Beleza, essa é minha história e queria compartilhar com vocês. Tenho 52 anos, sou homem, e nunca consegui aproveitar o incesto do jeito que queria. Do jeito que as coisas tão, acho que nunca vou provar isso mesmo, é complicado.
Tudo começou com um primo meu, sim, comecei no incesto com um primo. Sou bissexual. Eu tinha uns 12 ou 13 anos, e um dia meu primo, que tinha 19, me mostrou o pau dele e mandou eu tocar. Eu toquei, e ele começou a ficar duro. Ele pegava na minha mão e ia movendo devagar. Depois ele falou: "Agora você vai chupar". Ele ficou de pé, o pau ficou na altura da minha boca, ele aproximou e foi me ensinando como fazer. Eu chupava ele, sentia ele bem duro, até que ele ficou tenso, tirou o pau da minha boca e gozou na minha frente. O leite caiu na minha cara e no chão.
Outro dia ele fez a mesma coisa, mas me mandou deitar de bruços na cama e ficou simulando que tava me comendo, sem penetrar. Até que um dia ele me forçou e me penetrou de verdade. A partir daí, comecei a reparar nas mulheres da minha família: minha mãe, minha tia Elena, minha prima Mercedes — elas eram as musas das minhas punhetas. Depois, eu também iniciei três primos meus, onde eles descobriram sexo comigo. Eles me chupavam, eu chupava eles, ou a gente se comia.
Com minha mãe, comecei a entrar no quarto dela, no gaveteiro das calcinhas. Eu vestia as roupas íntimas dela e me masturbava com os sutiãs e calcinhas. Ela nunca falou nada, sabia que eu me masturbava muito porque eu me limpava nos lençóis, mas nunca fez nada. Eu tentei que ela me visse batendo punheta, mas ela nunca me pegou. Eu tinha muita vontade de comer ela, ouvia ela gemer quando tava com meu pai.
Com minha tia Elena, eu ia na casa dela e, quando dava, mexia no gaveteiro dela também. Roubei um sutiã e uma calcinha dela. Quando ficava sozinho com ela em casa, eu ficava com um baita volume, mas ela nunca fez nada, e eu não tive coragem de dar o primeiro passo. A mesma coisa com minha mãe: não tive coragem de fazer nada, mesmo tendo visto ela pelada várias vezes. Assim, eu me masturbava umas 5 ou 6 vezes por dia.
Com minha prima Mercedes, ela também me deixava com muito tesão. Muitas das segundas tetas que vi foram as dela, um dia em casa. Ela andava às vezes de roupa íntima na minha frente, mas nunca tive coragem de dar o passo. Eu era adolescente e ela tinha quase trinta. Ainda a desejo, inclusive, já mais velhos, falei o que sentia por ela e que queria ficar com ela. Ela é divorciada, mas ficou brava e não quis nada comigo.
Hoje em dia, com minha mãe e minha tia, é impossível. Não consigo dar o passo porque não sei como elas vão reagir. Tenho outra prima com quem conversei sobre tudo isso e ela me entendeu. Um dia na casa dela, depois de falarmos sobre isso, ela me mostrou toda a roupa íntima dela. Estávamos bebendo algo e ela disse: "Deixei meu sutiã no banheiro pra você bater uma punheta nele." Eu fiz na frente dela, mas ela não quis fazer nada, e acabei sujando o sutiã dela de porra. Outro dia, chegamos a nos beijar com paixão, mas não passou disso. Meu Deus, que língua ela tem, me deixou vidrado nela, mas também não rolou mais nada.
Tô bem frustrado por não ter aproveitado as mulheres da minha família, a delícia do incesto, mas agora já é tarde demais. Queria conversar com alguma mãe que curte com o filho, ou com todas aquelas pessoas que aproveitam o incesto, pra ouvir como foram as histórias delas.
Tudo começou com um primo meu, sim, comecei no incesto com um primo. Sou bissexual. Eu tinha uns 12 ou 13 anos, e um dia meu primo, que tinha 19, me mostrou o pau dele e mandou eu tocar. Eu toquei, e ele começou a ficar duro. Ele pegava na minha mão e ia movendo devagar. Depois ele falou: "Agora você vai chupar". Ele ficou de pé, o pau ficou na altura da minha boca, ele aproximou e foi me ensinando como fazer. Eu chupava ele, sentia ele bem duro, até que ele ficou tenso, tirou o pau da minha boca e gozou na minha frente. O leite caiu na minha cara e no chão.
Outro dia ele fez a mesma coisa, mas me mandou deitar de bruços na cama e ficou simulando que tava me comendo, sem penetrar. Até que um dia ele me forçou e me penetrou de verdade. A partir daí, comecei a reparar nas mulheres da minha família: minha mãe, minha tia Elena, minha prima Mercedes — elas eram as musas das minhas punhetas. Depois, eu também iniciei três primos meus, onde eles descobriram sexo comigo. Eles me chupavam, eu chupava eles, ou a gente se comia.
Com minha mãe, comecei a entrar no quarto dela, no gaveteiro das calcinhas. Eu vestia as roupas íntimas dela e me masturbava com os sutiãs e calcinhas. Ela nunca falou nada, sabia que eu me masturbava muito porque eu me limpava nos lençóis, mas nunca fez nada. Eu tentei que ela me visse batendo punheta, mas ela nunca me pegou. Eu tinha muita vontade de comer ela, ouvia ela gemer quando tava com meu pai.
Com minha tia Elena, eu ia na casa dela e, quando dava, mexia no gaveteiro dela também. Roubei um sutiã e uma calcinha dela. Quando ficava sozinho com ela em casa, eu ficava com um baita volume, mas ela nunca fez nada, e eu não tive coragem de dar o primeiro passo. A mesma coisa com minha mãe: não tive coragem de fazer nada, mesmo tendo visto ela pelada várias vezes. Assim, eu me masturbava umas 5 ou 6 vezes por dia.
Com minha prima Mercedes, ela também me deixava com muito tesão. Muitas das segundas tetas que vi foram as dela, um dia em casa. Ela andava às vezes de roupa íntima na minha frente, mas nunca tive coragem de dar o passo. Eu era adolescente e ela tinha quase trinta. Ainda a desejo, inclusive, já mais velhos, falei o que sentia por ela e que queria ficar com ela. Ela é divorciada, mas ficou brava e não quis nada comigo.
Hoje em dia, com minha mãe e minha tia, é impossível. Não consigo dar o passo porque não sei como elas vão reagir. Tenho outra prima com quem conversei sobre tudo isso e ela me entendeu. Um dia na casa dela, depois de falarmos sobre isso, ela me mostrou toda a roupa íntima dela. Estávamos bebendo algo e ela disse: "Deixei meu sutiã no banheiro pra você bater uma punheta nele." Eu fiz na frente dela, mas ela não quis fazer nada, e acabei sujando o sutiã dela de porra. Outro dia, chegamos a nos beijar com paixão, mas não passou disso. Meu Deus, que língua ela tem, me deixou vidrado nela, mas também não rolou mais nada.
Tô bem frustrado por não ter aproveitado as mulheres da minha família, a delícia do incesto, mas agora já é tarde demais. Queria conversar com alguma mãe que curte com o filho, ou com todas aquelas pessoas que aproveitam o incesto, pra ouvir como foram as histórias delas.
3 comentários - Minha história de incesto