Meu nome é Juan e minha esposa se chama Sandra. Estamos casados há 12 anos e desde o começo a gente falava em fazer ménage e essas paradas, mas tudo ficava só na fantasia. Só que tudo mudou uns 3 anos atrás — é uma história real de várias que a gente já viveu. Ela é morena clara, tem 1,70 de altura, corpo cheinho, o que dá umas pernona e uma rabuda do caralho. Também tem uns peitões grandes, não tão firmes, com uns bicos escuros lindos, cabelo preto e comprido que vai até o quadril.
Tudo começou numa noite que a gente decidiu sair pra tomar uns drinks com uns amigos. Era eu, Sandra, mais 3 casais e 2 amigos solteiros. Fomos pra uma balada, pedimos cerveja e uma garrafa de tequila. A gente dançava, ria e trocava de par pra continuar dançando. A noite passou voando e, sem perceber, já eram 3 da manhã e a balada tava fechando. A gente conversou pra ver se continuava em algum lugar, mas um dos casais falou que já tava muito bêbado e ia descansar. Os mais animados pra continuar eram Carlos e Andrés, os dois solteiros, e meu melhor amigo Pablo, mas a esposa dele não queria. No fim, Pablo disse que ia deixar a mulher em casa e depois encontrar a gente. Por comodidade, sugeri que fôssemos pra minha casa, e foi o que fizemos. Pegamos um táxi.
No caminho, compramos mais cerveja e mais uma garrafa de tequila. Quando chegamos em casa, colocamos música baixa pra dar pra ouvir a conversa. Sandra foi na cozinha pegar uns copos e tava meio cambaleando porque já tinha bebido um pouco. Percebi que Carlos e Andrés não tiravam os olhos da bunda dela enquanto ela ia buscar os copos, mas, em vez de me incomodar, senti um certo tesão. Sandra voltou, abrimos umas cervejas e servimos mais doses. Começamos a conversar e rir de um monte de besteira que vinha na cabeça. Sandra já tava bem bêbada e começou a ficar mais à vontade com Carlos e Andrés — toda vez que eles falavam alguma merda, ela ria e dava em cima. um tombo ou ela ia cair em cima deles enquanto ria, e como já tava bêbada, não conseguia segurar bem o corpo. Numa dessas, ela escorregou em cima do Andrés e eu vi que, pra evitar que ela se machucasse, ele agarrou ela pelos peitos. Na hora, ela falou entre risadas, batendo na mão dele: "NÃO VAI SE APROVEITAR DA SITUAÇÃO". Todo mundo riu e a gente continuou conversando. Levantei pra ir no banheiro, depois de mijar, vieram milhares de imagens na minha cabeça da minha mulher dando pra meus amigos, e eu fiquei de pau duro. Saí do banheiro devagar, sem ninguém perceber, e entrei na cozinha, que tinha uma janela com vidro espelho, onde eu via tudo que eles faziam, mas eles não me viam. A Sandra tava sentada no meio dos dois, riam pra caralho, o Carlos acariciava a coxa dela enquanto o Andrés falava no ouvido dela. Sem mais, eu saí, e eles tentaram disfarçar, mas a Sandra nem se mexeu — acho que era por causa da bebedeira. Dei a mão pra Sandra pra ajudar ela a levantar e falei pra ela ir pro quarto trocar de roupa e vestir algo confortável. Ela demorou muito pra voltar, então falei pros caras que ia ver o que tinha acontecido. Quando entrei, ela tava pelada, sentada na cama, e quando me viu, disse que não sabia o que vestir, que todos os pijamas dela eram muito curtos e que queria continuar bebendo com a gente, mas tava com vergonha de sair com roupa tão curta e os caras verem ela. Foi aí que o tesão me dominou e eu falei pra ela vestir o que quisesse, que a gente tava na nossa casa e que, se eles se incomodassem, era só vazar. Ela sorriu e disse: "cê tem razão", e pegou um conjunto de pijama que era uma calcinha fio dental e uma blusa de costas nuas, vermelha, de tecido bem transparente, que deixava os bicos dos peitos quase totalmente à mostra. Ela saiu e eu fui atrás, mas entrei na cozinha. O Carlos e o Andrés tavam distraídos conversando e não perceberam até ela parar na frente deles. Quando viram ela, quase caíram os olhos pra fora, ficaram sem palavras. Por vários segundos, Sandra fez eles reagirem, decidida.
SANDRA: ME ABRAM ESPAÇO PRA EU SENTAR.
Os dois se afastaram e ela sentou no meio deles. Não paravam de olhar pras tetas dela e já dava pra ver o volume na calça. Deixei eles sozinhos por alguns minutos pra se deleitarem sem se preocupar com a minha presença e, como era de esperar, o Andrés não se segurou.
ANDRÉS: VOCÊ TEM UNS MAMILOS LINDOS.
SANDRA: DÁ PRA VER BEM.
Respondeu entre risadas.
CARLOS: O SUFICIENTE PRA DAR VONTADE DE DAR UMA MORDIDINHA.
Sandra soltou uma gargalhada e nessa hora eu entrei.
EU: DO QUE TÃO RINDO? EU TAMBÉM QUERO SABER A PIADA.
Os dois ficaram nervosos e Sandra tentou levantar, mas teve que se segurar no Carlos. Foi pro banheiro e os caras não tiravam os olhos dela, porque a bunda dela tava toda de fora. Quando voltou, falei pra ela pegar mais cervejas da geladeira. Levantei e fui até a cozinha. Quando cheguei, ela tava inclinada com a bunda pra cima, procurando as cervejas. Os lábios da buceta dela apareciam por baixo da calcinha, então puxei a calcinha de lado e, surpresa: ela tava toda molhada.
EU: QUE QUE HOUVE? POR QUE TÁ ASSIM, TÃO MOLHADA?
SANDRA: VER OS CARAS ME OLHANDO TANTO ME DEIXA MUITO EXCITADA.
EU: QUER BRINCAR COM ELES?
SANDRA: O QUE VOCÊ QUER BRINCAR?
EU: QUERO QUE VOCÊ PROVOQUE ELES PRA CARALHO E SE MOSTRE UM POUCO MAIS.
SANDRA: MAS ISSO VAI ME DEIXAR AINDA MAIS EXCITADA E DEPOIS EU NÃO VOU CONSEGUIR ME SEGURAR.
EU: BOM, A GENTE VÊ O QUE ACONTECE.
Antes dela sair da cozinha, levantei mais a calcinha dela e enfiei entre os lábios da buceta pra ficar tudo pra fora. Aí mandei ela levar as cervejas pra eles. Assim que viram ela, não conseguiam disfarçar. Ela entregou as cervejas e sentou na frente deles de pernas abertas. Conversaram um pouco, mas já não fluía mais. Aí eu saí e falei que tava cansado. Na hora, o Carlos disse que o melhor era eles irem embora pra gente descansar. Mas eu falei que não, que ficassem mais um pouco, que a Sandra ainda não... Tava com sono, mas dava pra continuar bebendo e conversando com ela. Fui pro quarto e Sandra veio atrás de mim. Ela disse que não queria ficar sozinha com eles porque não sabia o que podia rolar. Eu respondi que ela podia fazer o que quisesse. Ela não tava muito segura e falou que uma coisa era provocar eles de brincadeira, outra bem diferente era transar com eles, e que sabia que, se ficasse sozinha, não ia conseguir se controlar, muito menos controlar eles. Dei um beijo nela e falei que podia ir tranquila, que eu sabia que não ia acontecer nada que ela não quisesse. Ela saiu meio nervosa, foi e sentou de novo na frente deles. Eu saí mais atrás e entrei na cozinha. Não passou nem 2 minutos quando ouvi: CARLOS: DESCULPA SER TÃO DIRETO, MAS NÃO CONSIGO PARAR DE OLHAR PRA SUAS TETAS. SANDRA: ACHO MELHOR EU VESTIR ALGO MAIS TAPADO PRA NÃO DISTRAIR VOCÊS. ANDRÉS: NÃO, ASSIM VOCÊ TÁ MUITO GOSTOSA, MELHOR AINDA, QUE TAL DEIXAR A GENTE VER UM POUCO MAIS? SANDRA: HAHAHAHA, DO QUE CÊ TÁ FALANDO? ANDRÉS: CÊ SABE BEM DO QUE TÔ FALANDO, DAQUILO QUE CÊ MOSTROU ANTES, AQUELES LÁBIOS DELICIOSOS QUE TAVAM PRA FORA DA CALCINHA. SANDRA: HAHAHA, QUE VERGONHA, GENTE, NEM VI QUANDO ACONTECEU. CARLOS: SABE QUE É, A NOITE INTEIRA CÊ TÁ PROVOCANDO A GENTE, NÃO VEM COM ESSA DE INOCENTE AGORA. SANDRA: HAHAHA, NÃO, CÊS TÃO LOUCOS? HAHAHA, TÁ BOM, O QUE CÊS QUEREM VER? CARLOS: TUDO. ANDRÉS: TUDO. Nessa hora, vi Sandra tirar a blusa completamente e jogar pra trás. Ela se ajoelhou no sofá, virou de costas pra eles, ficou de quatro e abaixou a calcinha. SANDRA: FELIZES? Sem dizer uma palavra, os dois se jogaram em cima dela e começaram a passar a mão nela toda. Carlos virou ela e começou a beijar ela, enquanto Andrés chupava as tetas dela. Depois, ele desceu e começou a chupar a buceta dela, enquanto ela gritava e gemia. Sandra se levantou, tirou as calças dos dois e se ajoelhou no meio deles. Os dois tinham a pica de tamanho médio, mas a do Andrés era mais grossa, parecia um... plátano torcido e com uma cabeça pontuda e o tronco bem mais grosso, enquanto a do Carlos era o oposto: uma cabeça enorme que parecia um cogumelo e o tronco fino. Sem hesitar, começou a chupar uma e depois a outra. Às vezes tentava enfiar as duas na boca, mas não conseguia. Depois de alguns minutos, Andrés a levantou e colocou ela de quatro no móvel. Vi como aquela rola grossa foi abrindo caminho na buceta da Sandra. Ele começou a meter com força bruta, arrancando gemidos deliciosos dela, que Carlos abafava enfiando o pau na boca dela até a garganta, porque dava pra ouvir como ela engasgava. CARLOS: QUE GOSTOSA, VOCÊ CHUPA. ANDRES: E NEM PRECISA FALAR DO APERTADINHO E QUENTINHO QUE É A BUCA DELA. Andrés dava tapas na bunda dela que ecoavam por cada canto da casa, e Sandra só gemia e ficava mais excitada. SANDRA: ME DÊ MAIS, ME DÊ FORTE. Andrés parou por um momento, e Sandra imediatamente o derrubou no móvel, montou nele e começou a cavalgar numa velocidade impressionante. SANDRA: CARLOS, NÃO FICA SÓ OLHANDO, METE NO MEU CU. AAAAAH, QUE GOSTOSO, METE TUDO NO MEU CU. Carlos correu e ficou atrás, cuspiu no cu dela e, de uma só vez, enfiou até o fundo. Isso fez ela gritar, mas com ainda mais tesão ela começou a rebolar a bunda. Enquanto isso, Andrés não parava de chupar os peitos dela. Andrés saiu de baixo da Sandra e enfiou o pau na boca dela; ela chupava sem parar até que vi a boca dela encher de porra. Carlos virou ela de barriga pra cima e começou a meter na buceta, enquanto Sandra continuava chupando o pau do Andrés, que nunca perdeu a ereção. Depois de alguns minutos, Andrés sentou, e Sandra montou nele com um sobe e desce constante; nunca a tinha visto com tanta energia. Ela pegou Carlos pela cintura e começou a chupar o pau dele, recebendo a segunda dose de porra na boca. A porra escorria da boca dela e caía nos peitos enquanto ela continuava cavalgando no pau do Andrés. Nessa altura, eu já tinha gozado no chão da cozinha, me masturbando como um louco. então vi a cara do Andrés e soube que tinha enchido a buceta da Sandra de porra, e ela também percebeu. Sentaram os três um momento pra descansar. SANDRA: GALERA, MUITO GOSTOSO TUDO, MAS JÁ TÊM QUE IR. Andrés e Carlos se vestiram, e ela acompanhou eles nua até a porta, deu um beijo na boca em cada um e eles foram embora. Vinha vindo pro quarto e eu via a porra do Andrés escorrendo pelas pernas dela. Ao passar pela cozinha, me viu de calças abaixadas e se assustou. SANDRA: TAVA VENDO TUDO, SEU CORNO? EU: ABSOLUTAMENTE TUDO. SANDRA: E O QUE ACHOU? EU: VOCÊ É A MELHOR VADIA QUE JÁ VI NA VIDA. Peguei ela pelo braço e empurrei contra a bancada da cozinha, virei ela de costas, inclinei e com um só empurrão meti tudo. Tava inundada de porra, então entrava bem macio. Agarrei ela pelo cabelo e comecei a meter o mais forte que podia. EU: VOCÊ É UMA VADIA MESMO. SANDRA: AAAAH, SOU SUA VADIA. EU: E DOS MEUS AMIGOS TAMBÉM. SANDRA: SIIIIM, TAMBÉM DOS SEUS AMIGOOOOOS AAAAH. Não demorei nada pra gozar e enchi a buceta dela de porra quente de novo. Depois desse dia, já aconteceu muita coisa, e eu adoro demais ver ela dando pra outros caras. Sandra transa com vários homens escondido, achando que eu não sei, mas muitas vezes eu espio ela sem que perceba.
Tudo começou numa noite que a gente decidiu sair pra tomar uns drinks com uns amigos. Era eu, Sandra, mais 3 casais e 2 amigos solteiros. Fomos pra uma balada, pedimos cerveja e uma garrafa de tequila. A gente dançava, ria e trocava de par pra continuar dançando. A noite passou voando e, sem perceber, já eram 3 da manhã e a balada tava fechando. A gente conversou pra ver se continuava em algum lugar, mas um dos casais falou que já tava muito bêbado e ia descansar. Os mais animados pra continuar eram Carlos e Andrés, os dois solteiros, e meu melhor amigo Pablo, mas a esposa dele não queria. No fim, Pablo disse que ia deixar a mulher em casa e depois encontrar a gente. Por comodidade, sugeri que fôssemos pra minha casa, e foi o que fizemos. Pegamos um táxi.
No caminho, compramos mais cerveja e mais uma garrafa de tequila. Quando chegamos em casa, colocamos música baixa pra dar pra ouvir a conversa. Sandra foi na cozinha pegar uns copos e tava meio cambaleando porque já tinha bebido um pouco. Percebi que Carlos e Andrés não tiravam os olhos da bunda dela enquanto ela ia buscar os copos, mas, em vez de me incomodar, senti um certo tesão. Sandra voltou, abrimos umas cervejas e servimos mais doses. Começamos a conversar e rir de um monte de besteira que vinha na cabeça. Sandra já tava bem bêbada e começou a ficar mais à vontade com Carlos e Andrés — toda vez que eles falavam alguma merda, ela ria e dava em cima. um tombo ou ela ia cair em cima deles enquanto ria, e como já tava bêbada, não conseguia segurar bem o corpo. Numa dessas, ela escorregou em cima do Andrés e eu vi que, pra evitar que ela se machucasse, ele agarrou ela pelos peitos. Na hora, ela falou entre risadas, batendo na mão dele: "NÃO VAI SE APROVEITAR DA SITUAÇÃO". Todo mundo riu e a gente continuou conversando. Levantei pra ir no banheiro, depois de mijar, vieram milhares de imagens na minha cabeça da minha mulher dando pra meus amigos, e eu fiquei de pau duro. Saí do banheiro devagar, sem ninguém perceber, e entrei na cozinha, que tinha uma janela com vidro espelho, onde eu via tudo que eles faziam, mas eles não me viam. A Sandra tava sentada no meio dos dois, riam pra caralho, o Carlos acariciava a coxa dela enquanto o Andrés falava no ouvido dela. Sem mais, eu saí, e eles tentaram disfarçar, mas a Sandra nem se mexeu — acho que era por causa da bebedeira. Dei a mão pra Sandra pra ajudar ela a levantar e falei pra ela ir pro quarto trocar de roupa e vestir algo confortável. Ela demorou muito pra voltar, então falei pros caras que ia ver o que tinha acontecido. Quando entrei, ela tava pelada, sentada na cama, e quando me viu, disse que não sabia o que vestir, que todos os pijamas dela eram muito curtos e que queria continuar bebendo com a gente, mas tava com vergonha de sair com roupa tão curta e os caras verem ela. Foi aí que o tesão me dominou e eu falei pra ela vestir o que quisesse, que a gente tava na nossa casa e que, se eles se incomodassem, era só vazar. Ela sorriu e disse: "cê tem razão", e pegou um conjunto de pijama que era uma calcinha fio dental e uma blusa de costas nuas, vermelha, de tecido bem transparente, que deixava os bicos dos peitos quase totalmente à mostra. Ela saiu e eu fui atrás, mas entrei na cozinha. O Carlos e o Andrés tavam distraídos conversando e não perceberam até ela parar na frente deles. Quando viram ela, quase caíram os olhos pra fora, ficaram sem palavras. Por vários segundos, Sandra fez eles reagirem, decidida.
SANDRA: ME ABRAM ESPAÇO PRA EU SENTAR.
Os dois se afastaram e ela sentou no meio deles. Não paravam de olhar pras tetas dela e já dava pra ver o volume na calça. Deixei eles sozinhos por alguns minutos pra se deleitarem sem se preocupar com a minha presença e, como era de esperar, o Andrés não se segurou.
ANDRÉS: VOCÊ TEM UNS MAMILOS LINDOS.
SANDRA: DÁ PRA VER BEM.
Respondeu entre risadas.
CARLOS: O SUFICIENTE PRA DAR VONTADE DE DAR UMA MORDIDINHA.
Sandra soltou uma gargalhada e nessa hora eu entrei.
EU: DO QUE TÃO RINDO? EU TAMBÉM QUERO SABER A PIADA.
Os dois ficaram nervosos e Sandra tentou levantar, mas teve que se segurar no Carlos. Foi pro banheiro e os caras não tiravam os olhos dela, porque a bunda dela tava toda de fora. Quando voltou, falei pra ela pegar mais cervejas da geladeira. Levantei e fui até a cozinha. Quando cheguei, ela tava inclinada com a bunda pra cima, procurando as cervejas. Os lábios da buceta dela apareciam por baixo da calcinha, então puxei a calcinha de lado e, surpresa: ela tava toda molhada.
EU: QUE QUE HOUVE? POR QUE TÁ ASSIM, TÃO MOLHADA?
SANDRA: VER OS CARAS ME OLHANDO TANTO ME DEIXA MUITO EXCITADA.
EU: QUER BRINCAR COM ELES?
SANDRA: O QUE VOCÊ QUER BRINCAR?
EU: QUERO QUE VOCÊ PROVOQUE ELES PRA CARALHO E SE MOSTRE UM POUCO MAIS.
SANDRA: MAS ISSO VAI ME DEIXAR AINDA MAIS EXCITADA E DEPOIS EU NÃO VOU CONSEGUIR ME SEGURAR.
EU: BOM, A GENTE VÊ O QUE ACONTECE.
Antes dela sair da cozinha, levantei mais a calcinha dela e enfiei entre os lábios da buceta pra ficar tudo pra fora. Aí mandei ela levar as cervejas pra eles. Assim que viram ela, não conseguiam disfarçar. Ela entregou as cervejas e sentou na frente deles de pernas abertas. Conversaram um pouco, mas já não fluía mais. Aí eu saí e falei que tava cansado. Na hora, o Carlos disse que o melhor era eles irem embora pra gente descansar. Mas eu falei que não, que ficassem mais um pouco, que a Sandra ainda não... Tava com sono, mas dava pra continuar bebendo e conversando com ela. Fui pro quarto e Sandra veio atrás de mim. Ela disse que não queria ficar sozinha com eles porque não sabia o que podia rolar. Eu respondi que ela podia fazer o que quisesse. Ela não tava muito segura e falou que uma coisa era provocar eles de brincadeira, outra bem diferente era transar com eles, e que sabia que, se ficasse sozinha, não ia conseguir se controlar, muito menos controlar eles. Dei um beijo nela e falei que podia ir tranquila, que eu sabia que não ia acontecer nada que ela não quisesse. Ela saiu meio nervosa, foi e sentou de novo na frente deles. Eu saí mais atrás e entrei na cozinha. Não passou nem 2 minutos quando ouvi: CARLOS: DESCULPA SER TÃO DIRETO, MAS NÃO CONSIGO PARAR DE OLHAR PRA SUAS TETAS. SANDRA: ACHO MELHOR EU VESTIR ALGO MAIS TAPADO PRA NÃO DISTRAIR VOCÊS. ANDRÉS: NÃO, ASSIM VOCÊ TÁ MUITO GOSTOSA, MELHOR AINDA, QUE TAL DEIXAR A GENTE VER UM POUCO MAIS? SANDRA: HAHAHAHA, DO QUE CÊ TÁ FALANDO? ANDRÉS: CÊ SABE BEM DO QUE TÔ FALANDO, DAQUILO QUE CÊ MOSTROU ANTES, AQUELES LÁBIOS DELICIOSOS QUE TAVAM PRA FORA DA CALCINHA. SANDRA: HAHAHA, QUE VERGONHA, GENTE, NEM VI QUANDO ACONTECEU. CARLOS: SABE QUE É, A NOITE INTEIRA CÊ TÁ PROVOCANDO A GENTE, NÃO VEM COM ESSA DE INOCENTE AGORA. SANDRA: HAHAHA, NÃO, CÊS TÃO LOUCOS? HAHAHA, TÁ BOM, O QUE CÊS QUEREM VER? CARLOS: TUDO. ANDRÉS: TUDO. Nessa hora, vi Sandra tirar a blusa completamente e jogar pra trás. Ela se ajoelhou no sofá, virou de costas pra eles, ficou de quatro e abaixou a calcinha. SANDRA: FELIZES? Sem dizer uma palavra, os dois se jogaram em cima dela e começaram a passar a mão nela toda. Carlos virou ela e começou a beijar ela, enquanto Andrés chupava as tetas dela. Depois, ele desceu e começou a chupar a buceta dela, enquanto ela gritava e gemia. Sandra se levantou, tirou as calças dos dois e se ajoelhou no meio deles. Os dois tinham a pica de tamanho médio, mas a do Andrés era mais grossa, parecia um... plátano torcido e com uma cabeça pontuda e o tronco bem mais grosso, enquanto a do Carlos era o oposto: uma cabeça enorme que parecia um cogumelo e o tronco fino. Sem hesitar, começou a chupar uma e depois a outra. Às vezes tentava enfiar as duas na boca, mas não conseguia. Depois de alguns minutos, Andrés a levantou e colocou ela de quatro no móvel. Vi como aquela rola grossa foi abrindo caminho na buceta da Sandra. Ele começou a meter com força bruta, arrancando gemidos deliciosos dela, que Carlos abafava enfiando o pau na boca dela até a garganta, porque dava pra ouvir como ela engasgava. CARLOS: QUE GOSTOSA, VOCÊ CHUPA. ANDRES: E NEM PRECISA FALAR DO APERTADINHO E QUENTINHO QUE É A BUCA DELA. Andrés dava tapas na bunda dela que ecoavam por cada canto da casa, e Sandra só gemia e ficava mais excitada. SANDRA: ME DÊ MAIS, ME DÊ FORTE. Andrés parou por um momento, e Sandra imediatamente o derrubou no móvel, montou nele e começou a cavalgar numa velocidade impressionante. SANDRA: CARLOS, NÃO FICA SÓ OLHANDO, METE NO MEU CU. AAAAAH, QUE GOSTOSO, METE TUDO NO MEU CU. Carlos correu e ficou atrás, cuspiu no cu dela e, de uma só vez, enfiou até o fundo. Isso fez ela gritar, mas com ainda mais tesão ela começou a rebolar a bunda. Enquanto isso, Andrés não parava de chupar os peitos dela. Andrés saiu de baixo da Sandra e enfiou o pau na boca dela; ela chupava sem parar até que vi a boca dela encher de porra. Carlos virou ela de barriga pra cima e começou a meter na buceta, enquanto Sandra continuava chupando o pau do Andrés, que nunca perdeu a ereção. Depois de alguns minutos, Andrés sentou, e Sandra montou nele com um sobe e desce constante; nunca a tinha visto com tanta energia. Ela pegou Carlos pela cintura e começou a chupar o pau dele, recebendo a segunda dose de porra na boca. A porra escorria da boca dela e caía nos peitos enquanto ela continuava cavalgando no pau do Andrés. Nessa altura, eu já tinha gozado no chão da cozinha, me masturbando como um louco. então vi a cara do Andrés e soube que tinha enchido a buceta da Sandra de porra, e ela também percebeu. Sentaram os três um momento pra descansar. SANDRA: GALERA, MUITO GOSTOSO TUDO, MAS JÁ TÊM QUE IR. Andrés e Carlos se vestiram, e ela acompanhou eles nua até a porta, deu um beijo na boca em cada um e eles foram embora. Vinha vindo pro quarto e eu via a porra do Andrés escorrendo pelas pernas dela. Ao passar pela cozinha, me viu de calças abaixadas e se assustou. SANDRA: TAVA VENDO TUDO, SEU CORNO? EU: ABSOLUTAMENTE TUDO. SANDRA: E O QUE ACHOU? EU: VOCÊ É A MELHOR VADIA QUE JÁ VI NA VIDA. Peguei ela pelo braço e empurrei contra a bancada da cozinha, virei ela de costas, inclinei e com um só empurrão meti tudo. Tava inundada de porra, então entrava bem macio. Agarrei ela pelo cabelo e comecei a meter o mais forte que podia. EU: VOCÊ É UMA VADIA MESMO. SANDRA: AAAAH, SOU SUA VADIA. EU: E DOS MEUS AMIGOS TAMBÉM. SANDRA: SIIIIM, TAMBÉM DOS SEUS AMIGOOOOOS AAAAH. Não demorei nada pra gozar e enchi a buceta dela de porra quente de novo. Depois desse dia, já aconteceu muita coisa, e eu adoro demais ver ela dando pra outros caras. Sandra transa com vários homens escondido, achando que eu não sei, mas muitas vezes eu espio ela sem que perceba.
5 comentários - Transformei minha esposa numa puta