUAÇÃO". Todo mundo riu e a gente continuou conversando. Levantei pra ir no banheiro, depois de mijar, vieram milhares de imagens na minha cabeça da minha mulher dando pra meus amigos, e eu fiquei de pau duro. Saí do banheiro devagar, sem ninguém perceber, e entrei na cozinha, que tinha uma janela com vidro espelho, onde eu via tudo que eles faziam, mas eles não me viam. A Sandra tava sentada no meio dos dois, riam pra caralho, o Carlos acariciava a coxa dela enquanto o Andrés falava no ouvido dela. Sem mais, eu saí, e eles tentaram disfarçar, mas a Sandra nem se mexeu — acho que era por causa da bebedeira. Dei a mão pra Sandra pra ajudar ela a levantar e falei pra ela ir pro quarto trocar de roupa e vestir algo confortável. Ela demorou muito pra voltar, então falei pros caras que ia ver o que tinha acontecido. Quando entrei, ela tava pelada, sentada na cama, e quando me viu, disse que não sabia o que vestir, que todos os pijamas dela eram muito curtos e que queria continuar bebendo com a gente, mas tava com vergonha de sair com roupa tão curta e os caras verem ela. Foi aí que o tesão me dominou e eu falei pra ela vestir o que quisesse, que a gente tava na nossa casa e que, se eles se incomodassem, era só vazar. Ela sorriu e disse: "cê tem razão", e pegou um conjunto de pijama que era uma calcinha fio dental e uma blusa de costas nuas, vermelha, de tecido bem transparente, que deixava os bicos dos peitos quase totalmente à mostra. Ela saiu e eu fui atrás, mas entrei na cozinha. O Carlos e o Andrés tavam distraídos conversando e não perceberam até ela parar na frente deles. Quando viram ela, quase caíram os olhos pra fora, ficaram sem palavras. Por vários segundos, Sandra fez eles reagirem, decidida.
SANDRA: ME ABRAM ESPAÇO PRA EU SENTAR.
Os dois se afastaram e ela sentou no meio deles. Não paravam de olhar pras tetas dela e já dava pra ver o volume na calça. Deixei eles sozinhos por alguns minutos pra se deleitarem sem se preocupar com a minha presença e, como era de esperar, o Andrés não se segurou.
ANDRÉS: VOCÊ TEM UNS MAMILOS LINDOS.
SANDRA: DÁ PRA VER BEM.
Respondeu entre risadas.
CARLOS: O SUFICIENTE PRA DAR VONTADE DE DAR UMA MORDIDINHA.
Sandra soltou uma gargalhada e nessa hora eu entrei.
EU: DO QUE TÃO RINDO? EU TAMBÉM QUERO SABER A PIADA.
Os dois ficaram nervosos e Sandra tentou levantar, mas teve que se segurar no Carlos. Foi pro banheiro e os caras não tiravam os olhos dela, porque a bunda dela tava toda de fora. Quando voltou, falei pra ela pegar mais cervejas da geladeira. Levantei e fui até a cozinha. Quando cheguei, ela tava inclinada com a bunda pra cima, procurando as cervejas. Os lábios da buceta dela apareciam por baixo da calcinha, então puxei a calcinha de lado e, surpresa: ela tava toda molhada.
EU: QUE QUE HOUVE? POR QUE TÁ ASSIM, TÃO MOLHADA?
SANDRA: VER OS CARAS ME OLHANDO TANTO ME DEIXA MUITO EXCITADA.
EU: QUER BRINCAR COM ELES?
SANDRA: O QUE VOCÊ QUER BRINCAR?
EU: QUERO QUE VOCÊ PROVOQUE ELES PRA CARALHO E SE MOSTRE UM POUCO MAIS.
SANDRA: MAS ISSO VAI ME DEIXAR AINDA MAIS EXCITADA E DEPOIS EU NÃO VOU CONSEGUIR ME SEGURAR.
EU: BOM, A GENTE VÊ O QUE ACONTECE.
Antes dela sair da cozinha, levantei mais a calcinha dela e enfiei entre os lábios da buceta pra ficar tudo pra fora. Aí mandei ela levar as cervejas pra eles. Assim que viram ela, não conseguiam disfarçar. Ela entregou as cervejas e sentou na frente deles de pernas abertas. Conversaram um pouco, mas já não fluía mais. Aí eu saí e falei que tava cansado. Na hora, o Carlos disse que o melhor era eles irem embora pra gente descansar. Mas eu falei que não, que ficassem mais um pouco, que a Sandra ainda não... Tava com sono, mas dava pra continuar bebendo e conversando com ela. Fui pro quarto e Sandra veio atrás de mim. Ela disse que não queria ficar sozinha com eles porque não sabia o que podia rolar. Eu respondi que ela podia fazer o que quisesse. Ela não tava muito segura e falou que uma coisa era provocar eles de brincadeira, outra bem diferente era transar com eles, e que sabia que, se ficasse sozinha, não ia conseguir se controlar, muito menos controlar eles. Dei um beijo nela e falei que podia ir tranquila, que eu sabia que não ia acontecer nada que ela não quisesse. Ela saiu meio nervosa, foi e sentou de novo na frente deles. Eu saí mais atrás e entrei na cozinha. Não passou nem 2 minutos quando ouvi: CARLOS: DESCULPA SER TÃO DIRETO, MAS NÃO CONSIGO PARAR DE OLHAR PRA SUAS TETAS. SANDRA: ACHO MELHOR EU VESTIR ALGO MAIS TAPADO PRA NÃO DISTRAIR VOCÊS. ANDRÉS: NÃO, ASSIM VOCÊ TÁ MUITO GOSTOSA, MELHOR AINDA, QUE TAL DEIXAR A GENTE VER UM POUCO MAIS? SANDRA: HAHAHAHA, DO QUE CÊ TÁ FALANDO? ANDRÉS: CÊ SABE BEM DO QUE TÔ FALANDO, DAQUILO QUE CÊ MOSTROU ANTES, AQUELES LÁBIOS DELICIOSOS QUE TAVAM PRA FORA DA CALCINHA. SANDRA: HAHAHA, QUE VERGONHA, GENTE, NEM VI QUANDO ACONTECEU. CARLOS: SABE QUE É, A NOITE INTEIRA CÊ TÁ PROVOCANDO A GENTE, NÃO VEM COM ESSA DE INOCENTE AGORA. SANDRA: HAHAHA, NÃO, CÊS TÃO LOUCOS? HAHAHA, TÁ BOM, O QUE CÊS QUEREM VER? CARLOS: TUDO. ANDRÉS: TUDO. Nessa hora, vi Sandra tirar a blusa completamente e jogar pra trás. Ela se ajoelhou no sofá, virou de costas pra eles, ficou de quatro e abaixou a calcinha. SANDRA: FELIZES? Sem dizer uma palavra, os dois se jogaram em cima dela e começaram a passar a mão nela toda. Carlos virou ela e começou a beijar ela, enquanto Andrés chupava as tetas dela. Depois, ele desceu e começou a chupar a buceta dela, enquanto ela gritava e gemia. Sandra se levantou, tirou as calças dos dois e se ajoelhou no meio deles. Os dois tinham a pica de tamanho médio, mas a do Andrés era mais grossa, parecia um... plátano torcido e com uma cabeça pontuda e o tronco bem mais grosso, enquanto a do Carlos era o oposto: uma cabeça enorme que parecia um cogumelo e o tronco fino. Sem hesitar, começou a chupar uma e depois a outra. Às vezes tentava enfiar as duas na boca, mas não conseguia. Depois de alguns minutos, Andrés a levantou e colocou ela de quatro no móvel. Vi como aquela rola grossa foi abrindo caminho na buceta da Sandra. Ele começou a meter com força bruta, arrancando gemidos deliciosos dela, que Carlos abafava enfiando o pau na boca dela até a garganta, porque dava pra ouvir como ela engasgava. CARLOS: QUE GOSTOSA, VOCÊ CHUPA. ANDRES: E NEM PRECISA FALAR DO APERTADINHO E QUENTINHO QUE É A BUCA DELA. Andrés dava tapas na bunda dela que ecoavam por cada canto da casa, e Sandra só gemia e ficava mais excitada. SANDRA: ME DÊ MAIS, ME DÊ FORTE. Andrés parou por um momento, e Sandra imediatamente o derrubou no móvel, montou nele e começou a cavalgar numa velocidade impressionante. SANDRA: CARLOS, NÃO FICA SÓ OLHANDO, METE NO MEU CU. AAAAAH, QUE GOSTOSO, METE TUDO NO MEU CU. Carlos correu e ficou atrás, cuspiu no cu dela e, de uma só vez, enfiou até o fundo. Isso fez ela gritar, mas com ainda mais tesão ela começou a rebolar a bunda. Enquanto isso, Andrés não parava de chupar os peitos dela. Andrés saiu de baixo da Sandra e enfiou o pau na boca dela; ela chupava sem parar até que vi a boca dela encher de porra. Carlos virou ela de barriga pra cima e começou a meter na buceta, enquanto Sandra continuava chupando o pau do Andrés, que nunca perdeu a ereção. Depois de alguns minutos, Andrés sentou, e Sandra montou nele com um sobe e desce constante; nunca a tinha visto com tanta energia. Ela pegou Carlos pela cintura e começou a chupar o pau dele, recebendo a segunda dose de porra na boca. A porra escorria da boca dela e caía nos peitos enquanto ela continuava cavalgando no pau do Andrés. Nessa altura, eu já tinha gozado no chão da cozinha, me masturbando como um louco. então vi a cara do Andrés e soube que tinha enchido a buceta da Sandra de porra, e ela também percebeu. Sentaram os três um momento pra descansar. SANDRA: GALERA, MUITO GOSTOSO TUDO, MAS JÁ TÊM QUE IR. Andrés e Carlos se vestiram, e ela acompanhou eles nua até a porta, deu um beijo na boca em cada um e eles foram embora. Vinha vindo pro quarto e eu via a porra do Andrés escorrendo pelas pernas dela. Ao passar pela cozinha, me viu de calças abaixadas e se assustou. SANDRA: TAVA VENDO TUDO, SEU CORNO? EU: ABSOLUTAMENTE TUDO. SANDRA: E O QUE ACHOU? EU: VOCÊ É A MELHOR VADIA QUE JÁ VI NA VIDA. Peguei ela pelo braço e empurrei contra a bancada da cozinha, virei ela de costas, inclinei e com um só empurrão meti tudo. Tava inundada de porra, então entrava bem macio. Agarrei ela pelo cabelo e comecei a meter o mais forte que podia. EU: VOCÊ É UMA VADIA MESMO. SANDRA: AAAAH, SOU SUA VADIA. EU: E DOS MEUS AMIGOS TAMBÉM. SANDRA: SIIIIM, TAMBÉM DOS SEUS AMIGOOOOOS AAAAH. Não demorei nada pra gozar e enchi a buceta dela de porra quente de novo. Depois desse dia, já aconteceu muita coisa, e eu adoro demais ver ela dando pra outros caras. Sandra transa com vários homens escondido, achando que eu não sei, mas muitas vezes eu espio ela sem que perceba.

5 comentários - Transformei minha esposa numa puta

dxpk +1
quiero más historias como esta, que puta es tu esposa
Waaaaaaauuuuuuuu quiero ser tua migo también!!!! van 10