Nunca vou esquecer aquela noite, a gente tava na cama, depois de ter transado de boa, quando ele soltou a frase:—O que você acharia se um dia eu te propusesse a gente transar com outro homem?
Naquele momento, fiquei paralisada, levantei a cabeça e olhei nos olhos dele, procurando algum sinal de que estava brincando, mas não, o olhar dele era sério, um pouco nervoso, mas também cheio de desejo.
No começo, senti uma mistura muito estranha: surpresa, vergonha… e, para minha própria surpresa, um calorzinho que começou a subir do meu ventre.
Perguntei se ele estava falando sério e ele disse que sim, que há meses fantasiava com a ideia de me ver gozando com outro homem enquanto ele olhava. Explicou que não era porque não me desejava ou porque eu não era suficiente pra ele… pelo contrário, dizia que o excitava pra caralho me imaginar completamente solta, gemendo por outra pica.Eu fiquei vermelha que nem um tomate, falei pra ele que aquilo era loucura, que eu nunca tinha imaginado uma parada daquelas, mas enquanto negava, minha mente já tava me traindo e comecei a imaginar a cena: outro homem me tocando, beijando meu pescoço, entrando dentro de mim enquanto gozava dentro de mim, sentir o leite quente dele lá dentro, naquela hora senti que me molhei de novo, e isso me deixou ainda mais envergonhada.
Quando apaguei a luz, não conseguia dormir, meu coração batia forte. Por um lado, me sentia culpada, como se só de pensar já estivesse traindo ele, mas por outro… Meu Deus, eu tava excitadíssima, me peguei me tocando de leve debaixo dos lençóis, imaginando que eram dois pares de mãos me acariciando.
No dia seguinte, a gente conversou de novo com mais calma. Eu confessei que a ideia me dava muito medo (medo de que mudasse tudo entre nós), mas criei coragem e também admiti, com a voz tremendo, que tinha ficado com a buceta molhada só de pensar nisso.
Meu marido me abraçou forte e disse que só faríamos se eu realmente quisesse, seria porque eu desejava de verdade.
Essa foi a primeira rachadura. A partir daí, as conversas ficaram mais frequentes e mais quentes. Ele começou a me contar detalhes enquanto me comia: como queria me ver de joelhos chupando a pica de outro, como queria me ver gozar com um pau diferente dentro de mim, como o deixava louco imaginar minha cara de prazer quando outro homem me enchesse. E então eu... eu comecei a aceitar e também a fantasiar com aquilo. A vergonha foi se transformando, aos poucos, numa excitação proibida e viciante.
A primeira vez que a gente realmente falou sobre isso como algo que podia rolar de verdade, lembro que minhas pernas tremiam, me sentia uma adolescente nervosa, mas também me sentia poderosa, desejada, bem puta e sexual, e pela primeira vez em muito tempo percebi que meu marido não só me amava… ele me queria de um jeito muito mais intenso e sombrio do que eu imaginava.
Ainda não tinha rolado nada, mas naquela noite, quando ele me propôs o ménage pela primeira vez, algo dentro de mim mudou pra sempre e a boa esposa que eu achava que era começou a dar espaço pra se tornar uma Hotwife que, sem saber ainda, já tava despertando e eu amei essa sensação.
Naquele momento, fiquei paralisada, levantei a cabeça e olhei nos olhos dele, procurando algum sinal de que estava brincando, mas não, o olhar dele era sério, um pouco nervoso, mas também cheio de desejo.
No começo, senti uma mistura muito estranha: surpresa, vergonha… e, para minha própria surpresa, um calorzinho que começou a subir do meu ventre.
Perguntei se ele estava falando sério e ele disse que sim, que há meses fantasiava com a ideia de me ver gozando com outro homem enquanto ele olhava. Explicou que não era porque não me desejava ou porque eu não era suficiente pra ele… pelo contrário, dizia que o excitava pra caralho me imaginar completamente solta, gemendo por outra pica.Eu fiquei vermelha que nem um tomate, falei pra ele que aquilo era loucura, que eu nunca tinha imaginado uma parada daquelas, mas enquanto negava, minha mente já tava me traindo e comecei a imaginar a cena: outro homem me tocando, beijando meu pescoço, entrando dentro de mim enquanto gozava dentro de mim, sentir o leite quente dele lá dentro, naquela hora senti que me molhei de novo, e isso me deixou ainda mais envergonhada.
Quando apaguei a luz, não conseguia dormir, meu coração batia forte. Por um lado, me sentia culpada, como se só de pensar já estivesse traindo ele, mas por outro… Meu Deus, eu tava excitadíssima, me peguei me tocando de leve debaixo dos lençóis, imaginando que eram dois pares de mãos me acariciando.
No dia seguinte, a gente conversou de novo com mais calma. Eu confessei que a ideia me dava muito medo (medo de que mudasse tudo entre nós), mas criei coragem e também admiti, com a voz tremendo, que tinha ficado com a buceta molhada só de pensar nisso.
Meu marido me abraçou forte e disse que só faríamos se eu realmente quisesse, seria porque eu desejava de verdade.
Essa foi a primeira rachadura. A partir daí, as conversas ficaram mais frequentes e mais quentes. Ele começou a me contar detalhes enquanto me comia: como queria me ver de joelhos chupando a pica de outro, como queria me ver gozar com um pau diferente dentro de mim, como o deixava louco imaginar minha cara de prazer quando outro homem me enchesse. E então eu... eu comecei a aceitar e também a fantasiar com aquilo. A vergonha foi se transformando, aos poucos, numa excitação proibida e viciante.
A primeira vez que a gente realmente falou sobre isso como algo que podia rolar de verdade, lembro que minhas pernas tremiam, me sentia uma adolescente nervosa, mas também me sentia poderosa, desejada, bem puta e sexual, e pela primeira vez em muito tempo percebi que meu marido não só me amava… ele me queria de um jeito muito mais intenso e sombrio do que eu imaginava.
Ainda não tinha rolado nada, mas naquela noite, quando ele me propôs o ménage pela primeira vez, algo dentro de mim mudou pra sempre e a boa esposa que eu achava que era começou a dar espaço pra se tornar uma Hotwife que, sem saber ainda, já tava despertando e eu amei essa sensação.
1 comentários - Como tudo começou