CAPÍTULO 1Desde muito novo, fui muito dedicado à escola e estudioso, por isso terminei uma faculdade bem cedo e, com o que herdei do meu avô e minha dedicação, consegui montar um pequeno negócio de serviços de telefonia celular, que foi crescendo aos poucos até se consolidar como uma empresa importante com várias filiais pelo interior do país, fazendo meu status econômico subir como espuma e me dando a imagem de um empresário solteiro, responsável e sem vícios. O que as pessoas não sabiam é que eu tinha uma perversão secreta que me enlouquecia — não sei se era por causa da minha obsessão pelo trabalho ou não —, mas o que me fascinava era transar no trabalho, ou melhor, no meu escritório.
Me tornar, aos poucos, um homem com bastante dinheiro fez com que eu fosse frequentado por amigos que quase nunca via e parentes que se aproximavam de mim com o objetivo de tirar algo ou obter algum benefício.
O escritório onde eu trabalhava ficava no sexto andar de um enorme prédio que era da empresa. Nesse andar, trabalhavam vários office boys e office girls encarregados de diversas funções, seja de contabilidade ou administração, além de algumas secretárias e auxiliares administrativas. Eles ficavam em suas mesas e computadores, muito próximos uns dos outros — eram cerca de 6 homens e 5 mulheres.
Uma das mulheres era minha secretária, uma senhora de 44 anos, muito magra, de óculos e pouco agraciada fisicamente. Ao lado dela, estava sentada uma mulher impactante: uma gata de 22 anos, com medidas 90-60-90, loira natural, de rosto lindo, e que era minha assistente. E na frente das mesas ficava meu escritório, que eu quase sempre mantinha fechado. Se precisasse de algo, simplesmente chamava minha secretária, e ela me providenciava tudo o que eu precisava.
Dentro do meu escritório, eu tinha uma tela enorme que só eu podia ligar e, quando fazia isso, conseguia ver tudo o que acontecia lá fora. lá fora com as câmeras que eu tinha colocado lá, além de ter uns alto-falantes e conseguir ouvir claramente o que os funcionários diziam. Já tinha até demitido alguns por não se dedicarem totalmente ao trabalho ou por falarem mal de mim sem saber que estavam sendo espionados.
Naquela época eu tinha 28 anos e tinha quase tudo que queria na vida, e digo quase, porque tinha uma coisa que me deixava insatisfeito: a fantasia sexual não realizada com uma mulher, minha tia… sim, minha tia Juana, uma mulher monumental de 46 anos, bem altiva e vaidosa, embora não tivesse dinheiro. Ela tinha cabelo longo e cacheado, um rosto de traços muito bonitos, pele branca, 1,70m de altura, cintura fina, peitos grandes, mas com umas pernas e um rabo muito lindos. As pernas dela pareciam as das minas dos mangás japoneses, que seja com minissaia ou calça, ficavam muito sexys, e a bunda dela era grande e empinadíssima. Resumindo, era uma milf monumental, mas o rabo dela era definitivamente o que mais chamava atenção.
Ela tinha uma colota impressionante, e com os saltos altíssimos que sempre usava, essas nalgotas empinadas se destacavam ainda mais. Ela, como muitos parentes e amigos, vinham me procurar pra ver quanto dinheiro conseguiam tirar de mim — e claro que conseguiam.
Minha tia Juana, irmã do meu pai, sempre foi muito gostosa. Só de sorrir de um jeito safado já esquentava qualquer um, além de ser muito exibicionista e se vestir de forma escandalosa, com super minissaias ou vestidos longos mas bem justinhos, sabendo muito bem que era uma delícia.
Ela sempre vinha me ver com minissaias muito sexys, e quando subia pro andar onde eu estava, os funcionários homens que trabalhavam lá devoravam ela com os olhos. Minha tia, ao perceber, empinava ainda mais a colota e caminhava de um jeito rebolativo até a mesa da minha secretária, pedindo pra anunciar a chegada dela.
— Fala pro seu chefe que a tia dele chegou… — ela dizia enquanto eu ouvia os murmúrios. Os homens.
— "Mas que rabão, dona..."
— "Eu comia ela sim... se eu fosse o chefe, metia a pica até sair merda, mesmo sendo minha tia..."
— "Às vezes dá vontade de agarrar aquela bunda, mesmo que me mandem embora..."
Minha tia Juana ouvia claramente todas essas putarias que eles falavam baixinho, e a buceta peluda dela ficava toda molhada. Como boa exibicionista, tudo isso a deixava com um tesão do caralho.
Quando ela entrava no meu escritório, me abrava bem forte e me dava um beijo na bochecha, bem perto dos lábios, me fazendo sentir o paraíso.
Durante todo o tempo que minha tia ficava, eu não perdia um detalhe do corpo dela, e era bem sem-vergonha ao olhar, mais do que todos os homens do escritório. Mas ela fingia não notar e cruzava mais as pernas, e a cada cruzada me mostrava a calcinha ou às vezes deixava entreabertas para eu admirar melhor. Mas tudo isso era plano com malícia, e depois de me ver bem excitado, ela pedia alguma coisa.
— Sabe, pussy, preciso de umas roupas... acabei de ver umas saias incríveis... você me daria uma grana pra comprar umas coisas?... Sim?...
— P... mas, tia, já te comprei tanta roupa esse mês... além disso, a mesada que te passo é muito boa, olha, não posso te dar dinheiro toda hora...
E sem me deixar terminar de falar, ela se inclinou na mesa, fazendo biquinho de menina mimada, e disse:
— Ah, pussy, saiu uma roupa de marca linda e umas saias que te garanto que você vai adorar me ver usando... então, meu lindo?... Sim?...
Claro que eu acabava cedendo e tirando da mesa, seja dinheiro vivo ou meu talão de cheques, para dar o que minha tia Juana pedia. Eu estava excitado demais para negar.
Quando minha tia rabuda saía, antes de abrir a porta, quase sempre fingia que estava ajustando a meia e, abrindo as pernas, me mostrava a coxona e a xaninha coberta por tangas bem sexys, para depois levantar bem a bundona e sair rebolando. cadenciosamente os quadris dela. me deixava com o pau duríssimo, e não só a mim, já que via através das câmeras como as mulheres a olhavam com inveja e os homens com luxúria.
Minha tia Juana percebia perfeitamente o que provocava, embora fingisse que não notava nada, rebolava ainda mais a bunda dela agindo de forma bem prepotente e olhando todo mundo com desprezo, saía dali, deixando a maioria com muito tesão mas também muito irritados pela grosseria, vaidade e humilhação que ela causava em todos.
E todo mundo sabia o que vinha a seguir, como sempre que minha tia vinha ao escritório e ela ia embora, se ouvia o:
--Isabeeeeeeeeeeel, pro escritórioooooo…, ele gritava pra monumental loira que saía quase correndo em minha direção, já que sabia perfeitamente suas obrigações e estas eram: trazer café pra mim ou pra algum visitante de negócios que eu tinha, e a outra era deixar eu comer ela na hora que eu quisesse, ou seja, saciar a perversão que eu mais amava, transar no escritório e saber que meus subordinados sabiam disso. Oficialmente era minha assistente e tinha um salário alto, que extraoficialmente era por ser minha puta no escritório, e a loira sabia que quando minha tia Juana vinha me ver, com certeza pagaria as consequências, como naquela manhã.
Todo mundo no escritório sabia em que consistia o trabalho da loira e também que quando minha tia bunduda ia, com certeza Isabel teria que entregar o cu.
Quando Isabel entrou, fechei a porta e rapidamente levantei a minissaia dela, puxei a calcinha dela pro lado e, inclinando ela sobre a mesa, enfiei tudo nela.
--Aaaaaaaaaaaaiiiiiiiiiiiii... devaaaagaaaar... chefeeee..., gritou a loira, mas eu estava fora de mim e comecei a meter com tudo no cu dela.
--Plaff... plaff... plaff... plaff..., soavam as bundas brancas dela a cada estocada que eu dava. A loira esticava as mãos pros lados da mesa, se segurando com força e fechando seus lindos olhos azuis, aguentando estoicamente as porradas que levava enquanto eu metia e metia meu pau, olhando pra bunda dela e puxando com força o cabelo loiro.
—plaff…plaff…plaff..plaff..cê gosta, puta?...era isso que você queria, né tia?...como você adora mostrar a buceta pra mim…plaff…plaff…toma…toma…no cu, joanaaaaaa…aaaaaaggggggg…no seu cuzão…, e entre bufadas e pensando na minha tia Joana, gozei dentro do cu apertado da loira.
Quando finalmente me recuperei, saí do cu da loira e, arrumando minha roupa, sentei na cadeira da escrivaninha enquanto Isabel abaixava a saia como se nada tivesse acontecido, toda serelepe e sem dizer nada, saiu do escritório.
Eu via pelas câmeras como todo mundo olhava pra ela rindo debochadamente, deixando claro que sabiam que ela tinha acabado de ser comida, mas ela era muito sem-vergonha e tava pouco se lixando, contanto que continuasse ganhando aquele salário gordo.
Isso tudo continuou por vários meses até que aconteceu algo que mudou tudo, porque, sem ninguém esperar, a loira de repente pediu demissão do emprego, já que tinha pego um velho rico e casado com ele. Aí complicou pra caralho, porque agora eu não tinha com quem me aliviar no horário de expediente, e principalmente porque as visitas da minha tia Joana, de bunda grande, já eram quase diárias, e quando ela ia embora, me deixava muito tarado e com vontade de mais.
Foi então que pedi pra minha secretária me arrumar uma assistente tão gostosa quanto a Isabel e, claro, com as mesmas obrigações, porque a perversão de transar no escritório me fascinava. Eu até podia fazer isso nos meus momentos livres, mas não dava a mesma satisfação; me dava muito tesão saber que todo mundo via uma assistente entrando no meu escritório e sabia que eu ia comê-la.
Claro que minha secretária sabia de tudo e do tipo de assistente que eu procurava, e já tinha até as fotos na minha escrivaninha. Pedidos de algumas dentro de uma pasta, além de vir um ofício que informava o possível salário que a "sortuda" escolhida para o cargo receberia.
Na segunda-feira, eu geralmente chegava 2 horas atrasado, e numa dessas segundas chegou minha tia Juana, vestida como sempre com um microvestido preto, meia-calça preta, scarpin de salto alto, o cabelo cacheado e comprido bem arrumado e muito bem maquiada.
Como era de costume, ao chegar no andar onde ficava meu escritório, ela entrava andando bem gostosa e olhando para todo mundo como se fossem insetos, para depois fingir que deixava a bolsa cair, se abaixava sem dobrar os joelhos e mostrava a bunda para todo mundo. Com esse movimento, o vestido subia muito e dava para ver a calcinha dela através da meia-calça, para depois se dirigir até a mesa sem nem dar bom dia para ninguém.
— Seu chefe tá aí?... — perguntou minha tia para minha secretária magrela.
— N... não, senhora... mas quer esperar ele?... Eu...
— Sim... quero sim... — e depois de dizer isso, abriu meu escritório e entrou como se fosse a casa dela.
— Mas senhora, a senhora não pode entrar aí sem o meu chefe...
— Cala a boca, gata... — você já sabe quem eu sou... então sai e me deixa sozinha... que eu vou esperar meu sobrinho aqui dentro, entendeu, tonta?... — gritou minha tia, toda prepotente.
— Sim... senhora... eu... digo... o que a senhora quiser... — e vendo a segurança da minha tia, minha secretária tímida saiu correndo dali igual um rato assustado.
Todo mundo no escritório tinha percebido a atitude prepotente e de se achar da minha tia bunduda, enquanto as mulheres olhavam com raiva para o escritório e faziam comentários como:
— Porra, véia prepotente... véia exibida e metida...
Já os homens, embora também tivessem se irritado com a atitude dela, faziam outro tipo de comentário:
— Que bundão... porra, senhora, como me deixa de pau duro, dá pra ver que ela adora transar...
Já estando sozinha No escritório, a rabuda ficou de fofoca pra matar o tempo. Abriu as cortinas e olhou pra fora, depois tentou sem sucesso abrir uma gaveta da mesa até que encontrou a pasta com as fotos das candidatas ao cargo da Isabel, além do papel onde vinha escrito o salário que a escolhida ia ganhar.
— Mas era isso que a tal da Isabel ganhava?... E ela vivia aqui arrumando as unhas e não fazia porra nenhuma… Ah, já entendi, era só enfeite pros clientes ou pros sócios… Mas que salário gordo, hein… Eu podia fazer o mesmo que a Isabel… Caralho, não sei como, mas essa vaga tem que ser minha… — pensava minha tia Juana enquanto rasgava as fotos e os dados pessoais das candidatas, e depois, bem tranquila, sentou de perna cruzada esperando eu chegar.
Meia hora depois, eu tava abrindo a porta do escritório e minha tia Juana, de perna cruzada, me recebeu com um sorrisão e já se levantou pra me dar um beijo estalado bem perto dos meus lábios, o que fez minha rola ficar dura. Pra não deixar na mostra, sentei na hora. Ela se ajeitou na minha frente com as pernas meio abertas, como quem não quer nada, e como o vestidinho era minúsculo, dava pra ver a calcinha fio dental branca dela, além das coxas lindonas cobertas pelas meias pretas elegantes.
A gente conversava sobre tudo, mas eu nem sabia o que ela tava dizendo. Minha mente e todo o meu ser tava focado em tirar a roupa dela com os olhos, pensando em como ia ser chupar aqueles peitões ou então inclinar ela, levantar o vestido e lamber a bunda dela. Nada disso passava despercebido pra ela, e mais, ela me provocava abrindo mais as coxas gostosas ou cruzando as pernas devagar, bem sexy.
— Ô, meu lindo, vi que você tá procurando uma substituta pra sua amiga Isabel… — ela disse.
— Ah, sim, tia, é que ela casou e pediu demissão, mas já estamos analisando a pessoa certa pra… Substituir ela...
—Já vi... e que salário enorme pra quem conseguir... já fiquei de olho... escuta, filho, e por que pagam tanto pra uma assistente? O que ela faz?
—E... ela tem... funções... m... muito boas... faz coisas... que... algo bom... nece... ssárias... respondi gaguejando.
Então minha tia Juana se levantou e, andando bem gostosa, se aproximou de mim e sentou no meu colo.
—Ah, então eu poderia fazer o que ela fazia, se me der esse cargo, prometo dar o meu melhor... o que você diz, filho lindo, me daria uma chance? — perguntou minha tia monumental, fazendo biquinho de menina mimada e se mexendo "inocentemente" em cima do meu pau, que ficou duro como nunca na vida. Só de imaginar essa senhora arrogante e de rabão enorme no lugar da Isabel e eu gritando na frente de todo mundo pra ela entrar no meu escritório e levar palmada na bunda, fiquei com um tesão do caralho, quase gozando.
—Olha, tia, o que acontece é que... a Isabel... bom... eu... precisava dela, como te explicar?... é difícil de explicar... mas você não conseguiria... digo... é que...
—É que o quê, filho lindo?... Se explica melhor ou me explica direito o que ela fazia... e eu, se não souber, posso aprender... o que você acha? Sim? — e ela mexia a bunda de novo em cima de mim e colava os peitões no meu peito.
—Não, tia... você não conseguiria... a Isabel fazia coisas fundamentais pro meu bom funcionamento...
—E o que eu não poderia fazer?... ou aprender?... prometo me esforçar muito, filho!
—Bom, poder até poderia, tia... mas...
—Mas o quê, filho?... O que a Isabel fazia?... Toda vez que vinha te ver, ela tava de perna cruzada arrumando as unhas...
—Sim, tia, mas durante o dia eu chamava ela e... ela tinha que fazer o trabalho dela...
—E qual era?... Ah, já sei, o que acontece é que você não quer me contratar, por isso fica tão calado...
—Não, tia, é que você não sabe... olha... é...
—Tá bom, já chega, né?... Não enche tanto o saco. Voltas... qual era o trabalho daquela estúpida mesmo?...,
e depois de respirar fundo, soltei:
--- me... me dava a bunda... eu... sou um cara muito ocupado e não tô pra namoro e essas merdas... então sempre contrato uma mulherão como minha assistente, pra ficar durante o horário de escritório de segunda a sexta... e me dar o cu quando eu chamar, você tava me perguntando que... que requisitos eu pedia... e esses são: que a mulher me agrade e que esteja disposta a fazer sexo oral, anal e tudo que eu quiser...,
Ela ficou de boca aberta e não sabia o que me dizer, só me olhava nervosa, até que se levantou de cima de mim e foi sentar na cadeira que tava na minha frente.
-- Viu, tia?... te falei... você não aguentaria esse trampo...,
-- Ah não, de aguentar até aguentaria, mas que não fosse você... esse... bem... eu...,
-- Tipo como?... por esse salário você toparia dar a bunda?..., falei com um sorriso debochado enquanto minha tia voluptuosa ficou com um sorriso congelado sem dizer nada, o que me fez criar coragem e mencionar...,
-- Então já sabe, tia, ainda não escolhi a substituta e... se você quiser a vaga é sua...,
-- Ei, idiota, qual é o seu problema? tá louco ou o quê?... eu nunca... nunca faria isso com você... então me respeita ou fuck you, um belo tapa na cara... eu nunca te dei motivo pra me faltar com respeito...,
Ouvir ela me dizer isso primeiro me intimidou e contrariou pela firmeza das palavras e o olhar de raiva que me lançava, mas quando ouvi o "eu nunca te dei motivo pra me faltar com respeito" fiquei puto pra caralho e gritei:
-- E do jeito que você me mostra a bunda toda vez que vem me ver ou como esfrega a raba em mim pra arrancar dinheiro sempre que quer?
-- Mas que porra é essa?... você sabe que eu sou uma senhora decente... e comigo você se fode, eu sou uma dama e se você acha que sou uma puta igual a Isabel, tá muito enganado, hein..., e minha tia continuou Juana gritando comigo, fingindo estar super indignada, até que não aguentei mais e respondi no mesmo tom:
— Chega, já deu. Ou você se acalma ou se acalma… Quê, nunca me deu motivo? E todas as vezes que mostrou essa bunda pra mim? E os amassos que você deixa eu dar em troca de viver como rainha, hein?
— Ah, não… Não sei o que você tá imaginando… Nunca tive intenção de te provocar… Você tá muito enganado sobre mim… Eu…
— Enganado o caralho… Mas você não vai mais me fazer de otário. A partir de hoje, esquece de receber um centavo meu. Não vou pagar o aluguel do seu apartamento, nem te dar sua mesada. Esquece de carro novo e de eu bancar todos os seus luxos. Olha aqui, bunduda, e me escuta bem: se quiser receber dinheiro de mim, vai ter que aceitar o emprego da Isabel e me dar essa bunda sempre que eu quiser. Então já sabe…
A bunduda ficou chocada, nunca esperou que eu reagisse assim. Ela sabia que, se eu não bancasse ela, não só os luxos iam acabar, mas ela não teria nem como se manter direito. Mesmo assim, não quis ceder.
— Não… Esquece… Eu… Eu nunca faria… Nunca com você…
— Então nunca mais volta. Hoje é segunda e… mmm… foda-se você até sexta. Se não aparecer na sexta, vou mandar nunca mais deixarem você entrar. Entendeu? Ah, mas se aparecer nesses dias, tem que saber que vem pra dar o cu. Porque não vou negociar isso. Então amadurece e, se decidir, vem preparada pro anal. Não vai encher minha pica e meu tapete novo de merda. — Depois de falar isso, levantei, abri a porta do escritório e fiz sinal pra ela sair.
Minha tia Juana ficou paralisada, não acreditava no que tava rolando. Hesitante, tentou falar algo, mas não conseguiu e acabou saindo correndo, mas claro, rebolando a raba pra todo mundo ver. Os dias passaram e da minha tia Juana ninguém sabia de nada, e quando chegou sexta-feira, pensei que a bunduda já não ia aparecer e até já estava me arrependendo do que tinha gritado pra ela, de qualquer jeito aquela rabuda me dava uns calores enormes quando eu via e talvez meu tesão já tinha acabado.
Já era umas uma da tarde quando, olhando pela tela, quase caí pra trás, tinha acabado de sair do elevador a minha tia espetacular.
— Vem trepar… minha tia Juana vem trepar… n… não… acredito… vou trepar com minha tia Juana… aquela bundona vai… ser minha…, eu pensava em voz alta, com a voz trêmula e as mãos suando pra caralho.
Minha tia Juana estava usando um vestido cor creme de tecido bem fininho, com um cinto prateado, meia cor de mel, saltos bem altos, vinha muito bem penteada, maquiada, cheirando a sabonete e com uma micro calcinha fio dental vermelha, e isso eu soube na hora porque, como de costume, ela se abaixou com a desculpa de limpar os sapatos e, ao se inclinar sem dobrar os joelhos, fez o vestidinho que chegava uns poucos centímetros acima dos joelhos subir e mostrar pra todo mundo a micro calcinha dela, e depois, sorrindo debochadamente e olhando pra todo mundo como se fossem baratas, foi até minha secretária perguntando:
— Seu chefe tá aí?...,
— Si… sim… senhora… eu…,
— Posso entrar? Ou você me anuncia? Ou tenho que entrar com você? Ou o quê?...
— Não… como assim, senhora… pode entrar sozinha… tenho ordens de deixar a senhora entrar na hora… eu já vou te alcançar… tenho que dar uns papéis pro chefe assinar… mas pode entrar… por favor… senhora… entra…, ela falava com a voz bem trêmula e muito nervosa, minha secretária tímida.
Minha tia Juana se afastou sem responder, rebolando gostosamente pra caralho e entrou no meu escritório. E quando fez isso, os comentários dos funcionários não demoraram.
— Mas que mulher folgada, prepotente e exibicionista…, As mulheres diziam:
— Mas que rabão... ai, senhora, com que vontade eu metia a pica naquele cu... — comentavam os homens, coçando o pau por cima da calça sem nenhum pudor.
Ver ela entrar vestida tão gostosa me enlouqueceu e rapidamente fui ao encontro dela, e cumprimentando-a com um beijinho na boca, falei:
— Que bom que você se decidiu, tia Juanita, porque como eu expliquei na segunda... se você viesse, já sabia o que... esquece de negociar qualquer coisa... entendeu?..
— Bem, f...filho... eu... sim... — minha tia Juanita dizia, e ficando vermelha como um tomate, não disse mais nada, só baixou a cabeça.
— Então, a partir de hoje, você trabalha como minha assistente, tia. É a substituta da Isabel...
— Sim, filho... mas eu tenho umas condições... eu não estou disposta a ter sexo anal, eu nunca enfiei nada na bunda... a gente vai fazer uma vez por semana e na minha casa... não quero que nenhum desses nojentos saiba o que a gente faz. Porque tenho certeza de que eles sabiam o que você e a loira faziam quando você a chamava... e além disso, você...
— Não, não, não, tia... você está enganada... eu preciso de uma bunda durante o trabalho... é isso que mais me excita, e você, tia Juanita, há muito tempo eu quero meter o pau em você por todos os lados... então, se você quer ficar, vai trabalhar de segunda a sexta, das 20h às 15h, e vai ficar sentada na sua mesa esperando meu chamado. E quando eu te chamar, pode ser para pedir um café, mas também pode ser para pedir a sua bunda... ah, e o anal não é negociável, então não fica enchendo o meu saco e me diz logo: você fica ou vai embora?...
E com a voz bem trêmula, sem olhar nos meus olhos, minha tia Juana respondeu:
— E...eu... fico, filho...
— Você veio preparada?... Quer dizer, você se preparou para o anal, Juana?... E com o rosto super vermelho, ela balançou a cabeça afirmativamente, olhando para todos os lados menos para o meu rosto.
Ao me dizer que sim, minha voluptuosa tia, criei coragem e coloquei uma das minhas mãos naquele rabão dela, sem que ela... não protestasse, nem olhasse na minha cara. eu passava a mão e apertava a bunda dela sem deixar nenhum pedaço sem amassar e massagear, pra depois começar a dar beijinhos por todo o rostinho dela, mas minha tia Juana não participava, só se deixava fazer, estava muito tensa. então eu disse:
— Fica tranquila, gostosa… eu te amo… de agora em diante não vai te faltar nada… vou te tratar como rainha… já mandei te darem o dobro do salário que a Isabel ganhava… além de que vou te pagar tudo: roupa, luxo e viagens pelo mundo inteiro…
E depois de falar isso, o rostinho dela se iluminou. Se o salário da loira já parecia enorme, saber que eu ia dar o dobro e tudo o que prometi, relaxou ela completamente.
Então aproveitei o momento e plantei um beijo muito apaixonado, metendo a língua sem dar chance de respirar, chupava e chupava os lábios dela sem parar, devorando ela desesperadamente. Minha língua percorria toda a boca dela por dentro, enroscando na dela, que já se mexia e procurava a minha língua, correspondendo o beijão, trocando saliva.
Depois de uns três ou quatro minutos de um beijo feroz, me separei da minha tia Juana e me ajoelhei na frente dela, pra depois levantar o vestidinho dela, abaixar um pouco as meias e desabotoar a tanga dela, que tinha dois fechos de cada lado que, ao puxar, a micropeça saía fácil. E depois de fazer isso com muita ansiedade e tremendo, levei aquela tanga vermelha ao meu nariz, aspirando fundo e me lambuzando com os sucos dela. A tanga estava muito molhada, ela tinha ficado excitada, a putinha, com o tesão da situação tinha ficado muito cachorra.
Depois, coloquei as meias dela de volta, já sem calcinha, rasguei um pedacinho que cobria o cuzinho enrugado dela e a buceta, e arrumando de novo o vestidinho creme, peguei ela pela mão e levei até a escrivaninha. Sentei na minha cadeira e sentei a bunduda na minha frente, em cima da escrivaninha.
Então, devagar, abri as pernas espetaculares dela, segurando cada uma com minhas duas mãos. até deixá-las totalmente abertas.
A cena era morbidíssima, eu tinha minha tia voluptuosa totalmente aberta, segurando ela pelas sapatilhas. E minha tia Juana, com o vestido e as meias ainda vestidos, me mostrando a buceta...............
CONTINUA
BLOQUEARAM MINHA CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VOU FICAR ASSIM.
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