A amiga da minha tia, ao ouvir meu pedido, desenhou nos lábios um sorriso fugaz e ardente.
enquanto se acomodava na posição gostosa de cachorrinho que ela tanto adorava. Não tinha dúvida de que Anita se sentiu realizada ao saber que ele a escolheu em vez da minha tia, porque tinha pelo menos dois motivos para se sentir lisonjeada. Um deles foi o fato de ser surrada de novo por aquele brilhante instrumento de prazer; mas era inegável que a razão que mais a cativou foi se sentir penetrada por uma garota da minha idade, que satisfazia seus desejos pedófilos mais íntimos e perversos. Depois de nos prepararmos para o ataque final, minha tia me colocou atrás da popa elevada da amiga dela, ao mesmo tempo que ficou atrás de mim, com a clara intenção de me ajudar nos ataques à bunda da outra, sabendo muito bem que o peso do meu próprio corpo não seria suficiente para dar a feroz batalha que a amiga dela esperava. Pegando a feroz ferramenta de borracha nas mãos, colocou na entrada molhada de Anita, enquanto começava a me empurrar sobre a bunda dela para que eu afundasse o pau na gruta inflamada dela. A visão contrastante do objeto cor de carne entrando na fenda escura e peluda de Anita aumentou imediatamente minha luxúria, então me deixei cair com toda a minha força sobre aquela montanha ondulada que brilhava de suor, penetrando-a com tesão até os cantos mais profundos do intestino dela. Ao mesmo tempo, vi a brilhante e estratégica manobra da tia Rebe, que, por trás de mim, me empurrou com uma força tremenda sobre o rabo trêmulo da amiguinha dela, me ajudando pra caralho para que o falo de látex não saísse da prisão. Uma sensação estranha de berro e tesão nunca sentida tomou conta de mim, e não pude evitar soltar para a mulher que me segurava gritos ardentes de alegria que aludiam ao par aterrorizante que protagonizava. Foi então que percebi que o arnês tinha uma espécie de botão de borracha que se enfiava entre as dobras da buceta e varria delirantemente meu clitóris curto e tenro, o que inevitavelmente aumentava minha alegria e Isso só aumentava minha vontade de terminar de comer aquele cuzão gostoso que agora estava debaixo de mim. Entre uma enfiada e outra, eu metia e tirava aquele pau duro dentro do buraco negro da Anita, enquanto a tia Rebe me empurrava com mais força pra evitar qualquer deslize indesejado. Não sei dizer se foram minutos ou horas que passei enfiando e tirando aquele cacete endurecido da gruta fabulosa daquela gostosa e fogosa Anita; tive que interromper o boquete quando ela começou a gritar que nem uma louca, soltando gemidos tão fortes que agora era minha tia quem tinha que tampar a boca dela com uma das mãos pra evitar que os gritos fossem ouvidos lá fora. Naquele momento, percebi que, se minha tia era uma raposinha que gritava e soltava frases obscenas, a Anita superou ela nesse aspecto quando se ligou que seus gritos enormes carregavam uma putaria muito mais safada e brincalhona do que qualquer coisa que eu já tinha ouvido da minha tia, até nos momentos mais quentes dela.
— Aquela experiência de ouvir aquela série de merdas taradas da amiga da minha tia não só me fez sentir mais envergonhada do que o necessário, mas também me fez entender que ela curtia se sentir subjugada por uma garota como eu como nunca antes; por saber que a tia Rebecca tinha mais experiência com ela de forma magistral, não foi isso que provocou nela um grau tão alto de luxúria, mas sim o fato de satisfazer seus desejos pedófilos. Da minha parte, curti abertamente o toque delicioso do botão do arnês que esfregava minha bucetinha com muito mais delicadeza do que qualquer dedo humano, por isso também gozei quase ao mesmo tempo que Anita, jorrando em mim em esguichos enormes de pouca água que me causaram um êxtase tão tremendo e desconhecido que comecei a chorar com uma intensidade tão avassaladora que minha tia ficou mais preocupada do que o necessário, pensando que talvez eu estivesse tomada por algum tipo de arrependimento. Anita desabou tremendo de prazer na cama e a buceta dela soltou um estalo, e eu também me deitei sobre ela entre gritos e gemidos soluçantes, com nossos corpos cobertos de suor pelo exercício incomum, enquanto a abraçava alegre e grata por ter me dado um prazer tão incrível. Foi então que ouvi minha tia me perguntar:
"O que foi, querida?... Você está se sentindo mal?
Nem consegui responder, porque as palavras não saíam da minha garganta; só apontei com um dedo que não tava acontecendo nada comigo. Ela sacou na hora que meus soluços intensos eram mais de prazer do que qualquer outra coisa, então se jogou em cima da gente, se perdendo e se divertindo também no meio daquela mistura de paus latejando de tanta luxúria. Depois de uns minutos de pura alegria, foi a Anita que caiu em si e, sentada, falou pra minha tia:
— É, Rebecca... Hora de parar... Não quero que minha mãe volte e nos pegue brincando...
— É, Annie... cê tem razão...
Nós três levantamos da cama e elas duas tiraram as correias de mim, e depois a gente se virou pra vestir a roupa. Quando arrumaram a cama, a Anita guardou o objeto do desejo, enquanto a gente se beijava de despedida na boca. A Anita me disse:
— Fala, Elsita... Cê gostou do que a gente fez hoje?
— Ah, sim... cê não faz ideia do quanto eu curti, Annie...
— Que bom... "Espero que a gente possa brincar de novo logo", ela falou, piscando o olho de safada.
— É... é... é o que eu mais quero... — respondi sorrindo.
— Beleza — falou minha tia —, hora de ir, gostosa...
— Tchau, Anita — falei me despedindo.
— Tchau, gostosa... se cuida...
Saímos de casa e pegamos o busão que levou pra nossa casa.
— Ah, mamãe... isso foi uma delícia, né?
— Cê acha, amor?... Uma coisa é te contar, outra é sentir... acredita em mim, Rubicita.
— É... acredito...
— Foi uma experiência nova e inesquecível pra mim, pequena...
— Ah, mamãe... Agora que eu sei, queria fazer isso com você com um negocinho assim...
— Ah, isso seria fabuloso... e acho que a gente vai tentar também...
— Cê jura, mamãe?
Sim, Cielo Riveros... Eu prometo... mas tá na hora de você ir pra cama porque seu pai não deve demorar muito... vamos, vou te arrumar..."
É inútil eu ter tentado descrever a intensidade das minhas fodas naquela noite e o fluxo tremendo de porra que eu tirei das minhas bolas esgotadas. Tudo isso foi incrível. Eu não sabia de onde vinha tanto sêmen. Mas não tinha dúvida de que tudo que Mirian Caballero disse pra Cielo Riveros me fez rugir de tesão. Ao saber que minha esposa estava prestes a colocar Cielo Riveros na cama, corri pra sala esperar por Mirian Caballero. Quando ela finalmente chegou, me disse:
"Como você tá se sentindo, love?"
"Ah... Nem me pergunta.... Tô tão esgotado que até me sinto fraco."
— Kkkkkkk.... só olha pro meu marido tarado.... Vejo que você adora que eu conte pra menina minhas coisinhas, né?
"Ah, sim... você é demais, love..."
"Acho que sim?.... Quero isso... Quero te esquentar... Quero te excitar... Quero que você tire toda a porra que produzir durante o dia...
E aí, conseguiu, seu bastardo..." Você não faz ideia da intensidade do berro que suas histórias de infância provocam em mim... Por isso quero que você termine de contar tudo pra garota... até o ponto da loucura...
"Sim..." Vejo que você tá curtindo... e vou fazer isso, Aldo... Juro que vou... mas lembra da sua promessa...
— Sim... sim... claro... embora você ainda não tenha me dito em que consiste essa promessa, love...
"E não vou te contar até terminar minha parte — esse é um desejo que me excita" Sabia disso?
— Não... O que te deixa tão tesuda?
— Não te contar nada até terminar de contar tudo pra Cielo Riveros...
"Ah, é?... bom... se é isso que você quer..."
"Sim, Aldo..." é isso que eu mais quero... e no final vou dizer qual é meu pedido... a única coisa que posso dizer é que vai ser algo fantástico pra nós dois...
"Ah... isso soa muito bem..."
"E vai ser assim... Pode ter certeza... mas não come besteiras, love..."
"Tá bem..." Juro que vou saber esperar... enquanto você continuar contando suas coisas pra Cielo Riveros, posso esperar o tempo que quiser... hahahaha...
"Você vai ver, seu maldito bastardo..." Vejo que você é mais gostoso do que eu pensava, hein?.. Hahaha
"E você?... não fica atrás, sua puta safada... Hahaha
— Mmmm... só de pensar em tudo que nos espera, me molho toda lá embaixo...
"Já vi... não tem uma pica pra te sujar, seu bastardo?... que vagabunda você é... hahaha
"Ah, obrigada, love... Adoro quando você me chama assim..."
"Sim..." Já tô percebendo...
- Bom, Aldo... Hora de ir pra cama... hoje foi mais tarde que o normal...
"Sim..." Vamos descansar.
Nos retiramos pros braços pro nosso quarto e deitamos na cama, ainda abalados pela experiência tremenda da noite quente. Sim, tava quente demais. Era verão.
Com a sessão de sexo ardente que nós três protagonizamos na noite anterior, um novo capítulo se abriu na nossa vida íntima em família que ia nos marcar pra sempre, além de apontar do mesmo jeito o caminho incestuoso que teríamos que seguir daqui pra frente. Mas tinha duas coisas na minha mente que continuavam me chamando a atenção. Uma foi a atividade extraordinária e participativa da Cielo Riveros nos nossos encontros secretos, que claramente adorava praticar junto, curtindo muito tudo com a mentalidade infantil dela, mas ao mesmo tempo com uma ideia muito clara de qual é o ardor do desejo carnal. A outra, o pedido ainda não revelado da Mirian Caballero, que me fez jurar que faria o que ela pedisse, sem que ficasse claro pra mim qual era o desejo oculto dela. Por outro lado, não tinha dúvida de que o que tava rolando agora entre nós significava muito mais pra mim do que eu tinha pensado no começo, depois daquela noite quente em que esfreguei sorrateiramente o pau da minha filha pela primeira vez na buceta lisinha dela. Por todas as circunstâncias que vivi, não conseguia parar de pensar na Cielo Riveros nem por um momento, e se for ser honesto, tenho que dizer que a menina virou o centro da minha atenção, até substituindo a minha linda esposa. Todo dia, quando tava no escritório, me queimava por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela sem que eu conseguisse tirar isso dos meus pensamentos. O pau do S pela primeira vez na buceta lisinha dela. Por todas as circunstâncias que vivi, não conseguia parar de pensar na Cielo Riveros nem por um momento, e se for ser honesto, tenho que dizer que a menina virou o centro da minha atenção, até substituindo a minha linda esposa. Todo Dias, quando eu tava no escritório, me queimava por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça. O pau de S pela primeira vez naquela buceta linda e lisinha dela. Por causa de tudo que eu tinha vivido, não conseguia parar de pensar na Cielo Riveros nem por um segundo, e, se for pra ser sincero, tenho que admitir que a menina tinha virado o centro da minha atenção, até substituindo a minha esposa gostosa. Todos os dias, quando eu tava no escritório, me queimava por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça. Me queimou por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça. Me queimou por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça.
Por isso, naquele dia, tive a ideia de confiar à minha esposa, de uma vez por todas, o desejo secreto que não me deixava em paz, disposto até a negociar com ela da melhor forma possível seu pedido secreto e ainda não revelado em troca da virgindade da minha própria filha. Então, como não queria mais adiar meus caprichos, decidi ligar para Mirian Caballero naquela mesma tarde. Tomando os devidos cuidados, ordenei à minha secretária que não deixasse ninguém me incomodar e me tranquei no meu escritório. Com as mãos trêmulas, disquei o número da minha casa.
— Alô, quem fala?
— Mirian Caballero, sou eu... Como você está?
"Ah, Aldo, não pensei que fosse você... Como você está, amor?
— Bem, bem... tá tudo certo... Só queria ligar pra saber como vocês estão.
"Tamo bem..." Céu Riveros tá na sala vendo TV e quase terminei de arrumar a casa... Aconteceu alguma coisa ruim, Aldo?
— Bom, sim... Tenho algo pra te falar...
"Sim..." Fala, amor.
— Ah, Mirian Caballero... É uma coisa que há dias eu queria te perguntar, mas por algum motivo não tinha...
"Sim... sim... claro... me fala do que se trata...
— É sobre a Céu Riveros...
"Hummm.... O que você bolou agora, querido?" Ele respondeu com uma cumplicidade melosa.
"É algo que preciso te dizer, amor...
— Bom, vamos... Fala agora...
— Olha, Mirian Caballero... Lembra da promessa que te fiz?
— Ah, claro... Não vou esquecer por nada nesse mundo...
"Eu sei..." Eu sei... Só quero saber o que é... do que se trata o seu pedido...
— Ah, não... Não é que... a gente combinou que eu te diria na hora certa, querido...
— Sim, é verdade, Mirian Caballero... mas é que eu tenho um desejo que não te confessei e, bom...
"O quê?... Me fala o que é... vai, querido...
— Sim... sim... Vou te falar...
"Você quer me contar pelo telefone agora mesmo ou quer esperar até chegar em casa?"
— Não sei... Não sei o que é melhor...
"Tá seguro falar por aqui?... Não tem ninguém te ouvindo no escritório?
— Não, não... Tô completamente sozinho...
— Bom... então não tem problema... só me fala que eu vou te satisfazer.
"Tá bem..." Quero desvirginar a Céu Riveros... Preciso, Linda. Por favor, me entende...
Minha esposa não respondeu. O silêncio que veio pareceu eterno. Tive que falar de novo:
— Alô... alô... Mirian Caballero... Tá me ouvindo?
— Sim, sim... tô aqui... é que... Não sei...
"O que foi, amor?"
— Bom, por enquanto eu já imaginava tudo... e acho que a menina ainda não tá pronta pra isso... já sabe... é pequeno demais...
-Eu sei, gostosa... por isso quero que você concorde totalmente...
— Hummm... bom, não sei o que te dizer, querido...
"Olha, Mirian Caballero..." não vai acontecer nada, eu juro... Vou fazer com todo cuidado... e claro, você vai estar por perto pra ajudar com tudo...
"Sim... sim... tem que ser assim, amor...
"Então, o que você acha?"
"Ah, amor... Mas e eu?..... Que vantagem vou ter nisso?..."
"Muita, muita, minha querida... Vou te dar tudo o que você quiser.... Isso não é suficiente?"
— Não... claro que não... pelo contrário...
"Bom, esse vai ser seu prêmio, vida..."
— Ah, Aldo... mas se você nem sabe o que eu quero de você...
— É verdade.... mas não me importo.... de agora em diante, te ofereço fazer tudo o que você quiser... Eu juro...
— Mmmm... Bom, não acho que seja uma má ideia... Mas o que você pensou?... Qual é o seu plano?... Vamos, me conta, já tô ficando com tesão...
"Sim, te entendo... porque eu sou igual..."
"Então.... Você vai me contar?
Sim..." Claro... a ideia que tenho é que esta noite vou desvirgar a Rubicita... e amanhã te dou teu prêmio... O que acha da minha oferta?...
— Já vai ver, seu bastardo maldito... hahahahaha... mas cê pode ver que a mina tá doida por você, né?
"Sim... pra que negar... sabe que é assim..."
— Uhum... porque acho que não vou conseguir recusar de satisfazer sua briga, meu amor... mas vai ter que ser do meu jeito....
— O que cê quer dizer, Mirian Caballero?... Não entendi direito...
"Vou te dizer o que vamos fazer... você vai desvirgar a menina e eu vou te ajudar com o que tanto deseja... mas com uma condição...
"Que condição, gostosa?"
"Que eu possa realizar meu desejo naquele mesmo momento..."
"Naquele mesmo momento?... Não entendi...
"Vai entender, amor..." vai entender... então é pegar ou largar...
— Não, não... tá bom, aceito... vai ser como você quiser...
— Perfeito... então vou preparar tudo pra esta noite...
— Ah, obrigado, gostosa... por isso te amo tanto...
"Eu também, Aldo... eu também...
"Bom... hoje vou sair do escritório mais cedo pra ter tempo suficiente... Tudo bem pra você?
"Sim..." Acho que é ótimo, amor...
"Beleza, gostosa... então vou indo..." Nos vemos às nove.
"Vou te esperar.... ambos vamos te esperar..."
"Muito bem... Mando um beijo, princesa.... e outro pra Cielo Riveros...
"Idem, amor... Até logo.
— Até logo.
Cortei a comunicação sentindo uma alegria imensa dentro de mim. A partir daquele momento, não consegui mais me concentrar no trabalho e só ansiava pelo tempo de voltar correndo pra casa. Quando o relógio marcou nove horas, já estava no meu carro e dirigi rapidamente pra casa. Entrei e subi as escadas, encontrando, como sempre, minha esposa e Cielo Riveros sentados na cama do nosso quarto. Os dois me abraçaram com carinho e eu retribuí com beijos nas bochechas. Imediatamente, minha esposa me disse:
"O que você quer fazer, love?.... continua, me fala..." comentou, piscando um olho sabendo.
"Tudo o que te falei... é isso que eu quero, meu bem..."
"Muito bem... Muito bem... Então deixa eu preparar a garota, tá?"
"Sim, tudo bem... Quer que eu saia?"
— Não, não... fica... vai ser melhor assim...
"Tá bom."
Mirian Caballero pegou Cielo Riveros e a sentou no colo, dizendo:
"Linda... Lembra daquele joguinho que eu te contei que a gente brincava com minha tia Rebe na casa da amiga dela, a Ana?..."
A menina pensou por uns momentos e respondeu:
"Qual deles, mamãe?..."
"Ah, sim... você tem razão..." Te contei tanta coisa, né, Cielo Riveros?..."
— Sim, mamãe... por isso que pergunto qual jogo é...
"Bom... é aquele joguinho que a gente brinca os três... o do 'brinquedinho'... Lembra agora?"
"Sim... sim... É aquele com as tiras e a coisinha de borracha, né?..."
— Exatamente... Então, Linda... hoje à noite a gente vai brincar disso...
— Sério, mamãe?.... sim... Quero brincar...
Sim, gostosa, e vamos fazer... só que vai ser de um jeito um pouco diferente..."
"Diferente?... E como vai ser, mamãe?"
"Agora vou te contar..." olha, Rubicita, seu pai também vai participar da brincadeira... você vai ser a mulher e ele vai ser o homem... e eu vou te ajudar pra você brincar direitinho... só que vamos fazer diferente... O que você acha?"
"Sim... sim... Quero, mamãe..."
"Tá bom... agora vem aqui que vou tirar sua roupa... a gente tem que ficar sem nada... e depois vou colocar uma venda nos seus olhos, Rubicita, pra deixar a brincadeira mais interessante..."
"Ah, que legal, mamãe... então vai ser igual ao jogo da galinha cega, né?"
"Sim, pequena... vai ser bem parecido com isso... Me diz, você gosta?"
"Sim... sim..." — respondeu Cielo Riveros, cheio de emoção e tesão.
A menina imediatamente se levantou do colo dela e ficou de pé na frente da minha esposa. Mirian Caballero começou a tirar a roupa dela e depois tirou a sua, e em seguida colocou um pano escuro sobre os olhos dela. Eu estava com tanto tesão ao vê-las nuas e minha filha com aquela venda no rostinho bonito dela, que meu pau ficou durasso. Mirian Caballero me disse com palavras doces:
"Vamos, amor... tira toda a roupa..."
Fiz o que ela pediu e comecei a me despir até ficar pelado. Os olhos de Cielo Riveros caíram imediatamente sobre a protuberância de carne inchada que se destacava por cima das minhas bolas peludas. Observei ela atentamente, vendo que os olhos da menina estavam vidrados de tesão com a visão que ela tinha. Esse detalhe me excitou, me animando a levar adiante meus planos perversos com ela naquela mesma noite. Mas me segurei e deixei Mirian Caballero tomar as decisões. Minha esposa comentou:
"Bom, Aldo... Acho que pra essa brincadeira vamos precisar de um catalisador bem especial..."
"O que você quer dizer?" perguntei com claro interesse.
— Azeite de oliva, love... um azeite bem suave e sutil... que vai deixar tudo mais fácil...
"Sim... sim..." – respondi com alegria.
Minha esposa foi até a gaveta da cômoda e tirou um frasco de líquido esverdeado. Colocou Cielo Riveros sobre o colchão com o rosto para cima e, pegando o vidro de azeite, começou a esfregar a essência na parte superior da sua fenda, e depois enfiou suavemente um dos dedos besuntados na sua breve e intocada fenda. Depois de deixá-la completamente lambuzada, pegou meu pau endurecido e o cobriu com aquela pomada especialmente oleosa até que ficou todo molhado e brilhante. Imediatamente me disse:
— Agora, Aldo... chega a minha parte... a realização dos meus desejos...
"Ah, sim, gostosa... claro..." Respondi empolgado, sem saber o que esperar.
"Mas para isso quero que você faça tudo o que eu mandar..."
— Sim... sim... me diz o que tenho que fazer, love...
— Bom... a primeira coisa que vou fazer é vendar seus olhos...
"Os olhos?... E pra que serve isso, Mirian Caballero?..."
— Ah, Aldo... É parte do jogo que quero fazer... Você só me deixou executar tudo, não foi?
— Mmm... bom, tá bem... embora...
"Nada... nada... sem desculpas... Lembra da sua promessa..."
"Sim... sim... Eu sei... e tá bem, love... faz o que quiser..."
"Ah, sim... isso vai ser foda... você vai ver..."
Mirian Caballero voltou à gaveta da cômoda e agora tirou um lenço preto que aparentemente tinha preparado de antemão para a sessão daquela noite. Imediatamente assumiu a tarefa de vendar meu rosto em volta dos olhos e depois ouvi novamente barulhos na caixa de madeira, como se estivesse mexendo para pegar algo que eu não sabia. Passaram-se vários minutos em que ela ficou nessa, até que finalmente ouvi sua voz:
"Tudo pronto, love... vamos, agora vou te ajudar a subir na cama..."
"Mas.... Como é que vou ficar com a Cielo Riveros?.... Não consigo ver nada, love...
Ah, não se preocupa..." Eu vou pegar as coisas... E vou dizer pra vocês dois o que fazer... Tá bom, amor?
— Bem... sim... tá bom...
Me pegando pela mão, ela me levou até a cama. Lá em cima, me deu instruções pra me deitar sobre o corpinho com as pernas abertas de Cielo Riveros, que me esperava também sem enxergar nada, até que senti a pequenez do corpo dela debaixo de mim. Mirian Caballero, com toda a calma que tinha, começou a tocar meu pau duro que já subia desafiador e soltava gotas curtas mas grossas de porra no buraco da cabeça. Minha esposa, achando que tudo já tava pronto, falou:
"Agora, Aldo, vou colocar a ponta do seu pau na entradinha da buceta de Cielo Riveros..."
"Sim... sim..." Respondi cheio de tesão
Ela pegou no meu pau e me empurrou devagar pelas costas enquanto eu ia descendo lentamente em cima do gritinho da menina novinha, que eu ouvi suspirar de tanto desejo e tesão guardado por causa do gênio desse jogo familiar doentio. Logo senti minha cabeça finalmente tocando a entrada molhada da bucetinha lisa da minha filha. Foi aí que Mirian Caballero falou de novo:
Tá sentindo, amor?... tá sentindo a fenda da CieloRiveros colada no seu pau?...", minha esposa perguntou.
"Sim... sim...", respondi com força.
"Perfeito... agora você vai colocar bem devagar... lembra, querido, tem que ser aos poucos... Não quero que você machuque ela..."
"Sim... sim, claro..."
Me entregando ao peso natural do meu corpo, desci lentamente na abertura bem apertada da Cielo Riveros, que estremeceu de alegria ao sentir o contato da textura macia da cabeça do meu pau com o interior das dobras da bucetinha dela. Parei ali por uns momentos, tentando acostumar a passagem secreta dela à penetração inicial do invasor intruso. Depois de uns minutos que pareceram séculos, empurrei suavemente meu membro pra dentro da fenda dela, que senti aberta o máximo que dava sem que meu pau grosso encaixasse no canal frontal virgem. Senti as mãos da Mirian Caballero nas minhas costas me empurrando devagar sobre o corpo lindo e aberto da Cielo Riveros, e depois me envolvendo com os braços pra segurar um ataque provável e indesejado que poderia me fazer perder o controle por causa da luxúria daqueles momentos sublimes de penetração pela primeira vez. Mesmo vendado, senti claramente quando cheguei na caverna oleosa da Cielo Riveros, que agora abrigava toda a cabeça do meu pau inchado dentro dos lábios vaginais dela, sem que eu expressasse nenhum tipo de dor. Como dava pra ver um pouco por baixo da venda escura no meu rosto, vi que dessa vez a Mirian Caballero passou a mão na abertura principal da menina pra ajudar ela a abrir mais as pernas, prestando atenção especial na ação das mãos dela ao redor dos dois lábios da bucetinha da garota, com o que abriu as dobras sedosas dos lábios superiores pros lados pra facilitar a penetração.
Senti que o gozo ameaçava jorrar das minhas bolas; mesmo assim, sem falar nada pra minha esposa, consegui fazer um esforço danado pra segurar a avalanche, focando meus pensamentos bem na penetração do meu pau naquela bucetinha preciosa que eu tanto queria desvirginar. Ouvi quando Mirian Caballero me disse:
"Love... pode tentar entrar um pouquinho mais..."
Nem respondi, só me dediquei a obedecer o pedido dela, empurrando de leve na vulvinha aberta e molhada, conseguindo enfiar um pedaço de pau lá dentro. Não tinha dúvida de que o azeite de oliva tava ajudando pra caralho na conclusão desse ato de desvirginamento, porque meu pau tava tão escorregadio que quando eu pegava ele com os dedos pra sentir como tava apertado pelo tesouro lisinho da Cielo Riveros, o pau saía do controle. Do mesmo jeito, quando toquei as beiradas gostosas da menina, percebi a quantidade de líquido que escorria dos contornos proibidos dela, o que despertou em mim um rugido tão indescritível que é besteira tentar descrever. Depois de uns minutos parado na mesma posição sem mexer nada, Mirian Caballero voltou com tudo, abrindo as pernas da menina o máximo que podia enquanto insistia com as mãos em volta das coxas, tentando abrir mais o ângulo das pernas dela, pra que meu cadeado inchado tivesse mais espaço no labirinto virgem da minha filha. Tendo enfiado mais ou menos um quarto do pau lá dentro, Cielo Riveros nem fez careta, só ficou com o sorrisinho infantil no rosto enquanto os olhinhos estavam escondidos debaixo do pano da máscara. Era óbvio que a menina tava adorando aquele joguinho sem nem imaginar o que vinha pela frente. Depois de ficar parada um tempinho curtindo a prisão deliciosa em volta da ponta do meu pau, Mirian Caballero falou de novo baixinho: pra que meu cadeado inchado pra que meu cadeado inchado tivesse mais espaço no labirinto virgem da minha filha. Tendo enfiado mais ou menos um quarto do pau lá dentro, Cielo Riveros nem fez careta, só continuou com aquele sorrisinho infantil no rosto enquanto os olhinhos ficavam escondidos debaixo do pano da máscara. Era nítido que a menina tava curtindo pra caralho aquela brincadeirinha sem fazer ideia do que vinha pela frente. Depois de ficar parada um tempão aproveitando a prisão gostosa em volta da ponta do meu pau de pé, Mirian Caballero falou de novo baixinho:
Querido... empurra um pouquinho mais... só mais um pouquinho..."
Como se fosse um robô que só obedece às ordens da sua amante por impulso, me deixei cair sobre as pernas abertas de Cielo Riveros para inserir outro pedaço de carne quente no seu precioso tesouro inexplorado, afundando desta vez mais da metade do meu vibrante pau no seu breve labirinto quente. Esperava algum gemido de dor da minha pequena filha quando se sentiu empalada com mais da metade da minha rola dentro, mas Cielo Riveros não soltou nenhum gemido, o que me fez pensar que talvez ela não sentisse tanta dor porque eu não era, como já disse, um modelo de virtudes em termos de dotação peniana. A verdade é que, e preciso dizer, meu pau é do tipo padrão, mais pra tamanho pequeno, além da extrema magreza do tronco, o que com certeza foi uma grande vantagem naquele momento para levar adiante meus planos desviados.
Minha astuta esposa sabia muito bem disso e, claro, confirmou o mesmo que eu quando viu que Cielo Riveros não tinha mostrado nenhuma reação dolorosa até aquele momento, então dessa vez me incentivou a colocar tudo na fresta ansiosa da minha pequena filha, me dizendo:
— Vai, Aldo... agora mete tudo... parece que não incomoda ela...
"Uhhum..." Consegui bufar com a maior emoção.
Querendo aproveitar as circunstâncias, me empurrei com força enquanto Mirian Caballero me empurrava por trás para que o ataque final fosse contundente. Foi nesse momento que ambos ouvimos o grito estremecedor de Cielo Riveros, que, gritando de dor, começou a uivar de desespero implorando entre soluços:
— Nãoooo.... nãoooo..... Não quero... dói... tira isso... tira, papaiii... tira isso, dói...
Por um momento, os choramingos da menina me assustaram e eu estava prestes a recuar para tirar meu falo endurecido que agora estava perdido nas intrincadas dobras cor-de-rosa de Cielo Riveros. Mas Mirian Caballero, uma experiente... conhecedora das reações clássicas de uma defloração, ela me conteve colocando as duas mãos nas minhas costas enquanto gritava:
- Não, Aldo... já está dentro... se você tirar agora vai ser mais doloroso... vamos, querido... começa a se mover devagar... mas não tira de jeito nenhum...
Ganhando confiança enquanto ouvia suas palavras, comecei a me mover suavemente de um lado para o outro, na esperança de que o garoto não tivesse um efeito maior. Mas minha tentativa foi inútil, porque Cielo Riveros continuou gemendo e reclamando alto, soltando uma série de gemidos aludindo à tremenda dor que sentia, e isso só fez com que ela desejasse não ter minha pica dentro da sua buceta arrombada.
— Nãooo... não. Aiiii... E aí vem o SmackDown.Scarlett..... Aiiii. Aiiii...... Tá doendo muito... Amapola... Me chupa aíiiii.... Aiiii. sim nãooooooo.....
Mas minha esposa, que conhecia muito bem as causas e efeitos dessa trepada, sem dizer uma palavra continuou me empurrando por trás sobre as pernas abertas de Cielo Riveros, que continuava com seus gritos arrepiantes de socorro com a carinha toda molhada de lágrimas. Da minha parte, continuei me mexendo ansiosamente dentro da buceta apertada da menina, que agora se sentia empalada até o talo com meu pau perdido dentro dela, que dessa vez tinha acabado de se romper pra sempre. Entre urros de safadeza que saíam da minha boca e gritos de dor que Cielo Riveros soltava, finalmente se consumou a tão esperada desfloração, enquanto minha esposa não parava de empurrar o corpinho da menina contra mim, que agora estava afundado no colchão e completamente perdido debaixo do peso do meu corpo suado.
enquanto se acomodava na posição gostosa de cachorrinho que ela tanto adorava. Não tinha dúvida de que Anita se sentiu realizada ao saber que ele a escolheu em vez da minha tia, porque tinha pelo menos dois motivos para se sentir lisonjeada. Um deles foi o fato de ser surrada de novo por aquele brilhante instrumento de prazer; mas era inegável que a razão que mais a cativou foi se sentir penetrada por uma garota da minha idade, que satisfazia seus desejos pedófilos mais íntimos e perversos. Depois de nos prepararmos para o ataque final, minha tia me colocou atrás da popa elevada da amiga dela, ao mesmo tempo que ficou atrás de mim, com a clara intenção de me ajudar nos ataques à bunda da outra, sabendo muito bem que o peso do meu próprio corpo não seria suficiente para dar a feroz batalha que a amiga dela esperava. Pegando a feroz ferramenta de borracha nas mãos, colocou na entrada molhada de Anita, enquanto começava a me empurrar sobre a bunda dela para que eu afundasse o pau na gruta inflamada dela. A visão contrastante do objeto cor de carne entrando na fenda escura e peluda de Anita aumentou imediatamente minha luxúria, então me deixei cair com toda a minha força sobre aquela montanha ondulada que brilhava de suor, penetrando-a com tesão até os cantos mais profundos do intestino dela. Ao mesmo tempo, vi a brilhante e estratégica manobra da tia Rebe, que, por trás de mim, me empurrou com uma força tremenda sobre o rabo trêmulo da amiguinha dela, me ajudando pra caralho para que o falo de látex não saísse da prisão. Uma sensação estranha de berro e tesão nunca sentida tomou conta de mim, e não pude evitar soltar para a mulher que me segurava gritos ardentes de alegria que aludiam ao par aterrorizante que protagonizava. Foi então que percebi que o arnês tinha uma espécie de botão de borracha que se enfiava entre as dobras da buceta e varria delirantemente meu clitóris curto e tenro, o que inevitavelmente aumentava minha alegria e Isso só aumentava minha vontade de terminar de comer aquele cuzão gostoso que agora estava debaixo de mim. Entre uma enfiada e outra, eu metia e tirava aquele pau duro dentro do buraco negro da Anita, enquanto a tia Rebe me empurrava com mais força pra evitar qualquer deslize indesejado. Não sei dizer se foram minutos ou horas que passei enfiando e tirando aquele cacete endurecido da gruta fabulosa daquela gostosa e fogosa Anita; tive que interromper o boquete quando ela começou a gritar que nem uma louca, soltando gemidos tão fortes que agora era minha tia quem tinha que tampar a boca dela com uma das mãos pra evitar que os gritos fossem ouvidos lá fora. Naquele momento, percebi que, se minha tia era uma raposinha que gritava e soltava frases obscenas, a Anita superou ela nesse aspecto quando se ligou que seus gritos enormes carregavam uma putaria muito mais safada e brincalhona do que qualquer coisa que eu já tinha ouvido da minha tia, até nos momentos mais quentes dela.
— Aquela experiência de ouvir aquela série de merdas taradas da amiga da minha tia não só me fez sentir mais envergonhada do que o necessário, mas também me fez entender que ela curtia se sentir subjugada por uma garota como eu como nunca antes; por saber que a tia Rebecca tinha mais experiência com ela de forma magistral, não foi isso que provocou nela um grau tão alto de luxúria, mas sim o fato de satisfazer seus desejos pedófilos. Da minha parte, curti abertamente o toque delicioso do botão do arnês que esfregava minha bucetinha com muito mais delicadeza do que qualquer dedo humano, por isso também gozei quase ao mesmo tempo que Anita, jorrando em mim em esguichos enormes de pouca água que me causaram um êxtase tão tremendo e desconhecido que comecei a chorar com uma intensidade tão avassaladora que minha tia ficou mais preocupada do que o necessário, pensando que talvez eu estivesse tomada por algum tipo de arrependimento. Anita desabou tremendo de prazer na cama e a buceta dela soltou um estalo, e eu também me deitei sobre ela entre gritos e gemidos soluçantes, com nossos corpos cobertos de suor pelo exercício incomum, enquanto a abraçava alegre e grata por ter me dado um prazer tão incrível. Foi então que ouvi minha tia me perguntar:"O que foi, querida?... Você está se sentindo mal?
Nem consegui responder, porque as palavras não saíam da minha garganta; só apontei com um dedo que não tava acontecendo nada comigo. Ela sacou na hora que meus soluços intensos eram mais de prazer do que qualquer outra coisa, então se jogou em cima da gente, se perdendo e se divertindo também no meio daquela mistura de paus latejando de tanta luxúria. Depois de uns minutos de pura alegria, foi a Anita que caiu em si e, sentada, falou pra minha tia:— É, Rebecca... Hora de parar... Não quero que minha mãe volte e nos pegue brincando...
— É, Annie... cê tem razão...
Nós três levantamos da cama e elas duas tiraram as correias de mim, e depois a gente se virou pra vestir a roupa. Quando arrumaram a cama, a Anita guardou o objeto do desejo, enquanto a gente se beijava de despedida na boca. A Anita me disse:
— Fala, Elsita... Cê gostou do que a gente fez hoje?
— Ah, sim... cê não faz ideia do quanto eu curti, Annie...
— Que bom... "Espero que a gente possa brincar de novo logo", ela falou, piscando o olho de safada.
— É... é... é o que eu mais quero... — respondi sorrindo.
— Beleza — falou minha tia —, hora de ir, gostosa...
— Tchau, Anita — falei me despedindo.
— Tchau, gostosa... se cuida...
Saímos de casa e pegamos o busão que levou pra nossa casa.
— Ah, mamãe... isso foi uma delícia, né?
— Cê acha, amor?... Uma coisa é te contar, outra é sentir... acredita em mim, Rubicita.
— É... acredito...
— Foi uma experiência nova e inesquecível pra mim, pequena...
— Ah, mamãe... Agora que eu sei, queria fazer isso com você com um negocinho assim...
— Ah, isso seria fabuloso... e acho que a gente vai tentar também...
— Cê jura, mamãe?
Sim, Cielo Riveros... Eu prometo... mas tá na hora de você ir pra cama porque seu pai não deve demorar muito... vamos, vou te arrumar..."É inútil eu ter tentado descrever a intensidade das minhas fodas naquela noite e o fluxo tremendo de porra que eu tirei das minhas bolas esgotadas. Tudo isso foi incrível. Eu não sabia de onde vinha tanto sêmen. Mas não tinha dúvida de que tudo que Mirian Caballero disse pra Cielo Riveros me fez rugir de tesão. Ao saber que minha esposa estava prestes a colocar Cielo Riveros na cama, corri pra sala esperar por Mirian Caballero. Quando ela finalmente chegou, me disse:
"Como você tá se sentindo, love?"
"Ah... Nem me pergunta.... Tô tão esgotado que até me sinto fraco."
— Kkkkkkk.... só olha pro meu marido tarado.... Vejo que você adora que eu conte pra menina minhas coisinhas, né?
"Ah, sim... você é demais, love..."
"Acho que sim?.... Quero isso... Quero te esquentar... Quero te excitar... Quero que você tire toda a porra que produzir durante o dia...
E aí, conseguiu, seu bastardo..." Você não faz ideia da intensidade do berro que suas histórias de infância provocam em mim... Por isso quero que você termine de contar tudo pra garota... até o ponto da loucura..."Sim..." Vejo que você tá curtindo... e vou fazer isso, Aldo... Juro que vou... mas lembra da sua promessa...
— Sim... sim... claro... embora você ainda não tenha me dito em que consiste essa promessa, love...
"E não vou te contar até terminar minha parte — esse é um desejo que me excita" Sabia disso?
— Não... O que te deixa tão tesuda?
— Não te contar nada até terminar de contar tudo pra Cielo Riveros...
"Ah, é?... bom... se é isso que você quer..."
"Sim, Aldo..." é isso que eu mais quero... e no final vou dizer qual é meu pedido... a única coisa que posso dizer é que vai ser algo fantástico pra nós dois...
"Ah... isso soa muito bem..."
"E vai ser assim... Pode ter certeza... mas não come besteiras, love..."
"Tá bem..." Juro que vou saber esperar... enquanto você continuar contando suas coisas pra Cielo Riveros, posso esperar o tempo que quiser... hahahaha...
"Você vai ver, seu maldito bastardo..." Vejo que você é mais gostoso do que eu pensava, hein?.. Hahaha
"E você?... não fica atrás, sua puta safada... Hahaha
— Mmmm... só de pensar em tudo que nos espera, me molho toda lá embaixo...
"Já vi... não tem uma pica pra te sujar, seu bastardo?... que vagabunda você é... hahaha
"Ah, obrigada, love... Adoro quando você me chama assim..."
"Sim..." Já tô percebendo...
- Bom, Aldo... Hora de ir pra cama... hoje foi mais tarde que o normal...
"Sim..." Vamos descansar.
Nos retiramos pros braços pro nosso quarto e deitamos na cama, ainda abalados pela experiência tremenda da noite quente. Sim, tava quente demais. Era verão.Com a sessão de sexo ardente que nós três protagonizamos na noite anterior, um novo capítulo se abriu na nossa vida íntima em família que ia nos marcar pra sempre, além de apontar do mesmo jeito o caminho incestuoso que teríamos que seguir daqui pra frente. Mas tinha duas coisas na minha mente que continuavam me chamando a atenção. Uma foi a atividade extraordinária e participativa da Cielo Riveros nos nossos encontros secretos, que claramente adorava praticar junto, curtindo muito tudo com a mentalidade infantil dela, mas ao mesmo tempo com uma ideia muito clara de qual é o ardor do desejo carnal. A outra, o pedido ainda não revelado da Mirian Caballero, que me fez jurar que faria o que ela pedisse, sem que ficasse claro pra mim qual era o desejo oculto dela. Por outro lado, não tinha dúvida de que o que tava rolando agora entre nós significava muito mais pra mim do que eu tinha pensado no começo, depois daquela noite quente em que esfreguei sorrateiramente o pau da minha filha pela primeira vez na buceta lisinha dela. Por todas as circunstâncias que vivi, não conseguia parar de pensar na Cielo Riveros nem por um momento, e se for ser honesto, tenho que dizer que a menina virou o centro da minha atenção, até substituindo a minha linda esposa. Todo dia, quando tava no escritório, me queimava por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela sem que eu conseguisse tirar isso dos meus pensamentos. O pau do S pela primeira vez na buceta lisinha dela. Por todas as circunstâncias que vivi, não conseguia parar de pensar na Cielo Riveros nem por um momento, e se for ser honesto, tenho que dizer que a menina virou o centro da minha atenção, até substituindo a minha linda esposa. Todo Dias, quando eu tava no escritório, me queimava por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça. O pau de S pela primeira vez naquela buceta linda e lisinha dela. Por causa de tudo que eu tinha vivido, não conseguia parar de pensar na Cielo Riveros nem por um segundo, e, se for pra ser sincero, tenho que admitir que a menina tinha virado o centro da minha atenção, até substituindo a minha esposa gostosa. Todos os dias, quando eu tava no escritório, me queimava por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça. Me queimou por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça. Me queimou por dentro um desejo perverso e incontrolável de meter nela, sem que eu conseguisse tirar isso da minha cabeça.
Por isso, naquele dia, tive a ideia de confiar à minha esposa, de uma vez por todas, o desejo secreto que não me deixava em paz, disposto até a negociar com ela da melhor forma possível seu pedido secreto e ainda não revelado em troca da virgindade da minha própria filha. Então, como não queria mais adiar meus caprichos, decidi ligar para Mirian Caballero naquela mesma tarde. Tomando os devidos cuidados, ordenei à minha secretária que não deixasse ninguém me incomodar e me tranquei no meu escritório. Com as mãos trêmulas, disquei o número da minha casa.— Alô, quem fala?
— Mirian Caballero, sou eu... Como você está?"Ah, Aldo, não pensei que fosse você... Como você está, amor?
— Bem, bem... tá tudo certo... Só queria ligar pra saber como vocês estão.
"Tamo bem..." Céu Riveros tá na sala vendo TV e quase terminei de arrumar a casa... Aconteceu alguma coisa ruim, Aldo?
— Bom, sim... Tenho algo pra te falar...
"Sim..." Fala, amor.
— Ah, Mirian Caballero... É uma coisa que há dias eu queria te perguntar, mas por algum motivo não tinha...
"Sim... sim... claro... me fala do que se trata...
— É sobre a Céu Riveros...
"Hummm.... O que você bolou agora, querido?" Ele respondeu com uma cumplicidade melosa.
"É algo que preciso te dizer, amor...
— Bom, vamos... Fala agora...
— Olha, Mirian Caballero... Lembra da promessa que te fiz?
— Ah, claro... Não vou esquecer por nada nesse mundo...
"Eu sei..." Eu sei... Só quero saber o que é... do que se trata o seu pedido...
— Ah, não... Não é que... a gente combinou que eu te diria na hora certa, querido...
— Sim, é verdade, Mirian Caballero... mas é que eu tenho um desejo que não te confessei e, bom...
"O quê?... Me fala o que é... vai, querido...
— Sim... sim... Vou te falar...
"Você quer me contar pelo telefone agora mesmo ou quer esperar até chegar em casa?"
— Não sei... Não sei o que é melhor...
"Tá seguro falar por aqui?... Não tem ninguém te ouvindo no escritório?
— Não, não... Tô completamente sozinho...
— Bom... então não tem problema... só me fala que eu vou te satisfazer.
"Tá bem..." Quero desvirginar a Céu Riveros... Preciso, Linda. Por favor, me entende...
Minha esposa não respondeu. O silêncio que veio pareceu eterno. Tive que falar de novo:
— Alô... alô... Mirian Caballero... Tá me ouvindo?
— Sim, sim... tô aqui... é que... Não sei...
"O que foi, amor?"
— Bom, por enquanto eu já imaginava tudo... e acho que a menina ainda não tá pronta pra isso... já sabe... é pequeno demais...
-Eu sei, gostosa... por isso quero que você concorde totalmente...
— Hummm... bom, não sei o que te dizer, querido... "Olha, Mirian Caballero..." não vai acontecer nada, eu juro... Vou fazer com todo cuidado... e claro, você vai estar por perto pra ajudar com tudo...
"Sim... sim... tem que ser assim, amor...
"Então, o que você acha?"
"Ah, amor... Mas e eu?..... Que vantagem vou ter nisso?..."
"Muita, muita, minha querida... Vou te dar tudo o que você quiser.... Isso não é suficiente?"
— Não... claro que não... pelo contrário...
"Bom, esse vai ser seu prêmio, vida..."
— Ah, Aldo... mas se você nem sabe o que eu quero de você...
— É verdade.... mas não me importo.... de agora em diante, te ofereço fazer tudo o que você quiser... Eu juro...
— Mmmm... Bom, não acho que seja uma má ideia... Mas o que você pensou?... Qual é o seu plano?... Vamos, me conta, já tô ficando com tesão...
"Sim, te entendo... porque eu sou igual..."
"Então.... Você vai me contar?
Sim..." Claro... a ideia que tenho é que esta noite vou desvirgar a Rubicita... e amanhã te dou teu prêmio... O que acha da minha oferta?...— Já vai ver, seu bastardo maldito... hahahahaha... mas cê pode ver que a mina tá doida por você, né?
"Sim... pra que negar... sabe que é assim..."
— Uhum... porque acho que não vou conseguir recusar de satisfazer sua briga, meu amor... mas vai ter que ser do meu jeito....
— O que cê quer dizer, Mirian Caballero?... Não entendi direito...
"Vou te dizer o que vamos fazer... você vai desvirgar a menina e eu vou te ajudar com o que tanto deseja... mas com uma condição...
"Que condição, gostosa?"
"Que eu possa realizar meu desejo naquele mesmo momento..."
"Naquele mesmo momento?... Não entendi...
"Vai entender, amor..." vai entender... então é pegar ou largar...
— Não, não... tá bom, aceito... vai ser como você quiser...
— Perfeito... então vou preparar tudo pra esta noite...
— Ah, obrigado, gostosa... por isso te amo tanto...
"Eu também, Aldo... eu também...
"Bom... hoje vou sair do escritório mais cedo pra ter tempo suficiente... Tudo bem pra você?
"Sim..." Acho que é ótimo, amor...
"Beleza, gostosa... então vou indo..." Nos vemos às nove.
"Vou te esperar.... ambos vamos te esperar..."
"Muito bem... Mando um beijo, princesa.... e outro pra Cielo Riveros...
"Idem, amor... Até logo.
— Até logo.
Cortei a comunicação sentindo uma alegria imensa dentro de mim. A partir daquele momento, não consegui mais me concentrar no trabalho e só ansiava pelo tempo de voltar correndo pra casa. Quando o relógio marcou nove horas, já estava no meu carro e dirigi rapidamente pra casa. Entrei e subi as escadas, encontrando, como sempre, minha esposa e Cielo Riveros sentados na cama do nosso quarto. Os dois me abraçaram com carinho e eu retribuí com beijos nas bochechas. Imediatamente, minha esposa me disse:"O que você quer fazer, love?.... continua, me fala..." comentou, piscando um olho sabendo.
"Tudo o que te falei... é isso que eu quero, meu bem..."
"Muito bem... Muito bem... Então deixa eu preparar a garota, tá?"
"Sim, tudo bem... Quer que eu saia?"
— Não, não... fica... vai ser melhor assim...
"Tá bom."
Mirian Caballero pegou Cielo Riveros e a sentou no colo, dizendo:
"Linda... Lembra daquele joguinho que eu te contei que a gente brincava com minha tia Rebe na casa da amiga dela, a Ana?..."
A menina pensou por uns momentos e respondeu:
"Qual deles, mamãe?..."
"Ah, sim... você tem razão..." Te contei tanta coisa, né, Cielo Riveros?..."
— Sim, mamãe... por isso que pergunto qual jogo é...
"Bom... é aquele joguinho que a gente brinca os três... o do 'brinquedinho'... Lembra agora?"
"Sim... sim... É aquele com as tiras e a coisinha de borracha, né?..."
— Exatamente... Então, Linda... hoje à noite a gente vai brincar disso...
— Sério, mamãe?.... sim... Quero brincar...
Sim, gostosa, e vamos fazer... só que vai ser de um jeito um pouco diferente...""Diferente?... E como vai ser, mamãe?"
"Agora vou te contar..." olha, Rubicita, seu pai também vai participar da brincadeira... você vai ser a mulher e ele vai ser o homem... e eu vou te ajudar pra você brincar direitinho... só que vamos fazer diferente... O que você acha?"
"Sim... sim... Quero, mamãe..."
"Tá bom... agora vem aqui que vou tirar sua roupa... a gente tem que ficar sem nada... e depois vou colocar uma venda nos seus olhos, Rubicita, pra deixar a brincadeira mais interessante..."
"Ah, que legal, mamãe... então vai ser igual ao jogo da galinha cega, né?"
"Sim, pequena... vai ser bem parecido com isso... Me diz, você gosta?"
"Sim... sim..." — respondeu Cielo Riveros, cheio de emoção e tesão.
A menina imediatamente se levantou do colo dela e ficou de pé na frente da minha esposa. Mirian Caballero começou a tirar a roupa dela e depois tirou a sua, e em seguida colocou um pano escuro sobre os olhos dela. Eu estava com tanto tesão ao vê-las nuas e minha filha com aquela venda no rostinho bonito dela, que meu pau ficou durasso. Mirian Caballero me disse com palavras doces:
"Vamos, amor... tira toda a roupa..."
Fiz o que ela pediu e comecei a me despir até ficar pelado. Os olhos de Cielo Riveros caíram imediatamente sobre a protuberância de carne inchada que se destacava por cima das minhas bolas peludas. Observei ela atentamente, vendo que os olhos da menina estavam vidrados de tesão com a visão que ela tinha. Esse detalhe me excitou, me animando a levar adiante meus planos perversos com ela naquela mesma noite. Mas me segurei e deixei Mirian Caballero tomar as decisões. Minha esposa comentou:
"Bom, Aldo... Acho que pra essa brincadeira vamos precisar de um catalisador bem especial..."
"O que você quer dizer?" perguntei com claro interesse.
— Azeite de oliva, love... um azeite bem suave e sutil... que vai deixar tudo mais fácil..."Sim... sim..." – respondi com alegria.
Minha esposa foi até a gaveta da cômoda e tirou um frasco de líquido esverdeado. Colocou Cielo Riveros sobre o colchão com o rosto para cima e, pegando o vidro de azeite, começou a esfregar a essência na parte superior da sua fenda, e depois enfiou suavemente um dos dedos besuntados na sua breve e intocada fenda. Depois de deixá-la completamente lambuzada, pegou meu pau endurecido e o cobriu com aquela pomada especialmente oleosa até que ficou todo molhado e brilhante. Imediatamente me disse:
— Agora, Aldo... chega a minha parte... a realização dos meus desejos...
"Ah, sim, gostosa... claro..." Respondi empolgado, sem saber o que esperar.
"Mas para isso quero que você faça tudo o que eu mandar..."
— Sim... sim... me diz o que tenho que fazer, love...
— Bom... a primeira coisa que vou fazer é vendar seus olhos...
"Os olhos?... E pra que serve isso, Mirian Caballero?..."
— Ah, Aldo... É parte do jogo que quero fazer... Você só me deixou executar tudo, não foi?
— Mmm... bom, tá bem... embora...
"Nada... nada... sem desculpas... Lembra da sua promessa..."
"Sim... sim... Eu sei... e tá bem, love... faz o que quiser..."
"Ah, sim... isso vai ser foda... você vai ver..."
Mirian Caballero voltou à gaveta da cômoda e agora tirou um lenço preto que aparentemente tinha preparado de antemão para a sessão daquela noite. Imediatamente assumiu a tarefa de vendar meu rosto em volta dos olhos e depois ouvi novamente barulhos na caixa de madeira, como se estivesse mexendo para pegar algo que eu não sabia. Passaram-se vários minutos em que ela ficou nessa, até que finalmente ouvi sua voz:
"Tudo pronto, love... vamos, agora vou te ajudar a subir na cama..."
"Mas.... Como é que vou ficar com a Cielo Riveros?.... Não consigo ver nada, love...
Ah, não se preocupa..." Eu vou pegar as coisas... E vou dizer pra vocês dois o que fazer... Tá bom, amor?— Bem... sim... tá bom...
Me pegando pela mão, ela me levou até a cama. Lá em cima, me deu instruções pra me deitar sobre o corpinho com as pernas abertas de Cielo Riveros, que me esperava também sem enxergar nada, até que senti a pequenez do corpo dela debaixo de mim. Mirian Caballero, com toda a calma que tinha, começou a tocar meu pau duro que já subia desafiador e soltava gotas curtas mas grossas de porra no buraco da cabeça. Minha esposa, achando que tudo já tava pronto, falou:
"Agora, Aldo, vou colocar a ponta do seu pau na entradinha da buceta de Cielo Riveros..."
"Sim... sim..." Respondi cheio de tesão
Ela pegou no meu pau e me empurrou devagar pelas costas enquanto eu ia descendo lentamente em cima do gritinho da menina novinha, que eu ouvi suspirar de tanto desejo e tesão guardado por causa do gênio desse jogo familiar doentio. Logo senti minha cabeça finalmente tocando a entrada molhada da bucetinha lisa da minha filha. Foi aí que Mirian Caballero falou de novo:
Tá sentindo, amor?... tá sentindo a fenda da CieloRiveros colada no seu pau?...", minha esposa perguntou."Sim... sim...", respondi com força.
"Perfeito... agora você vai colocar bem devagar... lembra, querido, tem que ser aos poucos... Não quero que você machuque ela..."
"Sim... sim, claro..."
Me entregando ao peso natural do meu corpo, desci lentamente na abertura bem apertada da Cielo Riveros, que estremeceu de alegria ao sentir o contato da textura macia da cabeça do meu pau com o interior das dobras da bucetinha dela. Parei ali por uns momentos, tentando acostumar a passagem secreta dela à penetração inicial do invasor intruso. Depois de uns minutos que pareceram séculos, empurrei suavemente meu membro pra dentro da fenda dela, que senti aberta o máximo que dava sem que meu pau grosso encaixasse no canal frontal virgem. Senti as mãos da Mirian Caballero nas minhas costas me empurrando devagar sobre o corpo lindo e aberto da Cielo Riveros, e depois me envolvendo com os braços pra segurar um ataque provável e indesejado que poderia me fazer perder o controle por causa da luxúria daqueles momentos sublimes de penetração pela primeira vez. Mesmo vendado, senti claramente quando cheguei na caverna oleosa da Cielo Riveros, que agora abrigava toda a cabeça do meu pau inchado dentro dos lábios vaginais dela, sem que eu expressasse nenhum tipo de dor. Como dava pra ver um pouco por baixo da venda escura no meu rosto, vi que dessa vez a Mirian Caballero passou a mão na abertura principal da menina pra ajudar ela a abrir mais as pernas, prestando atenção especial na ação das mãos dela ao redor dos dois lábios da bucetinha da garota, com o que abriu as dobras sedosas dos lábios superiores pros lados pra facilitar a penetração.
Senti que o gozo ameaçava jorrar das minhas bolas; mesmo assim, sem falar nada pra minha esposa, consegui fazer um esforço danado pra segurar a avalanche, focando meus pensamentos bem na penetração do meu pau naquela bucetinha preciosa que eu tanto queria desvirginar. Ouvi quando Mirian Caballero me disse:"Love... pode tentar entrar um pouquinho mais..."
Nem respondi, só me dediquei a obedecer o pedido dela, empurrando de leve na vulvinha aberta e molhada, conseguindo enfiar um pedaço de pau lá dentro. Não tinha dúvida de que o azeite de oliva tava ajudando pra caralho na conclusão desse ato de desvirginamento, porque meu pau tava tão escorregadio que quando eu pegava ele com os dedos pra sentir como tava apertado pelo tesouro lisinho da Cielo Riveros, o pau saía do controle. Do mesmo jeito, quando toquei as beiradas gostosas da menina, percebi a quantidade de líquido que escorria dos contornos proibidos dela, o que despertou em mim um rugido tão indescritível que é besteira tentar descrever. Depois de uns minutos parado na mesma posição sem mexer nada, Mirian Caballero voltou com tudo, abrindo as pernas da menina o máximo que podia enquanto insistia com as mãos em volta das coxas, tentando abrir mais o ângulo das pernas dela, pra que meu cadeado inchado tivesse mais espaço no labirinto virgem da minha filha. Tendo enfiado mais ou menos um quarto do pau lá dentro, Cielo Riveros nem fez careta, só ficou com o sorrisinho infantil no rosto enquanto os olhinhos estavam escondidos debaixo do pano da máscara. Era óbvio que a menina tava adorando aquele joguinho sem nem imaginar o que vinha pela frente. Depois de ficar parada um tempinho curtindo a prisão deliciosa em volta da ponta do meu pau, Mirian Caballero falou de novo baixinho: pra que meu cadeado inchado pra que meu cadeado inchado tivesse mais espaço no labirinto virgem da minha filha. Tendo enfiado mais ou menos um quarto do pau lá dentro, Cielo Riveros nem fez careta, só continuou com aquele sorrisinho infantil no rosto enquanto os olhinhos ficavam escondidos debaixo do pano da máscara. Era nítido que a menina tava curtindo pra caralho aquela brincadeirinha sem fazer ideia do que vinha pela frente. Depois de ficar parada um tempão aproveitando a prisão gostosa em volta da ponta do meu pau de pé, Mirian Caballero falou de novo baixinho:
Querido... empurra um pouquinho mais... só mais um pouquinho..."Como se fosse um robô que só obedece às ordens da sua amante por impulso, me deixei cair sobre as pernas abertas de Cielo Riveros para inserir outro pedaço de carne quente no seu precioso tesouro inexplorado, afundando desta vez mais da metade do meu vibrante pau no seu breve labirinto quente. Esperava algum gemido de dor da minha pequena filha quando se sentiu empalada com mais da metade da minha rola dentro, mas Cielo Riveros não soltou nenhum gemido, o que me fez pensar que talvez ela não sentisse tanta dor porque eu não era, como já disse, um modelo de virtudes em termos de dotação peniana. A verdade é que, e preciso dizer, meu pau é do tipo padrão, mais pra tamanho pequeno, além da extrema magreza do tronco, o que com certeza foi uma grande vantagem naquele momento para levar adiante meus planos desviados.
Minha astuta esposa sabia muito bem disso e, claro, confirmou o mesmo que eu quando viu que Cielo Riveros não tinha mostrado nenhuma reação dolorosa até aquele momento, então dessa vez me incentivou a colocar tudo na fresta ansiosa da minha pequena filha, me dizendo:
— Vai, Aldo... agora mete tudo... parece que não incomoda ela...
"Uhhum..." Consegui bufar com a maior emoção.
Querendo aproveitar as circunstâncias, me empurrei com força enquanto Mirian Caballero me empurrava por trás para que o ataque final fosse contundente. Foi nesse momento que ambos ouvimos o grito estremecedor de Cielo Riveros, que, gritando de dor, começou a uivar de desespero implorando entre soluços:
— Nãoooo.... nãoooo..... Não quero... dói... tira isso... tira, papaiii... tira isso, dói...
Por um momento, os choramingos da menina me assustaram e eu estava prestes a recuar para tirar meu falo endurecido que agora estava perdido nas intrincadas dobras cor-de-rosa de Cielo Riveros. Mas Mirian Caballero, uma experiente... conhecedora das reações clássicas de uma defloração, ela me conteve colocando as duas mãos nas minhas costas enquanto gritava:
- Não, Aldo... já está dentro... se você tirar agora vai ser mais doloroso... vamos, querido... começa a se mover devagar... mas não tira de jeito nenhum...
Ganhando confiança enquanto ouvia suas palavras, comecei a me mover suavemente de um lado para o outro, na esperança de que o garoto não tivesse um efeito maior. Mas minha tentativa foi inútil, porque Cielo Riveros continuou gemendo e reclamando alto, soltando uma série de gemidos aludindo à tremenda dor que sentia, e isso só fez com que ela desejasse não ter minha pica dentro da sua buceta arrombada.— Nãooo... não. Aiiii... E aí vem o SmackDown.Scarlett..... Aiiii. Aiiii...... Tá doendo muito... Amapola... Me chupa aíiiii.... Aiiii. sim nãooooooo.....
Mas minha esposa, que conhecia muito bem as causas e efeitos dessa trepada, sem dizer uma palavra continuou me empurrando por trás sobre as pernas abertas de Cielo Riveros, que continuava com seus gritos arrepiantes de socorro com a carinha toda molhada de lágrimas. Da minha parte, continuei me mexendo ansiosamente dentro da buceta apertada da menina, que agora se sentia empalada até o talo com meu pau perdido dentro dela, que dessa vez tinha acabado de se romper pra sempre. Entre urros de safadeza que saíam da minha boca e gritos de dor que Cielo Riveros soltava, finalmente se consumou a tão esperada desfloração, enquanto minha esposa não parava de empurrar o corpinho da menina contra mim, que agora estava afundado no colchão e completamente perdido debaixo do peso do meu corpo suado.
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