Bom, continuando com a segunda parte, depois de organizar bem a viagem e sabendo exatamente o que ia rolar, assumindo riscos antes, durante e depois, decidi meter a cara. Com a vantagem que eu tinha, era óbvio que tava na frente. Então, meu pai e meu irmão viajaram numa sexta e só voltariam na quarta à noite. Eles saíram na sexta à tarde, e na mesma noite a gente fez as malas pra nossa viagem. Era segredo, porque não sabíamos como minha família ia reagir se soubesse que só eu e a Yenny íamos pra praia. Peguei meu carro e saímos de viagem sexta-feira umas 7 da noite. No caminho, fomos conversando sobre tudo, ouvindo reggaeton — que minha mãe adora, claro. Logo relaxamos ao ver que ninguém ligava e tudo parecia normal. Chegamos umas 2 da manhã no apartamento. Buzinei, e o guarda saiu. Minha mãe, meio sem graça, fingiu que tava dormindo, cobrindo metade do rosto com uma manta. Falei pro guarda que tinha um apê reservado. Aí entramos. Minha mãe resolveu ficar no carro enquanto eu subia pra ver como era o esquema das alarmes e o funcionamento do apê. Assim que o responsável foi embora, desci, chamei minha mãe pra subir. Pegamos as malas e subimos. A guarita e a administração ficam na frente, e o estacionamento e acesso aos apês são por trás, então ninguém nos viu. Percebi que só tinha mais um carro estacionado, então sabia que o prédio tava quase vazio. Enfim, subimos pro quarto andar e, quando entramos, minha mãe não segurou a emoção de ver o apê tão luxuoso que aluguei até quarta. Mostrei pra ela a sala, o banheiro e o único quarto com cama de casal, além da área da jacuzzi e uma varanda com vista pro mar. Tava tudo uma delícia. Como já era madrugada, decidimos descansar da viagem. Minha mãe vestiu um baby doll prateado, e eu fiquei só de Boxer e DVD, não consegui parar de olhar pra ela, tão gostosa que tava na minha frente kkk falando que meu pai tinha muita sorte kkk. Eu tava de cabeça fria, então não queria forçar nada ainda, então dormimos só 4 horas até que às 7 acordamos pra tomar café, fomos pra praia, caminhamos por lá, conversamos, batemos papo e cada vez eu tava ganhando mais terreno. Aí paramos numa loja de biquínis e comprei um biquíni do meu gosto, além de duas tangas. Ela não falou nada, era minha cúmplice total, como eu disse antes, tava arriscando tudo. Chegou 7 da noite e falei pra minha mãe se ela queria sair pra um bar tomar algo, e ela disse que preferia ficar em casa tomando algo tranquilo. Aceitei de boa, então desci pra comprar cerveja, cigarro e um uísque. Subi e minha mãe disse que ia ficar à vontade. Eu tava no sacada fumando quando ela saiu do nosso quarto e eu vi ela com uma saia rosa de colégio. Só de olhar, não consegui disfarçar o olhar que cravei nas pernas dela. Levantei na hora e falei "mas que porra é essa". Ela disse "gostou?" e eu falei "amei". Girei ela devagar e admirei o corpo todo dela. Aí ela disse "faz tempo que não me sentia tão viva, tão admirada". Eu falei "isso é porque não te olharam com os olhos certos". Ela disse "tipo os seus" e eu falei "claro, os meus te admiram da cabeça aos pés". Comecei a preparar micheladas com cerveja pra começar a beber. Depois de umas 7, começamos a beber só cerveja, já meio altos, e quando deu 9:30 da noite, soltei que na Espanha aprendi um pouco de dança de stripper, mas nunca tinha praticado kkk. Aí ela, admirada, disse "sério e ainda lembra?" e eu falei "vamos ver então". Levantamos, peguei na mão dela e com a outra mão peguei uma cerveja e levei ela pro sofá da sala. Deixei a porta de correr da sacada aberta. A música que tava tocando era reggaeton romântico, mudei e coloquei música de stripper. Aí falei pra ela que era pra pegar jeito e confiança. Eu queria que a mulher também estivesse no mesmo nível, então fui até nosso quarto e peguei um presente. Voltei pra sala, tirei o DVD e me ajoelhei na frente dela. Tirei os tênis dela com cuidado e coloquei dois saltos altos transparentes. Aproveitei pra abrir um pouco as pernas dela e olhar, e pra minha surpresa, ela tinha colocado uma calcinha fio dental pequena que eu tinha comprado pra ela naquele dia, uma roxa brilhante. Uff, isso me deixou muito excitado. Depois me levantei e, com a música pronta, comecei a rebolar na frente dela. Ela só olhava nos meus olhos, me admirando. Aí peguei a mão dela e fiz ela acariciar meus ombros, meu abdômen, minhas costas, minhas pernas. Depois levantei ela e encostei meu corpo no dela, e fui rebolando com meu pau. De vez em quando, levantava a saia dela e depois abaixava. Lembra que a gente já tava bêbado e quente. Aí, não sei se foi presente ou não, mas justo nessa hora meu pai me liga e corta todo o clima. A gente ficou de pé. Só abaixei um pouco o volume da música e atendi a ligação. A gente se cumprimentou, meu pai perguntou uma coisa do trabalho, eu dei as instruções e perguntei como eles estavam. Ele disse que tava tudo bem, que iam chegar na quinta de madrugada porque tinha um atraso no navio. Eu falei que perfeito. Ele já ia se despedir, eu disse que ia estar ocupado na academia e não poderia atender outra ligação, e também falei que o celular da minha mãe tava com um problema na linha e não tinha internet estável. Com isso, deixei bem claro que não queria que ele ligasse de novo. Peguei o celular, coloquei no silencioso. Tudo isso enquanto abraçava minha mãe por trás, e ela ouvindo tudo quietinha, vendo como o homem dela lidava com a situação. Depois continuei com o que tava fazendo, dessa vez pra dizer: "Viu, minha mãe não se preocupa com você, nem perguntou." Ela confirmou e eu continuei enrolando. Depois a gente continuou bebendo, a dança esquentou de vez e eu já tinha minha mãe deitada no sofá, comigo por cima simulando penetrações, hehe. Aí ela disse: "Filho, vai fechar a porta de correr", então eu entendi. Não queria que ninguém visse a putaria que ia rolar ali, haha. Então levantei, fechei a porta, voltei e enfiei a mão por baixo da fio dental, comecei a esfregar a buceta com um dedo só, aí ela virou e a gente se beijou, pff, o que veio depois é história. No começo enfiei devagar, como se tivesse desvirginando uma buceta virgem, depois peguei o ritmo e meti uma boa sentada. Minha mãe não ligou de gemer, no fim eu disse que só tinha nós dois. Entraria em detalhes, mas isso fica pra uma terceira parte. Só vou dizer que depois disso a gente conversou bem e entendeu que precisamos um do outro, que eu satisfazia ela por completo, que meu pai tinha um pau de 12cm, mas fininho igual um graveto, enquanto eu tenho um de 17cm, grosso, e isso preenchia todos os vazios. Durante a estadia, a gente trepou no apartamento inteiro, e em casa temos nossos encontros regulares. Tem que estar preparado mentalmente porque não é fácil comer sua mãe de manhã e à tarde cumprimentar seu pai como se nada, com um abraço. Muitas vezes no começo eu tinha que inventar algo e sair da mesa pra minha mãe não ficar nervosa, estando com os dois maridos ao mesmo tempo. Com o tempo isso foi amadurecendo. Do mesmo jeito, a relação com a família, cada um na sua. Minha mãe, às vezes — bem, no começo ela foi chorar no túmulo do pai dela e contar o que tava rolando. Uma vez eu acompanhei e pedi permissão pro meu avô pra ser o amante da filha dele, que ninguém ia entender, mas foi assim que as coisas aconteceram. É assim que a gente é perto da família: só nos damos amor quando ninguém vê. Isso sim, eu assumi a casa, quem toma as decisões sou eu, depois meu pai e meus irmãos. Ninguém desconfia de nada. Tô sempre pra minha mãe como filho, marido e amante da cama dela. Vou contar mais detalhes numa próxima vez. Enquanto isso, assunto: fotos da minha mãe, como ela é vista pela família vs. como eu tenho ela quando Estamos sozinhos.





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