Troca de mães e filhos num encontro duplo e pijama de sexo (PARTE 2)
Os primeiros encontros inesperados, com isso agora seriam os pombinhos laranjas
Bom, começou outra semana e os quatro seguiram com suas vidas e rotinas diárias como de costume, até que chegou a tão esperada sexta-feira. As crianças foram buscadas como sempre na escola pra levar pra casa, mas dessa vez ambos notaram que suas mães estavam usando máscara, óculos escuros e um chapéu, além de não puxarem conversa, estavam muito quietas. Enfim, quando cada um chegou em casa, notaram que na sala de jantar tinha um buffet completo da comida favorita deles, e os dois sentaram pra comer. Aqui é o ponto onde cada par começa a fazer e dizer praticamente a mesma coisa, e vou resumir:
Menino ruivo/loiro pra Mãe loira/ruiva e vice-versa
Menino R/L pra Mãe L/R: "Ô mãe, cê tá doente ou por que ficou tão calada e escondendo o rosto?"
Mãe L/R pra Menino R/L: "Bom, o que acontece é que eu não sou sua mãe, bom, pelo menos não biológica" (enquanto fala, tira todos os acessórios mencionados mais uma peruca)
Menino R/L pra Mãe L/R: "Dona fulana, não é que não seja bem-vinda, mas o que cê tá fazendo aqui? Por que foi me buscar na escola se passando pela minha mãe? E se ela não tá aqui, então onde ela está?"
Mãe L/R pra Menino R/L: "Vou começar respondendo ao último ponto que você mencionou. Sua mãe fez a mesma coisa que eu, ou seja, também se passou por mim, foi buscar meu filho na escola no meu carro e, portanto, tá na minha casa com ele. A essa altura, já deve ter revelado quem é de verdade pra ele e tá dando uma explicação que é a mesma que vou te dar. Sabe, algumas vezes eu já fui te buscar na escola, mas não desse jeito. Se dessa vez foi assim, é pelo seguinte: acontece que sua mãe e eu, quando estamos juntas, geralmente conversamos sobre nós mesmas e sobre coisas da vida. E conforme nossa conversa foi rolando, chegamos num ponto que tinha a ver com o futuro de vocês. especificamente aos vínculos que vocês venham a ter com mulheres (futuras namoradas/esposas) não consanguíneas, dito de outra forma, nesse momento da vida de vocês e pela pouca idade, nem você nem meu filho se interessam por meninas, responde se estou certo
Menino P/R para Mamãe R/P: sim, é isso mesmo, senhora…
Mamãe R/P para Menino P/R: mas, no entanto, e embora por enquanto você não admita, sei que biológica ou psicologicamente não falta muito para vocês mudarem de ideia, isso vai acontecer quando estiverem na puberdade e pensamos em algum jeito de prepará-los para quando chegar esse momento canônico no desenvolvimento de vocês. Minha amiga, ou seja, sua mãe, e eu discutimos nossos pontos de vista e opções. A primeira coisa que pensamos foi dar uma palestra orientativa, mas como provavelmente nossas palavras ou sermões iriam por água abaixo, tivemos que implementar algum tipo de método. Me diz uma coisa: por que você acha que estamos só eu e você aqui, sozinhos, e com um vasto menu no jantar?
Menino P/R para Mamãe R/P: não sei, senhora…
Mamãe R/P para Menino P/R: se você realmente não sacou ou está com vergonha de dizer, então eu falo: você (aponta com o dedo) e eu (aponta para si mesma) vamos ter um encontro juntos (termina formando um coração com todos os dedos de ambas as mãos)
Menino P/R para Mamãe R/P: O quê…? A senhora disse um encontro…
Mamãe R/P para Menino P/R: isso mesmo, você ouviu direito, vamos ter um encontro nós dois, mas não me entenda mal, não é que eu esteja a fim de você,
Menino P/R para Mamãe R/P: Então, senhora, do que se trata?
Mamãe R/P para Menino P/R: Isso não é um encontro de verdade, é um encontro de prática, recreativo ou de simulação, é tipo uma brincadeira, igual ao jogo de papai e mamãe, não é sério. O objetivo é ir treinando vocês aos poucos para quando tiverem um de verdade, e de certo modo irem perdendo o medo. Também peço desculpas a você e ao meu filho por não termos avisado ou perguntado se vocês concordavam. O mais provável é que não aceitassem, mas se é que Sim, agora eles estariam muito mais nervosos do que já estão, e a gente também não queria isso, então o mais viável era pegá-los de surpresa. Aliás, se servir de algo, já adianto que, quando o encontro acabar, você vai perceber que não foi tão ruim quanto tá pensando agora. Enfim, pra você ficar mais à vontade, vou me vestir como alguém da sua idade, preparei uma roupa meio infantil. Já volto, não demoro.
E enquanto os meninos ficaram sozinhos na sala de jantar, pensavam consigo mesmos que preferiam ter convivido um com o outro do jeito deles, como de costume, ou que pelo menos o tal encontro duplo tivesse sido feito com os quatro juntos no mesmo lugar pra ficarem mais próximos, em vez de como fizeram: de dois em dois, menino e mulher em casas separadas. Minutos depois, as mães de cabelos bicolores voltaram à sala de jantar, com uma atitude mais animada, mas vestidas com uniformes de colegiais. E enquanto enroscavam e soltavam um dedinho no cabelo, ambas falaram:
Mãe R/P para Menino P/R: Oi, já voltei. E me diz, você gostou do que eu tô vestindo? Tô bonitinha?
Menino P/R para Mãe R/P: (gaguejando) Sim, senhora, a senhora tá muito bonitinha.
Mãe R/P para Menino P/R: Obrigada, e você também é um menino muito lindo e fofo.
A reação dos meninos foi ficar de olho arregalado e boca aberta, só faltou babar. Mal conseguiram responder que sim, mas "bonitinhas" era pouco, tão pouco quanto as minissaias delas, ou melhor, putifaldas de estilo escocês que tinham vestido, junto com uma blusa de barriga de fora e bem decotada, e um par de botas ou saltos. Pra entender o impacto dessa nova imagem, é preciso explicar o contexto. Digamos que o jeito de se vestir das duas mulheres era com roupas bem largonas, vestidos retrô e até de épocas ainda mais antigas. A forma como se vestiam cobria tanto que ficavam no nível de uma freira ou da esposa de um muçulmano, e a única coisa que deixavam à mostra eram a cabeça e as mãos, porque até os braços tinham que ficar cobertos. cobertos com mangas longas, essa roupa junto com o cabelo dela que estava preso, solto e bagunçado ou enrolado em bobes, e o fato de que os rostos delas estavam sempre ao natural, sem filtros, ou seja, não colocavam nem uma única mancha/gota de maquiagem, além de serem muito reservadas, com isso denotavam ser mulheres muito conservadoras na sociedade atual, onde há muito mais liberalismo. Com isso, elas eram tachadas de sem graça, opacas e sem sal, a imagem e o jeito delas para os padrões modernos de certo modo fazia elas perderem a aura feminina em questão de atrativo ou charme, isso sim, feias como tal não eram.
Retomando os encontros, cada par lanchou, a mulher (ambas as mulheres) primeiro sugeriu tomar um milk-shake juntos em um único copo com dois canudos, dando uma cantada bem safada, depois compartilhou um picolé em formato de coração (um pra ele e outro pra ela) e o dela ela lambia de um jeito insinuante, algo que também fez com uma banana: colocou no meio do peito dela e começou a esfregar (bater uma) segundo ela pra limpar, descascou com os dentes e, sem mastigar, mais da metade da dita fruta, enfiou na boca até chegar na garganta, fingindo não saber que engolir daquele jeito só faria ela se engasgar, tirou na hora, banhou com um pouco de chocolate líquido e provou fazendo as mesmas caretas que com o picolé, e depois brincou com a banana fazendo um vai e vem com a boca e em algumas vezes usou pra empurrar as bochechas dela por dentro e finalmente mastigou e comeu.
Depois de comer, agora precisavam fazer algo juntos. Entre as atividades pra se entreterem foram jogos de tabuleiro como cobras e escadas, jogo da memória, montar quebra-cabeça, o jogo de adivinhar as cartas “O que sou eu?”. Em várias ocasiões, a mulher sorria pra ele, piscava o olho e mandava beijos apontando com a palma da mão ou fazendo tipo bico de pato, depois disse que queria jogar um dos três jogos que ia mencionar e que ele precisava escolher qual. Preferiria, esses eram: a cebolinha, fazer cavalinho ou jogar queda de braço, e o menino acabou escolhendo essa última. Então se ajeitaram e se pegaram pelas mãos. Ao fazer isso, a mulher apertou com muita força a outra mão, que era menor que a dela, e com um puxão brusco, bateu ela na mesa, deixando o tato dele bem dolorido por causa do golpe. Obviamente, ela fez isso de propósito, mas não com a intenção de maltratar ele.
Mãe R/P para Menino P/R: "Ai, desculpa, acho que exagerei na força com a sua mão. Deixa eu passar a mão em você... Sabe, como vejo que tá doendo muito e tá bem sensível, pra aliviar a dor, tenho que esfregar com algo macio."
Ela enfia a mão do menino no meio dos peitos dela e depois coloca ela em cima de cada um. Enquanto fazia isso, a mulher dava um olhar pra ele, dando a entender que gostava daquele contato, além de sorrir de um jeito bem sugestivo. O menino ficou vermelho e ia tirar a mão.
Menino P/R para Mãe R/P: (gaguejando e "desconfortável") "Moça..."
Mãe R/P para Menino P/R: "Fica quietinho, tô só te curando. Sei o que tô fazendo. Não nega que por causa disso a dor tá passando, só deixa eu terminar."
Uns minutos depois, ela tirou a mão dele, mas molhada com os sucos do leite dela.
Mãe R/P para Menino P/R: "Ah não, agora molhei sua mão. Mas tudo bem, é só secar."
Ela lambe a mão inteira dele do mesmo jeito que fez com o pirulito, e depois foca só no dedo do meio e chupa ele como fez com a banana.
Mãe R/P para Menino P/R: "Bom, agora que já curei sua mão, queria que você me fizesse o favor de emprestar um carregador pro meu celular. Por enquanto não é urgente, vai buscar enquanto eu lavo a louça. Toma seu tempo, mas de preferência não demora mais de três horas, porque é o tempo que ainda resta de bateria.
Os primeiros encontros inesperados, com isso agora seriam os pombinhos laranjas
Bom, começou outra semana e os quatro seguiram com suas vidas e rotinas diárias como de costume, até que chegou a tão esperada sexta-feira. As crianças foram buscadas como sempre na escola pra levar pra casa, mas dessa vez ambos notaram que suas mães estavam usando máscara, óculos escuros e um chapéu, além de não puxarem conversa, estavam muito quietas. Enfim, quando cada um chegou em casa, notaram que na sala de jantar tinha um buffet completo da comida favorita deles, e os dois sentaram pra comer. Aqui é o ponto onde cada par começa a fazer e dizer praticamente a mesma coisa, e vou resumir:
Menino ruivo/loiro pra Mãe loira/ruiva e vice-versa
Menino R/L pra Mãe L/R: "Ô mãe, cê tá doente ou por que ficou tão calada e escondendo o rosto?"
Mãe L/R pra Menino R/L: "Bom, o que acontece é que eu não sou sua mãe, bom, pelo menos não biológica" (enquanto fala, tira todos os acessórios mencionados mais uma peruca)
Menino R/L pra Mãe L/R: "Dona fulana, não é que não seja bem-vinda, mas o que cê tá fazendo aqui? Por que foi me buscar na escola se passando pela minha mãe? E se ela não tá aqui, então onde ela está?"
Mãe L/R pra Menino R/L: "Vou começar respondendo ao último ponto que você mencionou. Sua mãe fez a mesma coisa que eu, ou seja, também se passou por mim, foi buscar meu filho na escola no meu carro e, portanto, tá na minha casa com ele. A essa altura, já deve ter revelado quem é de verdade pra ele e tá dando uma explicação que é a mesma que vou te dar. Sabe, algumas vezes eu já fui te buscar na escola, mas não desse jeito. Se dessa vez foi assim, é pelo seguinte: acontece que sua mãe e eu, quando estamos juntas, geralmente conversamos sobre nós mesmas e sobre coisas da vida. E conforme nossa conversa foi rolando, chegamos num ponto que tinha a ver com o futuro de vocês. especificamente aos vínculos que vocês venham a ter com mulheres (futuras namoradas/esposas) não consanguíneas, dito de outra forma, nesse momento da vida de vocês e pela pouca idade, nem você nem meu filho se interessam por meninas, responde se estou certo
Menino P/R para Mamãe R/P: sim, é isso mesmo, senhora…
Mamãe R/P para Menino P/R: mas, no entanto, e embora por enquanto você não admita, sei que biológica ou psicologicamente não falta muito para vocês mudarem de ideia, isso vai acontecer quando estiverem na puberdade e pensamos em algum jeito de prepará-los para quando chegar esse momento canônico no desenvolvimento de vocês. Minha amiga, ou seja, sua mãe, e eu discutimos nossos pontos de vista e opções. A primeira coisa que pensamos foi dar uma palestra orientativa, mas como provavelmente nossas palavras ou sermões iriam por água abaixo, tivemos que implementar algum tipo de método. Me diz uma coisa: por que você acha que estamos só eu e você aqui, sozinhos, e com um vasto menu no jantar?
Menino P/R para Mamãe R/P: não sei, senhora…
Mamãe R/P para Menino P/R: se você realmente não sacou ou está com vergonha de dizer, então eu falo: você (aponta com o dedo) e eu (aponta para si mesma) vamos ter um encontro juntos (termina formando um coração com todos os dedos de ambas as mãos)
Menino P/R para Mamãe R/P: O quê…? A senhora disse um encontro…
Mamãe R/P para Menino P/R: isso mesmo, você ouviu direito, vamos ter um encontro nós dois, mas não me entenda mal, não é que eu esteja a fim de você,
Menino P/R para Mamãe R/P: Então, senhora, do que se trata?
Mamãe R/P para Menino P/R: Isso não é um encontro de verdade, é um encontro de prática, recreativo ou de simulação, é tipo uma brincadeira, igual ao jogo de papai e mamãe, não é sério. O objetivo é ir treinando vocês aos poucos para quando tiverem um de verdade, e de certo modo irem perdendo o medo. Também peço desculpas a você e ao meu filho por não termos avisado ou perguntado se vocês concordavam. O mais provável é que não aceitassem, mas se é que Sim, agora eles estariam muito mais nervosos do que já estão, e a gente também não queria isso, então o mais viável era pegá-los de surpresa. Aliás, se servir de algo, já adianto que, quando o encontro acabar, você vai perceber que não foi tão ruim quanto tá pensando agora. Enfim, pra você ficar mais à vontade, vou me vestir como alguém da sua idade, preparei uma roupa meio infantil. Já volto, não demoro.
E enquanto os meninos ficaram sozinhos na sala de jantar, pensavam consigo mesmos que preferiam ter convivido um com o outro do jeito deles, como de costume, ou que pelo menos o tal encontro duplo tivesse sido feito com os quatro juntos no mesmo lugar pra ficarem mais próximos, em vez de como fizeram: de dois em dois, menino e mulher em casas separadas. Minutos depois, as mães de cabelos bicolores voltaram à sala de jantar, com uma atitude mais animada, mas vestidas com uniformes de colegiais. E enquanto enroscavam e soltavam um dedinho no cabelo, ambas falaram:
Mãe R/P para Menino P/R: Oi, já voltei. E me diz, você gostou do que eu tô vestindo? Tô bonitinha?
Menino P/R para Mãe R/P: (gaguejando) Sim, senhora, a senhora tá muito bonitinha.
Mãe R/P para Menino P/R: Obrigada, e você também é um menino muito lindo e fofo.
A reação dos meninos foi ficar de olho arregalado e boca aberta, só faltou babar. Mal conseguiram responder que sim, mas "bonitinhas" era pouco, tão pouco quanto as minissaias delas, ou melhor, putifaldas de estilo escocês que tinham vestido, junto com uma blusa de barriga de fora e bem decotada, e um par de botas ou saltos. Pra entender o impacto dessa nova imagem, é preciso explicar o contexto. Digamos que o jeito de se vestir das duas mulheres era com roupas bem largonas, vestidos retrô e até de épocas ainda mais antigas. A forma como se vestiam cobria tanto que ficavam no nível de uma freira ou da esposa de um muçulmano, e a única coisa que deixavam à mostra eram a cabeça e as mãos, porque até os braços tinham que ficar cobertos. cobertos com mangas longas, essa roupa junto com o cabelo dela que estava preso, solto e bagunçado ou enrolado em bobes, e o fato de que os rostos delas estavam sempre ao natural, sem filtros, ou seja, não colocavam nem uma única mancha/gota de maquiagem, além de serem muito reservadas, com isso denotavam ser mulheres muito conservadoras na sociedade atual, onde há muito mais liberalismo. Com isso, elas eram tachadas de sem graça, opacas e sem sal, a imagem e o jeito delas para os padrões modernos de certo modo fazia elas perderem a aura feminina em questão de atrativo ou charme, isso sim, feias como tal não eram.
Retomando os encontros, cada par lanchou, a mulher (ambas as mulheres) primeiro sugeriu tomar um milk-shake juntos em um único copo com dois canudos, dando uma cantada bem safada, depois compartilhou um picolé em formato de coração (um pra ele e outro pra ela) e o dela ela lambia de um jeito insinuante, algo que também fez com uma banana: colocou no meio do peito dela e começou a esfregar (bater uma) segundo ela pra limpar, descascou com os dentes e, sem mastigar, mais da metade da dita fruta, enfiou na boca até chegar na garganta, fingindo não saber que engolir daquele jeito só faria ela se engasgar, tirou na hora, banhou com um pouco de chocolate líquido e provou fazendo as mesmas caretas que com o picolé, e depois brincou com a banana fazendo um vai e vem com a boca e em algumas vezes usou pra empurrar as bochechas dela por dentro e finalmente mastigou e comeu.
Depois de comer, agora precisavam fazer algo juntos. Entre as atividades pra se entreterem foram jogos de tabuleiro como cobras e escadas, jogo da memória, montar quebra-cabeça, o jogo de adivinhar as cartas “O que sou eu?”. Em várias ocasiões, a mulher sorria pra ele, piscava o olho e mandava beijos apontando com a palma da mão ou fazendo tipo bico de pato, depois disse que queria jogar um dos três jogos que ia mencionar e que ele precisava escolher qual. Preferiria, esses eram: a cebolinha, fazer cavalinho ou jogar queda de braço, e o menino acabou escolhendo essa última. Então se ajeitaram e se pegaram pelas mãos. Ao fazer isso, a mulher apertou com muita força a outra mão, que era menor que a dela, e com um puxão brusco, bateu ela na mesa, deixando o tato dele bem dolorido por causa do golpe. Obviamente, ela fez isso de propósito, mas não com a intenção de maltratar ele.
Mãe R/P para Menino P/R: "Ai, desculpa, acho que exagerei na força com a sua mão. Deixa eu passar a mão em você... Sabe, como vejo que tá doendo muito e tá bem sensível, pra aliviar a dor, tenho que esfregar com algo macio."
Ela enfia a mão do menino no meio dos peitos dela e depois coloca ela em cima de cada um. Enquanto fazia isso, a mulher dava um olhar pra ele, dando a entender que gostava daquele contato, além de sorrir de um jeito bem sugestivo. O menino ficou vermelho e ia tirar a mão.
Menino P/R para Mãe R/P: (gaguejando e "desconfortável") "Moça..."
Mãe R/P para Menino P/R: "Fica quietinho, tô só te curando. Sei o que tô fazendo. Não nega que por causa disso a dor tá passando, só deixa eu terminar."
Uns minutos depois, ela tirou a mão dele, mas molhada com os sucos do leite dela.
Mãe R/P para Menino P/R: "Ah não, agora molhei sua mão. Mas tudo bem, é só secar."
Ela lambe a mão inteira dele do mesmo jeito que fez com o pirulito, e depois foca só no dedo do meio e chupa ele como fez com a banana.
Mãe R/P para Menino P/R: "Bom, agora que já curei sua mão, queria que você me fizesse o favor de emprestar um carregador pro meu celular. Por enquanto não é urgente, vai buscar enquanto eu lavo a louça. Toma seu tempo, mas de preferência não demora mais de três horas, porque é o tempo que ainda resta de bateria.
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