Mi nueva amiga con sorpresa 😗(relato real)

Naquela época, meu casamento estava passando por uma fase ruim. Minha esposa e eu estávamos cada dia mais distantes, mal conversávamos sem brigar, e sexo então, nem se fala. Eu simplesmente não aguentava mais, então decidi procurar uma nova amiga. Depois de anos sem ver minha irmã e depois do que aconteceu no vagão do metrô, decidi que o que eu realmente queria era uma garota transsexual. Depois de muito procurar em aplicativos e outros sites, cheguei à página do Travestic, uma comunidade legal onde você pode conhecer garotas trans e travestis para conversar e se conhecer sem muitos rodeios. Criei minha conta, coloquei o que procurava e, depois de alguns dias, dei match com uma travesti... a Andrea. Começamos bem normal, conversando aos poucos, nos conhecendo, já que os dois buscávamos algo constante. Descobri que ela era uma travesti de closet, corretora de imóveis, o casamento dela também estava uma merda e, o mais importante, os dois buscávamos algo recorrente, discreto e sem compromisso. O site limitava muito a comunicação com suas políticas, então começamos a conversar pelo Telegram. Com mais liberdade, as mensagens ficaram mais constantes e mais safadas, com ela de lingerie, salto alto e o pau dela duro. Sempre que conversávamos, tentávamos arrumar uma oportunidade de finalmente nos encontrarmos, até que a chance apareceu. Aproveitando que ela era corretora, fingi estar interessado num apartamento à venda na região de Cuauhtémoc. Marcamos para aquele dia, às 8h30 da manhã, no apartamento. Cheguei e dei meu nome ao porteiro, que me disse que o vendedor já estava me esperando. Subi as escadas até o quarto andar, nervoso e excitado. Ao virar a escada, a vi encostada na porta. Andrea, uma linda loira, com um suéter preto e um top justo que levantava um pouco seus seios, uma saia curta vermelha combinando com seus lábios carnudos e suas pernas longas e torneadas, com uns saltos altos. Me aproximei dela e pude sentir seu perfume delicioso. "Estava te esperando, ursinho", ela disse com uma voz suave e... Sensual e sem esperar minha resposta, nos beijamos apaixonadamente depois de várias semanas esperando. Sem nos desgrudar, entramos no apartamento e fechamos a porta. Claramente estava vazio, uma enorme janela à nossa frente dava para outros apartamentos, o piso de madeira brilhava com o sol.
— Ei, coelhinha, me perdoe a demora. Você sabe — disse, me afastando um pouco, mas ainda segurando-a pela cintura.
— Já sei, ursinho, sua esposa — ela disse, compreensiva — mas agora ela não está e eu estou com muita vontade de você.
Voltei a beijá-la, mas desta vez a encostei na parede. O beijo aumentava de intensidade e comecei a beijar seu pescoço. Ela se estremecia e sussurrava para eu continuar, que ela gostava. Continuávamos no maior tesão e comecei a tocá-la por todos os lados: suas pernas, seus peitos, suas nádegas, até encontrar um volume duro sob sua saia. Apertei com minha mão e ela soltou um gemido.
— Aah, ursinho, que gostoso.
— O que é isso, coelhinha?
— É meu clitóris de neném, quer ver?
Puxei sua calcinha de lado e tirei sua pica já dura, toda depilada e macia, com a cabeça inchada apontando para frente. Comecei a masturbá-la suavemente enquanto ela gemia (aaah, sim, que gostoso, papai). Continuei beijando seu pescoço e seus lábios quando ela sussurrou:
— Aah, papai, eu quero ver a sua, me dá?
Sem soltar sua pica, tirei a minha. Ela viu e gemeu. Peguei ambas as picas com minha mão e comecei a masturbá-las juntas. Ela simplesmente se contorcia de prazer enquanto sua respiração aumentava e os gemidos ficavam cada vez mais altos.
— Aah, amor, que gostoso. Minhas tetinhas... Chupa minhas tetinhas — disse, puxando um pouco o top e deixando à mostra seus mamilos já duros de excitação.
Imediatamente, baixei meu rosto para lambê-los e mordiscá-los, enquanto nos masturbava. O prazer aumentava em ondas e nossas respirações também. Sentia nossas picas latejando um pouco. Ela me parou e eu a olhei, um pouco desconcertado.
— Amor, quero provar. Me dá na boquinha.
Sorri e dei um passo para trás, abaixei completamente minhas calças e Minha rola dura apontava para Andrea, ela se ajoelhou na minha frente ainda com os peitos de fora e aproximou meu pau do rosto para cheirá-lo. Eu gemi de prazer ao sentir o contato com o rosto dela, peguei meu pau e esfreguei um pouco no rosto dela, ela gemeu, sorriu e enfiou na boca. A sensação era incrível, o trabalho que a Andrea fazia era muito prazeroso, sentir a língua dela passando por toda a minha rola e o calor da respiração dela me levaram ao máximo do prazer. Comecei a gemer imediatamente... -Haa haaa isso, amor, que gostoso, continua assim não para. Andrea continuou chupando com mais força, sugando e me deixando completamente babado. Eu peguei a cabeça dela e comecei a empurrar para que entrasse até a garganta, ela não reclamou e continuou fazendo o melhor boquete da minha vida. Depois de alguns minutos senti que queria gozar, então puxei para trás, não queria que acabasse ainda. Ela me olhou meio desconcertada sem entender o que estava acontecendo. -Coelhinha, agora eu quero ver a sua - eu disse. Ela concordou e ficou de pé, desabotoou a saia que caiu no chão e quando estava prestes a tirar a calcinha eu a detive. Me ajoelhei e comecei a tirar a calcinha dela com os dentes até abaixá-la até os joelhos. Ela ficou surpresa por um momento, mas me deixou fazer, ao abaixar a calcinha o pau da Andrea saltou, espirrando um pouco de líquido pré-gozo, aproximei meu rosto e sem perguntar muito enfiei na boca. Andrea soltou um gemido alto, não esperava que também receberia um oral. Comecei a fazer o mesmo que ela, movendo minha língua de cima para baixo e até chupando suas bolas, com o que ela gemeu ainda mais alto (Haa, papi, isso). Continuei chupando seu pau por mais alguns minutos, saboreando o líquido transparente que queria sair. Lentamente a virei, ficando com as nádegas dela na minha frente, ela apoiada na parede levantando a bunda para que eu tivesse uma visão melhor. Comecei com beijos em suas nádegas redondas, me aproximando cada vez mais do seu ânus. -Quero ver bem, amor, inclina um pouquinho Sussurrei para ela. Muito obediente, ela se inclinou um pouco mais, me dando uma visão direta. Passei meu dedo pela beiradinha para estimular um pouco, ela estremeceu e gemeu. Sabia o que ela queria, seu corpo me dizia e eu já não aguentava mais, então com minhas mãos abri suas nádegas para começar a lamber e lubrificar sua entrada. Dava lambidas fortes de cima para baixo, tentando introduzir minha língua um pouco para deixar bem lubrificado seu cu, ela começou a gemer ao sentir como chupava sua entrada. Ela, cheia de prazer, me ajudava com uma mão a abrir suas nádegas enquanto com a outra se segurava na parede para não cair de tanto prazer, eu segui com o meu serviço e com minha mão livre busquei seu pau para estimulá-la ao mesmo tempo. Foram uns minutos deliciosos onde senti como seu pau deixava sair um pouco de líquido viscoso, o qual recolhi com meus dedos e terminei de lubrificar seu cú, tirei meus dedos e coloquei a ponta do meu pau na entrada.
- Haa, meu amor, quero meter já
- Sim, papi, me dá toda assim sem camisinha, quero que me coma

Comecei a empurrar lentamente meu pau em seu cú, estava estreito e apertado. A posição em pé dificultava um pouco a ação, lentamente entrou a cabeça do meu pau e ambos gememos de prazer (haaa sim papi devagarinho, devagarinho) (haa amor, que gostoso se sente) continuei empurrando um pouco mais quando um barulho na janela nos distraiu. Um dos apartamentos vizinhos abriu sua janela, então a qualquer segundo poderiam nos ver de fora. Paramos um momento e Andrea me disse.
- Aqui, meu amor, na cozinha, ali tem uma bancada

Recolhi minha calça do chão e caminhei até a cozinha com ela, seus saltos ressoavam no piso de madeira e de certa maneira esse som me excitava. Entrei na cozinha e ela já estava recostada na bancada, levantando a bunda esperando que a penetrasse de novo. Não a fiz esperar, dei uma palmada na sua bunda e imediatamente comecei a empurrar meu pau dentro dela, ela arqueava as costas e gemia a cada centímetro, eu ofegava e empurrava. devagar mas constante até que ele estava completamente dentro. A sensação de pressão era gloriosa, eu sentia o cu da Andrea me apertando e minha excitação aumentava, Andrea só ofegava e eu não queria me mover ainda. De repente ela se moveu para trás e depois para frente, me indicando que já podia foder ela. A agarrei pela cintura e comecei o vai e vem, primeiro devagar para que minha pica não saísse daquele cu glorioso, aos poucos fui aumentando a velocidade até ouvir minha pelve batendo contra as nádegas da Andrea e nossos gemidos ecoaram por todo o apartamento vazio. Depois de alguns minutos senti que estava prestes a gozar, sem saber se a Andrea gostaria que eu a enchesse de porra, saí dela e gozei no chão, manchando o piso da cozinha com meu sêmen quente. Afastei-me suado com minha pica um pouco mole depois da descarga, Andrea se virou também suada e ofegante. -Haa papi que gostoso -disse entre ofegos. Não disse nada, vi que Andrea ainda estava com a pica dura, aparentemente ainda não tinha gozado. Pensei por um momento e decidi terminar o trabalho. Me aproximei dela e a beijei apaixonadamente, a agarrei pela cintura e a encostei na parede da cozinha. -Ainda não terminei amor -eu disse -quero ver sua porra também. Continuei beijando-a com força, com uma mão agarrei as dela e levei-as à parede acima da cabeça enquanto com a outra agarrei sua pica dura e comecei a masturbá-la rápido e forte, esfregando sua pica na minha. -Haa papi sim, mais mais, assim não para. Ela me dizia entre beijos e gemidos, eu continuei beijando-a e masturbando-a, ela gemia e se contorcia até soltar enormes jatos de sêmen que ficaram presos na minha mão. Finalmente ofegante, ela se encostou na parede com um enorme sorriso. -Haa que delícia, que gostoso, fazia muito tempo que eu não gozava assim amor -ela me disse. Sua pica já mole pendia entre suas pernas com um pouco de sêmen na ponta, a peguei com minha mão para acariciá-la mas ela me parou, dizendo que não daria mais por enquanto. Além disso, outro corretor não demoraria para chegar para mostrar o apartamento e a gente tinha que sair. Ajeitamos um pouco a bagunça limpando com lenços umedecidos, coloquei minha calça e Andrea me disse para ir na frente, que ela precisava se trocar e deixar tudo em ordem antes de ir embora. Demos um último beijo e eu saí do apartamento para o trabalho. Nos dias seguintes continuamos conversando sobre como tinha sido bom, planejando nos ver de novo, mas agora num hotel para ficarmos mais à vontade e transar mais gostoso... Mas é aqui que tudo fica triste. Minha esposa um dia descobriu minhas mensagens e, mesmo sem entender direito do que se tratava, percebeu que eu estava falando com outra pessoa e a briga foi feia. Eu até tive que trocar de número e, com isso, foram-se meus contatos, incluindo o da Andrea. Já com um telefone novo, tentei procurar o contato dela, mas no Telegram não a encontro, e não quis entrar na página de novo para evitar outra briga. Tomara que ela veja esse relato ou que alguém que a reconheça conte pra ela. Deixo as únicas duas fotos que consegui salvar dela, cubro o rosto por segurança. E aqui estamos... Novo número, ano novo, ainda brigando com minha esposa e procurando alguma amiga com surpresa com quem eu possa conversar de verdade e a gente possa se ver de vez em quando, com discrição e sem compromisso 😉 Mandem dm ou me deixem um comentárioMi nueva amiga con sorpresa 😗(relato real)
relato

3 comentários - Mi nueva amiga con sorpresa 😗(relato real)

Una lastima que hayas perdido el contacto pero bueno recien vamos en marzo asi que a seguir para adelante
Wooow vaya relato y que experiencia tan placentera , cada detalle que relatas , me encantaría tener una experiencia así , van puntos y espero tengas suerte encontrando su contacto 🔥🔥🔥