Meu namorado, eu e um cara

Fala, galera! Dessa vez quero contar outra experiência que acabou num ménage: eu, meu namorado e um cara com quem eu trocava ideia quando tava solteira, mas nunca cheguei a conhecer até aquela noite.

Saímos com o Lucho e uns amigos pra uma balada num sábado. Tinha duas pistas: uma de cachenguera e outra eletrônica, então a gente ficava mais na de techno. A noite foi rolando, a gente bebeu muito vodka, bateu rápido na cabeça. Um amigo que tava na pista ofereceu um pouco de MD, e isso melhorou ainda mais a noite. Quando fui com minha amiga no banheiro, num corredor, tinha um grupo de caras, e um deles gritou meu nome. Eu, meio tonta, virei e vi um cara se aproximando que eu não sabia quem era. Ele me cumprimentou e falou: "Sou o Santiago" (nome fictício). Eu fiquei tipo: "Quem?" Aí ele me descreveu um cara que eu tinha conversado no Tinder e depois no WhatsApp, até que ele falou o número, que eu tinha salvo, e aí lembrei. Ele tava um pouco diferente das fotos do Tinder pra agora, mas achei bonito do mesmo jeito. Então foi um "oi, tudo bem?" e fui pro banheiro. Voltei pra pista, contei pro Lucho rindo, ele riu também. A gente continuou dançando, e numa dessas fui pro bar e encontrei ele de novo. Ele veio puxar papo, tipo: "Que loucura te encontrar agora", "De onde você é?", e eu fazia as mesmas perguntas. Fiquei um tempinho conversando com ele, e aí ele perguntou se eu tava usando algo. Falei que sim, mas não queria ficar muito doida. Ele me ofereceu um pouco de MD e falou pra irmos dançar. Disse que podia ser, mas que tava com meu namorado e minhas amigas. Ele falou que sem problemas. Voltei pros meus amigos, contei pro Lucho, e ele disse: "Devia ter trazido mais MD, hahaha" e começou a perguntar se eu já tinha conhecido ele, se já tinha ficado com ele. E a real é que não, nunca nos encontramos, só conversa e umas trocas quentes no WhatsApp e nada mais. Depois ele sumiu e a gente não falou mais. Quase no fim da noite, uma amiga queria usar MD, e aí me ocorreu, depois de não conseguir, perguntar pro Santi. Mandei mensagem pra ele. Responde uns 15 minutos depois e vem pra onde a gente tava. Aí apresento meus amigos e o Lucho. Ele ficou impressionado com o físico do Lucho, que não é alto mas tem muito volume de músculo, então ficou trocando ideia sobre isso. E bom, ficou com a gente, a gente riu pra caralho, e ficamos falando sobre os efeitos de estar drogado, um deles é como altera o tato, os lábios ficam mais carnudos, quando você toca a pele parece macia, etc.

Acenderam as luzes, a noite acabou. A gente foi embora. No caminho, deixando nossos amigos, ele me mandou uma mensagem falando a típica: que sou mais gostosa pessoalmente, que sou gente boa, que sorte o Lucho me ter e blá blá blá. Aí eu respondi agradecendo pela boa energia e tal. Quando deixamos minha amiga, que era a última, a gente ficou um tempinho do lado de fora fumando um baseado. Começamos a nos pegar e ficamos muito tesudos. Tirei a rola dele e comecei a bater uma punheta. Ele me apalpava os peitos, tava muito excitado. Quando decidimos ir embora, o Santi tinha falado de ir pra um after se a gente quisesse. O Lucho tava afim de continuar e eu também, além de querer transar. Bom, decidimos ir um pouquinho. Quem sabe depois pintava algo mais, a gente pensou, com o gostoso ou com outros que também vou contando as experiências. Chegamos, não tinha muita gente, umas 30 pessoas mais ou menos. A gente tava com o Santi e 2 caras e 1 mina que tava com ele. O DJ era amigo dele, por isso ele nos convidou. E como era de se esperar, a gente apelou pra bala. Mais energizante que o vodka que a gente já tinha na cabeça, bateu forte em todo mundo, acho. Porque rapidinho a gente virou tudo amigão (hahaha). Num momento, o Santi me agarra por trás pelos ombros e começa a me balançar pra dançar. O Lucho na frente, e eu tava no meio dos dois. Entre o Santi e o Lucho, eles se seguraram pelos ombros, então fiquei apertada sentindo um pouco a rola do Santi. Por dentro, só ria. Quando ele se solta, o Lucho me fala: "certeza que ele encostou tudo em você". "Sim", eu falo, "até se acomodou hahaha". A gente riu disso. Sentamos um pouquinho e, com o efeito de tudo que a gente tinha consumido... Queríamos transar, tava afim de fazer um menage (quando dava vontade de fazer algo assim, a gente procurava alguém). Aí mandei mensagem pra dois caras que a gente já tinha ficado, mas não responderam. Nisso, o Lucho me fala: "chama o Santi". "Ele é doido", respondi. "Você se livra de procurar e com certeza ele tá morrendo de vontade de te comer kkk", ele disse. "É, mas não conheço ele direito", falei. "Então, senão a gente fica sem fantasia hoje kkk", ele respondeu. "Até queria transar a três, mas não tava muito afim de fazer isso com um desconhecido praticamente. Então, esperamos respostas enquanto fomos dançar. E nisso, pensei, com a onda que eu tava, como seria fazer isso com um cara de 22 anos (ele) e a gente com 32 e 33. Enquanto dançávamos, eu tocava nele, a gente se abraçava, o Lucho também se animava, ou dançava com as minas e os caras do grupo. Até que o Santi me fala: "Daqui a pouco a gente vai, vocês vão fazer algo a mais?"
EU: "Claro, vamos meter kkk"
SANTI: "Nossa, que inveja, por ele"
EU: KKK (já com intenção de algo mais)
SANTI: "Porque ele tem você, que é toda gostosa, e eu vou dormir sozinho"
EU: "Bom, mas se não tem ninguém, pelo menos vê um pornô kkk"
SANTI: "Um seu com o Lucho kkk"
EU: "Kkk não temos, mas a gente faz ao vivo kkk"
SANTI: "Uff, seria bom"
E aí a conversa parou. Pouco depois, fomos pro carro, acendemos um baseado. O Santi ia caminhando com a amiga, então oferecemos carona. Primeiro deixamos a amiga. No caminho, o Lucho tava morrendo de vontade de mijar, aí o Santi ofereceu subir no apê dele pra usar o banheiro. Eu falei pra ele ir. Subimos os três. Ele foi no banheiro, e eu e o Santi sentamos no sofá pra fumar. Aquela bala tinha batido forte, então a gente falava um monte de besteira e morria de rir do que a gente dizia.
EU: "Bom, a gente te deixa em paz pra você ver um pornô kkk"
SANTI: "Achei que ia te ver ao vivo, já tinha me acomodado kkk"
EU: "Olha, não me tenta que tô muito louca e tô com muita vontade de pegar o Lucho agora"
SANTI: "Então beleza Me sento naquele pufe, fico mais confortável assim haha"
Lucho sai do banheiro
EU "haha love Santi, ia adorar ver a gente transando"
LUCHO "que louco haha ao vivo e a cores ou em vídeo?"
EU ao vivo e a cores haha
Lucho chega perto de mim, senta do meu lado
LUCHO "então, se ele quiser, a gente pode agora?"
SANTI "Tô de boa, to aqui confortável com meu copo d'água haha"
EU "deixa eu dar um trago e tirar a jaqueta, aí a gente vê"
Me engasgo com o baseado e sinto o Lucho me agarrar por trás, começa a apalpar meus peitos por baixo da roupa, encosta a rola em mim e eu começo a ficar com tesão, ele me apalpa, eu pego na rola dele, me viro e a gente se beija, e ali mesmo ele desabotoa meu jeans e puxa pra baixo, deixando minha bunda à mostra pro Santi, ele agarra, aperta, dá uns tapas enquanto eu chupava a boca dele, vejo ele sentar na poltrona, abaixar a calça e pôr a rola pra fora, na hora eu me ajoelho e começo a chupar ele, enfio tudo na boca, fecho os olhos e só aproveito, fiquei um tempão chupando até ele me levantar, me beijar e eu empurrar ele de volta no sofá, tiro o jeans, tiro a calcinha fio dental e subo em cima dele, começo a rebolar bem rápido, levanto a camiseta, esfrego os peitos na cara dele, a gente tava transando muito gostoso, num momento vejo uma sombra se mexer, me viro e lembro que o Santi tava ali, tinha esquecido completamente, olho pra ele e o cara tava com a mão dentro da calça se tocando, me inclino pro lado pra ver melhor e paro a rabeta, nessa hora aproveito pra continuar fumando enquanto me mexia, o Lucho me levanta e me joga de costas no sofá, vem por cima de mim e começa a me foder bem forte enquanto eu apertava meus peitos, grito de prazer, e de vez em quando olhava pro Santi se tocando por dentro da calça, ele coloca minhas pernas no ombro, Lucho, enquanto os três fumavam, ele me encaixa no meio do sofá com as pernas no ombro dele, eu apoiada no encosto, ele ajoelhado nos almofadões, deixando toda minha bunda à mostra pro Santi ver em primeira fila Enfia o pau dentro de mim, eu ficava pegando na minha bunda pra provocar ele, enquanto o Lucho me beijava. Foi uma parada tão gostosa aquele momento, sentir o pau do meu namorado entrando e ao mesmo tempo sendo observada por um estranho, praticamente. Quando o Lucho resolve sair, me coloca de quatro, de costas pro Santi. Eu me jogo contra o encosto do sofá e só me entrego, fecho os olhos e vou embora. Me imagino em outro lugar enquanto sou comida pelo Lucho, e cada vez mais forte ele começa a me penetrar. Eu sinto como me molho, continuo gemendo alto, e depois de um tempo sinto que ele dá uma pausa. O Lucho tira o pau e rapidamente sinto ele entrando de novo, me comendo com força, me segura pela cintura, pega nos meus peitos, eu continuo gemendo alto. Nisso, o Lucho pergunta se eu tava gostando, respondo que sim, que tava adorando como ele tava me comendo. Sinto alguém se sentar do meu lado, abro os olhos e era o Lucho que senta. Abro bem os olhos e, pra minha surpresa, quem tava me comendo não era o Lucho, era o Santi. Me viro, vejo ele com uma cara de muito tesão, de olhos fechados, me comendo bem forte. Longe de ficar brava, me deixei levar porque no fundo tava gostando (num momento de viagem minha, o Lucho me pergunta se eu queria que o Santi me comesse e eu respondi que sim, lembro disso, mas tava tão viajada que só queria transar, já tinha esquecido do Santi). Então o Lucho senta, se masturbando, e eu só me deixo levar. Depois me ajeito de quatro ao longo do sofá enquanto o Santi continuava me comendo. O Lucho, ajoelhado, colocou o pau na minha boca e ali estava eu, sendo comida pelos dois, aproveitando um trio lindo. Me viro e começo a chupar o pau do Santi, um pau bonito, muito gostoso, até que escuto o Santi dizer "vou gozar". "Vem", eu falo, "joga na minha cara". Continuo chupando enquanto ele se masturbava, e aí na hora o Lucho gozou na minha bunda e, pouco depois, o Santi na minha cara. Tinha porra na bochecha da minha bunda e no rosto inteiro, uma chuva de porra que o Santi me deu. Me limpei com a mão, o Lucho me passou a mão. Língua na buceta, engolindo a própria porra dela. Fui no banheiro, limpei a cara, e quando voltei os dois estavam sentados pelados naquele sofá, tomando água, fumando e conversando. Sentei no meio, também pelada, e começamos a rir do que tinha rolado e de como eu nem percebi quando eles se trocaram atrás de mim. Os dois estavam com o pau durasso, principalmente o Lucho. Então, enquanto a gente fazia piada, eu ficava tocando neles. A gente tava falando sobre fazer ménage, e pro Santi contamos as experiências passadas. Percebi que o pau dele tava subindo. Palavra vai, risada vem, eu me ajoelhei no tapete e comecei a chupar os dois, um pouquinho cada um, enquanto batia uma pra eles. Enfiava o pau inteiro na boca. O do Santi era compridinho, quase não entrava todo; o do Lucho era normal pra pequeno, mas bem duro. Depois, Lucho foi pra trás de mim e começou a me comer. Meteu devagar, começou suave, e depois começou a meter bem forte. E em nenhum momento tirei a boca do pau do Santi – fiquei chupando ele o tempo todo. Uma delícia aquele momento. Lucho saiu, me levantou e continuou me comendo enquanto eu chupava o Santi. Aí decidi sentar no pau dele e me mexer por cima, enquanto Lucho mordia minha bunda, me batia, e Santi chupava meus peitos. Foi aí que gozei. Santi me levantou e falou pra irmos pra janela, que tava atrás do puff onde ele tava sentado. Me apoiei naquela janela, que dava pra rua, e ele me comeu ali. Foram se revezando, um pouquinho cada um. Um me comia e o outro olhava, se tocando ou passando a mão na minha buceta ou peitos. E eu só apoiada na janela, sem me importar se alguém me via. Fiquei um tempão ali até eles gozarem em mim. Primeiro o Santi gozou na minha buceta, enquanto o Lucho tava sentado vendo tudo. Depois ele continuou me comendo até gozar também, mas aí ele gozou na minha boca. Ele tinha ficado muito excitado me vendo comer com outro. Adora me ver comendo com outro, e eu adoro ser comida com força enquanto vejo eles se masturbando pra mim por me ver ser macetada com tudo por alguém. Depois dessa experiência, a gente se viu de novo com o Santi e rolou mais coisa. Nós, eu e o Lucho, percebemos que os dois curtem muito transar juntos, mas de vez em quando bate a vontade de dar uma foda com outro. Aí a gente procura e, se rolar, é só alegria. A gente come com liberdade e confiança, sempre que os dois tão de acordo. Já falei não algumas vezes, nem sempre eu topo, e nem sempre a gente sente vontade, mas de vez em quando é bom. Uma vez eu admiti pro Lucho que queria muito chupar uma pica bem grande. A dele é normal, mas uma bem grossa me dá um tesão danado. Grossa e comprida, eu queria experimentar. Naquele momento, a gente falou tudo o que a gente queria. Ele disse que adoraria me ver com uma bem grande metendo na minha bunda e enchendo minha cara ou boca de porra. Também admiti que queria fazer troca de casal. Ele falou que adoraria me ver com dois ou mais. Essa parte não me chamou tanta atenção, mas me imaginei com os caras que a gente já tinha comido, todos ao mesmo tempo, e, verdade seja dita, seria bom. A fantasia mais louca que ele confessou foi que queria me ver com dois caras: enquanto um me come, o outro filma pra depois mandar os vídeos pra ele. Então, a gente viveu um monte de experiências.

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