Pés da mamãe pt3

Bem, continuando a história, alguns me perguntaram sobre as idades exatas desse relato: minha mãe tinha 32 anos na época e eu tinha 21, ao contrário.
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Depois de ler tudo aquilo na internet, meu coração ficou confuso. Agora entendia por que gostava tanto dos pés da minha mãe: era porque estava apaixonada por ela. Meu coração batia forte porque também tinha lido que amar a própria mãe era errado, mas… eu a queria. E, de certa forma, saber que aquilo era proibido me atraía ainda mais. Mas agora me perguntava se minha mãe também sentia algo por mim ou se só fazia aquilo para me manter contente.

Naquela mesma tarde, depois de chegar da escola, fui para minha cama. Ficava pensando no que fazer para descobrir se minha mãe também estava a fim de mim. Foi quando, bem na hora, ela entrou no meu quarto para trazer a roupa que tinha lavado.

— Oi, coração, como foi a escola?
— Bem, mãe, só que fez um calor danado e fiquei em pé o dia inteiro.
— Pois é, aqui também. Fiquei limpando a casa com esse calorzinho todo.

A conversa era normal, mas na minha mente passava uma boa maneira de saber o que ela sentia. Como tinha chegado da escola e ainda não tinha tirado a roupa, estava usando minhas meias brancas, que na sola estavam meio manchadas da cor dos meus sapatos pretos de uniforme, mas, principalmente, úmidas de suor da tarde. Mexi um pouco os pés e fiquei olhando para minha mãe, meio corada.

— Mami… você faz massagem nos meus pés? Ou não gosta porque estão suados?

Senti muita vergonha, já que era a primeira vez que pedia para ela brincar com meus pés. Levantei meu pé direito para aproximá-lo do rosto dela. Ela só riu, pegou meu pé com as duas mãos e colou o rosto nele. Cheirou com força — eu podia sentir a respiração dela puxando todo o aroma da meia — e depois beijou meus dedinhos.

— Hummm! Hehehe, nunca teria nojo do cheiro da minha menina.

Ela continuou cheirando meu pé, e as mãos dela percorriam suavemente do meu tornozelo até quase chegar na minha coxa, onde ficava a borda da meia. Esperei um pouco pra pegar aquele mesmo e assim ir tirando minha meia devagar, quando finalmente cheguei no ponto em que meu pé tava livre, foi quando ela chegou o nariz no meu calcanhar pra cheirar e depois foi subindo pra ir cheirando minha plantinha rosa e quentinha. Toda essa putaria me deixou muito corada e com o coração a mil, mas ainda faltava mais uma coisa, uma pergunta crucial que não dava mais pra esperar — Mami… cê gosta dos meus pés? — Claro que sim, minha filha, não é à toa que tô aqui cheirando eles, né? Kkk — Eu sei, mami, mas… cê não gosta de outros também? — Como assim? — Tô falando se… cê só gosta dos pés da sua filha e de mais ninguém… que cê só pensa nos meus pés. Pelo jeito que ela ficou calada e pelo olhar, parecia que ela já tinha sacado minhas intenções, só ficou quieta e beijou meu pé de novo, ela parecia meio séria, o que me deixou muito nervosa — Acho que já sei onde cê quer chegar, coração, é melhor não falar mais… só vou te dizer que… se você… me disser que só ama sua mami e os pés dela… eu… só amarei os seus — Mami, eu… eu! Não consigo parar de pensar neles! Não quero outros pés além dos seus. Aquilo fez minha mãe sorrir, e ela não hesitou em pegar meus dois pezinhos e beijá-los, com as mãos massageava os dois e ria enquanto enfiava meus dedinhos suados na boca dela, sentia a língua dela percorrer cada parte dos meus dedos pra depois lamber a planta do meu pé, mas agora… ela subiu um pouco mais, lambeu um pouco meu tornozelo e perna, o que me deixou vermelha e me fez gemer um pouco — Ahh! Mami… desculpa! — Não se preocupa, minha filha, é normal, mas agora, cê quer que eu continue? — Nonono! Quero agora brincar com os seus!! — Kkkk parece que cê gosta mais de brincar comigo, né? — Sim, mami, gosto mais quando brinco com seus pés. Agora ela andou até a cama pra se deitar e eu fiquei de pé tentando pegar uma das pernas dela igual ela fez, como ela tinha dito, o pé dela tava meio suado e o cheiro era forte, dava pra sentir que parecia ter suado muito o tempo todo. Dia e não ter limpado aquilo, justamente pra que eu fosse a pessoa que limpasse. Claro, não hesitei em passar minha língua pela sola do pé dela, meio enrugada. O gosto salgado enchia minha boca toda, e isso me fazia lamber com mais força. Ela só sorria e me olhava com orgulho, parecia que cada vez gostava mais daquilo, e eu me esforçava pra fazer um trabalho melhor. Agora era a vez do outro pé, que lambi mais rápido, enfiando os dedos dela na minha boca, e minhas mãos safadas foram pros seus coxas pra acariciar. Ela só apertou as pernas e me olhou corada, parecia que tava gostando, mas naquele dia não fizemos mais nada além disso. Quando terminei de lamber os pés dela, fiquei exausta. Deitei com ela e beijei sua bochecha, ela beijou a minha e me abraçou. Exatamente enquanto tava deitada com ela, acabei dormindo nos braços dela. Hoje tinha sido o dia mais feliz pra mim, porque finalmente tinha confessado meus sentimentos e sabia que era recíproco, embora o que eu não sabia na época é que as coisas iam complicar um pouco… mas pra melhor…

5 comentários - Pés da mamãe pt3

que rico segui el relato me pone muy duro imaginar esa escena que tu madre te chupe los pies y luego se lo hagas a ella que delicia
Que buen relato no me esperaba que estuviera tan bueno, espero que continúes pronto
Necesito saber cómo sigue esto, sube la parte 4!!