Parte 8 dessa histĂłria incrĂvel
Minha namorada e os colegas de trabalho (8)
-A Maria me perguntou se a gente queria sair pra jantar com ela e o marido- Me disse a Isa no carro a caminho de casa depois do trabalho.
-Quem Ă© Maria?- perguntei
-A chefe de pessoal-
-NĂŁo sei quem Ă©. VocĂȘ sabe que nĂŁo vejo muito o pessoal do escritĂłrio-
-Deveria. Olha que amizade boa que eu fiz com seus colegas da oficina- disse rindo e fazendo gestos de chupar pica com as mĂŁos.
Desde o dia que tinha feito o primeiro boquete no Ernesto, jå tinham passado duas semanas e as visitas ao banheiro da minha namorada com meus colegas eram diårias. Tinham que fazer turnos pra não chamar atenção entrando todo mundo no vestiårio ao mesmo tempo. Eu acompanhava eles alguns dias, outros ficava fora vigiando pra ninguém desconfiar de nada.
-Talvez eu devesse fazer com a Maria o mesmo que vocĂȘ faz com meus colegas-
-VocĂȘ nĂŁo tem chance nenhuma com essa mulherĂŁo, quando ela ver seu pintinho vai sair correndo-
-VocĂȘ nĂŁo fez isso-
-VocĂȘ me deu pena- Disse com um sorriso- E no final deu tudo certo pra mim. Tenho todas as picas que quero e meu corno em casa pra me cuidar e mimar- completou levando a mĂŁo atĂ© minha coxa e beijando minha bochecha.
-Bom, podia ser legal se uma vez fosse ao contrĂĄrio-
-Nem sonha, amor. Quem curte ver os outros comendo a namorada Ă© vocĂȘ, nĂŁo eu. VocĂȘ Ă© o corno e eu sou a gostosa, deixa isso bem claro- disse levando agora a mĂŁo atĂ© meu pau pra ver se tava duro
-TĂĄ bom. E qual Ă© o plano?
-EntĂŁo, eles nos convidaram pra jantar num restaurante no centro. Ainda nĂŁo falei que sim, tava esperando conversar com vocĂȘ-
-TĂĄ bom, como vocĂȘ quiser-
-A verdade é que preferia ficar com o César e levar uma boa fodida. Adoro chupar a pica deles no intervalo, mas não imagina o tesão que eles me deixam-
-O que vocĂȘ preferir tĂĄ bom pra mim-
-Acho que faz bem ter alguma amizade aqui. Nem tudo vai ser te chifrar, meu amor-
-EntĂŁo fala que sim- âSimâ respondi, tentando esconder minha decepção. Porque eu tambĂ©m preferia ver o CĂ©sar comendo ela do que ir jantar com dois desconhecidos.
âFica tranquilo, amor. Te prometo que o fim de semana nĂŁo acaba sem vocĂȘ ver como enfiam uma rola em mimâ ela disse rindo ao ver minha reação.
Isa ligou pra Maria quando chegou em casa e confirmou que a gente ia jantar com eles. Comemos e tiramos um cochilo até perto das 7, quando nos preparamos pra ir pro jantar.
Eu vesti uma calça jeans, camisa branca e blazer. Queria causar uma boa impressão, afinal era uma chefe da empresa.
Isa vestiu um vestido preto aberto nas costas até quase a bunda e não mais comprido que as coxas, junto com uns saltos pretos também.
âNĂŁo Ă© um pouco exagerado pra um jantar de casais?â perguntei quando ela me beijou ao sair do banheiro assim vestida.
âPode ser que o jantar acabe cedo e eu vĂĄ com meu namorado dançar, tomar uns drinksâ disse enquanto me beijava com paixĂŁo.
âParece bomâ falei entre beijos.
âE procurar uma boa rola pra me foderâ disse se afastando de mim com as mĂŁos enquanto ria.
Pedimos um tĂĄxi e Ă s 9 estĂĄvamos no bar onde combinamos de tomar algo antes do jantar.
Mal tĂnhamos pedido nossas cervejas quando Isa se virou ao ver a Maria. A verdade Ă© que era uma mulher incrĂvel, devia ter quarenta e poucos anos, cabelo totalmente preto e comprido atĂ© o meio das costas, magra e alta, com um corpo claramente trabalhado na academia pela firmeza dos braços e coxas. Ela usava um vestido preto igual ao da minha namorada, mas bem mais discreto, com um decote que deixava ver o começo dos peitos, que deviam ser operados pela firmeza sem sutiĂŁ, nĂŁo eram muito grandes mas tinham uma redondez quase perfeita.
âPrazerâ disse ao me dar dois beijos.
âIgualmenteâ respondi.
âEsse Ă© o Pablo, meu maridoâ disse ela.
O Pablo deu primeiro dois beijos na Isa e depois apertou minha mĂŁo com uma mĂŁo enorme que envolveu a minha por completo.
Era um homem alto e forte, também na casa dos quarenta. Os cinquenta como a esposa dele. Tinha cabelo grisalho e curto, uma barba rala. Vestia uma camisa branca parecida com a minha, cobrindo um torso largo e grande, e uma calça preta.
â Prazer â falei ao cumprimentĂĄ-lo.
Eram um casal muito gente boa. Tomamos umas cervejas antes do jantar, batendo papo de boa, explicamos como tĂnhamos ido parar ali e que nĂŁo conhecĂamos quase ninguĂ©m na cidade.
Depois fomos ao restaurante e jantamos, bebendo umas duas garrafas de vinho. A conversa continuava super tranquila e divertida. Dava pra ver como o Pablo olhava fixo pra minha namorada de vez em quando, mas era normal pelo sexy que ela tava vestida.
â Que tal um drink antes de ir pra casa? â ofereceu a MarĂa depois do jantar.
â TĂĄ bom â respondeu a Isa depois de olhar pra mim e ver que eu concordava.
Tava de boa, e acho que era legal ter um plano de casal "normal".
â Demais â falou a MarĂa.
Ela nos levou a um pub com varanda de frente pra praia, nĂŁo muito longe do restaurante onde tĂnhamos jantado. Sentamos numa mesa da varanda e pedimos quatro drinks, continuando a conversa enquanto o ĂĄlcool subia pra todo mundo.
Teve uns segundos de silĂȘncio, e a MarĂa me olhou com um sorriso estranho.
â Me diz, MartĂn, como vocĂȘ lida com sua mina dando pra seus colegas de trabalho?
â O quĂȘ? â perguntei, surpreso, e olhei pra Isa puto.
â Ela nĂŁo me contou nada. Mas nĂŁo precisa ser muito observadora pra ver como ela entra todo dia no vestiĂĄrio acompanhada de algum dos seus colegas ou de vĂĄrios de uma vez.
â VocĂȘ nos viu? â perguntou a Isa, envergonhada.
â Tem cĂąmeras, gata.
A Isa me olhou envergonhada e assustada com as consequĂȘncias.
â Fica de boa, sĂł eu posso ver essas cĂąmeras. Sou a Ășnica que sabe dos seus joguinhos. Bem, eu e todo mundo que vai com vocĂȘ pro banheiro.
â NĂŁo conta nada, por favor. A gente nĂŁo vai fazer mais â disse minha namorada.
â E por que vocĂȘs iam parar? Eu nunca falei que acho ruim.
A Isa e eu nos olhamos em silĂȘncio, demos as mĂŁos debaixo da mesa e olhamos de â SĂł conheci a Maria.
â SĂł perguntei como teu namorado tĂĄ lidando com isso. Qual Ă© a parada de vocĂȘs? Curte troca de casais?
A Isa mudou a expressĂŁo e relaxou, entendendo as palavras da Maria como um convite.
Eu também fiquei empolgado com a ideia, mas tentei manter a calma e não deixar transparecer a excitação que a possibilidade de foder com a Maria me causava.
â NĂŁo, a gente nĂŁo faz troca de casais. Sou eu que como outros, ele sĂł olha â disse minha namorada, cortando essa possibilidade de uma vez.
â Entendi â falou a Maria, olhando pro marido com um sorriso que nĂŁo soube interpretar. â Que tal a gente tomar a Ășltima lĂĄ em casa? Ă aqui pertinho.
â TĂĄ bom â respondeu a Isa sem me consultar, mas deixando claro que tambĂ©m tava na dĂșvida.
Terminamos as bebidas e saĂmos do bar. Andamos sĂł algumas ruas atĂ© chegar no prĂ©dio deles. Subimos no elevador em silĂȘncio. Eu tava nervoso e dava pra sentir que a Isa, segurando minha mĂŁo, tava na mesma vibe.
â Chegamos â disse a Maria quando o Pablo abriu a porta de casa.
Era uma casa bonita. Entramos direto numa sala enorme, com trĂȘs sofĂĄs em U e uma televisĂŁo gigante. A casa tinha dois andares, mas na sala o pĂ©-direito era duplo e dava pra ver uma passarela no segundo andar com os quartos.
â Muito bonita â falou minha namorada.
â Valeu â respondeu a Maria. â Mas a gente nĂŁo veio pra mostrar a casa.
Ela fez um sinal pro marido, que se aproximou da minha namorada, colocou a mĂŁo nas costas dela, puxou pra perto e beijou ela. Apesar da surpresa inicial, a Isa correspondeu ao beijo, brincando com a lĂngua do Pablo do meu lado.
â VocĂȘ pode sentar ali â me disse a Maria, apontando um dos sofĂĄs.
Concordei e fui pro sofĂĄ enquanto a Isa continuava se beijando com o Pablo perto da porta de entrada. A Maria ficou do lado deles e passou a mĂŁo nas costas do marido. Ele se virou, agarrou a esposa com a outra mĂŁo, sem soltar minha namorada, e beijou ela com a mesma vontade que tava beijando a Isa.
A Isa parecia sem graça e meio perdida. a situação, mas ela se deixava levar.
Pablo passava de uma mulher pra outra, segurando as duas com os braços.
Maria estendeu a mão até o braço da minha namorada e começou a acariciå-la enquanto ela se beijava com Pablo. Ela então contornou a Isa e ficou atrås dela, pegou as alças do vestido dela e as puxou pelos braços, fazendo o vestido cair até a cintura.
Pablo e Isa continuavam se beijando, enquanto Maria estava atrĂĄs da minha namorada, agora agarrando os peitos dela por cima do sutiĂŁ.
â Mmm â gemeu minha namorada com o toque de Maria.
Nossa chefe soltou o sutiã da minha namorada, deixando os peitos dela livres para o marido levar à boca, fazendo minha namorada gemer ainda mais. Depois, puxou o vestido de Isa, que ainda estava na cintura, para levå-lo até o chão e mostrar que minha namorada não estava de calcinha.
â JĂĄ veio preparada, PromĂscua â disse Maria, descendo a mĂŁo atĂ© a buceta dela por trĂĄs.
Isa sĂł conseguiu responder gemendo com a mĂŁo de Maria na sua buceta e Pablo passando a boca de um peito para o outro.
Eu olhava do sofĂĄ, a uns cinco metros de distĂąncia, com meu pau durĂssimo ainda dentro da calça.
Pablo puxou a mĂŁo da minha namorada atĂ© levĂĄ-la ao sofĂĄ que ficava bem na frente de onde eu estava sentado. A roupa de Isa ficou abandonada na entrada, e sĂł sobraram os saltos dela. Nossos anfitriĂ”es, com toda a roupa ainda vestida, sentaram-se um de cada lado da minha namorada e continuaram com as carĂcias no corpo dela.
â Ah, porra â gemia Isa.
Pablo a beijava, e Maria acariciava o corpo dela. EntĂŁo ele desceu a boca atĂ© os peitos da minha namorada, e Maria virou o rosto dela para meter a lĂngua na boca dela. Se Isa teve alguma dĂșvida sobre beijar outra mulher, com certeza nĂŁo demonstrou. Aceitou o beijo da nossa chefe com paixĂŁo e entrou no jogo de lĂnguas.
Continuaram com beijos e carĂcias. Agora todos se beijavam: Pablo com a esposa e minha namorada, e as duas mulheres entre si. Mas a Ășnica que continuava nua e recebendo a atenção das mĂŁos era Isa. Ela se deixava fazer.
Pablo foi o próximo a começar a tirar a roupa. Primeiro a camisa, deixando à mostra o torso forte e bem peludo, e depois a calça, marcando um baita volume, que minha namorada não perdeu tempo em pegar com a mão.
â CĂȘ gosta da pica do meu marido? â perguntou Maria
â Hum-hum, parece grande.
â Vai, PromĂscua, chupa ela â disse Maria, empurrando minha namorada suavemente para o chĂŁo.
Isa se ajoelhou entre as pernas de Pablo e começou a lamber o volume dele por cima da cueca.
Maria se aproximou do marido e se beijaram enquanto Isa lambia o volume dele.
â Para de lamber e começa a chupar â disse Pablo
Isa concordou e puxou a cueca de Pablo para baixo, deixando no ar uma pica grande e grossa, embora um pouco menor que a do César, e jå totalmente dura.
Sem se fazer de rogada, enfiou na boca, sob o olhar atento do casal, que continuava se beijando.
â Engole mais fundo â disse Maria, segurando a cabeça da minha namorada e empurrando contra a pica do marido, começando a marcar o ritmo.
â Chupa, rabuda. Mostra a experiĂȘncia que vocĂȘ tem comendo pica todo dia no trabalho.
â Tudo. Quero ver a pica do meu marido desaparecer na sua boca.
Cada vez empurrava com mais força e fazia a cabeça da Isa aguentar mais tempo quando chegava no fundo.
Maria desceu pro chĂŁo junto com a Isa pra controlar melhor o boquete, segurando o cabelo da minha namorada com as duas mĂŁos pra mexer ela do jeito que quisesse.
â CĂȘ gosta assim, rabuda? â disse, puxando o cabelo da minha namorada pra deixar ela de frente pra ela
â Sim, adoro â disse minha namorada
â Abre a boca.
Isa fez o que mandaram e Maria cuspiu dentro da boca dela antes de empurrar de novo contra a pica do marido.
â Pode tirar a roupa se quiser â disse Maria, me olhando sem parar de empurrar a cabeça da minha namorada.
â TĂĄ bom â falei sem me mexer.
â Faz logo, agora â disse num tom muito mais duro
Concordei e obedeci na hora, ficando totalmente pelado e de pé, sem parar de olhar pra eles. Esperando Maria me dizer como. Participar
âRidĂcula, como esperava. JĂĄ pode sentar âdisse, virando-se e parando de prestar atenção em mim, me deixando afundado.
EntĂŁo me dediquei sĂł a observar como ela continuava marcando o ritmo do boquete da minha namorada no marido dela, e comecei a me tocar devagar, sabendo que estava prestes a gozar.
Maria puxou Isa pelo cabelo até colocå-la de quatro no sofå. Pablo ficou atrås dela e colocou o pau na entrada da buceta da minha namorada.
â Pronta, rabuda? â disse ele.
â Sim, me fode, por favor.
Antes que o pau de Pablo entrasse inteiro na buceta da minha namorada, gozei inevitavelmente, apesar de tentar diminuir o ritmo da minha punheta.
"Merda", pensei, tentando nĂŁo fazer barulho pra eles nĂŁo perceberem.
â Normal que ela procure outros que dĂȘem pau se vocĂȘ goza tĂŁo fĂĄcil assim, cuck â disse Pablo enquanto enfiava o pau na minha namorada.
â Uff, sim, por isso preciso que outros me fodam â disse minha namorada.
â NĂŁo culpe o pau pequeno da sua namorada por vocĂȘ ser uma vadia, rabuda â disse Maria, dando um tapa na cara de Isa.
Por um momento, pensei que Isa nĂŁo ia gostar daquele tapa, mas rapidamente a dĂșvida passou.
â VocĂȘ tem razĂŁo. Ele nĂŁo tem culpa de eu ser uma vadia â gemeu Isa.
Pablo fodia minha namorada cada vez mais forte. Maria estava sentada perto da cabeça de Isa, que continuava de quatro, e a beijava, tocava e, também, dava tapas ou cuspia de vez em quando. Ela se tocava por baixo do vestido e, aos poucos, foi se livrando dele até ficar nua, mostrando a firmeza dos peitos e uma buceta totalmente depilada.
Maria se virou e ficou de pernas abertas na cara de Isa.
â Sabe o que vai fazer agora, nĂ©?
â Nunca fiz isso â disse Isa.
â Calma, rabuda, eu te guio.
Segurando Isa pelo cabelo, levou-a até sua buceta.
â Assim, muito bem, rabuda.
â Usa a lĂngua.
â Mmm, sim, bem aĂ.
â NĂŁo tĂĄ fazendo mal pra ser sua primeira vez, vadia.
Dizia Maria sem soltar o cabelo da minha namorada e apertando ela forte contra sua buceta.
â Obrigada â respondeu Isa. Isa com o rosto enterrado na buceta da nossa chefe.
â Menos conversa e mais lambida, raposinha â
Meu Deus, eu tava vendo minha namorada chupar uma buceta enquanto era fodida com força. Era demais. Gozei pela segunda vez. Dessa vez, só recebi os olhares deles e umas risadinhas.
â Porra, tambĂ©m vou gozar â avisou a Isa sem se separar da buceta da chefe.
â Goza, raposinha, mas nem pense em parar de chupar minha buceta â
â Mmmmm â gemeu a Isa abafada na buceta da Maria.
O Pablo diminuiu o ritmo, mas continuou fodendo minha namorada mesmo depois do orgasmo dela.
â Continua chupando, raposinha â disse a Maria dando outro tapa na minha namorada.
â Sim, desculpa â falou a Isa mergulhando de novo na buceta dela.
O Pablo saiu da buceta da minha namorada, virou ela com força, deixando o corpo dela de barriga pra cima e as pernas abertas pra fora do sofå. Ele se levantou e meteu de novo.
A Maria se levantou, abriu as pernas dos lados da minha namorada e sentou na cara dela.
â Assim Ă© melhor â disse a Maria enquanto se beijava com o marido, que nĂŁo parava de foder minha namorada.
Mesmo sem ouvir a Isa, porque ela tava debaixo da buceta da Maria, percebi claramente que ela gozou pela segunda vez enquanto o casal continuava usando ela prazer.
â Te falei que era uma boa raposinha â disse a Maria.
â VocĂȘ nunca erra com essas vadias novinhas â falou o Pablo beijando a esposa.
â DĂĄ pra ver de longe.
A Maria se mexia frenética na boca da Isa e se beijava e acariciava com o Pablo, que ainda não tinha gozado depois de... quanto tempo? Quase uma hora?
Ainda gozamos pela terceira vez, eu e a Isa, antes da Maria explodir na boca da minha namorada.
â Porra, raposinha. Vou gozar. NĂŁo para â gemeu ela agarrando os ombros do Pablo.
â Que delĂcia, porra â disse ela saindo de cima da minha namorada.
â Obrigada â respondeu minha namorada.
â De nada, raposinha. NĂŁo foi ruim pra sua primeira vez.
â Vou fazer melhor ainda na prĂłxima â ela disse.
â Agora vamos ver como vocĂȘ engole porra, raposinha â falou o Pablo puxando a Isa pra colocar ela de joelhos.
â Sim, me dĂĄ seu leite por favor.
â JĂĄ vai sair, putinha â disse o Pablo. masturbando na cara da Isa, que tava de boca aberta e lĂngua pra fora.
â Porra, sim â gozou, enchendo a boca e o rosto da Isa de porra.
â Muito obrigada â respondeu minha mina, engolindo a porra da boca dela.
Ela virou pra mim e, com um dedo, me chamou pra perto. Obedeci e me ajoelhei do lado dela, com o casal em pé ao nosso lado.
A gente se beijou, dividindo a porra do Pablo, e lambi os restos do rosto dela até deixar minha mina limpa.
â Muito obrigada â repetiu a Isa, olhando pros dois.
â De nada, foxy. Foi divertido â
Pouco depois, depois de recuperar o fĂŽlego, a gente se vestiu e saiu da casa deles. O Pablo tinha chamado um tĂĄxi que jĂĄ tava esperando na porta.
â Foi incrĂvel â disse a Isa, me beijando antes de entrar no tĂĄxi.
â Ă, foi mesmo â respondi.
Minha namorada e os colegas de trabalho (8)
-A Maria me perguntou se a gente queria sair pra jantar com ela e o marido- Me disse a Isa no carro a caminho de casa depois do trabalho.
-Quem Ă© Maria?- perguntei
-A chefe de pessoal-
-NĂŁo sei quem Ă©. VocĂȘ sabe que nĂŁo vejo muito o pessoal do escritĂłrio-
-Deveria. Olha que amizade boa que eu fiz com seus colegas da oficina- disse rindo e fazendo gestos de chupar pica com as mĂŁos.
Desde o dia que tinha feito o primeiro boquete no Ernesto, jå tinham passado duas semanas e as visitas ao banheiro da minha namorada com meus colegas eram diårias. Tinham que fazer turnos pra não chamar atenção entrando todo mundo no vestiårio ao mesmo tempo. Eu acompanhava eles alguns dias, outros ficava fora vigiando pra ninguém desconfiar de nada.
-Talvez eu devesse fazer com a Maria o mesmo que vocĂȘ faz com meus colegas-
-VocĂȘ nĂŁo tem chance nenhuma com essa mulherĂŁo, quando ela ver seu pintinho vai sair correndo-
-VocĂȘ nĂŁo fez isso-
-VocĂȘ me deu pena- Disse com um sorriso- E no final deu tudo certo pra mim. Tenho todas as picas que quero e meu corno em casa pra me cuidar e mimar- completou levando a mĂŁo atĂ© minha coxa e beijando minha bochecha.
-Bom, podia ser legal se uma vez fosse ao contrĂĄrio-
-Nem sonha, amor. Quem curte ver os outros comendo a namorada Ă© vocĂȘ, nĂŁo eu. VocĂȘ Ă© o corno e eu sou a gostosa, deixa isso bem claro- disse levando agora a mĂŁo atĂ© meu pau pra ver se tava duro
-TĂĄ bom. E qual Ă© o plano?
-EntĂŁo, eles nos convidaram pra jantar num restaurante no centro. Ainda nĂŁo falei que sim, tava esperando conversar com vocĂȘ-
-TĂĄ bom, como vocĂȘ quiser-
-A verdade é que preferia ficar com o César e levar uma boa fodida. Adoro chupar a pica deles no intervalo, mas não imagina o tesão que eles me deixam-
-O que vocĂȘ preferir tĂĄ bom pra mim-
-Acho que faz bem ter alguma amizade aqui. Nem tudo vai ser te chifrar, meu amor-
-EntĂŁo fala que sim- âSimâ respondi, tentando esconder minha decepção. Porque eu tambĂ©m preferia ver o CĂ©sar comendo ela do que ir jantar com dois desconhecidos.
âFica tranquilo, amor. Te prometo que o fim de semana nĂŁo acaba sem vocĂȘ ver como enfiam uma rola em mimâ ela disse rindo ao ver minha reação.
Isa ligou pra Maria quando chegou em casa e confirmou que a gente ia jantar com eles. Comemos e tiramos um cochilo até perto das 7, quando nos preparamos pra ir pro jantar.
Eu vesti uma calça jeans, camisa branca e blazer. Queria causar uma boa impressão, afinal era uma chefe da empresa.
Isa vestiu um vestido preto aberto nas costas até quase a bunda e não mais comprido que as coxas, junto com uns saltos pretos também.
âNĂŁo Ă© um pouco exagerado pra um jantar de casais?â perguntei quando ela me beijou ao sair do banheiro assim vestida.
âPode ser que o jantar acabe cedo e eu vĂĄ com meu namorado dançar, tomar uns drinksâ disse enquanto me beijava com paixĂŁo.
âParece bomâ falei entre beijos.
âE procurar uma boa rola pra me foderâ disse se afastando de mim com as mĂŁos enquanto ria.
Pedimos um tĂĄxi e Ă s 9 estĂĄvamos no bar onde combinamos de tomar algo antes do jantar.
Mal tĂnhamos pedido nossas cervejas quando Isa se virou ao ver a Maria. A verdade Ă© que era uma mulher incrĂvel, devia ter quarenta e poucos anos, cabelo totalmente preto e comprido atĂ© o meio das costas, magra e alta, com um corpo claramente trabalhado na academia pela firmeza dos braços e coxas. Ela usava um vestido preto igual ao da minha namorada, mas bem mais discreto, com um decote que deixava ver o começo dos peitos, que deviam ser operados pela firmeza sem sutiĂŁ, nĂŁo eram muito grandes mas tinham uma redondez quase perfeita.
âPrazerâ disse ao me dar dois beijos.
âIgualmenteâ respondi.
âEsse Ă© o Pablo, meu maridoâ disse ela.
O Pablo deu primeiro dois beijos na Isa e depois apertou minha mĂŁo com uma mĂŁo enorme que envolveu a minha por completo.
Era um homem alto e forte, também na casa dos quarenta. Os cinquenta como a esposa dele. Tinha cabelo grisalho e curto, uma barba rala. Vestia uma camisa branca parecida com a minha, cobrindo um torso largo e grande, e uma calça preta.
â Prazer â falei ao cumprimentĂĄ-lo.
Eram um casal muito gente boa. Tomamos umas cervejas antes do jantar, batendo papo de boa, explicamos como tĂnhamos ido parar ali e que nĂŁo conhecĂamos quase ninguĂ©m na cidade.
Depois fomos ao restaurante e jantamos, bebendo umas duas garrafas de vinho. A conversa continuava super tranquila e divertida. Dava pra ver como o Pablo olhava fixo pra minha namorada de vez em quando, mas era normal pelo sexy que ela tava vestida.
â Que tal um drink antes de ir pra casa? â ofereceu a MarĂa depois do jantar.
â TĂĄ bom â respondeu a Isa depois de olhar pra mim e ver que eu concordava.
Tava de boa, e acho que era legal ter um plano de casal "normal".
â Demais â falou a MarĂa.
Ela nos levou a um pub com varanda de frente pra praia, nĂŁo muito longe do restaurante onde tĂnhamos jantado. Sentamos numa mesa da varanda e pedimos quatro drinks, continuando a conversa enquanto o ĂĄlcool subia pra todo mundo.
Teve uns segundos de silĂȘncio, e a MarĂa me olhou com um sorriso estranho.
â Me diz, MartĂn, como vocĂȘ lida com sua mina dando pra seus colegas de trabalho?
â O quĂȘ? â perguntei, surpreso, e olhei pra Isa puto.
â Ela nĂŁo me contou nada. Mas nĂŁo precisa ser muito observadora pra ver como ela entra todo dia no vestiĂĄrio acompanhada de algum dos seus colegas ou de vĂĄrios de uma vez.
â VocĂȘ nos viu? â perguntou a Isa, envergonhada.
â Tem cĂąmeras, gata.
A Isa me olhou envergonhada e assustada com as consequĂȘncias.
â Fica de boa, sĂł eu posso ver essas cĂąmeras. Sou a Ășnica que sabe dos seus joguinhos. Bem, eu e todo mundo que vai com vocĂȘ pro banheiro.
â NĂŁo conta nada, por favor. A gente nĂŁo vai fazer mais â disse minha namorada.
â E por que vocĂȘs iam parar? Eu nunca falei que acho ruim.
A Isa e eu nos olhamos em silĂȘncio, demos as mĂŁos debaixo da mesa e olhamos de â SĂł conheci a Maria.
â SĂł perguntei como teu namorado tĂĄ lidando com isso. Qual Ă© a parada de vocĂȘs? Curte troca de casais?
A Isa mudou a expressĂŁo e relaxou, entendendo as palavras da Maria como um convite.
Eu também fiquei empolgado com a ideia, mas tentei manter a calma e não deixar transparecer a excitação que a possibilidade de foder com a Maria me causava.
â NĂŁo, a gente nĂŁo faz troca de casais. Sou eu que como outros, ele sĂł olha â disse minha namorada, cortando essa possibilidade de uma vez.
â Entendi â falou a Maria, olhando pro marido com um sorriso que nĂŁo soube interpretar. â Que tal a gente tomar a Ășltima lĂĄ em casa? Ă aqui pertinho.
â TĂĄ bom â respondeu a Isa sem me consultar, mas deixando claro que tambĂ©m tava na dĂșvida.
Terminamos as bebidas e saĂmos do bar. Andamos sĂł algumas ruas atĂ© chegar no prĂ©dio deles. Subimos no elevador em silĂȘncio. Eu tava nervoso e dava pra sentir que a Isa, segurando minha mĂŁo, tava na mesma vibe.
â Chegamos â disse a Maria quando o Pablo abriu a porta de casa.
Era uma casa bonita. Entramos direto numa sala enorme, com trĂȘs sofĂĄs em U e uma televisĂŁo gigante. A casa tinha dois andares, mas na sala o pĂ©-direito era duplo e dava pra ver uma passarela no segundo andar com os quartos.
â Muito bonita â falou minha namorada.
â Valeu â respondeu a Maria. â Mas a gente nĂŁo veio pra mostrar a casa.
Ela fez um sinal pro marido, que se aproximou da minha namorada, colocou a mĂŁo nas costas dela, puxou pra perto e beijou ela. Apesar da surpresa inicial, a Isa correspondeu ao beijo, brincando com a lĂngua do Pablo do meu lado.
â VocĂȘ pode sentar ali â me disse a Maria, apontando um dos sofĂĄs.
Concordei e fui pro sofĂĄ enquanto a Isa continuava se beijando com o Pablo perto da porta de entrada. A Maria ficou do lado deles e passou a mĂŁo nas costas do marido. Ele se virou, agarrou a esposa com a outra mĂŁo, sem soltar minha namorada, e beijou ela com a mesma vontade que tava beijando a Isa.
A Isa parecia sem graça e meio perdida. a situação, mas ela se deixava levar.
Pablo passava de uma mulher pra outra, segurando as duas com os braços.
Maria estendeu a mão até o braço da minha namorada e começou a acariciå-la enquanto ela se beijava com Pablo. Ela então contornou a Isa e ficou atrås dela, pegou as alças do vestido dela e as puxou pelos braços, fazendo o vestido cair até a cintura.
Pablo e Isa continuavam se beijando, enquanto Maria estava atrĂĄs da minha namorada, agora agarrando os peitos dela por cima do sutiĂŁ.
â Mmm â gemeu minha namorada com o toque de Maria.
Nossa chefe soltou o sutiã da minha namorada, deixando os peitos dela livres para o marido levar à boca, fazendo minha namorada gemer ainda mais. Depois, puxou o vestido de Isa, que ainda estava na cintura, para levå-lo até o chão e mostrar que minha namorada não estava de calcinha.
â JĂĄ veio preparada, PromĂscua â disse Maria, descendo a mĂŁo atĂ© a buceta dela por trĂĄs.
Isa sĂł conseguiu responder gemendo com a mĂŁo de Maria na sua buceta e Pablo passando a boca de um peito para o outro.
Eu olhava do sofĂĄ, a uns cinco metros de distĂąncia, com meu pau durĂssimo ainda dentro da calça.
Pablo puxou a mĂŁo da minha namorada atĂ© levĂĄ-la ao sofĂĄ que ficava bem na frente de onde eu estava sentado. A roupa de Isa ficou abandonada na entrada, e sĂł sobraram os saltos dela. Nossos anfitriĂ”es, com toda a roupa ainda vestida, sentaram-se um de cada lado da minha namorada e continuaram com as carĂcias no corpo dela.
â Ah, porra â gemia Isa.
Pablo a beijava, e Maria acariciava o corpo dela. EntĂŁo ele desceu a boca atĂ© os peitos da minha namorada, e Maria virou o rosto dela para meter a lĂngua na boca dela. Se Isa teve alguma dĂșvida sobre beijar outra mulher, com certeza nĂŁo demonstrou. Aceitou o beijo da nossa chefe com paixĂŁo e entrou no jogo de lĂnguas.
Continuaram com beijos e carĂcias. Agora todos se beijavam: Pablo com a esposa e minha namorada, e as duas mulheres entre si. Mas a Ășnica que continuava nua e recebendo a atenção das mĂŁos era Isa. Ela se deixava fazer.
Pablo foi o próximo a começar a tirar a roupa. Primeiro a camisa, deixando à mostra o torso forte e bem peludo, e depois a calça, marcando um baita volume, que minha namorada não perdeu tempo em pegar com a mão.
â CĂȘ gosta da pica do meu marido? â perguntou Maria
â Hum-hum, parece grande.
â Vai, PromĂscua, chupa ela â disse Maria, empurrando minha namorada suavemente para o chĂŁo.
Isa se ajoelhou entre as pernas de Pablo e começou a lamber o volume dele por cima da cueca.
Maria se aproximou do marido e se beijaram enquanto Isa lambia o volume dele.
â Para de lamber e começa a chupar â disse Pablo
Isa concordou e puxou a cueca de Pablo para baixo, deixando no ar uma pica grande e grossa, embora um pouco menor que a do César, e jå totalmente dura.
Sem se fazer de rogada, enfiou na boca, sob o olhar atento do casal, que continuava se beijando.
â Engole mais fundo â disse Maria, segurando a cabeça da minha namorada e empurrando contra a pica do marido, começando a marcar o ritmo.
â Chupa, rabuda. Mostra a experiĂȘncia que vocĂȘ tem comendo pica todo dia no trabalho.
â Tudo. Quero ver a pica do meu marido desaparecer na sua boca.
Cada vez empurrava com mais força e fazia a cabeça da Isa aguentar mais tempo quando chegava no fundo.
Maria desceu pro chĂŁo junto com a Isa pra controlar melhor o boquete, segurando o cabelo da minha namorada com as duas mĂŁos pra mexer ela do jeito que quisesse.
â CĂȘ gosta assim, rabuda? â disse, puxando o cabelo da minha namorada pra deixar ela de frente pra ela
â Sim, adoro â disse minha namorada
â Abre a boca.
Isa fez o que mandaram e Maria cuspiu dentro da boca dela antes de empurrar de novo contra a pica do marido.
â Pode tirar a roupa se quiser â disse Maria, me olhando sem parar de empurrar a cabeça da minha namorada.
â TĂĄ bom â falei sem me mexer.
â Faz logo, agora â disse num tom muito mais duro
Concordei e obedeci na hora, ficando totalmente pelado e de pé, sem parar de olhar pra eles. Esperando Maria me dizer como. Participar
âRidĂcula, como esperava. JĂĄ pode sentar âdisse, virando-se e parando de prestar atenção em mim, me deixando afundado.
EntĂŁo me dediquei sĂł a observar como ela continuava marcando o ritmo do boquete da minha namorada no marido dela, e comecei a me tocar devagar, sabendo que estava prestes a gozar.
Maria puxou Isa pelo cabelo até colocå-la de quatro no sofå. Pablo ficou atrås dela e colocou o pau na entrada da buceta da minha namorada.
â Pronta, rabuda? â disse ele.
â Sim, me fode, por favor.
Antes que o pau de Pablo entrasse inteiro na buceta da minha namorada, gozei inevitavelmente, apesar de tentar diminuir o ritmo da minha punheta.
"Merda", pensei, tentando nĂŁo fazer barulho pra eles nĂŁo perceberem.
â Normal que ela procure outros que dĂȘem pau se vocĂȘ goza tĂŁo fĂĄcil assim, cuck â disse Pablo enquanto enfiava o pau na minha namorada.
â Uff, sim, por isso preciso que outros me fodam â disse minha namorada.
â NĂŁo culpe o pau pequeno da sua namorada por vocĂȘ ser uma vadia, rabuda â disse Maria, dando um tapa na cara de Isa.
Por um momento, pensei que Isa nĂŁo ia gostar daquele tapa, mas rapidamente a dĂșvida passou.
â VocĂȘ tem razĂŁo. Ele nĂŁo tem culpa de eu ser uma vadia â gemeu Isa.
Pablo fodia minha namorada cada vez mais forte. Maria estava sentada perto da cabeça de Isa, que continuava de quatro, e a beijava, tocava e, também, dava tapas ou cuspia de vez em quando. Ela se tocava por baixo do vestido e, aos poucos, foi se livrando dele até ficar nua, mostrando a firmeza dos peitos e uma buceta totalmente depilada.
Maria se virou e ficou de pernas abertas na cara de Isa.
â Sabe o que vai fazer agora, nĂ©?
â Nunca fiz isso â disse Isa.
â Calma, rabuda, eu te guio.
Segurando Isa pelo cabelo, levou-a até sua buceta.
â Assim, muito bem, rabuda.
â Usa a lĂngua.
â Mmm, sim, bem aĂ.
â NĂŁo tĂĄ fazendo mal pra ser sua primeira vez, vadia.
Dizia Maria sem soltar o cabelo da minha namorada e apertando ela forte contra sua buceta.
â Obrigada â respondeu Isa. Isa com o rosto enterrado na buceta da nossa chefe.
â Menos conversa e mais lambida, raposinha â
Meu Deus, eu tava vendo minha namorada chupar uma buceta enquanto era fodida com força. Era demais. Gozei pela segunda vez. Dessa vez, só recebi os olhares deles e umas risadinhas.
â Porra, tambĂ©m vou gozar â avisou a Isa sem se separar da buceta da chefe.
â Goza, raposinha, mas nem pense em parar de chupar minha buceta â
â Mmmmm â gemeu a Isa abafada na buceta da Maria.
O Pablo diminuiu o ritmo, mas continuou fodendo minha namorada mesmo depois do orgasmo dela.
â Continua chupando, raposinha â disse a Maria dando outro tapa na minha namorada.
â Sim, desculpa â falou a Isa mergulhando de novo na buceta dela.
O Pablo saiu da buceta da minha namorada, virou ela com força, deixando o corpo dela de barriga pra cima e as pernas abertas pra fora do sofå. Ele se levantou e meteu de novo.
A Maria se levantou, abriu as pernas dos lados da minha namorada e sentou na cara dela.
â Assim Ă© melhor â disse a Maria enquanto se beijava com o marido, que nĂŁo parava de foder minha namorada.
Mesmo sem ouvir a Isa, porque ela tava debaixo da buceta da Maria, percebi claramente que ela gozou pela segunda vez enquanto o casal continuava usando ela prazer.
â Te falei que era uma boa raposinha â disse a Maria.
â VocĂȘ nunca erra com essas vadias novinhas â falou o Pablo beijando a esposa.
â DĂĄ pra ver de longe.
A Maria se mexia frenética na boca da Isa e se beijava e acariciava com o Pablo, que ainda não tinha gozado depois de... quanto tempo? Quase uma hora?
Ainda gozamos pela terceira vez, eu e a Isa, antes da Maria explodir na boca da minha namorada.
â Porra, raposinha. Vou gozar. NĂŁo para â gemeu ela agarrando os ombros do Pablo.
â Que delĂcia, porra â disse ela saindo de cima da minha namorada.
â Obrigada â respondeu minha namorada.
â De nada, raposinha. NĂŁo foi ruim pra sua primeira vez.
â Vou fazer melhor ainda na prĂłxima â ela disse.
â Agora vamos ver como vocĂȘ engole porra, raposinha â falou o Pablo puxando a Isa pra colocar ela de joelhos.
â Sim, me dĂĄ seu leite por favor.
â JĂĄ vai sair, putinha â disse o Pablo. masturbando na cara da Isa, que tava de boca aberta e lĂngua pra fora.
â Porra, sim â gozou, enchendo a boca e o rosto da Isa de porra.
â Muito obrigada â respondeu minha mina, engolindo a porra da boca dela.
Ela virou pra mim e, com um dedo, me chamou pra perto. Obedeci e me ajoelhei do lado dela, com o casal em pé ao nosso lado.
A gente se beijou, dividindo a porra do Pablo, e lambi os restos do rosto dela até deixar minha mina limpa.
â Muito obrigada â repetiu a Isa, olhando pros dois.
â De nada, foxy. Foi divertido â
Pouco depois, depois de recuperar o fĂŽlego, a gente se vestiu e saiu da casa deles. O Pablo tinha chamado um tĂĄxi que jĂĄ tava esperando na porta.
â Foi incrĂvel â disse a Isa, me beijando antes de entrar no tĂĄxi.
â Ă, foi mesmo â respondi.
2 comentĂĄrios - Minha namorada e os colegas de trabalho (parte đ)