Quando cheguei em casa, só me limpei por fora. Por dentro, ainda tava cheio da porra grossa do amigo do meu sogro. Cada passo que eu dava, sentia aquela bagaça quente se mexendo dentro do meu cu, escorrendo devagar e molhando a calcinha preta da minha esposa, que eu ainda tava usando. O tecido tava todo encharcado, colado na minha bunda. Coloquei um moletom folgado pra disfarçar e me joguei no sofá, com o coração batendo a mil. Poucos minutos depois, minha esposa chegou. Entrou sorrindo, me deu um beijo na boca e sentou do meu lado, contando sobre o dia dela. Eu mal conseguia me concentrar: tinha o cu escorrendo porra alheia e o pau já começando a endurecer de novo. De repente, fiquei doido. Puxei ela pra perto, meti a mão por baixo da saia dela e comecei a beijar o pescoço dela. Ela riu, surpresa mas com tesão: — O que deu em você hoje? Tá bem tarado, amor… Não respondi. Só baixei meu moletom, tirei a calcinha vermelha que ela tava usando e coloquei ela de quatro no sofá. Meti o pau nela de uma vez só, comendo ela gostoso. Enquanto eu comia ela, cada metida que eu dava fazia a porra do outro filho da puta se mexer dentro de mim. Sentia ela escorrendo quente pelo meu cu, molhando minha bunda e minhas bolas. Comecei a meter mais selvagem, sentindo mais porra escorrer do meu cu a cada estocada. Virei ela, coloquei de papo pra cima, abri bem as pernas dela e meti o mais fundo que pude. Cada empurrão fazia mais porra do outro escapar e escorrer pela minha bunda. No final, gozei dentro dela com um gemido longo. Quando terminei, ela ficou ofegante, e sem parar de me mexer, meti dois dedos na buceta dela pra disfarçar que tava pegando dos nossos fluidos, mas logo levei os dedos pra trás e passei eles no meu cu, molhei com a porra grossa que tava escapando da minha bunda e, cheios de esperma branco e quente, sem ela perceber, aproximei os dedos da boca dela e falei baixinho: — Chupa eles, meu amor… Enfiei o dedo indicador entre os lábios dela. enquanto eu continuava movendo meu pau dentro dela. Ela, pensando que era minha porra, abriu a boca e começou a chupar meus dedos com gosto, lambendo e sugando a porra do outro homem sem ter a menor puta ideia. Sentia a língua quente dela percorrendo meus dedos, engolindo o esperma grosso do amigo do pai dela enquanto eu continuava metendo meu pau na bucetinha dela. —Assim, chupa gostoso… — sussurrei, movendo meus dedos pela língua dela. Ela gemia de boca cheia, chupando e babando a porra do amigo do pai dela, o mesmo que tinha aberto meu cu e me enchido de porra menos de uma hora antes. Enfiei a mão de novo atrás. Dessa vez tirei os dedos mais cheios de gozo, porque mais tinha escorrido com as estocadas. Enfiei de novo na boca dela. —De novo, minha puta… chupa toda essa porra gostosa — falei baixinho, metendo mais forte dentro dela. Ela chupou com mais vontade, sugando forte e mexendo a língua em volta dos meus dedos. Engoliu e murmurou: —Uff… engoli tudo, filho da puta… sua porra tava bem gostosa hoje… —Gostou? — perguntei... —Ah, sim… tava mais salgada e mais grossa dessa vez… que delícia… tinha um gosto diferente, mas me deixou bem puta… Ela, feliz, me deu um beijo e disse: —Que gostosa que tava hoje… A verdade é que notei como ela chupou meus dedos com muito mais vontade do que outras vezes, então me senti sujo, excitado, culpado e viciado ao mesmo tempo. Era como se eu tivesse compartilhado minha esposa com aquele senhor sem ninguém saber… Foi uma noite incrivelmente gostosa e quente.
Minha esposa é a da foto, imagina como essa boquinha engoliu a porra do meu macho, ainda me deixa duro só de lembrar.
Minha esposa é a da foto, imagina como essa boquinha engoliu a porra do meu macho, ainda me deixa duro só de lembrar.
3 comentários - final, putito por primera vez y mi esposa también alcanzo.
Imagina que estos hayan tenido unas aventuras