Nunca tinha me animado a escrever. Mas tava fuçando o baú das lembranças e resolvi contar como foi minha primeira experiência gay sendo hétero, esperando que seja do agrado de alguns, e se merecer uma punheta, que seja bem-vinda.
COMEÇA ASSIM:
Sou um cara de 1,78m, pele branca, 26 anos. Sempre levei uma vida hétero e, pra ser sincero, me excito com bundas e umas tetas boas, mas por algum motivo, desde os 21 anos comecei a explorar meu cu. No começo com os dedos, depois enfiando qualquer coisa que achasse em casa. Homens não me atraem, mas o prazer no cu tava ali, latente, esperando algo mais. Foi assim até que um dia entrei naquele app de encontros gays chamado Grindr. Na época, morava em Quito, uma cidade bem grande, e depois de ler sobre como a gente tem que se preparar pra essas paradas e após ter experiências desagradáveis enfiando coisas no ânus (sujava tudo, vocês entendem), fiz o que tinha que fazer. Tava impecável e saí pra dar um rolê num shopping de uma área meio fresca, ou playboy, patricinha, como quiserem chamar, porque também não queria encontrar alguém indesejável. Tinha tirado umas fotos quentes e fiz match com um cara de uns 35 anos, parecia tranquilo e me disse que tinha um lugar no apartamento dele. Como tava perto, combinamos de nos ver lá e falei pra ele comprar camisinhas. Ele disse que já tinha. Logo depois, tava entrando no apartamento dele e, muito nervoso, entrei na sala. Já no apê, ele falou: "vai pro quarto e fica à vontade". Eu só entrei e me joguei na cama. Era um quarto muito bonito, com cama king, uma TV de 60 polegadas e ar condicionado. De repente, vejo ele chegar semidespido e pergunta: "e aí, beleza?" Acontece que o protocolo dos encontros gays é chegar, tirar a roupa na hora e partir pro abraço. Eu só continuei deitado e respondi: "hã?" Ele se aproximou e disse: "tira a roupa". Aí fui entendendo a dinâmica. Na época, eu tinha 22. anos.
Uma vez nu, o cara tirou a cueca e eu vi a pica dele, era uma pica branca pequena, ou normal. No começo minhas mãos tremiam, mas não dava pra voltar atrás. Peguei ela com as mãos e comecei a masturbar ele. Pouco depois, bateu uma vontade de colocar na boca, já que não senti cheiro estranho e o cara tava depilado, não no zero, mas tinha cortado os pelos pubianos bem baixinho. Eu tinha raspado a bunda toda e a pica também tava com pelo curto. Sem mais delongas, meti na boca e a sensação foi estranha no começo, me senti viado kkkk. Mas como eu disse, não acho homens atraentes de jeito nenhum. Comecei a chupar do jeito que eu gosto que as mulheres chupam a minha. Aquela parada começou a crescer dentro da minha boca e em pouco tempo tava dura que nem pedra. Devia ter uns 15 cm, e felizmente não era muito grossa, normal, eu diria. Em pouco tempo já tava feito uma puta chupando a pica de um completo estranho. O cara começou a empurrar minha cabeça pra entrar tudo, mas quase vomitei, então mandei ele parar. Ele não insistiu.
Depois de chupar uns 3 minutos, ele falou "fica de quatro" e eu só obedeci. Aí o cara deu um suspiro porque minha bunda era virgem e não tinha nada estranho no cu, nem dobras feias, e era completamente branca, além do fato de que eu malhava, então a bunda era empinada e redondinha. O cara tava encantado. Eu não falava nada, nervoso por que iam me comer.
Pensei que ele ia meter, mas de repente sinto ele começar a passar a língua toda, e a lamber como se tivesse em jejum de 3 dias. Foi bom demais. Falei "vai botar a camisinha?" e ele só continuou chupando meu cu igual um desesperado, eu só respirava freneticamente. Daí, ele tira um sachê de lubrificante daqueles de motel e começa a passar no meu cu e a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois, depois nem sei quantos meteu. De repente sinto ele encostar a pica e empurrar. Na real, não doeu porque o cara Ele demorou o tempo dele. De repente, ouvi ele tirar uma camisinha, colocar e começar a meter. Aquilo entrou como se fosse dono do pedaço, foi de uma vez e eu só aguentei sem falar nada, me agarrando a um travesseiro que encontrei. Ele começou a tirar tudo e meter de novo umas vinte vezes, eu imaginava como quando eu comia umas minas e fazia a mesma coisa quando pegava elas no cu. Não podia julgá-lo. Ali entendi por que as fêmeas adoram tanto ser comidas no cu. De repente, ele começou a bombar e acelerar o ritmo. Eu sentia uma sensação meio desconfortável, mas, conforme ele me batia com mais força e rapidez, só queria que continuasse. Ter um pau dentro não se compara a enfiar frascos de desodorante ou velas, que eu já usei na falta de um dildo ou consolo.
O cara me trancou o pau por uns 15 minutos de quatro, e eu tava no paraíso, pensando: "que viado que eu sou". Daí a pouco, ouvi uns gemidos fortes e ele parou. Tinha gozado. Ele tirou o pau, removeu a camisinha e foi pro banheiro, me deixando lá como uma puta recém-comida de quatro. Passei a mão no cu e senti ele um pouco aberto, e ainda bem que não tinha sujado nada, na verdade nem cheirava estranho por causa do lubrificante. Levantei, coloquei a cueca e a calça, e vejo ele saindo com o pau ainda duro. "Ainda não acabamos", ele disse. Tinha ido lavar o pau. Me pegou pelos ombros e me fez ajoelhar, e me pôs pra chupar o pau dele de novo, agora sem camisinha. Enquanto chupava, automaticamente tirei a calça que tava pela metade e a cueca. Dessa vez, ele me deitou de barriga pra cima e colocou minhas pernas nos ombros dele, vestiu outra camisinha e meteu de novo sem esforço. Começou a bombar. Dessa vez, senti desconforto por causa da posição, já que ficar com as pernas pra cima era meio cansativo, mas ainda assim era gostoso. Ele começou a meter mais devagar, como se o filho da puta curtisse cada enfiada, enquanto eu só gemia e respirava que nem uma puta. Depois de 5 minutos, ele gozou de novo. Dessa vez, eu que fui. Fui ao banheiro pra ver se estava tudo certo e estava perfeito. Nunca senti dor nem me machucou, porque quando eu como garotas no cu, às vezes causava um pouco de sangramento, já que eu metia com tudo, mesmo meu pau sendo pequeno (14cm).
Quando saí, o cara já estava se vestindo, então fiz o mesmo. Sem dizer uma palavra, assim que me vesti, ele foi direto pra porta e eu o segui. Ele disse: "É só sair, descer as escadas e pedir pro porteiro abrir". (A gente tava no quinto andar de um prédio bem chique, daqueles com recepção e tudo). Enquanto descia, sentia o cu dilatado e ficava rindo sozinho. Eu tinha dado o cu pra um homem pela primeira vez. Nunca soube o nome daquele cara.
Se vocês gostaram da história, conto a vez que fiz um menage com dois caras que tinham uns paus enormes, hahaha.
COMEÇA ASSIM:
Sou um cara de 1,78m, pele branca, 26 anos. Sempre levei uma vida hétero e, pra ser sincero, me excito com bundas e umas tetas boas, mas por algum motivo, desde os 21 anos comecei a explorar meu cu. No começo com os dedos, depois enfiando qualquer coisa que achasse em casa. Homens não me atraem, mas o prazer no cu tava ali, latente, esperando algo mais. Foi assim até que um dia entrei naquele app de encontros gays chamado Grindr. Na época, morava em Quito, uma cidade bem grande, e depois de ler sobre como a gente tem que se preparar pra essas paradas e após ter experiências desagradáveis enfiando coisas no ânus (sujava tudo, vocês entendem), fiz o que tinha que fazer. Tava impecável e saí pra dar um rolê num shopping de uma área meio fresca, ou playboy, patricinha, como quiserem chamar, porque também não queria encontrar alguém indesejável. Tinha tirado umas fotos quentes e fiz match com um cara de uns 35 anos, parecia tranquilo e me disse que tinha um lugar no apartamento dele. Como tava perto, combinamos de nos ver lá e falei pra ele comprar camisinhas. Ele disse que já tinha. Logo depois, tava entrando no apartamento dele e, muito nervoso, entrei na sala. Já no apê, ele falou: "vai pro quarto e fica à vontade". Eu só entrei e me joguei na cama. Era um quarto muito bonito, com cama king, uma TV de 60 polegadas e ar condicionado. De repente, vejo ele chegar semidespido e pergunta: "e aí, beleza?" Acontece que o protocolo dos encontros gays é chegar, tirar a roupa na hora e partir pro abraço. Eu só continuei deitado e respondi: "hã?" Ele se aproximou e disse: "tira a roupa". Aí fui entendendo a dinâmica. Na época, eu tinha 22. anos.
Uma vez nu, o cara tirou a cueca e eu vi a pica dele, era uma pica branca pequena, ou normal. No começo minhas mãos tremiam, mas não dava pra voltar atrás. Peguei ela com as mãos e comecei a masturbar ele. Pouco depois, bateu uma vontade de colocar na boca, já que não senti cheiro estranho e o cara tava depilado, não no zero, mas tinha cortado os pelos pubianos bem baixinho. Eu tinha raspado a bunda toda e a pica também tava com pelo curto. Sem mais delongas, meti na boca e a sensação foi estranha no começo, me senti viado kkkk. Mas como eu disse, não acho homens atraentes de jeito nenhum. Comecei a chupar do jeito que eu gosto que as mulheres chupam a minha. Aquela parada começou a crescer dentro da minha boca e em pouco tempo tava dura que nem pedra. Devia ter uns 15 cm, e felizmente não era muito grossa, normal, eu diria. Em pouco tempo já tava feito uma puta chupando a pica de um completo estranho. O cara começou a empurrar minha cabeça pra entrar tudo, mas quase vomitei, então mandei ele parar. Ele não insistiu.
Depois de chupar uns 3 minutos, ele falou "fica de quatro" e eu só obedeci. Aí o cara deu um suspiro porque minha bunda era virgem e não tinha nada estranho no cu, nem dobras feias, e era completamente branca, além do fato de que eu malhava, então a bunda era empinada e redondinha. O cara tava encantado. Eu não falava nada, nervoso por que iam me comer.
Pensei que ele ia meter, mas de repente sinto ele começar a passar a língua toda, e a lamber como se tivesse em jejum de 3 dias. Foi bom demais. Falei "vai botar a camisinha?" e ele só continuou chupando meu cu igual um desesperado, eu só respirava freneticamente. Daí, ele tira um sachê de lubrificante daqueles de motel e começa a passar no meu cu e a enfiar os dedos, primeiro um, depois dois, depois nem sei quantos meteu. De repente sinto ele encostar a pica e empurrar. Na real, não doeu porque o cara Ele demorou o tempo dele. De repente, ouvi ele tirar uma camisinha, colocar e começar a meter. Aquilo entrou como se fosse dono do pedaço, foi de uma vez e eu só aguentei sem falar nada, me agarrando a um travesseiro que encontrei. Ele começou a tirar tudo e meter de novo umas vinte vezes, eu imaginava como quando eu comia umas minas e fazia a mesma coisa quando pegava elas no cu. Não podia julgá-lo. Ali entendi por que as fêmeas adoram tanto ser comidas no cu. De repente, ele começou a bombar e acelerar o ritmo. Eu sentia uma sensação meio desconfortável, mas, conforme ele me batia com mais força e rapidez, só queria que continuasse. Ter um pau dentro não se compara a enfiar frascos de desodorante ou velas, que eu já usei na falta de um dildo ou consolo.
O cara me trancou o pau por uns 15 minutos de quatro, e eu tava no paraíso, pensando: "que viado que eu sou". Daí a pouco, ouvi uns gemidos fortes e ele parou. Tinha gozado. Ele tirou o pau, removeu a camisinha e foi pro banheiro, me deixando lá como uma puta recém-comida de quatro. Passei a mão no cu e senti ele um pouco aberto, e ainda bem que não tinha sujado nada, na verdade nem cheirava estranho por causa do lubrificante. Levantei, coloquei a cueca e a calça, e vejo ele saindo com o pau ainda duro. "Ainda não acabamos", ele disse. Tinha ido lavar o pau. Me pegou pelos ombros e me fez ajoelhar, e me pôs pra chupar o pau dele de novo, agora sem camisinha. Enquanto chupava, automaticamente tirei a calça que tava pela metade e a cueca. Dessa vez, ele me deitou de barriga pra cima e colocou minhas pernas nos ombros dele, vestiu outra camisinha e meteu de novo sem esforço. Começou a bombar. Dessa vez, senti desconforto por causa da posição, já que ficar com as pernas pra cima era meio cansativo, mas ainda assim era gostoso. Ele começou a meter mais devagar, como se o filho da puta curtisse cada enfiada, enquanto eu só gemia e respirava que nem uma puta. Depois de 5 minutos, ele gozou de novo. Dessa vez, eu que fui. Fui ao banheiro pra ver se estava tudo certo e estava perfeito. Nunca senti dor nem me machucou, porque quando eu como garotas no cu, às vezes causava um pouco de sangramento, já que eu metia com tudo, mesmo meu pau sendo pequeno (14cm).
Quando saí, o cara já estava se vestindo, então fiz o mesmo. Sem dizer uma palavra, assim que me vesti, ele foi direto pra porta e eu o segui. Ele disse: "É só sair, descer as escadas e pedir pro porteiro abrir". (A gente tava no quinto andar de um prédio bem chique, daqueles com recepção e tudo). Enquanto descia, sentia o cu dilatado e ficava rindo sozinho. Eu tinha dado o cu pra um homem pela primeira vez. Nunca soube o nome daquele cara.
Se vocês gostaram da história, conto a vez que fiz um menage com dois caras que tinham uns paus enormes, hahaha.
6 comentários - Minha primeira vez gay sendo "hétero