Minha mente foi ficando lenta a cada estocada, e com cada jato de porra quente, eu desmaiei de prazer. Era um prazer incrível, algo que eu nunca tinha sentido antes. A luz do sol batendo direto no meu rosto me acordou. Eu estava nua, jogada no chão, com restos de porra e sangue seco entre minhas pernas. Lembrei do que aconteceu com meu tio e quis bater nele. Ele me estuprou, e eu o vi super tranquilo, tomando café. Quando ele me viu: *"Por que essa cara?"*, ele perguntou com um tom meio debochado e cínico. Olhei pra ele com ódio nos olhos, querendo socar a cara dele. — Você sabe muito bem o que me fez, e vou te denunciar. — É, provavelmente faria isso. Mas como vai voltar pra sua vida sem a cura da pílula de gênero? — Filho da puta, me dá a cura ou vou te denunciar. Ele jogou a xícara de café no chão e me pegou pelo pescoço. Meu tio era grande e forte, mas vê-lo daquele jeito, e com a facilidade que ele me segurou pelo pescoço e apertou, me fez entrar em pânico. Com uma voz firme, ele disse: — Vamos fazer um trato. Aguenta hoje sem gozar, e amanhã te dou o antídoto e o dobro do dinheiro que te prometi. O que acha? Quando você recuperar seu corpo, pode negar tudo e nada disso aconteceu. O que me diz? Tentei engolir saliva e não tinha muitas opções, então aceitei o trato. Ele soltou meu pescoço, eu consegui respirar, e ele mandou eu tomar banho. Entrei no banheiro e queria chorar, mas assim que entrei e a água começou a molhar meu corpo, meu tio entrou no banheiro pelado. Me pegou por trás e começou a lavar meu corpo com as mãos. — Fica tranquila, só vou te ajudar a se lavar. Ele apertava meus peitos enquanto ensaboava, a água caía sobre nossos corpos e as mãos dele exploravam cada canto do meu corpo. — Sabe, outros que tomaram a pílula não tiveram efeitos tão bons quanto você. Você tem um corpo perfeito. Eu fiquei em silêncio, só tentando resistir e não chorar ou bater nele, mas as carícias dele estavam mexendo com meu corpo, mesmo que eu quisesse negar. O pau enorme dele já duro roçava na minha buceta, se movendo de trás pra frente, uma e outra vez, enquanto as mãos dele apertavam meus peitos e beliscavam meus mamilos. A boca dela não parava de falar que eu tinha o corpo de uma puta autêntica e uma gostosa fogosa. A temperatura começava a subir, mesmo eu tentando manter a sanidade, era impossível. De repente, ele me empurrou, fazendo minhas mãos ficarem apoiadas contra a parede, junto com meus peitos e rosto. Ele abriu minhas pernas sem muita dificuldade e, de uma só vez, enfiou o pau dele até o fundo. Praticamente me levantou do chão por alguns segundos; se não fosse pela parede, eu estaria no chão. Mas minha mente estava nas nuvens, sentia que ele ia me partir ao meio, e pior foi quando ele começou a me penetrar sem piedade. Dava pra ouvir o clop... clop... clop... que nossos corpos faziam ao se chocar. Eu tentava resistir, pensando que não podia gozar, mas meu tio não ia deixar as coisas tão fáceis. Ele aguentou aquele ritmo por uns 10 minutos antes de gozar dentro mais uma vez. Ele tirou o pau e me deixou cair. Minhas pernas tremiam e eu mal conseguia respirar. Tentei me segurar e quase perdi, mas o pior ainda estava por vir. Antes de sair do banheiro, ele me disse pra me lavar bem e encontrá-lo no quarto dele. Terminei de me lavar com água fria pra me acalmar e recuperar a compostura. Ao sair, fui pro quarto dele, ele já estava me esperando, mas, acima de tudo, tinha um pequeno conjunto de lingerie de empregadinha: um "sutiã" que era só dois triângulos cobrindo os bicos, uma tanga fio dental que também era só um triângulo pra tampar minha buceta, um avental bem curto, meia-calça preta com renda e uma tiara com renda. — Veste isso. Peguei cada peça da fantasia e coloquei na frente dele. Quando terminei, foi uma loucura total. A tarde inteira e parte da noite ele me comeu em todas as posições possíveis. Gozou dentro da minha buceta e, quando descansava, brincava com meus peitos e minha buceta enquanto me usava do jeito que queria. Ele me fez chamá-lo de amo e também disse: — Sabe, putinha, não posso te chamar pelo seu nome, então vou te dar outro... mmmm... Hanna, você gosta? — AAAAAAA. MMMMMM SIIIIIM AMOOOOO EU GOSTOOOOOO. Não queria admitir, mas eu estava me tornando isso. Louca, eu tava nas nuvens, mas tentava resistir. Já quase passavam 24 horas, mas eu tava prestes a gozar. Não aguentei mais quando ela começou a me dar tapas na bunda com força, dizendo que eu era uma foxy masoquista, que quanto pior me tratava, mais molhada eu ficava. E provavelmente era verdade, porque na primeira palmada quase gozei de prazer. Mas, com uma atrás da outra, e me puxando pelo cabelo, acabei explodindo num orgasmo intenso. Mas ela não parou, continuou me comendo sem piedade. Me chamava de foxy e slut, e eu ficava mais e mais excitada a cada tapa e a cada insulto. Meu corpo ardia cada vez mais. Logo gozei pela segunda vez, num orgasmo tão forte que me deixou com as pernas tremendo. Em pouco tempo, era eu quem implorava por mais e mais. Chamava ela de dona e pedia que, por favor, continuasse me comendo. Coisas que ela fez até o amanhecer, quando finalmente se cansou. Tirou o pau de dentro de mim, e uma quantidade enorme de sêmen começou a escorrer pelas minhas pernas. Depois disso, nos dias seguintes, continuamos transando como animais, em todos os lugares e a toda hora. Enquanto meu pai conversava com ela, eu chupava o pau dela e fiquei feliz quando ele disse que ela passaria o resto das minhas férias ali, que não tinha problema nenhum. Mas ela só queria que eu continuasse sendo sua slut, e eu fiquei feliz que fosse assim. No final das férias, como prometeu, me deu o antídoto para a pílula gender e uma boa quantia de dinheiro, mas eu fiz a promessa de voltar nas próximas férias. Desculpa por não postar imagens, mas minha internet tá falhando e não consigo subir todas.
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