Refúgio Proibido FINAL

A madeira velha rangendo levemente sob o peso do corpo cansado dele, um som seco e prolongado que ecoou pelo corredor vazio como um reflexo distante de um mundo longínquo, o cheiro de chuva fria e asfalto molhado entrando com ele como uma rajada gelada que bateu de imediato contra o calor abafado e carregado da sala, um contraste que fez o ar parecer mais denso, mais pesado, como se o frio lá fora tentasse brigar com o mormaço interno sem sucesso. Na mão direita dele, o buquê de rosas vermelhas pingava água, pétalas vibrantes e perfumadas soltando gotas claras no chão com um plic-plic suave e ritmado, o aroma doce e floral das rosas cortando o ar como uma faca limpa e afiada, se misturando com o cheiro terroso da tempestade que vazava pela porta aberta e o aroma pesado, residual de sexo recente que ainda pairava na casa — salgado, almiscarado, doce e animal —, um cheiro denso que grudava nas paredes, nos móveis, na pele, invadindo os pulmões a cada respirada, fazendo o peito ficar apertado, como se o próprio pecado fosse inalado.
Valeria seguia ele de perto, encharcada até os ossos, a roupa colada no corpo curvilíneo como uma segunda pele fria e úmida, o som dos passos dela chapinhando levemente no chão de madeira, sutil, lembrando o barulho da chuva lá fora, ombros tremendo de frio que ecoava na mandíbula, cabelo castanho escorrendo rios de água pelas costas e pescoço, gotas deslizando pela clavícula e sumindo sob o decote do top molhado, o perfume doce e agora diluído pela chuva emanando dela em ondas fracas mas persistentes, um toque gelado na pele pálida que a fazia tremer visivelmente, o frio penetrando até os ossos, fazendo a respiração dela sair em vapor branco que se dissipava rápido no ar quente da casa, um contraste que arrepiava a pele dos braços e fazia um calafrio profundo descer pela espinha.
VALERIA PENSANDO — Que calor do caralho. aqui dentro… e tem um cheiro estranho. Suor… algo doce e salgado… como depois de sexo… Não. Impossível. Ana está pálida, tremendo, suando como se tivesse corrido uma maratona. Será que ela tá doente?
Ana estava na soleira do corredor, o coração batendo num ritmo descontrolado e doloroso no peito, um pulso que sentia em cada veia, em cada músculo, o peito subindo e descendo agitado, os pulmões se enchendo de ar quente e denso a cada respiração trêmula, o suor fresco escorrendo pela testa e têmporas, gotas grossas caindo pelo pescoço e entre o vale profundo das tetas grandes e firmes, deixando rastros salgados que evaporavam no ar carregado, intensificando o cheiro de sexo recente — salgado, doce, almiscarado — impregnando o quarto como um perfume proibido que não conseguia apagar, invadindo os pulmões a cada inspiração profunda. O roupão branco entreaberto deixava ver o vale profundo entre os seios, o tecido colado na pele suada, os bicos duros se marcando claramente, o toque do pano fino roçando a pele sensível e mandando faíscas involuntárias. O gozo do Marco ainda fresco e grosso escorrendo devagar pelas coxas internas, um fio branco e viscoso deslizando pela parte de dentro da coxa esquerda, quente e pegajoso contra a pele sensível, o toque escorregadio fazendo ela apertar as coxas involuntariamente, sutil e úmido, o cheiro de sexo recente emanando dela como uma nuvem invisível mas pesada, saindo da buceta ainda inchada e pulsante, se misturando com o suor fresco que se acumulava na dobra das pernas e na parte baixa das costas, fazendo o ar parecer mais denso, mais quente, mais carregado de culpa.
Diego viu ela e sorriu fraco, olhos cansados mas cheios de esperança, o buquê tremendo levemente na mão, pétalas frias roçando os dedos úmidos pela chuva. Ele se aproximou, o cheiro da colônia leve e da roupa molhada se misturando com o das rosas, o hálito quente e fresco por causa do chiclete, que mastigava as palavras roçando o rosto de Ana ao falar.
DIEGO — Ana… amor… me perdoa. Por tudo. Por gritar com você ontem, por te culpar por coisas que não eram suas, por não estar aqui quando você precisava de mim. Fui um idiota. Não soube te enxergar. Não soube te cuidar. Me perdi no trabalho, nas dívidas, no meu orgulho… mas quero mudar. Quero que a gente volte a ser nós, como no começo, quando a gente se beijava na chuva e nada mais importava. Essas flores… são pra você.Refúgio Proibido FINALMARCO - Como da primeira vez. Eu te amo, Ana. De verdade. Me diz que me perdoa... me diz que a gente pode recomeçar. Por favor.

Ele estendeu o buquê, o caule áspero e frio roçando seus dedos quentes e suados, o aroma doce das rosas invadindo seus narizes, cortando o cheiro cru de sêmen e suor que saía do corpo dela. Ana o pegou com mãos trêmulas, uma pontada de culpa a atravessou como uma faca gelada e afiada, o sêmen de Marco ainda quente dentro dela, grosso e viscoso, escorrendo pela sua buceta e coxas, enquanto o marido pedia perdão com olhos honestos e cheios de lágrimas contidas, o toque das mãos calejadas pelo trabalho roçando as dela suadas, o cheiro de chuva na roupa dele se misturando com a colônia familiar. Ela sentiu náusea e calor ao mesmo tempo, a buceta se contraindo involuntariamente com um pulso úmido. Ela apertou as coxas para esconder, mas uma gota grossa e branca escorreu pela parte interna da coxa, caindo no chão com um plic suave.vadiaQuase inaudível, respingando levemente o piso de madeira, deixando um ponto brilhante e viscoso que reluzia sob a luz fraca da sala. Diego não viu, mas Valéria sim, franzindo a testa por um segundo, farejando o ar sutilmente, o cheiro de suor e algo agridoce chegando ao seu nariz.
VALÉRIA — O que foi isso? Caiu alguma coisa sua? Parece… sei lá, e cheira… estranho. Você tá bem, Ana? Parece… nervosa.
ANA — (voz trêmula, nervosa, apertando mais as coxas, o coração acelerando) — Nada… água da chuva. É a cozinha… eu tava cozinhando antes. Não é nada. Só… o calor.
DIEGO — (preocupado, se aproximando mais, mão no braço dela, toque quente contrastando com o suor frio de Ana) — amor, você tá bem? Tá tremendo… suada. E aqui tá um calor estranho… cheira a… suor. Você tá doente? Me fala a verdade, por favor. Tô preocupado.
VALÉRIA — (insistente, farejando, voz mais baixa) — É… que calor nessa casa. E o cheiro… esquisito, né? Você tava cozinhando? Ou… sei lá, cheira como se fosse… algo mais. Ana, cê tem certeza que tá bem?
ANA — (voz embargada, tentando sorrir, o gosto salgado de Marco persistindo na garganta, o toque pegajoso no paladar) — É a cozinha… e a chuva… faz tudo parecer mais pesado. Não é nada, juro. Só… o calor. Vamos comer, tá?
Valéria sorriu fraco, mas os olhos dela tinham um brilho de curiosidade e suspeita crescente.
VALÉRIA — (voz baixa, insistente) — É… deve ser isso. Mas… se precisar de algo, me fala. Não quero que você se sinta mal. E esse cheiro… não importa.
VALÉRIA PENSANDO — O que tá acontecendo aqui?
Naquele momento, a porta da frente se abriu de uma vez com um rangido úmido e uma lufada de vento frio, trazendo o cheiro de chuva fresca e asfalto molhado que invadiu a sala como uma corrente gelada. Marco entrou encharcado, roupa colada no corpo musculoso como uma segunda pele transparente e fria, o contorno do peito largo e abdômen definido visível sob o tecido aderido, cabelo castanho escorrendo rios de água pelo rosto e pescoço, gotas escorregando pela pele dela, o toque gelado da chuva fazendo-a tremer levemente, ombros tensos, expressão tensa e exausta. Ela trazia sacolas de comida chinesa nas mãos, o cheiro quente e apimentado de molho de soja, frango frito e arroz cozido no vapor emanando delas, cortando o aroma denso de sexo e suor que ainda pairava na sala. Valéria o viu e seus olhos se iluminaram com uma mistura de alívio e culpa, correndo até ele com passos que chapinhavam, o som dos sapatos molhados no piso de madeira ecoando como pequenos aplausos úmidos. Ela se jogou nos braços dele sem pensar, o toque frio do corpo encharcado colidindo com o dele, e o beijou com força na boca, lábios úmidos e gelados se chocando com os dele, um beijo profundo e desesperado, línguas se enroscando com um som úmido suave e obsceno, o gosto de chuva salgada misturado com o hálito mentolado de Marco, as mãos dela no pescoço dele puxando-o, o abraço apertado fazendo a água da roupa dela escorrer para o chão num gotejar constante, o perfume doce de Valéria diluído pela chuva colidindo com o cheiro terroso e masculino de Marco.
VALÉRIA (voz embargada, entre beijos, lágrimas se misturando com a chuva)—Marco… me desculpa. Fui uma idiota. Não quero te perder. Me… me diz que me perdoa… por favor… eu preciso de você.
MARCO (voz rouca pelo frio e pela tensão, beijando-a de volta, mas olhando rapidamente para Ana)—Tá tudo bem… a gente conversa depois. Mas…
Ana sentiu um fogo de ciúmes queimar o peito dela como ácido fervendo, o estômago revirando com náuseas quentes, a buceta se contraindo involuntariamente com um pulso úmido e doloroso lembrando-a da própria traição. As mãos dela tremiam, os dedos se fechando em punhos, as unhas cravando nas palmas, a dor aguda contrastando com o calor subindo pelo pescoço e rosto. Ela não disse nada. Diego estava ao lado dela, segurando a mão dela, o toque quente e áspero dos dedos dele contra os dela, suados. Ela não podia explodir. Não na frente dele. Ela mordeu o lábio até que o sabor metálico de sangue encheu sua boca, olhos cravados no beijo, o som de lábios se separando com um estalo úmido ecoando na cabeça dele como um chicote, o cheiro de chuva e perfume de Valéria colidindo com o aroma de sexo que ainda saía do próprio corpo. Marco se afastou suavemente de Valéria, olhos encontrando os de Ana por um segundo, um lampejo de desejo e culpa cruzando seu olhar escuro, a respiração ofegante saindo no ar frio que entrava pela porta aberta. DIEGO (voz esperançosa)—Boa ideia. Você trouxe jantar. Vamos comer e conversar com calma. Mas primeiro, vou me trocar, você deveria fazer o mesmo, Valéria. A gente tá encharcado. Diego e Valéria subiram, passos ecoando na escada, o som da porta do banheiro fechando lá em cima. Marco e Ana ficaram sozinhos na cozinha. O silêncio era pesado, o cheiro de comida chinesa quente cortando o aroma residual de sexo que ainda saía do corpo de Ana, suor e porra misturados com o vapor do molho de soja e do frango frito. ANA (sussurrando furiosa, voz trêmula e rouca, olhos em chamas)—Por que você beijou ela assim? Na minha frente. Na frente do Diego. Você quer que eu morra... morra de ciúmes? O que isso significa? A gente só transa e pronto? Você quer que eu pense isso? Que ela te beija e eu só fico olhando? Que eu só sou a puta que te chupa enquanto ela te beija? MARCO (voz baixa, rouca, com um sorriso provocador e obscuro, se aproximando mais, hálito quente contra a orelha dela)—Com ciúmes, hein? Adoro te ver assim... raivosa... tesuda... querendo marcar território. Doeu? Te molhou mais do que ela? Porque dá pra perceber... você tá tremendo... e não é de frio. Dá pra ver sua buceta gotejando... o cheiro de você chega até aqui. ANA (com raiva, voz quebrada, empurrando ele mais forte contra a ilha)—Cala a boca. Não fala nada. Marco engoliu seco, o som audível no silêncio tenso, o toque do pau já endurecendo mais sob o tecido da cueca encharcada. ANA (sussurrando com fúria e excitação, voz trêmula)—Vou te chupar até que você goze na minha boca… e vai lembrar que sou eu que te faço gozar assim… não ela.
Com as mãos trêmulas de raiva e tesão, Ana empurrou ele mais contra a ilha, se ajoelhando atrás dela pra se esconder, o chão frio contra os joelhos nus, um contraste gelado com o calor que queimava o corpo dela, o toque duro e liso da cerâmica fazendo a pele arrepiar. Puxou a cueca encharcada do Marco com um puxão brusco, o som do tecido molhado deslizando pelas coxas dele com um *shlick* pegajoso, a cueca caindo no chão com um *plop* suave e molhado, deixando uma poça pequena de água da chuva misturada com suor. A pica do Marco saltou livre, grossa e comprida.esposaPelo menos 20 centímetros de comprimento ereto, o tronco grosso como um pulso, veias marcadas e pulsantes como artérias vivas percorrendo todo o comprimento da base até a ponta, a cabeça bulbosa inchada e vermelha, brilhando com pré-gozo fresco que escorria em fios viscosos e transparentes da ponta, o cheiro salgado e almiscarado invadindo ela como um soco direto no nariz, terroso e masculino, misturado com o suor das bolas pesadas e enrugadas, o aroma forte subindo em ondas que faziam a boca dela encher de água e a buceta pulsar com mais força.
ANA (sussurrando com raiva e tesão, voz trêmula)—Me olha... Isso é por me fazer sentir um lixo.
Ela abriu a boca e engoliu fundo, a garganta se ajustando ao redor do tronco com um gluck gluck gluck molhado e obsceno, o som ecoando na cozinha como um ritmo proibido e pegajoso, saliva escorrendo pelo tronco inteiro, pingando pelas veias marcadas e caindo nas bolas com plic plic plic, deixando uma poça brilhante e viscosa embaixo da ilha. O comprimento da pica preenchia ela por completo, a cabeça bulbosa batendo no fundo da garganta surdo e vibrante cada vez que ela descia, o toque rígido e venoso pulsando contra a língua achatada, o sabor salgado e almiscarado inundando ela, amargo no fundo da garganta, o cheiro de pré-gozo e suor masculino forte subindo até o nariz, fazendo os olhos dela marejarem de tanta profundidade e raiva.incestoChupava intensa e com raiva, língua lambendo a base com fúria, percorrendo cada veia pulsante da raiz até a ponta com movimentos longos e lentos, sugando as bolas alternadamente, úmido e sonoro, a pele enrugada e quente contra seus lábios, o sabor salgado se intensificando, mão masturbando rápido e forte, saliva espirrando, gotas caindo no seu roupão e peitos, o toque quente e viscoso encharcando tudo.
ANA PENSANDO- Que gostoso o pau dele… ahh… tão grosso, tão comprido, enche minha boca como uma puta… a cabeça inchada batendo na minha garganta a cada descida, veias pulsando contra minha língua como artérias quentes… o toque rígido e cheio de veias, o sabor salgado e amargo inundando minha boca… mas a Valéria beijou ele… na minha frente… porra, tô morrendo de ciúmes… quero que ele goze na minha boca, que eu engula tudo… que ele seja meu, não dela… Diego… me desculpa, mas não consigo parar… ahh… o cheiro do suor dele, o sabor salgado na minha língua, o toque das bolas pesadas contra meu queixo, veias pulsando como artérias quentes, a cabeça inchada batendo na minha garganta a cada empurrão, o pulso vivo na minha boca fazendo minha buceta escorrer mais, sucos gotejando pelas minhas coxas com um toque quente e pegajoso, o cheiro da minha excitação doce subindo e se misturando com o do sêmen dele.infielMARCO (sussurrando com voz rouca e excitada, mão no cabelo dela)—Ahh… isso… chupa assim… engole tudo… você vai me fazer gozar… ahh…
ANA (entre gemidos abafados, voz rouca e irritada)—Mmmph… gluckcornudoMarco tensionou os músculos, o corpo tremendo, o pau inchando na boca dela, o toque rígido e pulsante se intensificando, e gozou com um gemido abafado e rouco, jatos quentes e grossos enchendo a boca dela, pulsando fundo na garganta, o sabor salgado e amargo inundando, transbordando pelos cantos com um gotejar pegajoso, o toque espesso e quente descendo pelo esôfago enquanto ela engolia avidamente com goles goles, o corpo tremendo de excitação, os olhos lacrimejando pela profundidade e pela raiva, o cheiro de porra fresca e salgada enchendo o nariz dela, o toque viscoso grudando na língua e no céu da boca, tossindo sutilmente pelo volume abundante, porra escorrendo pelo queixo e pingando nas tetas dela com plic plic, deixando rastros brancos e brilhantes na pele suada.
Ela se levantou rápido com um olhar nada agradável, quase chorando, limpando a boca com as costas da mão, lábios inchados e vermelhos, o sabor salgado e espesso persistindo na garganta e na língua, o toque pegajoso no queixo fazendo ela passar a língua nos lábios involuntariamente, a buceta pulsando de excitação, os sucos frescos escorrendo pelas coxas. Naquele exato momento, passos na escada. Diego descendo. Marco subindo a cueca rapidinho, com uma mistura de confusão pelos sentimentos da Ana.
Diego entrou na cozinha, alheio a tudo.
DIEGO (sorrindo)—Tudo pronto? Bora comer.esposa safadaAna, com o semen ainda quente nos lábios, aproximou-se dele, movida por um impulso torto de culpa e desafio. Pegou-o pelo pescoço e deu-lhe um beijo de língua longo e profundo, língua invadindo sua boca, saliva misturada com restos de semen salgado se transferindo sutilmente, o gosto amargo e pegajoso na língua, o toque de lábios quentes se chocando, o beijo prolongado com um slurp slurp suave e molhado, línguas se enroscando desesperadamente, Diego respondendo surpreso mas feliz, o cheiro da colônia familiar invadindo-a, o toque da ereção sutil contra sua coxa. O beijo durou mais que o normal, Ana pressionando o corpo contra o dele, peitos esmagados contra o peito dele, o gosto salgado persistindo na boca dos dois sem que Diego notasse, o coração de Ana batendo forte, a culpa batendo como um soco, a raiva de Marco queimando seu peito. Quando terminou, Ana se separou devagar, lábios inchados e brilhantes, o gosto salgado ainda na língua. Olhou para Marco por cima do ombro de Diego, olhos flamejando de raiva pura e desafio.

MARCO (voz baixa, quase inaudível, olhos fixos em Ana, com risada de provocador)—Porra… que beijo… esse beijo deve ter um gosto doce.

DIEGO (rindo baixo, alheio, voz animada)—Caralho, que beijo… adoro te ver assim. Vem, vamos comer o que o Marco trouxe.

MARCO (com um impulso repentino, aproxima-se e fala enquanto lança um olhar debochado para Ana)—Tenho uma ideia melhor, que tal a gente ir pra um restaurante bom pra comemorar que seu love floresceu de novo? Eu pago.

DIEGO—Você não precisa…

ANA—(interrompendo Diego sem tirar os olhos de Marco) Sabe, love, acho ótimo, vamos nessa, melhor ainda, vou me trocar.

Nesse momento chega Valéria com uma moletom confortável do Marco, cabelo solto, mais relaxada como se algo tivesse acalmado sua alma, se sente mais segura, mais tranquila sobre o que rola entre ela e Marco, caminhando devagar descalça se aproxima de onde todos já estão e ouvindo o... Fim da frase da Ana diz
VALERIA- Trocar?
Ana apenas levanta o colo e dá um olhar pulsante, zombeteiro e cheio de ódio para Valeria, encara sem responder, indiferente e muito hostil, passa ao lado da simplicidade de Valeria com uma aura de grandeza, enquanto Ana se afasta rebolando seu corpo incrível e suado e sua boca ainda com o fedor de porra do Marco, responde a Valeria
MARCO- Decidimos sair pra um restaurante (pausa enquanto olha de longe a bunda da Ana) já que resolvemos nossos problemas, que tal você também ir e vestir algo bonito
VALERIA- Ei, acho uma ótima ideia, vou me trocar
Ana abre o armário com as mãos ainda trêmulas, o coração batendo forte no peito. Pega um vestido preto que tinha comprado há meses e nunca tinha tido coragem de usar… até hoje. Seu último vestido que comprou antes de quebrar, aquele que nunca se atreveu a usar porque sabia exatamente o que provocaria… até esta noite. É um vestido longo preto de corte sereia ultra-justo, feito de um tecido acetinado tão fino e elástico que parece tinta líquida sobre a pele. Gruda no corpo como uma segunda pele quando há suor ou calor, marcando cada centímetro sem piedade — os mamilos duros aparecem claramente, a curva das tetas grandes e firmes se desenha sem sutiã, a cintura fina e o quadril largo ficam delineados como se estivesse nua. O vestido vai até os tornozelos, mas tem duas aberturas brutais nas laterais que sobem da barra até quase a cintura — tão altas que, ao dar um único passo, o tecido se separa por completo e deixa expostas as coxas internas até a virilha, a curva externa do quadril e quase toda a bunda redonda e carnuda. Quando caminha, as aberturas se abrem e fecham como cortinas perversas, mostrando flashes constantes de pele branca, a parte interna das coxas e as nádegas duras e perfeitas — o efeito é descarado, parece que não leva nada por baixo (e realmente não leva: nem fio dental, nem calcinha, nem nada que cubra sua buceta ainda úmida e gotejando dos restos do Marco).O decote é um V pronunciadíssimo e obsceno, tão profundo que começa logo abaixo do esterno, deixando à mostra todo o vale entre os peitos dela —a curva interna de cada seio fica completamente exposta, os bicos duros empurram o tecido fino e se marcam como se quisessem rasgá-lo, e a cada respiração profunda o decote se abre mais, ameaçando deixar um peito de fora. As costas são totalmente abertas até a cintura baixa, mostrando a coluna vertebral, as escápulas delicadas e a curva superior da bunda —o tecido só se segura por um laço fino de cetim preto na parte de baixo que parece prestes a se desfazer com um puxão. A cor é preto profundo e brilhante, com um efeito metálico sutil que reflete a luz e faz o tecido parecer molhado ou oleado sob qualquer foco. Não tem enfeites: nem renda, nem brilhos baratos —é puro corte, puro pecado minimalista e elegante. O tecido é tão fino que gruda imediatamente no suor e na umidade entre as pernas dela, cola nos bicos marcando-os como se estivesse nua, ajusta-se na cintura e realça o quadril largo, e na parte de baixo estica sobre a bunda de um jeito que cada passo faz as aberturas se alargarem mais, deixando ver a pele interna das coxas, a curva completa das nádegas e até um vislumbre da buceta depilada quando o movimento é mais brusco.bunda grande gostosa

Refúgio Proibido FINAL

vadiaAna veste leggings e salto alto preto de agulha de 14 cm, com tiras finas que sobem pelo tornozelo e fazem as pernas dela parecerem intermináveis. Os saltos empinam a bunda dela de um jeito escandaloso, projetam ela pra trás, tensionam ao máximo e fazem ela se mexer a cada passo de forma hipnótica e provocadora — as nádegas se contraem e relaxam a cada clic-clac, as aberturas do vestido se abrem mais, e o balanço da bunda fica quase obsceno. Quando ela se olha no espelho, o tecido gruda na hora no suor que ainda cobre o corpo dela, cola nos mamilos marcando eles claramente, ajusta na cintura e realça a curva do quadril, e na parte de baixo estica sobre a bunda de um jeito que cada passo faz as aberturas abrirem e fecharem, mostrando flashes de coxa branca, curva de nádega e até um vislumbre da buceta depilada e ainda molhada. Mesmo depois de se banhar, a Ana ainda sente o esperma dele dentro dela.
ANA- (sussurrando na frente do espelho, voz rouca e carregada de raiva e desejo, passando as mãos pelas aberturas e sentindo o tecido deslizar sobre a pele quente e exposta dela) Se ele beijar ela na minha frente… eu vou fazer o pau dele subir só de me ver andar com isso. Que ele sinta o que é desejar algo que não pode tocar em público. Que ele morra de vontade… como eu tô morrendo agora. (passa a mão pela coxa interna, sentindo a umidade residual e a falta total de calcinha) Sem nada por baixo. Que ele se queime me olhando.
Ela desce as escadas devagar. O vestido longo ondula a cada passo, mas as aberturas altíssimas se abrem e fecham mostrando coxas brancas, curvas de bunda e flashes perigosos da entreperna a cada movimento. Os saltos fazem clic-clac rítmico e empinam o rabo dela de maneira escandalosa, projetando pra trás e tensionando a cada passo. O decote profundo se abre levemente a cada respiração, mostrando mais pele e a curva interna dos peitos. Diego vê ela primeiro e fica congelado.
DIEGO- (olhos arregalados, voz (entrecortada)Meu Deus, Ana… você está… nem sei o que dizer. Esse vestido… é… uau. Você tá… perigosa. Linda. De onde você tirou isso? Parece… uma deusa.

DIEGO PENSANDO
- A verdade é que não gosto que ela saia assim na rua, e muito menos que fique assim na frente do Marco, mas a gente acabou de resolver as coisas, não posso estragar isso.

VALÉRIA PENSANDO
- (sorrindo, mas com um leve franzir de testa ao notar como o Marco não desvia o olhar nem pisca, olha de canto pro Marco, sentindo a tensão no ar, pensando: Meu Deus, como ele olha pra ela… o que tá rolando aqui?)

MARCO
- (voz baixa, rouca, olhos cravados nas aberturas que mostram as coxas e o balanço da bunda a cada passo, quase devorando ela) Você tá… bem (pausa carregada, sorriso lento e sombrio).

ANA
- (olha direto nos olhos dele por um segundo eterno, o pulso acelerado, o gosto salgado ainda na língua, voz suave mas com um corte só pra ele) Tô te agradando, meu bem?

Ela se aproxima do Diego, dá um beijo rápido na boca dele, mas o olhar não larga o Marco nem por um segundo, as aberturas do vestido se movendo a cada passo, mostrando flashes de pele, curva da bunda e até um vislumbre da entreperna.

ANA
- Vamos?

Todos saem. A tensão entre Ana e Marco é elétrica. O vestido longo ondula a cada passo, as aberturas laterais abrem e fecham mostrando coxas, bunda e flashes perigosos da entreperna de forma descarada, os saltos empinam o rabo dela e fazem cada movimento ser uma provocação absoluta. Marco segue ela com o olhar, e Ana sabe. Sente em cada centímetro da pele exposta.esposa

incestoO encontro do casal aconteceu num restaurante elegante, luzes baixas, jazz suave flutuando no ar, cheiro de vinho tinto e comida gourmet — filés chiando, alho fritando, ervas frescas — preenchendo o espaço com toalhas brancas, velas tremeluzindo com luz quente e amarela, sombras dançando nos rostos. Sentaram-se numa mesa afastada, o toque da cadeira de veludo macio contra as pernas nuas de Ana, o vestido subindo levemente. Ana e Marco se olhavam muito, olhos carregados de desejo proibido, o pulso acelerado visível nos pescoços, o cheiro da excitação deles doce e salgado subindo sutilmente, misturando-se com o vinho e a comida. Diego e Valéria conversavam alheios, Diego segurando a mão de Ana, o toque quente e áspero dos dedos dele contra os dela suados.
DIEGO- (sorrindo)—É disso que a gente precisava… uma noite normal. Eu te amo, Ana.
Ana assentiu, sorriso trêmulo, o gosto salgado persistindo na boca, a buceta pulsando a cada olhar de Marco.
ANA- (voz baixa, nervosa)—Eu também… te amo.
Mas os olhos dela se cravavam em Marco, o fogo de ciúme e desejo queimando o peito. Ela se levantou, pernas tremendo levemente.
ANA- (voz rouca)—Vou ao banheiro… só um segundo.
No corredor escuro, cheiro de desinfetante e perfume residual de outros clientes, ela mandou uma mensagem pro Marco.infiel

cornudoMarco saiu da mesa discretamente, se desculpando com um
MARCO- Vou pegar mais vinho.
Marco empurrou a porta do banheiro masculino com o ombro. O trinco de metal fez um clique seco e frio ao se fechar atrás dele. O cheiro de desinfetante barato, mijo velho e umidade rançosa bateu no nariz dele como um soco. A luz fluorescente fria piscava levemente, projetando sombras duras e amareladas nos azulejos brancos rachados. Tinha três cabines. Silêncio absoluto, só o zumbido monótono do exaustor e o gotejar distante e constante de uma torneira mal fechada que ecoava como um relógio nervoso na cabeça de Marco. Marco avançou devagar, passos abafados pelo chão úmido e escorregadio, a pica já meio dura pressionando contra a calça, o coração batendo forte por causa da adrenalina e do risco.
MARCO- Ana...
Sussurrou, voz rouca e baixa, quase um grunhido animal que reverberou nas paredes. A porta da cabine do meio se abriu de uma vez com um rangido metálico. Ana saiu como uma fera acuada, olhos vidrados e dilatados de tesão e culpa, lábios inchados e brilhando de saliva, respiração ofegante e trêmula, vestido preto puxado até a cintura, coxas internas reluzentes de sucos e restos de gozo anterior que brilhavam sob a luz fria. Sem dizer uma única palavra, agarrou a camisa dele com as duas mãos, unhas cravando no tecido como garras, e puxou ele pra dentro com força bruta. Fechou a porta com um batida violenta e trancou com um estalo metálico que ecoou na cabine pequena como um tiro.esposa safada

bunda grande gostosa

Refúgio Proibido FINALEle a beijou com desespero selvagem. Não era um beijo, era um ataque animal. Língua invadindo a boca dele com fúria, dentes se chocando, saliva se misturando com o gosto salgado que ainda ficava na boca dela do gozo anterior. As mãos dela puxavam a camisa do Marco como se quisessem arrancá-la, unhas arranhando o peito, corpo se pressionando contra o dele com movimentos bruscos e desesperados. Marco respondeu com a mesma violência, empurrou ela contra a parede do cubículo, o frio dos azulejos contra as costas quentes dela fez ela gemer dentro da boca dele. Os beijos eram brutais, bagunçados, quase violentos — lábios esmagados, respirações roubadas, gemidos abafados que se engoliam mutuamente. O som molhado de línguas e saliva — slurp, mmph, gluck — enchia o cubículo pequeno, misturado com o som das respirações ofegantes e o leve chiado do tecido do vestido. Ana se abaixou de repente, sem preâmbulos, sem palavras. Mãos trêmulas desceram o zíper do Marco com urgência animal, tirou a pica já dura e quente, grossa e cheia de veias, 20 centímetros pulsando na frente da cara dela. Não teve delicadeza.vadiaAbriu a boca e enfiou até a garganta de uma só investida profunda. Gluck-gluck-gluck molhado e obsceno ecoou no cubículo. Chupava com desespero selvagem, língua plana pressionando a base, garganta apertando a cabeça bulbosa, saliva escorrendo em fios grossos pelo queixo e pingando no chão com plic-plic. Mão esquerda masturbando rápido na base, direita apertando as bolas pesadas e quentes. Olhava pra ele de baixo com olhos lacrimejantes de esforço e necessidade, como se a vida dela dependesse de fazê-lo gozar naquele instante. O gosto salgado e almiscarado inundava a boca dela, o cheiro forte do suor e pré-gozo enchia o nariz, o toque rígido e venoso pulsando contra a língua. Marco grunhiu baixo, mão no cabelo loiro dela puxando com força.

MARCO— Para… para… vou gozar já se continuar chupando assim… porra… que boca tão quente e desesperada…

Ana parou só um segundo, lábios inchados e vermelhos em volta da rola, saliva pendurada em pontes viscosas. Olhou pra ele suplicante, voz rouca e quebrada, quase chorando de tesão e vergonha.

ANA— Por favor… me fode… quero sentir você dentro…

Marco levantou ela com um puxão violento, girou e a encostou na parede do cubículo. Subiu o vestido dela até a cintura com um tapa. Ana abriu as pernas instintivamente, mãos apoiadas nos azulejos frios e molhados. Marco se posicionou atrás, rola dura roçando a entrada molhada e quente dela.esposaEle penetrou suavemente no começo, mas tão fundo que a cabeça bulbosa tocou o fundo de uma vez só, esticando-a por completo. Ana soltou um gemido abafado, longo e trêmulo, o corpo inteiro convulsionando num orgasminho instantâneo só com a entrada, as paredes internas se contraindo ao redor dele como se o sugassem, sucos frescos respingando nas coxas dela com um splash suave e quente. As pernas dela tremeram, os joelhos fraquejando, um calor líquido subindo da buceta até o ventre, o prazer tão intenso que nublou a visão dela por um segundo.
ANA— Ahhh… porra… sim… bem aí…
Marco começou a bombar forte e gostoso, cada estocada um slap-slap-slap molhado e carnudo contra as nádegas dela. Ele agarrou a cintura dela com força bruta, os dedos cravando na carne macia e quente. Ana gritava como uma louca, mas ele tapou a boca dela com a mão livre, abafando os gemidos na palma suada e quente. O som da pele batendo era obsceno, o squelch molhado da pica entrando e saindo, o cheiro de sexo cru enchendo o cubículo pequeno, o toque quente e rígido invadindo ela uma e outra vez.
MARCO— Shhh… pra ninguém te ouvir…
Marco grunhiu no ouvido dela, voz rouca e dominante.
MARCO— Sua buceta me aperta tanto… porra… você tá escorrendo…
Ana se arqueou, os peitos esmagados contra os azulejos frios, o rabo projetado pra trás, as pernas tremendo nos saltos. O segundo orgasmo veio rápido e violento, o corpo convulsionando inteiro, as paredes internas apertando a pica dele como um punho quente e molhado, sucos escorrendo pelas coxas dela e pingando no chão com splash splash splash. Ela gritou contra a mão de Marco, lágrimas de prazer e culpa caindo pelas bochechas, o orgasmo percorrendo a espinha dela como fogo líquido, fazendo os joelhos fraquejarem e a buceta se contrair com força ao redor dele, sugando, apertando até quase doer. Marco girou ela de repente, sentou no vaso fechado e ordenou com voz rouca e autoritária:
MARCO— Monta em mim. Agora!incestoAna não hesitou nem um segundo. Subiu por cima, montada, joelhos nas bordas do assento, vestido levantado até a cintura. Enfiaram-se de uma vez, a pica desaparecendo inteira dentro dela com um squelch profundo e molhado. Começa a se mover selvagemente, sobe e desce com fúria animal, quadris girando em círculos brutais, a bunda quicando contra as coxas dele com slap-slap-slap forte e carnudo, peitos pulando quase pra fora do decote profundo. Geme sem controle, cabeça jogada pra trás, cabelo loiro colado no rosto suado.
ANA— Ahhh... sim... Marco... mais... mais forte... ahh... você tá me matando...
Marco agarrou ela pela cintura com as duas mãos, abrindo as pernas pra penetrar mais fundo. Ajudava ela a se mover, metendo de baixo com força brutal. Ana gozou pela terceira vez, orgasmo fortíssimo, corpo convulsionando inteiro, paredes internas apertando e chupando a pica dele como um punho quente e molhado, líquidos espirrando nas coxas dela e no assento do vaso com splash splash splash. Grito abafado contra o ombro dele, lágrimas caindo, mistura de prazer extremo e culpa infinita, o orgasmo percorrendo o corpo todo como uma onda que deixava ela tremendo, a buceta se contraindo com espasmos violentos ao redor dele.
Bem naquele momento, a porta principal do banheiro se abriu. Passos. Voz conhecida.
Diego— (falando no telefone com o amigo Carlos, voz alegre e relaxada) É, Carlos, já tá tudo resolvido, parceiro. Falei com a Ana, a gente se perdoou de verdade. Foi uma conversa difícil, mas valeu a pena. Agora vou fazer ela feliz de verdade, sabe? A gente vai recomeçar do zero. Comprei flores pra ela, pedi perdão por tudo... as dívidas, os gritos, as brigas... tudo. Acho que dessa vez a gente vai conseguir seguir em frente. Ela tá mais tranquila, mais... conectada comigo.infielDIEGO - Te juro que hoje dá pra perceber que ela me quer de novo. Vamos jantar mais vezes... quero que ela seja feliz de verdade. Acho que estamos no melhor momento.

Ana ficou paralisada por um segundo, o orgasmo ainda pulsando dentro dela, a pica do Marco enterrada até o fundo, os fluidos misturados escorrendo pelas coxas dela. Marco notou que ela continuava se mexendo devagar, quase sem querer, o quadril ondulando em círculos pequenos, buscando mais prazer mesmo com o terror nos olhos. Marco sorriu sombrio, agarrou a cintura dela e girou ela 180° sem tirar a pica, deixando ela de frente pra ele, sentada em cima da pica dele, as pernas abertas dos dois lados do vaso.cornudo

esposa safadaAgora Ana olhava para o rosto dele enquanto Diego falava a metros de distância.
Marco- (sussurrando no ouvido, voz rouca e dominante, movendo os quadris lentamente para cima) Me olha… Me come devagar. Pra você sentir cada centímetro.
Diego (continuando a ligação, voz feliz e animada) Sim, Carlos, vou levá-la pra viajar… quero que ela seja feliz de verdade. Não vou mais falhar com ela. Sabe? Hoje eu a vi mais gostosa do que nunca.
Os passos de Diego se afastaram em direção ao lavabo. O som da torneira abrindo. Diego continuava falando.
Diego (rindo ao telefone) O povo aqui é doido. Acabei de ouvir uns barulhos estranhos e gemidos… bem sem noção, né? Num banheiro público… ha ha. Bom, te deixo, vou voltar pra minha mulher. A gente se vê.bunda grande gostosaAna, atordoada pelo orgasmo potente que ainda pulsava em seu corpo, continuava se movendo devagar sobre Marco, quadris ondulando em círculos lentos e profundos, a pica entrando e saindo com um squelch molhado e vagaroso. Seus olhos vidrados fixos nos de Marco, uma mistura de terror, culpa e prazer doentio. Cada movimento fazia seus peitos subirem e descerem dentro do decote profundo, fazia sua bunda quicar suavemente contra as coxas dele, fazia os fluidos escorrerem mais pelas pernas dela. Marco a fodia olhando na cara dela, mãos na bunda dela abrindo mais, estocadas lentas mas profundas enquanto Diego falava a metros de distância. Ana teve seu quarto orgasmo fortíssimo, corpo convulsionando inteiro, paredes internas apertando a pica de Marco, fluidos jorrando pelas coxas dela e gotejando no chão do cubículo com splash splash splash. Ela geme contra o pescoço de Marco, lágrimas caindo, mistura de prazer extremo, o som abafado do orgasmo dela se misturando com a voz de Diego enquanto ele assobiava e ria. Diego fechou a torneira, lavou as mãos e saiu do banheiro. Marco a abraçou forte, pica ainda dura dentro dela, esperma prestes a sair.
Ana, tremendo, desceu devagar, ajustou o vestido com mãos trêmulas, pernas fracas. O esperma de Marco começava a escorrer pelas coxas internas dela enquanto ela caminhava até a porta do cubículo, o vestido colado na pele suada, o decote profundo e as aberturas altas se movendo a cada passo trêmulo. A cena termina com Ana saindo do banheiro, sorriso forçado, pernas tremendo, enquanto Marco fica sentado no vaso, pica ainda dura, sorrindo sombrio.
Eles voltaram para a mesa.
A mesa estava num silêncio confortável depois que Ana e Marco voltaram. Diego e Valéria falavam de algo leve sobre a sobremesa que acabara de chegar, mas o ar continuava carregado. Ana se sentou com cuidado, o vestido preto colado na pele suada, as aberturas laterais roçando as coxas internas ainda úmidas. O cheiro sutil mas inconfundível, mistura da excitação doce dela e o esperma de Marco flutuava bem perto dela, invisível para os outros, mas impossível de ignorar para Marco, que a olhava com olhos escuros e famintos. De repente, Ana levou uma mão ao estômago, o rosto empalidecendo visivelmente. Respirou fundo, como se tentasse segurar uma náusea, e se inclinou levemente para frente.
ANA- (voz baixa, trêmula, com uma mão no estômago) Diego… não tô me sentindo bem. Tô com muita dor no estômago… Acho que foi a comida… Tô meio tonta.
DIEGO- (preocupado na hora, largando o garfo) -Amor? Sério? Quer água ou a gente chama um táxi e vai pro hospital? Você tá pálida.
Ana negou com a cabeça rapidamente, o movimento brusco fez o vestido balançar e uma abertura lateral deixar ver um flash de coxa branca. Olhou para Marco por um segundo, os olhos suplicantes e febris, depois voltou para Diego.
ANA- (voz mais urgente, cortando qualquer tentativa de resposta longa) Não…, a gente não tem muito dinheiro pra táxi... tô me sentindo muito mal. Acho que preciso sair daqui. O ar tá muito pesado… e a dor tá aumentando cada vez mais. Marco… você tá com o carro mais perto. Pode me levar pro hospital?. Não quero alarmar ninguém, mas… por favor.
Valeria franziu a testa, preocupada, se inclinando um pouco pra frente.
VALERIA- (tom suave, tentando acalmar)- Tem certeza? A gente pode chamar um táxi ou ir todo mundo. Não parece tão grave, mas…
ANA- (interrompendo com voz trêmula mas firme, sem dar tempo dela terminar) NÃO!, Valeria… obrigada, mas não quero preocupar vocês mais. Marco, por favor. Me leva agora. Tô piorando a cada segundo. Não aguento mais ficar sentada aqui.
Marco captou o olhar de Ana na hora. Aquele olhar desesperado, quase febril, que dizia "me tira daqui agora". Assentiu sem hesitar, se levantando com naturalidade.
MARCO- (voz calma mas séria, olhando pra Diego e Valeria) Fiquem tranquilos. Eu levo ela. O hospital fica a dez minutos. Não é nada grave, com certeza, mas é melhor um médico ver rápido. Vocês terminem tranquilos aqui. Eu aviso assim que soubermos de algo.
DIEGO- (preocupado, começando a se levantar)- Espera, vou com vocês. Não vou ficar aqui…
ANA- (levantando rápido, mão na barriga, voz fraca mas cortante, interrompendo ele) Já te falei que não!, amor… fica. Não precisa todo mundo ir. O Marco me leva e eu te ligo assim que chegarmos. Por favor… só quero ir embora agora. Tô sentindo muita dor… não quero fazer drama aqui.
O olhar da Ana pro Diego foi de súplica real e como se estivesse dando uma ordem, mas o que ela lançou pro Marco por um segundo foi pura desesperação e desejo escondido. O cheiro da excitação dela e do sêmen residual era tão forte pra ela mesma que custava respirar sem que percebessem. O Marco segurou o braço dela com delicadeza mas firmeza, ajudando ela a se levantar. A Ana se apoiou nele mais do que precisava, o corpo tremendo levemente, o vestido balançando com as aberturas altas deixando escapar flashes sutis das coxas molhadas.
MARCO- (olhando pro Diego com seriedade, voz tranquilizadora)- Sério, fica ou vai pra casa. Eu cuido dela.
Sem dar mais tempo pra eles reagirem, o Marco guiou a Ana até a saída. Ela andava com passos curtos e trêmulos, uma mão na barriga, a outra apertando o braço do Marco como se fosse a tábua de salvação dela. Ao passar pela Valeria, ela olhou com uma mistura de preocupação e suspeita crescente, mas não disse mais nada.
ANA- (sussurrando só pro Marco enquanto saíam do restaurante, voz baixa e desesperada, quase chorando) Me tira daqui… por favor… não aguento mais. O que rolou no banheiro não foi suficiente... vamos agora.
MARCO- (Marco sorriu de leve, voz rouca e baixa só pra ela) Eu sei. Por isso que tô te levando.
A porta do restaurante fechou atrás deles. Diego e Valeria ficaram na mesa, preocupados mas sem poder fazer nada. A desculpa tinha sido perfeita.Refúgio Proibido FINALMais tarde, no carro do Marco, com a desculpa de "levá-la ao hospital", Ana com a cabeça no colo dele, boca em volta do pau dele, chupando devagar e fundo —gluck gluck gluck—, saliva escorrendo pelo tronco, Marco gemendo baixinho enquanto falava no telefone com o Diego.

MARCO- A gente tá... tá bem, já quase cheg... chegando no hospital.

Diego e Valéria, preocupados, foram pra casa.

A chuva caía como um castigo divino sobre o teto do carro, um tamborilar furioso e constante que abafava o mundo lá fora enquanto Marco parava o veículo na frente do motel barato da periferia. O ar dentro cheirava a asfalto molhado, a fumaça de cigarro velho e à promessa proibida de carne quente e úmida. Ana tremia no banco do passageiro, as pernas apertadas com força, o vestido preto colado na pele suada como uma segunda pele pecaminosa. Ela sentia o gozo do Marco ainda quente dentro dela, escorrendo devagar pelas coxas com um toque viscoso e traiçoeiro que lembrava, a cada batida do coração, o quão puta ela tinha virado, o quão viciada era naquele homem que não era o marido dela. Marco desligou o motor. O silêncio caiu como um véu, quebrado só pela chuva batendo no teto como aplausos perversos.

MARCO- Desce. Não fala uma palavra até a gente entrar.

Ana desceu, as pernas fracas, o vestido longo balançando a cada passo como uma bandeira de rendição. As fendas altíssimas abriam e fechavam com o movimento, mostrando flashes de coxas brancas e curvas de raba. Os saltos pretos de 14 cm faziam clic-clac no asfalto molhado, erguendo a bunda dela de um jeito escandaloso, projetando-a pra trás como um convite silencioso pro pecado. A porta do quarto 14 rangeu ao abrir com um chiado enferrujado, como um gemido antecipado. O cheiro de detergente barato, umidade velha e sexo antigo impregnava os lençóis amarelados e o colchão afundado. O ar era denso e quente, o ventilador de teto girava devagar com um zumbido. monótono, e a luz amarela do abajur da mesinha projetava sombras longas e sujas nas paredes com manchas de umidade, como testemunhas mudas de todos os corpos que tinham pecado ali antes. Marco fechou a porta. O trinco encaixou com um clique definitivo, selando seu mundo privado de luxúria e traição. Ana se virou para ele, olhos vidrados de desejo e culpa, respiração ofegante como se estivesse prestes a se afogar na própria luxúria.
ANA - Eu não sei o que estou fazendo… eu… deveria ir embora… mas… eu preciso de voc…
Marco sorriu sombrio, se aproximou devagar e a agarrou pela cintura. Beijou ela com força brutal. Língua invadindo a boca dela, dentes mordendo o lábio inferior até arrancar um gemido abafado que tinha gosto de pecado e desespero. As mãos dele puxaram o vestido pra baixo de uma vez, o tecido rasgando levemente ao cair no chão com um baque surdo, como um corpo rendido. Ana ficou nua, só de salto alto, pele branca brilhando de suor, peitões grandes e firmes com bicos duros como pedra, a buceta inchada e molhada escorrendo pelos nas coxas como uma fonte de perdição.
MARCO - A gente já tá aqui, só vamos nos deixar levar, eu te protejo e te faço minha
Ele empurrou ela contra a cama. O colchão rangeu sob o peso dela como um lamento de prazer. Ana subiu em cima sem esperar, o corpo tremendo de antecipação. Os peitões dela quicavam selvagemente a cada descida, o som de carne batendo — slap slap slap — ecoando no quartinho como um ritmo obsceno e viciante.vadiaA pica grossa entrava fundo até o talo com um squelch molhado e pegajoso, os sucos espirrando nas bolas dele com splash splash. O toque quente e rígido a preenchia por completo, veias pulsando contra as paredes internas dela como se a marcassem por dentro.
ANA- Ahhh… isso… me arrebenta… porra… mais fundo… ahh… não para…esposaMARCO - Toma… ahh… sua buceta me aperta tanto…
ANA - Preciso de tudo… ahh… tô gozando… porra… sim… Marco… tô me acabando…
O primeiro orgasmo veio explosivo, paredes se contraindo ao redor do tronco dele com um pulso apertado e violento, fluidos espirrando com squirt squirt quente e pegajoso, toque viscoso encharcando tudo, som úmido ecoando no quarto como um coro de pecado. Ana gritou abafado, corpo tremendo, lágrimas caindo, o prazer percorrendo sua espinha como fogo líquido que a queimava por dentro, a buceta se contraindo com espasmos violentos ao redor dele, sugando como se nunca quisesse soltar. Ela se virou com um movimento fluido e desesperado, raba redonda e firme na direção dele, nádegas tremendo a cada investida descendente. A pica entrava fundo, batendo no ponto G dela com um thump thump que fazia ela ver estrelas brancas, fluidos escorrendo pelo tronco e pelas bolas com um som úmido e pegajoso. Marco agarrou as nádegas dela, abrindo bem, o toque áspero das palmas contra a carne macia, separando para ver a pica dele sumir lá dentro com um squelch squelch constante, cu exposto e brilhante de fluidos e suor.incestoANA- Ahh… sim… porra… mais forte… ahh… Marco… isso…
MARCO- Diz que você é minha… diz que prefere minha pica à do seu marido…
ANA- Sou sua… ahh… só sua… Marco… tô gozando… isso… tô gozando de novo… ahhh… porra… SIIIIIIIIinfiel

cornudoO segundo orgasmo veio gritando abafado. Ana ficou de quatro com os joelhos tremendo, bunda empinada lá em cima, nádegas separadas, buceta exposta e gotejando como uma fonte de pecado. Marco entrou com uma estocada brutal, profunda, o som slap slap slap ecoando no quarto como um chicote carnal, pele molhada se chocando com força, mão no cabelo dela puxando forte, o puxão doloroso e excitante, cabeça pra trás, peitos pendurados e balançando a cada investida, bicos roçando os lençóis molhados e frios.
Ana (gritando rouca, voz quebrada pelo prazer e culpa) Quero seu gozo… ahh… dentro… me enche… Marco… por favor… sim… ahhh…
Gozaram juntos, porra quente e grossa enchendo ela, pulsando fundo, transbordando pelos lábios, escorrendo pela bunda e coxas em fios brancos e quentes, sensação pegajosa e quente invadindo ela, cheiro de porra forte e salgada misturado com os sucos doces e almiscarados dela.
Continuaram transando sem pausa, sem descanso, como se o tempo tivesse parado naquele quarto carregado de pecado. Horas e horas de carne contra carne, de orgasmos que vinham um atrás do outro como ondas que não deixavam respirar, de gemidos abafados que viravam soluços de prazer e culpa. Já estavam há quatro horas comendo e não se saciavam; algo mais profundo que o carnal os unia, um vício escuro e doentio que ia além do simples desejo, uma conexão perversa que os fazia se sentir vivos só quando se destruíam mutuamente. O celular de Ana vibrava uma e outra vez na mesinha de cabeceira — chamadas perdidas do Diego, da Valéria —, a tela iluminando na penumbra com nomes que já não significavam nada diante do fogo que os consumia. Cada vibração era um lembrete cruel, mas Ana só gemia mais alto, apertando as paredes internas dela em volta da pica do Marco como se quisesse segurar ele pra sempre, a buceta inchada e transbordando de porra que já não cabia mais, escorrendo numa poça de fluidos quentes pelas coxas dela, por a buceta, manchando os lençóis com um cheiro denso, salgado e almiscarado que tomava o quarto como um perfume de perdição. Ana não aguentava mais. Sua buceta estava tão cheia, tão inchada, tão sensível que cada estocada era uma dor doce que a fazia gozar de novo. O esperma do Marco transbordava a cada movimento, escorrendo em jatos grossos e quentes que deslizavam pelas pernas dela, deixando rastros brilhantes e pegajosos na pele suada. Marco estava nas últimas descargas, o corpo tremendo de exaustão, mas ainda a penetrava com força, como se o pau dele não quisesse se render nunca. O cheiro de sexo era avassalador: suor salgado, esperma grosso, sucos doces e o almíscar feminino da Ana, tudo misturado numa nuvem pesada que fazia respirar ser um ato de luxúria por si só. Cada orgasmo da Ana era mais intenso que o anterior. Numa posição, com as pernas abertas e a bunda levantada, o prazer a atravessava como um raio, paredes internas se contraindo com violência ao redor dele, sucos espirrando com squirt squirt quente e pegajoso, o toque viscoso encharcando tudo. Ela gritava abafado contra o travesseiro, lágrimas de prazer e culpa caindo, o corpo convulsionando enquanto sentia o esperma do Marco se misturar com o dela numa poça quente e pegajosa que encharcava os lençóis. Noutra, sentada em cima dele, a buceta engolindo o pau dele até o fundo, o orgasmo vinha em ondas lentas e profundas que a faziam tremer como uma folha, o clitóris roçando contra a pélvis dele a cada movimento, o prazer tão intenso que embaçava a visão e a fazia morder o lábio até tirar sangue. Marco a fodia sem piedade, mas com uma ternura perversa no fundo, como se soubesse que aquilo era mais que sexo, que algo escuro e viciante os unia além da traição. As últimas descargas dele eram grossas e quentes, esperma transbordando em jatos que corriam pelas coxas da Ana e pingavam no colchão com plic-plic pegajoso, o toque quente e viscoso invadindo-a a tal ponto que ela já não distinguia onde terminava o corpo dela e começava o dele. Ana não aguentava mais leite dentro dela. A buceta dela estava transbordando, inchada, sensível a ponto de doer, mas mesmo assim ela continuava se movendo, buscando mais, como se o corpo dela se recusasse a aceitar que aquilo tinha um fim. O prazer era tão intenso que se misturava com a dor, com a culpa que queimava o peito dela toda vez que pensava no Diego, na Valeria, na vida que ela estava destruindo. Mas o prazer vencia. Sempre vencia. O cheiro de sexo, suor e porra era tão denso que quase dava pra sentir o gosto, o som molhado dos corpos se chocando uma vez atrás da outra, tudo se transformava numa sinfonia perversa que fazia ela gozar de novo, o corpo convulsionando, lágrimas caindo, um gemido abafado que saía do fundo da alma destruída dela.
Ela sentou no colo dele, de frente, pernas em volta da cintura, pica bem funda dentro, peitos colados no peito suado dele, suor se misturando num brilho quente e pegajoso, se beijando desesperadamente, língua com língua, gosto de suor salgado e desejo proibido, mãos na bunda dela levantando e descendo com força, o orgasmo vindo em ondas lentas e profundas que faziam ela tremer como folha ao vento.esposa safadaANA- (gemidos roucos, olhos fixos nos dele, voz trêmula) Ahh… sim… você me tem inteira… ahh… porra… sim… eu gozo de novo… Marco… me olha… me olha enquanto eu gozo… ahh… sim… sou sua… completamente sua… ahh… não consigo viver sem isso… sem você… me perdoa… mas eu preciso de você… ahh… goza dentro… me enche… me faz sentir cheia de você…
Ele a levantou como se não pesasse nada, a colocou contra a parede fria, o mármore gelado contra as tetas quentes dela, contraste que a fez ofegar de prazer doloroso, mamilos endurecendo ainda mais, Marco metendo de pé, mão esfregando a bunda dela em círculos ásperos e rápidos, os fluidos escorrendo pelas pernas dela em fios quentes, penetrando fundo, o ângulo apertado fazendo cada estocada ser mais intensa, o pau esticando a buceta visivelmente, os fluidos transbordando em jatos quentes, o orgasmo final subindo como uma explosão que a deixou sem fôlego.
Eles gozaram muitas vezes, corpos tremendo, exaustos no final, abraçados na cama, chuva batendo na janela como uma palma perversa, cheiro de sexo e suor denso no ar. Quatro horas de carne, de pecado, de algo mais profundo que o mero desejo carnal. Algo escuro, viciante, inevitável, que os unia além da traição. E mesmo assim… não se saciavam.
ANA- Marco… não consigo parar… mesmo que eu me odeie… mesmo que Diego esteja me esperando… eu quero mais…
Marco - Eu sei. E você vai ter. A vida toda.
Passaram 3 meses e meio fodendo como loucos, como animais no cio que já não distinguiam prazer de destruição. Na casa do Marco, enquanto Diego dormia do outro lado da parede com a respiração pesada e confiante de quem acredita que o casamento dele está se salvando, o colchão rangia baixinho a cada estocada lenta e profunda que Marco dava na Ana por trás.
Ela mordia o travesseiro até o tecido ficar com gosto de saliva e pano velho, o cheiro denso e pegajoso de porra fresca, buceta encharcada e suor masculino impregnando o quarto como um perfume proibido que grudava nas cortinas, nos lençóis e na pele. Marco tapava a boca dela com a mão grande e áspera, cada gozada do Marco era quente e grossa, porra transbordando pelas coxas internas viscosas dela, gotejando no colchão com plic-plic pegajoso, deixando manchas escuras e quentes que a Ana cheirava no dia seguinte com uma mistura de náusea e tesão que fazia ela se molhar de novo só de lembrar, a buceta pulsando ao sentir o próprio cheiro misturado com o dele.
Em motéis baratos de estrada, iguais ao onde fecharam o pacto da carne, lençóis amarelados com cheiro de detergente velho, cigarro murcho e sexo acumulado de centenas de casais, chuva batendo nas janelas como chicotadas furiosas.
A Ana cavalgava o Marco com fúria selvagem, peitões quicando com violência, a bunda batendo nas coxas dele com slap-slap-slap molhado e carnudo, os fluidos espirrando no colchão em jatos quentes, porra escorrendo pelas pernas dela e manchando o chão de linóleo barato com poças brilhantes e pegajosas. “Fala que eu sou melhor que a Valéria”, ela gemia entre gemidos roucos e desesperados, a voz quebrada de prazer. Agarrando ela pelo cabelo e metendo até ela gozar gritando abafado no ombro dele, as paredes internas sugando ele como se nunca quisessem soltar, jatos quentes espirrando no abdômen dele e escorrendo pro chão.
Enquanto entre eles se comiam, se matavam, se desejavam, se saciavam um ao outro, os relacionamentos deles seguiam, o Marco pediu a Valéria em casamento, uma fachada que ele usava pra disfarçar a ideia de que a mulher de verdade dele era a Ana, do mesmo jeito a Ana fingia estar bem com o Diego sabendo que nem o corpo nem o coração dela pertenciam mais a ele, não conseguiam deixar de lado aquelas mentiras falsas do amor genuíno pelos seus fiéis amores, a Ana não concordava com a proposta do Marco, mas mesmo assim o capricho e o ciúme passavam quando o Marco comia ela como nunca, cada foda era melhor e mais viciante, ainda assim o ciúme do casamento do Marco e da Valéria consumia ela como ácido fervendo. Na manhã da cerimônia, no banheiro da igreja, Ana se ajoelhou no chão frio de mármore e engoliu a pica inteira dele enquanto ele ajustava a gravata com mãos trêmulas.bunda grande gostosaGluck-gluck-gluck molhado e obsceno ecoando contra os azulejos, saliva escorrendo pelo queixo e pingando no chão. Depois ele a colocou contra a pia, vestido de dama de honra levantado até a cintura, penetrou fundo e rápido, esperma quente enchendo ela até o fundo bem antes do "sim, eu aceito". Durante a cerimônia, Ana sentada na primeira fileira com as pernas cruzadas, esperma escorrendo lentamente pelas coxas por dentro sob o vestido longo de festa, encharcando a calcinha que ela nunca vestiu, o cheiro sutil subindo a cada movimento, a buceta pulsando e ficando mais molhada cada vez que Marco olhava para Valeria e dizia "sim, eu aceito". Ana apertava as coxas e sentia outro fio quente escorrer, o prazer culpado a deixando tão molhada que ela teve que morder o lábio para não gemer no meio da igreja.

Tempo depois, num dia qualquer, Diego chegou do trabalho. Cansaço notório nos olhos fundos, cheiro de escritório, café velho e suor fatigado, ombros caídos, camisa levemente amassada. Ana o recebeu na porta, um pouco agitada, despenteada, suada, mas com algumas lágrimas nos olhos, algo nela parecia diferente, foi quando seu marido Diego se aproxima preocupado com o estado da mulher, batom borrado, rímel escorrido pelos olhos, vestido levantado até o meio da bunda, quando Diego estava procurando as palavras certas para interrogar a esposa... Ana tira um teste de gravidez positivo com as mãos trêmulas, sorriso trêmulo, olhos brilhando com lágrimas fingidas que pareciam reais.

ANA- Di... Diego... a gente vai ser pai e mãe

O coração batendo forte contra as costelas. Ele a abraçou forte, lágrimas reais nos olhos dele dizendo "finalmente recuperei minha família"

DIEGO- Eu te amo... a gente vai ser uma família

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