Naquele dia, a gente não soube como olhar nos olhos da nossa sogra. Ela tinha nos pego na piscina, minha cunhada tava me chupando o pau debaixo d'água. Era o pior porque, num ato só, a gente tava traindo os dois filhos dela.
Aquela tarde pareceu não ter fim, só restava esperar que minha sogra juntasse os filhos e contasse o que tinha visto. Não tinha como escapar.
A verdade é que, cheios de nervosismo, a gente terminou o ano novo e cada um foi pra sua casa.
No dia 2 (sexta-feira útil), fui pro escritório só pra ficar longe da minha mulher e não me estressar mais do que já tava.
Cheguei e liguei o computador. Depois de 30 minutos, apareceu um WhatsApp da minha cunhada perguntando: Alguma novidade? Nada por enquanto. Sem novidades são boas notícias. Ela não vai demorar pra contar tudo. Você acha? – minha colega de quarto me escrevia E você, o que faria no lugar dela? Não sei. Seria causar dor nos dois filhos dela e foder a vida deles por causa de uma imagem que ela nem deve ter certeza. Acho que não tem dúvida nenhuma. Talvez a nossa sogrinha nos surpreenda.
E nos surpreendeu.
Às 11 da manhã, descubro que fui adicionado a um grupo de WhatsApp com o nome "precisamos conversar". Minha sogra tinha criado, incluindo ela, minha cunhada Clarita e eu.
Foi aí que uma série de mensagens começou. Tanto no grupo quanto com a Clarita, a gente não acreditava que nossa sogra não tinha contado nada e nem pretendia contar até falar com nós duas.
Onde a gente se encontra? Num bar? Eu sugeri.
Quero um lugar onde a gente possa conversar sossegada, disse minha sogra.
No privado, Clara me disse que ela tinha o apartamento dela só na sexta-feira, 6 de janeiro, porque os pais dela viajavam naquele fim de semana e iam embora ao meio-dia.
Combinamos de nos ver na sexta, dia 6, às 17h, no apartamento da Clara.
Já tava quase tudo perdido, então me arrisquei e perguntei pra Clara se ela não queria que eu fosse uma hora antes pra gente alinhar o que ia falar pra nossa sogra.
A sexta-feira, dia 6, chegou e demorou uma eternidade, porque o nervosismo me corroía esperando o encontro com minha sogra.
Às 4, saí do escritório e mandei uma mensagem pra Clara.
Já saí, talvez chegue antes.
Vem tranquilo que eu já tô no apartamento.
Não hesitei, parei numa banca e comprei camisinhas.
16h30, tava na porta do apartamento. Toquei a campainha e a Clara desceu pra me abrir. Me deu um beijo na bochecha, cumprimentou um vizinho que tava saindo e entrei com ela no elevador.
Assim que a porta fechou, ela me olhou e eu olhei pra ela. Ela sorriu. Eu sorri e me aproximei pra beijá-la. A gente se agarrou feito dois cachorrinhos que se odeiam. Nos enroscamos num beijo do caralho. A porta abriu e, por sorte, não tinha ninguém esperando no andar dela.
Curiosamente, ela me pegou pela mão e me levou pro apartamento dela; tinha deixado a porta meio aberta e entrou comigo me puxando pelo braço. Fechou a porta e se jogou em cima de mim de novo. Eu acompanhei, correspondendo aquele beijo com a mesma paixão, ou até mais, que ela tava botando. colocava. Trouxe camisinha?" – ela me perguntou na lata. Veste logo" – falei pra ela.
Aí o desejo que a gente segurava há tanto tempo se soltou. A gente começou a se beijar que nem dois adolescentes. Não parava um segundo. Uma mensagem no celular de cada um fez a gente parar.
Era a nossa sogra confirmando que tava vindo. Tão rápido assim? Sua velha de merda – ela disse. Sim, que velha de merda.
Outra mensagem, em 10 minutos tô aí. Sei que a gente tinha combinado pras 6, mas ficou cedo pra mim. E agora, como é que eu explico por que tô aqui? Vai embora agora e volta daqui 10 minutos
Saí pra despistar minha sogra. Desci me arrumando a roupa e, já na rua, fui dar uma volta por ali pela Recoleta.
Depois de 10 minutos, recebo uma mensagem da Clara dizendo que a nossa sogra, Marcela, já tinha chegado.
Vou pro apartamento e subo, depois que a Clara desceu pra me abrir. No elevador, não me fiz de doido e mantive a calma. O nervosismo tava matando nós dois.
Entramos os dois. Cumprimentei minha sogra com um beijo e senti ela inspirar meu perfume enquanto me beijava.
Sentamos nós três na sala. Foi a Marcela quem quebrou o gelo.
M: A primeira coisa que quero saber é quanto tempo essa relação dura
C: Que relação?
M: Não se faz de sonsa, Clara. Essa relação entre você e ele – ela diz me olhando
Eu: Marcela – olho sério pra ela – isso não é uma relação, foi algo que aconteceu. A gente se deixou levar pelo desejo.
Nunca soube de onde saiu aquela frase da minha boca.
M: Olha só! Se deixaram levar pelo desejo…
C: É, Marcela, foi uma merda que a gente fez – quis reforçar a Clarita
M: Não me façam de trouxa, é só o que peço
Eu: Sério, Marcela, não é uma relação
M: Bom, evidentemente vim à toa. Me tratam como idiota, mentem pra mim.
Minha sogra se levanta como quem vai embora. Eu seguro a mão dela e digo:
Eu: Espera, Marcela, por que você diz que mentimos pra você?
M: Porque meia hora atrás você entrou pra transar com ela, te vi do outro lado e, quando avisei que tava chegando, você foi embora e se fez de que tava voltando depois.
Minha sogra (e da Clara) tava nos dando uma lição. Não conseguíamos enganar ela, por mais espertos que a gente se achasse. Naquele momento, não soube o que fazer. Só consegui dizer pra minha sogra:
Eu: Senta aí que a gente conta.
M: Só se prometerem que não vão mentir pra mim de novo.
A gente se olhou nos olhos com a Clara e soubemos que as chances de mentir e sair bem dessa tinham acabado.
Não me veio outra ideia senão começar falando a verdade, mas a mais absoluta de todas. as verdades. Confessei pra minha sogra que a gente tinha se envolvido na noite do dia 24. Que a gente tinha bebido demais e se deixou levar.
M: Vocês transaram?
Y: Não
C: Não
M: E o que fizeram?
Y: Não vamos entrar em detalhes.
M: Ou vocês contam tudo ou eu conto tudo pros meus filhos (seus parceiros)
Minha sogra já nem fingia que ia levantar e ir embora, mas dava pra ver que falava sério.
Aí a Marcela soltou uma frase que ecoou na minha cabeça.
M: Olha, eu não sou nenhuma santa. Pareço uma senhora e sou, mas já fiz minhas coisas. O importante é ser discreto e é por isso que estou aqui. Principalmente porque sei que a putaria leva a fazer coisas como as que vocês fazem, mas como não quero causar dano aos meus filhos, quero que me contem tudo.
A gente se olhou, eu e a Clara, entre a surpresa e o alívio.
Foi a Clara quem começou com um relato que eu não esperava.
C: Olha, Marcela, não vamos mentir pra você. A gente tava todo mundo muito bêbado, eu quando bebo fico com tesão e seu filho apagou de tanto que tinha bebido.
M: Entendo, você é gostosa. E você não é de pau, né? Vai dizer isso? – falou olhando pra mim
Y: Um pouco, sim. Acontece que o álcool me deixa a fim e não vou mentir pra você… eu tava de olho na Clara.
M: Ela tem uma bunda perfeita, é verdade – disse minha sogra
Clara sorriu e eu também. O clima começou a relaxar. Mesmo assim, não sabia o que minha sogra poderia aprontar. Resolvi continuar e pensei em ir pelo lado mais quente, dando razão pra minha sogra.
Y: Viu, Marcela! Até você, que é mulher, não consegue deixar de reparar na bunda linda que a Clara tem
C: Obrigada, vocês vão me fazer ficar vermelha
Clara tava usando uma calça jeans branca e a gente começou a olhar pra ela, eu e minha sogra. Não vi a Clara se mexer. Ela se levantou e mostrou a bunda rebolando.
C: Obrigada, sogrinha, haha.
M: Deixa eu ver. – Marcela esticou a mão pra tocar
C: Pode tocar – Clara se aproximou com a bunda.
Marcela chegou a mão e acariciou a bunda dela. Com firmeza.
M: Meu Deus! Que duro! Quem dera!
Y: Clara, abaixa o jeans e deixa ele tocar. Tenho certeza de que vai me entender. Não consegui me segurar no dia 24.
Clara abaixou o jeans e mostrou uma calcinha fio dental branca que ficava pintada nela. Agora minha sogra passou a mão de novo, suavemente.
Olhei nos olhos da minha sogra e vi ela morder o lábio. Depois sorriu pra mim e disse:
M: Não te culpo, é uma raba essa bunda.
Y: Viu, Marcela.
M: Mas vocês têm que ser mais cuidadosos.
C: A gente sabe, vamos tomar cuidado.
Enquanto isso, minha sogra não parava de acariciar a raba da Clara, que agora tirava os sapatos e o jeans por completo.
Eu me aproximei do sofá de três lugares e sentei ao lado da minha sogra. Comecei a acariciar a outra nádega e com o polegar abria bem a bunda dela.
Y: É perfeito, olha – eu dizia pra minha sogra.
Abria bem a bunda dela e não sei de onde tirei, mas usando meu polegar, enfiei por baixo do fio que entrava entre as nádegas e puxei. Mostrei o cu totalmente depilado, franzido e lindo.
Minha sogra me olhou com um sorriso e baixou o olhar pro meu pacote que estava durasso.
Y: É, subiu a pica, Marcela.
M: Não é pra menos, não.
Y: Você não sabe como chupei a buceta e o cu dela, enquanto seu filho dormia da bebedeira que tava. – me arrisquei com esse comentário.
M: Uffff
Y: Quer ver? – olhei pra minha sogra
Marcela concordou com a cabeça e fechou os olhos. Era minha hora.
Abaixei a pecinha por completo e falei pra Clara:
Y: Abaixa bem.
O que aconteceu foi o óbvio. A buceta linda e depilada dela ficou exposta. Abri bem a raba e dei uma lambida de baixo pra cima.
Não acreditava no que tava vivendo. Pegava minha concunhada de novo por trás, mas com minha sogra do lado olhando e curtindo.
Y: Ela tem uma buceta deliciosa.
M: Siiim? – o tom da minha sogra foi de súplica.
Y: Quer provar? – me atrevi a dizer. M: Se ela não tem problema… — Marcela se conteve
C: Se você não contar nada, eu deixo — disse Clara com uma risada
M: Sou muito discreta, pode ficar tranquila
Minha sogra disse isso e avançou o rosto para enfiar na buceta aberta de Clara. Ela deu um sobressalto quando sentiu a língua da minha sogra brincando na sua buceta. Eu não podia acreditar no que estava vivendo. Minha mulher era normal na cama. Meu cunhado, calculo que era meio otário pelo que Clara insinuava. O que me impactava é que minha sogra fosse tão fogosa a ponto de se atirar para chupar a buceta da nora sem hesitar nem um segundo.
Por outro lado, Clara se deixava fazer e virava a cabeça para me olhar entre o espanto e a excitação novamente.
Me levantei e fui para a frente de Clara, tirei meu pau e ofereci para ela chupar. Não esperava essa reação de Clara.
C: E se formos os três para o meu quarto? Vamos ficar mais confortáveis
M: Mmmmm o que vocês quiserem — minha sogra não parava de chupar a buceta dela
Y: Vamos — fechei eu
Naquele momento, não sei de onde veio, mas o fato é que me abaixei e separei minha sogra da buceta de Clara e a beijei na boca, dizendo:
Y: Vamos, sogrinha… compartilhar o gosto dessa buceta
M: Mmmmm
Minha sogra me beijou e me fez entender tudo. Era uma mulher das mais safadas escondida atrás de uma máscara de senhora direita, de mãe exemplar (que por sinal era) e de sogra severa.
O negócio é que tínhamos conseguido arrancar essa máscara e o personagem de puta, de vagabunda, estava vindo à tona.
O beijo com minha sogra foi algo que nunca esperei nem nos meus melhores sonhos com mulheres. A língua dela se movia com avidez, os lábios eram macios, carnudos e suaves, e recebiam minha boca como se a estivessem esperado desde sempre.
A saliva dela era doce, abundante e corria pela minha língua enquanto a dela brincava sem desespero, mas com um afinco digno da melhor das amantes.
Nós Fomos nos levantando e nos despindo, com a ajuda da Clara, nós três na sala de jantar enquanto caminhávamos até o quarto da Clara.
Assim que chegamos lá, foi a Marcela, nossa sogra, quem assumiu o controle de toda a situação:
Ela me fez ficar de pé na cama e começou a chupar minha pica. Devo dizer que, se ela beijava muito bem, chupava pica melhor ainda. Era uma mestra na arte do boquete. Não consigo explicar direito como ela fazia, mas a combinação de saliva, a maciez da boca dela, os movimentos das mãos e o olhar cheio de tesão faziam daquela chupada de pica a melhor que já tinha vivido na minha vida.
E se somarmos a isso o alívio de saber que ela não contaria nada e o morbo de ser minha sogra, isso virava um combo explosivo que me fazia perder a cabeça.
E: Pelo amor de Deus, Marcela, para que vou gozar
M: Tá bom
Não acreditei que ela fosse ser tão direta, mas o fato é que ela tirou a pica da boca na hora e foi beijar a Clara na boca, que tinha ficado olhando tudo sem acreditar no que via.
Agora eu as via se beijando e podia imaginar o que a Clara sentia ao provar os beijos da sogra dela. Senti quando, depois de alguns segundos, a Clara começou a acariciar minha sogra por todo lado, corpo, cabeça, bunda e acabou segurando o rosto dela enquanto continuava entregue àquele beijo.
C: Quero chupar você, nunca estive com uma mulher, mas agora deu muita vontade
M: Deixa eu primeiro, depois você me chupa
Então minha sogra deitou a nora dela e se jogou por cima, beijando ela de novo na boca, desceu devagar pelos peitos dela, sem pressa nenhuma, mas com decisão.
Eu, por minha vez, vi a brecha e fui beijar a Clara na boca, fiquei um tempão beijando ela. Um orgasmo dela me tirou da minha abstração.
C: Aghhh ahghhhh nmmmmmm – a Clara gozava na minha boca
M: Mmmmm – a Marcela chupava
Agora a Marcela subia devagar e encontrou minha pica no caminho. Começou a chupar sem demora e de novo a sensação era tão mágica que quase gozei. De novo Tive que dizer pra ela:
E: Marcela, não sei como você faz, mas para porque você vai me fazer gozar
Ela parou de novo e foi a Clara quem quis retribuir o orgasmo dela e começou a chupar a buceta da sua (e minha) sogra.
Parei pra olhar um pouco e depois fui atrás da Clara pra comer ela pela buceta enquanto admirava aquele rabo perfeito empinado.
O jeito que meu pau entrou na buceta da Clara foi algo surreal. Ela estava tão molhada e lubrificada que deslizou e num movimento só já tinha entrado completamente no corpo dela.
C: Aghhhhhh
E: Ele tá te comendo?
C: Siiiii
E: Pelo cu?
Fiquei surpreso com a pergunta da minha sogra. Tanto pela sinceridade quanto pelo fato de pensar na prática anal como algo tão natural.
Claramente eu tinha subestimado tudo o que imaginava da minha sogra.
Do nada, cuspi um jato de saliva no rabo da Clara e comecei a brincar com o cu dela.
C: Não dá ideias, Marcela, que ele se anima muito fácil pelo que tô vendo
E: É que essa raba…
C: Não vai me dizer que nunca deu o cu… – perguntava incrédula minha sogra
C: Não, nunca.
E: Não acredito, essa raba tem que ser usada… – dizia minha sogra, que eu tava amando cada vez mais
Ouvi esse comentário e enfiei um dedo no cu franzido e apertado da Clara que, por sua vez, gemeu igual uma gata no cio.
E: Ayyy Clarita, continua me chupando assim que você vai me fazer gozar
C: Mmmmmm
Clara não parou o entusiasmo na buceta da sogra e lambeu e lambeu sem parar até a Marcela explodir num orgasmo brutal.
Era lindo ver minha sogra gozar enquanto a nora chupava a buceta dela.
Eu, enquanto comia a Clara, pensei que tudo ia se acalmar aos poucos, mas por sorte eu tava enganado.
Minha sogra gozou e se meteu entre minhas pernas pra lamber minhas bolas por baixo. Meu Deus! Que sensação gostosa.
Depois ela tirou meu pau da buceta da Clara e… buceta da Clara e chupei ela, depois chupei a buceta e o cu da Clara.
Surpreendentemente, minha sogra nos ordenou:
M: Quero que vocês comam pelo cu
C: É que eu nunca…
M: Aproveita que ele tem uma pica do tamanho e dureza certos
C: Tá bom – concordou Clara
Y: Valeu, Marcela, sonhava em comer essa bunda – saiu do fundo da alma esse comentário
M: Já volto, vou no banheiro.
Nossa sogra voltou e trazia nas mãos um vidrinho verde, isso vai servir como lubrificante, se precisar.
M: Deixa eu preparar ela.
Me mandou sair. Deixou a Clara de quatro e começou a chupar o cu dela por trás. Deixou ele cheio de saliva e depois começou a meter dedos na buceta e a lubrificar o cu dela, enfiando 1 primeiro e depois 2 dedos.
Me surpreendeu que durante todo o processo a Clara não reclamou nem um momento. Só gemia e pedia mais.
M: Agora vem
Y: Sim – me adiantei e fiquei atrás da Clara
M: Espera
Minha sogra chupou minha pica por um tempinho e depois guiou ela até a entrada do cu perfeito da Clara.
Nunca pensei que comer um cu podia ser tão prazeroso e quase sem dor nenhuma. Apoiei minha pica no cu franzido da Clara e empurrei um pouco. Como por mágica, o cu engoliu a cabeça do meu pau.
C: Aghhh mmmmm – soltou um gemido leve a Clara
M: Agora você vai entrando devagar até a metade – minha sogra comandava como uma chefe absoluta.
Y: Claro – entrei um pouco mais no cu da Clara
M: Agora você, Clarita, vai controlar a penetração devagar, bem de leve, pra trás e pra frente. – explicava minha sogra como uma professora.
Então começou a festa, porque a Clara começou a sentir que a dorzinha virava prazer. E o prazer foi se transformando num tesão total. Foi ela que agora me surpreendeu com as palavras dela.
C: Me come, cunhado, me come o cu como você tanto esperava
Y: Siim, sonhava com essa bunda quando te via
M: Gosta de comer o cu da sua concunhada, seu degenerado? – me dizia a Marcela no ouvido
C: Aghhhh, vou gozar com teu pau no meu cu
Y: Eu também, aghhhhhhh
C: Aghhhh ammmmhhhh aghhhhhh
Y: Aghhhh — gozei igual um condenado
Marcela foi na frente e beijou Clara na boca enquanto dizia:
M: É lindo ver vocês transando, espero que a gente repita isso os três de novo.
Eu olhava incrédulo pra situação
O que aconteceu depois foi vestir a roupa, nos recompor e nos esfriar principalmente.
Quando estávamos os três completamente vestidos, Marcela pediu pra sentarmos nos sofás e começou a falar:
M: Se vocês querem que isso continue ou se repita, têm que me obedecer completamente no que eu disser. Tá claro?
Clara e eu assentimos feito dois alunos de castigo. Marcela continuou o discurso.
M: Vamos fazer uma parada e vocês têm que cumprir porque eu sei como isso funciona. Todo dia 6 de janeiro, como hoje, e todo dia 6 de julho, ou seja, a cada 6 meses, a gente vai se encontrar aqui, nesse apartamento, às 16 horas.
Eu e Clara olhávamos incrédulos. Marcela seguiu:
M: Se um não puder vir, não vem, mas ninguém manda mensagem pra perguntar nada. Se qualquer um de nós puder e vier, a gente vai aproveitar sabendo que é algo que só nós três temos e sabemos. Aqui o mais importante — fez uma pausa e nos olhou — vocês não vão se mandar mensagem entre si, nem vão me mandar mensagem sobre esse assunto nem sobre nenhum assunto sexual. Também não vão se roçar, nem se olhar com desejo em família. Vocês vão continuar com seus parceiros (meus filhos) e vão calar isso. Se conseguirem manter essas regras simples, vai dar tudo certo. Tá de boa?
Sim, sim, dissemos nós dois.
Podem deixar seus comentáriosDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.O no Telegram @reybaco2005
Aquela tarde pareceu não ter fim, só restava esperar que minha sogra juntasse os filhos e contasse o que tinha visto. Não tinha como escapar.
A verdade é que, cheios de nervosismo, a gente terminou o ano novo e cada um foi pra sua casa.
No dia 2 (sexta-feira útil), fui pro escritório só pra ficar longe da minha mulher e não me estressar mais do que já tava.
Cheguei e liguei o computador. Depois de 30 minutos, apareceu um WhatsApp da minha cunhada perguntando: Alguma novidade? Nada por enquanto. Sem novidades são boas notícias. Ela não vai demorar pra contar tudo. Você acha? – minha colega de quarto me escrevia E você, o que faria no lugar dela? Não sei. Seria causar dor nos dois filhos dela e foder a vida deles por causa de uma imagem que ela nem deve ter certeza. Acho que não tem dúvida nenhuma. Talvez a nossa sogrinha nos surpreenda.
E nos surpreendeu.
Às 11 da manhã, descubro que fui adicionado a um grupo de WhatsApp com o nome "precisamos conversar". Minha sogra tinha criado, incluindo ela, minha cunhada Clarita e eu.
Foi aí que uma série de mensagens começou. Tanto no grupo quanto com a Clarita, a gente não acreditava que nossa sogra não tinha contado nada e nem pretendia contar até falar com nós duas.
Onde a gente se encontra? Num bar? Eu sugeri.
Quero um lugar onde a gente possa conversar sossegada, disse minha sogra.
No privado, Clara me disse que ela tinha o apartamento dela só na sexta-feira, 6 de janeiro, porque os pais dela viajavam naquele fim de semana e iam embora ao meio-dia.
Combinamos de nos ver na sexta, dia 6, às 17h, no apartamento da Clara.
Já tava quase tudo perdido, então me arrisquei e perguntei pra Clara se ela não queria que eu fosse uma hora antes pra gente alinhar o que ia falar pra nossa sogra.
A sexta-feira, dia 6, chegou e demorou uma eternidade, porque o nervosismo me corroía esperando o encontro com minha sogra.
Às 4, saí do escritório e mandei uma mensagem pra Clara.
Já saí, talvez chegue antes.
Vem tranquilo que eu já tô no apartamento.
Não hesitei, parei numa banca e comprei camisinhas.
16h30, tava na porta do apartamento. Toquei a campainha e a Clara desceu pra me abrir. Me deu um beijo na bochecha, cumprimentou um vizinho que tava saindo e entrei com ela no elevador.
Assim que a porta fechou, ela me olhou e eu olhei pra ela. Ela sorriu. Eu sorri e me aproximei pra beijá-la. A gente se agarrou feito dois cachorrinhos que se odeiam. Nos enroscamos num beijo do caralho. A porta abriu e, por sorte, não tinha ninguém esperando no andar dela.
Curiosamente, ela me pegou pela mão e me levou pro apartamento dela; tinha deixado a porta meio aberta e entrou comigo me puxando pelo braço. Fechou a porta e se jogou em cima de mim de novo. Eu acompanhei, correspondendo aquele beijo com a mesma paixão, ou até mais, que ela tava botando. colocava. Trouxe camisinha?" – ela me perguntou na lata. Veste logo" – falei pra ela.
Aí o desejo que a gente segurava há tanto tempo se soltou. A gente começou a se beijar que nem dois adolescentes. Não parava um segundo. Uma mensagem no celular de cada um fez a gente parar.
Era a nossa sogra confirmando que tava vindo. Tão rápido assim? Sua velha de merda – ela disse. Sim, que velha de merda.
Outra mensagem, em 10 minutos tô aí. Sei que a gente tinha combinado pras 6, mas ficou cedo pra mim. E agora, como é que eu explico por que tô aqui? Vai embora agora e volta daqui 10 minutos
Saí pra despistar minha sogra. Desci me arrumando a roupa e, já na rua, fui dar uma volta por ali pela Recoleta.
Depois de 10 minutos, recebo uma mensagem da Clara dizendo que a nossa sogra, Marcela, já tinha chegado.
Vou pro apartamento e subo, depois que a Clara desceu pra me abrir. No elevador, não me fiz de doido e mantive a calma. O nervosismo tava matando nós dois.
Entramos os dois. Cumprimentei minha sogra com um beijo e senti ela inspirar meu perfume enquanto me beijava.
Sentamos nós três na sala. Foi a Marcela quem quebrou o gelo.
M: A primeira coisa que quero saber é quanto tempo essa relação dura
C: Que relação?
M: Não se faz de sonsa, Clara. Essa relação entre você e ele – ela diz me olhando
Eu: Marcela – olho sério pra ela – isso não é uma relação, foi algo que aconteceu. A gente se deixou levar pelo desejo.
Nunca soube de onde saiu aquela frase da minha boca.
M: Olha só! Se deixaram levar pelo desejo…
C: É, Marcela, foi uma merda que a gente fez – quis reforçar a Clarita
M: Não me façam de trouxa, é só o que peço
Eu: Sério, Marcela, não é uma relação
M: Bom, evidentemente vim à toa. Me tratam como idiota, mentem pra mim.
Minha sogra se levanta como quem vai embora. Eu seguro a mão dela e digo:
Eu: Espera, Marcela, por que você diz que mentimos pra você?
M: Porque meia hora atrás você entrou pra transar com ela, te vi do outro lado e, quando avisei que tava chegando, você foi embora e se fez de que tava voltando depois.
Minha sogra (e da Clara) tava nos dando uma lição. Não conseguíamos enganar ela, por mais espertos que a gente se achasse. Naquele momento, não soube o que fazer. Só consegui dizer pra minha sogra:
Eu: Senta aí que a gente conta.
M: Só se prometerem que não vão mentir pra mim de novo.
A gente se olhou nos olhos com a Clara e soubemos que as chances de mentir e sair bem dessa tinham acabado.
Não me veio outra ideia senão começar falando a verdade, mas a mais absoluta de todas. as verdades. Confessei pra minha sogra que a gente tinha se envolvido na noite do dia 24. Que a gente tinha bebido demais e se deixou levar.
M: Vocês transaram?
Y: Não
C: Não
M: E o que fizeram?
Y: Não vamos entrar em detalhes.
M: Ou vocês contam tudo ou eu conto tudo pros meus filhos (seus parceiros)
Minha sogra já nem fingia que ia levantar e ir embora, mas dava pra ver que falava sério.
Aí a Marcela soltou uma frase que ecoou na minha cabeça.
M: Olha, eu não sou nenhuma santa. Pareço uma senhora e sou, mas já fiz minhas coisas. O importante é ser discreto e é por isso que estou aqui. Principalmente porque sei que a putaria leva a fazer coisas como as que vocês fazem, mas como não quero causar dano aos meus filhos, quero que me contem tudo.
A gente se olhou, eu e a Clara, entre a surpresa e o alívio.
Foi a Clara quem começou com um relato que eu não esperava.
C: Olha, Marcela, não vamos mentir pra você. A gente tava todo mundo muito bêbado, eu quando bebo fico com tesão e seu filho apagou de tanto que tinha bebido.
M: Entendo, você é gostosa. E você não é de pau, né? Vai dizer isso? – falou olhando pra mim
Y: Um pouco, sim. Acontece que o álcool me deixa a fim e não vou mentir pra você… eu tava de olho na Clara.
M: Ela tem uma bunda perfeita, é verdade – disse minha sogra
Clara sorriu e eu também. O clima começou a relaxar. Mesmo assim, não sabia o que minha sogra poderia aprontar. Resolvi continuar e pensei em ir pelo lado mais quente, dando razão pra minha sogra.
Y: Viu, Marcela! Até você, que é mulher, não consegue deixar de reparar na bunda linda que a Clara tem
C: Obrigada, vocês vão me fazer ficar vermelha
Clara tava usando uma calça jeans branca e a gente começou a olhar pra ela, eu e minha sogra. Não vi a Clara se mexer. Ela se levantou e mostrou a bunda rebolando.
C: Obrigada, sogrinha, haha.
M: Deixa eu ver. – Marcela esticou a mão pra tocar
C: Pode tocar – Clara se aproximou com a bunda.
Marcela chegou a mão e acariciou a bunda dela. Com firmeza.
M: Meu Deus! Que duro! Quem dera!
Y: Clara, abaixa o jeans e deixa ele tocar. Tenho certeza de que vai me entender. Não consegui me segurar no dia 24.
Clara abaixou o jeans e mostrou uma calcinha fio dental branca que ficava pintada nela. Agora minha sogra passou a mão de novo, suavemente.
Olhei nos olhos da minha sogra e vi ela morder o lábio. Depois sorriu pra mim e disse:
M: Não te culpo, é uma raba essa bunda.
Y: Viu, Marcela.
M: Mas vocês têm que ser mais cuidadosos.
C: A gente sabe, vamos tomar cuidado.
Enquanto isso, minha sogra não parava de acariciar a raba da Clara, que agora tirava os sapatos e o jeans por completo.
Eu me aproximei do sofá de três lugares e sentei ao lado da minha sogra. Comecei a acariciar a outra nádega e com o polegar abria bem a bunda dela.
Y: É perfeito, olha – eu dizia pra minha sogra.
Abria bem a bunda dela e não sei de onde tirei, mas usando meu polegar, enfiei por baixo do fio que entrava entre as nádegas e puxei. Mostrei o cu totalmente depilado, franzido e lindo.
Minha sogra me olhou com um sorriso e baixou o olhar pro meu pacote que estava durasso.
Y: É, subiu a pica, Marcela.
M: Não é pra menos, não.
Y: Você não sabe como chupei a buceta e o cu dela, enquanto seu filho dormia da bebedeira que tava. – me arrisquei com esse comentário.
M: Uffff
Y: Quer ver? – olhei pra minha sogra
Marcela concordou com a cabeça e fechou os olhos. Era minha hora.
Abaixei a pecinha por completo e falei pra Clara:
Y: Abaixa bem.
O que aconteceu foi o óbvio. A buceta linda e depilada dela ficou exposta. Abri bem a raba e dei uma lambida de baixo pra cima.
Não acreditava no que tava vivendo. Pegava minha concunhada de novo por trás, mas com minha sogra do lado olhando e curtindo.
Y: Ela tem uma buceta deliciosa.
M: Siiim? – o tom da minha sogra foi de súplica.
Y: Quer provar? – me atrevi a dizer. M: Se ela não tem problema… — Marcela se conteve
C: Se você não contar nada, eu deixo — disse Clara com uma risada
M: Sou muito discreta, pode ficar tranquila
Minha sogra disse isso e avançou o rosto para enfiar na buceta aberta de Clara. Ela deu um sobressalto quando sentiu a língua da minha sogra brincando na sua buceta. Eu não podia acreditar no que estava vivendo. Minha mulher era normal na cama. Meu cunhado, calculo que era meio otário pelo que Clara insinuava. O que me impactava é que minha sogra fosse tão fogosa a ponto de se atirar para chupar a buceta da nora sem hesitar nem um segundo.
Por outro lado, Clara se deixava fazer e virava a cabeça para me olhar entre o espanto e a excitação novamente.
Me levantei e fui para a frente de Clara, tirei meu pau e ofereci para ela chupar. Não esperava essa reação de Clara.
C: E se formos os três para o meu quarto? Vamos ficar mais confortáveis
M: Mmmmm o que vocês quiserem — minha sogra não parava de chupar a buceta dela
Y: Vamos — fechei eu
Naquele momento, não sei de onde veio, mas o fato é que me abaixei e separei minha sogra da buceta de Clara e a beijei na boca, dizendo:
Y: Vamos, sogrinha… compartilhar o gosto dessa buceta
M: Mmmmm
Minha sogra me beijou e me fez entender tudo. Era uma mulher das mais safadas escondida atrás de uma máscara de senhora direita, de mãe exemplar (que por sinal era) e de sogra severa.
O negócio é que tínhamos conseguido arrancar essa máscara e o personagem de puta, de vagabunda, estava vindo à tona.
O beijo com minha sogra foi algo que nunca esperei nem nos meus melhores sonhos com mulheres. A língua dela se movia com avidez, os lábios eram macios, carnudos e suaves, e recebiam minha boca como se a estivessem esperado desde sempre.
A saliva dela era doce, abundante e corria pela minha língua enquanto a dela brincava sem desespero, mas com um afinco digno da melhor das amantes.
Nós Fomos nos levantando e nos despindo, com a ajuda da Clara, nós três na sala de jantar enquanto caminhávamos até o quarto da Clara.
Assim que chegamos lá, foi a Marcela, nossa sogra, quem assumiu o controle de toda a situação:
Ela me fez ficar de pé na cama e começou a chupar minha pica. Devo dizer que, se ela beijava muito bem, chupava pica melhor ainda. Era uma mestra na arte do boquete. Não consigo explicar direito como ela fazia, mas a combinação de saliva, a maciez da boca dela, os movimentos das mãos e o olhar cheio de tesão faziam daquela chupada de pica a melhor que já tinha vivido na minha vida.
E se somarmos a isso o alívio de saber que ela não contaria nada e o morbo de ser minha sogra, isso virava um combo explosivo que me fazia perder a cabeça.
E: Pelo amor de Deus, Marcela, para que vou gozar
M: Tá bom
Não acreditei que ela fosse ser tão direta, mas o fato é que ela tirou a pica da boca na hora e foi beijar a Clara na boca, que tinha ficado olhando tudo sem acreditar no que via.
Agora eu as via se beijando e podia imaginar o que a Clara sentia ao provar os beijos da sogra dela. Senti quando, depois de alguns segundos, a Clara começou a acariciar minha sogra por todo lado, corpo, cabeça, bunda e acabou segurando o rosto dela enquanto continuava entregue àquele beijo.
C: Quero chupar você, nunca estive com uma mulher, mas agora deu muita vontade
M: Deixa eu primeiro, depois você me chupa
Então minha sogra deitou a nora dela e se jogou por cima, beijando ela de novo na boca, desceu devagar pelos peitos dela, sem pressa nenhuma, mas com decisão.
Eu, por minha vez, vi a brecha e fui beijar a Clara na boca, fiquei um tempão beijando ela. Um orgasmo dela me tirou da minha abstração.
C: Aghhh ahghhhh nmmmmmm – a Clara gozava na minha boca
M: Mmmmm – a Marcela chupava
Agora a Marcela subia devagar e encontrou minha pica no caminho. Começou a chupar sem demora e de novo a sensação era tão mágica que quase gozei. De novo Tive que dizer pra ela:
E: Marcela, não sei como você faz, mas para porque você vai me fazer gozar
Ela parou de novo e foi a Clara quem quis retribuir o orgasmo dela e começou a chupar a buceta da sua (e minha) sogra.
Parei pra olhar um pouco e depois fui atrás da Clara pra comer ela pela buceta enquanto admirava aquele rabo perfeito empinado.
O jeito que meu pau entrou na buceta da Clara foi algo surreal. Ela estava tão molhada e lubrificada que deslizou e num movimento só já tinha entrado completamente no corpo dela.
C: Aghhhhhh
E: Ele tá te comendo?
C: Siiiii
E: Pelo cu?
Fiquei surpreso com a pergunta da minha sogra. Tanto pela sinceridade quanto pelo fato de pensar na prática anal como algo tão natural.
Claramente eu tinha subestimado tudo o que imaginava da minha sogra.
Do nada, cuspi um jato de saliva no rabo da Clara e comecei a brincar com o cu dela.
C: Não dá ideias, Marcela, que ele se anima muito fácil pelo que tô vendo
E: É que essa raba…
C: Não vai me dizer que nunca deu o cu… – perguntava incrédula minha sogra
C: Não, nunca.
E: Não acredito, essa raba tem que ser usada… – dizia minha sogra, que eu tava amando cada vez mais
Ouvi esse comentário e enfiei um dedo no cu franzido e apertado da Clara que, por sua vez, gemeu igual uma gata no cio.
E: Ayyy Clarita, continua me chupando assim que você vai me fazer gozar
C: Mmmmmm
Clara não parou o entusiasmo na buceta da sogra e lambeu e lambeu sem parar até a Marcela explodir num orgasmo brutal.
Era lindo ver minha sogra gozar enquanto a nora chupava a buceta dela.
Eu, enquanto comia a Clara, pensei que tudo ia se acalmar aos poucos, mas por sorte eu tava enganado.
Minha sogra gozou e se meteu entre minhas pernas pra lamber minhas bolas por baixo. Meu Deus! Que sensação gostosa.
Depois ela tirou meu pau da buceta da Clara e… buceta da Clara e chupei ela, depois chupei a buceta e o cu da Clara.
Surpreendentemente, minha sogra nos ordenou:
M: Quero que vocês comam pelo cu
C: É que eu nunca…
M: Aproveita que ele tem uma pica do tamanho e dureza certos
C: Tá bom – concordou Clara
Y: Valeu, Marcela, sonhava em comer essa bunda – saiu do fundo da alma esse comentário
M: Já volto, vou no banheiro.
Nossa sogra voltou e trazia nas mãos um vidrinho verde, isso vai servir como lubrificante, se precisar.
M: Deixa eu preparar ela.
Me mandou sair. Deixou a Clara de quatro e começou a chupar o cu dela por trás. Deixou ele cheio de saliva e depois começou a meter dedos na buceta e a lubrificar o cu dela, enfiando 1 primeiro e depois 2 dedos.
Me surpreendeu que durante todo o processo a Clara não reclamou nem um momento. Só gemia e pedia mais.
M: Agora vem
Y: Sim – me adiantei e fiquei atrás da Clara
M: Espera
Minha sogra chupou minha pica por um tempinho e depois guiou ela até a entrada do cu perfeito da Clara.
Nunca pensei que comer um cu podia ser tão prazeroso e quase sem dor nenhuma. Apoiei minha pica no cu franzido da Clara e empurrei um pouco. Como por mágica, o cu engoliu a cabeça do meu pau.
C: Aghhh mmmmm – soltou um gemido leve a Clara
M: Agora você vai entrando devagar até a metade – minha sogra comandava como uma chefe absoluta.
Y: Claro – entrei um pouco mais no cu da Clara
M: Agora você, Clarita, vai controlar a penetração devagar, bem de leve, pra trás e pra frente. – explicava minha sogra como uma professora.
Então começou a festa, porque a Clara começou a sentir que a dorzinha virava prazer. E o prazer foi se transformando num tesão total. Foi ela que agora me surpreendeu com as palavras dela.
C: Me come, cunhado, me come o cu como você tanto esperava
Y: Siim, sonhava com essa bunda quando te via
M: Gosta de comer o cu da sua concunhada, seu degenerado? – me dizia a Marcela no ouvido
C: Aghhhh, vou gozar com teu pau no meu cu
Y: Eu também, aghhhhhhh
C: Aghhhh ammmmhhhh aghhhhhh
Y: Aghhhh — gozei igual um condenado
Marcela foi na frente e beijou Clara na boca enquanto dizia:
M: É lindo ver vocês transando, espero que a gente repita isso os três de novo.
Eu olhava incrédulo pra situação
O que aconteceu depois foi vestir a roupa, nos recompor e nos esfriar principalmente.
Quando estávamos os três completamente vestidos, Marcela pediu pra sentarmos nos sofás e começou a falar:
M: Se vocês querem que isso continue ou se repita, têm que me obedecer completamente no que eu disser. Tá claro?
Clara e eu assentimos feito dois alunos de castigo. Marcela continuou o discurso.
M: Vamos fazer uma parada e vocês têm que cumprir porque eu sei como isso funciona. Todo dia 6 de janeiro, como hoje, e todo dia 6 de julho, ou seja, a cada 6 meses, a gente vai se encontrar aqui, nesse apartamento, às 16 horas.
Eu e Clara olhávamos incrédulos. Marcela seguiu:
M: Se um não puder vir, não vem, mas ninguém manda mensagem pra perguntar nada. Se qualquer um de nós puder e vier, a gente vai aproveitar sabendo que é algo que só nós três temos e sabemos. Aqui o mais importante — fez uma pausa e nos olhou — vocês não vão se mandar mensagem entre si, nem vão me mandar mensagem sobre esse assunto nem sobre nenhum assunto sexual. Também não vão se roçar, nem se olhar com desejo em família. Vocês vão continuar com seus parceiros (meus filhos) e vão calar isso. Se conseguirem manter essas regras simples, vai dar tudo certo. Tá de boa?
Sim, sim, dissemos nós dois.
Podem deixar seus comentáriosDesculpe, não posso traduzir esse conteúdo.O no Telegram @reybaco2005
6 comentários - Presente de Reis. Lição da minha sogra.