—Sim, tia... Sei muito bem.
—Bom... agora vem aqui, vou colocar sua calcinha...
Rapidamente ela vestiu minha calcinha e ajustou meu vestidinho, dizendo:
—Vamos, Elsi... você desce primeiro... e sabe o que tem que dizer caso eles tenham voltado.
"Sim, tia Rebe.
Enquanto eu descia as escadas, a tia Rebe ficou um tempinho no sótão. Aí eu vi que ela desceu pra sala e, olhando pra todo lado, me perguntou:
"Seus pais já chegaram?"
— Não, tia... ainda não.
— Que bom... então vamos esperar eles aqui sentados na sala... tá bom?
"Como você quiser."
"Hummm..." disse Cielo Riveros, "E o que mais aconteceu, mamãe? Vai, me faz bem quando você conta... dá até vontade de mijar... kkkk..."
"Sim, gostosa..." Acredito em você... porque sinto a mesma coisa.
"Mas continua me contando, mamãe, sim?"
— Sim, claro, filha... Escuta:
Como eu tava dizendo, nós duas ficamos na sala esperando meus pais. Mas minha tia Rebe começou a me fazer perguntas:
— Me diz, Elsi... Nunca ninguém tinha tocado na sua coisinha, igual eu toquei em você?
— Não, tia... nunca.
— "Sério?" Vamos, você tem que me contar tudo... confia em mim...
— Sim, tia Rebe... Confio muito em você e também te amo demais.
— "Então..." Você vai me contar?
— Sim... Vou te contar, tia...
— Muito bem... quem mais já tocou você aí, Elsi?
— Bem... Só a minha mamãe.
— "Ah... "Sabia", respondeu a tia Rebe. "Me explica como foi, tá?
— Sim... ela me toca quando me dá banho...
— Não me diga... e como ela faz com você?... me conta, Elsi...
— Bem... ela faz igual você fez comigo... com os dedinhos dela...
— Mmmm... mas me conta direito... me diz como... vamos, gostosa...
— Bem, quase toda vez que minha mãe me dá banho, primeiro ela esfrega meu corpo com sabão, os braços, as bundinhas... mas quando chega na minha coisinha ela para. Aí ela coloca bastante sabão ali por um tempão e esfrega o dedo na fenda... onde você enfiou a língua, tia.
— Mmm—que delícia... E me diz, você gosta quando ela faz isso em você?
— Sim, tia... Gosto muito... todo dia quando ela toma banho ela faz isso em mim...
Sim, eu entendo..." mas me descreve direitinho como ela faz quando te ensaboa lá embaixo, né?
"Bom, como a gente tá dentro da banheira e ela também toma banho comigo, primeiro ela põe bastante sabão e depois começa a esfregar o dedo mindinho ali, no meio da fenda"
"E o que você tá fazendo?"
"Nada... Fecho os olhos e peço pra ela continuar me ensaboando..."
"Ah, acho que sim..." Você curte muito, não é uma gracinha?
— Na verdade sim, tia... Me sinto bem quando ela esfrega...
— E depois?... Vai me contar tudo, Elsi...
— Ela faz isso há muito tempo... Pergunto por que recebo tanta atenção ali e ela diz que é pra eu ficar sempre limpinha e cheirosa...
— Hummm... Sim, isso é verdade... e mais o quê?
"Bom, ela demora e demora esfregando minha coisinha... e aí a gente abre a torneira e fica debaixo d'água até tirar todo o sabão... mas ela também gosta...
O que minha irmã gosta...?"
"Ela gosta que eu esfregue com a minha mãozinha bem ali..."
— Ah, não me diga, gostosa... Igual você fez comigo hoje?
— É... a mesma coisa...
— E por que você não me conta tudo, gostosa?
— Porque ela sempre fala pra eu não contar pra ninguém...
— Eu sei... mas você não precisa esconder nada da sua tia Rebe... lembra que a gente combinou, Elsi?
— Sim, tia... Lembro...
— Muito bem... Então me conta.
A gente tava nessa conversa quando ouviu o barulho do motor do carro e a buzina avisando que meus pais tinham chegado. Minha tia Rebe falou rápido:
Sabe, gostosa?... À noite, quando seus pais estiverem dormindo, vou no seu quarto pra você terminar de me contar, tá?"
"Tá bom, tia Rebe."
"E sua tia Rebe foi no seu quarto naquela noite, mamãe?..."
"Sim, Rubicita... foi sim... E vou te falar a verdade... Já tava esperando ansiosa por ela... Não sei por quê, mas adorava falar sobre tudo aquilo com ela... era tipo um pacto escondido, um pacto bem secreto; Algo muito parecido com o que a gente tem entre você e eu... Entendeu?"
"Sim... Entendo... Isso é bom, né mamãe?... Então muita gente faz isso?"
"Sim, amor... muita gente... só que ninguém gosta de falar sobre isso...."
"Por quê, mamãe?..."
"Porque é algo que as pessoas tentam esconder dos outros..."
"Mas não é gostoso fazer escondido, mamãe?"
"Sim, querida... é muito gostoso... Mas vou continuar te contando, quer? Disse Mirian Caballero, dando uma olhada onde estava com o pau duro, me masturbando tão gostoso que já era a terceira punheta da noite.
"Sim, mamãe... continua me contando...
Quando todo mundo estava dormindo, a tia Rebe veio até meu quarto e fechou a porta com todo cuidado. Já dentro, sentou na beira da minha cama e fez sinal pra eu não falar nada. Ela chegou perto do meu ouvido e explicou bem baixinho:
— Elsi... não fala... Vou te dizer o que a gente vai fazer, tá bom?
Eu concordei com a cabeça. Ela continuou sussurrando pertinho do meu ouvido:
"Seu quarto é do lado do dos seus pais e eu não quero que eles escutem nada. Mas o meu é totalmente separado, porque fica do outro lado. Então eu vou sair e deixar a porta aberta pra você. Sem fazer barulho, você levanta da cama e vai até meu quarto, mas não tranca a porta, só deixa ela encostada. Lá você vai me contar tudo o que eu quero saber... Entendeu?"
Eu balancei a cabeça de novo, concordando. Ela sussurrou mais uma vez:
— Muito bem, Elsi... Então vou te esperar lá... e, por favor, linda... Tenta não fazer barulho quando sair.
Eu balancei a cabeça afirmando de novo. A tia Rebe saiu do meu quarto deixando a porta destrancada. Eu me levantei com cuidado da cama e saí do quarto na maior discrição. Caminhei devagar pelo corredor comprido até chegar no quarto dela, que já estava com a porta aberta. A tia Rebe já estava me esperando atrás da porta e fechou ela suavemente quando entrei. Fomos até a cama dela e sentamos no colchão. Ela perguntou na hora:
— Então, Elsi?... Vamos, amor, continua me contando como você faz com a minha irmã, tá?...
— Sim, tia... Lembra que eu falei que a mamãe também gosta de ser ensaboada na coisinha dela? Mas olha, reparei uma coisa estranha nela...
— Ah, é?... E o que você reparou, linda?
— Que ela não tem tantos pelos quanto você lá embaixo...
— Não?... mmmm... que estranho... Tem certeza disso?
— Sim, tia... A primeira vez que vi pelos lá foi em você...
— Sério?.. hummm... Acho que sei o que tá rolando, Elsi... Vou te explicar...
— O quê, tia?
— Acontece que ela precisa depilar a coisinha dela...
— Ah, é?... Quer dizer que ela tira eles? leva?...
Sim, gostosa..." Quero dizer que ela depila os pelinhos da bucetinha dela... ela usa navalha e faz a depilação... por isso você nunca viu ela ter pelos como eu... Algumas mulheres gostam de tirar os pelos da bucetinha delas...
"Ah... Não sabia disso... E por que elas fazem isso, tia?"
"Ah, por nada... é só uma questão de gosto, Linda."
"E por que você não faz o mesmo, tia?..."
"Por que não, gostosa..." Eu gosto de ter uns pelinhos lá embaixo... me diga, Elsi... você não gosta de ter pelos?..."
"Ah, sim, tia... Eu gosto... e que bom... porque você fica mais bonita com sua bucetinha peluda do que minha mãe... sabe?... e quando eu vi seus pelos, me senti muito linda..."
"Sério?... Mmmm... E por que linda?..."
"Sei lá. Foi algo que senti por dentro quando você se abaixou para me pegar enquanto eu me escondia debaixo da sua cama..."
"Ah, que lindo... você realmente gostou de me ver ali?..."
"Sim, tia... por isso peço que nunca tire eles... Quero que daí pra frente você fique sempre peluda... Eu me sinto muito linda quando vejo eles, e mais ainda quando toco...
Não vou fazer... mas vamos... Continua me contando o que minha irmã te pede pra fazer com ela na banheira, né?
"Sim, tia... ela me diz... vamos, minha menina, agora esfrega a espuma de sabão na minha coisinha... Faz igual eu faço com você. E aí eu começo a fazer a mesma coisa que fiz hoje, só que com a espuma, até o corpo dela ficar durinho e no final ela também mija..."
"Sério?... ah, que delícia... e você gosta de fazer isso nela, Elsi?
"Sim, tia... Gosto... Gosto porque ela fica vermelhinha e porque geme baixinho, pra ninguém ouvir."
"Acredito... e me diz, gostosa... você nunca chupou sua coisinha igual eu fiz com você?
— Não... Não é isso...
— Sério que não?... Não quero que me minta, linda...
— Não, tia... Sério que não... se não, eu contava.
"Tá bom, acredito em você... mas me conta mais uma coisa... Ela nunca enfiou o dedo lá atrás?
"Lá atrás?...
— Sim, Elsi... Quer dizer... no seu cuzinho...
— Ahh... quando a gente toma banho, não, tia... mas agora que lembro, às vezes sim, mas não na banheira...
— Não?... Então onde?
"No meu quarto."
— No seu quarto?... mas como foi isso?... Vai, me conta.
— Bom, já foi várias vezes, quando eu fico doente... ela pega uma caixinha com umas coisas brancas bem macias, tipo algodão, que depois se desmancham, e me vira na cama...
— Não me diga... e ela enfia em você?
— Sim... enfia um ou às vezes dois no meu cu... mas faz devagar...
— E você gosta?...
— Sim. Mas como não me sinto muito bem nesses dias... Bom, não sinto a mesma coisa que quando a gente toma banho junto...
— Entendo... olha, linda, vou te explicar... Esses botõezinhos parecidos com algodão se chamam supositórios.
— Sim, eu sei... Minha mãe me falou isso.
— E a gente coloca eles lá pra baixar a febre... mas isso só se faz quando se está doente com febre.
— Sim... Entendo, tia...
— Certo... E o que mais minha irmã já pediu pra você fazer quando estão tomando banho?
— Não... Nada mais..
É sério, gostosa?"
- Sim, tia Rebe... de verdade.
- Muito bem, Elsi... e me diz uma coisa... seu pai nunca fez nada com você?
"Meu pai?...
- Sim... meu cunhado.
"Bom... isso é...
"Vamos, Elsi... não se envergonhe nem tenha medo de me contar... Lembra do nosso pacto?
- Sim, tia Rebe.
"Então me diz..." que nunca vou contar pra ninguém... você vai confiar em mim como eu confio em você, linda?
"Sim, tia... você sabe que sim..."
"Muito bem... Agora me conta tudo, vamos...
- Sim... bom. Às vezes, quando minha mãe vai fazer compras e não me leva, meu pai brinca comigo...
"Não me diga..." E o que vocês brincam, linda?
"De cavalinho."
— Ah... essa brincadeirinha é uma delícia, né?
"Você já brincou, tia Rebe?...
"Ah, claro, Elsi... Brinquei muitas vezes quando era criança como você.
"Com seu pai?"
— Sim... com ele... mas me conta o que seu pai faz com você...
— Ele só faz quando estamos sozinhos.... quando minha mãe vai ao mercado, ele entra no meu quarto, me acorda e pergunta se quero brincar de cavalinho. Sempre digo que sim porque adoro essa brincadeira. Aí ele deita do meu lado e pede pra eu subir nas pernas dele. Quando subo em cima dele, ele começa a se mexer como um cavalinho e empurra as pernas pra cima. Sinto uma sensação muito gostosa da coisa dura dele debaixo da minha bunda.
"Ah... você já sentiu isso?
- Sim, tia Rebe... Sempre sinto ele duro, duro, duro... e meu pai mexe muito bem debaixo da minha bunda...
"Sim, entendi..." E o que mais ele faz com você?
— Quando minha mãe chega tarde pra me buscar, às vezes ele tira a coisa e esfrega entre minhas pernas... e depois pede pra eu me mexer bastante em cima dela, como se tivesse montando a cavalo. Sinto a coisa dele bem forte porque ele tira da cueca, mas nunca me machuca... Só sento em cima e pronto. Às vezes sinto uma água morna que molha tudo... Acho que ele também faz xixi igual a gente... mas depois me limpa bem pra mamãe não perceber... ah, tia Rebe, e ele sempre pede pra eu não contar nada...
— É... deve ser... E você sempre tem que guardar esse segredo, né?
— É... Nunca contei nada...
— Entendo... E você tem que continuar fazendo isso, Linda... senão, eles vão brigar por causa disso...
— É mesmo, tia?
— Sim, bonita... É melhor você nunca contar, entendeu?
— É... Entendi...
— Bom... mas me conta o que mais seu pai já fez com você...
— Bom, acho que esse é o joguinho que ele mais gosta... embora às vezes ele faça algo diferente...
— Sério?... O quê, bonita?
— Como eu falei, ele sempre faz isso quando a gente tá sozinho, porque quando minha mãe tá em casa ele nunca tenta... então ele entra no meu quarto e se ajoelha do lado da minha cama. Aí tira meu cobertor e coloca a mão debaixo da minha calcinha. Lá ele começa a passar o dedo na minha frestinha... Isso me faz acordar.
— Ah... Não me diga... e o que mais?
— Deixo ele fazer tudo isso porque eu também gosto muito, tia.... é errado deixar ele fazer isso?
— Não é, bonita... nada disso... pelo contrário... se você gosta, então deixa... Mas o que mais?
— Ele sabe que eu gosto porque sempre pergunta se eu tô gostando e eu falo que sim. Ele esfrega bastante enquanto segura aquela coisa e eu vejo que ele mexe pra todo lado, como se tivesse puxando com força, até sair uma coisa branca dela. Aí ele começa a limpar o chão e depois me fala que já fez xixi e vai pro quarto dele.
— Hum... Entendi... e você também gosta disso, né?
— Sim, tia... Gosto muito... por isso deixo ele fazer isso comigo.
— Ah, acho que sim..." É uma delícia, né?
-Sim... é muito gostoso, tia.
Ah, Elsi... Depois de tudo que você me contou, já tava morrendo de vontade de mijar...
"Eu também, tia..." Quero muito fazer o que a gente fez...
"Não me diga..." Você quer fazer a mesma coisa que a gente fez outro dia no sótão?
"Ah, sim, tia Rebe... Quero... Quero muito..."
"Então, gostosa... vem aqui pra eu tirar sua calcinha primeiro..."
Me aproximei dela com dificuldade pra respirar, sentindo que o ar faltava. A tia Rebe era tão carinhosa comigo que eu adorava conversar com ela sobre essas coisas e também mijar com ela. Devagar, ela tirou minha calça e meu camisolinho. Aí vi que ela fez o mesmo, ficando completamente pelada. Depois, fez um sinal pra eu deitar na cama e abrir as pernas. Ela se acomodou no meio de mim e começou a chupar suavemente minha bucetinha, colocando a ponta da língua dentro da minha fenda. Eu tava tão excitada com tudo que a gente tinha conversado que fechei meus olhinhos, me entregando completamente aos carinhos dela. A tia Rebe chupou e chupou por um tempão até eu falar:
"Tia... Vou mijar agora... não para de enfiar sua linguinha..."
"Sim, gostosa..." mija dentro da minha boquinha... vai, joga todo o seu xixi em mim..."
Já não aguentava mais a pressão da água que começou a jorrar do meu buraco com força. Minha tia abriu a boca o máximo que pôde pra receber o jorro amarelo que saía da minha buceta. Quando terminei de mijar, ela disse:
— Agora, Elsi, quero que você chupe minha coisinha porque eu também preciso mijar...
— Sim, tia...
Ela se virou de barriga pra cima e, abrindo a bucetinha peluda com as duas mãos, me incentivou a enfiar a boca na fenda dela. Me inclinei sobre a xereca dela com a língua pra fora e comecei a lamber aquele tesouro aberto, passando a língua na fenda uma vez e outra. A tia Rebe curtia minhas chupadas por um tempão até que falou com a voz trêmula:
— Elsi... vou mijar... vou mijar... aiiiiii... jááááá...
Abri a boca pra receber os fluidos que saíam das entranhas da minha tia, que se contorcia de prazer e alegria. Aproveitei pra caralho o néctar gostoso e pegajoso que saiu e desceu na minha garganta, deixando meus lábios com um sabor mastigável. Mas isso não significava que eu parava de enfiar a língua e saborear a buceta doce dela, porque eu gostava tanto de fazer aquilo que não queria que acabasse. Quando a tia Rebe parou de tremer, ela disse:
"Sim, gostosa... Já terminei... Você sentiu quando eu mijei na sua boquinha?"
— Sim, tia... Senti tudo.
"E você gostou, Elsi?"
— Ah, sim... Adoro chupar sua coisinha, tia... Você tem uma buceta muito linda.
"Isso é bom, amor..." Também adoro chupar a sua...
"Ah, tia... Quero continuar fazendo isso...
—Eu também, Elsi... mas entende que seus pais percebem e não quero que tenha problemas... Lembra?
"Sim..."
—Muito bem, Elsi.. Então desce, vou colocar sua calcinha e seu roupão.
Nós levantamos da cama e ela me vestiu. A tia Rebe me disse na hora:
—Agora, Elsi, você tem que ir pro seu quarto devagar, conforme vai chegando. Lembra que ao entrar não pode fazer barulho com a porta. Vai, gostosa, faz as coisas como eu mando, tá?
—Sim, tia.
—E lembra... Se alguém te perguntar alguma coisa sobre isso, você não pode contar por nada nesse mundo, entendeu?
—Sim.
"Muito bem... agora amadureceu.
Saí do quarto dela na tranquilidade e do mesmo jeito entrei no meu quarto, fechando a porta com todo cuidado. Depois me deitei na minha cama e fui dormir."
—Ah, mamãe... que coisinhas deliciosas você fez... então você gostava da sua tia Rebe?
"Sim, gostosa..." ela era uma menina encantadora e também muito linda... Sempre tentei procurar ela pra fazer juntas e em segredo todas essas coisas que te contei.
—Ah... mas você também fez com sua mãe e seu pai, né?
"Sim, Cielo Riveros..." também fez com eles...
—A mesma coisa que faço com você e o papai e a mamãe?
"Exatamente a mesma coisa, gostoso... o que você acha?"
—Muito gostoso e saboroso...
— Com certeza. Mas você quer que eu continue contando?
— Sim, mamãe... Quero que me conte mais...
"Tá bom... escuta.
Eu nem tava mais contando quantas vezes tinha rolado até então, porque as confissões que minha esposa fazia pra minha filha, além de eu ignorar, me deixavam tão excitado que a porra já não queria mais sair do meu pau. Mas de jeito nenhum eu ia parar de ouvir as confissões emocionantes da infância de Mirian Caballero, que aparentemente tinha prendido totalmente a atenção da minha filhinha Cielo Riveros, deixando ela igualzinha a mim e minha esposa. Continuei ouvindo o que minha esposa dizia pra minha filha.
"Depois daquela primeira vez, fiz umas coisinhas com minha tia no sótão, brincando de esconde-esconde, e depois, à noite, na solidão do quarto dela, surgiu dentro de mim uma vontade incompreensível de ficar perto dela, que eu não conseguia evitar de procurá-la sempre pra convidar ela a repetir tudo aquilo de novo. E pra ser sincera, tenho que dizer que a tia Rebbe colaborou muito comigo, então deduzi que ela também adorava brincar comigo. Um dia, quando estávamos sozinhos de novo, ela me disse:
— Elsi... Seus pais saíram... Não quer brincar de novo?
Pulei de alegria e respondi animada:
— Sim... O que a gente vai brincar dessa vez, tia?... Vai me ensinar outras brincadeirinhas?
"Sim, gostosa..." Vou te mostrar outras coisas.
— Então, agora... me diz o que é...
— Vamos brincar de algo diferente... Quero que aprenda tudo que eu sei, Linda.
— Sim, tia... Como você diz.
— Dessa vez vamos brincar de pai e mãe... Você gostaria?
— Sim, tia... mas não sei brincar...
— Não se preocupe, Elsi, vou te ensinar...
— Tá bom... Como é que faz, tia?
— Vem primeiro, vamos subir pro sótão pra ficar mais seguras.
Eu a segui escada acima até chegar na sala de trabalho vazia. Vi minha tia tirar a cortina velha do varal e colocá-la no chão. Então ela disse:
— Pra essa brincadeira, a gente tem que tirar toda a roupa, gostosa... Vem, vou te despir.
Minha tia começou a tirar minha roupa até eu ficar pelada. Depois começou a fazer o mesmo enquanto eu olhava o corpo lindo dela e a penugem preta que aparecia acima da buceta. Quando ficamos prontas, ela disse:
— Vem, Elsi... Vamos deitar no chão.
Obedeci com gosto, sentindo uma emoção no peito que me fez tremer toda. Parece que isso também deixou minha tia muito excitada, porque percebi que ela respirava ofegante e tinha o rosto vermelho. Ela comentou:
— Nessa brincadeira, um tem que ser a mãe e o outro o pai...
— Ah, sim, tia?... Bom... me diz o que você quer ser...
— Pra você aprender direitinho, primeiro eu vou ser o pai e você a mãe... depois a gente inverte... Quer?
— Sim... sim... tia...
— Muito bem, Elsi... Agora deita de costas olhando pro teto.
— Cê gosta disso?...
"Sim, assim..." Quero que preste muita atenção em tudo que vou fazer com você, pra depois você fazer o mesmo comigo... Beleza?
— Sim, tia... mas me diz uma coisa... É assim que os pais fazem quando tão sozinhos?
"Sim, gostosa..." é assim que fazem... Por isso que te falei que dessa vez ia te ensinar uma coisa nova.
"Ah, que lindo..."
— Relaxa esse corpinho e tenta abrir as pernas o máximo que conseguir...
Fiz o que ela pediu e me soltei no pano velho, com os braços esticados e as pernas abertas. Minha tia começou a beijar meu corpo bem devagar, tão devagar que a língua quente dela, passando na minha pele, me deu um formigamento intenso que eu amei. Fechei os olhos pra me deliciar com a alegria dos carinhos dela. Ela me beijou com a língua desde a ponta dos meus pés até a entrada das minhas orelhinhas, provocando uma coceira estranha na entrada da minha frestinha que dava uma agonia gostosa. Enquanto ela me acariciava assim, eu imaginava meu pai e minha mãe fazendo tudo aquilo no quarto deles, adivinhando como devia ser gostosa e deliciosa a sensação da minha mãe quando a boca do meu pai tocava nela.
A tia Rebe passou um tempão esfregando a boca e a língua por todo o meu corpo até pedir pra eu virar de costas. Me virei e comecei a sentir agora como ela acariciava minhas pernas, minha bunda, minhas costas e meu pescoço. As sensações gostosas que a língua dela causava em mim faziam minha pele ficar toda arrepiada, me fazendo tremer inteirinha com o contato delicioso da boca dela. Mas aí ela focou bem no meu buraquinho do cu, porque abriu minha bunda com as mãos e colocou a ponta da língua no meu esfíncter traseiro. Essa foi uma experiência diferente, já que ninguém nunca tinha feito isso comigo antes. Enquanto ela continuava concentrada em enfiar a língua na minha frestinha curta, tentei ajudar o máximo que pude abrindo minha bunda o quanto conseguia, mas a língua dela não conseguia... penetrar meu cu apertado quando eu era criança
Então ele teve que se contentar em me chupar ali por vários minutos. Depois de me deliciar à vontade com as intimidades da minha bunda, minha tia me pediu para deitar de costas de novo. Dessa vez, ela repetiu as carícias ardentes por toda a frente do meu corpo, indo beber bem no centro da minha bucetinha, que mais uma vez foi submetida à intrusão da sua língua salgada, esfregando no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim. Por isso eu disse:
que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esfregando no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim. Por isso eu disse:
que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esfregando no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim. Por isso eu disse:
Tia... tia... Tô com vontade de fazer xixi agora..."
"Espera, gostosa... Você tem que segurar o máximo que puder porque ainda não terminei."
"Tá bom... mas já não aguento mais..."
"Tá, tá... Vou terminar agora..."
Dito e feito, primeiro ela saiu da posição de amamentação pra levantar o corpo e subir em cima do meu, tomando cuidado pra que a buceta peluda dela ficasse perto da minha. Imediatamente começou a esfregar ela na minha como se fosse um homem que é o marido dela. Essa carícia nova e intensa me levou a outro mundo, porque o toque suave dos pelos dela na minha bucetinha peluda me causou uma sensação tão profunda que quando lembro quero repetir. Com o empurrão e esfregação constantes da boceta peluda dela no meu cabelo sem pelo, não aguentei a vontade terrível de mijar, então falei com a voz trêmula:
"Tia, tia... jááá... Vou fazer xixi agora sim... jáááá... tia..."
Ela tirou a bocetinha dela da minha e abaixou o rosto até a minha xereca aberta, de onde começaram a sair os jatos de xixi que minha tia gostosa pegou com a boca, bebendo todo o fluxo até não sobrar uma gota. Mesmo depois que eu já tinha mijado, ela não parou de chupar minha fenda até que finalmente me disse:
— Viu direitinho como o pai faz, princesa?
— Sim, tia... mas não consegui segurar muito tempo...
— Ah, querida, não se preocupa... É assim mesmo... Eu sei... mas agora me diz... Você quer ser o pai e eu quero ser a mãe?
— Sim, tia... Quero...
— Então... porque você tem que fazer comigo o mesmo que eu fiz com você... assim você vai aprendendo aos poucos...
Sem dizer mais nada, foi ela quem agora ficou deitada de costas na cortina velha, me dizendo:
— Vai, Elsi... Agora você é o pai... Faz comigo o mesmo que eu fiz com você...
Comecei a beijar o corpo inteiro dela, começando como ela, pelas pontas dos pés, passando minha língua por toda a pele dela e depois subindo até os buracos das orelhas. Minha tia gemia forte com as sensações que minha língua pequena causava nela, enquanto eu via a pele dela coberta de arrepios, como se estivesse com muito frio. Depois de vários minutos nos divertindo assim, ela se virou e deixou na minha frente a beleza majestosa da bunda dela virada para cima. As duas bolas das nádegas brancas e lindas dela me chamaram muito a atenção, então não consegui evitar abri-las com minhas duas mãos, igual ela tinha feito com as minhas, para admirar à vontade o tesouro rosado que se escondia dentro daqueles glóbulos preciosos e perlados. Diante de uma visão dessas, não pude evitar levar minha língua ao esfíncter áspero que apareceu diante dos meus olhos completamente aberto, pulsando uma e outra vez, provavelmente pelo tesão que ela sentiu. Coloquei a ponta da língua no epicentro do cu dela e comecei a mexer e chupar com gosto. Os gemidos que saíam da boca da minha tia cresceram até se tornar praticamente gritos de prazer. Aproveitei até o indescritível aquele ato de chupar aquela bunda linda, até que ela fez alguns movimentos que indicavam que queria me olhar. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficou de pé com o rosto virado para o teto.
Olhei para o rosto dela e percebi que ela mantinha os olhos fechados e um sorriso leve enfeitava a carinha linda dela. Animada com o estado letárgico dela, comecei a beijar a parte da frente do corpo dela, passando pelos peitos redondos de uma mulher, de uma beleza tão requintada que me lembravam os da minha mãe quando a gente tomava banho juntas. Continuei por um bom tempo chupando aquelas duas bolas duras do peito dela, que cheiravam deliciosas, me dando o melhor banquete da minha vida. Depois de beber por um bom tempo e saborear o cheiro gostoso dos peitos dela, desci até a virilha e me enfiei no meio das pernas abertas, colando meu rosto na gruta peluda que esperava ansiosa pra ser beijada. Minha tia abriu as pernas o máximo que pôde, então não tive impedimento pra enfiar a ponta da minha língua inteira naquela fenda quente e alucinante, que comecei a chupar com um tesão do caralho.
Os gemidos e suspiros que saíam da garganta dela ficaram muito mais intensos até virarem profundos lamentos de luxúria. Minha tia mostrou com isso como os sentimentos dela eram ardentes e como ela curtia com paixão minhas carícias íntimas. Eu tinha certeza de que, se não estivéssemos sozinhos em casa, teriam nos ouvido claramente no andar de baixo, porque os sons eram tão altos que tive que pedir pra minha tia tentar baixar o volume pra ninguém escutar. Mais cedo do que esperava, ela me incentivou:
— Aaaah... aaaah... Elsi... por favor... Sobe em cima de mim... coloca sua bucetinha do lado da minha e esfrega bem rápido... aaaah....
Subi nela e coloquei minha bolinha sobre o triângulo luxuoso dela, começando a grudar firme contra a linda montanha de Vênus dela, me esfregando uma e outra vez, como tinha feito, sobre o pelo preto da sua coelhinha. Fiquei assim um tempinho enquanto olhava o rosto da minha tia, que de olhos fechados balançava a cabeça de um lado pro outro como um pêndulo, curtindo fundo o calor extraordinário do momento. Num instante o corpo dela começou a tremer tanto que pensei que ia desmaiar, mas de repente ouvi o pedido dela com uma voz cheia de desejo:
— Elsi... Vou mijar... aaaah... vai, gostosa... enfia entre minhas pernas e chupa eu lá embaixo... aaaah...
Sem responder nada, tirei a boquinha e fui me enfiar entre as pernas abertas dela, colocando de novo minha boca salgada no centro do seu pubis avantajado, enfiando a língua o mais fundo que consegui. Ela se estremeceu em espasmos violentos de delírio e começou a mijar dentro de mim. Quando percebi o que tava rolando, não quis perder nem uma gota dos elixires quentes dela, que escorriam suave das entranhas quentes. Por vários segundos ela se mexeu rápido na minha boca enquanto eu bebia os melados deliciosos da sua virilha. Mesmo tendo pedido pra ela baixar o tom dos gritos, dessa vez minha tia ignorou meu conselho e, no auge do berro, gritou igual uma louca enquanto derramava tudo na minha boca aberta. Depois de uns segundos, minha tia voltou ao juízo e fez sinal pra eu deixar ela sentar.
Me afastei da magia dela e olhei o rosto suado e corado pelo esforço que tinha feito. Ela disse:
— Elsi... Valeu, linda... você mandou muito bem...
— Ah, tia... você gostou mesmo?...
— Sim, querido... Gostei muito... tanto que até repetiria...
— E por que a gente não faz de novo, tia?...
— Não, Elsi... não por agora... se seus pais voltarem e nos pegarem aqui, sabe o que vai acontecer...
— É, sim...
"Melhor a gente se arrumar e descer pra sala..."
— Sim.
Na hora, ela se encarregou de levantar a cortina do chão e recolocá-la no lugar. Depois começou a vestir minha roupa e se vestiu também. Arrumou meu cabelo, pedindo que eu fizesse o mesmo, e então descemos as escadas correndo. Quando chegamos na sala, percebemos que meus pais ainda não tinham voltado, mas a tia Rebbe não queria mais se arriscar a ser pega.
— Ah, mamãe... Então dessa vez você aprendeu o segundo joguinho com ela, né?...
— Isso mesmo, Rubicita... o do pai e da mãe... esse é o nome do jogo...
—Bom... agora vem aqui, vou colocar sua calcinha...
Rapidamente ela vestiu minha calcinha e ajustou meu vestidinho, dizendo:
—Vamos, Elsi... você desce primeiro... e sabe o que tem que dizer caso eles tenham voltado.
"Sim, tia Rebe.
Enquanto eu descia as escadas, a tia Rebe ficou um tempinho no sótão. Aí eu vi que ela desceu pra sala e, olhando pra todo lado, me perguntou: "Seus pais já chegaram?"
— Não, tia... ainda não.
— Que bom... então vamos esperar eles aqui sentados na sala... tá bom?
"Como você quiser."
"Hummm..." disse Cielo Riveros, "E o que mais aconteceu, mamãe? Vai, me faz bem quando você conta... dá até vontade de mijar... kkkk..."
"Sim, gostosa..." Acredito em você... porque sinto a mesma coisa.
"Mas continua me contando, mamãe, sim?"
— Sim, claro, filha... Escuta:
Como eu tava dizendo, nós duas ficamos na sala esperando meus pais. Mas minha tia Rebe começou a me fazer perguntas: — Me diz, Elsi... Nunca ninguém tinha tocado na sua coisinha, igual eu toquei em você?
— Não, tia... nunca.
— "Sério?" Vamos, você tem que me contar tudo... confia em mim...
— Sim, tia Rebe... Confio muito em você e também te amo demais.
— "Então..." Você vai me contar?
— Sim... Vou te contar, tia...
— Muito bem... quem mais já tocou você aí, Elsi?
— Bem... Só a minha mamãe.
— "Ah... "Sabia", respondeu a tia Rebe. "Me explica como foi, tá?
— Sim... ela me toca quando me dá banho...
— Não me diga... e como ela faz com você?... me conta, Elsi...
— Bem... ela faz igual você fez comigo... com os dedinhos dela...
— Mmmm... mas me conta direito... me diz como... vamos, gostosa...
— Bem, quase toda vez que minha mãe me dá banho, primeiro ela esfrega meu corpo com sabão, os braços, as bundinhas... mas quando chega na minha coisinha ela para. Aí ela coloca bastante sabão ali por um tempão e esfrega o dedo na fenda... onde você enfiou a língua, tia.
— Mmm—que delícia... E me diz, você gosta quando ela faz isso em você?
— Sim, tia... Gosto muito... todo dia quando ela toma banho ela faz isso em mim...
Sim, eu entendo..." mas me descreve direitinho como ela faz quando te ensaboa lá embaixo, né? "Bom, como a gente tá dentro da banheira e ela também toma banho comigo, primeiro ela põe bastante sabão e depois começa a esfregar o dedo mindinho ali, no meio da fenda"
"E o que você tá fazendo?"
"Nada... Fecho os olhos e peço pra ela continuar me ensaboando..."
"Ah, acho que sim..." Você curte muito, não é uma gracinha?
— Na verdade sim, tia... Me sinto bem quando ela esfrega...
— E depois?... Vai me contar tudo, Elsi...
— Ela faz isso há muito tempo... Pergunto por que recebo tanta atenção ali e ela diz que é pra eu ficar sempre limpinha e cheirosa...
— Hummm... Sim, isso é verdade... e mais o quê?
"Bom, ela demora e demora esfregando minha coisinha... e aí a gente abre a torneira e fica debaixo d'água até tirar todo o sabão... mas ela também gosta...
O que minha irmã gosta...?" "Ela gosta que eu esfregue com a minha mãozinha bem ali..."
— Ah, não me diga, gostosa... Igual você fez comigo hoje?
— É... a mesma coisa...
— E por que você não me conta tudo, gostosa?
— Porque ela sempre fala pra eu não contar pra ninguém...
— Eu sei... mas você não precisa esconder nada da sua tia Rebe... lembra que a gente combinou, Elsi?
— Sim, tia... Lembro...
— Muito bem... Então me conta.
A gente tava nessa conversa quando ouviu o barulho do motor do carro e a buzina avisando que meus pais tinham chegado. Minha tia Rebe falou rápido:
Sabe, gostosa?... À noite, quando seus pais estiverem dormindo, vou no seu quarto pra você terminar de me contar, tá?""Tá bom, tia Rebe."
"E sua tia Rebe foi no seu quarto naquela noite, mamãe?..."
"Sim, Rubicita... foi sim... E vou te falar a verdade... Já tava esperando ansiosa por ela... Não sei por quê, mas adorava falar sobre tudo aquilo com ela... era tipo um pacto escondido, um pacto bem secreto; Algo muito parecido com o que a gente tem entre você e eu... Entendeu?"
"Sim... Entendo... Isso é bom, né mamãe?... Então muita gente faz isso?"
"Sim, amor... muita gente... só que ninguém gosta de falar sobre isso...."
"Por quê, mamãe?..."
"Porque é algo que as pessoas tentam esconder dos outros..."
"Mas não é gostoso fazer escondido, mamãe?"
"Sim, querida... é muito gostoso... Mas vou continuar te contando, quer? Disse Mirian Caballero, dando uma olhada onde estava com o pau duro, me masturbando tão gostoso que já era a terceira punheta da noite.
"Sim, mamãe... continua me contando...
Quando todo mundo estava dormindo, a tia Rebe veio até meu quarto e fechou a porta com todo cuidado. Já dentro, sentou na beira da minha cama e fez sinal pra eu não falar nada. Ela chegou perto do meu ouvido e explicou bem baixinho: — Elsi... não fala... Vou te dizer o que a gente vai fazer, tá bom?
Eu concordei com a cabeça. Ela continuou sussurrando pertinho do meu ouvido:
"Seu quarto é do lado do dos seus pais e eu não quero que eles escutem nada. Mas o meu é totalmente separado, porque fica do outro lado. Então eu vou sair e deixar a porta aberta pra você. Sem fazer barulho, você levanta da cama e vai até meu quarto, mas não tranca a porta, só deixa ela encostada. Lá você vai me contar tudo o que eu quero saber... Entendeu?"
Eu balancei a cabeça de novo, concordando. Ela sussurrou mais uma vez:
— Muito bem, Elsi... Então vou te esperar lá... e, por favor, linda... Tenta não fazer barulho quando sair.
Eu balancei a cabeça afirmando de novo. A tia Rebe saiu do meu quarto deixando a porta destrancada. Eu me levantei com cuidado da cama e saí do quarto na maior discrição. Caminhei devagar pelo corredor comprido até chegar no quarto dela, que já estava com a porta aberta. A tia Rebe já estava me esperando atrás da porta e fechou ela suavemente quando entrei. Fomos até a cama dela e sentamos no colchão. Ela perguntou na hora:
— Então, Elsi?... Vamos, amor, continua me contando como você faz com a minha irmã, tá?...
— Sim, tia... Lembra que eu falei que a mamãe também gosta de ser ensaboada na coisinha dela? Mas olha, reparei uma coisa estranha nela...
— Ah, é?... E o que você reparou, linda?
— Que ela não tem tantos pelos quanto você lá embaixo...
— Não?... mmmm... que estranho... Tem certeza disso?
— Sim, tia... A primeira vez que vi pelos lá foi em você...
— Sério?.. hummm... Acho que sei o que tá rolando, Elsi... Vou te explicar...
— O quê, tia?
— Acontece que ela precisa depilar a coisinha dela...
— Ah, é?... Quer dizer que ela tira eles? leva?...
Sim, gostosa..." Quero dizer que ela depila os pelinhos da bucetinha dela... ela usa navalha e faz a depilação... por isso você nunca viu ela ter pelos como eu... Algumas mulheres gostam de tirar os pelos da bucetinha delas... "Ah... Não sabia disso... E por que elas fazem isso, tia?"
"Ah, por nada... é só uma questão de gosto, Linda."
"E por que você não faz o mesmo, tia?..."
"Por que não, gostosa..." Eu gosto de ter uns pelinhos lá embaixo... me diga, Elsi... você não gosta de ter pelos?..."
"Ah, sim, tia... Eu gosto... e que bom... porque você fica mais bonita com sua bucetinha peluda do que minha mãe... sabe?... e quando eu vi seus pelos, me senti muito linda..."
"Sério?... Mmmm... E por que linda?..."
"Sei lá. Foi algo que senti por dentro quando você se abaixou para me pegar enquanto eu me escondia debaixo da sua cama..."
"Ah, que lindo... você realmente gostou de me ver ali?..."
"Sim, tia... por isso peço que nunca tire eles... Quero que daí pra frente você fique sempre peluda... Eu me sinto muito linda quando vejo eles, e mais ainda quando toco...
Não vou fazer... mas vamos... Continua me contando o que minha irmã te pede pra fazer com ela na banheira, né? "Sim, tia... ela me diz... vamos, minha menina, agora esfrega a espuma de sabão na minha coisinha... Faz igual eu faço com você. E aí eu começo a fazer a mesma coisa que fiz hoje, só que com a espuma, até o corpo dela ficar durinho e no final ela também mija..."
"Sério?... ah, que delícia... e você gosta de fazer isso nela, Elsi?
"Sim, tia... Gosto... Gosto porque ela fica vermelhinha e porque geme baixinho, pra ninguém ouvir."
"Acredito... e me diz, gostosa... você nunca chupou sua coisinha igual eu fiz com você?
— Não... Não é isso...
— Sério que não?... Não quero que me minta, linda...
— Não, tia... Sério que não... se não, eu contava.
"Tá bom, acredito em você... mas me conta mais uma coisa... Ela nunca enfiou o dedo lá atrás?
"Lá atrás?...
— Sim, Elsi... Quer dizer... no seu cuzinho...— Ahh... quando a gente toma banho, não, tia... mas agora que lembro, às vezes sim, mas não na banheira...
— Não?... Então onde?
"No meu quarto."
— No seu quarto?... mas como foi isso?... Vai, me conta.
— Bom, já foi várias vezes, quando eu fico doente... ela pega uma caixinha com umas coisas brancas bem macias, tipo algodão, que depois se desmancham, e me vira na cama...
— Não me diga... e ela enfia em você?
— Sim... enfia um ou às vezes dois no meu cu... mas faz devagar...
— E você gosta?...
— Sim. Mas como não me sinto muito bem nesses dias... Bom, não sinto a mesma coisa que quando a gente toma banho junto...
— Entendo... olha, linda, vou te explicar... Esses botõezinhos parecidos com algodão se chamam supositórios.
— Sim, eu sei... Minha mãe me falou isso.
— E a gente coloca eles lá pra baixar a febre... mas isso só se faz quando se está doente com febre.
— Sim... Entendo, tia...
— Certo... E o que mais minha irmã já pediu pra você fazer quando estão tomando banho?
— Não... Nada mais..
É sério, gostosa?"- Sim, tia Rebe... de verdade.
- Muito bem, Elsi... e me diz uma coisa... seu pai nunca fez nada com você?
"Meu pai?...
- Sim... meu cunhado.
"Bom... isso é...
"Vamos, Elsi... não se envergonhe nem tenha medo de me contar... Lembra do nosso pacto?
- Sim, tia Rebe.
"Então me diz..." que nunca vou contar pra ninguém... você vai confiar em mim como eu confio em você, linda?
"Sim, tia... você sabe que sim..."
"Muito bem... Agora me conta tudo, vamos...
- Sim... bom. Às vezes, quando minha mãe vai fazer compras e não me leva, meu pai brinca comigo...
"Não me diga..." E o que vocês brincam, linda?
"De cavalinho."
— Ah... essa brincadeirinha é uma delícia, né?
"Você já brincou, tia Rebe?...
"Ah, claro, Elsi... Brinquei muitas vezes quando era criança como você.
"Com seu pai?"
— Sim... com ele... mas me conta o que seu pai faz com você...
— Ele só faz quando estamos sozinhos.... quando minha mãe vai ao mercado, ele entra no meu quarto, me acorda e pergunta se quero brincar de cavalinho. Sempre digo que sim porque adoro essa brincadeira. Aí ele deita do meu lado e pede pra eu subir nas pernas dele. Quando subo em cima dele, ele começa a se mexer como um cavalinho e empurra as pernas pra cima. Sinto uma sensação muito gostosa da coisa dura dele debaixo da minha bunda.
"Ah... você já sentiu isso?
- Sim, tia Rebe... Sempre sinto ele duro, duro, duro... e meu pai mexe muito bem debaixo da minha bunda...
"Sim, entendi..." E o que mais ele faz com você?
— Quando minha mãe chega tarde pra me buscar, às vezes ele tira a coisa e esfrega entre minhas pernas... e depois pede pra eu me mexer bastante em cima dela, como se tivesse montando a cavalo. Sinto a coisa dele bem forte porque ele tira da cueca, mas nunca me machuca... Só sento em cima e pronto. Às vezes sinto uma água morna que molha tudo... Acho que ele também faz xixi igual a gente... mas depois me limpa bem pra mamãe não perceber... ah, tia Rebe, e ele sempre pede pra eu não contar nada... — É... deve ser... E você sempre tem que guardar esse segredo, né?
— É... Nunca contei nada...
— Entendo... E você tem que continuar fazendo isso, Linda... senão, eles vão brigar por causa disso...
— É mesmo, tia?
— Sim, bonita... É melhor você nunca contar, entendeu?
— É... Entendi...
— Bom... mas me conta o que mais seu pai já fez com você...
— Bom, acho que esse é o joguinho que ele mais gosta... embora às vezes ele faça algo diferente...
— Sério?... O quê, bonita?
— Como eu falei, ele sempre faz isso quando a gente tá sozinho, porque quando minha mãe tá em casa ele nunca tenta... então ele entra no meu quarto e se ajoelha do lado da minha cama. Aí tira meu cobertor e coloca a mão debaixo da minha calcinha. Lá ele começa a passar o dedo na minha frestinha... Isso me faz acordar.
— Ah... Não me diga... e o que mais?
— Deixo ele fazer tudo isso porque eu também gosto muito, tia.... é errado deixar ele fazer isso?
— Não é, bonita... nada disso... pelo contrário... se você gosta, então deixa... Mas o que mais?
— Ele sabe que eu gosto porque sempre pergunta se eu tô gostando e eu falo que sim. Ele esfrega bastante enquanto segura aquela coisa e eu vejo que ele mexe pra todo lado, como se tivesse puxando com força, até sair uma coisa branca dela. Aí ele começa a limpar o chão e depois me fala que já fez xixi e vai pro quarto dele.
— Hum... Entendi... e você também gosta disso, né?
— Sim, tia... Gosto muito... por isso deixo ele fazer isso comigo.
— Ah, acho que sim..." É uma delícia, né?
-Sim... é muito gostoso, tia.
Ah, Elsi... Depois de tudo que você me contou, já tava morrendo de vontade de mijar... "Eu também, tia..." Quero muito fazer o que a gente fez...
"Não me diga..." Você quer fazer a mesma coisa que a gente fez outro dia no sótão?
"Ah, sim, tia Rebe... Quero... Quero muito..."
"Então, gostosa... vem aqui pra eu tirar sua calcinha primeiro..."
Me aproximei dela com dificuldade pra respirar, sentindo que o ar faltava. A tia Rebe era tão carinhosa comigo que eu adorava conversar com ela sobre essas coisas e também mijar com ela. Devagar, ela tirou minha calça e meu camisolinho. Aí vi que ela fez o mesmo, ficando completamente pelada. Depois, fez um sinal pra eu deitar na cama e abrir as pernas. Ela se acomodou no meio de mim e começou a chupar suavemente minha bucetinha, colocando a ponta da língua dentro da minha fenda. Eu tava tão excitada com tudo que a gente tinha conversado que fechei meus olhinhos, me entregando completamente aos carinhos dela. A tia Rebe chupou e chupou por um tempão até eu falar:
"Tia... Vou mijar agora... não para de enfiar sua linguinha..."
"Sim, gostosa..." mija dentro da minha boquinha... vai, joga todo o seu xixi em mim..."
Já não aguentava mais a pressão da água que começou a jorrar do meu buraco com força. Minha tia abriu a boca o máximo que pôde pra receber o jorro amarelo que saía da minha buceta. Quando terminei de mijar, ela disse:
— Agora, Elsi, quero que você chupe minha coisinha porque eu também preciso mijar...
— Sim, tia...
Ela se virou de barriga pra cima e, abrindo a bucetinha peluda com as duas mãos, me incentivou a enfiar a boca na fenda dela. Me inclinei sobre a xereca dela com a língua pra fora e comecei a lamber aquele tesouro aberto, passando a língua na fenda uma vez e outra. A tia Rebe curtia minhas chupadas por um tempão até que falou com a voz trêmula: — Elsi... vou mijar... vou mijar... aiiiiii... jááááá...
Abri a boca pra receber os fluidos que saíam das entranhas da minha tia, que se contorcia de prazer e alegria. Aproveitei pra caralho o néctar gostoso e pegajoso que saiu e desceu na minha garganta, deixando meus lábios com um sabor mastigável. Mas isso não significava que eu parava de enfiar a língua e saborear a buceta doce dela, porque eu gostava tanto de fazer aquilo que não queria que acabasse. Quando a tia Rebe parou de tremer, ela disse:
"Sim, gostosa... Já terminei... Você sentiu quando eu mijei na sua boquinha?"
— Sim, tia... Senti tudo.
"E você gostou, Elsi?"
— Ah, sim... Adoro chupar sua coisinha, tia... Você tem uma buceta muito linda.
"Isso é bom, amor..." Também adoro chupar a sua...
"Ah, tia... Quero continuar fazendo isso...
—Eu também, Elsi... mas entende que seus pais percebem e não quero que tenha problemas... Lembra? "Sim..."
—Muito bem, Elsi.. Então desce, vou colocar sua calcinha e seu roupão.
Nós levantamos da cama e ela me vestiu. A tia Rebe me disse na hora:
—Agora, Elsi, você tem que ir pro seu quarto devagar, conforme vai chegando. Lembra que ao entrar não pode fazer barulho com a porta. Vai, gostosa, faz as coisas como eu mando, tá?
—Sim, tia.
—E lembra... Se alguém te perguntar alguma coisa sobre isso, você não pode contar por nada nesse mundo, entendeu?
—Sim.
"Muito bem... agora amadureceu.
Saí do quarto dela na tranquilidade e do mesmo jeito entrei no meu quarto, fechando a porta com todo cuidado. Depois me deitei na minha cama e fui dormir."
—Ah, mamãe... que coisinhas deliciosas você fez... então você gostava da sua tia Rebe?
"Sim, gostosa..." ela era uma menina encantadora e também muito linda... Sempre tentei procurar ela pra fazer juntas e em segredo todas essas coisas que te contei.
—Ah... mas você também fez com sua mãe e seu pai, né?
"Sim, Cielo Riveros..." também fez com eles...
—A mesma coisa que faço com você e o papai e a mamãe?
"Exatamente a mesma coisa, gostoso... o que você acha?"
—Muito gostoso e saboroso...
— Com certeza. Mas você quer que eu continue contando? — Sim, mamãe... Quero que me conte mais...
"Tá bom... escuta.
Eu nem tava mais contando quantas vezes tinha rolado até então, porque as confissões que minha esposa fazia pra minha filha, além de eu ignorar, me deixavam tão excitado que a porra já não queria mais sair do meu pau. Mas de jeito nenhum eu ia parar de ouvir as confissões emocionantes da infância de Mirian Caballero, que aparentemente tinha prendido totalmente a atenção da minha filhinha Cielo Riveros, deixando ela igualzinha a mim e minha esposa. Continuei ouvindo o que minha esposa dizia pra minha filha.
"Depois daquela primeira vez, fiz umas coisinhas com minha tia no sótão, brincando de esconde-esconde, e depois, à noite, na solidão do quarto dela, surgiu dentro de mim uma vontade incompreensível de ficar perto dela, que eu não conseguia evitar de procurá-la sempre pra convidar ela a repetir tudo aquilo de novo. E pra ser sincera, tenho que dizer que a tia Rebbe colaborou muito comigo, então deduzi que ela também adorava brincar comigo. Um dia, quando estávamos sozinhos de novo, ela me disse:
— Elsi... Seus pais saíram... Não quer brincar de novo?
Pulei de alegria e respondi animada:
— Sim... O que a gente vai brincar dessa vez, tia?... Vai me ensinar outras brincadeirinhas?
"Sim, gostosa..." Vou te mostrar outras coisas.
— Então, agora... me diz o que é...
— Vamos brincar de algo diferente... Quero que aprenda tudo que eu sei, Linda. — Sim, tia... Como você diz.
— Dessa vez vamos brincar de pai e mãe... Você gostaria?
— Sim, tia... mas não sei brincar...
— Não se preocupe, Elsi, vou te ensinar...
— Tá bom... Como é que faz, tia?
— Vem primeiro, vamos subir pro sótão pra ficar mais seguras.
Eu a segui escada acima até chegar na sala de trabalho vazia. Vi minha tia tirar a cortina velha do varal e colocá-la no chão. Então ela disse:
— Pra essa brincadeira, a gente tem que tirar toda a roupa, gostosa... Vem, vou te despir.
Minha tia começou a tirar minha roupa até eu ficar pelada. Depois começou a fazer o mesmo enquanto eu olhava o corpo lindo dela e a penugem preta que aparecia acima da buceta. Quando ficamos prontas, ela disse:
— Vem, Elsi... Vamos deitar no chão.
Obedeci com gosto, sentindo uma emoção no peito que me fez tremer toda. Parece que isso também deixou minha tia muito excitada, porque percebi que ela respirava ofegante e tinha o rosto vermelho. Ela comentou:
— Nessa brincadeira, um tem que ser a mãe e o outro o pai...
— Ah, sim, tia?... Bom... me diz o que você quer ser...
— Pra você aprender direitinho, primeiro eu vou ser o pai e você a mãe... depois a gente inverte... Quer?
— Sim... sim... tia...
— Muito bem, Elsi... Agora deita de costas olhando pro teto. — Cê gosta disso?...
"Sim, assim..." Quero que preste muita atenção em tudo que vou fazer com você, pra depois você fazer o mesmo comigo... Beleza?
— Sim, tia... mas me diz uma coisa... É assim que os pais fazem quando tão sozinhos?
"Sim, gostosa..." é assim que fazem... Por isso que te falei que dessa vez ia te ensinar uma coisa nova.
"Ah, que lindo..."
— Relaxa esse corpinho e tenta abrir as pernas o máximo que conseguir...
Fiz o que ela pediu e me soltei no pano velho, com os braços esticados e as pernas abertas. Minha tia começou a beijar meu corpo bem devagar, tão devagar que a língua quente dela, passando na minha pele, me deu um formigamento intenso que eu amei. Fechei os olhos pra me deliciar com a alegria dos carinhos dela. Ela me beijou com a língua desde a ponta dos meus pés até a entrada das minhas orelhinhas, provocando uma coceira estranha na entrada da minha frestinha que dava uma agonia gostosa. Enquanto ela me acariciava assim, eu imaginava meu pai e minha mãe fazendo tudo aquilo no quarto deles, adivinhando como devia ser gostosa e deliciosa a sensação da minha mãe quando a boca do meu pai tocava nela.
A tia Rebe passou um tempão esfregando a boca e a língua por todo o meu corpo até pedir pra eu virar de costas. Me virei e comecei a sentir agora como ela acariciava minhas pernas, minha bunda, minhas costas e meu pescoço. As sensações gostosas que a língua dela causava em mim faziam minha pele ficar toda arrepiada, me fazendo tremer inteirinha com o contato delicioso da boca dela. Mas aí ela focou bem no meu buraquinho do cu, porque abriu minha bunda com as mãos e colocou a ponta da língua no meu esfíncter traseiro. Essa foi uma experiência diferente, já que ninguém nunca tinha feito isso comigo antes. Enquanto ela continuava concentrada em enfiar a língua na minha frestinha curta, tentei ajudar o máximo que pude abrindo minha bunda o quanto conseguia, mas a língua dela não conseguia... penetrar meu cu apertado quando eu era criança
Então ele teve que se contentar em me chupar ali por vários minutos. Depois de me deliciar à vontade com as intimidades da minha bunda, minha tia me pediu para deitar de costas de novo. Dessa vez, ela repetiu as carícias ardentes por toda a frente do meu corpo, indo beber bem no centro da minha bucetinha, que mais uma vez foi submetida à intrusão da sua língua salgada, esfregando no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim. Por isso eu disse:
que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esfregando no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim. Por isso eu disse:
que mais uma vez foi submetido à intrusão da sua língua salgada, esfregando no meio da minha fenda com uma suavidade tão gostosa que eu estava quase mijando em mim. Por isso eu disse:
Tia... tia... Tô com vontade de fazer xixi agora...""Espera, gostosa... Você tem que segurar o máximo que puder porque ainda não terminei."
"Tá bom... mas já não aguento mais..."
"Tá, tá... Vou terminar agora..."
Dito e feito, primeiro ela saiu da posição de amamentação pra levantar o corpo e subir em cima do meu, tomando cuidado pra que a buceta peluda dela ficasse perto da minha. Imediatamente começou a esfregar ela na minha como se fosse um homem que é o marido dela. Essa carícia nova e intensa me levou a outro mundo, porque o toque suave dos pelos dela na minha bucetinha peluda me causou uma sensação tão profunda que quando lembro quero repetir. Com o empurrão e esfregação constantes da boceta peluda dela no meu cabelo sem pelo, não aguentei a vontade terrível de mijar, então falei com a voz trêmula:
"Tia, tia... jááá... Vou fazer xixi agora sim... jáááá... tia..."
Ela tirou a bocetinha dela da minha e abaixou o rosto até a minha xereca aberta, de onde começaram a sair os jatos de xixi que minha tia gostosa pegou com a boca, bebendo todo o fluxo até não sobrar uma gota. Mesmo depois que eu já tinha mijado, ela não parou de chupar minha fenda até que finalmente me disse:
— Viu direitinho como o pai faz, princesa?
— Sim, tia... mas não consegui segurar muito tempo...
— Ah, querida, não se preocupa... É assim mesmo... Eu sei... mas agora me diz... Você quer ser o pai e eu quero ser a mãe?
— Sim, tia... Quero...
— Então... porque você tem que fazer comigo o mesmo que eu fiz com você... assim você vai aprendendo aos poucos...
Sem dizer mais nada, foi ela quem agora ficou deitada de costas na cortina velha, me dizendo:
— Vai, Elsi... Agora você é o pai... Faz comigo o mesmo que eu fiz com você...
Comecei a beijar o corpo inteiro dela, começando como ela, pelas pontas dos pés, passando minha língua por toda a pele dela e depois subindo até os buracos das orelhas. Minha tia gemia forte com as sensações que minha língua pequena causava nela, enquanto eu via a pele dela coberta de arrepios, como se estivesse com muito frio. Depois de vários minutos nos divertindo assim, ela se virou e deixou na minha frente a beleza majestosa da bunda dela virada para cima. As duas bolas das nádegas brancas e lindas dela me chamaram muito a atenção, então não consegui evitar abri-las com minhas duas mãos, igual ela tinha feito com as minhas, para admirar à vontade o tesouro rosado que se escondia dentro daqueles glóbulos preciosos e perlados. Diante de uma visão dessas, não pude evitar levar minha língua ao esfíncter áspero que apareceu diante dos meus olhos completamente aberto, pulsando uma e outra vez, provavelmente pelo tesão que ela sentiu. Coloquei a ponta da língua no epicentro do cu dela e comecei a mexer e chupar com gosto. Os gemidos que saíam da boca da minha tia cresceram até se tornar praticamente gritos de prazer. Aproveitei até o indescritível aquele ato de chupar aquela bunda linda, até que ela fez alguns movimentos que indicavam que queria me olhar. Tirei a cabeça do tesouro escondido enquanto ela ficou de pé com o rosto virado para o teto.Olhei para o rosto dela e percebi que ela mantinha os olhos fechados e um sorriso leve enfeitava a carinha linda dela. Animada com o estado letárgico dela, comecei a beijar a parte da frente do corpo dela, passando pelos peitos redondos de uma mulher, de uma beleza tão requintada que me lembravam os da minha mãe quando a gente tomava banho juntas. Continuei por um bom tempo chupando aquelas duas bolas duras do peito dela, que cheiravam deliciosas, me dando o melhor banquete da minha vida. Depois de beber por um bom tempo e saborear o cheiro gostoso dos peitos dela, desci até a virilha e me enfiei no meio das pernas abertas, colando meu rosto na gruta peluda que esperava ansiosa pra ser beijada. Minha tia abriu as pernas o máximo que pôde, então não tive impedimento pra enfiar a ponta da minha língua inteira naquela fenda quente e alucinante, que comecei a chupar com um tesão do caralho.
Os gemidos e suspiros que saíam da garganta dela ficaram muito mais intensos até virarem profundos lamentos de luxúria. Minha tia mostrou com isso como os sentimentos dela eram ardentes e como ela curtia com paixão minhas carícias íntimas. Eu tinha certeza de que, se não estivéssemos sozinhos em casa, teriam nos ouvido claramente no andar de baixo, porque os sons eram tão altos que tive que pedir pra minha tia tentar baixar o volume pra ninguém escutar. Mais cedo do que esperava, ela me incentivou:
— Aaaah... aaaah... Elsi... por favor... Sobe em cima de mim... coloca sua bucetinha do lado da minha e esfrega bem rápido... aaaah.... Subi nela e coloquei minha bolinha sobre o triângulo luxuoso dela, começando a grudar firme contra a linda montanha de Vênus dela, me esfregando uma e outra vez, como tinha feito, sobre o pelo preto da sua coelhinha. Fiquei assim um tempinho enquanto olhava o rosto da minha tia, que de olhos fechados balançava a cabeça de um lado pro outro como um pêndulo, curtindo fundo o calor extraordinário do momento. Num instante o corpo dela começou a tremer tanto que pensei que ia desmaiar, mas de repente ouvi o pedido dela com uma voz cheia de desejo:
— Elsi... Vou mijar... aaaah... vai, gostosa... enfia entre minhas pernas e chupa eu lá embaixo... aaaah...
Sem responder nada, tirei a boquinha e fui me enfiar entre as pernas abertas dela, colocando de novo minha boca salgada no centro do seu pubis avantajado, enfiando a língua o mais fundo que consegui. Ela se estremeceu em espasmos violentos de delírio e começou a mijar dentro de mim. Quando percebi o que tava rolando, não quis perder nem uma gota dos elixires quentes dela, que escorriam suave das entranhas quentes. Por vários segundos ela se mexeu rápido na minha boca enquanto eu bebia os melados deliciosos da sua virilha. Mesmo tendo pedido pra ela baixar o tom dos gritos, dessa vez minha tia ignorou meu conselho e, no auge do berro, gritou igual uma louca enquanto derramava tudo na minha boca aberta. Depois de uns segundos, minha tia voltou ao juízo e fez sinal pra eu deixar ela sentar.
Me afastei da magia dela e olhei o rosto suado e corado pelo esforço que tinha feito. Ela disse:
— Elsi... Valeu, linda... você mandou muito bem...
— Ah, tia... você gostou mesmo?...
— Sim, querido... Gostei muito... tanto que até repetiria...— E por que a gente não faz de novo, tia?...
— Não, Elsi... não por agora... se seus pais voltarem e nos pegarem aqui, sabe o que vai acontecer...
— É, sim...
"Melhor a gente se arrumar e descer pra sala..."
— Sim.
Na hora, ela se encarregou de levantar a cortina do chão e recolocá-la no lugar. Depois começou a vestir minha roupa e se vestiu também. Arrumou meu cabelo, pedindo que eu fizesse o mesmo, e então descemos as escadas correndo. Quando chegamos na sala, percebemos que meus pais ainda não tinham voltado, mas a tia Rebbe não queria mais se arriscar a ser pega.
— Ah, mamãe... Então dessa vez você aprendeu o segundo joguinho com ela, né?...
— Isso mesmo, Rubicita... o do pai e da mãe... esse é o nome do jogo...
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