A professora gostosa de Belgrano

Hoje vou contar como foi uma grande foda lá por 2009. Para contextualizar, só existia chat em portais web, MSN Messenger e apenas mensagens de texto. O telefone era caríssimo, pré-pago, não era qualquer um que ficava em ligações muito longas.
Num desses chats de sexta à noite, eu engato um papo com a Silvi, 38 anos, de Belgrano, professora de ensino fundamental, recém-separada com 3 filhos. Como sempre digo, eram chats normais, nada de falar de sexo para não parecer muito punheteiro ou desesperado logo de cara.

Passamos para o Messenger e naquela época era muito raro te mandarem foto, tinha que se virar dando zoom na foto de perfil. Mais ou menos dava pra ver uma garota bonita, nada de outro mundo mas atraente. Pelo Messenger conversamos um bom tempo e por sorte ela me manda o telefone. Falamos um pouco mais sobre nós, ela me contou como era fisicamente (tinha que acreditar, nada de foto...), eu sobre mim, e aí vem o famoso "meu crédito tá acabando", então como já tava de boa continuamos a conversa no telefone fixo, uma raridade passar o telefone de casa e uma mostra de confiança... ou de tesão!!

Logo depois da ligação, já com minha melhor voz de tarado, pergunto o que ela tá vestindo, ela diz que é um shortinho, que gosta muito da minha voz. Já na malandragem pergunto "você tá se tocando?", ela diz que sim, que não tava de calcinha e começa a gemer. Confesso que no começo me deu mais graça do que excitação, não sabia se ela tava me zoando, nunca tinha feito sexo por telefone. Obviamente começo a dizer o que faria com ela, que gosto de bucetas molhadas, e os gemidos já iam aumentando, ela também fazia uma putaria de relato até gozar com um gemido tremendo, muito ofegante. Como vocês já sabem, sou fanático por chupadas de cu, dar e receber, falamos muito sobre isso e ela disse que quando nos víssemos ia me dar uma chupada inesquecível.

Isso já era madrugada de sábado, combinamos de nos ver no domingo às 10h, horário estranhíssimo mas ela tinha muita dificuldade de se livrar dos filhos. Já tudo acertado que Fomos direto pro hotel, nada de tomar um café pra ver qual era.
Domingo pontual, tô na frente da igreja de Belgrano, tava chovendo, só tinha a imagem da fotinho dela super baixa resolução do Messenger. Ela me manda SMS falando que ia de vestido verde. Vejo ela chegando e, por sorte, tava muito gostosa, vestido meio estranho pra época (parecia vestido da Laura Ingalls), a parte de cima tipo blusa justa, mostrando um corpitcho fino, peitinhos pequenos, e embaixo o vestido meio com babados, dava pra ver umas coxas fortes.
A gente se cumprimenta como pessoas civilizadas, beijinho na bochecha, ela entra no meu carro, papo furado sobre a chuva e eu vou reto pro inesquecível Rampa Car, o melhor hotel da história.
Entramos, acho que demos uns 5 passos e ela já se ajoelha e começa a baixar meu jeans, procurando minha pica, nem um beijo a gente tinha dado ainda. Assim, na lata, começou um boquete enquanto eu tentava ficar pelado, não conseguia tirar aquele vestido estranho porque tinha um zíper atrás. Ela deu uma pausa no boquete, tirou o vestido, pude ver aqueles peitinhos lindos, pequenos, empinados, duros, e continuou chupando minha pica, descia até as bolas e vi que queria ir pro meu cu. Eu ainda de pé, com o jeans nos tornozelos.
Aí na hora falei pra irmos pra cama. Naquele hotel, um quarto um pouco mais caro que o padrão era tipo dois ambientes, jacuzzi, sofás e uma cama redonda pra umas 10 pessoas, rodeada de espelhos e luzes. Já pelado, olhei pra aquelas cadeiras e pernas fortes, uma barriguinha que me deixa louco, e a gente cai num 69 furioso, chupando o cu um do outro. Não sei quanto tempo ficamos assim, eu ia da ponta da pica pro cu com uma voracidade incrível.
Quando minha pica já tava explodindo, ela coloca a camisinha e começo a comer ela de papai e mamãe, de quatro, de lado... muito beijo de língua, mordia os bicos dos peitos dela, ela apertava os delas também, pedi pra ela se masturbar enquanto eu comia ela... pra tudo ela dizia sim, a gente se olhava nos espelhos, A gente se divertia pra caralho. Ela acabou gozando aos gritos, de quatro, abraçada num travesseiro. Eu tava tão duro que não conseguia gozar.
Descansamos um pouco e fomos pra banheira de hidromassagem... ela me mandou sentar na borda, me chupou e na mesma hora começou a me chupar o cu, dessa vez com o dedinho. Me olhou com cara de safada e falou: "te falei que você não ia esquecer"... não dava pra mentir, meu pau dizia que eu adorava aquilo. Daqui a pouco ela já tava sentada no meu pau de novo, com as bolhas e espuma. As caras de prazer dela faziam eu ficar mais duro ainda, eu chupava os peitos dela... até que a luz caiu e ficamos no escuro. Voltou dois minutos depois, mas como pegou ela no meio do orgasmo, meio que baixou a pressão e ela quase desmaiou.
Saímos de lá, ajudei ela porque ainda tava meio tonta, então descansamos um pouco na cama. O turno naquele horário era tipo 6 horas, então não tínhamos pressa. Bebemos algo e logo ela já tava recuperada, e eu duro de novo. De volta, muita língua dos dois, pau, buceta, muito cu. Coloquei ela de quatro pra comer o cu dela, mas por pressa, falta de gel ou nervosismo, não entrava. Ela tinha uma rabeta linda, me contentei em chupar ela.
Naquela cama que parecia cenário de filme pornô pela quantidade de luz que a gente tinha, ela sentou em cima de mim e me fodeu fazendo agachamento, a gente se segurava pelas mãos pra sustentar ela e ela subia e descia, meu pau ficava só com a cabeça pra dentro, ela descia e quase que entrava tudo até as bolas... a gente se contorcia de prazer até ela gozar de novo e um pouco depois eu finalmente soltei toda a porra.
Depois de um descanso, voltamos pra última, ela já tava cansadinha, então eu comia ela de missionário, abrindo as pernas dela, juntando, levando pra frente onde eu sentia a buceta dela se contrair cada vez que eu metia o pau fundo. Finalmente tirei, tirei a camisinha e me masturbei na cara dela, onde gozei na boca dela. Assim mesmo, a gente se beijou com a boca cheia de porra (ver relato "De longe...")
https://www.poringa.net/posts/relatos/5043127/Desde-lejos.html), como tantas outras gostosas me fala "você é muito pornô".
Saímos de lá já eram umas 3 da tarde. Levei ela pro apto dela em pleno Belgrano. Estaciono e o beijo de despedida foi se alongando, de novo língua até morrer, fiquei com o pau duro pra caralho e comecei a meter os dedos na buceta dela, passando meu braço por trás dela e enfiando a mão por baixo da saia, e ela começa a passar a mão no meu pau por cima da calça jeans. Tudo isso numa esquina que tava cheia de gente, famílias, crianças, mal dava pra ver de fora porque a chuva no para-brisa escondia um pouco.
Paramos por aí porque tava quase tirando o pau pra fora, então nos despedimos. Semanas depois rolaram umas coisas, mas essa primeira transa eu lembro com muito carinho e ainda me masturbo lembrando da patricinha de Belgrano, a professorinha Silchu.

A gostosa da foto obviamente é uma deusa pornô e mais nova, mas de rosto tem uma semelhança.
A professora gostosa de Belgrano

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