Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe 3

Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe 3- Beleza, vamos... Vem aqui.
Mirian Caballero fez um sinal pra eu sentar. Levantei enquanto ela ajeitava a Cielo Riveros de algum jeito. Colocou ela de joelhos no sofá, com o rosto na frente da minha pica. Cheguei perto e encostei a ponta inchada da minha cabeça nos lábios dela. Cielo Riveros pegou minha vara com uma mão e meteu com coragem e tesão na boquinha dela. Comecei a entrar e sair daquele buraco quente e apertado, sentindo a língua dela cheia de saliva lambendo minha cabeça de leve. Não aguentei muito nessa manobra gostosa porque o jorro que tava preso de repente escapou, os primeiros esguichos de porra saíram violentos e entraram tudo na cavidade aberta da menina. Ela aumentou os movimentos da língua na minha cabeça, porque, ensinada pela mãe, sabia muito bem que assim trazia mais prazer e alegria.
Dessa vez foi uma tempestade de seiva vital que saiu de mim, provavelmente pelo nível de excitação que eu tava. Os últimos jorros não deram mais pra ser capturados pela boca da pequena Cielo Riveros, que quase se engasgou e foi forçada a se separar do meu pau, terminando com o resto da minha porra na cara dela, no peito e na barriga. Vi a menina se engasgando com o delicioso licor branco, engolindo uma e outra vez a porra abundante que inundava a boca dela. Olhei o rostinho sujo e todo leitoso, o que me deu um prazer indescritível. Mirian Caballero não quis ficar parada diante daquela visão lasciva e rapidamente virou o rosto da menina, lambendo com a língua, igual bicho faz com o filhote, os restos de porra que lambuzavam a pouca humanidade da Cielo Riveros.sexoAquela noite inesquecível foi a primeira de uma série de encontros incestuosos entre minha esposa, minha filhinha e eu, que nos levaram a viver uma vida sexual bem intensa. Quando os três terminamos de nos saciar, fomos para nossos respectivos quartos com um sorriso de satisfação nos lábios que denunciava o prazer e a realização que nossos corações sentiam. Não havia dúvida nenhuma. Tudo isso era promissor.

Com a experiência incomum, porém deliciosa, que minha esposa e eu tivemos com a pequena Cielo Riveros naquela noite louca, um novo capítulo se abriu na história das nossas vidas, que mudaria para sempre o comportamento dentro de casa. Percebi que toda a libido que despertava em nós quando nos reuníamos para trocar aqueles jogos intensos e apaixonados, saciando a lascívia escondida no fundo das nossas mentes, nos levaria inevitavelmente a descobrir os segredos intrincados e ocultos do prazer incestuoso e fraternal. Na manhã seguinte, enquanto tomava café, disse para Mirian Caballero:

"Meu amor..." Ontem à noite foi foda... mas hoje eu queria que a gente tentasse algo diferente...
— Com a Cielo Riveros...?
— Sim, claro... Olha, Mirian Caballero, já que estamos nessa, acho que temos que variar... explorar ao máximo... Não acha?
"Sim, Aldo..." Eu sei... mas seria bom você me sugerir algo..." respondeu ela, mostrando um sorriso safado de prazer nos lábios lindos.latina— Hummm... pois é, você vai ver... Acho que adoraria ver você fazendo isso de novo com ela.
— Sério?... É isso que você quer?... Mas, e você?...
"Eu não vou interferir..." Fico louco só de te ver... não tenha pressa...
— Mmmm — Olha, acho que é uma boa ideia... assim a gente não acostuma a garota a fazer sempre a mesma coisa... você vai aprender tudo...
"Exato... me diz, love... você vai fazer isso?"
"Sim... mas com uma condição", ela disse, me abraçando docemente.
"Claro, love... é só me falar o que você quer."
"Que da próxima vez é você quem vai fazer nela enquanto eu olho..." Acho que vou ficar tão excitada quanto imagino...
— Claro que sim... Fechado..." Concordei, sorrindo e satisfeito.
— Aldo?...
— Sim?Katherine—Acho que pra dar um toque magistral, quando você ou eu fizermos sozinhos... cada um vai ter que se esconder... Quero dizer, a Cielo Riveros não devia nos ver... assim ela vai ficar mais solta... mais participativa...
—É... é uma boa sacada, Mirian Caballero.
—Então, se quiser, chega hoje umas dez da noite... Vou fic de olho, e quando ver que você tá atrás da porta, começo a brincar com o guri.
—Ah... acho genial, love... assim vou me masturbar gostoso... Concordei, beijando ele na boca.
Terminei o café e me despedi da minha mulher:
—Te vejo de noite, gostosa, falei.
—Mmm... sim, love... até o anoitecer.
Nem quero contar o que rolou durante o dia quente, porque a rotina no escritório era sempre a mesma. Artigos e mais artigos, pesquisas na net pra arrumar os temas do projeto e um monte de ligação pra empresas especializadas. Mas apesar da correria, não consegui esquecer nem por um minuto a Cielo Riveros e aquele jeito dela nesses joguinhos noturnos que me esquentavam igual fornalha.
Por isso fiquei olhando o relógio o dia inteiro, até que finalmente deu hora de voltar pra casa. Enquanto dirigia, me perguntei que surpresinha minha mulher tinha preparado pra mim. Antes de sair, já sentia o pau duro ameaçando escapar da prisão de pano. Quando cheguei no apê, queria manter minha presença totalmente despercebida pra garota. Queria ver qual ia ser a reação dela ao saber que tava sozinha com a Mirian Caballero e o comportamento que ia ter, principalmente depois de ter participado da trilogia sexual no dia anterior. A casa tava escura. Então subi as escadas devagar e fui até nosso quarto. Dessa vez, a Mirian Caballero, com toda discrição, tinha deixado a porta meio aberta. Olhei pra dentro e vi as duas sentadas na beira da cama conversando. Minha mulher, sabendo o horário, só olhou pro pequena rachadura até que ela me descobriu. Sem dar nenhuma suspeita pra Cielo Riveros, logo começou o tal jogo com ela.pauzaoLinda... você não tá sentindo calor?
— Ah, sim, mamãe... Olha, eu tô suando igual você, disse a menina, mostrando a camisola encharcada.
— É, Rubicita... o melhor é tirar tudo... Quer?
— Quero, mamãe.
— Então tá, vem... Estende a mão pra eu tirar isso de você.
A menina se levantou e se ajeitou na frente das pernas abertas de Mirian Caballero. Já tava tocando o pau endurecido no pano. Vi minha esposa despindo a menina. Mirian Caballero também tirou a roupa e as duas ficaram só de calcinha. Escutei quando ela disse pra Cielo Riveros:
— Cê gosta de me ver assim, gostosa?
— Ah, sim, mamãe... Demais.
— Me diz por que cê gosta, vai...ceu— Mmm..... bom... Desde a primeira vez que você mandou eu enfiar a cara debaixo da sua saia, eu adorei, mamãe... e você?
— Ah, lindo, claro que sim também... mas me diz, o que você gosta... o cheiro? ver? tocar?...
— Eu gosto de tudo.... Gosto de tudo, mamãe...
— Ah, gostosa... Isso é uma delícia, né?
— Sim, mamãe... é muito gostoso... Oi, mamãe...
— Me chama de Rubicita...
— Você também fez isso quando era criança?...
— Quando eu era pequena?... ah, sim... também fizeram comigo... E eu amei tanto quanto você, Linda?
— Você pode me contar como foi?engasgo fundoQuer saber?"... Por que, Linda?
"Porque se você me disser que vou aprender mais, mamãe..." Vem me contar, sim?
"Tá bom, Céu Riveros..." Vou te contar...

O momento tava ficando cada vez mais interessante e quente. Sabia que minha esposa, nos seis anos que a gente tava casado, nunca tinha me revelado nada sobre o que rolou na infância dela. Mais empolgado do que nunca, me preparei pra escutar com atenção. Minha esposa começou a falar:

— Quando eu era pequena, tinha uns 5 ou 6 anos, também comecei a aprender essas coisas.
— Ah, que delícia, mamãe... e com quem?
— Com várias pessoas da família... mas a primeira vez foi com uma tia. O nome dela era Rebeca e ela era muito carinhosa comigo. Tinha uma preferência especial por ela, que na época tinha uns 19 anos. Amava ela demais.
— E ela tinha filhos pequenos, mamãe...?
— Não, neném... ela ainda era solteira. Era estudante.
— Ah... Então como?...
— Olha, amor... Você precisa saber que não precisa ter filhos pra fazer isso, como agora você já sabe. Minha tia Rebe, como eu chamava, era tão boa comigo que sempre me levava ao cinema, pra brincar no parque ou pra qualquer lugar que ela fosse. Ela sempre me comprava o que eu queria e me satisfazia em tudo que eu pedia. Morava com a gente porque tinha vindo pra cidade estudar na universidade. Com ela comecei a fazer isso pela primeira vez.Gostosa— E como é que começou, mamãe?...
"Bom... Foi uma vez que meus pais saíram e pediram pra ela ficar em casa cuidando de mim."
"Ah... Entendi... Ficaram sozinhos, igual você e eu?"
— Sim, Cielo Riveros. Nos deixaram sozinhos e isso facilitou tudo. E depois, quando eu já tinha aprendido, toda vez que a gente brincava de esconde-esconde, de cavalinho, de médico ou de papai e mamãe, ela me ensinava mais coisas assim.
"Ah, mamãe... Você vai me ensinar essas brincadeiras depois?"
"Sim, gostosa... Vou te mostrar todas... Mas vou te contar como foi da primeira vez... Quer?"
Sim, mamãe... quero sim...Yamile—Bom, naquela vez, quando meus pais já não estavam, a Rebe me disse:
—Elsita, quer brincar de esconde-esconde comigo?...
—Sim, tia... Como é que é?
—Vou te explicar como é... Mas você tem que fazer tudo do jeito que eu mandar.
—Sim, tia Rebe— sim...
—Beleza. Olha, Elsi, o jogo é assim: um de nós tem que se esconder e o outro tem que procurar até achar... todo mundo vai fazer uma vez... mas sempre tem um castigo pra quem é encontrado...Riveros exclusivoUm castigo? Não te entendo, tia Rebe..."
—Sim, Elsi... Vou te explicar... Primeiro você vai se esconder e quando eu te encontrar, tenho que te dizer qual castigo quero pra você... Entendeu?...
—Sim — e quando eu te encontrar, tia?...
—Bom, você também pode me pedir um castigo... Vai ser o castigo que todo mundo vai querer pedir, Elsi.
"Ah, sim... Que emocionante vai ser isso, tia..."
"Sim, gostosa..." É muito emocionante, você vai ver...
"Bom, vamos começar, tia...porno de gozada na caraTá bom. Vou sentar aqui na sala e você vai se esconder onde quiser. Mas tem que ser sempre dentro de casa, porque fora não vale. Enquanto você se esconde, eu vou contar até dez. Você já sabe contar, então não vai ter problema. Mas quando eu terminar de contar, vou te procurar. Pode usar os quartos, banheiros, sótão, cozinha, onde quiser, menos sair pro quintal ou pra rua, entendeu?
— Sim —, mas vamos começar agora, tia Rebe. Respondi animado pela empolgação.
— Bem... Bom, primeiro é sua vez... Vai, gostosa, vai se esconder rápido.
Corri escada acima pra encontrar um lugar pra me enfiar. Vi que a porta do quarto dela tava aberta e me escondi debaixo da cama. Pensei que ela não ia me achar ali tão fácil."
"E ela te achou na hora, mamãe...?" Cielo Riveros perguntou.Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe 3Espera, gostosa... Vou continuar te contando..." Mirian Caballero respondeu.
"Eu ouvi quando a Rebe estava abrindo e fechando todos os quartos do corredor, menos o dela. Então demorou pra ela me achar. Quando eu a ouvi entrar no quarto dela, pude ver os tornozelos dela de onde eu estava escondida. Minha tia Rebe era uma moça muito gostosa. Eu ouvi quando ela abriu o armário, a porta do banheiro e nada... aí ela andou ao redor da cama até se abaixar. Naquele momento, eu vi no meio das pernas abertas dela a calcinha rosa que ela tava usando, mas descobri uma coisa que nunca tinha admirado antes..."
— O que você viu, mamãe?...
"Eu vi uma coisa preta, como se fossem pelos, saindo por fora do tecido. A Rebe teve que abrir mais as pernas pra conseguir ver bem debaixo da cama dela. Mas eu já não olhava pra ela, só olhava pra o que tinha no meio, por baixo da calcinha. Aquilo me chamou a atenção. Ela enfiou a cabeça debaixo da cama e me disse com um sorriso:
'Te encontrei, Elsi... Te encontrei... agora sai daí.'
Saí do meu esconderijo e ela me disse:
'O castigo pra você é que—' fique debaixo da minha saia...
Olhei pra ela com ansiedade, porque pelo que eu tinha acabado de ver ali embaixo, era exatamente o que eu queria fazer pra saber o que era aquela penugem preta que eu tinha descoberto. Então, quando ela levantou a saia curta, fui me enfiar debaixo dela. A Rebe baixou o tecido na hora e cobriu minha cabeça com ele. 'Ficando ali, inspirei pela primeira vez aquele perfume delicado e gostoso que tanto amamos, Rubicita.'sexo— Sim, mami... tem um cheiro muito bom", respondeu Cielo Riveros. "Mas o que mais aconteceu?..."
"Eu não conseguia parar de enfiar o nariz na calcinha fedida dela, especialmente quando vi que era mesmo um pelo bem preto que saía pela lateral da calcinha. Só que era uma penugem curta e meio cacheada. A tia Rebe também adorou aquilo, porque segurava minha cabeça com as duas mãos pela nuca pra eu chegar cada vez mais perto da buceta dela. Aí, sem dizer nada, levantei uma mão e toquei pela primeira vez naqueles cachos escuros que escapavam da prisão apertada do tecido. Ela me segurou pela nuca com minha cabecinha enfiada lá dentro, de um jeito que minha boca ficou perto da coisinha dela. Cheirei e cheirei o perfume da bucetinha dela e não consegui evitar de esticar a língua e começar a esfregar por cima. Mas a tia Rebe, que conhecia bem os segredos do jogo, falou na hora:
— Já chega, Elsi... agora é minha vez de me esconder... Vamos, desce as escadas.
Voltamos pra sala de estar. Dessa vez fui eu quem sentou, e ela me disse: 'Não olha, Elsi... Conta até dez e, quando terminar, vem me procurar.' Ouvi o barulho dos sapatos dela subindo as escadas. Contei e fui atrás dela."
"E demorou muito pra você encontrar ela, mami?... ah, continua me contando que eu adoro isso..."
O que minha esposa disse pra menina me fez agarrar ela por completo. Percebi que tudo aquilo era algo diferente e delicioso. Minha esposa esperta estava usando uma técnica que eu adorava, porque enquanto brincava sozinha com Cielo Riveros, aproveitou a situação pra me confessar indiretamente as aventuras sexuais da infância dela, que eu não conhecia, levando tanto Cielo Riveros quanto eu, com suas táticas refinadas, a descobrir sensações tão gostosas que minhas mãos tremiam de tesão. Mas também tive que agir com a mesma maestria que minha esposa, segurando a onda o máximo que pude. Ela continuou a história:latinaEntrei em todos os quartos do andar de cima, olhando até debaixo das camas, mas ela não estava lá. Depois de muito fuçar e não ver nada, lembrei que só tinha um lugar pra eu me enfiar. Então comecei a subir a escadinha em caracol que levava ao sótão, lá no alto da casa. Quando cheguei, procurei ela por tudo quanto é canto até ver as pontas dos sapatos dela aparecendo atrás de uma cortina de pano velha. Puxei o pano e falei:
"Ahhhh.... Te achei, tia. Te achei..."
— Ha, he, he... sim, Elsi... Vejo que você é bem esperta, hein?... Pensei que não ia ter coragem de subir aqui...
"Bom, viu que tive sim..." E agora chegou seu castigo.
— Sim, gostosa. Bine... Me diz o que você quer que eu faça...
"O castigo que eu quero é— me enfiar de novo debaixo da sua saia!Katherine— Mmmm... É isso mesmo que você quer? Ele respondeu com as bochechas coradas.
— Sim, tia Rebe... É isso que eu quero.
— Então, gostosa... Então, o que você está esperando?... Vai, entra. Ela disse, levantando o manto até a cintura.
Sem precisar implorar, eu me enfiei debaixo das intimidades secretas dela. Repeti de novo a ação de cheirar a testa gostosa dela, que exalava um cheiro igual ao que você sente quando entra no meu, linda. A tia Rebe me pegou pela nuca e me apertou contra a virilha dela. Peguei de novo entre meus dedos os cachos negros macios que não conseguiam esconder a calcinha apertada dela, porque a peça era pequena demais para conter a beleza do cabelo frondoso escondido. E ainda mais dessa vez, quando descobri que a quantidade de pelos que o tesouro dela exibia era maior, provavelmente por causa do esforço que ela fez ao subir os degraus em espiral da escada de ferro. A tia Rebe continuou pressionando meu rosto contra o triângulo volumoso dela enquanto eu ouvia uns gemidos de prazer saindo da boca dela, que ela não conseguia ou não queria esconder. Ao ouvir tudo isso, percebi o prazer que minha tia sentia quando eu colocava minha boquinha por cima e chupava aquilo volumoso por cima do tecido.pauzaoDessa vez, sabendo que o sótão era o lugar ideal pra curtir tudo que era proibido sem medo de ser descoberto, a tia Rebe já não falou nada, só se deixou levar, se entregando ao prazer das carícias. Senti quando ela jogou o corpo pra trás e começou a se mexer devagar, como se estivesse curtindo minha cabecinha colada naquela parte tão gostosa e deliciosa. Por minutos longos e intensos ficamos assim, passei minha língua por cima da calça dela, mordiscando o montinho do triângulo escondido, enquanto com meus dedos brincava por fora com a moita de fios pretos como azeviche, e ela me segurou pela nuca, apertando cada vez mais forte contra a virilha dela, enquanto os movimentos lentos iam ficando mais intensos. Senti quando a tia Rebe abriu as pernas de vez, colocou uma mão na cintura, afastou a calcinha rosa pro lado e, num ato de pura safadeza, me disse:
— Ah, Elsi... por favor... enfia um dedinho mindinho aí... Vai, gostosa, preciso que você faça isso, por favor... não aguento mais...
Mesmo sem entender direito por que ela pedia aquilo, obedeci na hora. Tinha tanta confiança nela, e gostei tanto que, vendo que o caminho já tava livre, mergulhei um dos meus dedos naquela gruta, tão linda e molhada, e na hora senti minha mão toda encharcada com uma viscosidade desconhecida.ceu— Ah, mami... tava mijando igual faz comigo?... Céu Riveros perguntou com o rosto queimando de tesão
"Sim, gostosa... Ela tava mijando gostoso... igual eu faço com você.
— Hmmm... que delícia, mami... e aí, o que aconteceu?
"Como eu ainda não sabia direito o que fazer com ela, ela tratou de me guiar, pegou na minha mão e começou a mexer e revirar dentro da fenda dela, me perguntando:engasgo fundo— Enfia teu dedo... vai, Elsi... enfia teu dedo mindinho lá dentro e mexe pra dentro... mexe rápido...
Fiz o que ela pediu e comecei a mexer meu dedo dentro daquela coisinha tão encharcada de xixi, até que finalmente tia Rebe se tensionou e arqueou mais as pernas, gritou várias vezes, inflamada de tesão pela urina que tava recebendo. Passaram vários minutos gritando e gemendo docemente até que finalmente os espasmos pararam. Ela tinha acabado de mijar na minha mão. Então me disse:
— Já, Elsi... vamos... Desce pro salão. Disse enquanto abaixava a saia e ajustava a calcinha entre as pernas
"Tia Rebe?... Não quer mais?... "Ah, eu queria mais", falei
— Sim, gostosa... a gente vai brincar de novo... mas primeiro temos que ir ver... Tô com medo de que seus pais voltaram.
"Ah, tia Rebe... E eles não podem saber disso, né?" PergunteiGostosa— Não, Elsi... eles nunca podem saber disso... Isso vai ser um segredo entre eu e você... Entendeu?
"Por que um segredo, tia?"
— Porque se eles souberem, vão te bater muito forte... e vão me mandar embora da sua casa. Me diz... Você quer que eu vá embora da sua casa?
"Não, tia... não... Não quero que você vá... nem que me batam..."
"Viu?... Nem eu quero ir embora, gostosa, muito menos ser batida... Quero ficar com você pra sempre... Por isso você precisa guardar o segredo... Olha, Elsi, se você fizer do jeito que eu tô falando, aí a gente pode brincar muitas vezes... quantas vezes você quiser... Você não ia gostar, linda?"
— Sim, tia... claro que eu ia gostar... e não se preocupa, nunca vou contar pra ninguém.
"Assim que eu gosto, gostosa..." e agora diz... Vamos descer.
"Mas—" A gente não vai mais brincar, tia?
"Primeiro a gente precisa ver se seus pais não chegaram..." Talvez a gente possa brincar mais uma vez.Yamile— Siiim... eu querooo...
— Eu também, Elsi... Eu também quero... acredite em mim... Mas agora vamos descer.

Segui a linda tia Rebe escada abaixo até a sala de estar e descobri que meus pais ainda não tinham voltado. Então eu disse:
— Tia... De novo, sim?...
— Sim... Acho que a gente pode... mas tem uma coisa que quero te falar, Elsi... Se seus pais voltarem e a gente se esconder, você desce com eles primeiro e eu vou pro banheiro. Se perguntarem onde eu tô, você fala que tô no chuveiro... Beleza?... Assim eles não vão desconfiar de nada... Me diz, você topa?
— Sim, tia... Beleza.
— Então tá, gostosa... Bom, agora é sua vez de se esconder.
— Sim....Riveros exclusivoTia Rebbe sentou na poltrona e me disse:
"Vou contar até dez de novo... Vai se esconder.."
Voei pro topo. Claro, agora eu sabia que o melhor esconderijo pras nossas brincadeiras era sem dúvida o sótão vazio. Então fui entrar no mesmo lugar onde ela tinha se escondido antes. Mais cedo do que eu esperava, minha tia me encontrou. Ela me disse na hora:
-Agora, Elsi... Tenho que te dizer qual vai ser seu castigo.
-Sim, tia Rebbe... o que foi?... Kkkk -Respondi animada-
"Vamos ver..." Seu castigo vai ser.... Vou me meter debaixo da sua saia.
— Ah é?... bom... então faz isso.
"Mas espera, gostosa... como parte do castigo..." Você tem que tirar a calcinha.porno de gozada na cara— Sim, tia... quer que eu tire de uma vez por todas?
— Sim... mas tem que ser rápido, pra seus pais não chegarem.
Levantei o vestido curto e desci a calcinha até tirar completamente. A tia Rebe colocou a mão em mim como quem diz pra eu entregar minha calcinha suada. Quando pegou a peça, levou na hora pro rosto e começou a cheirar, colocando na boca, inalando o cheirinho de buceta e o suor que soltava. Vi que ela fechava os olhos com paixão, como se curtisse profundamente aquela inalação gostosa. Depois, colocou minha calcinha no chão e ordenou:
— Vamos, Elsi... Agora abre as pernas o máximo que puder... Igual eu fiz, lembra?...Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe 3- Sim, tia... como se eu estivesse de pé?...
"Sim... assim...
Eu abri as duas pernas para os lados, deixando tudo exposto com os pés no chão. A tia Rebe se aproximou de mim, levantou as dobras do tecido do vestido curto da minha menina e enfiou o rosto debaixo. Então começou a tocar minha virilha com os dedos, procurando o suave e pequeno tesouro agora livre de todos os obstáculos, que se abria com saudade diante dos olhos dela. De repente, senti um dedo deslizando ao redor dos contornos da pele da minha pequena vulvinha, causando um formigamento muito gostoso e delicioso em todo o meu corpo. Ela se dedicou com avidez a tocar minha breve fenda, deslizando o dedo médio uma e outra vez ao longo do pequeno corte do meu pequeno. Antes daquele dia, nunca tinham me tocado naquela parte, embora eu me lembre que só minha mãe, quando me dava banho e me ensaboava, era quem esfregava por longos minutos. Sempre perguntava à minha mãe por que ela fazia aquilo, e ela dizia que precisava lavar bem para sempre cheirar bem, limpinho. Mas desta vez foi minha tia quem, sem me dar banho e como consequência do castigo, esfregou o dedo uma e outra vez, me olhando docemente. Como a verdade é que eu adorei que ela fizesse aquilo comigo, me deixei ficar sem dizer nada, fechando os olhos porque sentia que tremia cada vez mais com suas lindas explorações. Depois dos toques intensos e carinhosos na minha pequena, a tia Rebe se deitou no chão e colocou o rosto entre minhas perninhas, sentindo agora sua língua quente percorrer aquela pequena fenda de carne que pedia para ser chupada pela boca. Acho que a tia Rebe percebeu meus desejos ocultos, porque adivinhando meu pensamento, começou a lamber e chupar com alegria a bocetinha sem pelos que felizmente se oferecia à sua linda boca aberta. Ela não parou nem um momento de chupar minha região secreta, e por vários minutos ficou grudada com ardor na minha pequena até que eu tive que dizer:
"Ah, tia... Acho que vou mijar... Tô com vontade... de mijar...sexoSim, gostosa... se mija, goza... Faz dentro da minha boca.
Não consegui mais me segurar e comecei a espalhar os jatos de urina dentro da boca dela pela primeira vez na minha vida, enquanto via ela engolir tudo. Quando terminei de mijar lá dentro, ela me perguntou:
— Já tá bonita? Já perdeu a vontade de mijar?
— Sim, tia... Já mijei pra todo lado... Já coloquei tudo na sua boca.
— Mmmm... que delícia... mas me diz, Elsi... Você gostou que eu fiz isso?
"Ah, sim, tia... Gostei muito... Queria fazer de novo..."
"Eu também, pequena..." mas por agora a gente tem que parar... não dá mais por causa do que te falei... Lembra?
— Sim, tia... mas que pena... Eu realmente não queria que a gente parasse de brincar assim.latina— É... Penso igual que você... Mas deixa eu te dizer quando e como, tá? Lembra que sou mais velha e sei o que é melhor pra nós, Linda.
— Sim, tia... Sei muito bem.
— Bom... agora vem aqui, vou colocar sua calcinha...
Rapidamente ela vestiu minha calcinha e ajustou meu vestidinho, dizendo:
— Vamos, Elsi... você desce primeiro... e sabe o que tem que falar caso eles tenham voltado.
"Sim, tia Rebe.KatherineEnquanto eu descia as escadas, a tia Rebe ficou uns momentos no sótão. Aí eu vi que ela desceu pra sala e, olhando pra todo lado, me perguntou:
"Seus pais já chegaram?"
— Não, tia... ainda não.
— Que bom... então vamos esperar eles sentados aqui na sala... tá bom?
"Como você quiser."
"Hummm..." disse Cielo Riveros, "E o que mais aconteceu, mamãe? Vai, me faz bem quando você me conta... também me dá vontade de mijar... kkk..."
"É, gostosa..." Acredito em você... porque sinto a mesma coisa.
"Mas continua me contando, mamãe, sim?"
— Sim, claro, filha... Escuta:pauzaoComo eu disse, nós dois ficamos na sala esperando meus pais. Mas minha tia Rebe começou a me fazer perguntas:
— Me diz, Elsi... Nunca ninguém tocou na sua coisinha, igual eu toquei em você?
— Não, tia... nunca.
— "Sério?" Vamos, você tem que me contar tudo... confia em mim...
— Sim, tia Rebe... Confio muito em você e também te amo muito.
— "Então..." Você vai me contar?
— Sim... Vou te contar, tia...
— Muito bem... quem mais já tocou você aí, Elsi?
— Bem... Só a minha mamãe.
— "Ah... "Sabia", respondeu a tia Rebe. "Me explica como foi, tá?
— Sim... ela me toca quando me dá banho...
— "Não me diga... e como ela faz isso?... me conta, Elsi...
— "Bom... ela faz igual você fez comigo... com os dedinhos dela...
— Mmmm... mas me conta direito... me diz como... vai, gostosa...
— Bom, quase toda vez que minha mãe me dá banho, primeiro ela esfrega meu corpo com sabão, os braços, as bundinhas... mas quando chega na minha coisinha ela para. Aí ela coloca bastante sabão por um tempão e esfrega o dedo na fenda... onde você enfiou a língua, tia.
— Mmm—que delícia... E me diz, você gosta quando ela faz isso em você?
— Sim, tia... Gosto muito... todo dia quando ela toma banho ela faz isso em mim...ceuSim, eu entendo..." mas me descreve direitinho como ela faz quando te ensaboa lá embaixo, né?
"Bom, como a gente tá dentro da banheira e ela também toma banho comigo, primeiro ela põe bastante sabão e depois começa a esfregar o dedo mindinho ali, no meio da frestinha"
"E você, o que faz?"
"Nada... Fecho os olhos e peço pra ela continuar me ensaboando..."
"Ah, acho que sim..." Você curte muito, não é uma gostosa?
— Na verdade sim, tia... Me sinto bem quando ela esfrega...
— E depois?... Vai me contar tudo, Elsi...
— Ela faz isso há muito tempo... Pergunto por que recebo tanto ali e ela diz que é pra eu ficar sempre limpinha e cheirosa...
— Hummm... Sim, é verdade... e mais o quê?
"Bom, ela demora e demora esfregando minha coisinha... e aí a gente abre a torneira e fica debaixo d'água até tirar todo o sabão... mas ela também gosta...engasgo fundoO que minha irmã gosta...?"
"Ela gosta que eu esfregue com minha mãozinha bem ali..."
— Ah, não me diga, gostosa... Igual você fez comigo hoje?
— É... a mesma coisa...
— E por que você não me conta tudo, gostosa?
— Porque ela sempre me diz pra não contar pra ninguém...
— Eu sei... mas você não precisa esconder nada da sua tia Rebe... lembra que a gente combinou, Elsi?
— Sim, tia... Lembro...
— Muito bem... Então me conta.

A gente tava nessa conversa quando ouviu o barulho do motor do carro e a buzina avisando que meus pais tinham chegado. Minha tia Rebe falou rápido:GostosaSabe, gostosa?... À noite, quando seus pais estiverem dormindo, vou no seu quarto pra você terminar de me contar, tá?
"Tá bom, tia Rebe."
"E sua tia Rebe foi no seu quarto naquela noite, mamãe?...
"Sim, Rubicita... foi sim... E vou te falar a verdade... Já tava esperando ansiosa por ela... Não sei por quê, mas adorava falar sobre tudo aquilo com ela... era tipo um pacto escondido, um pacto bem secreto; Algo muito parecido com o que a gente tem entre você e eu... Entendeu?
"Sim... Entendo... Isso é bom, né mamãe?... Então muita gente faz isso?
— Sim, amor... muita gente... só que ninguém gosta de falar sobre isso....
— Por que, mamãe?...
— Porque é algo que as pessoas tentam esconder dos outros...
— Mas não é gostoso fazer escondido, mamãe?
"Sim, querida..." é muito gostoso... Mas vou continuar te contando, quer? Disse Mirian Caballero dando uma olhada onde estava com o pau duro, me masturbando tão gostoso que já tava na terceira punheta da noite.
— Sim, mamãe... continua me contando...YamileQuando todos estavam dormindo, a tia Rebe veio até meu quarto e fechou a porta com todo cuidado. Já dentro, sentou na beira da minha cama e fez sinal pra eu não falar nada. Ela chegou perto do meu ouvido e explicou bem baixinho:
— Elsi... não fala... Vou te dizer o que a gente vai fazer, tá bem?
Eu concordei com a cabeça. Ela continuou sussurrando perto do meu ouvido:
"Seu quarto é do lado do dos seus pais e eu não quero que eles escutem nada. Mas o meu é totalmente separado, porque fica do outro lado. Então eu vou sair e deixar a porta aberta pra você. Sem fazer barulho, você levanta da cama e vai pro meu quarto, mas não tranca a porta, só deixa ela encostada. Lá você vai me contar tudo que eu quero saber... Entendeu?"
Eu balancei a cabeça de novo, concordando. Ela sussurrou outra vez:
— Muito bem, Elsi... Então vou te esperar lá... e por favor, linda... Tenta não fazer barulho quando sair.
Eu concordei com a cabeça de novo. A tia Rebe saiu do meu quarto deixando a porta destrancada. Eu levantei da cama com cuidado e saí do quarto na ponta dos pés. Caminhei devagar pelo corredor comprido até chegar no quarto dela, que já estava com a porta aberta. A tia Rebe já estava me esperando atrás da porta e fechou ela suavemente quando entrei. Fomos pra cama dela e sentamos no colchão. Ela perguntou na hora:
— Então, Elsi?... Vamos, amor, continua me contando como você faz com a minha irmã, tá?...
— Sim, tia... Lembra que eu te falei que a mamãe também gosta de levar sabão na periquita? Mas olha, eu notei uma coisa estranha nela...
— Ah, é?... E o que você notou, linda?
— Que ela não tem tanto pelo igual você lá embaixo...
— Não?... mmmm... que estranho... Tem certeza disso?
— Sim, tia... A primeira vez que eu vi pelo lá foi em você...
— Sério?... hummm... Acho que sei o que tá rolando, Elsi... Vou te explicar...
— O quê, tia?
— Acontece que ela precisa depilar a periquita dela...
— Ah, é?... Quer dizer que ela tira leva?...Riveros exclusivoSim, gostosa..." Quero dizer que ela depila os pelinhos da buceta dela... ela usa navalha e depila... por isso você nunca viu ela com pelos igual eu... Algumas mulheres gostam de tirar os pelos da buceta delas...
"Ah... Não sabia disso... E por que elas fazem isso, tia?"
"Ah, por nada... é só uma questão de gosto, Linda."
"E por que você não faz o mesmo, tia?..."
"Por que não, gostosa..." Eu gosto de ter uns pelinhos lá embaixo... me diz, Elsi... você não gosta de ter pelos?..."
"Ah, sim, tia... Eu gosto... e que bom... porque você fica mais bonita com sua buceta do que a minha mãe... sabe?... e quando eu vi seus pelos, me senti muito linda..."
"Sério?... Mmmm... E por que linda?..."
"Sei lá. Foi algo que senti por dentro quando você se abaixou para me pegar enquanto eu me escondia debaixo da sua cama..."
"Ah, que lindo... você realmente gostou de me ver ali?..."
"Sim, tia... por isso peço que você nunca tire eles... Quero que daí pra frente você sempre fique peluda... Me sinto muito linda quando vejo eles, e mais ainda quando toco...porno de gozada na caraNão vou fazer isso... mas vamos... Continua me contando o que sua irmã pede pra você fazer com ela na banheira, né?
"Sim, tia... ela me diz... vamos, minha menina, agora esfrega a espuma de sabão na minha coisinha... Faz igual eu faço com você. E aí eu começo a fazer a mesma coisa que fiz hoje, só que com a espuma, até o corpo dela ficar duro e no final ela também mijar..."
"Sério?... ah, que delícia... e você gosta de fazer isso nela, Elsi?"
"Sim, tia... Gosto... Gosto porque ela fica vermelha e porque geme baixinho, pra ninguém ouvir."
"Acredito... e me diz, gostosa... você nunca chupou sua coisinha igual eu fiz com você?"
"Não... Não é isso..."
"Sério que não?... Não quero que você minta pra mim, linda..."
"Não, tia... Sério que não... se não, eu contaria."
"Tá bom, acredito em você... mas me diz mais uma coisa... Ela nunca enfiou o dedo lá atrás?"
"Lá atrás?...Cielo Riveros é iniciada pelo pai e pela mãe 3- Sim, Elsi... Quer dizer... no seu cuzinho...
— Ahh... quando a gente toma banho, não, tia... mas agora que lembro, às vezes sim, mas não na banheira...
— Não?... Então onde?
"No meu quarto."
— No seu quarto?... mas como foi isso?... Vai, me conta.
— Bom, foram várias vezes, quando eu fico doente... ela pega uma caixinha com umas coisas brancas bem macias, tipo algodão, que depois se desmancham e me vira na cama...
"Não me diga... e ela enfia em você?"
"Sim... enfia um ou às vezes dois no meu cu... mas faz devagar..."
"E você gosta?..."
— Sim. Mas como não me sinto muito bem nesses dias... Bom, não sinto a mesma coisa que quando a gente toma banho junto...
"Entendo... olha, linda, vou te explicar... Esses botõezinhos parecidos com algodão se chamam supositórios."
— Sim, eu sei... Minha mãe me falou isso.
"E a gente coloca eles lá pra baixar a febre..." mas isso só se faz quando a gente tá doente com febre.
"Sim..." Entendo, tia...
— Bom... e o que mais minha irmã pediu pra você fazer quando vocês tão tomando banho?
— Não... Nada mais.sexoÉ sério, gostosa?"
- Sim, tia Rebe... de verdade.
- Muito bem, Elsi... e me diz uma coisa... seu pai nunca fez nada com você?
"Meu pai?..."
- Sim... meu cunhado.
"Bem... isso é..."
"Vamos, Elsi... não fique envergonhada nem com medo de me contar... lembra do nosso pacto?"
- Sim, tia Rebe.
"Então me diz..." que nunca vou contar pra ninguém... você confia em mim como eu confio em você, linda?"
"Sim, tia... sabe que sim..."
"Muito bem... então agora me conta tudo, vamos..."
- Sim... bem. Às vezes, quando minha mãe vai fazer compras e não me leva, meu pai brinca comigo...
"Não me diga... e de que vocês estão brincando, linda?"
"De cavalinho."
— Ah... essa brincadeirinha é uma delícia, né?
"Você já brincou, tia Rebe?..."
"Ah, claro, Elsi... brinquei muitas vezes quando era criança como você."
"Com seu pai?"
— Sim... com ele... mas me conta o que seu pai faz com você...
— Ele só faz quando a gente fica sozinho... quando minha mãe vai ao mercado, ele entra no meu quarto, me acorda e pergunta se quero brincar de cavalinho. Eu sempre digo que sim porque adoro essa brincadeira. Aí ele deita do meu lado e pede pra eu subir nas pernas dele. Quando eu subo em cima dele, ele começa a se mexer como um cavalinho e empurra as pernas pra cima. Sinto uma sensação muito gostosa da coisa dura dele debaixo da minha bunda.
"Ah... você já sentiu isso?"
- Sim, tia Rebe... sempre sinto ele duro, duro, duro... e meu pai mexe muito bem debaixo da minha bunda...
"Sim, entendi..." e o que mais ele faz com você?latina— Quando minha mãe chega tarde em casa, às vezes ele tira a coisa e esfrega entre minhas pernas... e depois pede pra eu me mexer bastante em cima dela, como se estivesse montando a cavalo. Sinto a coisa dele bem forte porque ele tira da cueca, mas nunca me machuca... Só sento em cima e pronto. Às vezes sinto uma água morna que molha tudo... Acho que ele também faz xixi igual a gente... mas depois me limpa bem pra mamãe não perceber... ah, tia Rebe, e ele sempre pede pra eu não contar nada...
"É... deve ser... E você sempre tem que guardar esse segredo, né?"
"É..." Nunca contei nada...
"Entendo... E você tem que continuar fazendo isso, Linda... senão, vão brigar por causa disso..."
"É mesmo, tia?"
"É, bonita..." É melhor você nunca contar, entendeu?
— É.. Entendo...
— Bom.. mas me conta o que mais seu pai já fez com você...
— Bom, acho que esse é o joguinho que ele mais gosta... embora às vezes ele faça algo diferente comigo..
— É mesmo?... O quê, bonita?
"Como eu te falei, ele sempre faz isso quando a gente tá sozinho, porque quando minha mãe tá em casa ele nunca tenta... então ele entra no meu quarto e se ajoelha do lado da minha cama. Aí tira meu cobertor e coloca a mão debaixo da minha calcinha. Lá ele começa a esfregar o dedo na minha frestinha... Isso me faz acordar.
— Nossa.. Não me diga... e o que mais?
— Deixo ele fazer tudo isso porque eu também gosto muito, tia.... é errado eu deixar ele fazer isso?
— Não é, bonita... de jeito nenhum... pelo contrário... se você gosta, então deixa... Mas o que mais?
— Ele sabe que eu gosto porque sempre pergunta se eu gosto e eu digo que sim. Ele esfrega bastante enquanto segura aquela coisa e eu vejo que ele mexe pra todo lado, como se estivesse batendo com força, até sair uma coisa branca dela. Aí ele começa a limpar o chão e depois me diz que já fez xixi e vai pro quarto dele.
— Hmm... Entendi... e você também gosta disso, né?
— É, tia... Gosto muito... por isso deixo ele fazer isso em mim.
"Ah, acho que Sim..." É uma delícia, né?
- Sim... é muito gostoso, tia.KatherineAh, Elsi... Depois de tudo que você me contou, já tava morrendo de vontade de mijar...
"Titia também..." Quero muito fazer o que a gente fez...
"Não me diga..." Você quer que a gente faça a mesma coisa que fez no sótão outro dia?
"Ah, sim, titia Rebe... Quero... Quero muito...
"Então, gostosa... vem aqui pra eu tirar sua calcinha primeiro..."

Me aproximei dela com dificuldade pra respirar, sentindo que o ar faltava. A titia Rebe era tão carinhosa comigo que eu adorava conversar com ela sobre essas coisas e também mijar com ela. Devagar, ela tirou minha calça e meu camisolinho. Aí vi que ela fez o mesmo, ficando completamente pelada. Depois, fez um sinal pra eu deitar na cama e abrir as pernas. Ela se ajeitou no meio de mim e começou a chupar devagar minha bucetinha, colocando a ponta da língua dentro da minha fenda. Eu tava tão excitada com tudo que a gente tinha conversado que fechei meus olhinhos, me entregando completamente aos carinhos dela. A titia Rebe chupou e chupou por um tempão até eu falar:

"Titia... Vou mijar agora... não para de enfiar sua linguinha..."
"Sim, gostosa... mija dentro da minha boquinha... vai, joga todo seu xixi em mim..."

Já não aguentava mais a pressão da água que começou a jorrar com força do meu buraquinho. Minha tia abriu a boca o máximo que pôde pra receber o jorro amarelo que saía da minha buceta. Quando terminei de mijar, ela disse:

— Agora, Elsi, quero que você chupe minha coisinha porque eu também preciso mijar...
— Sim, titia...pauzaoEla se deitou de barriga pra cima e, abrindo a bocetinha peluda com as duas mãos, me incentivou a enfiar a boca na abertura dela. Me inclinei sobre a púbis dela com a língua pra fora e comecei a lamber aquela delícia aberta, passando a língua na fenda uma vez e outra. A tia Rebe curtia minhas chupadas por um tempão até que falou com a voz trêmula:
— Elsi... vou mijar... vou mijar... aiiiiii... jááááá...
Abri a boca pra receber os fluidos que saíam das entranhas da minha tia, que se contorcia de prazer e alegria. Aproveitei pra caralho o néctar gostoso e pegajoso que saiu e entrou na minha garganta, deixando meus lábios com um sabor mastigável. Mas isso não significava que eu parava de enfiar a língua e saborear a docura dela, porque eu gostava tanto de fazer aquilo que não queria que acabasse. Quando a tia Rebe parou de tremer, ela disse:
"Sim, gostosa... Já terminei... Você sentiu quando eu mijei na sua boquinha?
— Sim, tia... Senti tudo.
"E você gostou, Elsi?"
— Ah, sim... Adoro chupar sua coisinha, tia... Você tem uma coisa muito linda.
"Isso é bom, amor..." Também adoro chupar a sua...
"Ah, tia... Quero continuar fazendo isso...ceu—Eu também, Elsi... mas entende que seus pais percebem e não quero que dê problema... Lembra?
"Sim..."
—Muito bem, Elsi.. Então abaixa, vou colocar sua calcinha e o avental.
Nós levantamos da cama e ela me vestiu. A tia Rebe falou na hora:
—Agora, Elsi, você tem que ir pro seu quarto devagar, conforme for chegando. Lembra que ao entrar não pode fazer barulho com a porta. Vai, gostosa, faz as coisas como eu mando, tá?
—Sim, tia.
—E lembra... Se alguém te perguntar alguma coisa sobre isso, você não pode contar por nada nesse mundo, entendeu?
—Sim.
—Muito bem... agora fica de boa.
Saí do quarto dela na tranquilidade e do mesmo jeito entrei no meu quarto, fechando a porta com todo cuidado. Depois me deitei na cama e fui dormir.
—Ah, mamãe... que coisinhas deliciosas você fez... então você gostava da sua tia Rebe?
—Sim, gostosa... ela era uma menina encantadora e também muito linda... Sempre tentava procurar ela pra fazer juntos e em segredo todas aquelas coisas que te contei.
—Ah... mas você também fez com sua mãe e seu pai, né?
—Sim, Cielo Riveros... também fiz com eles...
—A mesma coisa que faço com você e o papai e a mamãe?
—Exatamente a mesma coisa, gostoso... o que você acha?
—Muito gostoso e saboroso...engasgo fundo— Verdadeiramente sim. Mas você quer que eu continue falando?
— Sim, mamãe... Quero que você me conte mais...
"Tá bom... escuta.Gostosa

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