Uns anos atrás, numa conta antiga, escrevi um conto sobre minha primeira experiência de sexo virtual. Roubaram e ficou rodando por aí. Fiquei puta, mas no fim nem liguei tanto. Outro dia vi um short de uma usuária que me fez lembrar disso, então decidi republicar com outro título. Essa primeira vez me fascinou. Não dava muito crédito pra essa prática. Mesmo tendo continuado fazendo com muita gente, só aproveitei de verdade com um único cara, que não é o dessa ocasião. Que química sexual a gente tinha! Simplesmente fluía; nada forçado. Nunca soube dele além do apelido, e não dediquei nenhum post a ele. Mas como aquele filho da puta me usava pra gozar, haha. Assim que acabava, arrumava qualquer desculpa e sumia elegantemente. Mas tudo bem, sem problemas. Mando um beijinho na pica dele... 😚 Sempre que publico um conto, fico muito excitada. Às vezes fico conectada só vendo o contador de visitas subir; ler os comentários, os chats, e tudo isso me deixa mais tesuda! Pode ser que no dia que posto, role uma briga com meu namorado, ou que eu esteja meio carente, como na sexta passada... Minhas amigas e meu namorado tinham saído (eu moro com elas, e nossos namorados sempre vêm, é meio que a casa deles também). Fiquei porque tava com dor de cabeça. Tomei uma cafiaspirina e um copo de coca, e como tava sozinha, comecei a responder umas mensagens, que no fundo eram "cantadas de punheteiro", tipo: "Já quero te estuprar, putinha... Arrebentar esse seu cu e encher de porra..." etc. O que não me incomoda, eu curto sexo pesado e dominante, o malandro bandido. Mas teve uma que me desconcertou, porque fugia totalmente desse padrão. Foi diferente, sei lá, como se ele me chamasse, dissesse algo bonito, me pegasse pela mão e me levasse pro chat. Aceitei por curiosidade. Com o tesão que tava, sabia que não ia conseguir falar de outra coisa senão de pica, mas também não queria parecer tão puta e fácil, então tentei disfarçar o máximo que pude. Que eu pude. Conversei com alguns caras (bem cagões, por sinal), mas nunca tinha feito um chat quente. Achava isso... digamos, improvável, porque você escreve ou se masturba, né? Senão, como faz? Mas enquanto esse cara me cantava, eu ia ficando mais e mais molhada. Estavam prestes a me comer virtualmente pela primeira vez, e eu nem imaginava. E foi tão real!... Ou eu estava muito excitada, sei lá. Mas dizem que a mente não distingue realidade de ficção, então... Entrei na casa dele, e ele começou a acariciar meu ego com uma língua que percorria minhas costas, meu pescoço, meus mamilos...: "Linda...", "Adoro seus contos...", "Princesa", "Deusa...". Ele disse que, pelo visto, eu gostava muito de "coisa selvagem" (acho que se referia à pica), mas que o que eu realmente procurava era amor... Falou de carinhos e afeto, e me imaginei sentada na cama dele, trocando beijinhos esquimós e selinhos (adoro esse tipo de carinho). Ele disse que ia me dar amor, mas também sexo duro, na medida certa, que é metade metade. Tipo me esquentar bem com beijos em algum lugar público, e depois me fazer chupar ele atrás de uma árvore, ou me levar pra uma obra e me dar uma daquelas fodas rápidas e furtivas. Cada parágrafo dele fazia meu sangue ferver, e eu ia me despindo na minha cama como num strip poker. Ele me perguntou do que eu gostava, e não tive coragem de dizer que adoro chupar e que me comam no cu. Sempre começo assim. Primeiro finjo que nunca vi uma pica, que não sei bem o que fazer. Se é grande, eu falo, isso eles adoram (embora nunca tenha visto uma menor que meus dez centímetros, dura). Não beijo porque não me inspira amor. Sei que, por mais "amor" que tenha, vão meter ela à força na minha boca e no meu cu, e não vão ligar pro meu desconforto nem pra minha dor. "É o estilo do mundo...", diria uma amiga. Eu gosto de cheirar. Sou uma mulher, gosto do cheiro de pica, de macho. Gosto de lamber, uso muito a língua, enquanto vou encostando minha bunda na dele. manos... No melhor que eu tava imaginando aquela rola, ouço meu namorado e minhas amigas chegando (!), batendo latas de cerveja umas nas outras, gritando e rindo. Me cobri rápido com o lençol porque tava de lingerie. E pra piorar, contei pro cara do chat o que tava rolando do meu lado do espelho. Falei que meu namorado sabe que tenho um perfil aqui, e que eu fico excitada escrevendo e lendo contos, comentários dos meus "puteiros de pornô", como ele chama debochando. Mas que ele não lê nada do que escrevo porque não gosta. E ele me disse:
_"Eu te sentaria em cima de mim, e faria você ler tudo que escreveu, enquanto beijo seu pescoço... E você sente como vai me excitando com cada detalhe..."_
Ah... Isso fez meu gozo ferver!
Só por essa frase que me fez imaginar exatamente como eu tava: de calcinha e sutiã (talvez com uns óculos de intelectual inocente), sentada na rola dura dele, lendo pra ele (!), decidi entregar a bunda na hora. Não podia, óbvio, mas tava tão hipnotizada que realmente sentia que tava ali com ele. Ele mandou uma foto da rola dele escorrendo com esse comentário:
_"Aqui você se sentaria pra ler pra mim, olha..."_
Engoli seco. Queria chupar ela!!! Tomar o gozo dele, tudo que ele quisesse!!!
Nisso, meu namorado apareceu na porta, e ao ver que eu não tirava os olhos do celular, voltou pra sala.
Contei pro cara do chat. Meu coração fazia meus peitos tremerem.
A interrupção fez ele sugerir parar pra outra hora, mas eu cravei as unhas nele igual uma gata no cio.
_"NÃO!!! AGORA!!!", escrevi num grito._
Não podia me deixar assim. Pedi pra ele continuar, falar dos meus contos se quisesse, sei lá. Ele gostou que eu enfiasse bolinhas no cu de novinha, e que me comessem no mato, em cima do capô de um carro, e me fizessem gozar igual uma puta no radiador.
Ele perguntou como eu era na cama. Toda hora fazia perguntas que eram como cubos de gelo na minha buceta ardente. E eu falei já sem voltas, e para que me pegasse de uma vez, que eu era uma cachorra submissa. E que com seus modos, com certeza me faria de sua putinha. (Que puta!!!). Mas o empurrãozinho funcionou, porque ele me disse: _"Outras vezes a gente podia ver um filme, enquanto você chupa minha pica e eu te puxo pelo cabelo. Você tira todo meu leite, e a gente se beija. E eu falo: Que puta você é...!". Eu ouvia as risadas das minhas amigas e chupava meus próprios fluidos dos dedos, mordendo eles de ansiedade. Um tique involuntário que tenho quando tô excitada. Meu namorado tava na sala de jantar e eu tava chupando a pica de um cara numa sala de estar sei lá onde. Me descobri porque comecei a suar, a adrenalina queimava meu corpo. Tudo isso era novíssimo pra mim: _"Sim, chupo ela... Chupo PRA CARALHO... Sou sua puta...", escrevi entre gemidos. _"Isso sim. Não consigo evitar de morder. Adoro! Eu morderia seus lábios, seu pescoço, seus mamilos, sua bunda...". Abri os olhos como se ele tivesse cravado os dentes na minha bunda. Eu também adorava morder! Porque sou possessiva, como minha psicóloga fala. E esse era outro possessivo! Voltei pra sala de estar dele e mordisquei a pica dele, com a pressão certa de um aviso. Pra ele saber que aquela pica agora era minha. Aí ele me puxou pelo cabelo e disse: _"Não morde tão forte, ou você fica sem leite...". Ai, quase gritei... Que filho da puta! Soltei o celular e apertei meus peitos, belisquei meus mamilos, e me toquei na minha coisinha que fazia barulho de brinquedo molhado. Ele bateu com a pica na minha cara, e disse pra eu não gritar, porque meu namorado ia me ouvir. Sinceramente, tava pouco me fodendo meu namorado! Se ele entrasse e me visse agarrada na pica desse sátiro, ia ter que me arrastar pelos tornozelos pra eu soltar. Comecei a lamber ela que nem uma gata. Ele enfiou até minha garganta e eu me contorci de prazer. Minha cama rangeu. Me toquei de novo. Tava melada! Falei pra ele, por favor, não me deixe esfriar, me mantém assim, quentinha... Ele disse que se eu largasse meu namorado e Eu ia morar com ele, não ia faltar pau nem porra nem mordidas. Falei pra ele não me tirar do momento, que eu queria gozar AGORA!!!, ou fazer ele gozar. Me falar o que fazer, o que dizer, sei lá... Tava desesperada! Não acreditava que dava pra ficar tão excitada assim com um simples chat! Ele disse pra eu implorar pra ele me fazer de putinha dele, implorar pra ele me fazer gozar na minha cama, e deixar minha bunda bem cheia de porra.
_"Me faz sua putinha...", eu implorei tremendo, "Enche minha bunda de porra, por favor...".
Ele disse pra eu implorar pelo meu pratinho de porra. Pensei nos gatos. A puta sempre morde a gata na nuca quando fode. Pra ela não escapar, acho. Por isso ela grita, de prazer e de dor.
De repente ele tava sentado na frente do computador e eu apareci na porta do quarto dele, descalça e com minha calcinha molhadinha, minhas orelhinhas de gatinha, e meu plug anal com o Booty bem enfiado no cu. Com meus olhos verdes sombreados estilo egípcio, e até o nariz pintado de preto. E meus lábios e unhas de vermelho, porque ele deixou claro que é a cor que ele mais gosta, e a única que eu poderia usar.
Miaulei pra ele porque gatas não falam.
_"Miau...".
Ele me chamou com o pau:
_"Vem, Blondie... Vem, minha gatinha... Vem tomar sua porra...".
Me aproximei de quatro pra lamber o pau do meu novo dono. Ele acariciou meu cabelo e disse que agora eu ia ser a gatinha mais feliz do mundo porque ele ia cuidar de mim e não ia faltar nada. E nunca mais ia me largar.
Continuei chupando, porque eu realmente queria meu alimento.
_"Que gostoso..., né, gatinha?... Lambe minhas bolas...".
Obedeci, como a putinha treinada que sou, mexendo de vez em quando meu tiny ass plug. Ele deu um tapa na minha bunda que deixou ela vermelha. E chupei desde os ovos até a barriga.
Ele perguntou se eu era uma gatinha boazinha, e eu disse que não, que era malvada. Ele disse que já sabia, e que por isso ia me comer bem gostoso. E apertou meus mamilos com força com os dedos.
_"Aiiii...!"
_"Já tá bem molhadinha minha gatinha?..."
Minha Musculosa e minha tanga estavam um molho. Eu estava muito quente e muito molhada. Na minha cama tinha um cheiro inconfundível de puta infiel... Falei pra ele que não aguentava mais. Que por favor me comesse, que me comesse JÁ!!!! _"Como você me quer? De quatro? No chão? Em cima de você?... Me fala!...". Nunca tinha implorado por uma punheta... Estava entregue demais, fora de mim. Ele disse pra eu subir em cima dele, porque gostava de ver a cara de prazer das vadias que comia. Tirei a calcinha e subi como ele mandou, de frente, apoiando meus braços nos ombros dele. Ele apertou minha bunda e enfiou o plug com os dedos. Beijei ele e lambi o rosto dele como uma felina. Ele tirou a camiseta e chupou meus peitos e meu pescoço, mordendo eles. Inevitavelmente, esfreguei toda minha excitação na barriga dele. Pedi desculpas, e ele disse que não importava, que aquela era a marca do cio da gata dele. Ele arreganhou minha bunda de novo, e começou a puxar devagar a bota do plug. Quando tirou, colocou a pica na porta do meu buraquinho, e começou a esfregar pra me fazer desejar mais. _"Mete ela, por favor...", implorei entre ronronados. Comecei a miar enquanto esfregava a bunda naquela pica, fazendo cara de gatinha aflita: _"Miau... Miau... Miau...". Ele não metia. Queria que eu ficasse literalmente louca. _"Por favor... Tô molhadíssima... O que você quer que eu faça? Só fala. Eu fico de quatro? Mio mais? Como 'whiskas' do potinho??" Falei isso porque toda essa situação me lembrou uma vez que o Diego chegou com dois daqueles potinhos pra água e comida, um saquinho de ração, e uma coleira. Meu cachorro já tinha tudo isso. Mas ele disse: _"Não. Isso é pra você...". Algumas daquelas noites, que eu fugia de casa pra ficar com ele, ele colocava a coleira em mim e me levava de quatro até os potinhos, cheios no chão, e ordenava: _"Come...". E eu pensava na minha nonna, que era uma super cozinheira italiana. E a neta dela tava comendo ração de cadela... do chat, ele enfiou a cabeça da pica dele e deixou eu enfiar sozinha, devagarzinho, até engolir tudo. Suspirei. Ele passou a mão na minha frente e me fez chupar meu próprio gozo dos dedos dele. Fechei os olhos jogando a cabeça pra trás. Dava pra sentir aquela pica... Juro que dava pra sentir...!!! Me remexi, e comecei a acelerar o ritmo cada vez mais. Ele percebeu que eu tava me segurando pra gozar, porque sou uma gatinha precoce. Então ele sussurrou no meu ouvido:
_"Não se segura, putinha, goza quantas vezes quiser..."_
Comecei a me mover mais rápido, a gemer e a dar sentadas mais fortes, enquanto ele me mordia toda: os peitos, os ombros, o pescoço...
_"Isso, me morde!!!! Que todo mundo saiba que eu tenho um macho possessivo!!!!"_
Ele parou. Me segurou pelos ombros e perguntou:
_"Não tem vergonha de andar marcada?..."_
_"Não. Porque finjo ser santinha, mas na cama sou bem submissa... E no chão também, e na cadeira, e no carro, e onde você quiser..."_
_"Caralho! Sabe o que eu daria pra você ser minha?..."_
_"Já sou sua. Chupei sua pica, me arrastei fantasiada de gatinha pra você, com meu namorado na sala!!! E agora você tá ME comendo... Já sou sua mulher. Só me ama e me trata bem. Que nem agora."_
Ele apertou minha bunda com as duas mãos, e abriu um pouco, encaixando a pica.
_"Amo sua bunda, gatinha linda!"_
_"E onde você vai gozar? No meu cuzinho de gatinha ou na minha boquinha??..."_
_"Escolhe você onde quer o gozo."_
_"No cu."_
Nem toda mulher engole gozo, mesmo que sempre peçam. Mas quando enfiam no seu cu, e gozam dentro, te fazem verdadeiramente delas, como o Nico dizia.
_"Vai, putinha, mexe essa bunda. Tira todo o meu gozo..."_
Comecei a me mover de novo, me esfregando no travesseiro, abraçando ele com as pernas como quando era adolescente e sonhava que um desses machos tarados me possuía. Queria que ele gozasse primeiro. Ele me agarrou pelo cabelo e jogou minha cabeça pra trás pra chupar meus peitos; me mordiscou de novo mamilos, me deu uma tremedeira no cu, e sem me soltar, me fez tomar meus próprios fluidos de novo. Tava com a boca seca, então chupei os dedos dele com vontade, lambi tudo, e senti aquela pulsação conhecida de uma pica antes do gozo. Apertei o pau dele com o cu e senti aquelas cócegas no umbigo quando a porra borbulha dentro de mim.
Gozei em cima dele, e caí exausta por cima, enrolando os braços no pescoço dele. Nossos corpos ficaram grudados com meu gozo, e meu cu com o dele. Ele me beijou. E quando abri os olhos e peguei o celular de novo, tinha uma foto de uma gozada em cima da mesa dele, e um monte de gotas ao redor.
_"Você mereceu, putinha!", dizia.
Fechei os olhos de novo e lambi a tela do celular, me contorcendo de prazer ao imaginar que ele me pegava pela nuca e passava minha cara toda naquela poça, me obrigando a limpar com a língua.
_"Eu te sentaria em cima de mim, e faria você ler tudo que escreveu, enquanto beijo seu pescoço... E você sente como vai me excitando com cada detalhe..."_
Ah... Isso fez meu gozo ferver!
Só por essa frase que me fez imaginar exatamente como eu tava: de calcinha e sutiã (talvez com uns óculos de intelectual inocente), sentada na rola dura dele, lendo pra ele (!), decidi entregar a bunda na hora. Não podia, óbvio, mas tava tão hipnotizada que realmente sentia que tava ali com ele. Ele mandou uma foto da rola dele escorrendo com esse comentário:
_"Aqui você se sentaria pra ler pra mim, olha..."_
Engoli seco. Queria chupar ela!!! Tomar o gozo dele, tudo que ele quisesse!!!
Nisso, meu namorado apareceu na porta, e ao ver que eu não tirava os olhos do celular, voltou pra sala.
Contei pro cara do chat. Meu coração fazia meus peitos tremerem.
A interrupção fez ele sugerir parar pra outra hora, mas eu cravei as unhas nele igual uma gata no cio.
_"NÃO!!! AGORA!!!", escrevi num grito._
Não podia me deixar assim. Pedi pra ele continuar, falar dos meus contos se quisesse, sei lá. Ele gostou que eu enfiasse bolinhas no cu de novinha, e que me comessem no mato, em cima do capô de um carro, e me fizessem gozar igual uma puta no radiador.
Ele perguntou como eu era na cama. Toda hora fazia perguntas que eram como cubos de gelo na minha buceta ardente. E eu falei já sem voltas, e para que me pegasse de uma vez, que eu era uma cachorra submissa. E que com seus modos, com certeza me faria de sua putinha. (Que puta!!!). Mas o empurrãozinho funcionou, porque ele me disse: _"Outras vezes a gente podia ver um filme, enquanto você chupa minha pica e eu te puxo pelo cabelo. Você tira todo meu leite, e a gente se beija. E eu falo: Que puta você é...!". Eu ouvia as risadas das minhas amigas e chupava meus próprios fluidos dos dedos, mordendo eles de ansiedade. Um tique involuntário que tenho quando tô excitada. Meu namorado tava na sala de jantar e eu tava chupando a pica de um cara numa sala de estar sei lá onde. Me descobri porque comecei a suar, a adrenalina queimava meu corpo. Tudo isso era novíssimo pra mim: _"Sim, chupo ela... Chupo PRA CARALHO... Sou sua puta...", escrevi entre gemidos. _"Isso sim. Não consigo evitar de morder. Adoro! Eu morderia seus lábios, seu pescoço, seus mamilos, sua bunda...". Abri os olhos como se ele tivesse cravado os dentes na minha bunda. Eu também adorava morder! Porque sou possessiva, como minha psicóloga fala. E esse era outro possessivo! Voltei pra sala de estar dele e mordisquei a pica dele, com a pressão certa de um aviso. Pra ele saber que aquela pica agora era minha. Aí ele me puxou pelo cabelo e disse: _"Não morde tão forte, ou você fica sem leite...". Ai, quase gritei... Que filho da puta! Soltei o celular e apertei meus peitos, belisquei meus mamilos, e me toquei na minha coisinha que fazia barulho de brinquedo molhado. Ele bateu com a pica na minha cara, e disse pra eu não gritar, porque meu namorado ia me ouvir. Sinceramente, tava pouco me fodendo meu namorado! Se ele entrasse e me visse agarrada na pica desse sátiro, ia ter que me arrastar pelos tornozelos pra eu soltar. Comecei a lamber ela que nem uma gata. Ele enfiou até minha garganta e eu me contorci de prazer. Minha cama rangeu. Me toquei de novo. Tava melada! Falei pra ele, por favor, não me deixe esfriar, me mantém assim, quentinha... Ele disse que se eu largasse meu namorado e Eu ia morar com ele, não ia faltar pau nem porra nem mordidas. Falei pra ele não me tirar do momento, que eu queria gozar AGORA!!!, ou fazer ele gozar. Me falar o que fazer, o que dizer, sei lá... Tava desesperada! Não acreditava que dava pra ficar tão excitada assim com um simples chat! Ele disse pra eu implorar pra ele me fazer de putinha dele, implorar pra ele me fazer gozar na minha cama, e deixar minha bunda bem cheia de porra.
_"Me faz sua putinha...", eu implorei tremendo, "Enche minha bunda de porra, por favor...".
Ele disse pra eu implorar pelo meu pratinho de porra. Pensei nos gatos. A puta sempre morde a gata na nuca quando fode. Pra ela não escapar, acho. Por isso ela grita, de prazer e de dor.
De repente ele tava sentado na frente do computador e eu apareci na porta do quarto dele, descalça e com minha calcinha molhadinha, minhas orelhinhas de gatinha, e meu plug anal com o Booty bem enfiado no cu. Com meus olhos verdes sombreados estilo egípcio, e até o nariz pintado de preto. E meus lábios e unhas de vermelho, porque ele deixou claro que é a cor que ele mais gosta, e a única que eu poderia usar.
Miaulei pra ele porque gatas não falam.
_"Miau...".
Ele me chamou com o pau:
_"Vem, Blondie... Vem, minha gatinha... Vem tomar sua porra...".
Me aproximei de quatro pra lamber o pau do meu novo dono. Ele acariciou meu cabelo e disse que agora eu ia ser a gatinha mais feliz do mundo porque ele ia cuidar de mim e não ia faltar nada. E nunca mais ia me largar.
Continuei chupando, porque eu realmente queria meu alimento.
_"Que gostoso..., né, gatinha?... Lambe minhas bolas...".
Obedeci, como a putinha treinada que sou, mexendo de vez em quando meu tiny ass plug. Ele deu um tapa na minha bunda que deixou ela vermelha. E chupei desde os ovos até a barriga.
Ele perguntou se eu era uma gatinha boazinha, e eu disse que não, que era malvada. Ele disse que já sabia, e que por isso ia me comer bem gostoso. E apertou meus mamilos com força com os dedos.
_"Aiiii...!"
_"Já tá bem molhadinha minha gatinha?..."
Minha Musculosa e minha tanga estavam um molho. Eu estava muito quente e muito molhada. Na minha cama tinha um cheiro inconfundível de puta infiel... Falei pra ele que não aguentava mais. Que por favor me comesse, que me comesse JÁ!!!! _"Como você me quer? De quatro? No chão? Em cima de você?... Me fala!...". Nunca tinha implorado por uma punheta... Estava entregue demais, fora de mim. Ele disse pra eu subir em cima dele, porque gostava de ver a cara de prazer das vadias que comia. Tirei a calcinha e subi como ele mandou, de frente, apoiando meus braços nos ombros dele. Ele apertou minha bunda e enfiou o plug com os dedos. Beijei ele e lambi o rosto dele como uma felina. Ele tirou a camiseta e chupou meus peitos e meu pescoço, mordendo eles. Inevitavelmente, esfreguei toda minha excitação na barriga dele. Pedi desculpas, e ele disse que não importava, que aquela era a marca do cio da gata dele. Ele arreganhou minha bunda de novo, e começou a puxar devagar a bota do plug. Quando tirou, colocou a pica na porta do meu buraquinho, e começou a esfregar pra me fazer desejar mais. _"Mete ela, por favor...", implorei entre ronronados. Comecei a miar enquanto esfregava a bunda naquela pica, fazendo cara de gatinha aflita: _"Miau... Miau... Miau...". Ele não metia. Queria que eu ficasse literalmente louca. _"Por favor... Tô molhadíssima... O que você quer que eu faça? Só fala. Eu fico de quatro? Mio mais? Como 'whiskas' do potinho??" Falei isso porque toda essa situação me lembrou uma vez que o Diego chegou com dois daqueles potinhos pra água e comida, um saquinho de ração, e uma coleira. Meu cachorro já tinha tudo isso. Mas ele disse: _"Não. Isso é pra você...". Algumas daquelas noites, que eu fugia de casa pra ficar com ele, ele colocava a coleira em mim e me levava de quatro até os potinhos, cheios no chão, e ordenava: _"Come...". E eu pensava na minha nonna, que era uma super cozinheira italiana. E a neta dela tava comendo ração de cadela... do chat, ele enfiou a cabeça da pica dele e deixou eu enfiar sozinha, devagarzinho, até engolir tudo. Suspirei. Ele passou a mão na minha frente e me fez chupar meu próprio gozo dos dedos dele. Fechei os olhos jogando a cabeça pra trás. Dava pra sentir aquela pica... Juro que dava pra sentir...!!! Me remexi, e comecei a acelerar o ritmo cada vez mais. Ele percebeu que eu tava me segurando pra gozar, porque sou uma gatinha precoce. Então ele sussurrou no meu ouvido:
_"Não se segura, putinha, goza quantas vezes quiser..."_
Comecei a me mover mais rápido, a gemer e a dar sentadas mais fortes, enquanto ele me mordia toda: os peitos, os ombros, o pescoço...
_"Isso, me morde!!!! Que todo mundo saiba que eu tenho um macho possessivo!!!!"_
Ele parou. Me segurou pelos ombros e perguntou:
_"Não tem vergonha de andar marcada?..."_
_"Não. Porque finjo ser santinha, mas na cama sou bem submissa... E no chão também, e na cadeira, e no carro, e onde você quiser..."_
_"Caralho! Sabe o que eu daria pra você ser minha?..."_
_"Já sou sua. Chupei sua pica, me arrastei fantasiada de gatinha pra você, com meu namorado na sala!!! E agora você tá ME comendo... Já sou sua mulher. Só me ama e me trata bem. Que nem agora."_
Ele apertou minha bunda com as duas mãos, e abriu um pouco, encaixando a pica.
_"Amo sua bunda, gatinha linda!"_
_"E onde você vai gozar? No meu cuzinho de gatinha ou na minha boquinha??..."_
_"Escolhe você onde quer o gozo."_
_"No cu."_
Nem toda mulher engole gozo, mesmo que sempre peçam. Mas quando enfiam no seu cu, e gozam dentro, te fazem verdadeiramente delas, como o Nico dizia.
_"Vai, putinha, mexe essa bunda. Tira todo o meu gozo..."_
Comecei a me mover de novo, me esfregando no travesseiro, abraçando ele com as pernas como quando era adolescente e sonhava que um desses machos tarados me possuía. Queria que ele gozasse primeiro. Ele me agarrou pelo cabelo e jogou minha cabeça pra trás pra chupar meus peitos; me mordiscou de novo mamilos, me deu uma tremedeira no cu, e sem me soltar, me fez tomar meus próprios fluidos de novo. Tava com a boca seca, então chupei os dedos dele com vontade, lambi tudo, e senti aquela pulsação conhecida de uma pica antes do gozo. Apertei o pau dele com o cu e senti aquelas cócegas no umbigo quando a porra borbulha dentro de mim.
Gozei em cima dele, e caí exausta por cima, enrolando os braços no pescoço dele. Nossos corpos ficaram grudados com meu gozo, e meu cu com o dele. Ele me beijou. E quando abri os olhos e peguei o celular de novo, tinha uma foto de uma gozada em cima da mesa dele, e um monte de gotas ao redor.
_"Você mereceu, putinha!", dizia.
Fechei os olhos de novo e lambi a tela do celular, me contorcendo de prazer ao imaginar que ele me pegava pela nuca e passava minha cara toda naquela poça, me obrigando a limpar com a língua.
4 comentários - Meu primeiro sexting (alerta de therian)
No pierdas la fe en la humanidad ni en las mujeres. Si das todo por alguien, que sea porque querés y no esperando algo a cambio.
No sé cuál sea tu intranquilidad pero en una página como esta la única forma de "tranquilizarse" es acabar. La pornografía no es amor.