Minha mãe

Olá a todos os leitores, vou contar minha experiência por aqui, já que talvez só assim eu possa aconselhar quem deseja transar com a própria mãe. Para chegar a esse ponto, é preciso estar 100% preparado psicologicamente para poder aproveitar plenamente, sem sentir culpa. Tenho 31 anos e há um ano somos amantes, eu e minha mãe, que tem 46 anos.

Sempre fomos uma família unida: eu, meus dois irmãos, meu pai e minha mãe. Quando completei 22 anos, decidi me mudar para a Europa em busca de novas oportunidades, mas voltei aos 28, depois de terminar meu casamento na Europa. Tudo aconteceu de forma inocente, pois comecei a ter problemas com minha parceira, já que ela não era nada fogosa. Pensei que com o casamento seria diferente, mas foi pior. Então, a única pessoa com quem eu contava meu problema era minha mãe (Yenny). Ela sabia que eu tinha problemas no meu casamento por causa disso.

E, pra falar a verdade, eu estava com uns quilinhos a mais quando cheguei, mas comecei a ir à academia e fiquei sarado, até fiz uma tatuagem. Sem perceber, eu só mostrava meus progressos para minha mãe por videchamada. Acostumei-me a esperar regularmente minha esposa sair do trabalho para iniciar uma videchamada com minha mãe e conversar por horas, 2 ou 3 horas. Longe de perguntar se ela estava sozinha em casa para focar no meu corpo e músculos, ou para ela me ver malhando, era também para nos tornarmos confidentes. Tanto ela quanto eu sofríamos porque nossos parceiros não tinham aproximação conosco, hehe.

Enfim, depois de meses sendo confidentes, decidi pôr fim ao meu casamento e voltar para o meu país. E assim foi. Antes de ir, comprei presentes para minha família, é claro, para minha mãe, sendo minha preferida, levei mais presentinhos. Alguns eu pensava em dar na frente da família e outros em particular, hehe. Bom, não com má intenção, mas eram joias e roupas sexy que serviam para qualquer mulher, mas preferi guardar para dar a alguém em alguma ocasião.

Enfim, chegou o dia de voar. Quando cheguei ao aeroporto, estava... recebendo toda minha família, tios, primos, irmãos, pai e mãe, foi tão calorosa a recepção que foi surpreendente para eles verem minha mudança hehe. Lembro que, depois de passar pelo filtro final, só me fixei em ver se minha mãe estava lá, os outros não importavam naquele momento, só ela, só aquela mulher. Depois de nos darmos o primeiro abraço, e depois de toda a confusão passar, abracei minha mãe mais uma vez a caminho do estacionamento, agarrei-a pela cintura e a coloquei na minha frente, a abracei forte contra mim e disse: "Estou aqui, finalmente juntos", ao que ela confirmou: "Sim, meu filho, finalmente juntos". Não pude evitar dar algumas olhadas na bunda e na buceta da minha mãe, ela estava no lugar apesar da idade. De alguma forma, começamos a viver e a ser confidentes da mesma maneira, pois consegui um emprego na mesma empresa do meu irmão Alex (27 anos) e do meu pai Manuel (50 anos). Como eu tinha estudos, consegui um cargo de escritório, e meu pai e irmão eram operários, então eles trabalhavam longas jornadas de 12 horas ou viajavam às vezes por 3 dias ou mais. Meu outro irmão, Elian, tinha 21 anos e estudava fora da província, morando com um parente, e vinha um fim de semana por mês. Assim, como podem ter percebido, eu tinha muito tempo sozinho com minha mãe, além de que eu só ia ao escritório 3 dias por semana, e nos outros dois fazia home office. Foi quando começamos a ter mais confiança e até, em algum momento, chegamos à conclusão de que, em outro plano, se não fôssemos mãe e filho, poderíamos ser o casal ideal haha. Bom, nem tudo fazíamos em casa, às vezes saíamos para passear, fazer compras de roupas, de comida, para comer, ir ao cinema hehe, foram muitas coisas que fazíamos juntos e cada vez nos conhecíamos mais. Até instalei um pequeno circuito de ginástica em casa, no qual eu e minha mãe fazíamos exercícios. Claro, eu tinha comprado roupas de ginástica para minha mãe. Vale ressaltar que eu tenho 1,78m e minha mãe 1,59m, então era excitante treinar daquela maneira. Nos... os exercícios eram uma tentação, minha vista sempre escapava pra bunda ou pra buceta quando marcava bem, e admito que ela também ficava de olho quando eu tirava a camisa e ficava só de cueca pra malhar. Foi tudo isso que me fez começar a pensar coisas que não devia. No início deu vergonha, depois passou, e daí comecei a bater punheta pensando na minha mãe, arrumei uma namorada de passagem e até transando pensava na minha mãe. Durante o ato era bom, mas na hora de gozar vinha a vergonha e até um pouco de nojo por ter esses pensamentos.

Assim foram alguns dias, até que minha mãe me confessou que estaria disposta a trair meu pai, já que não se sentia amada e precisava disso – atenção, afeto de um homem. Eu disse que por mim não teria problema, que ela era mulher e que podia contar comigo se encontrasse alguém pra preencher esse vazio. Mas claro, sentia ciúmes, impotência, não sabia o que fazer. Não podia deixar outro homem comer a buceta da minha mãe sabendo disso. Por outro lado, eu estava disposto a ocupar esse lugar, mas não sabia a reação dela. O que ela pensaria? Me chamaria de doente, contaria pro meu pai? Ou será que ela toparia?

Bom, os dias foram passando e eu fui me aproximando mais da minha mãe. A gente tinha uns roços, pegava na mão, ela tocava meus músculos, saíamos mais. Conquistei toda a admiração dela, virei o dono da casa. Uma noite decidimos sair e tomar uns drinks numa boate. Dançamos de tudo: reggaeton, salsa, bachata. No calor da balada, dos drinks, da música, foi ficando normal eu colocar uma mão na bunda dela e ela na minha cintura. Dançar coladinhos, esfregar os rostos bem perto. Foram assim alguns encontros.

Depois notei a cumplicidade dela, quando não falava nada e eu, sem cerimônia, colocava a mão na bunda dela pra dançar. E eu disse: "Yenny, não quero que você procure outro homem. Não gostaria que ninguém fosse dono disso", e dei uns tapinhas na bunda dela, hehe. Ela não se atrevia, mas eu pegava... sua mão e a colocava na minha barriga, e sutilmente a abaixava como se estivesse tirando, e na descida passei rolando no meu pau. Foram muitos encontros de cumplicidade, até que uma noite depois da balada decidimos continuar a festa em casa, comprei bebida antes e resolvemos beber lá, quando estávamos bebendo ela me deixou fumar na sala e começamos a conversar, uma coisa levou à outra e estando sentados juntos, com a música, surgiu um quase beijo enquanto a consolava, a cabeça dela estava no meu ombro e peguei seu rosto e virei, quando virei estávamos prestes a nos beijar mas ela me esquivou, mas continuamos na mesma posição, eu a envolvia com meu braço e com a outra mão esfregava sua perna quando decido tentar novamente, apoiamos as costas no sofá, e eu com uma mão abracei seu pescoço e a outra na sua cintura, decidi levantá-la e girar seu rosto na minha direção, e ela o girou, aproximamos nossas bocas e surgiu um beijo, depois ela me disse "Xavi, o que você está fazendo?" eu respondi "preciso de você", ela me disse "sabe que isso é errado" eu disse claro que não e novamente virei seu rosto e nos beijamos de novo, ela me disse "é pecado Xavier, isso não pode acontecer" eu não queria forçar a situação e apenas pedi um último beijo, ao que ela aceitou e nos beijamos, mas dessa vez um beijo bom, e depois disso ela se afastou, então eu me levantei e disse vamos, te levo na sua cama, deixei ela lá, recolhi as coisas e fui para meu quarto. No dia seguinte eu queria morrer, sentia nojo, vergonha, felizmente poderia dizer que o álcool me pregou uma peça, mas pelo contrário, Yenny agia normal, até me tratou bem, eu ao ver essa atitude me acalmei, depois disso saímos mais duas vezes, obviamente só chegamos a beijos na boca, mas nada mais, até que decidi depois de pensar muito e correr riscos, decidi dar o último passo, coloquei meu pai e irmão para trabalhar durante uma semana inteira longe da província, eu organizei um viajei para a praia com minha mãe, só nós dois. Aluguei um apartamento com jacuzzi interno privativo. Quando dei a surpresa pra minha mãe, ela me abraçou forte e eu também, sem querer demos um beijinho hehe. Lá foi outra história. Haverá uma segunda parte, deixo umas fotos da minha mãe. Nota: vamos esperar que nosso amigo envie a segunda parte para poder publicar. Enquanto isso, deixem seus comentários sobre acontecimentos reais ou fantasias.Minha mãe
incesto

7 comentários - Minha mãe

Que sabrosa se ve tu madre, yo que tú le llenaría el útero con tus mecos
Qué lindo que sientas todo eso por tu mamá, ojalá mi mamá fuera así como la tuya la cogería bien rico
Que fabuloso que tengan esa relación y espero que ya hayan tenido intimidad y hayan disfrutado mucho, ojalá subas más fotos