Caridad, uma jovem morena, de olhos claros e magrinha. Estava na cama dela, apoiada com as costas na cabeceira. Tinha o celular na mão e escreveu: -Oi, Robert. Onde cê tá? Recebeu a resposta na hora. -Tô de bobeira aqui na cama. E você? Caridad ficou curiosa e perguntou: -Cê tá pelado? -Sim. E você, onde cê tá? -Também tô na cama, mas eu tô de fio dental e camiseta. -Manda uma foto. Ela tirou uma foto mostrando o fio dental, a camiseta e o rostinho lindo dela sorrindo e escreveu: -Você vai me mandar uma também? Robert, que ela tinha conhecido na noite anterior num pub, mandou uma foto do pau dele. Caridad, ao ver, iluminou o rosto. -É enorme. Vou pensar em você. E sabe o que vou fazer? -Imagino. Manda uma foto da sua buceta. Ela afastou o fio dental, tirou uma foto da ppk dela e mandou. -Não me cansaria de chupar isso. -Nem eu de mamar seu pau. -Me manda uma foto dos seus peitos? Ela levantou a camiseta, tirou uma foto dos peitos médios dela com auréolas marrons e mamilos generosos e mandou. -Que delícia! Me deu uma vontade louca de foder. Quer que eu vá te ver? -Vem. Enquanto não chega, vou bater uma punheta. Quinze minutos depois, o pai da Caridad entrava pela porta do quarto dela, peladão e com o pau na mão. Encontrou a filha nua, com as pernas abertas, os olhos fechados, a buceta escorrendo e respirando com dificuldade. Tirou várias fotos dela e depois disse: -Já cheguei. Caridad abriu os olhos e, ao ver o pai pelado, se cobriu com um lençol azul que tinha do lado e disse: -Sai daqui, pai! -Você disse pra eu vir e aqui estou. Agora quero ver você se tocando e gozando de novo. Caridad fez cara feia: -Que porra é essa? Sai do meu quarto, degenerado! Ele mostrou no celular as fotos da buceta e dos peitos dela. Caridad perguntou: -O que cê tá fazendo com o celular do Robert?! -Caiu no pub. Eu tava num canto olhando vocês e... Caridad cobriu os olhos com um mano. —Sai, sai! Não quero te ver na minha frente!! Você não devia estar aqui, devia estar trabalhando! —Sou o chefe... —Seu filho da puta! —Filho da puta? Vai ver se sua mãe fala isso quando ver suas fotos penduradas num site de putaria. —Você não faria isso com sua filha. —Se você se comportar, não. —Mamãe já me avisou. Disse que eu já tinha dezenove anos e que devia tomar muito cuidado com minha intimidade, mas nunca imaginei que era você por trás dessas palavras. —Se ela te disse isso, foi porque te ouvimos quando você se masturba. —Isso não é verdade. —É sim, e eu fico tão tesudo que como ela pensando em você. Caridade, vendo o pai brincar com o pau, disse: —Porco! Melhor você ir embora, ou vou eu mesma contar pra mamãe o que você tentou comigo, sai do meu quarto. —Vai contar também como te encontrei quando entrei no seu quarto? Mostrou as fotos que tinha tirado dela. Caridade viu que ele a tinha pegado pelos pentelhos da buceta. —Seu chantagista desgraçado. O que você quer que eu faça? —Se toca de novo e goza pra mim. —Não acredito que vou fazer isso. Caridade se descobriu, colocou um travesseiro debaixo da cabeça, dobrou os joelhos, abriu as pernas, fechou os olhos, levou uma mão a um peito e a outra à buceta, e se apalpou e se masturbou. Mateo gravou ela com o celular do Robert. Depois de um tempo, disse: —Como você é gostosa, Caridade! Caridade, de olhos fechados, disse: —Não fala mais comigo enquanto eu me toco. —Se você soubesse como eu tô tesudo... Caridade abriu os olhos e viu que ele estava gravando. —Desliga isso! —Depois que você gozar, eu desligo. Quero te gravar pra me masturbar quando estiver sozinho. Caridade já estava quente. —Não acredito que estou me masturbando com meu pai me gravando. Ela se masturbava devagar, mas depois de ver de novo o pau duro do pai e saber que ele estava gravando, aumentou a velocidade dos dedos no clitóris. Ouvindo ela gemer, o pai disse: —Olha como eu tô duro. —Não vou mais olhar pro seu pau, pai. —Você não consegue Imagina o tesão que isso dá. — Posso, posso. — O que você disse? Caridade tinha deixado escapar a parte do tesão, mas se ajeitou. — Que não posso, que não acredito que estou fazendo isso. — Posso roçar meu pau na sua buceta? — Não! Não chega perto de mim. — Tô com ele duro igual um cano. Caridade abriu os olhos, viu uma gota de porra escorrendo do pau duro, os dedos voaram no clitóris e ela gritou: — Ai, meu Deus, vou gozar! Gozou gemendo e se contorcendo igual uma cobra. No cum ela disse: — Desliga isso. Ele parou de gravar e falou: — Me ajuda a gozar? — Não tô afim de pegar no pau do meu pai. Mateo foi até a filha, com o pau apontando pra frente, e ficou do lado da cama. — Me masturba. — Qual vai ser o próximo passo, pai? — O que vier, vai, buceta. Caridade pegou o pau dele com a mão direita. — Não acredito que vou fazer isso. Molhou a palma da mão e os dedos com os fluidos da gozada que tinha na buceta e começou a bater uma. Depois de um tempo, o pai falou: — Coloca na boca. Caridade não tava a fim. — Tá brincando. — Parece que tô brincando? Lembra das mensagens e das fotos. — Seu filho da puta! Não posso deixar isso ir mais longe. Não vou colocar seu pau na minha boca. Mateo pegou ela pela nuca e aproximou o pau da boca dela. — Chupa. — Não vou colocar na boca. — Você gostou quando viu. — Pensei que era o do Robert. Ele esfregou o pau nos lábios dela até ela abrir a boca, aí Caridade pegou o pau e disse: — Não acredito que vou fazer isso. Caridade deu um boquete meio sem jeito. Depois de um tempo, Mateo falou: — Dizia que não se cansava de chupar e nem sabe fazer direito. — O do Robert, não o seu. — Diz que não sabe, assume. Caridade se cansou de ouvir o pai. — Que não sei?! Vou te ensinar como se chupa um pau. Pegou o pau com a mão direita, colocou a cabeça na boca e chupou enquanto batia uma, depois tirou da boca, lambeu e chupou as bolas... Subiu lambendo o tronco e depois voltou a chupar o pau enquanto masturbava ele. Mateo disse: —Agora sim, tá melhor.
Parou de chupar, masturbou a glande e, olhando nos olhos dela, disse: —Goza nos meus peitos.
—Ainda tô longe.
Continuou mamando, mas Mateo não gozava.
—Já tô cansando de chupar. Você bateu uma antes de vir pro meu quarto, senão já tinha gozado.
—É verdade, sabe, acho que seria melhor se você meter na buceta.
—Não acredito que você fica me chantagiando por tudo. Qual vai ser a próxima, meter no meu cu?
—Prefere no cu?
—Não!! Não vou te dar minha buceta nem meu cu.
Ela empurrou ele pra trás. Caridade, ao ver ele vindo com o pau duro, dobrou os joelhos e fechou as pernas. Mateo colocou as mãos nos joelhos dela e tentou abrir.
—Não vou te dar minha buceta, você é meu pai, seu filho da puta.
—Agora você se toca, hein.
Mateo lambeu um joelho dela, lambeu o outro enquanto acariciava as pernas, depois lambeu os pés e, em seguida, lambeu de baixo pra cima entre as pernas fechadas. Colocou as mãos de novo nos joelhos. Caridade abriu um pouquinho, Mateo enfiou a cabeça entre as mãos, e Caridade disse:
—Não acredito que vou deixar você comer minha buceta.
Ela abriu as pernas e deixou o pai descer lambendo a parte interna das coxas e depois lamber a buceta... Lambeu de baixo pra cima com a língua esticada umas vinte vezes.
—Porra, sua puta! Você vai fazer eu gozar.
Lambeu o clitóris do mesmo jeito, mas cada vez mais rápido.
—Porra, porra, porra. Não para, não para, não para! Vou gozar. Aaahhh!! Gozei!!!
Caridade gozou na boca do pai. Mateo continuou lambendo a buceta melada depois que a filha gozou. Depois de um tempo, Caridade, toda puta, disse:
—Nunca pensei que fosse falar isso.
Mateo parou de lamber pra perguntar:
—O quê?
—Mete teu pau na minha buceta.
Mateo colocou na entrada da buceta e depois enfiou até o fundo os 20 centímetros grossos de carne dura. Com ele todo dentro, Caridade disse:
—Ai, meu Deus! Não acredito que tô com o pau do meu pai dentro de mim. do meu pai dentro da minha buceta. —Nem eu que te entrasse tão apertada. Mateo comeu ela num ritmo médio. Pouco depois, Caridade levou as mãos aos peitos e, apalpando eles, disse: —Não acredito que tô gostando tanto. Não acredito que isso me dá tanto tesão. O pior de tudo é que é você quem tá me fazendo gozar como nunca gozei antes. Ele comeu mais rápido, —Assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim. Vou gozar, papai, ai, meu Deus, tô gozando, tô gozando. Tô gozando!! Caridade agarrou a colcha e mordeu ela. A pélvis dela subiu e o corpo fez uma ponte enquanto os gemidos de louca enchiam o quarto. Mateo diminuiu o ritmo, mas não parou de comer ela. Daí a pouco ela disse: —Não aguento mais assim, não aguento mais transar e olhar na sua cara, papai, me pega por trás. Mateo não ligou. Continuou metendo e tirando. Pouco depois Caridade falou: —Para agora, me vira e me pega de quatro. —Fica como quiser, mas quero te gravar de novo. —Grava, tarado. Ela ficou de quatro e o pai gravou metendo nela de novo. Daí a pouco ela disse: —Ai, meu Deus, é tão nojento eu gostar tanto de transar com você. —Vou gozar e vou gozar dentro de você. —Não goza ainda, papai, vamos gozar juntos. Pouco depois, Mateo viu a bundinha pequena, redonda e dura da filha tremer. Sentiu a buceta dela apertando o pau dele. Viu na tela do celular a bunda abrindo e fechando. Sentiu a buceta molhando o pau dele e ouviu a filha dizer: —Goza comigo, papai! Gozaram juntos. Depois do gozo e da quentura passar, Caridade disse: —Sai daí que vou tomar um banho, e para de gravar de uma vez porra. Caridade foi pro banheiro rebolando o quadril e balançando as nádegas duras de um lado pro outro. Fazia de propósito, provocava o pai, mas o pau de Mateo já tinha murchado. O chuveiro era de vidro e Caridade não tinha fechado a porta do banheiro. Viu de relance o pai olhando ela de novo. Gravar. Ela fechou os olhos e montou o show ensaboado: as tetas, a buceta e o cu, amassando os peitos, se masturbando na buceta e no cu ao mesmo tempo. Terminou colocando o chuveirinho na frente da buceta, com os jatos finos e fortes no clitóris e um dedo dentro do cu, e exclamou: —Ai, meu Deus, vou gozar! Assim que gozou e fechou a água, Mateo chegou perto do chuveiro e disse: —Bela punheta que você acabou de se dar. Caridade, fingindo surpresa, respondeu: —Pervertido! —Sai daí e me faz uma punheta. Ela abriu o box de vidro e saiu do chuveiro. Chegou perto do pai e perguntou: —Quanto tempo vai durar essa chantagem? —O tempo que for preciso. Porra, pega nas minhas bolas com uma mão e me masturba com a outra. Caridade pegou nas bolas e na pica dele e começou a masturbar o pai. Uns cinco minutos depois, ela disse: —Meu braço tá cansando. Mateo passou a mão na buceta dela... —Tá bem molhada. —É porque acabei de gozar, pervertido. —Vamos voltar pra cama, temos algo pendente. —O cu eu não vou te dar. —Nem pra chupar? —Que nojento você é! Na cama, ela ficou de quatro sem o pai mandar, e disse: —Não acredito que tô te dando o cu. Mateo fez um boquete no cu dela que deixou a buceta escorrendo. Caridade tinha virado puta de novo, por isso disse ao pai: —A ponta, enfia só a ponta. Ele encostou a pica no cu, esfregou e enfiou. —É a maior que já entrou no meu cu, me sinto muito cheia. Ele comeu o cu dela devagar, enfiando e tirando a ponta. Depois de um tempo, ela disse: —Mais, enfia um pouco mais. Ele enfiou até a metade e depois comeu enfiando e tirando os dez centímetros. Um pouco depois, Caridade disse: —Tudo, pai, enfia tudo. Ele cravou até o fundo e continuou comendo. —Deus, é tão gostoso. Eu precisava de uma pica, mas não tinha que ser a sua. —Você gosta pelo cu? —Mais do que pela buceta. Meus orgasmos mais fortes foram todos anais. Ele segurou ela pelos quadris e meteu forte. Depois de um tempo, ela disse: —Ai, vou gozar, pai, ai! —que eu gozo! E como ela gozou! Começou tremendo e acabou urinando e se sacudindo na cama. Parecia que estava tendo um ataque epiléptico. Quando o corpo dela se acalmou, Mateo disse: —Nunca vi uma mulher gozar com tanta força. Caridade não respondeu, tinha desmaiado e dormia tranquilamente. Mateo olhou pra buceta da filha, bateu uma punheta e gozou nas nádegas dela. Já estava escurecendo quando Mateo voltou ao quarto da filha. Ele estava de roupão e trazia um spray na mão direita, Caridade vestia uma camiseta curta branca e uma calcinha azul. Ao vê-lo, disse: —O que você quer agora, pai? —Vim me desculpar. —E quer fazer isso me dando uma massagem? —Sim. —Não é um truque pra enfiar seu pau dentro de mim de novo? —Não! —Tá bom, vamos ver se você faz algo direito. Caridade se deitou de bruços na cama. —Vou levantar um pouco sua camiseta. —Levanta. Ele levantou a camiseta, passou óleo nas costas dela e começou a massagear as costelas e as costas enquanto conversavam. —Se a mamãe chegar e nos pegar assim, ela nos mata, pai... —É excitante saber que ela poderia nos descobrir. —E perigoso. Você não tá de pau duro, né? —Não. —Se eu fosse um garoto, você já estaria de pau duro. Deu um tapa na bunda dela. Caridade caiu na risada. Mateo disse: —Você sabe que não gosto de garotos. Ele abaixou um pouco a calcinha dela e massageou as nádegas. —Não vá além daí. —Não vou. Subiu massageando as costas, depois massageou costas e nádegas, em seguida massageou a coxa direita, a esquerda... Caridade disse: —Você está se comportando muito bem, pai. Como você consegue se segurar? —É que você é minha filha, se fosse outra garota... —O que você faria? Ele enfiou a mão dentro da calcinha, massageou as nádegas e puxou a calcinha pra baixo. —O que você tá fazendo?! —Tava atrapalhando. Massageou as nádegas e ao redor da buceta, subiu massageando as costas, desceu e continuou massageando as nádegas, nádegas que ao serem separadas mostravam o cu aberto. Tirou a calcinha dela pra massagear as pernas. —Você está... Melhor sem elas. — Como você quiser.
Depois, passou o polegar pelo corte da buceta. Caridade, mexendo a bunda de leve, disse: — Por que eu deixo você fazer isso?
— Porque você gosta.
Caridade começou a gemer e a rebolar a bunda de baixo pra cima e de cima pra baixo. — Sim, eu gosto, gosto muito, mas é tão estranho eu deixar você me tocar...
— Quer que eu pare?
— Termina a massagem.
Mateo enfiou metade de um polegar dentro do cu dela e depois metade do outro polegar dentro da buceta. Caridade, rebolando a bunda de baixo pra cima, de cima pra baixo e em círculos, disse: — Você vai me fazer gozar, papai.
— É a intenção.
Segundos depois, ela gozou, gritando: — Tô gozando, papai!
Assim que gozou, virou-se e disse: — Me faz gozar de novo.
Mateo enfiou dois dedos dentro da buceta encharcada. Acariciou o ponto G dela cada vez mais rápido até que Caridade, gemendo e levantando a pelve, disse: — Tô gozando de novo!!
Assim que gozou, ele meteu a rola.
— Sabia que você ia meter de novo!
— Só um pouquinho e já vou gozar.
O pouquinho já durava dez minutos quando Caridade, entre gemidos, disse ao pai: — Você vai me fazer gozar de novo.
Ele virou ela, colocou de quatro, separou as nádegas com as duas mãos e enfiou a ponta da língua dentro do cu.
— Que delícia!
Meteu e tirou a língua no cu mais de uma dúzia de vezes e depois deixou a ponta da língua na entrada. Caridade mexeu a bunda pra frente e pra trás e pra trás e pra frente pra língua dele entrar e sair do cu.
— Não acredito que tô fazendo isso.
— Goza e cala a boca.
Logo começou a gemer. — Eu gosto muito, muito, muito.
Mateo pegou a mão dela e levou até a buceta molhada. Caridade começou a se masturbar. Em nada disse: — Vou gozar, papai.
Virou-se, abriu as pernas, pegou a cabeça do pai e levou até a buceta. — Tô quase, come.
E tava mesmo, não demorou nem dez segundos pra gozar na boca do pai.
Depois de gozar, Mateo disse: — E agora, o que você quer? —Gostaria, filha?
—Gostaria que você voltasse pro seu quarto, me mandasse as fotos e os vídeos pro meu celular e apagasse os do Robert.
—Sem gozar?
—Sem gozar. Pode passar os vídeos e as fotos pro seu celular e se masturbar com eles. Isso, se quiser voltar a foder comigo.
Mateo esboçou um sorriso no rosto, e embora o pau dele tenha chorado duas lágrimas de porra, ele sabia o que era melhor pra ele.
—Você manda, filha, você manda.
Mateo foi pro quarto dele, passou os vídeos e as fotos pro celular dele e pro da filha, e espatifou o celular do Robert no chão. Quando as fotos e os vídeos chegaram pra Caridad, ela colocou aquele em que ele tava se masturbando e, enquanto a mão direita enfiava dentro da calça do pijama, disse:
—Como eu sou gostosa! Papai, vem!
Parou de chupar, masturbou a glande e, olhando nos olhos dela, disse: —Goza nos meus peitos.
—Ainda tô longe.
Continuou mamando, mas Mateo não gozava.
—Já tô cansando de chupar. Você bateu uma antes de vir pro meu quarto, senão já tinha gozado.
—É verdade, sabe, acho que seria melhor se você meter na buceta.
—Não acredito que você fica me chantagiando por tudo. Qual vai ser a próxima, meter no meu cu?
—Prefere no cu?
—Não!! Não vou te dar minha buceta nem meu cu.
Ela empurrou ele pra trás. Caridade, ao ver ele vindo com o pau duro, dobrou os joelhos e fechou as pernas. Mateo colocou as mãos nos joelhos dela e tentou abrir.
—Não vou te dar minha buceta, você é meu pai, seu filho da puta.
—Agora você se toca, hein.
Mateo lambeu um joelho dela, lambeu o outro enquanto acariciava as pernas, depois lambeu os pés e, em seguida, lambeu de baixo pra cima entre as pernas fechadas. Colocou as mãos de novo nos joelhos. Caridade abriu um pouquinho, Mateo enfiou a cabeça entre as mãos, e Caridade disse:
—Não acredito que vou deixar você comer minha buceta.
Ela abriu as pernas e deixou o pai descer lambendo a parte interna das coxas e depois lamber a buceta... Lambeu de baixo pra cima com a língua esticada umas vinte vezes.
—Porra, sua puta! Você vai fazer eu gozar.
Lambeu o clitóris do mesmo jeito, mas cada vez mais rápido.
—Porra, porra, porra. Não para, não para, não para! Vou gozar. Aaahhh!! Gozei!!!
Caridade gozou na boca do pai. Mateo continuou lambendo a buceta melada depois que a filha gozou. Depois de um tempo, Caridade, toda puta, disse:
—Nunca pensei que fosse falar isso.
Mateo parou de lamber pra perguntar:
—O quê?
—Mete teu pau na minha buceta.
Mateo colocou na entrada da buceta e depois enfiou até o fundo os 20 centímetros grossos de carne dura. Com ele todo dentro, Caridade disse:
—Ai, meu Deus! Não acredito que tô com o pau do meu pai dentro de mim. do meu pai dentro da minha buceta. —Nem eu que te entrasse tão apertada. Mateo comeu ela num ritmo médio. Pouco depois, Caridade levou as mãos aos peitos e, apalpando eles, disse: —Não acredito que tô gostando tanto. Não acredito que isso me dá tanto tesão. O pior de tudo é que é você quem tá me fazendo gozar como nunca gozei antes. Ele comeu mais rápido, —Assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim. Vou gozar, papai, ai, meu Deus, tô gozando, tô gozando. Tô gozando!! Caridade agarrou a colcha e mordeu ela. A pélvis dela subiu e o corpo fez uma ponte enquanto os gemidos de louca enchiam o quarto. Mateo diminuiu o ritmo, mas não parou de comer ela. Daí a pouco ela disse: —Não aguento mais assim, não aguento mais transar e olhar na sua cara, papai, me pega por trás. Mateo não ligou. Continuou metendo e tirando. Pouco depois Caridade falou: —Para agora, me vira e me pega de quatro. —Fica como quiser, mas quero te gravar de novo. —Grava, tarado. Ela ficou de quatro e o pai gravou metendo nela de novo. Daí a pouco ela disse: —Ai, meu Deus, é tão nojento eu gostar tanto de transar com você. —Vou gozar e vou gozar dentro de você. —Não goza ainda, papai, vamos gozar juntos. Pouco depois, Mateo viu a bundinha pequena, redonda e dura da filha tremer. Sentiu a buceta dela apertando o pau dele. Viu na tela do celular a bunda abrindo e fechando. Sentiu a buceta molhando o pau dele e ouviu a filha dizer: —Goza comigo, papai! Gozaram juntos. Depois do gozo e da quentura passar, Caridade disse: —Sai daí que vou tomar um banho, e para de gravar de uma vez porra. Caridade foi pro banheiro rebolando o quadril e balançando as nádegas duras de um lado pro outro. Fazia de propósito, provocava o pai, mas o pau de Mateo já tinha murchado. O chuveiro era de vidro e Caridade não tinha fechado a porta do banheiro. Viu de relance o pai olhando ela de novo. Gravar. Ela fechou os olhos e montou o show ensaboado: as tetas, a buceta e o cu, amassando os peitos, se masturbando na buceta e no cu ao mesmo tempo. Terminou colocando o chuveirinho na frente da buceta, com os jatos finos e fortes no clitóris e um dedo dentro do cu, e exclamou: —Ai, meu Deus, vou gozar! Assim que gozou e fechou a água, Mateo chegou perto do chuveiro e disse: —Bela punheta que você acabou de se dar. Caridade, fingindo surpresa, respondeu: —Pervertido! —Sai daí e me faz uma punheta. Ela abriu o box de vidro e saiu do chuveiro. Chegou perto do pai e perguntou: —Quanto tempo vai durar essa chantagem? —O tempo que for preciso. Porra, pega nas minhas bolas com uma mão e me masturba com a outra. Caridade pegou nas bolas e na pica dele e começou a masturbar o pai. Uns cinco minutos depois, ela disse: —Meu braço tá cansando. Mateo passou a mão na buceta dela... —Tá bem molhada. —É porque acabei de gozar, pervertido. —Vamos voltar pra cama, temos algo pendente. —O cu eu não vou te dar. —Nem pra chupar? —Que nojento você é! Na cama, ela ficou de quatro sem o pai mandar, e disse: —Não acredito que tô te dando o cu. Mateo fez um boquete no cu dela que deixou a buceta escorrendo. Caridade tinha virado puta de novo, por isso disse ao pai: —A ponta, enfia só a ponta. Ele encostou a pica no cu, esfregou e enfiou. —É a maior que já entrou no meu cu, me sinto muito cheia. Ele comeu o cu dela devagar, enfiando e tirando a ponta. Depois de um tempo, ela disse: —Mais, enfia um pouco mais. Ele enfiou até a metade e depois comeu enfiando e tirando os dez centímetros. Um pouco depois, Caridade disse: —Tudo, pai, enfia tudo. Ele cravou até o fundo e continuou comendo. —Deus, é tão gostoso. Eu precisava de uma pica, mas não tinha que ser a sua. —Você gosta pelo cu? —Mais do que pela buceta. Meus orgasmos mais fortes foram todos anais. Ele segurou ela pelos quadris e meteu forte. Depois de um tempo, ela disse: —Ai, vou gozar, pai, ai! —que eu gozo! E como ela gozou! Começou tremendo e acabou urinando e se sacudindo na cama. Parecia que estava tendo um ataque epiléptico. Quando o corpo dela se acalmou, Mateo disse: —Nunca vi uma mulher gozar com tanta força. Caridade não respondeu, tinha desmaiado e dormia tranquilamente. Mateo olhou pra buceta da filha, bateu uma punheta e gozou nas nádegas dela. Já estava escurecendo quando Mateo voltou ao quarto da filha. Ele estava de roupão e trazia um spray na mão direita, Caridade vestia uma camiseta curta branca e uma calcinha azul. Ao vê-lo, disse: —O que você quer agora, pai? —Vim me desculpar. —E quer fazer isso me dando uma massagem? —Sim. —Não é um truque pra enfiar seu pau dentro de mim de novo? —Não! —Tá bom, vamos ver se você faz algo direito. Caridade se deitou de bruços na cama. —Vou levantar um pouco sua camiseta. —Levanta. Ele levantou a camiseta, passou óleo nas costas dela e começou a massagear as costelas e as costas enquanto conversavam. —Se a mamãe chegar e nos pegar assim, ela nos mata, pai... —É excitante saber que ela poderia nos descobrir. —E perigoso. Você não tá de pau duro, né? —Não. —Se eu fosse um garoto, você já estaria de pau duro. Deu um tapa na bunda dela. Caridade caiu na risada. Mateo disse: —Você sabe que não gosto de garotos. Ele abaixou um pouco a calcinha dela e massageou as nádegas. —Não vá além daí. —Não vou. Subiu massageando as costas, depois massageou costas e nádegas, em seguida massageou a coxa direita, a esquerda... Caridade disse: —Você está se comportando muito bem, pai. Como você consegue se segurar? —É que você é minha filha, se fosse outra garota... —O que você faria? Ele enfiou a mão dentro da calcinha, massageou as nádegas e puxou a calcinha pra baixo. —O que você tá fazendo?! —Tava atrapalhando. Massageou as nádegas e ao redor da buceta, subiu massageando as costas, desceu e continuou massageando as nádegas, nádegas que ao serem separadas mostravam o cu aberto. Tirou a calcinha dela pra massagear as pernas. —Você está... Melhor sem elas. — Como você quiser.
Depois, passou o polegar pelo corte da buceta. Caridade, mexendo a bunda de leve, disse: — Por que eu deixo você fazer isso?
— Porque você gosta.
Caridade começou a gemer e a rebolar a bunda de baixo pra cima e de cima pra baixo. — Sim, eu gosto, gosto muito, mas é tão estranho eu deixar você me tocar...
— Quer que eu pare?
— Termina a massagem.
Mateo enfiou metade de um polegar dentro do cu dela e depois metade do outro polegar dentro da buceta. Caridade, rebolando a bunda de baixo pra cima, de cima pra baixo e em círculos, disse: — Você vai me fazer gozar, papai.
— É a intenção.
Segundos depois, ela gozou, gritando: — Tô gozando, papai!
Assim que gozou, virou-se e disse: — Me faz gozar de novo.
Mateo enfiou dois dedos dentro da buceta encharcada. Acariciou o ponto G dela cada vez mais rápido até que Caridade, gemendo e levantando a pelve, disse: — Tô gozando de novo!!
Assim que gozou, ele meteu a rola.
— Sabia que você ia meter de novo!
— Só um pouquinho e já vou gozar.
O pouquinho já durava dez minutos quando Caridade, entre gemidos, disse ao pai: — Você vai me fazer gozar de novo.
Ele virou ela, colocou de quatro, separou as nádegas com as duas mãos e enfiou a ponta da língua dentro do cu.
— Que delícia!
Meteu e tirou a língua no cu mais de uma dúzia de vezes e depois deixou a ponta da língua na entrada. Caridade mexeu a bunda pra frente e pra trás e pra trás e pra frente pra língua dele entrar e sair do cu.
— Não acredito que tô fazendo isso.
— Goza e cala a boca.
Logo começou a gemer. — Eu gosto muito, muito, muito.
Mateo pegou a mão dela e levou até a buceta molhada. Caridade começou a se masturbar. Em nada disse: — Vou gozar, papai.
Virou-se, abriu as pernas, pegou a cabeça do pai e levou até a buceta. — Tô quase, come.
E tava mesmo, não demorou nem dez segundos pra gozar na boca do pai.
Depois de gozar, Mateo disse: — E agora, o que você quer? —Gostaria, filha?
—Gostaria que você voltasse pro seu quarto, me mandasse as fotos e os vídeos pro meu celular e apagasse os do Robert.
—Sem gozar?
—Sem gozar. Pode passar os vídeos e as fotos pro seu celular e se masturbar com eles. Isso, se quiser voltar a foder comigo.
Mateo esboçou um sorriso no rosto, e embora o pau dele tenha chorado duas lágrimas de porra, ele sabia o que era melhor pra ele.
—Você manda, filha, você manda.
Mateo foi pro quarto dele, passou os vídeos e as fotos pro celular dele e pro da filha, e espatifou o celular do Robert no chão. Quando as fotos e os vídeos chegaram pra Caridad, ela colocou aquele em que ele tava se masturbando e, enquanto a mão direita enfiava dentro da calça do pijama, disse:
—Como eu sou gostosa! Papai, vem!
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