Um dia qualquer da semana, entediado procurando algo pra tirar o tédio no Poringa, encontro ele, o Sr. S (vai chamar assim por respeito). O Sr. S é um maduro muito passional quando fala, tarado e bissexual, a combinação perfeita pra passar uma tarde de tesão e punhetas com um completo desconhecido. Pra quem não me conhece, sou bi, muito versátil. Se a coisa render, viro o macho e amo de qualquer um que aparecer na frente, mas se, pelo contrário, me encaram de frente, sou a putinha submissa e obediente que todo homem procura. Voltando ao Sr. S, me apresento, cumprimento e depois de um "oi", ele foi direto ao ponto... "Estou peladão jogado na cama..." Pum, foto do pau dele. Perguntei o que ele queria ou tava procurando, e ele não deu muitas opções: tava com tesão e precisava que alguém comesse ele. O Sr. S não tá sozinho na vida, tem uma Sra., a Sra. L. A Sra. L não tava em casa e o S tava com fogo, eu, entediado, falo: "vamos brincar um pouco". Óbvio que ele topou. Tava disposto a passar um bom momento, tanto ele quanto eu. Começamos a conversar e ver no que a gente podia se complementar naquela hora. O Sr. S não se aguentou e me confessou que nunca tinha ficado sozinho com um homem, e foi aí que explodiu minha cabeça. Eu precisava tirar o leite que tava acumulado e o Sr. S precisava que alguém comesse ele. Peço pra ele tirar a roupa, e ele obedeceu, tava me dando moral. Quando o deixei pelado, todos os elogios que podiam surgir apareceram, e fui soltando um por um sem filtro, e ele sempre respondia, deixando claro que tava curtindo e queria mais, que não acabasse nunca. Conversa vai, conversa vem, coloquei ele contra a parede e pouco a pouco fui beijando, até chegar no seu cuzinho, aquele cuzinho, uma loucura, divino, gostoso. Chupei, até minha língua começar a comer ele. Ele pedia mais, abri bem com as mãos e chupei as bolas, minha língua tímida e brincalhona passou pelo pau dele, saboroso, era justo o que eu precisava. A essa altura, o Sr. S já era uma putinha completa. A senhora L esperava em silêncio, observando como seu homem era minha neném. Tirei ele de cima, já não me servia, agora queria ela. Deixei ele de lado e chamei ela com a mão, sem dizer uma palavra ela se levantou e veio direto pra mim. Chupei seus peitos, e no momento em que ela gemeu, a ajoelhei com um só movimento, como se fosse um mestre de karatê. Ela não opôs muita resistência, quando seus joelhos tocaram o chão a senhora L sabia o que tinha que fazer. Chupava como se não houvesse amanhã. Ela se afogava sozinha, eu só tinha que estar ali com o pau duro. O senhor S assistia como sua mulher era agora minha puta, e ele apenas material descartável. Tive pena dele, e fiz ele chupar meu cu já que estava ali, que fizesse algo, né? Eu estava feliz, babando por todos os lados. Tinha vontade de foder a senhora L, ela se vira e como se nada pega meu pau e enfia tudo sem pedir permissão. E pede ao senhor S que chupe minhas bolas ao mesmo tempo. Ele me chupava e ela gemía, uma sensação maravilhosa, quem já provou sabe do que estou falando. O senhor S, uma verdadeira fêmea no cio, me pede para foder ele, ela concorda e se afasta, não sem antes ajudá-lo a se abrir bem para mim. Fui devagar, lembrava que ele não estava acostumado, porém ele embestiu até o fundo, sua bunda contra minha pélvis uma e outra vez. Gritou, pediu por favor para não parar, mas também para não gozar dentro. Eu não sabia o que fazer, queria gozar mas também queria agradá-lo, então avisei que já não aguentava mais. Chamei ela. O senhor S e a senhora L chuparam meu pau e esperaram toda minha descarga. Quando estava prestes a gozar, ele se levantou e ela pegou meu pau para que eu gozasse no pau dele. Fiz, e foi nesse momento que ela soltou toda a puta que vinha segurando, chupou toda a porra por mim. O senhor S não aguentou e também gozou. Ela com a boca cheia de porra dos dois começou a nos beijar. Deitamos, eu no meio, aquela noite era o terceiro, e como não poderia ser diferente, pedi que me chupem a buceta um pouco mais, pelo menos até eu dormir. Não dissemos mais nada. ....
2 comentários - Sr. S e a Sra. L