Entrei em casa com os saltos na mão e o vestido mais curto que o normal, irritada, quente e excitada. Depois de passar a noite dançando provocando e deixando aquele homem me apalpar, no final ele era casado e uma emergência em casa fez com que eu ficasse encharcada e com vontade de sexo. Ao levantar a cabeça vi meu pai dormindo no sofá, com um copo de uísque em uma mão enquanto na outra, para minha surpresa, segurava seu pau ainda roliço. Aproximei-me devagar e sem fazer barulho, na TV uma loira com bunda grande e peitos enormes cavalgava um negro com um pauzão enorme que estava perfurando a bunda dela enquanto meu pai roncava. Olhei sem pudor para o pau dele e achei tentador, fiquei de joelhos e percebi que ainda brilhava, ele tinha gozado há pouco. Aproximei-me um pouco mais e o cheirei, um arrepio percorreu meu corpo e apertei as pernas inconscientemente. Levei um dos meus dedos cuidadosamente e recolhi uma gota que ainda repousava na cabeça, levei à boca e provei, naquele momento me pareceu a maior das delícias que meu paladar já tinha experimentado até então. Ele se mexeu e me joguei para trás assustada, mas me acalmei ao ver que não abria os olhos. Voltei a me aproximar e passei meus dedos devagar pelo tronco até os ovos e os peguei com minha mão devagar, com delicadeza, acariciando-os com meus dedos, soltei e sem perceber o que estava fazendo peguei o pau do meu pai e comecei a punhetá-lo, devagar mas com firmeza. Notando como pouco a pouco começava a ganhar vida e endurecer na minha mão. Acelerei o ritmo enquanto minha mão deslizava pela minha buceta de cima a baixo por cima da calcinha, fazendo com que ela entrasse entre meus lábios e se molhasse toda. Não podia acreditar que estava fazendo aquilo, soltei o pau dele e tirei a mão da minha buceta. Fiquei sentada na frente do pau duro do meu pai, MEU PAI, era errado mas algo em mim me empurrava a tocá-lo de novo, a prová-lo... Estava excitadíssima e talvez não Eu devia ter feito isso, mas eu queria chupar aquela pica que me encarava desafiadoramente. Aproximei minha boca e, colocando a língua para fora, passei timidamente pela cabecinha, quase só roçando, sem movimento nenhum. Lambi o tronco do pau dele de baixo para cima e ele continuou sem reagir, o que me encheu de confiança e me levou a pegar a cabecinha entre meus lábios, e pouco a pouco descer pelo pau até a metade e voltar a subir devagar para ele não acordar. Peguei as bolas dele com uma mão e, aproximando minha boca, chupei uma depois da outra antes de lambê-las e mordê-las de leve. Voltei a enfiar na boca, dessa vez com mais confiança, extasiada com a situação, sem o menor desejo de parar o que estava acontecendo. De repente, meu pai levantou o quadril e fez com que o pau dele enchesse completamente minha boca. Me pegou tão de surpresa que um engasgo me obrigou a tirá-lo. Respirei e voltei a engolir, subindo e descendo meus lábios por ele, sentindo-o pulsar. Levei meus dedos até as bolas dele e, massageando-as, ele gozou na minha boca. Receber a porra dele foi algo delicioso que ao mesmo tempo me acordou e eu vi o que tinha acabado de fazer. Levei dois dedos até minha buceta e estava encharcada. Peguei minhas coisas do chão e corri para meu quarto como alma que o diabo carrega. Tirei a roupa e entrei na cama, comecei a pensar no que tinha acabado de fazer e minha buceta ardia e pulsava. Peguei o vibrador da minha mesinha de cabeceira e me fodi com ele até encharcar todos os lençóis. Depois do terceiro orgasmo, minhas pernas tremiam e decidi dar a sessão por encerrada. No dia seguinte, acordei tarde e desci para tomar café perto das 12h. Ao entrar na cozinha, fiquei paralisada. Ele estava sentado à mesa com uma xícara de café na mão enquanto lia o jornal. Ele levantou a cabeça e sorriu para mim:
— Bom dia, dorminhoca. Chegou muito tarde ontem? Não ouvi você entrar.
Flashbacks da noite anterior se amontoavam na minha cabeça e demorei para reagir.
— Não sei que horas eram, não olhei o relógio.
— Eu adormeci no sofá, quando acordei... Já era dia e você estava no seu quarto. Senti um calor por dentro que me queimava, percorrendo todo o meu corpo. Ele acordou pelado, sabe que eu vi... naquele momento eu queria morrer.
— Ah, é? Não te vi, fui direto pra cama, tava um pouco... alterada — forcei um sorriso, mas deu pra ver que era falso e baixei a cabeça.
— E aí, se divertiu? A noite terminou bem? — ele sorriu enquanto baixava o olhar direto pro decote do meu pijama.
— Bom, sim, na verdade... — meus mamilos ficaram duros ao lembrar da chegada em casa e ficaram transparentes sob o tecido — terminou melhor do que eu esperava.
— Que bom, meu amor. Sua mãe e sua irmã saíram pra fazer compras, vão almoçar no shopping e passar a tarde lá. Temos o dia todo só pra nós — ele sorriu de novo, de um jeito muito safado — tá a fim de fazer algo especial?
Quase saí correndo da cozinha, tinha algo estranho nele... será que ele não tava tão dormindo quanto parecia ontem à noite? Meu coração acelerou e senti o rosto esquentar.
— Não me ocorre nada...
— Bom, então pensa e se lembrar de algo me avisa — ele se levantou, se aproximou devagar de mim, que ainda estava em pé do outro lado da mesa onde ele estava sentado, colocou a mão na minha cintura, muito mais baixa do que o normal, e me deu um beijo na nuca. — Faz o almoço que vou descansar um pouco.
Sentir a mão dele me deixou paralisada e provocou um leve formigamento entre as minhas pernas. Minha respiração acelerada traía que algo estava acontecendo, e eu escapei dos braços dele, me dirigindo à geladeira como se nada fosse. Quando me virei, ele já tinha sumido, e respirei fundo pra me acalmar antes de começar a fazer a comida.
Já tinha terminado e estava limpando a cozinha com meus fones, cantando baixinho e mexendo o quadril no ritmo da música. Estava guardando uns copos quando senti alguém se aproximar, colando o corpo no meu e me envolvendo com os braços. Ele agarrou meus peitos com as duas mãos, com muita força, ao mesmo tempo que enterrou o nariz no meu pescoço. -mmmmm -ele gemeu no meu ouvido- não consegui dormir, quando fechava os olhos só via sua boca devorando meu pau. Eu me mexi tentando sair e agarrei seus pulsos tentando afastar suas mãos dos meus seios. -Me solta, por favor... -Hahahaha agora você acha que não está certo? ontem você não pensava assim quando veio tocar no meu pau -ele deu uma mordida no meu ombro que me fez estremecer- e muito menos quando enfiou na sua boca. - Pai, não, por favor, não faça isso comigo, eu não quero... -eu me debatia, mas tudo que conseguia era esfregar mais e mais no corpo dele, o que o excitava porque eu sentia o pau dele cada vez mais duro pressionado contra minha bunda. -Você não me perguntou ontem se eu queria gozar na sua boca, né? Ao terminar a frase, minha buceta começou a ficar molhada. Lembrei da sensação que tive com o pau dele nas minhas mãos, na minha boca, o quanto me senti bem fazendo aquilo e fiquei quieta, sentindo a respiração ofegante dele no meu pescoço. Ele continuou se esfregando no meu corpo e não soltou meus peitos em nenhum momento. Aproveitou que eu tinha me acalmado para beliscar e puxar meus mamilos, o que não consegui evitar um leve gemido. -Sabe o que teria acontecido se você tivesse me perguntado em vez de tomar para si mesma?-ele empurrou a pelve com mais força contra minha bunda e soltou um dos meus peitos para descer a mão lentamente pela minha barriga e muito devagar a enfiou dentro da minha calça- Você teria um pau de verdade na sua buceta em vez daquele vibrador de merda. -Mmmmm -não consegui resistir mais e até abri as pernas para que ele pudesse me acariciar melhor-. -Ufff, você está com a buceta encharcada e ainda dizia que não queria, sua bobinha -ele sussurrava enquanto deslizava os dedos de cima para baixo na minha buceta inchada- Sério que achou que eu não ia acordar com aquela mamada gostosa que você me deu? Foi difícil não segurar sua cabeça e enfiar mais fundo na boca... -Aaahh... eu não quero... -estou bloqueada, completamente à mercê do meu pai, minha cabeça não queria, mas meu corpo e meu desejo me impediam de lutar-. -Não quer? Sua buceta não diz a mesma coisa... - abaixo minha calça até os tornozelos e tiro a camiseta, me viro, pego um dos meus seios e levo à boca devorando-o. Com a outra mão, meteu dois dedos na minha buceta e começou a me foder devagar-. Naquele mesmo momento parei de resistir, esqueci tudo e me entreguei ao meu pai. Levantei uma das minhas pernas, apoiei nos puxadores das gavetas me abrindo para ele e levei uma das minhas mãos ao seu pau, notando por cima da calça o calor que emanava e o quanto estava duro. -Viu, gata, é muito melhor assim... Sua língua rodeava meus mamilos, os mordia, os chupava com agressividade, sem parar de me olhar. Desviei o olhar quando não pude reprimir um grande gemido ao sentir três de seus dedos de uma vez dentro de mim. Estava gostando, mas me envergonhava disso, não conseguia olhar para ele. Tirou as mãos do meu corpo e deu um passo para trás, pensei que tudo tinha acabado e então olhei para ele, em seus olhos havia luxúria, agressividade e poder, nos meus timidez, nervosismo e um lampejo de desejo. Me pegou pelo cabelo e puxou para baixo. -Ajoelha, hoje você vai chupar meu pau melhor do que fez ontem à noite, estou convencido de que pode superar. Fiz o que ele ordenou sem reclamar, na verdade estava com vontade de fazer. Queria ter o pau dele na minha boca de novo. Coloquei minha língua para fora e passei pela cabecinha algumas vezes antes de enfiar na boca e chupar enquanto apertava com ela. Soltei e cuspi nele, com minha língua esfreguei minha saliva pelo tronco do seu pau, desenhando com minha língua cada uma de suas veias. Dava algumas mordidas e ele gemia cada vez que sentia meus dentes. Desci até suas bolas e as lambi como se não tivesse comido nada em meses, ansiosa. Chupava uma, soltava e fazia o mesmo com a outra. Peguei com minha mão e o masturbei enquanto observava a cabecinha vermelha e molhada aparecer e desaparecer na minha mão. -Você gosta assim, pai? - perguntei enquanto olhava para ele-. -Sim, gata, eu adoro. Você deve ter chupado muitos paus... Você tem uma habilidade incrível de foder, aahhh. Antes que eu terminasse a frase, enfiei seu pau na minha boca até o fundo e segurei lá dentro, movi minha cabeça de um lado pro outro pra engolir mais, encostando meu nariz no púbis dele e o queixo nas bolas. Ele me agarrou pelo cabelo de novo e começou a foder minha boca. Ele tirava devagar até quase sair e enfiava de repente, e aos poucos foi aumentando o ritmo. Ele gemeu cada vez mais alto, quase não me deixava respirar, meus olhos lacrimejavam e eu dava uns engasgos quando senti as pernas dele começarem a tremer. O pau dele pulsava dentro da minha boca e de repente ele enfiou fundo e uns jatos grossos de porra caíram direto na minha garganta, exceto umas gotinhas que escaparam pelos cantos da minha boca. Ele tirou da minha boca e enquanto passava a cabecinha pelos meus lábios e eu a beijava, ele disse: - Limpa, quero que engula tudo de novo como ontem à noite. Obedeci na hora, estava totalmente entregue a ele, e enquanto recolhia os últimos restos soube que ele faria de mim o que quisesse. Ele me levantou pelo cabelo e me pegando pelo braço quase sussurrou: - Anda pra mim. Olhei pra ele confusa, não tinha certeza de como agir e fiquei perplexa, um tapa forte na bunda me trouxe de volta à realidade. - Zas!! - Vamos! Mexe essa raba! Me endireitei, levantei a cabeça e jogando os ombros pra trás comecei a andar da maneira mais provocante que pude e ao chegar na mesa me virei, me senti uma deusa. Aquele jeito que meu pai me olhava, nunca tinham me olhado assim. Levei um dedo à boca, chupei sensual e quando tirei da boca sorri pra ele piscando um olho enquanto levava o dedo a um dos meus mamilos para apertá-lo. - Hahahaha você é uma safada, vira de costas e se inclina sobre a mesa. Fiz o que ele mandou enquanto meu coração batia a mil por hora, me exibir daquele jeito pro meu pai estava me deixando extasiada e eu estava adorando agradá-lo. Ele se aproximou e se ajoelhou atrás de mim, senti seu hálito na minha buceta enquanto respirava meu cheiro e um arrepio percorreu meu corpo. Joguei o corpo para trás e ele se afastou, me batendo com força. -Zas!!- Quieta, sua putinha, o quê, o como e o quando, quem manda sou eu, entendido? -Sim, papai. -Abre mais as pernas. Eu obedeci, e ele enfiou os dedos entre meus lábios vaginais, indo direto para beliscar meu clitóris duro e inchado. Gemi ante aquele ataque inesperado na minha boceta e me molhei ainda mais ao perceber como ele esfregava delicadamente em círculos o ponto mais erógeno do meu corpo. Apoiei o rosto na mesa e deixei meu pai explorar cada canto da minha intimidade, abrindo meus lábios com os dedos para admirar minha buceta antes de lambê-la de baixo para cima, descia novamente e afundava a língua na minha vagina. Minha respiração se acelerou e, ao notar isso, ele começou a me comer com a língua enquanto com dois dedos massageava meu clitóris. Ele se afastou e enfiou dois dedos dentro de mim, com rapidez e rudeza, enquanto prendia o clitóris com os lábios, o chupava e puxava. -Olha como você está, sua porca... era nisso que você estava pensando enquanto se fodia no outro dia no seu quarto depois de me chupar, não é? -Aaaahhhhh siiiiii- eu movia devagar minha bunda contra seus dedos que continuavam deslizando para dentro e para fora da minha buceta encharcada-. -Você está prestes a gozar, sua promíscua... olha como esse cuzinho tão gostoso que você tem está se contraindo... Ouvi-lo falar comigo assim estava me deixando louca, meu pai, aquele homem doce e carinhoso havia se transformado hoje em um homem rude e viril que estava me fazendo sentir o que nenhum outro jamais havia conseguido. Com a língua, ele batia no meu clitóris quando enfiou um terceiro dedo na minha buceta sem o menor problema, e pouco depois meu corpo começou a se contrair e entre gemidos e espasmos me deixei levar na boca dele, assim como ele havia feito comigo. Levantei a cabeça para olhá-lo e vi como seu pau estava novamente completamente duro. Ele se levantou e ficou atrás de mim, esfregava seu pau de cima a baixo na minha buceta enquanto acariciava bruscamente minhas costas e minha bunda. Eu gostava de sentir como ele afundava os dedos em mim meu corpo estava numa nuvem, relaxada, sentindo meu clitóris fazendo de ponto de apoio no vai e vem da cabecinha dele na minha buceta. De repente, notei como ele encaixou a cabecinha na entrada da minha xota encharcada e enfiou de uma vez, deixou dentro por alguns segundos e, me segurando pelo quadril, começou uma deliciosa metida e tirada, lenta mas forte. Abriu as nádegas da minha bunda e, cuspindo nela, lubrificou meu ânus com o polegar, pressionando devagar, cuspiu de novo e, fazendo círculos, enfiou dentro sem parar de mover os quadris, me empurrando cada vez mais forte. Pouco depois, quando tirou o polegar para enfiar dois dedos dentro do meu cu e me foder com eles, comecei a me contorcer, minha buceta apertava o pau dele pelos primeiros espasmos do meu orgasmo. O que até agora eram gemidos viraram gritos e, movendo meu quadril, me entreguei ao prazer que meu pai me proporcionava. Ainda não tinha me recuperado do orgasmo quando senti ele empurrando com a cabecinha no meu ânus e, sem muita dificuldade, meu cu absorveu. Ele continuou entrando em mim até eu sentir a cócega que suas bolas faziam nos lábios inchados da minha buceta. Ele me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça para trás, sussurrava coisas no meu ouvido que, no meu estado, eu não conseguia decifrar, palavras que não entendia, mas só o tom que ele usava, lascivo e dilacerante, produzia um pequeno formigamento no meu clitóris. Quando recuperei todos os sentidos, levei as mãos à minha bunda e, agarrando minhas nádegas, as abri. - Mmmm, assim, abre para o papai, safadinha - ele sussurrou no meu ouvido antes de começar a morder, lamber e beijar meus ombros e minha nuca. Em um momento, deslizou uma das mãos entre minhas pernas e, enquanto enfiava quatro dedos na minha buceta, com o polegar massageava meu clitóris em círculos, bem devagar, ao mesmo tempo que destruía meu cu com enfiadas fortes e rápidas. O contraste entre a rapidez e a lentidão me excitava de um jeito que eu sentia meus fluidos escorrendo em gotinhas que se desfaziam na pele das minhas coxas. Ele tirou o pau do meu cu e enfiou na minha buceta sem contemplações. Ele pegou minha perna e colocou em cima da mesa. Ficou um tempo se recreando acariciando minhas pernas e meus peitos enquanto alternava meus dois buracos abertos e lubrificados, mas em pouco tempo e com o pau dele no meu cu, ele se recostou nas minhas costas. Senti seus músculos se tensionando sobre mim e jatos de porra inundaram meu cu. Ele tirou devagar e, me dando um beijo no ombro e uma palmadinha na bunda, disse: "Toma um banho, fode o vibrador e vem pro meu quarto, te espero na cama". O resto é história, me escrevam no privado.
— Bom dia, dorminhoca. Chegou muito tarde ontem? Não ouvi você entrar.
Flashbacks da noite anterior se amontoavam na minha cabeça e demorei para reagir.
— Não sei que horas eram, não olhei o relógio.
— Eu adormeci no sofá, quando acordei... Já era dia e você estava no seu quarto. Senti um calor por dentro que me queimava, percorrendo todo o meu corpo. Ele acordou pelado, sabe que eu vi... naquele momento eu queria morrer.
— Ah, é? Não te vi, fui direto pra cama, tava um pouco... alterada — forcei um sorriso, mas deu pra ver que era falso e baixei a cabeça.
— E aí, se divertiu? A noite terminou bem? — ele sorriu enquanto baixava o olhar direto pro decote do meu pijama.
— Bom, sim, na verdade... — meus mamilos ficaram duros ao lembrar da chegada em casa e ficaram transparentes sob o tecido — terminou melhor do que eu esperava.
— Que bom, meu amor. Sua mãe e sua irmã saíram pra fazer compras, vão almoçar no shopping e passar a tarde lá. Temos o dia todo só pra nós — ele sorriu de novo, de um jeito muito safado — tá a fim de fazer algo especial?
Quase saí correndo da cozinha, tinha algo estranho nele... será que ele não tava tão dormindo quanto parecia ontem à noite? Meu coração acelerou e senti o rosto esquentar.
— Não me ocorre nada...
— Bom, então pensa e se lembrar de algo me avisa — ele se levantou, se aproximou devagar de mim, que ainda estava em pé do outro lado da mesa onde ele estava sentado, colocou a mão na minha cintura, muito mais baixa do que o normal, e me deu um beijo na nuca. — Faz o almoço que vou descansar um pouco.
Sentir a mão dele me deixou paralisada e provocou um leve formigamento entre as minhas pernas. Minha respiração acelerada traía que algo estava acontecendo, e eu escapei dos braços dele, me dirigindo à geladeira como se nada fosse. Quando me virei, ele já tinha sumido, e respirei fundo pra me acalmar antes de começar a fazer a comida.
Já tinha terminado e estava limpando a cozinha com meus fones, cantando baixinho e mexendo o quadril no ritmo da música. Estava guardando uns copos quando senti alguém se aproximar, colando o corpo no meu e me envolvendo com os braços. Ele agarrou meus peitos com as duas mãos, com muita força, ao mesmo tempo que enterrou o nariz no meu pescoço. -mmmmm -ele gemeu no meu ouvido- não consegui dormir, quando fechava os olhos só via sua boca devorando meu pau. Eu me mexi tentando sair e agarrei seus pulsos tentando afastar suas mãos dos meus seios. -Me solta, por favor... -Hahahaha agora você acha que não está certo? ontem você não pensava assim quando veio tocar no meu pau -ele deu uma mordida no meu ombro que me fez estremecer- e muito menos quando enfiou na sua boca. - Pai, não, por favor, não faça isso comigo, eu não quero... -eu me debatia, mas tudo que conseguia era esfregar mais e mais no corpo dele, o que o excitava porque eu sentia o pau dele cada vez mais duro pressionado contra minha bunda. -Você não me perguntou ontem se eu queria gozar na sua boca, né? Ao terminar a frase, minha buceta começou a ficar molhada. Lembrei da sensação que tive com o pau dele nas minhas mãos, na minha boca, o quanto me senti bem fazendo aquilo e fiquei quieta, sentindo a respiração ofegante dele no meu pescoço. Ele continuou se esfregando no meu corpo e não soltou meus peitos em nenhum momento. Aproveitou que eu tinha me acalmado para beliscar e puxar meus mamilos, o que não consegui evitar um leve gemido. -Sabe o que teria acontecido se você tivesse me perguntado em vez de tomar para si mesma?-ele empurrou a pelve com mais força contra minha bunda e soltou um dos meus peitos para descer a mão lentamente pela minha barriga e muito devagar a enfiou dentro da minha calça- Você teria um pau de verdade na sua buceta em vez daquele vibrador de merda. -Mmmmm -não consegui resistir mais e até abri as pernas para que ele pudesse me acariciar melhor-. -Ufff, você está com a buceta encharcada e ainda dizia que não queria, sua bobinha -ele sussurrava enquanto deslizava os dedos de cima para baixo na minha buceta inchada- Sério que achou que eu não ia acordar com aquela mamada gostosa que você me deu? Foi difícil não segurar sua cabeça e enfiar mais fundo na boca... -Aaahh... eu não quero... -estou bloqueada, completamente à mercê do meu pai, minha cabeça não queria, mas meu corpo e meu desejo me impediam de lutar-. -Não quer? Sua buceta não diz a mesma coisa... - abaixo minha calça até os tornozelos e tiro a camiseta, me viro, pego um dos meus seios e levo à boca devorando-o. Com a outra mão, meteu dois dedos na minha buceta e começou a me foder devagar-. Naquele mesmo momento parei de resistir, esqueci tudo e me entreguei ao meu pai. Levantei uma das minhas pernas, apoiei nos puxadores das gavetas me abrindo para ele e levei uma das minhas mãos ao seu pau, notando por cima da calça o calor que emanava e o quanto estava duro. -Viu, gata, é muito melhor assim... Sua língua rodeava meus mamilos, os mordia, os chupava com agressividade, sem parar de me olhar. Desviei o olhar quando não pude reprimir um grande gemido ao sentir três de seus dedos de uma vez dentro de mim. Estava gostando, mas me envergonhava disso, não conseguia olhar para ele. Tirou as mãos do meu corpo e deu um passo para trás, pensei que tudo tinha acabado e então olhei para ele, em seus olhos havia luxúria, agressividade e poder, nos meus timidez, nervosismo e um lampejo de desejo. Me pegou pelo cabelo e puxou para baixo. -Ajoelha, hoje você vai chupar meu pau melhor do que fez ontem à noite, estou convencido de que pode superar. Fiz o que ele ordenou sem reclamar, na verdade estava com vontade de fazer. Queria ter o pau dele na minha boca de novo. Coloquei minha língua para fora e passei pela cabecinha algumas vezes antes de enfiar na boca e chupar enquanto apertava com ela. Soltei e cuspi nele, com minha língua esfreguei minha saliva pelo tronco do seu pau, desenhando com minha língua cada uma de suas veias. Dava algumas mordidas e ele gemia cada vez que sentia meus dentes. Desci até suas bolas e as lambi como se não tivesse comido nada em meses, ansiosa. Chupava uma, soltava e fazia o mesmo com a outra. Peguei com minha mão e o masturbei enquanto observava a cabecinha vermelha e molhada aparecer e desaparecer na minha mão. -Você gosta assim, pai? - perguntei enquanto olhava para ele-. -Sim, gata, eu adoro. Você deve ter chupado muitos paus... Você tem uma habilidade incrível de foder, aahhh. Antes que eu terminasse a frase, enfiei seu pau na minha boca até o fundo e segurei lá dentro, movi minha cabeça de um lado pro outro pra engolir mais, encostando meu nariz no púbis dele e o queixo nas bolas. Ele me agarrou pelo cabelo de novo e começou a foder minha boca. Ele tirava devagar até quase sair e enfiava de repente, e aos poucos foi aumentando o ritmo. Ele gemeu cada vez mais alto, quase não me deixava respirar, meus olhos lacrimejavam e eu dava uns engasgos quando senti as pernas dele começarem a tremer. O pau dele pulsava dentro da minha boca e de repente ele enfiou fundo e uns jatos grossos de porra caíram direto na minha garganta, exceto umas gotinhas que escaparam pelos cantos da minha boca. Ele tirou da minha boca e enquanto passava a cabecinha pelos meus lábios e eu a beijava, ele disse: - Limpa, quero que engula tudo de novo como ontem à noite. Obedeci na hora, estava totalmente entregue a ele, e enquanto recolhia os últimos restos soube que ele faria de mim o que quisesse. Ele me levantou pelo cabelo e me pegando pelo braço quase sussurrou: - Anda pra mim. Olhei pra ele confusa, não tinha certeza de como agir e fiquei perplexa, um tapa forte na bunda me trouxe de volta à realidade. - Zas!! - Vamos! Mexe essa raba! Me endireitei, levantei a cabeça e jogando os ombros pra trás comecei a andar da maneira mais provocante que pude e ao chegar na mesa me virei, me senti uma deusa. Aquele jeito que meu pai me olhava, nunca tinham me olhado assim. Levei um dedo à boca, chupei sensual e quando tirei da boca sorri pra ele piscando um olho enquanto levava o dedo a um dos meus mamilos para apertá-lo. - Hahahaha você é uma safada, vira de costas e se inclina sobre a mesa. Fiz o que ele mandou enquanto meu coração batia a mil por hora, me exibir daquele jeito pro meu pai estava me deixando extasiada e eu estava adorando agradá-lo. Ele se aproximou e se ajoelhou atrás de mim, senti seu hálito na minha buceta enquanto respirava meu cheiro e um arrepio percorreu meu corpo. Joguei o corpo para trás e ele se afastou, me batendo com força. -Zas!!- Quieta, sua putinha, o quê, o como e o quando, quem manda sou eu, entendido? -Sim, papai. -Abre mais as pernas. Eu obedeci, e ele enfiou os dedos entre meus lábios vaginais, indo direto para beliscar meu clitóris duro e inchado. Gemi ante aquele ataque inesperado na minha boceta e me molhei ainda mais ao perceber como ele esfregava delicadamente em círculos o ponto mais erógeno do meu corpo. Apoiei o rosto na mesa e deixei meu pai explorar cada canto da minha intimidade, abrindo meus lábios com os dedos para admirar minha buceta antes de lambê-la de baixo para cima, descia novamente e afundava a língua na minha vagina. Minha respiração se acelerou e, ao notar isso, ele começou a me comer com a língua enquanto com dois dedos massageava meu clitóris. Ele se afastou e enfiou dois dedos dentro de mim, com rapidez e rudeza, enquanto prendia o clitóris com os lábios, o chupava e puxava. -Olha como você está, sua porca... era nisso que você estava pensando enquanto se fodia no outro dia no seu quarto depois de me chupar, não é? -Aaaahhhhh siiiiii- eu movia devagar minha bunda contra seus dedos que continuavam deslizando para dentro e para fora da minha buceta encharcada-. -Você está prestes a gozar, sua promíscua... olha como esse cuzinho tão gostoso que você tem está se contraindo... Ouvi-lo falar comigo assim estava me deixando louca, meu pai, aquele homem doce e carinhoso havia se transformado hoje em um homem rude e viril que estava me fazendo sentir o que nenhum outro jamais havia conseguido. Com a língua, ele batia no meu clitóris quando enfiou um terceiro dedo na minha buceta sem o menor problema, e pouco depois meu corpo começou a se contrair e entre gemidos e espasmos me deixei levar na boca dele, assim como ele havia feito comigo. Levantei a cabeça para olhá-lo e vi como seu pau estava novamente completamente duro. Ele se levantou e ficou atrás de mim, esfregava seu pau de cima a baixo na minha buceta enquanto acariciava bruscamente minhas costas e minha bunda. Eu gostava de sentir como ele afundava os dedos em mim meu corpo estava numa nuvem, relaxada, sentindo meu clitóris fazendo de ponto de apoio no vai e vem da cabecinha dele na minha buceta. De repente, notei como ele encaixou a cabecinha na entrada da minha xota encharcada e enfiou de uma vez, deixou dentro por alguns segundos e, me segurando pelo quadril, começou uma deliciosa metida e tirada, lenta mas forte. Abriu as nádegas da minha bunda e, cuspindo nela, lubrificou meu ânus com o polegar, pressionando devagar, cuspiu de novo e, fazendo círculos, enfiou dentro sem parar de mover os quadris, me empurrando cada vez mais forte. Pouco depois, quando tirou o polegar para enfiar dois dedos dentro do meu cu e me foder com eles, comecei a me contorcer, minha buceta apertava o pau dele pelos primeiros espasmos do meu orgasmo. O que até agora eram gemidos viraram gritos e, movendo meu quadril, me entreguei ao prazer que meu pai me proporcionava. Ainda não tinha me recuperado do orgasmo quando senti ele empurrando com a cabecinha no meu ânus e, sem muita dificuldade, meu cu absorveu. Ele continuou entrando em mim até eu sentir a cócega que suas bolas faziam nos lábios inchados da minha buceta. Ele me pegou pelo cabelo e jogou minha cabeça para trás, sussurrava coisas no meu ouvido que, no meu estado, eu não conseguia decifrar, palavras que não entendia, mas só o tom que ele usava, lascivo e dilacerante, produzia um pequeno formigamento no meu clitóris. Quando recuperei todos os sentidos, levei as mãos à minha bunda e, agarrando minhas nádegas, as abri. - Mmmm, assim, abre para o papai, safadinha - ele sussurrou no meu ouvido antes de começar a morder, lamber e beijar meus ombros e minha nuca. Em um momento, deslizou uma das mãos entre minhas pernas e, enquanto enfiava quatro dedos na minha buceta, com o polegar massageava meu clitóris em círculos, bem devagar, ao mesmo tempo que destruía meu cu com enfiadas fortes e rápidas. O contraste entre a rapidez e a lentidão me excitava de um jeito que eu sentia meus fluidos escorrendo em gotinhas que se desfaziam na pele das minhas coxas. Ele tirou o pau do meu cu e enfiou na minha buceta sem contemplações. Ele pegou minha perna e colocou em cima da mesa. Ficou um tempo se recreando acariciando minhas pernas e meus peitos enquanto alternava meus dois buracos abertos e lubrificados, mas em pouco tempo e com o pau dele no meu cu, ele se recostou nas minhas costas. Senti seus músculos se tensionando sobre mim e jatos de porra inundaram meu cu. Ele tirou devagar e, me dando um beijo no ombro e uma palmadinha na bunda, disse: "Toma um banho, fode o vibrador e vem pro meu quarto, te espero na cama". O resto é história, me escrevam no privado.
1 comentários - Papai no sofá