Minha mente lentamente se nublava a cada embestida, e cada jato de porra quente... desmaiei de prazer. Era um prazer incrível, que nunca tinha sentido antes. A luz do sol direto no meu rosto me acordou. Nua, jogada no chão, vestígios de porra e sangue secos entre as minhas pernas. Lembrei do que aconteceu com meu tio e quis bater nele. Ele me estuprou, e eu o vi muito tranquilo, tomando seu café. Quando ele me viu... *Por que essa cara?* Ele perguntou com um tom meio zombeteiro e cínico. Eu olhei pra ele com olhos de fúria, querendo agredi-lo.
– Você sabe muito bem o que fez comigo, e eu vou te denunciar.
– Sim, possivelmente você faria isso. Mas como você vai voltar pra sua vida sem a cura para a pílula Gender?
– Filho da puta! Me dá a cura ou eu te denuncio!
Ele jogou a xícara de café e me pegou pelo pescoço. Meu tio era grande e corpulento, mas tê-lo assim, e com a facilidade com que me agarrou pelo pescoço e apertou, me fez entrar em pânico. Com uma voz firme, ele disse:
– Vamos fazer um trato. Resista por hoje sem gozar, e amanhã te dou o antídoto e te pago o dobro do dinheiro que te prometi. O que você acha? Quando recuperar seu corpo, poderá negar tudo, e nada aconteceu aqui. O que diz?
Tentei engolir a saliva. Não tinha muitas opções, então aceitei o trato. Ele me soltou o pescoço, e pude respirar. Ele me disse para tomar banho. Entrei no banheiro e quis chorar, mas assim que entrei e a água começou a molhar meu corpo, meu tio entrou no banheiro, pelado. Me pegou por trás e, com as mãos, começou a lavar meu corpo.
– Calma, só vou te ajudar a se lavar.
Ele apertava meus peitos enquanto os ensaboava. A água caía sobre nossos corpos, e suas mãos exploravam cada canto do meu corpo.
– Sabe, outros que tomaram a pílula não tiveram efeitos tão bons quanto você. Você tem um corpo perfeito.
Eu ficava em silêncio, só tentando resistir e não chorar ou bater nele, mas suas carícias tinham efeito no meu corpo, mesmo que eu quisesse negar. Seu pau enorme, já duro, roçava na minha buceta, se movendo de trás pra frente, de novo e de novo, enquanto suas mãos apertavam meus peitos e beliscavam meus mamilos. Sua boca não parava de me dizer que eu tinha o corpo de uma verdadeira putinha e uma gostosa quente. A temperatura começou a subir, mesmo que eu tentasse manter a sanidade, era impossível. De repente, ele me empurrou, fazendo minhas mãos se apoiarem na parede, assim como meus seios e rosto. Ele abriu minhas pernas sem muita dificuldade e, de uma só vez, enfiou seu pau até o fundo. Praticamente me levantou do chão por alguns segundos; se não fosse a parede, eu estaria no chão. Mas minha mente estava nas nuvens. Eu sentia que ele me partiria em dois, e pior foi quando começou a me penetrar sem piedade. Dava para ouvir o clap... clap... clap... que nossos corpos faziam ao colidir. Eu tentava resistir, pensando que não podia gozar, mas meu tio não deixaria as coisas tão fáceis. Ele manteve esse ritmo por uns 10 minutos antes de gozar dentro mais uma vez. Ele tirou o pau e me deixou cair. Minhas pernas tremiam e eu mal conseguia respirar. Tentei me segurar e quase perdi, mas o pior ainda estava por vir. Antes de sair do banheiro, ele me disse para me lavar bem e encontrá-lo no quarto dele. Terminei de me banhar com água fria para me acalmar e recuperar a compostura. Ao sair, me dirigi ao quarto dele. Ele já me esperava, mas, acima de tudo, tinha um minúsculo conjunto de lingerie de empregadinha: um "sutiã" que eram apenas dois triângulos cobrindo os mamilos, uma calcinha fio dental que, da mesma forma, era só um triângulo para tapar minha buceta, um avental bem curto, meias pretas com renda e uma tiara com renda. "Vista isso." Peguei cada peça da fantasia e me vesti na frente dele. Quando terminei, foi uma loucura total. A tarde toda e parte da noite, ele me comeu em todas as posições possíveis. Gozou dentro da minha buceta e, quando descansava, brincava com meus seios e buceta enquanto me usava ao seu bel-prazer. Ele me fez chamá-lo de amo e também me disse: "Sabe, putinha, não posso te chamar pelo seu nome, então vou te dar outro... hmmmm... Hanna, você gosta?" "AAAAAAA... MMMMMMM SIM, AMOOOOOO, EU GOSTOOOOOO!" Eu não queria admitir, mas estava ficando viciada. Louca, eu estava nas nuvens, mas tentava resistir. Já estavam quase passando 24 horas, mas eu estava prestes a gozar. Não aguentei mais quando ele começou a me dar palmadas com força, dizendo que eu era uma raposa masoquista, que quanto pior ele me tratava, mais eu ficava molhada. E possivelmente era verdade, já que na primeira palmada eu quase gozei de prazer. Mas ao serem uma atrás da outra, e me puxando pelo cabelo, acabei explodindo num orgasmo intenso. Mas ele não parou, continuou me fodendo sem piedade alguma. Me chamava de raposa e puta, e isso me deixava cada vez mais excitada. A cada tapa e a cada insulto, meu corpo queimava mais e mais. Logo gozei pela segunda vez, num orgasmo tão intenso que me deixou com as pernas tremendo. Em breve, era eu quem implorava por mais e mais. Eu o chamava de amo e pedia que, por favor, continuasse me comendo. Coisas que ele fez até o amanhecer, quando finalmente se cansou, tirou o pau de mim e a grande quantidade de sêmen dentro de mim começou a escorrer pelas minhas pernas.
Depois disso, nos dias seguintes, continuamos fodendo como animais em todos os lugares e a qualquer hora. Enquanto meu pai conversava com ele, eu chupava seu pau. Fiquei feliz quando ele disse ao meu pai que eu passaria o resto das minhas férias lá, que não tinha nenhum problema. Mas ele só queria que eu continuasse sendo sua puta, e eu fiquei feliz que fosse assim.
No final das férias, e como prometido, ele me deu o antídoto para a pílula de gênero e uma boa quantia de dinheiro. Mas eu fiz a promessa de voltar nas próximas férias.
Desculpe por não postar imagens, mas minha internet está falhando e não consigo enviar todas as fotos.
– Você sabe muito bem o que fez comigo, e eu vou te denunciar.
– Sim, possivelmente você faria isso. Mas como você vai voltar pra sua vida sem a cura para a pílula Gender?
– Filho da puta! Me dá a cura ou eu te denuncio!
Ele jogou a xícara de café e me pegou pelo pescoço. Meu tio era grande e corpulento, mas tê-lo assim, e com a facilidade com que me agarrou pelo pescoço e apertou, me fez entrar em pânico. Com uma voz firme, ele disse:
– Vamos fazer um trato. Resista por hoje sem gozar, e amanhã te dou o antídoto e te pago o dobro do dinheiro que te prometi. O que você acha? Quando recuperar seu corpo, poderá negar tudo, e nada aconteceu aqui. O que diz?
Tentei engolir a saliva. Não tinha muitas opções, então aceitei o trato. Ele me soltou o pescoço, e pude respirar. Ele me disse para tomar banho. Entrei no banheiro e quis chorar, mas assim que entrei e a água começou a molhar meu corpo, meu tio entrou no banheiro, pelado. Me pegou por trás e, com as mãos, começou a lavar meu corpo.
– Calma, só vou te ajudar a se lavar.
Ele apertava meus peitos enquanto os ensaboava. A água caía sobre nossos corpos, e suas mãos exploravam cada canto do meu corpo.
– Sabe, outros que tomaram a pílula não tiveram efeitos tão bons quanto você. Você tem um corpo perfeito.
Eu ficava em silêncio, só tentando resistir e não chorar ou bater nele, mas suas carícias tinham efeito no meu corpo, mesmo que eu quisesse negar. Seu pau enorme, já duro, roçava na minha buceta, se movendo de trás pra frente, de novo e de novo, enquanto suas mãos apertavam meus peitos e beliscavam meus mamilos. Sua boca não parava de me dizer que eu tinha o corpo de uma verdadeira putinha e uma gostosa quente. A temperatura começou a subir, mesmo que eu tentasse manter a sanidade, era impossível. De repente, ele me empurrou, fazendo minhas mãos se apoiarem na parede, assim como meus seios e rosto. Ele abriu minhas pernas sem muita dificuldade e, de uma só vez, enfiou seu pau até o fundo. Praticamente me levantou do chão por alguns segundos; se não fosse a parede, eu estaria no chão. Mas minha mente estava nas nuvens. Eu sentia que ele me partiria em dois, e pior foi quando começou a me penetrar sem piedade. Dava para ouvir o clap... clap... clap... que nossos corpos faziam ao colidir. Eu tentava resistir, pensando que não podia gozar, mas meu tio não deixaria as coisas tão fáceis. Ele manteve esse ritmo por uns 10 minutos antes de gozar dentro mais uma vez. Ele tirou o pau e me deixou cair. Minhas pernas tremiam e eu mal conseguia respirar. Tentei me segurar e quase perdi, mas o pior ainda estava por vir. Antes de sair do banheiro, ele me disse para me lavar bem e encontrá-lo no quarto dele. Terminei de me banhar com água fria para me acalmar e recuperar a compostura. Ao sair, me dirigi ao quarto dele. Ele já me esperava, mas, acima de tudo, tinha um minúsculo conjunto de lingerie de empregadinha: um "sutiã" que eram apenas dois triângulos cobrindo os mamilos, uma calcinha fio dental que, da mesma forma, era só um triângulo para tapar minha buceta, um avental bem curto, meias pretas com renda e uma tiara com renda. "Vista isso." Peguei cada peça da fantasia e me vesti na frente dele. Quando terminei, foi uma loucura total. A tarde toda e parte da noite, ele me comeu em todas as posições possíveis. Gozou dentro da minha buceta e, quando descansava, brincava com meus seios e buceta enquanto me usava ao seu bel-prazer. Ele me fez chamá-lo de amo e também me disse: "Sabe, putinha, não posso te chamar pelo seu nome, então vou te dar outro... hmmmm... Hanna, você gosta?" "AAAAAAA... MMMMMMM SIM, AMOOOOOO, EU GOSTOOOOOO!" Eu não queria admitir, mas estava ficando viciada. Louca, eu estava nas nuvens, mas tentava resistir. Já estavam quase passando 24 horas, mas eu estava prestes a gozar. Não aguentei mais quando ele começou a me dar palmadas com força, dizendo que eu era uma raposa masoquista, que quanto pior ele me tratava, mais eu ficava molhada. E possivelmente era verdade, já que na primeira palmada eu quase gozei de prazer. Mas ao serem uma atrás da outra, e me puxando pelo cabelo, acabei explodindo num orgasmo intenso. Mas ele não parou, continuou me fodendo sem piedade alguma. Me chamava de raposa e puta, e isso me deixava cada vez mais excitada. A cada tapa e a cada insulto, meu corpo queimava mais e mais. Logo gozei pela segunda vez, num orgasmo tão intenso que me deixou com as pernas tremendo. Em breve, era eu quem implorava por mais e mais. Eu o chamava de amo e pedia que, por favor, continuasse me comendo. Coisas que ele fez até o amanhecer, quando finalmente se cansou, tirou o pau de mim e a grande quantidade de sêmen dentro de mim começou a escorrer pelas minhas pernas.
Depois disso, nos dias seguintes, continuamos fodendo como animais em todos os lugares e a qualquer hora. Enquanto meu pai conversava com ele, eu chupava seu pau. Fiquei feliz quando ele disse ao meu pai que eu passaria o resto das minhas férias lá, que não tinha nenhum problema. Mas ele só queria que eu continuasse sendo sua puta, e eu fiquei feliz que fosse assim.
No final das férias, e como prometido, ele me deu o antídoto para a pílula de gênero e uma boa quantia de dinheiro. Mas eu fiz a promessa de voltar nas próximas férias.
Desculpe por não postar imagens, mas minha internet está falhando e não consigo enviar todas as fotos.
1 comentários - Entrenamiento de mi tío pt II