Tudo começou no início de fevereiro. Por causa das chuvas em Guayaquil, eu tinha chegado atrasada na universidade várias vezes, mas precisava apresentar um projeto com meu grupo da área, e meus colegas Carlos e Juan me pediram pra fazer o possível pra não chegar tarde no dia da apresentação. Na verdade, a gente fez uma aposta entre nós três: se eu chegasse na hora, eles fariam o que eu quisesse; se eu chegasse atrasada, eu faria o que eles quisessem. Achei uma boa ideia. A gente tinha trabalhado o semestre inteiro, então pensei que seria alguma coisa relacionada ao trabalho. Chegou o dia da apresentação e eu cheguei 10 minutos atrasada. Só vi meus colegas dando umas risadinhas e achei que eles me perdoariam pelos dez minutos de atraso. As semanas passaram e, pelo que eu percebia, o assunto da aposta tinha sido esquecido. Mas no fim do mês, Carlos fez aniversário e convidou vários colegas do curso pra casa dele pra comemorar. Quando a gente chegou, começamos a arrumar alguns petiscos na cozinha. Sinceramente, era só isso que tinha pra fazer — a casa do Carlos já estava em ordem, não tinha mais nada pra preparar. Ficamos assim por umas duas horas, adiantando um pouco de bebida e conversando. A gente tomou tequila com limão e sal. De repente, vi Carlos e Juan dando risadinhas e cochichando, e perguntei se tava tudo bem. Carlos respondeu: — Sim, tudo bem, mas queremos lembrar que você nos deve o pagamento de uma aposta, e já sabemos o que queremos que você faça. — Sim, lembro. Me digam o que tenho que fazer. Lavar a louça depois da festa? — respondi. Juan deu um passo à frente e disse: — A gente pensou muito e temos bastante confiança um no outro. A verdade é que você é muito gostosa e, mesmo não mostrando muito o corpo, como pagamento da aposta, queremos que você mostre pra gente. Carlos continuou: — Não se preocupa, isso fica entre nós pra fortalecer nossa confiança. Além disso, estamos sozinhos e falta muito pros outros colegas chegarem. Então eu disse que sim, que faria, porque aposta é aposta, mas... Isso vai ficar entre nós. Carlos me pegou pelo braço e disse: "Vamos pro meu quarto, lá a gente fica mais à vontade". E subimos os três as escadas. Quando chegamos no quarto dele, falei: "Sentem na cama", e fiquei de pé na frente deles. Comecei a desabotoar minha blusa, os dois me olhavam com muita atenção. Tirei a blusa e deixei cair no chão, fiquei só de sutiã. Vi que o Juan estava com a mão no volume dele, tentando disfarçar, e o Carlos só observava cada um dos meus movimentos. Virei de costas pra eles e desafivelei o sutiã. Me virei de volta segurando o sutiã pra não cair, me aproximei deles e perguntei se queriam ver meus peitos. Nervosos, balançaram a cabeça me dizendo que sim. Deixei o sutiã cair e meus peitos balançaram um pouco. Eles me olhavam como se fossem adolescentes. Como não falavam nada, só perguntei: "Cês gostaram dos meus peitos, ou vou vestir a blusa de novo?" E dei uma risadinha. Carlos se levantou e na hora começou a chupar um peito e apertar o outro, e Juan se aproximou pra chupar o outro peito. De repente, eu tava sozinha com dois homens chupando meus peitos, tava ficando bem excitada, e sentia minha buceta começando a esquentar e a molhar. Eles me puxavam bastante, então pedi pra sentarmos na cama, e eles continuavam sugando meus mamilos, tão gostoso que nem percebi que tava soltando gemidos. Juan começou a acariciar minha parte por cima da calça, e acho que percebeu que eu já tava molhada, porque falou pro Carlos: "Nossa amiguinha já tá quente, acho que você devia pedir algo pra ela, já que é seu aniversário, não acho que ela vai negar um desejo seu." Eu já tava muito excitada, e tava há um mês sem provar uma rola, então queria sexo pra já, e melhor ainda sentir duas rolas. Então perguntei pro Carlos qual era o desejo de aniversário dele, e ele puxou um pouco meu cabelo, me olhou nos olhos e disse: "Quero que você deixe a gente te comer. A gente quer te comer há um tempão, e que ocasião melhor do que essa?" Não respondi nada, só me afastei um ou dois passos deles. metros, baixei minha calça e minha calcinha, caminhei até o Carlos e baixei a calça dele junto com a cueca, tirei o pau dele ainda meio mole e comecei a chupar. Eles entenderam que era um sim e começamos com o presente de aniversário do Carlos. Enquanto eu chupava o pau dele, o Carlos começou a tirar a camisa e o Juan tirou toda a roupa. Eles me puxaram para a cama de barriga pra cima, de um lado eu continuei chupando o pau já durasso do Carlos, e o Juan abriu minhas pernas. —Você tá bem depiladinha, já veio preparada. Só concordei com a cabeça e continuei no que tava fazendo, enquanto o Juan começava a passar a língua no meu clitóris e a meter um dedo. Ele fazia meio sem jeito, mas era gostoso, ainda mais ouvindo os gemidos que o Carlos começava a soltar. Senti o Juan se afastar da minha área, mas nem liguei porque tava muito entretida chupando o pau do Carlos. De repente, senti o Juan deitar em cima de mim e, sem avisar, me penetrou de uma vez só, e começou a lamber meus peitos enquanto fazia o vai e vem. Parei de dar oral no Carlos pra aproveitar a fodida que ele tava me dando. O Juan tirou o pau de dentro de mim e esperou o Carlos dizer se queria ficar embaixo ou em cima. De repente ele falou: —Eu quero dar por trás, vou ficar embaixo. Ajeitamos os travesseiros, o Carlos se deitou e disse: —Traz essa bunda pra cá. Me aproximei do Carlos, puxei o Juan e falei: —Eu cumpro pra vocês. Sentei no pau do Carlos, não entrou tão fácil quanto eu esperava, mas era muito gostoso. Me acomodei, o Carlos subiu em mim e meteu o pau dele na minha buceta. O Juan começou a se mexer, o Carlos me agarrou pelos peitos e também começou a se mover. E ali estava eu, sendo penetrada por dois paus. Era delicioso sentir dois homens dentro de mim, eu comecei a gemer como uma louca e sentir que logo teria um orgasmo. O Carlos falou pro Juan: —Vamos dar pra essa puta um pouco mais rápido, pra fazer os peitos dela balançarem mais e ela gritar mais. E foi o que fizeram. Ficou muito melhor, muito gostoso. O Carlos disse: —E se a gente mostrar pros Além disso, você tá curtindo como uma putinha? Não consegui responder, ele parou, me puxou pra trás dele e abriu a janela do quarto dele, que ficava no quinto andar. Não sei se alguém tava nos vendo, mas ele me apertou contra o vidro, sentia o frio do vidro nos meus peitos. Ele levantou uma das minhas pernas e continuou metendo o pau. Nem percebi quando ele abriu a janelinha que ficava mais em cima, só sussurrou no meu ouvido: "Já abri a janela pra todo mundo curtir seus gemidos gostosos e nos ver pela janela." Eu continuei como uma cadela no cio, gritando de tanto prazer que o tesão de sermos vistos me dava, de sermos ouvidos e de ele estar me comendo. Isso me excitou pra caralho e comecei a gemer pra ele. Acho que isso também deixou ele louco, porque em poucos segundos me agarrou com força pela cintura e jorrou leite quente. Sem perceber, a gente já tinha transado por quase duas horas. Fui tomar banho com o Juan, que ainda não tinha terminado, e ele só disse: "Valeu por isso, você é uma delícia, espero que me deixe repetir mais uma vez e, por favor, não coloca o sutiã, deixa a gente curtir como seus peitos balançam." A gente se apressou e desceu com o Carlos pra receber nossos colegas. Ele já tava pronto porque tinha tomado banho no andar de baixo. Naquele dia, nos deram a notícia de que nosso projeto tinha sido aceito, mas a gente já tinha comemorado!
3 comentários - Perdi uma aposta e acabei num menage