CAPÍTULO 1
Sou o Sebas, vou fazer 18 anos, nos próximos meses vou pra faculdade, aliás, nada barata. Tenho 1,73, peso ideal pra minha altura. Moro com minha mãe, a Yanet, aliás, uma mulher deliciosa. Não consigo resistir, mesmo sendo minha mãe, ela é a carne viva da morbidez e da perversão.
Aliás, ela é solteira. Meu pai largou ela bem quando eu ia nascer. Que imbecil. Se soubesse como ela ficou e como ela tá aos 41 anos, ele ia se morder todo por ter deixado essa mulher voluptuosa que ele podia aproveitar todo dia. Eu mesmo comeria ela todas as noites, só de olhar e pensar nela já me dá vontade de gozar. E isso que só vi ela com roupa; ver ela completamente nua deve ser igual estar no céu.
Vou descrever ela: idade 41, não é loira nem morena, tem cabelo longo e ondulado pintado com mechas claras, mede 1,69. O corpo dela é voluptuoso, daquelas senhoras que têm umas tetonas enormes, que você sempre olha, querendo ou não, mesmo se estiver com sua parceira, é inevitável não reparar num corpo voluptuoso desses numa senhora. Ela tem uma bunda de infarto, isso que eu digo bunda, ela tem umas bundonas gigantes. Uma sentada dela e você goza na primeira. É uma delícia em vida e eu moro com ela, é a coisa mais doentia que podia me acontecer, todo dia pensando nela e me excitando com o corpo dela.
Um dia cheguei da escola à tarde e minha mãe estava com a amiga dela, a Natália, aliás, outra mulher muito gostosa. Mas deixo claro, não tanto quanto minha mãe, que tem tudo de sobra. A dona Nat não é tanto assim, mas é gostosa e eu comeria ela junto com minha mãe...
Cheguei, larguei minha mochila, fui cumprimentar minha mãe e a dona Nat. Passei rápido e fui pro meu quarto. Tinha que fazer uns trabalhos pendentes e ela me chamou pra jantar.
Desci pra jantar e estamos na cozinha. Minha mãe estava usando um vestido meio folgado e grande, mas como ela tem tudo grande demais, o vestido parece pequeno e muito safado, porque você sabe que por baixo desse vestido tem uma mulher gostosa pra caralho, que o próprio filho comeria ela sem pensar duas vezes, e toda noite pensa nela.
>Eu: oi, já vamos jantar? - sento e vejo as pernas dela, o vestido dela vai até acima dos joelhos, se ela não tivesse a bunda tão grande, o vestido ficaria abaixo dos joelhos, dá pra ver as coxas dela tão deliciosas e grandes, muito grandes - e aí, o que a sua amiga Nat diz, faz tempo que ela não vinha.
>Mãe: oi, meu amor, sim, senta! - ela se virava e se inclinava pra colocar o prato pra mim, de canto de olho vi os peitões enormes dela se mostrando, e quando ela se inclinou, eles queriam pular pra fora, pareciam tão apertados, pedindo ajuda pra soltar eles e deixar respirar, queriam rasgar o vestido na parte de cima, ainda mais quando ela se inclinava. - é justamente sobre isso que queria falar com você, bebê, foi uma conversa meio longa e espero que você esteja pronto pra ouvir, filho...
>Eu: então fala, mãe, amanhã é feriado e hoje posso ficar acordado até tarde fofocando com você.
>Mãe: vamos ver por onde começar, - enquanto falava, mexia as mãos, e os peitões dela pareciam perversamente errados, mas incríveis, eu não precisava olhar diretamente pra ver eles. de longe já dava pra ver os malditos peitões da minha mãe. - sabe, filho, você sabia que o marido da Nat perdeu o emprego e ela tá procurando trabalho, e o filho dela tá no meio da faculdade pra terminar, então tão passando por um momento complicado. E a Nataly tava procurando emprego pra ajudar o marido, e o negócio é que ela achou algo muito melhor do que um trabalho de 8 horas por dia de segunda a sábado. Muito melhor, mas claro, nem tudo pode ser tão bom, é como tudo, tem seus prós e contras, filho.
>Eu: você me falou semana passada, mãe, bom, sempre digo que tudo acontece por um motivo, e se isso tinha que acontecer pra ela achar algo melhor que um emprego, então é ótimo, verdade! - falei enquanto continuava comendo e olhava as expressões do rosto dela, os lábios grossos dela são tão... Ricos, as peitolas dela querendo pular pra fora.
>Mãe: deixa eu terminar de te contar, meu filho, e depois me diz se ainda acha tão legal! – Ela se inclinou mais pra mesa e ficou meio séria, os peitões imensos dela estavam espetaculares, não sei como não escapam e ficam o dia inteiro guardados ali, tão gostosos. – Olha, minha vida, o que vou te contar, preciso que não conte pra ninguém, é algo pesado e preciso que seja bem discreto, por favor. – Ela ficou olhando bem nos meus olhos, tão direta, e a língua dela roçava os lábios cada vez que falava, estava tão espetacular que na hora parei de olhar pras peitolas dela e me perdi nos lábios grossos dela, meio molhados pela língua...
>Eu: Mãe, se é algo pesado, não me conta pra ficar mais segura, deixa claro. Sabe que não sou fofoqueiro e quase não gosto de conversar com gente que não conheço, só com os primos e um ou outro amigo, mãe. – Falei enquanto ela se levantou e sentou do meu lado, a coxona dela encostava na minha perna, mesmo com minha calça, sentia uma delícia ter ela perto, e as peitolas dela ficavam meio coladas no meu cotovelo direito. Como eu tava usando essa mão pra comer, sem querer rocei o peitão dela, senti na hora que meu cotovelo bateu no pechão dela, parecia que o próprio peito empurrou meu cotovelo de tão grande e meio firme, foi tipo um trampolim. Só com aquele movimento e uma olhada de canto já tava com a pica dura 100% – Ah, desculpa, mãe, foi sem querer, você chegou muito perto.
>Mãe: Filho, o problema é que nem pros seus primos nem pros seus poucos amigos você pode contar o que minha amiga Nat Love me contou. – Disse ela se afastando uns centímetros pra não sentir a peitola dela de novo. – E pelo esbarrão, não se preocupa, minha vida. Às vezes esqueço o tamanho dessas tetonas e a distância que elas precisam ter, filho. – Disse minha mãe enquanto passava a mão no peitão imenso que roçou meu cotovelo, era tipo um carinho, com vontade de dizer: mamãe, eu levanto elas pra você. momento que fez aquele movimento, o peitão dela chegou mais perto do outro peitão e eles ficaram ainda maiores, quase queriam pular pra fora do vestido...
>Eu: ok mãe, não vou comentar nada, me fala. - perdi meu olhar naquelas tetonas enormes, literalmente virei a cabeça e vi como o sutiã dela marcava na parte de cima, foram uns segundos que me perdi naquelas chuchotas gigantes. - você tem razão, precisa de uma boa margem pra não bater com essas. - falei apontando com o dedo pros peitões imensos dela a só centímetros de distância, no máximo 30 cm.
>Mãe: ok filho, vou te contar, mas não perde mais o olhar nessas domingas love, ou você nunca tinha visto elas tão de perto? - disse ela erguendo o peito com a respiração, juro que aquelas tetas queriam estourar o vestido, os bicos já marcavam, e ficou a uns 3cm de distância do meu ombro, aquelas tetonas me deixaram muito excitado, literalmente uma teta é muito maior que minha cabeça, e ainda ter as duas tão perto, você quer ver elas no sutiã no mínimo.
>Eu: desse tamanho não, mãe, - falei fazendo gestos com as duas mãos pra mostrar que eram enormes, - continuei olhando pra elas, e nisso minha mãe lambeu o lábio superior e porra, eu queria gozar. Mas tentei mudar de assunto, se continuássemos falando daqueles melões eu ia gozar só de conversar e ter eles tão perto. - mas vamos lá mãe, me fala o que é, tô curioso, parece que é algo sério.
>Mãe: nisso eu acredito, nenhuma menina da sua escola acho que tem o tamanho dessas domingas, - disse balançando as tetonas pros lados com um movimento leve, elas pareciam tão yummy. - bom, o que ela me contou é que o trabalho ou o jeito que gera mais dinheiro sem precisar de horário fixo nem os 6 dias por semana é porque ela encontrou um site que paga por tirar fotos, e dependendo da qualidade vão pagando uma quantidade $, mas só com 3 fotos ela ganhou o equivalente a uma quinzena de salário médio, imagina filho, umas fotos que ela tira num dia e ganha o que ganharia em quinze dias de salário. Não é legal, bebê? — disse enquanto as peitudonas dela continuavam se mexendo com o corpo e a respiração, fazendo movimentos bem leves, mas parece tão delicioso, ainda mais porque são os peitos da sua mãe, isso é o mais tarado que pode ter aqui....
>Eu: na verdade, até tem alguém, bom, não chega nesse tamanho, mas se aproxima — fiz gestos com a mão dando a entender que eram um pouco menores que as dela, mas pouco, na real continuam sendo umas tetonas enormes, só que comparando com as da minha mãe não tem nem comparação. — Ei, mas que fotos são essas, onde pagam bem? Imagino que tiveram que comprar uma câmera profissional, ou pelo que você disse, depende da qualidade pra pagar, e devem ter no mínimo 4k de qualidade, e tem que saber tirar boas fotos ou pelo menos um curso básico de fotografia, mãe. Não acho que seja tão fácil como a dona Nat falou. — falei sem parar de olhar as pernas lindonas e grossas dela e as peitudonas, claro, de canto de olho, porque olhar diretamente não dava, ela ia perceber a taradice da minha mãe...
>Mãe: ahh, já sei de quem você tá falando, filho. Não pensei que você reparasse nesse tipo de mulher, mesmo com a roupa de paletó dela você conseguiu ver que ela tem umas tetonas enormes, claro, não assim... — disse enquanto levantava os olhos e pegava nos peitos dela com um movimento leve. — Não, bebê! Não precisaram comprar uma câmera profissional nem fazer curso de fotografia, meu amor. A qualidade que eu falo é o quão explícita a foto é, do que eles pedem. É aqui que vêm os contras. Olha, as fotos têm que ser se tocando — disse minha mãe, bem séria. Eu fiquei de cara, falei: que isso, a dona Nat é gostosa pra caralho, tem OnlyFans ou o quê? haha e sorri.
>Eu: não é que eu reparava nela, é que quando ela abre o paletó ou tira, parece que os botões dos peitos dela vão estourar, mãe. Às vezes até dá pra ver parte do sutiã dela. — falei, gesticulando com as mãos o que tava dizendo pra ela entender. — São fotos quentes ou algo assim, mãe? — falei. Fazendo uma reação de surpresa.
A senhora que a gente tava falando é a Vanessa, é a mulher da cooperativa, a que tá no comando daquela área. Ela sempre usa calça jeans e, por cima, camisa com blazer. Todos os caras da escola são loucos nessa mulher, é um tesão. Ela tem um rabão e uns peitões. Dá pra dizer que a bunda dela é quase do tamanho da da minha mãe, desse jeito. A única diferença é nos peitos da minha mãe, ninguém ganha da desgraçada, e ela sabe disso, imagino.
>Mãe: Imagino, se ela tem uns peitos grandes. Ela devia fazer igual eu, comprar roupa maior. Olha, eu sempre compro maior e, por mais que tente, não fica tão folgada. Parece que cada vez fico mais gorda — disse enquanto passava as mãos da cintura até as pernas e os peitões, percorrendo tudo com as mãos. Ela tava brutalmente gostosa, uma delícia, minha mãe... Ela fez esse gesto só duas vezes. Depois continuou com a história da Nat. — Dá pra dizer que são fotos sem nudez nem mostrando nada sem roupa, bebê, mas são meio perversas. Esse é o motivo de eu não querer que você conte nada, meu amor. Olha, vou explicar — disse juntando as mãos e segurando uma das minhas mãos. Quando fez isso, os peitões enormes dela se apertaram ainda mais, do tamanho que são, parecia que iam explodir, pareciam duas montanhas se chocando. E continuou me explicando: — Olha, meu filho, as fotos têm a temática de alguém tocando nela, mas com roupa, não pense que é sem roupa. Exatamente assim, com roupa e pegando numa peitona ou na bunda dela, bebê. As fotos são assim. Ah, claro, sem mostrar os rostos. Na foto só aparece o contato dos corpos, a apalpada na área que tão mostrando ou o que tão pedindo os caras do site.
>Eu: Parece legal assim, mãe. Imagino que é complicado comprar roupa pra você, por causa das medidas — falei apontando pro corpo dela. — Mas continua me contando, mãe. Não acho que seja tão grave assim, tirar fotos de roupa e mostrar o marido pegando na bunda dela ou nos peitões dela, cê liga...!! — Fiz um gesto, dando a entender que era algo normal e comum, não vi tanta gravidade como ela tava fazendo parecer.
>Mãe: nossa! cê gosta da dona Vanessa? Sim, meu amor, muito complicado, e ainda mais a lingerie, achar sutiã que dê pra guardar esses peitões, muito difícil, sem falar que toda calcinha fica fio dental porque minha bunda é muito gorda, bebê. — fez um gesto de injustiça. E continuou com a da Nat, — meu amor, aí é que tá o detalhe, as fotos não são com o marido dela, — deu uma respirada de surpresa, —
>Eu: mãe, não me pergunta isso! Imagino, mãe, e não é gorda não, vdd, sinto que é perfeita. Digo, tá de boa. — fiquei pensando, já era, já falei que a rabetona dela é perfeita, mas tentei passar rápido pro assunto da Nat pra ela não perceber. — A dona Nat tá traindo o marido dela? — falei com cara de surpreso, viu.
Minha mãe ficou uns segundos pensando que não tinha mais volta, agora eu tinha que saber tudo pra entender o que tava rolando com essas fotos e qual era a gravidade. Algo me diz que deve ter alguma coisa muito safada ou muito perversa, já que ela fala que é pesado e não comenta com ninguém.
>Mãe: Não pensei que cê reparasse nas coroas quarentonas, haha, saíste pilantra, meu filho. E bom, fico feliz que cê não tenha nojo ou medo das dimensões do meu corpo. E é exatamente esse o ponto, meu amor, os meninos tão de olho nas milf, essa é a tara deles, imagino que é moda, por isso até botaram um nome chique, milf, pras mães que eles curtem. E aí é que tá o detalhe com minha amiga Nat, bebê, as 3 fotos que ela mandou são no tema de milf, uma coroa com um novinho, — fez um gesto de alívio por ter soltado a bomba.
>Eu: mãe, não vê por esse lado, só tô dizendo que ela é gostosa e pronto. — falei. Com calma e meio nervoso, sem ela saber o que mais me perverte, as senhoras milf como ela e a Vanesa, e a Nat também. Ainda mais ela pelo tesão de ser minha mãe e ver uns peitões enormes todo dia, e nem falo daquele rabão imenso dela....
— Uau... acho que por isso pagam bem, isso vende pra caralho, mas ela teve que contratar um modelo novinho pras fotos e não acho que isso seja vantagem, pra ser sincero. — falei, levando o assunto com muita calma pra poder chegar no fundo da questão com ela e saber tudo nos detalhes.
>Mãe: Meu filho, não contratei ninguém, e esse é o ponto, querido. Deixa eu te contar em detalhes pra você entender o pesado e foda da situação! — ela disse, ficando séria pra tratar desse assunto assim. — A Nat contou pro filho dela, o Rodri, sobre as fotos e quanto pagam, e o detalhe de que as fotos de tocar ela com roupa era com um jovenzinho. Ela comentou que agora receber um dinheiro assim, sem precisar de um trampo de 6 dias por semana, seria muito oportuno pra situação do pai dela estar desempregado. E foi aí que ela propôs pro filho se ele toparia tirar as fotos com ela. — Foi nesse momento que ela já ficou vermelha e baixou o olhar.
>Eu: Ah, caralho! Já entendi, mãe, mas acho que vale a pena, pro Rodri poder terminar a faculdade e não atrasar, quer dizer, acho que vale a pena. Além disso, as fotos são com roupa e é a mãe dele, não acho que ele vá sentir algo errado pela própria mãe. — falei, tentando levar a sério pra ela não perceber que eu tava pensando que o Rodri tinha ganhado na loteria, tirar fotos com a gostosa da mãe dele, pegando nos peitos dela e naquele rabão. Acho que depois disso ele passa todas as noites batendo uma pensando nos melões da mãe, sem falar naquele cuzao lindo e gigante dela.
>Mãe: Uau! Meu bebê, fico feliz que você leva um assunto desse tipo com tanta maturidade e sabe que por um bem maior vale a pena. Pra que o Rodri possa terminar a faculdade, meu amor. — disse minha mãe. Respirando fundo e levantando ainda mais as peitonas enormes dela, vendo como queriam explodir naquele vestido. -
>Eu: claro que entendo, mãe, fica tranquila e não se preocupa comigo, você não me contou nada – falei calmamente, sem dar importância. Pra ela ver que era só mais um assunto e pronto.-
>Mãe: bom, filho, olha, a ideia é que pagam muito bem, e como você levou com muita maturidade, queria saber se você aceitaria que eu me inscrevesse naquele site e a gente tirasse essas fotos, e com esse dinheiro grande a gente pudesse guardar pro seu próximo ano na faculdade, minha vida! – comentou minha mãe, sorrindo pra mim e pegando na minha bochecha com muito carinho.-
Uau, falei, isso é um sonho. Agarrar aquelas tetonas, mesmo por cima da roupa, seria muito quente e safado, e nem preciso falar daquela bundona enorme, segurar aquelas nádegas imensas seria um sonho realizado.
Hoje foi o melhor dia da minha vida, sem saber que viriam dias ainda melhores com as próximas fotos que estão por vir........!
CONTINUA
ME BLOQUEARAM A CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VAI FICAR ASSIM.
JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS APAGARAM OS CAPÍTULOS DE LACTÂNCIA E SCORT.
Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história está mais avançada.
E o cronograma deste mês está público. Tem dois níveis: diamante e platina.
Toda história será extensa.
Nos sites gratuitos, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
Histórias de mãe e filho, milf, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua todo mês.
Também, se quiserem me seguir no Instagram, onde posto detalhes. Estou como: jeiff.245
Sou o Sebas, vou fazer 18 anos, nos próximos meses vou pra faculdade, aliás, nada barata. Tenho 1,73, peso ideal pra minha altura. Moro com minha mãe, a Yanet, aliás, uma mulher deliciosa. Não consigo resistir, mesmo sendo minha mãe, ela é a carne viva da morbidez e da perversão.
Aliás, ela é solteira. Meu pai largou ela bem quando eu ia nascer. Que imbecil. Se soubesse como ela ficou e como ela tá aos 41 anos, ele ia se morder todo por ter deixado essa mulher voluptuosa que ele podia aproveitar todo dia. Eu mesmo comeria ela todas as noites, só de olhar e pensar nela já me dá vontade de gozar. E isso que só vi ela com roupa; ver ela completamente nua deve ser igual estar no céu.
Vou descrever ela: idade 41, não é loira nem morena, tem cabelo longo e ondulado pintado com mechas claras, mede 1,69. O corpo dela é voluptuoso, daquelas senhoras que têm umas tetonas enormes, que você sempre olha, querendo ou não, mesmo se estiver com sua parceira, é inevitável não reparar num corpo voluptuoso desses numa senhora. Ela tem uma bunda de infarto, isso que eu digo bunda, ela tem umas bundonas gigantes. Uma sentada dela e você goza na primeira. É uma delícia em vida e eu moro com ela, é a coisa mais doentia que podia me acontecer, todo dia pensando nela e me excitando com o corpo dela.
Um dia cheguei da escola à tarde e minha mãe estava com a amiga dela, a Natália, aliás, outra mulher muito gostosa. Mas deixo claro, não tanto quanto minha mãe, que tem tudo de sobra. A dona Nat não é tanto assim, mas é gostosa e eu comeria ela junto com minha mãe...
Cheguei, larguei minha mochila, fui cumprimentar minha mãe e a dona Nat. Passei rápido e fui pro meu quarto. Tinha que fazer uns trabalhos pendentes e ela me chamou pra jantar.
Desci pra jantar e estamos na cozinha. Minha mãe estava usando um vestido meio folgado e grande, mas como ela tem tudo grande demais, o vestido parece pequeno e muito safado, porque você sabe que por baixo desse vestido tem uma mulher gostosa pra caralho, que o próprio filho comeria ela sem pensar duas vezes, e toda noite pensa nela.
>Eu: oi, já vamos jantar? - sento e vejo as pernas dela, o vestido dela vai até acima dos joelhos, se ela não tivesse a bunda tão grande, o vestido ficaria abaixo dos joelhos, dá pra ver as coxas dela tão deliciosas e grandes, muito grandes - e aí, o que a sua amiga Nat diz, faz tempo que ela não vinha.
>Mãe: oi, meu amor, sim, senta! - ela se virava e se inclinava pra colocar o prato pra mim, de canto de olho vi os peitões enormes dela se mostrando, e quando ela se inclinou, eles queriam pular pra fora, pareciam tão apertados, pedindo ajuda pra soltar eles e deixar respirar, queriam rasgar o vestido na parte de cima, ainda mais quando ela se inclinava. - é justamente sobre isso que queria falar com você, bebê, foi uma conversa meio longa e espero que você esteja pronto pra ouvir, filho...
>Eu: então fala, mãe, amanhã é feriado e hoje posso ficar acordado até tarde fofocando com você.
>Mãe: vamos ver por onde começar, - enquanto falava, mexia as mãos, e os peitões dela pareciam perversamente errados, mas incríveis, eu não precisava olhar diretamente pra ver eles. de longe já dava pra ver os malditos peitões da minha mãe. - sabe, filho, você sabia que o marido da Nat perdeu o emprego e ela tá procurando trabalho, e o filho dela tá no meio da faculdade pra terminar, então tão passando por um momento complicado. E a Nataly tava procurando emprego pra ajudar o marido, e o negócio é que ela achou algo muito melhor do que um trabalho de 8 horas por dia de segunda a sábado. Muito melhor, mas claro, nem tudo pode ser tão bom, é como tudo, tem seus prós e contras, filho.
>Eu: você me falou semana passada, mãe, bom, sempre digo que tudo acontece por um motivo, e se isso tinha que acontecer pra ela achar algo melhor que um emprego, então é ótimo, verdade! - falei enquanto continuava comendo e olhava as expressões do rosto dela, os lábios grossos dela são tão... Ricos, as peitolas dela querendo pular pra fora.
>Mãe: deixa eu terminar de te contar, meu filho, e depois me diz se ainda acha tão legal! – Ela se inclinou mais pra mesa e ficou meio séria, os peitões imensos dela estavam espetaculares, não sei como não escapam e ficam o dia inteiro guardados ali, tão gostosos. – Olha, minha vida, o que vou te contar, preciso que não conte pra ninguém, é algo pesado e preciso que seja bem discreto, por favor. – Ela ficou olhando bem nos meus olhos, tão direta, e a língua dela roçava os lábios cada vez que falava, estava tão espetacular que na hora parei de olhar pras peitolas dela e me perdi nos lábios grossos dela, meio molhados pela língua...
>Eu: Mãe, se é algo pesado, não me conta pra ficar mais segura, deixa claro. Sabe que não sou fofoqueiro e quase não gosto de conversar com gente que não conheço, só com os primos e um ou outro amigo, mãe. – Falei enquanto ela se levantou e sentou do meu lado, a coxona dela encostava na minha perna, mesmo com minha calça, sentia uma delícia ter ela perto, e as peitolas dela ficavam meio coladas no meu cotovelo direito. Como eu tava usando essa mão pra comer, sem querer rocei o peitão dela, senti na hora que meu cotovelo bateu no pechão dela, parecia que o próprio peito empurrou meu cotovelo de tão grande e meio firme, foi tipo um trampolim. Só com aquele movimento e uma olhada de canto já tava com a pica dura 100% – Ah, desculpa, mãe, foi sem querer, você chegou muito perto.
>Mãe: Filho, o problema é que nem pros seus primos nem pros seus poucos amigos você pode contar o que minha amiga Nat Love me contou. – Disse ela se afastando uns centímetros pra não sentir a peitola dela de novo. – E pelo esbarrão, não se preocupa, minha vida. Às vezes esqueço o tamanho dessas tetonas e a distância que elas precisam ter, filho. – Disse minha mãe enquanto passava a mão no peitão imenso que roçou meu cotovelo, era tipo um carinho, com vontade de dizer: mamãe, eu levanto elas pra você. momento que fez aquele movimento, o peitão dela chegou mais perto do outro peitão e eles ficaram ainda maiores, quase queriam pular pra fora do vestido...
>Eu: ok mãe, não vou comentar nada, me fala. - perdi meu olhar naquelas tetonas enormes, literalmente virei a cabeça e vi como o sutiã dela marcava na parte de cima, foram uns segundos que me perdi naquelas chuchotas gigantes. - você tem razão, precisa de uma boa margem pra não bater com essas. - falei apontando com o dedo pros peitões imensos dela a só centímetros de distância, no máximo 30 cm.
>Mãe: ok filho, vou te contar, mas não perde mais o olhar nessas domingas love, ou você nunca tinha visto elas tão de perto? - disse ela erguendo o peito com a respiração, juro que aquelas tetas queriam estourar o vestido, os bicos já marcavam, e ficou a uns 3cm de distância do meu ombro, aquelas tetonas me deixaram muito excitado, literalmente uma teta é muito maior que minha cabeça, e ainda ter as duas tão perto, você quer ver elas no sutiã no mínimo.
>Eu: desse tamanho não, mãe, - falei fazendo gestos com as duas mãos pra mostrar que eram enormes, - continuei olhando pra elas, e nisso minha mãe lambeu o lábio superior e porra, eu queria gozar. Mas tentei mudar de assunto, se continuássemos falando daqueles melões eu ia gozar só de conversar e ter eles tão perto. - mas vamos lá mãe, me fala o que é, tô curioso, parece que é algo sério.
>Mãe: nisso eu acredito, nenhuma menina da sua escola acho que tem o tamanho dessas domingas, - disse balançando as tetonas pros lados com um movimento leve, elas pareciam tão yummy. - bom, o que ela me contou é que o trabalho ou o jeito que gera mais dinheiro sem precisar de horário fixo nem os 6 dias por semana é porque ela encontrou um site que paga por tirar fotos, e dependendo da qualidade vão pagando uma quantidade $, mas só com 3 fotos ela ganhou o equivalente a uma quinzena de salário médio, imagina filho, umas fotos que ela tira num dia e ganha o que ganharia em quinze dias de salário. Não é legal, bebê? — disse enquanto as peitudonas dela continuavam se mexendo com o corpo e a respiração, fazendo movimentos bem leves, mas parece tão delicioso, ainda mais porque são os peitos da sua mãe, isso é o mais tarado que pode ter aqui....
>Eu: na verdade, até tem alguém, bom, não chega nesse tamanho, mas se aproxima — fiz gestos com a mão dando a entender que eram um pouco menores que as dela, mas pouco, na real continuam sendo umas tetonas enormes, só que comparando com as da minha mãe não tem nem comparação. — Ei, mas que fotos são essas, onde pagam bem? Imagino que tiveram que comprar uma câmera profissional, ou pelo que você disse, depende da qualidade pra pagar, e devem ter no mínimo 4k de qualidade, e tem que saber tirar boas fotos ou pelo menos um curso básico de fotografia, mãe. Não acho que seja tão fácil como a dona Nat falou. — falei sem parar de olhar as pernas lindonas e grossas dela e as peitudonas, claro, de canto de olho, porque olhar diretamente não dava, ela ia perceber a taradice da minha mãe...
>Mãe: ahh, já sei de quem você tá falando, filho. Não pensei que você reparasse nesse tipo de mulher, mesmo com a roupa de paletó dela você conseguiu ver que ela tem umas tetonas enormes, claro, não assim... — disse enquanto levantava os olhos e pegava nos peitos dela com um movimento leve. — Não, bebê! Não precisaram comprar uma câmera profissional nem fazer curso de fotografia, meu amor. A qualidade que eu falo é o quão explícita a foto é, do que eles pedem. É aqui que vêm os contras. Olha, as fotos têm que ser se tocando — disse minha mãe, bem séria. Eu fiquei de cara, falei: que isso, a dona Nat é gostosa pra caralho, tem OnlyFans ou o quê? haha e sorri.
>Eu: não é que eu reparava nela, é que quando ela abre o paletó ou tira, parece que os botões dos peitos dela vão estourar, mãe. Às vezes até dá pra ver parte do sutiã dela. — falei, gesticulando com as mãos o que tava dizendo pra ela entender. — São fotos quentes ou algo assim, mãe? — falei. Fazendo uma reação de surpresa.
A senhora que a gente tava falando é a Vanessa, é a mulher da cooperativa, a que tá no comando daquela área. Ela sempre usa calça jeans e, por cima, camisa com blazer. Todos os caras da escola são loucos nessa mulher, é um tesão. Ela tem um rabão e uns peitões. Dá pra dizer que a bunda dela é quase do tamanho da da minha mãe, desse jeito. A única diferença é nos peitos da minha mãe, ninguém ganha da desgraçada, e ela sabe disso, imagino.
>Mãe: Imagino, se ela tem uns peitos grandes. Ela devia fazer igual eu, comprar roupa maior. Olha, eu sempre compro maior e, por mais que tente, não fica tão folgada. Parece que cada vez fico mais gorda — disse enquanto passava as mãos da cintura até as pernas e os peitões, percorrendo tudo com as mãos. Ela tava brutalmente gostosa, uma delícia, minha mãe... Ela fez esse gesto só duas vezes. Depois continuou com a história da Nat. — Dá pra dizer que são fotos sem nudez nem mostrando nada sem roupa, bebê, mas são meio perversas. Esse é o motivo de eu não querer que você conte nada, meu amor. Olha, vou explicar — disse juntando as mãos e segurando uma das minhas mãos. Quando fez isso, os peitões enormes dela se apertaram ainda mais, do tamanho que são, parecia que iam explodir, pareciam duas montanhas se chocando. E continuou me explicando: — Olha, meu filho, as fotos têm a temática de alguém tocando nela, mas com roupa, não pense que é sem roupa. Exatamente assim, com roupa e pegando numa peitona ou na bunda dela, bebê. As fotos são assim. Ah, claro, sem mostrar os rostos. Na foto só aparece o contato dos corpos, a apalpada na área que tão mostrando ou o que tão pedindo os caras do site.
>Eu: Parece legal assim, mãe. Imagino que é complicado comprar roupa pra você, por causa das medidas — falei apontando pro corpo dela. — Mas continua me contando, mãe. Não acho que seja tão grave assim, tirar fotos de roupa e mostrar o marido pegando na bunda dela ou nos peitões dela, cê liga...!! — Fiz um gesto, dando a entender que era algo normal e comum, não vi tanta gravidade como ela tava fazendo parecer.
>Mãe: nossa! cê gosta da dona Vanessa? Sim, meu amor, muito complicado, e ainda mais a lingerie, achar sutiã que dê pra guardar esses peitões, muito difícil, sem falar que toda calcinha fica fio dental porque minha bunda é muito gorda, bebê. — fez um gesto de injustiça. E continuou com a da Nat, — meu amor, aí é que tá o detalhe, as fotos não são com o marido dela, — deu uma respirada de surpresa, —
>Eu: mãe, não me pergunta isso! Imagino, mãe, e não é gorda não, vdd, sinto que é perfeita. Digo, tá de boa. — fiquei pensando, já era, já falei que a rabetona dela é perfeita, mas tentei passar rápido pro assunto da Nat pra ela não perceber. — A dona Nat tá traindo o marido dela? — falei com cara de surpreso, viu.
Minha mãe ficou uns segundos pensando que não tinha mais volta, agora eu tinha que saber tudo pra entender o que tava rolando com essas fotos e qual era a gravidade. Algo me diz que deve ter alguma coisa muito safada ou muito perversa, já que ela fala que é pesado e não comenta com ninguém.
>Mãe: Não pensei que cê reparasse nas coroas quarentonas, haha, saíste pilantra, meu filho. E bom, fico feliz que cê não tenha nojo ou medo das dimensões do meu corpo. E é exatamente esse o ponto, meu amor, os meninos tão de olho nas milf, essa é a tara deles, imagino que é moda, por isso até botaram um nome chique, milf, pras mães que eles curtem. E aí é que tá o detalhe com minha amiga Nat, bebê, as 3 fotos que ela mandou são no tema de milf, uma coroa com um novinho, — fez um gesto de alívio por ter soltado a bomba.
>Eu: mãe, não vê por esse lado, só tô dizendo que ela é gostosa e pronto. — falei. Com calma e meio nervoso, sem ela saber o que mais me perverte, as senhoras milf como ela e a Vanesa, e a Nat também. Ainda mais ela pelo tesão de ser minha mãe e ver uns peitões enormes todo dia, e nem falo daquele rabão imenso dela....
— Uau... acho que por isso pagam bem, isso vende pra caralho, mas ela teve que contratar um modelo novinho pras fotos e não acho que isso seja vantagem, pra ser sincero. — falei, levando o assunto com muita calma pra poder chegar no fundo da questão com ela e saber tudo nos detalhes.
>Mãe: Meu filho, não contratei ninguém, e esse é o ponto, querido. Deixa eu te contar em detalhes pra você entender o pesado e foda da situação! — ela disse, ficando séria pra tratar desse assunto assim. — A Nat contou pro filho dela, o Rodri, sobre as fotos e quanto pagam, e o detalhe de que as fotos de tocar ela com roupa era com um jovenzinho. Ela comentou que agora receber um dinheiro assim, sem precisar de um trampo de 6 dias por semana, seria muito oportuno pra situação do pai dela estar desempregado. E foi aí que ela propôs pro filho se ele toparia tirar as fotos com ela. — Foi nesse momento que ela já ficou vermelha e baixou o olhar.
>Eu: Ah, caralho! Já entendi, mãe, mas acho que vale a pena, pro Rodri poder terminar a faculdade e não atrasar, quer dizer, acho que vale a pena. Além disso, as fotos são com roupa e é a mãe dele, não acho que ele vá sentir algo errado pela própria mãe. — falei, tentando levar a sério pra ela não perceber que eu tava pensando que o Rodri tinha ganhado na loteria, tirar fotos com a gostosa da mãe dele, pegando nos peitos dela e naquele rabão. Acho que depois disso ele passa todas as noites batendo uma pensando nos melões da mãe, sem falar naquele cuzao lindo e gigante dela.
>Mãe: Uau! Meu bebê, fico feliz que você leva um assunto desse tipo com tanta maturidade e sabe que por um bem maior vale a pena. Pra que o Rodri possa terminar a faculdade, meu amor. — disse minha mãe. Respirando fundo e levantando ainda mais as peitonas enormes dela, vendo como queriam explodir naquele vestido. -
>Eu: claro que entendo, mãe, fica tranquila e não se preocupa comigo, você não me contou nada – falei calmamente, sem dar importância. Pra ela ver que era só mais um assunto e pronto.-
>Mãe: bom, filho, olha, a ideia é que pagam muito bem, e como você levou com muita maturidade, queria saber se você aceitaria que eu me inscrevesse naquele site e a gente tirasse essas fotos, e com esse dinheiro grande a gente pudesse guardar pro seu próximo ano na faculdade, minha vida! – comentou minha mãe, sorrindo pra mim e pegando na minha bochecha com muito carinho.-
Uau, falei, isso é um sonho. Agarrar aquelas tetonas, mesmo por cima da roupa, seria muito quente e safado, e nem preciso falar daquela bundona enorme, segurar aquelas nádegas imensas seria um sonho realizado.
Hoje foi o melhor dia da minha vida, sem saber que viriam dias ainda melhores com as próximas fotos que estão por vir........!
CONTINUA
ME BLOQUEARAM A CONTA DE NOVO E APAGARAM O CAP DE SCORT, NÃO SEI QUANTO TEMPO VAI FICAR ASSIM.
JÁ ATIVARAM MINHA CONTA, NÃO SEI O QUE ACONTECEU. MAS APAGARAM OS CAPÍTULOS DE LACTÂNCIA E SCORT.
Se quiserem dar uma olhada na conta do Patreon, essa história está mais avançada.
E o cronograma deste mês está público. Tem dois níveis: diamante e platina.
Toda história será extensa.
Nos sites gratuitos, vou postar um capítulo da mesma história a cada 2 ou 3 meses.
Histórias de mãe e filho, milf, tias, vizinhas, sogras, mulheres voluptuosas. E toda história continua todo mês.
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