Eu tinha 25 anos naquela época, e minha namorada uns 23. Nosso relacionamento já era uma casca vazia: ela tava passando por uma fase complicada, tomava remédio pra dormir que a derrubava como se fosse um coma induzido. Ela deitava depois da janta, apagava a luz e sumia do mundo. Eu ficava sozinho, com a fome sexual acumulando igual uma dívida que nunca era paga. Às vezes me aliviava com vídeo no celular ou um banho frio, mas nada preenchia o vazio. Naquela noite cheguei com vontade acumulada de semanas inteiras, morrendo de saudade de tocar nela, cheirar ela, sentir ela minha. Jantamos rápido, ela tomou o remédio e se meteu na cama. "Boa noite", murmurou, e já tava apagada.
O quarto era pequeno, paredes de madeira fina que filtravam tudo: barulhos, respirações, até o roçar dos lençóis. O ar tava carregado daquele calor úmido da noite limeña, misturado com o cheiro leve de sabão do banho dela antes de dormir e o suor do meu próprio corpo depois de um dia longo. Eu fiquei na cozinha improvisada, tentando me distrair, quando perto das 2 da manhã ouvi palmas distantes, gemidos abafados, tapas de pele contra pele que ecoavam como golpes molhados através da parede. Sabia que era a vizinha, amiga da minha namorada, com o parceiro dela. Tinham chegado bêbados ou simplesmente desesperados pra foder, e na pressa deixaram a porta do quarto deles entreaberta. O corredor tinha um espelho grande que refletia tudo num ângulo perverso. A curiosidade e o tesão me picaram como nunca. Me aproximei na surdina, dei uma espiada.
No reflexo vi como ela — uma mulher de uns 30 anos, corpo maduro e curvilíneo — chupava a pica dele com fome: língua girando em volta da cabeça, enfiando até a garganta com sons molhados e babados, saliva grossa escorrendo pelo tronco e caindo em gotas pesadas. Depois virou, ofereceu aquele cu de mulherão, redondo e pesado, e ele enterrou a cara ali, lambendo a buceta dela com força bruta, sugando como se quisesse engolir ela inteira. com sons de chupada que chegavam claros até mim. O tesão me bateu direto na virilha. Me excitou tanto que quase me entreguei: o coração batendo nos ouvidos, a pica endurecendo dolorosamente contra a calça. Quando ela pareceu notar a porta entreaberta e se aproximou, me escondi correndo em silêncio, fechando a minha. Ouvi seus gemidos através da parede, intensos, reais, enquanto eu voltava pro quarto com a pica pulsando e o peito cheio de raiva e decepção.
Lá estava ela, minha namorada, dormindo de barriga pra cima em posição supina, peitos apontando pro teto debaixo da camiseta fina de algodão que grudava levemente na pele por causa do calor. O remédio tinha apagado ela completamente: respiração lenta e profunda, lábios entreabertos, corpo totalmente entregue. Toquei ela primeiro com medo, depois com raiva contida. "É minha mulher", pensei, mas também "é como se já não fosse mais minha". Minhas mãos subiram devagar pros peitos dela, amassando, sentindo os bicos endurecerem debaixo das minhas palmas apesar do sono profundo, ficando duros e quentes como pedrinhas. O toque me acendeu como um pavio. A culpa e a excitação se misturavam num coquetel perigoso: "Isso é errado... mas ela me deixou assim, me deve isso". Tentei virar ela várias vezes, com cuidado, até conseguir colocá-la de lado, de costas pra mim. Aquela cintura fina que sempre me enlouquecia ficou exposta, e a bunda gostosa, perfeita, apontando direto pra mim. Ajeitei ela em posição fetal: joelhos dobrados, nádegas separadas, me oferecendo tudo. Afastei as bandas dela com delicadeza e vi a buceta coberta de pelos pubianos ralos, lábios finos e apetitosos já levemente úmidos pelo calor do corpo, e aquele cu fechado como um segredo rosado e enrugado.
Me aproximei pra cheirar ela. Ela sempre tomava banho antes de dormir; cheirava a sabonete fresco de coco e a ela, a mulher limpa, com aquele toque sutil de suor noturno que me enlouquecia. Aquele cheiro me desarmou por completo. Passei um dedo molhado de saliva pela entrada vaginal, sentindo a maciez quente dos lábios, depois pelo cu, notando como ele se contraía um pouco mesmo dormindo. O tesão me cegou a razão. Baixei a cara e comecei a lamber: primeiro a buceta, língua reta percorrendo os lábios com pressão, saboreando o gosto íntimo levemente salgado e doce, depois o cu, lambendo em círculos molhados, empurrando a ponta da língua contra o esfíncter apertado e quente, sentindo o gosto terroso e proibido que me fez gemer baixinho contra a pele dela.
Meu pau estava mais duro e grande do que nunca, pulsando dolorosamente, a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. "Isso é meu", pensava, "mesmo que ela não saiba, mesmo que não sinta, esse corpo me pertence esta noite".
Penetrei ela na buceta primeiro. Guiei a cabeça com a mão, encontrei o caminho lubrificado pela minha saliva e pelos sucos naturais dela que começavam a sair, quentes e escorregadios. Empurrei devagar, centímetro por centímetro. Senti como a buceta dela me engolia: quente como um forno, macia mas apertada em ondas involuntárias que massageavam meu tronco. Era uma sensação avassaladora depois de tanto tempo sem tocá-la. "Porra… ela tá tão molhada por dentro", pensei, enquanto entrava até o fundo, a cabeça roçando algo macio e profundo. Comecei a me mover devagar, fundo, saindo quase tudo e voltando a me enterrar com sons molhados e estalos suaves. Cada estocada era um diálogo interno: prazer puro se misturando com culpa ("isso é estupro… mas ela me abandonou sexualmente"), tesão ("sou um animal usando o que é meu"), e uma libertação que me fazia sentir vivo pela primeira vez em meses. Bombava controlado, sentindo as paredes dela se contraírem em volta da minha grossura, sucos quentes escorrendo pelas minhas bolas e molhando os lençóis.
Mas eu tinha outro sonho pendente: o anal. Ela nunca tinha me dado. "Dói", dizia sempre. Agora era meu. Preparei o cu dela com paciência obsessiva: enfiei um dedo lubrificado, senti como ele se apertava como um punho quente e elástico, resistindo no começo e depois cedendo com um calor sufocante. Eu movia devagar, entrando e saindo, lubrificando com os próprios sucos vaginais dela que agora cheiravam forte. Depois enfiei o dedão. O esfínter cedeu aos poucos, como se o corpo dela, no sono profundo, autorizasse o proibido. "Já tá pronto", pensei, o coração batendo na garganta. Apontei meu pau pra entrada. Empurrei com paciência infinita. A cabeça lutou contra o anel fechado e quente, até que cedeu: entrou com um estiramento brutal, uma sensação de abertura que me fez ofegar em silêncio. "Porra… ela tá me apertando", pensei, o prazer tão intenso que nublava minha visão. Aos poucos consegui meter uns 70%. O aperto era desumano, quente, sufocante, cada centímetro envolto naquela pressão aveludada. Eu apalpava os peitos dela enquanto fazia isso, beliscando os bicos duros, sentindo o animal dentro de mim tomar posse completa daquele corpo. Já não ligava pra mais nada: nem pra culpa, nem pro risco, nem se ela acordasse. Comecei a bombar com mais força, mais ritmo. Tirava quase tudo e enfiava de novo, ouvindo os sons molhados e excitantes do esfínter se rendendo, o barulho sutil das minhas bolas batendo na bunda dela. Finalmente entrou inteiro. A ponta tocava algo fundo e duro dentro dela: era bosta endurecida, compacta, batendo na cabeça do meu pau a cada estocada forte, exatamente igual se fosse o colo do útero numa buceta, mas mais tabu, mais sujo, mais intenso. Aquela batida dura e quente me deixava louco, me fazia sentir que eu tava fodendo ela de verdade até o fundo do corpo dela, que nada ficava escondido. Acelerei, metendo como se não houvesse amanhã. O prazer era selvagem, psicológico e físico ao mesmo tempo: cada centímetro conquistado, cada contração do cu dela me ordenhando, o roçar constante daquela bosta dura na minha glande, a sensação de dominar o que sempre me negava. Gozei dentro com uma intensidade brutal, jorros grossos e quentes enchendo ela até transbordar. O sêmen saiu misturado com fluidos e um pouco daquelas fezes moles, manchando a cama e minhas coxas com um cheiro forte e animal.
Arrumei tudo, limpei o que pude com uma toalha e dormi com o coração acelerado.
Anos depois, continuo com ela porque a amo de verdade. O sexo já não importa tanto; encontrei outras formas de me aliviar. Mas nada se compara àquela noite: o tesão, a posse absoluta, a sensação de ter tomado o que era meu em silêncio. Aquela noite me mudou para sempre. E parte de mim ainda se pergunta o que teria acontecido se ela tivesse aberto os olhos no meio do caminho.
Se você é mulher e entende esse vazio, esse desejo que se acumula até explodir no proibido, me escreva. Preciso desabafar com alguém que capte o fogo oculto. Saudações para quem ainda vive isso.
O quarto era pequeno, paredes de madeira fina que filtravam tudo: barulhos, respirações, até o roçar dos lençóis. O ar tava carregado daquele calor úmido da noite limeña, misturado com o cheiro leve de sabão do banho dela antes de dormir e o suor do meu próprio corpo depois de um dia longo. Eu fiquei na cozinha improvisada, tentando me distrair, quando perto das 2 da manhã ouvi palmas distantes, gemidos abafados, tapas de pele contra pele que ecoavam como golpes molhados através da parede. Sabia que era a vizinha, amiga da minha namorada, com o parceiro dela. Tinham chegado bêbados ou simplesmente desesperados pra foder, e na pressa deixaram a porta do quarto deles entreaberta. O corredor tinha um espelho grande que refletia tudo num ângulo perverso. A curiosidade e o tesão me picaram como nunca. Me aproximei na surdina, dei uma espiada.
No reflexo vi como ela — uma mulher de uns 30 anos, corpo maduro e curvilíneo — chupava a pica dele com fome: língua girando em volta da cabeça, enfiando até a garganta com sons molhados e babados, saliva grossa escorrendo pelo tronco e caindo em gotas pesadas. Depois virou, ofereceu aquele cu de mulherão, redondo e pesado, e ele enterrou a cara ali, lambendo a buceta dela com força bruta, sugando como se quisesse engolir ela inteira. com sons de chupada que chegavam claros até mim. O tesão me bateu direto na virilha. Me excitou tanto que quase me entreguei: o coração batendo nos ouvidos, a pica endurecendo dolorosamente contra a calça. Quando ela pareceu notar a porta entreaberta e se aproximou, me escondi correndo em silêncio, fechando a minha. Ouvi seus gemidos através da parede, intensos, reais, enquanto eu voltava pro quarto com a pica pulsando e o peito cheio de raiva e decepção.
Lá estava ela, minha namorada, dormindo de barriga pra cima em posição supina, peitos apontando pro teto debaixo da camiseta fina de algodão que grudava levemente na pele por causa do calor. O remédio tinha apagado ela completamente: respiração lenta e profunda, lábios entreabertos, corpo totalmente entregue. Toquei ela primeiro com medo, depois com raiva contida. "É minha mulher", pensei, mas também "é como se já não fosse mais minha". Minhas mãos subiram devagar pros peitos dela, amassando, sentindo os bicos endurecerem debaixo das minhas palmas apesar do sono profundo, ficando duros e quentes como pedrinhas. O toque me acendeu como um pavio. A culpa e a excitação se misturavam num coquetel perigoso: "Isso é errado... mas ela me deixou assim, me deve isso". Tentei virar ela várias vezes, com cuidado, até conseguir colocá-la de lado, de costas pra mim. Aquela cintura fina que sempre me enlouquecia ficou exposta, e a bunda gostosa, perfeita, apontando direto pra mim. Ajeitei ela em posição fetal: joelhos dobrados, nádegas separadas, me oferecendo tudo. Afastei as bandas dela com delicadeza e vi a buceta coberta de pelos pubianos ralos, lábios finos e apetitosos já levemente úmidos pelo calor do corpo, e aquele cu fechado como um segredo rosado e enrugado.
Me aproximei pra cheirar ela. Ela sempre tomava banho antes de dormir; cheirava a sabonete fresco de coco e a ela, a mulher limpa, com aquele toque sutil de suor noturno que me enlouquecia. Aquele cheiro me desarmou por completo. Passei um dedo molhado de saliva pela entrada vaginal, sentindo a maciez quente dos lábios, depois pelo cu, notando como ele se contraía um pouco mesmo dormindo. O tesão me cegou a razão. Baixei a cara e comecei a lamber: primeiro a buceta, língua reta percorrendo os lábios com pressão, saboreando o gosto íntimo levemente salgado e doce, depois o cu, lambendo em círculos molhados, empurrando a ponta da língua contra o esfíncter apertado e quente, sentindo o gosto terroso e proibido que me fez gemer baixinho contra a pele dela.
Meu pau estava mais duro e grande do que nunca, pulsando dolorosamente, a cabeça inchada e brilhante de pré-gozo. "Isso é meu", pensava, "mesmo que ela não saiba, mesmo que não sinta, esse corpo me pertence esta noite".
Penetrei ela na buceta primeiro. Guiei a cabeça com a mão, encontrei o caminho lubrificado pela minha saliva e pelos sucos naturais dela que começavam a sair, quentes e escorregadios. Empurrei devagar, centímetro por centímetro. Senti como a buceta dela me engolia: quente como um forno, macia mas apertada em ondas involuntárias que massageavam meu tronco. Era uma sensação avassaladora depois de tanto tempo sem tocá-la. "Porra… ela tá tão molhada por dentro", pensei, enquanto entrava até o fundo, a cabeça roçando algo macio e profundo. Comecei a me mover devagar, fundo, saindo quase tudo e voltando a me enterrar com sons molhados e estalos suaves. Cada estocada era um diálogo interno: prazer puro se misturando com culpa ("isso é estupro… mas ela me abandonou sexualmente"), tesão ("sou um animal usando o que é meu"), e uma libertação que me fazia sentir vivo pela primeira vez em meses. Bombava controlado, sentindo as paredes dela se contraírem em volta da minha grossura, sucos quentes escorrendo pelas minhas bolas e molhando os lençóis.
Mas eu tinha outro sonho pendente: o anal. Ela nunca tinha me dado. "Dói", dizia sempre. Agora era meu. Preparei o cu dela com paciência obsessiva: enfiei um dedo lubrificado, senti como ele se apertava como um punho quente e elástico, resistindo no começo e depois cedendo com um calor sufocante. Eu movia devagar, entrando e saindo, lubrificando com os próprios sucos vaginais dela que agora cheiravam forte. Depois enfiei o dedão. O esfínter cedeu aos poucos, como se o corpo dela, no sono profundo, autorizasse o proibido. "Já tá pronto", pensei, o coração batendo na garganta. Apontei meu pau pra entrada. Empurrei com paciência infinita. A cabeça lutou contra o anel fechado e quente, até que cedeu: entrou com um estiramento brutal, uma sensação de abertura que me fez ofegar em silêncio. "Porra… ela tá me apertando", pensei, o prazer tão intenso que nublava minha visão. Aos poucos consegui meter uns 70%. O aperto era desumano, quente, sufocante, cada centímetro envolto naquela pressão aveludada. Eu apalpava os peitos dela enquanto fazia isso, beliscando os bicos duros, sentindo o animal dentro de mim tomar posse completa daquele corpo. Já não ligava pra mais nada: nem pra culpa, nem pro risco, nem se ela acordasse. Comecei a bombar com mais força, mais ritmo. Tirava quase tudo e enfiava de novo, ouvindo os sons molhados e excitantes do esfínter se rendendo, o barulho sutil das minhas bolas batendo na bunda dela. Finalmente entrou inteiro. A ponta tocava algo fundo e duro dentro dela: era bosta endurecida, compacta, batendo na cabeça do meu pau a cada estocada forte, exatamente igual se fosse o colo do útero numa buceta, mas mais tabu, mais sujo, mais intenso. Aquela batida dura e quente me deixava louco, me fazia sentir que eu tava fodendo ela de verdade até o fundo do corpo dela, que nada ficava escondido. Acelerei, metendo como se não houvesse amanhã. O prazer era selvagem, psicológico e físico ao mesmo tempo: cada centímetro conquistado, cada contração do cu dela me ordenhando, o roçar constante daquela bosta dura na minha glande, a sensação de dominar o que sempre me negava. Gozei dentro com uma intensidade brutal, jorros grossos e quentes enchendo ela até transbordar. O sêmen saiu misturado com fluidos e um pouco daquelas fezes moles, manchando a cama e minhas coxas com um cheiro forte e animal.
Arrumei tudo, limpei o que pude com uma toalha e dormi com o coração acelerado.
Anos depois, continuo com ela porque a amo de verdade. O sexo já não importa tanto; encontrei outras formas de me aliviar. Mas nada se compara àquela noite: o tesão, a posse absoluta, a sensação de ter tomado o que era meu em silêncio. Aquela noite me mudou para sempre. E parte de mim ainda se pergunta o que teria acontecido se ela tivesse aberto os olhos no meio do caminho.
Se você é mulher e entende esse vazio, esse desejo que se acumula até explodir no proibido, me escreva. Preciso desabafar com alguém que capte o fogo oculto. Saudações para quem ainda vive isso.
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